O tempo passa

O espelho mostra. Os filhos crescem.

Poderia dizer que o corpo sente, mas a verdade é que estou melhor hoje do que há alguns anos. Uma boa dieta e o levantamento regular de criança faz maravilhas.

Os olhos já não são mais os mesmos. Sem óculos borra o longe, com óculos borra o perto. O braço fica curto para segurar o celular, mas como não uso óculos mesmo, acaba não fazendo tanta diferença. Dá para notar mais dirigindo à noite, quando o óculos ajuda muito, mas se precisasse usar o celular para ver algum mapa, só se ele estivesse mais longe do que permite o painel do carro. Onde mais sinto é escrevendo ou desenhando. A folha tem que ficar um pouco mais longe do que seria a distância normal. Um dia chega a vez da lente multifocal, a tecnologia nos leva longe, mas ainda não é a hora.

O cabelo cair não é problema, a esposa prefere curto. E o grisalho que cada vez fica mais presente é só charme mesmo.

Esses dias uma amiga falava por aqui sobre a dificuldade de algumas pessoas em se aceitar como são e de como os filtros que mudam os traços faciais podem levá-las a buscar um ideal impossível. E aí vemos cirurgias e mais cirurgias tentando buscar uma pseudo perfeição que não existe no mundo real. Desse mal não sofro. Em parte por realmente não me incomodar tanto assim com a maioria das coisas, mas em parte também por morrer de medo de cirurgias, bisturis e quaisquer procedimentos que não os estritamente necessários para a saúde física. A saúde mental, prefiro tratar de maneiras menos invasivas. Também não tenho nada contra quem queira fazer, claro. Cada um sabe de si, não sou fiscal do corpo alheio.

Enfim, o tempo passa, mas não tenho tempo nem motivos para reclamar. As rugas não são de preocupação, mas de experiência. O espírito continua jovem e por enquanto o corpo ainda acompanha.

E para quem me lê esperando que fale de finanças pessoais, lembre que o tempo passa também para seu dinheiro. Escolha um investimento que use o tempo a seu favor, fazendo seu patrimônio crescer. A mágica dos juros compostos é sensacional neste ponto.

Nem sempre são dias de sol

Vista da janela em um dia de chuva.

Nos investimentos é a mesma coisa.

Da mesma maneira que não deixamos de viver porque o tempo está ruim, com os investimentos também não devemos pular fora só porque o clima piorou.

Há uma famosa história do fundo Magellan, administrado com sucesso pelo Peter Linch. Esse fundo bateu recorde atrás de recorde ao longo dos anos. Teve uma performance sensacional desde sua criação. Apesar disso, a maioria dos cotistas do fundo perdeu dinheiro. Isso mesmo, a maioria que investiu no Magellan perdeu dinheiro investindo meus dos melhores fundos de investimento que já existiu. E isso aconteceu apenas porque as pessoas viam a performance estelar do fundo e decidiam investir. Um tempo depois olhavam seus investimentos e eventualmente, depois de ter entrado no topo de determinado período, viam seu dinheiro diminuindo em vez de aumentar. Em vez de simplesmente esperar, tiravam o dinheiro com prejuízo. Quando o fundo voltava a subir já não estavam mais lá para colher os frutos.

A maneira correta de investir é fazer um estudo diligente de onde aplicar nosso dinheiro. Depois disso, precisamos colocar em prática por tempo suficiente para dar certo. Não vamos acertar na mosca o momento mais barato de entrada, então é comum que logo que começamos determinado investimento nosso capital diminua um pouco antes dos fundamentos trazerem lucros.

Se você entende que o mercado, o país e as empresas continuam crescendo, invista nelas e aguarde o crescimento vir. Saia de investimentos ruins se a situação mudar drasticamente, mas não por conta de qualquer coisinha eventual como uma greve ou uma mudança temporária da situação.

