Um plano simples para construir patrimônio

Muitos educadores financeiros ensinando como investir, mas todos repetindo as fórmulas tradicionais. Renda fixa, fundos imobiliários, ações, dólar. Alguns falando da necessidade de investir no exterior para fugir do risco Brasil. Uns falam bem do ouro, outros dizem que não serve para nada. E você? Paralisado.

Em um país onde a maioria absoluta das pessoas não tem nenhum real guardado e os poucos que possuem alguma reserva utilizam a poupança, é irreal pensar em um salto tão grande. Ao mesmo tempo, alguma coisa precisa ser feita. Estou aqui para te ajudar.

Quando o boleto não é o vilão.

Muitos fazem associação negativa aos boletos. Boleto serve para pagar contas, serve para gastar dinheiro. Serva para pagar aquilo que você acaba de comprar no Mercado Livre e não se sentiu seguro de colocar seu cartão de crédito. Não precisa ser assim.

Movido a boletos.

Ao mesmo tempo, tem aquelas pessoas que dizem aos quatro ventos que só conseguem comprar as coisas se tiverem um boleto para pagar, porque se dependessem de guardar dinheiro regularmente para os objetos mais caros, nunca os teriam. Tenho muitos amigos que vivem desta maneira.

Vou te contar um segredo. Os boletos podem ser usados para pagar primeiro a você mesmo. Vou te contar a história de 19 anos do investimento mensal que mudou completamente minha vida.

Nos últimos 19 anos sempre tive alguns boletos mensais sendo pagos para mim mesmo. São os consórcios de imóveis que comecei a adquirir em 2002. Na época gastava meu dinheiro comprando computadores, palmtops, máquinas fotográficas. Trabalhava com isso, mas era uma desculpa, gastava mais do que o necessário. Fiz meu primeiro consórcio pensando em guardar dinheiro para, quem sabe, alguma hora conseguir investir em um imóvel. Uma salinha comercial para minha empresa, talvez.

Foi o início de uma relação saudável com os boletos. Cada mês em que eles chegavam, lembrava que estava guardando para mim mesmo antes de pagar as outras contas. Era uma sensação boa saber estar cuidando de mim mesmo e do meu futuro.

Com o tempo, o bolo ia aumentando. A parte “que já tinha pago” dos consórcios somava um valor cada vez maior. Via que o tempo e a regularidade traziam resultados. E a medida em que ganhava mais com meu trabalho, sempre que possível aumentava um pouco mais o valor mensal que pagava a mim mesmo, adquirindo mais uma carta de consórcio.

Quem me conhece a mais tempo sabe que aprendi a lucrar com as contemplações das cartas de consórcio, vendendo-as com lucro quando contemplava cedo. Poucos sabem que esse não foi meu objetivo inicial, foi apenas um bônus que aproveitei muito bem. O lucro na venda dessas cartas se tornou tão relevante para meus resultados que passei a refinar o investimento, a estudar os detalhes. Falei com amigos mais inteligentes que eu. Validaram minhas ideias. Investiram da mesma maneira. Lucraram com esse investimento.

Abri uma empresa e passei a vender consórcios para quem desejasse investir como eu mesmo estava fazendo. Era um hobby, continuava com minha empresa de internet. O tempo passou e o negócio cresceu a ponto de eu ter que escolher que rumo seguir. E quem venceu foram os consórcios. Ajudava muito mais pessoas com isso do que com meu trabalho na área de tecnologia.

Investimento maduro.

Hoje, quase 20 anos desde que comecei, com a vida feita, bem casado e pai de duas crianças maravilhosas, com centenas de clientes que melhoraram suas vidas com o investimento através dos consórcios, começo uma nova etapa. Uma etapa em que nada muda no que já vinha fazendo antes, mas onde muda a forma como isso será divulgado. Já ajudei muitas pessoas que estavam procurando por uma maneira de mudar suas vidas para melhor. Agora chegou a hora de ajudar àquelas que ainda não se deram conta de que podem melhorar suas vidas com uma estratégia simples de pagar a si mesmas primeiro. E para isso, conto com você.

