Do dia em que a Lady Gaga me ofereceu um chá na Times Square

Lady Gaga me oferece um chá na Times Square

Fotos do cotidiano das ruas, o famoso street style, é um dos temas fotográficos de que gosto. E por gostar, claro, não falo apenas de olhar, mas de fazer parte deste movimento.

A vida de pai presente e as saídas menos frequentes que faço hoje acabam não dando muita oportunidade de praticar. Quando saio, é com os filhos, e aí a atenção é para eles, não para as oportunidades fotográficas do entorno. Mas está tudo bem, não é uma corrida, mas uma maratona. Sei que vai chegar a hora em que minha maior preocupação vai ser com o que ocupar o tempo livre. Até essa hora chegar, fico por aqui mesmo.

Ouve uma época em que me interessava mais pelas máquinas fotográficas do que pelas fotos propriamente ditas. O nerd que habita em mim é sempre presente, mas faz um bom tempo em que me dei conta de que a melhor máquina é aquela que temos conosco o tempo todo, independente da qualidade. Com os recursos atuais, nossos smartphones acabam sendo a forma mais simples e rápida de documentar a vida cotidiana. Pode parecer besteira hoje em dia, mas certamente será uma boa curiosidade para as gerações futuras.

Equipamento, técnica, experiência, um olhar apurado, tudo isso conta para conseguirmos obter boas fotos do cotidiano, mas no final das contas, não há fator mais interessante do que a sorte. Dizem que sorte é quando a oportunidade encontra o fotógrafo preparado. Neste dia preferi fazer a foto do que aceitar o chá que a Lady Gaga me ofereceu.

Tenha um bom dia, e quando tomar um chá no fim da tarde, lembre de mim.

Saudades de uma viagem

Las Vegas – LOVE

Não sei como vão ser as coisas deste dia em diante. Quanto tempo tudo voltará ao normal, se é que teremos de novo uma vida como a que tínhamos anteriormente.

Por mais que possamos pensar que logo as vacinas estarão funcionando, todos estarão imunizados, o mundo voltará a ser como era antes, a grande verdade é que o futuro é nebuloso. As vacinas podem não proteger de novas cepas. A proteção pode não durar muito tempo. Novas cepas podem surgir, bactérias mais resistentes podem atacar por conta do uso indiscriminado de antibióticos. As vezes é difícil ser otimista.

Por outro lado, a vida continua. Não podemos esmorecer. Há muito para ser visto e vivido ainda, senão por todos, com certeza para muitos. Conseguir equilibrar vida e neuroses vai ser o exercício dos próximos anos.

Por aqui, sinto saudade de viajar. Organizei nossa vida desde o princípio para poder ter essa liberdade geográfica no trabalho. Antes da baixinha começar o colégio, podíamos simplesmente decidir um destino, pegar um avião e ir. Com o colégio as janelas de oportunidade diminuíram, mas ainda assim havia como dar uma escapada no meio do ano ou no final.

Nossas viagens, em parte por conta da alergia alimentar da baixinha, sempre foram mais longas e hospedadas em flats com cozinha. Isso nos colocava na vida mais cotidiana do local, não no simples turistar. Ir ao supermercado, frequentar as pracinhas próximas, museus, parques. Era sempre um test-drive de “como seria viver aqui.”

Não tínhamos intenção real de morar nesses lugares. Sabemos que NY é sensacional na primavera e ótima no outono, mas os invernos terríveis. Vale o mesmo para a maioria das cidades européias, somos uma família de verão. Mas como forma de viagem, gostamos muito do tipo de experiência que as nossas proporcionavam.

Sinto falta de ouvir uma lingua diferente ao passear nas ruas. Ver as crianças brincando igual em qualquer parte do mundo. Experimentar os sabores de cada local, os pequenos comércios, as cafeterias.

Sinto falta de viajar. Estar fora da nossa rotina era o que me ajudava a ver como gosto dela sempre que voltava.

Primeira turma do curso de arbitragem internacional de Bitcoins em NY


Partimos para NY na primeira semana de dezembro. Meus dois alunos (cuidado para não confundir um com o outro) ansiosos não apenas com as novidades que trataríamos nas conversas do curso, mas também com os papos sobre a bolsa de valores que certamente comentaríamos em nossa estada na Big Apple e com a cidade em si, ainda novidade para ambos.