Quem investe comigo no Clube de Investimentos Kairos já sabe dessas coisas. Alguns entraram em momentos complicados e os lucros vieram rápido. Outros estão há mais tempo e já viram altos e baixos. Como continuaram, todos estão no lucro há bastante tempo já.

Porque estou aqui?

Sou um cara privilegiado. Posso ver meus filhos crescendo bem de perto, junto deles 24/7. Isso é ainda mais concreto neste período em que até as aulas são online. Ao mesmo tempo, não sou um cara completamente fora da curva. Não sou um gênio, não possuo talentos excepcionais. Sou só um cara normal, que fez escolhas diferentes das escolhas da maioria. E essas escolhas me permitiram atingir os objetivos que sempre busquei.

Estou aqui para mostrar que é possível. Que precisa da decisão de fazer escolhas coerentes com o que você deseja. Publico tudo por aqui e no meu site pessoal para que mais e mais gente possa saber que há caminhos diferentes da corrida dos ratos, mas que exigem o direcionamento do pensamento para apreciar o belo nas coisas do cotidiano. Não quer dizer que sejam caminhos mais fáceis. Andar por caminhos pouco percorridos implica em seus próprios desafios.

As vezes perguntam se não gosto de carros esportivos. Gosto. Se pudesse escolher qualquer um hoje, acho que teria uma Land Rover daquelas grandonas, que cabem toda a casa dentro. Poderia comprar uma, mas do que abriria mão por isso? Porque a verdade é que não preciso de um caminhão desses. Seria um luxo pouco prático, de ter por ter, já que viajamos pouco e só uso o carro atualmente para ir até o supermercado. Então é importante separar o que são nossas necessidades do que são nossos desejos. E escolher bem quais colocar em prática.

Dizem que não gosto de ostentar. Não concordo com isso. Ostento demais até. Ostento o que me é mais importante. Ostento o fato de poder trabalhar em casa. Ostento a liberdade de tempo para estar com minha família. Antes das aulas regulares ostentava as viagens que fazíamos.

Já pensou no que deseja para sua vida? Já desenhou um caminho para conseguir chegar lá? Minha vida não foi sempre assim, já trabalhei de sol a sol virando noites até conseguir o que queria. Fiquei anos sem tirar férias. Montei diversos negócios até encontrar a fórmula que funcionava. Desenhei o que queria para minha vida e corri atrás de maneiras de fazer funcionar.

E se puder te ajudar, vai ser um prazer.

Vencendo aos 50

Vencendo aos 50.

Texto do Fred Wilson. Você pode ler o original no link a seguir, ou minha tradução logo abaixo. O texto é mais para eu mesmo, que este ano completo 49 voltas do planeta ao redor do sol, do que para qualquer outra pessoa, mas acho que todos podem ganhar algo com a leitura.

Original em inglês: https://avc.com/2021/05/winning-at-fifty/

Eu estava torcendo todo fim de semana para o Phil Mickelson ganhar o PGA aos 50 anos de idade. Assisti o Phil por 30 anos, acompanhei todos os altos e baixos, e foram muitos. Ele joga golfe com um nível de criatividade que geralmente leva a problemas. Ele é um tomador de risco, o que não é sempre a melhor alternativa para se aproximar de um campo de golfe.

Mas esta semana, no PGA, ele foi simplesmente melhor do que todos os outros. Ele jogou a bola tão longe quanto jogadores trinta anos mais novos que ele. E se mostrou de verdade em seu incrível jogo de curta distância.

Já vimos isso algumas vezes, onde atletas cujos “dias de gloria” já passaram continuam a ser melhores do que todos os outros, pelo menos por um jogo ou um longo fim de semana.

Parte disso é pelo melhor condicionamento físico que os atletas de hoje possuem. Parte vem de serem mais velhos e sábios, de já terem passado por isso e saberem como gerenciar o momento. E parte é simplesmente por terem sido os melhores de sua geração e esse nível de talento levar a resultados que não acabam fácil.