Divulgue esta mensagem com um amigo que você acredite que possa se beneficiar deste tipo de investimento regular, seguro e automático. Eu te agradeço antecipadamente por isso, mas quem mais irá te agradecer é o amigo beneficiado por esta mensagem.

O mito das finanças complicadas

Muita gente no mercado financeiro ganha dinheiro difundindo o mito de que finanças e investimentos são coisas complicadas.

Fazem isso de diversas maneiras. Usam termos complicados, falam em siglas, comentam sobre indicadores contábeis das empresas em que investem.

Os bancos e corretoras não ajudam. Criam produtos e mais produtos, formando uma prateleira de investimentos que tonteiam quem olha de fora. São milhares de fundos, dezenas de opções em cada modalidade de investimento. Até as diferentes classes são muitas e confusas. DI, RF, Câmbio, Commodities, RV, FII, CRA, CRI, LCA, LCI, Caixa… Uma sopa de letrinhas que não ajuda quem deseja fazer só o feijão com arroz, investir regularmente e formar patrimônio para uma aposentadoria tranquila.

É proposital. Querem te confundir para depois te vender administração pelo resto da vida. Daí você estuda um pouco e acaba investindo nos fundos que parecem dar os melhores rendimentos que encontra no banco em que tem conta. E com isso paga as viagens em classe executiva, relógios caros e carrões esportivos dos gestores de investimento.

Tem gente muito boa nesse mercado. Gente que genuinamente deseja te ensinar a pensar por conta própria e como investir com conhecimento profundo. Mas também aí fica uma lacuna, pois nem todo mundo deseja se tornar um investidor profissional. Nem todo mundo busca 60 horas de um curso completo que vai ensinar todos os termos e detalhes financeiros que não desejam nem tem vontade de aprender.

Estou aqui para te ajudar a fugir disso tudo. Te ajudo uma vez só. A partir daí, caminha com tuas próprias pernas. Ensino aquele mínimo necessário para poder automatizar os investimentos de maneira a poder aplicar uma fórmula simples e eficiente todos os meses, sem precisar pensar demais, sem precisar aprender detalhes irrelevantes, e melhor de tudo, obtendo um resultado final melhor do que a maioria dos outros investidores. O simples bem aplicado sempre vence o sofisticado difícil de aplicar.

Fica o convite para quem desejar começar.

Eu sei que você não possui investimentos

Eu sei que você não possui investimentos.

Sei que não guarda dinheiro regularmente.

Sei que não tem reservas suficientes para uma crise de duração um pouco mais longa.

Sei que é indisciplinado com o cuidado com seu futuro, mesmo sendo um ótimo profissional, dedicado, zeloso e cumpridor das suas obrigações.

Sei que você não pensa nisso com muita frequência, mas quando pensa, dói um pouco ver que você não está construindo nada para si mesmo. É só um dia após o outro. Trabalho hoje para comer o bife de amanhã.

Talvez você esteja um pouco à frente da maioria e esteja pagando por um imóvel próprio que dentro de 30 anos poderá estar quitado e poderá trazer alguma tranquilidade de ao menos ter um teto sobre sua cabeça, mas isso é caro e não é o suficiente.

Talvez a leitura desse post te ajude a ver isso e tomar uma atitude hoje.

Provavelmente a atitude que você tomar hoje, seja abrir conta em uma corretora fora do seu banco, seja separar uma parte do dinheiro que ainda está na conta porque estamos no início do mês e você ainda não gastou tudo, dure somente hoje ou mais uns dias.

Eu quero te ajudar. Hoje, amanhã, mês que vem. E nos meses seguintes. Quero ser a consciência boa que todo mês vem lhe lembrar de pensar um pouco no seu futuro.