The great twins and me! Sim, estava frio, bem frio mesmo.

As surpresas começaram logo no aeroporto, veja só quem estava embarcando junto conosco rumo a NY:


Felipe Miranda, o CEO da Empiricus que lemos diariamente, no mesmo voo para NY.
O queridão Rodolfo Amstalden, a mente por trás do Programa de Riqueza Permanente, embarcando junto para Big Apple, onde ele e o Felipe iriam participar de um curso de valoração de empresas de tecnologia na Universidade de Columbia..

O papo de aeroporto com os guris da Empiricus foi bastante legal. Claro que fomos meio tietes, dados os excelentes resultados que temos tido graças às lições diárias de investimento que os relatórios deles nos trouxeram nos últimos três anos. Por outro lado, também fiz meu comercial, e em breve podemos ter excelentes novidades em relação ao investimento em consórcios, meu carro-chefe de sempre no front financeiro. Aguardem…

A viagem foi sensacional. Do início, com o encontro inesperado com o pessoal da Empiricus, até o fim, com o café especial da Starbucks no aeroporto de Guarulhos. 

Em vez de falar dos detalhes da viagem, deixo em seguida algumas fotos para ilustrar a experiência. Lembrem que não era turismo, era trabalho, então não teremos aqui aquelas fotos tradicionais dos pontos turísticos.

Assim começa uma boa viagem.
Quando em Roma, faça como os romanos. Um bom dia começa com um bom café da manhã. 
Tomando café da manhã e observando a abertura da Bovespa no Brasil.
Luzes de Natal!
A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.
— Oscar Wilde
Parada obrigatória, Eataly. Já renovei meu estoque de café.
Pai babão.
Grãos novos. Menção especial ao Pike Place, em homenagem ao local da primeira loja da Starbucks nos Estados Unidos. Este blend foi criado logo após a volta do Howard Schultz ao comando da empresa. Ele conta esta história no livro Onward.

E assim termina mais uma aventura no mundo dos investimentos. Se você deseja fazer parte da próxima turma, entre em contato. 

EXCLUSIVO: Curso de arbitragem internacional de Bitcoins em Nova York!

Gravei este video em Nova York, onde estava finalizando os últimos detalhes do curso de arbitragem internacional de Bitcoins que vou ministrar no final de julho em Nova York mesmo.

Além do curso, farei o acompanhamento pessoal para a abertura de conta bancária nos USA, de maneira a poder executar as operações de arbitragem em série, quando a janela de arbitragem Brasil-USA abrir.

Este vai ser um curso diferente, com a aplicação prática e imediata de tudo que vamos ver ao longo de uma semana na cidade. Tu vais ter meu acompanhamento pessoal em cada detalhe. Vai ser uma imersão no assunto, mas também uma imersão na cultura de negócios dos Estados Unidos. A gente não vai só falar sobre os tópicos referentes à arbitragem com os Bitcoins, mas também aplicar tudo isso na prática.

Se tivermos sorte, e a janela de oportunidade se abrir enquanto estivermos aqui, iremos inclusive operar um giro da arbitragem, provavelmente ficando com todos os custos do curso e da viagem pagos antes mesmo de voltarmos ao Brasil.

Deixa eu falar rapidamente sobre o assunto arbitragem e sobre o que o curso vai cobrir.

A arbitragem com Bitcoins consiste basicamente de nos aproveitarmos das distorções de preço que ocorrem de tempos em tempos entre as cotações nas corretoras brasileiras e estrangeiras. Quando esta janela de oportunidade se abre, os preços no Brasil costumam ficar até 20% mais caros do que no exterior, criando a situação perfeita para gente lucrar comprando no exterior e vendendo mais caro no Brasil.

Uma das grandes vantagens da arbitragem internacional com Bitcoins, é que operando desta maneira a gente fica bem menos expostos à altíssima volatilidade dos preços do Bitcoin. Não nos interessa se ele está caro ou barato, só nos interessa a relação entre os valores no Brasil e no exterior, e quando estes valores permitem a operação, a gente simplesmente lucra de forma rápida e saímos o quanto antes do risco da moeda digital. Nós só mantemos os Bitcoins durante o tempo necessário para concluir um giro da operação, e isto significa apenas umas poucas horas.