Penso que nós “da velha guarda” podemos tirar algumas lições de atletas como Phil e outros que continuam com performances ainda melhores do que quando estavam no auge. Podemos começar permanecendo no jogo. Podemos descobrir qual é nossa versão de acertar a bola o mais longe possível como fazem os mais jovens. E podemos nos confortar no fato de que já passamos por isso antes e sabemos como respirar fundo, nos acalmar, e tomar a melhor decisão. E vencer de novo!

Estou cansado

Quando a vida endurece, os fortes continuam.

Dormi mal os últimos dois dias. Desde quarta passada com um princípio de gripe no Leonardo e, na sequência, em cada um de nós aqui em casa, o sono ficou bem prejudicado para todos. Sábado começou para mim, e estando no momento em que estamos, e eu no intervalo em que estou, hoje pela manhã vou lá no laboratório enfiar o maldito cotonete para identificar se é só uma gripe comum, ou a maldita.

Em termos de padrão, em nada difere das gripes que sempre tivemos aqui em casa, nem em sintomas, nem em sequência de contaminação familiar. Um traz e os outros pegam em série. Mas a ansiedade com o momento que vivemos torna as coisas piores do que são.

Quando essas coisas acontecem, é ladeira abaixo. Afeta a saúde, afeta o humor, afeta a disposição. Estou aqui escrevendo diariamente há 112 dias no que começou com o #desafiodos30textos da @gabipazos e que transformei no #365diasdeescrita quando ultrapassei a marca dos primeiros 30 e continuava disposto e com novas ideias. Continuo disposto a escrever, então as coisas estão sobre controle…

Problema é que começo a me perguntar, escrever para quê? Escrever para quem? Pela quantidade de interação que tenho aqui, parece que para muito poucos. Ao mesmo tempo lembro que se ajudar a apenas uma pessoa, terá valido a pena, então continuo. No final das contas sempre foi assim, e quem mais ganha com minha escrita, sou eu mesmo, que a uso como forma de organizar o pensamento. Publicar o que escrevo é só o ato final. Se ajudar alguém é bom. Se não ajudar, porque me preocupar com o que os outros não darão bola mesmo?

Então se é para ajudar, lembre sempre ao ver as fotos dos amigos e conhecidos, das celebridades e das notícias, que nem tudo é sempre como mostram. A vida de todos é complexa e de diversas cores ou tons de cinza. Aquela celebridade para quem tudo parece perfeito tem suas dificuldades que as vezes não transparecem. Podemos só saber disso quando é tarde demais, como aconteceu com o Robin Williams, por exemplo.

Se você está num período cinzento, saiba que estou por aqui para ajudar. Desse lado, já começo a ver as cores novamente.

Resiliência é meu sobrenome. Tenho uma família para cuidar.

Cresça de dentro para fora

Quando você está começando a investir, juntar até mesmo o mínimo necessário para uma reserva de emergência pode ser difícil, pode levar um bom tempo. Se você separar 10% do que ganha para formar esta reserva, ao longo de um ano você terá juntado apenas o valor de pouco mais que um mês de salário. Para chegar ao equivalente a seis meses ou até um ano de salário, levará vários anos.

Infelizmente, não há mágica. Você pode acelerar a formação de sua reserva de segurança planejando não depender do décimo terceiro salário para pagar suas contas e investir esse valor de uma só vez com este objetivo, ou destinar à reserva qualquer prêmio, bônus ou valor que ganhe inesperadamente.

Outra forma de atingir mais rapidamente o valor necessário para sua reserva de segurança é realizar pequenos trabalhos extras, em sua área ou em outras áreas onde você tenha as habilidades necessárias, direcionando todos os ganhos para este fim.

O importante aqui é notar que se você não tem ao menos esta reserva de segurança, perder tempo buscando investimentos que rendam mais é exatamente isso, perda de tempo.

Se a quantia que você tem para investir é muito pequena, um pequeno percentual a mais de rendimento sobre esse valor minúsculo significa um lucro extra na casa dos centavos.