Talvez funcione sem custo para você, mas provavelmente você só levará a sério mesmo se estiver pagando por isso. Como a academia do prédio, que não frequentamos, mas a que pagamos mensalmente sim, para não sentir que desperdiçamos nosso dinheiro.

Assina minha newsletter “Investidor Displicente”. Assuma um compromisso relevante consigo mesmo, o de cuidar do seu futuro todos os meses. O de construir algo para deixar para seus filhos. Assina a versão paga, sabendo que é a mesma que a gratuita. Não para me ajudar, são só uns trocados, mas para te ajudar a cumprir esse compromisso que está assumindo de cuidar bem do próprio futuro, de uma vez por todas.

Estou fazendo minha parte. Espero que você aproveite a oportunidade e faça a sua.

Aprender a investir não vai te deixar rico

Pode ser uma droga ouvir isso de alguém que passou praticamente toda a vida adulta empreendendo enquanto estudava sobre investimentos, mas essa é a realidade.

Não vou escrever aqui que é ruim aprender a investir. E preciso dizer que há diversas maneiras diferentes de investir, todas bastante eficientes se aplicadas ao longo prazo. Mas a verdade é que aprender elas não gera resultado sem ação. E mais, aprender diversas formas de investimento pode, inclusive, ser contraproducente, porque ao saber diversas maneiras de fazer o dinheiro crescer, pode ser que você fique paralisado ao não saber qual forma utilizar.

Então hoje vou ser bem prático para quem está começando.

  1. Reserva de emergência: guarde 10% ou mais de tudo que ganhar em um fundo SELIC SIMPLES. Procure uma corretora que possua isso fora do seu banco (que provavelmente não tem um fundo desses). Faça apenas isso até ter três ou seis meses de reserva em relação aos seus gastos mensais. Se tiver filhos, não pare até ter um ano de despesas cobertas.
  2. Regra dos 100: Diminua sua idade de 100. O resultado será o percentual que você deve investir em ações. Se você sofrer muito com o sobe e desçe da bolsa de valores, diminua sua idade de 80 e use este resultado como percentual para as ações. Na regra dos 100, se você tem 30 anos, 70% do seu investimento irá para ações. Na regra dos 80, 50% iria para a bolsa.
  3. continue guardando 10% ou mais de tudo o que ganhar, agora dividindo no percentual definido acima entre renda fixa e ações. Dívida suas compras em apenas dois ETFs, IMAB11 para renda fixa e IVVB11 para ações. Compre pelo HomeBroker de uma corretora diferente da que utiliza para o fundo SIMPLES da reserva de emergência. Faça os aportes de maneira a buscar o percentual de equilíbrio. Se um dos dois valorizou mais que o outro, seus novos aportes devem buscar retomar o equilíbrio percentual entre as partes. Dessa forma, todo mês você compra “o mais barato”.

Faça apenas isso ao longo dos anos e desfrute de uma excelente aposentadoria no futuro. Ou deixe um ótimo patrimônio para seus filhos.

Estudar o suficiente para conseguir executar o que está descrito acima é tudo que você precisa. Isso se faz em uma hora de consultoria ou um pouco mais de tempo pesquisando na internet. O importante é fazer isso todos os meses. São cinco minutos por mês para ver o quanto você já tem, calcular o valor a ser investido em cada “potinho” e fazer o investimento efetivamente.

Sucesso nos investimentos.

Investindo lá fora

Este é um conteúdo para investidores mais avançados. Se você não entender algum termo, fique à vontade para me escrever perguntando.

Esses dias me perguntaram o que acho sobre investir no exterior. Vou deixar meus pitacos por aqui para quem também se interessar em saber sobre isso.

Há basicamente três maneiras de investir no exterior. Todas possuem vantagens e desvantagens. Vou tentar expor as características principais, deixar minha opinião sobre o que acho melhor, mas como sempre, sua escolha depende de diversos fatores e pode ser bem diferente da minha dependendo da sua realidade.