Temos diversas formas de implementar essa operação, sendo duas as mais tradicionais.

1. A gente pode executar a arbitragem sem possuir conta bancária no exterior;

Ou

2. A gente pode executar a arbitragem utilizando uma conta bancária no exterior, seja nos Estados Unidos, seja em algum país europeu.

No curso, eu poderia ensinar como fazer a operação sem possuir conta no exterior, mas este curso, na verdade, não é para quem quer fazer isso, porque essa operação mais trivial eu já ensino agora mesmo, ela é bem simples: quando a diferença de preço do Bitcoin entre as corretoras no Brasil e no exterior estão parelhos, ou seja, sem nenhum ágio, ou com bem pouco ágio, a gente simplesmente adquire Bitcoins no Brasil, envia para uma corretora no exterior, e vende eles imediatamente, ficando com dólares na conta da corretora estrangeira.

Fazendo assim, a gente não corre mais o risco de ver os Bitcoins despencando de valor e nosso dinheiro ir para o ralo. Claro que com isso a gente também não participa de eventuais subidas rápidas do Bitcoin, mas quem quer fazer arbitragem está buscando uma forma mais segura de lucrar, sem correr os riscos dos altos e baixos violentos pelos quais o Bitcoin passa de uma hora para outra. A arbitragem não é para quem deseja investir em Bitcoins, mas sim para quem deseja executar operações pontuais com menor risco e alta lucratividade.

Depois de ter enviado o dinheiro para corretora fora do Brasil, quando a janela de oportunidade da arbitragem se abre, ou seja, quando o preço do Bitcoin nas corretoras brasileiras se torna bem mais alto do que nas corretoras do exterior, a gente simplesmente faz a operação inversa, compra Bitcoins no exterior com o dinheiro que a gente tinha previamente enviado para a corretora lá fora, envia esses Bitcoins para a corretora no Brasil, vende os Bitcoins pelo valor mais alto e deixa ali em reais, paradinhos na conta, esperando novamente surgir a oportunidade de enviar o dinheiro para o exterior quando essa diferença de preço cair.

Dado o histórico do valor do Bitcoin em relação à estas oportunidades de arbitragem, elas costumam acontecer em períodos entre duas semanas a dois meses. Como em cada operação é possível lucrar até 20% sobre os valores investidos, a gente pode dizer que é relativamente fácil conseguir 100% de retorno em apenas um ano. A gente só precisa deixar o dinheiro lá quietinho, aguardando a oportunidade surgir e executando as operações de tempos em tempos. Se tivermos apenas uma operação a cada dois meses, já está aí nosso dinheiro dobrado depois de um ano.

Claro que não a gente não deve investir todo nosso dinheiro nisso. Tem uma serie de riscos envolvidos, que também vão ser tratados no curso, mas só para adiantar, um deles é o risco de contraparte, que basicamente significa o risco da corretora em que a gente tem nossa conta passar por problemas. Mesmo com nosso dinheiro estando em moeda fiat, reais ou dólares, quem garante nosso investimento é uma empresa que pode passar por dificuldades em qualquer momento.

Outros riscos envolvem questões de tecnologia, acesso aos dados, velocidade e congestionamento da rede de transações de forma a executar as operações de compra e venda em um prazo factível. Enfim, é uma excelente forma de lucrar, mas não dá para ir com muita sede ao pote sem conhecer os riscos que se corre.

Mas voltando ao que interessa, os lucros, vamos passar à segunda maneira de operar as arbitragens, uma forma bem mais lucrativa e rápida, além de muito mais segura, que é a operação através de conta bancária no exterior.

Usando uma conta bancária no exterior a gente pode lucrar muito mais pelo simples motivo de que em cada janela de arbitragem que se abre, a gente pode executar não só uma, mas várias operações de arbitragem em sequência.

Quando a diferença de preço entre as corretoras nacionais e estrangeiras fica alta, a gente envia dinheiro da nossa conta corrente no Brasil para conta corrente no exterior.

De lá, a gente envia o dinheiro para a corretora estrangeira, compramos os Bitcoins, enviamos esses Bitcoins para a corretora no Brasil, vendemos os Bitcoins com lucro, mandamos o dinheiro para nossa conta corrente brasileira e neste momento, se a janela de arbitragem continua aberta, a gente pode repetir a operação quantas vezes for possível.