Antes de conseguir juntar uma quantia considerável, use seu tempo para o auto-aperfeiçoamento, busque novos conhecimentos, se torne um funcionário melhor, aprenda uma função que remunere melhor.

Não há investimento melhor do que o investimento que nos permita ganhar mais do que já ganhamos com nosso trabalho. O melhor investimento sempre é o investimento em você mesmo. Ganhar mais ao longo dos próximos anos sempre lhe trará resultados muito melhores do que o melhor dos investimentos lhe possibilitaria.

Faça cursos e especializações, assista palestras, leia livros, viaje…

Cresça de dentro para fora.

Dar para receber

A vida é mais completa quando vivemos em comunidade. Pode ser que determinado momento seja mais complicado que outros, mas sempre que possível faça o que puder para tornar melhor o lugar em que vive.

Ajudar uma instituição de caridade, doar roupas que não usa mais. Dar esmola ou alimentos para quem precisa e pede nas sinaleiras. Tudo isso conta um pouquinho.

Vai além de doar dinheiro ou coisas. Cumprimentar porteiros, atendentes e mesmo desconhecidos que compartilham um elevador. Dar a vez no trânsito, segurar a porta para o próximo a passar, devolver o carrinho do supermercado ao lugar em vez de deixar largado no meio do estacionamento. São coisas pequenas, mas que beneficiam todos que convivem nestes mesmos ambientes.

O que todas essas coisas que parecem que fazemos para terceiros tem em comum, é que tudo isso acaba retornando para nós mesmos. O exemplo arrasta. Faça, e alguém que eventualmente nunca tinha se dado conta talvez passe a fazer o mesmo. Já serão duas pessoas a tornar o mundo melhor.

Outro ponto importante é que ao nos abrirmos para a doação, mandamos ao nosso cérebro a mensagem de que o mundo não é um lugar de escassez, mas sim um lugar onde as coisas não nos faltam.

Viva em um mundo de abundância.

O trabalho é seu melhor amigo

Faça mais do que lhe pagam para fazer. Essa é a receita número um do crescimento profissional.

Quem faz mais do que é pago para fazer mostra seriedade, competência, comprometimento com os resultados. Mostra que faz o que é necessário para o sucesso do projeto em que está envolvido. São essas pessoas que serão as escolhidas para liderar os novos desafios que se apresentarem no futuro. Se não no local em que você está, certamente no próximo emprego que terá. A fama precede a oferta das novas oportunidades.

O trabalho é seu melhor amigo quando você trabalha para si próprio. Pode ser que no início você procure trabalhar em um negócio já estabelecido. Mesmo assim, o trabalho depois do trabalho, o estudo e desenvolvimento de novas habilidades, uma língua estrangeira, por exemplo, certamente é o trabalho que lhe trará as maiores possibilidades. Pode ser o que lhe fará galgar novas posições, mas pode ser também o conhecimento que lhe trará a confiança de iniciar seu próprio negócio.

Não existe concorrência, diz o @icaro.decarvalho e é verdade. Enquanto a maioria anda no automático, batendo ponto e fazendo o mínimo necessário enquanto fica jogando no celular, pensando no horário de saída do serviço para poder ir para casa afundar no sofá, na frente da TV, você está se aperfeiçoando, crescendo, aprendendo. Você está caminhando cada vez mais rápido. Concorrência é para os medíocres que não fazem o mínimo esforço para crescer.

Não tenha medo do trabalho. Ele lhe trará os melhores frutos.

Faça seguro do que não pode ser reposto facilmente

Faça seguro do que é importante para você.

Vou contar uma história. Em quase toda minha vida adulta, o carro sempre foi uma ferramenta importante. Seja pela praticidade do ir e vir, seja para proporcionar viagens a trabalho. Ficar sem carro seria profissionalmente bastante inconveniente. Na maior parte da vida, se perdesse o carro em um acidente, teria sido difícil repor o mesmo sem causar certo aperto nas contas. Por estes dois motivos conjuntos, sempre fiz seguro do carro.