Não vou falar de fundos de investimento. Então não entram aqui coisas como fundos cambiais ou fundos que invistam em outros fundos ou ações estrangeiras.

  1. Comprar ações americanas diretamente através de uma corretora lá. A maior vantagem é que você pode escolher exatamente quais empresas adquirir. Sua carteira pode ser tão concentrada ou diversificada quanto você desejar. E ainda pode ter coisas como REITs (fundos imobiliários) e ETFs dos mais variados que existem por lá. Há certos custos de cambio para o dólar, mas são baixos quando levamos os investimentos ao longo prazo. O maior problema dessa opção são os pesados impostos de herança que incidem sobre esse investimento. Você pode argumentar que estará abaixo da taxa de isenção (US$60.000), mas aí eu rebato que você não teria dinheiro suficiente para efetivamente valer a pena perder tempo investindo lá fora.
  2. Comprar BDRs no Brasil. É uma alternativa que resolve o problema do imposto de herança. Compramos os recibos das ações diretamente aqui no Brasil. Os problemas desta opção são a pouca variedade de empresas que possuem BDRs aqui, dificultando a diversificação, mas principalmente a baixa liquidez desses ativos, com fazedores de mercado operando com spreads altíssimos, comendo boa parte dos lucros.
  3. Comprar ETFs de ações americanas aqui. IVVB11 ou NASD11, por exemplo. Minha opção preferida. Diversificação, as melhores e maiores empresas do planeta, custodiadas aqui e com facilidade de comprar e vender. Você paga IR de 15% sobre o lucro ao vender estes ETFs, mas a ideia é ir comprando sempre por muitos anos, até chegar a hora de usufruir da fortuna conquistada.

E você, já tem dinheiro no exterior?

Sucesso é execução

Sempre fui um cara de muitas ideias. Se tivesse tempo ou pudesse executar todas, conquistaria o mundo. Mas sucesso não é questão de ter ideias. Ideias sem execução não valem nada.

A parte boa dessa história toda é que sempre fui um cara de execução também. As vezes a quantidade de ideias me paralisa durante algum tempo, até definir qual ideia é mais prática, simples, interessante para executar, mas assim que defino isso mergulho de cabeça e coloco em execução.

Uma parte importante na execução de cada nova ideia são as consequências de longo prazo desta ideia. Levo em conta o quanto impactará no que já tenho para executar. Prefiro ideias com começo, meio e fim. Ideias que depois de implementadas andem de maneira mais ou menos automatizada, que se integrem bem com minhas rotinas existentes.

Escrever um livro é uma dessas ideias automáticas. Depois de escrito e publicado, está lá, disponível para quem desejar. Claro que só escrever e não divulgar pode acabar dando um resultado pífio. Mesmo isso é interessante, já que um livro, além do próprio conteúdo, serve também como validação de quem o escreve, como um cartão de visitas. Essa é uma coisa em que as vezes peco, dedico tempo e energia para escrever e não faço o mesmo com a divulgação. Coisa para eu pensar em executar em breve…

E você? Como está sua execução de ideias?

Hoje é feriado. E aqui estou, trabalhando.

Escrevo mais um texto para o Instagram, para meu site, para você. Não faço por obrigação, mas por servidão. Apesar de estar há quatro meses escrevendo aqui diariamente, essa questão da regularidade é mais um exercício para mim. O importante é viver, aprender, e ter algo de útil para transmitir. E se apenas uma pessoa ler, se apenas uma pessoa aprender algo, se apenas uma pessoa se sentir valorizada por algo que falei ou escrevi, terá valido a pena. Espero que seja o caso hoje.

Queria falar que é feriado, mas que esse fato pouco ou nada muda na minha vida. Desenhei ela para ser assim. Um feriado mais complica do que ajuda no meu caso, pois alguma coisa que pudesse precisar pode estar fechada e as vezes eu nem saber.