Nosso lucro, que na operação sem conta corrente no exterior terminaria no primeiro giro, agora pode rodar duas, três, cinco vezes na mesma janela de oportunidade, sendo possível então até dobrar nosso capital em apenas duas semanas.

O melhor de tudo isso, é que nos momentos em que a janela de arbitragem está fechada, ou seja, nos momentos em que não podemos executar as operações, nosso dinheiro não está parado na conta de uma corretora qualquer de Bitcoins, mas sim, está seguro em uma conta bancária que possui todas as garantias e seguranças que o sistema financeiro nos proporciona.

Vamos falar então sobre o curso…

O curso de arbitragem internacional de Bitcoins vai ser um curso de uma semana em Nova York passeando comigo pela cidade. O grupo, que vai ser necessariamente limitado para eu poder dar atenção individual a cada um, vai sair por Nova York conhecendo as cafeterias e locais agradáveis que eu costumo frequentar quando venho à cidade, a gente vai conversar sobre os tópicos necessários à compreensão das operações, dos riscos e das possibilidades de lucro.

Uma parte importante desses passeios é a visita aos bancos que eu indico para abertura de conta corrente, explicando os motivos da escolha de cada banco, indicando o melhor banco de acordo com o perfil de cada um, e principalmente, acompanhando um a um na abertura da sua própria conta bancária durante esta semana do curso.

Como falei antes, o curso é prático, o objetivo é concluir não só aquilo que é necessário para começar a lucrar, mas também, se houver a possibilidade de uma janela de arbitragem estar aberta, já fazermos as operações juntos, e ter o curso e a viagem pagos antes mesmo de voltarmos ao Brasil.

Então eu te pergunto: está pronto para lucrar comigo? Vamos passear em Nova York e ganhar dinheiro juntos?

Me manda um email caso esteja interessado, porque a partir de agora pretendo ministrar este curso com alguma regularidade. Então independente de quando tu estiver assistindo este video, é provável que em até três meses a gente possa ter uma nova turma viajando para lucrar. E se tu tens um grupo de amigos interessados em investir juntos, fala comigo que a gente pode bolar algo ainda mais personalizado, feito sob medida para vocês.

Vai ser um prazer ajudar a fazer o teu dinheiro crescer. Essa é minha missão, vem comigo.

Um grande abraço, direto aqui do frio congelante do inverno de Nova York.

Arbitragem inversa com Bitcoins

Já escrevi outros artigos aqui explicando sobre a arbitragem com Bitcoins. Sugiro a leitura deles antes desse aqui, caso você não saiba do que se trata. Basta procurar na lista de tópicos ao lado sobre o assunto e ver os artigos relacionados.

Esta semana, porém, me dei conta de algo que não havia pensado antes. Não é que tenha me dado conta, na verdade, é que simplesmente a situação se apresentou, e tendo notado o que estava acontecendo, o cérebro deu um estalo.

A arbitragem com Bitcoins é feita tradicionalmente quando o preço dos Bitcoins no Brasil, devido à alta procura, se torna consideravelmente mais alto do que o preço dos Bitcoins nas corretoras estrangeiras. Então compramos Bitcoins baratos lá fora, e vendemos com lucro no Brasil.

Semana retrasada tivemos uma disparidade inversa. A procura no Brasil se tornou menor do que lá fora em relação à oferta, tornando o preço do Bitcoin aqui mais barato do que lá. E isto permitiu a realização da operação oposta, comprar Bitcoins aqui e vender lá fora com lucro.

Antes de ter tido esta iluminação, havia visto estas oportunidades apenas como janelas em que poderíamos enviar dinheiro para o exterior de forma mais barata do que remessas internacionais tradicionais. Ou como a única maneira de enviar dinheiro para as corretoras no exterior de maneira a poder operar a arbitragem tradicional para quem não tivesse conta corrente no exterior.

Então naquela semana, o que já estava se sofisticando com a viagem que fiz a NY para abertura de conta corrente de maneira a operar com mais eficiência a arbitragem com Bitcoins, se tornou ainda melhor.