Hoje em dia isso não é mais verdade, mas ainda assim mantenho o seguro do carro em dia. O motivo disso não é mais a simples reposição do carro. Inclusive, esta é a parte mais barata do seguro. Coloco a franquia lá em cima para baratear ainda mais o custo anual de seguro, ele não serve para efetuar pequenos reparos. O motivo de manter um bom seguro no carro é para me proteger de gastos contra terceiros, tanto em relação aos veículos envolvidos em um acidente quanto às pessoas que podem se machucar. Como sempre, o melhor seguro é aquele que não precisamos usar, mas a tranquilidade de contar com ele ajuda a manter a mente foçada em coisas mais importantes.

Durante alguns anos tivemos motos Harley-Davidson. Era caro o seguro delas, bem acima, percentualmente, do que valeria a pena nas minhas contas. E se tivesse um acidente com a moto, com toda certeza ela seria a coisa menos importante para me preocupar. Em uma moto, o parachoque é nossa testa. Nunca tive seguro nas motos. A probabilidade de roubo era minúscula, e sem seguro, tinha ainda mais motivos para ser o mais prudente possível no trânsito. Se perdesse a moto em um acidente, provavelmente não iria adquirir outra mesmo, então o seguro não fazia o menor sentido.

Algo importante que também entra na categoria de seguros, é um seguro saúde. Não acho que o plano de saúde seja necessário para consultas regulares ou para cobrir todos os gastos com isso, mas em caso de necessidade de hospitalização, poder contar com algo que não acabe com as finanças da família é essencial.

Que outros seguros são importantes para você?

Não tome para si os problemas dos outros

Sabe o que acontece quando começamos a juntar algum dinheiro?

Os problemas acontecem.

Se não os nossos problemas, os problemas dos outros.

Quando nossa disciplina começa a mostrar resultados e nosso patrimônio começa a crescer é natural que as pessoas vejam a diferença acontecendo, mesmo que sejamos discretos. São os detalhes que nos entregam. É o tempo livre para fazer alguma atividade em um horário que para os outros seria “horário de expediente,” é a ida ao restaurante e olhar o lado esquerdo do cardápio, pedindo o que se deseja, não o que “cabe no bolso.”

Com essas mudanças sutis sendo percebidas alguns começam a insinuar porque não fazemos certas coisas que eles fariam se tivessem dinheiro guardado. Porque não um carro melhor? Porque não sair com mais frequência para jantar fora? Porque não uma bolsa cara de marca de luxo? Muitos ainda relacionam ter dinheiro com ostentar um padrão de vida pré-estabelecido. Quando não nos enquadramos no padrão mental que eles possuem, ficam confusos.

Independente disso, as pessoas notam que algo mudou. Não vai demorar muito para alguém que não respeita o próprio dinheiro te pedir um pouco emprestado. Ou querer te fazer pagar algo para eles. Ou te chamar de sovina por não bancar o café, já que estás tão bem, enquanto eles estão ainda patinando.

“Parcela pra mim no teu cartão, que não tenho limite para isso, que aí te pago todos os meses.”

Se você tem uma situação tranquila e deseja ajudar algum familiar ou amigo, tudo bem. Ajude, doe, dê de presente, mas não empreste dinheiro. Você perderá tanto o dinheiro quanto a amizade. Se não emprestar te fizer perder o amigo, ao menos terá perdido apenas uma das duas coisas.

Pior do que perder dinheiro, é perder a credibilidade. Não empreste seu nome. Se alguém está com nome sujo por qualquer motivo, use isso como alerta de que a chance de sujar seu nome em uma situação dessas é o resultado mais provável. De novo, se você deseja e tem condições, ajude, mas não se ponha em risco de perda por alguém que não respeitou a si mesmo antes.

Não empreste seu nome, nem seu dinheiro.