A realidade do meu trabalho torna todos os dias potenciais feriados, no sentido de não ter ponto a bater, não ter horário rígido. Posso me dar ao luxo de passear com meu filho no meio da manhã, acompanhar a aula online da filha durante a tarde. Não quer dizer que não trabalhe tanto ou mais do que quem tem a rigidez dos horários, veja só, é feriado e estou aqui trabalhando. Pode ser noite, e eu trabalhando. Fim de semana? Trabalhando. Posso estar fazendo as compras do supermercado (sempre com lista) e estar atendendo algum cliente ao telefone, trabalhando.

O ponto é: planejei o tipo de vida que desejava e busquei as alternativas que me permitissem chegar a este estilo de vida. E você, está satisfeito com a vida que a vida te deu? E se não estiver, o que está fazendo para mudar essa situação?

Porque a grande verdade é que a vida nos dá apenas o que exigimos dela. Ao mesmo tempo, pagamos o preço das escolhas que fazemos.

Você faz suas escolhas e paga o preço delas, ou ainda está pagando o preço de seguir o fluxo que a sociedade lhe atribuiu seguir?

Sua vida é como você escolheu? Se não é, o que você fará hoje para começar a mudar isso?

Falando com as paredes

É cíclico. As vezes parece uma coisa, outras vezes parece outra. Essas últimas semanas tem sido mais complicadas. Me sinto falando com as paredes.

Hoje completam quatro meses que estou diariamente escrevendo aqui. Como escrevi acima, nem sempre as coisas são como estou me sentindo agora. Tem dias que parece que todo mundo recebeu minha mensagem, interagiu, mandou recado. Sei que é mais um problema do emissor do que do receptor. Excesso de expectativas. Afinal, todo mundo está também vivendo suas vidas.

Estou escrevendo isso porque pode ser que para você as coisas também tenham altos e baixos. É normal. E nestes momentos, o importante é continuar. Lembrar que esses ciclos acontecem e que um tempo depois as coisas voltam ao normal.

Cada um tem seus parâmetros e anseios. Os meus são medidos em unidades de ajuda. Quando escrevo, faço para mim mesmo, é minha forma de pensar. Ao mesmo tempo em que me ajudo, penso em quem mais posso ajudar. E cada vez que sei que ajudei alguém, sinto uma forma de validação. Esse é um dos motivos principais de nunca ter criado um curso pago sobre os assuntos que domino. Independente de quanto tenha me custado para aprender, vejo como certo egoísmo guardar essa informação para mim.

Só que uma das coisas que aprendi há algum tempo, e que por anos não aceitei, é o fato de que o que vem de graça acaba não sendo valorizado. No sentido de não ser lido com a mesma atenção que seria lido algo que foi pago, mas também no sentido de pôr em ação os aprendizados, nem que seja para não sentir que “jogou dinheiro fora.” E uma das consequências de eu não ter nenhum produto pago é justamente ajudar menos gente do que gostaria de ajudar.

Como disse, escrevo para mim mesmo, para organizar as ideias. E o resultado disso hoje é o seguinte: em breve você verá alguns produtos meus. Curso, livro, relatório, newsletter paga. Não sei ao certo, ainda vou desenhar melhor as ideias e definir um plano de ação para isso, mas hoje algumas coisas começam a mudar por aqui.

Como sempre, querendo mais, procura por aqui. São anos de escrita para quem sabe garimpar.

Aprendendo com a experiência dos outros

O maior aprendizado que podemos ter é com nossas próprias experiências. A dor nos ajuda a lembrar do que passamos e a não cometer os mesmos erros. Apesar disso, usar o atalho de aprender com a experiência dos outros pode nos economizar muito tempo e muito dinheiro.

Abaixo, os cinco livros que acredito possam ser os mais importantes para quem deseja entender os fundamentos do mundo do dinheiro.

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