Aguarde mais uns dias, que em breve vou publicar um video em que explico todos os detalhes do curso de arbitragem internacional de Bitcoins que devo começar a ministrar com regularidade em NY, incluindo aí todo o suporte e acompanhamento para a abertura de conta corrente no exterior, sem a necessidade de endereço fixo nos USA ou qualquer outra complexidade deste tipo.

Enquanto isso, fique com um pequeno video “teaser” que fiz de brincadeira durante minha viagem, animado que estava com o sucesso da minha missão em NY.

Prêmio Qualy Rodobens 2017 – Ilha de Comandatuba

Acabo de publicar na página da Megacombo um rápido vídeo de agradecimento aos clientes e amigos novos que adquiriram seus consórcios comigo entre julho de 2016 e junho de 2017 e proporcionaram, com essa confiança em meus ensinamentos sobre o uso do consórcio como ferramenta para formação de patrimônio, a conquista de mais um Prêmio Qualy da Rodobens.

Placa do Prêmio Qualy Ouro 2017

A viagem como sempre foi maravilhosa, e a Ilha de Comandatuba, na Bahia, parece ser um pequeno pedaço do Hawaii em solo brasileiro.

Chegando ao paraíso.

Viajamos com a Isabella, que aos quatro anos, não poderia ter gostado mais das piscinas, gramados para correr livremente, atividades diversas ao ar livre e muita diversão o tempo inteiro.

Aproveitamos ainda para rever os amigos e renovar as energias para um novo ano ainda mais especial. Planos novos, recém saídos da prancheta mostram porque a Rodobens é a melhor administradora do país, inovando a cada dia para benefício de seus clientes. Ferramentas digitais que facilitam a vida dos clientes e parceiros, ampliando o acesso à informação tornam tudo ainda melhor.

2018 chegou mais cedo este ano!

E terminamos com festa! Banda Cheiro de Amor dando show no Luau da última noite de comemorações!

Venha para São Paulo

Venha para São Paulo se você deseja fazer seu negócio tomar velocidade, se procura um emprego com possibilidades reais de crescimento rápido, se deseja fazer algo diferente do que faz em sua cidade natal. Venha para São Paulo se você procura oportunidades, mesmo sem saber que oportunidades sejam estas. Venha para São Paulo se você gosta de pessoas e de fazer novas relações. Venha para São Paulo se você quer novidades, movimento e mudança.

São Paulo é um lugar cheio de gente de tudo quanto é local. São Paulo tem gaúchos, tem mineiros, tem cariocas. São Paulo tem gente dos outros estados também, mas para não deixar nenhum de lado, cito formalmente somente os três que já citei. São Paulo tem gente de outros países, basta passear rapidamente pela Avenida Paulista para ouvir espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, japonês e chinês. Deve haver gente de outros países ainda, mas estes foram os que ouvi pessoalmente nos últimos dois meses, ao cruzar pelas pessoas de ouvidos atentos as diferentes línguas.

Acredito que justamente por São Paulo ter esta enorme diversidade de gente, sem falar da quantidade, este ser o motivo de tanto sucesso em atrair ainda mais gente boa para cá. Como uma mudança de cidade sempre é algo relativamente difícil, com todos os desafios, desde encontrar um lugar para ficar, algo para fazer, pessoas ainda a conhecer, que quem já passou por isso no passado é muito mais solícito ao ajudar.

Quem chega em São Paulo pode contar com a boa vontade de desconhecidos. As pessoas adoram ajudar umas às outras. Quem chega aqui pensando encontrar grande concorrência e gente de cara amarrada se surpreende. Há muita concorrência, claro, mas há também muito mercado, mais mercado do que gente para atender a todos. E quando falamos de qualidade, há pouca gente realmente qualificada para atender mercado tão exigente. Ao vir para São Paulo, espere conhecer muita gente nova e não se impressione quando a maioria destas pessoas se disponibilizar a lhe ajudar. Aqui é assim, quem chega é bem vindo.

Estou aqui há apenas dois meses, antes vinha somente por uns poucos dias. Claro que já conheci alguns dos vários problemas de São Paulo, como o trânsito, a poluição, o barulho, as filas. Nada que não dê para conviver, nada que não dê para evitar com estratégias simples. E mais, nada que não dê para evitar com estratégias simples que você nem mesmo precisa descobrir, quem chegou antes estará ávido para lhe ajudar.

A saudade da família e amigos da sua cidade de origem as vezes pode apertar um pouco, mas para isso, um amigo que já morou aqui me contou a solução. As distâncias são mera questão financeira. 100Km ou 1000Km podem ser percorridos em pouco mais de uma hora, basta decidir se você vai de carro ou de avião. E com passagens aéreas cada vez mais baratas junto com o quanto a mais você estará ganhando ao morar aqui, problema resolvido.

Venha para São Paulo, faça um teste por três meses. Duvido que dê vontade de voltar.

Sabático

Este ano foi bastante movimentado. Ainda não acabou e sei que ainda terei alguns desafios pela frente, como a busca de um novo apartamento para morar nas próximas semanas, já que vendi o apartamento onde estou enquanto escrevo estas linhas, mas o que já passou foi aventura o bastante para uma vida inteira, ao comparar com o esquema casa-trabalho-casa da maioria da população.

No último dia de agosto voltei dos Estados Unidos, onde passei os três meses anteriores em uma espécie de período sabático misturado com viagem de negócios e passeio de férias. Fui ao Silicon Valley para me infiltrar nos eventos de empreendedorismo e conhecer de perto os jogadores do mercado de capital de risco e investimentos em empresas de tecnologia. Fui para Reno visitar um grande amigo brasileiro radicado nos Estados Unidos que ganha dinheiro através de um site em português com publicidade de empresas internacionais. Fui a Vegas encontrar um amigo de Porto Alegre que estava lá a passeio e ficaria apenas uma semana, mas estendi para duas pois os shows estavam ótimos e o clima idem. Conheci o Grand Canyon e fiquei admirado com sua extensão. Descobri novas galerias e novos fotógrafos que abriram meus olhos para um mundo que ainda não conhecia. Atravessei um deserto em carro conversível e com esta mesma liberdade percorri as margens da costa oeste norte-americana, conhecendo um pouco de cada pequena praia ao longo do caminho. Nomes famosos de filmes e revistas se tornaram conhecidos pessoalmente. San Diego, Santa Barbara, San Simeon e o Hearst Castle, Monterey, Carmel e Santa Cruz, Half Moon Bay, todos marcados na retina. Los Angeles, que antes era composta apenas por Santa Monica, Hollywood e Beverly Hills, teve o bairro filipino e Chinatown acrescidas na lista. Museus e monumentos somaram mais alguma coisa, assim como os parques de diversões.

O planejamento desta viagem aos Estados Unidos previa seis meses por lá, mas coisas boas e não tão boas me impediram de realizar o que havia planejado. Do lado bom, uma viagem ao Japão que apareceu sem aviso prévio. Viagem maravilhosa onde fiz muitos amigos. Vinte dias no Japão, coloque isso aí na minha lista deste 2011. Das coisas não tão boas, um problema de saúde na família, coisa já resolvida e melhorando, jogamos com as cartas que a vida vai nos dando.

Agora estou aqui, escrevendo um pouco antes de começar a olhar os apartamentos disponíveis para alugar em Porto Alegre. Tenho que encontrar logo um lugar para morar nos próximos meses ou anos, enquanto planejo o futuro e realizo partes do que foi planejado.

Voltei, estou presente e agindo localmente. Ao mesmo tempo, me sinto como o Frodo Bolseiro no final de O Senhor dos Anéis *Spoiler* (Dá para se ter spoilers de um livro que tem quase 60 anos?) Estou de volta em casa, mas sinto como se tudo houvesse mudado. Será que algum dia poderei sossegar novamente? Acho que não.

Final de outubro parto para Cancun e Miami, mais um prêmio da Rodobens por um ano de esforço e dedicação em ajudar mais pessoas a realizar o sonho dos investimentos imobiliários ou da casa própria. De lá, New York e Manhattan serão a próxima parada. Quanto mais conheço o mundo, mais descubro que ainda há muito para conhecer.

Se minha experiência pessoal permite um conselho, deixo este: viaje. Viaje bastante e por longo tempo. Saia de sua zona de conforto, conheça lugares diferentes do que vocês vive, com pessoas diferentes, culturas diferentes, hábitos diferentes. Vista o calçado destas novas realidades, examinando como é a vida que eles levam e o porquê de suas escolhas serem diferentes das que nós mesmos fazemos. As decisões que tomamos são resultado de nosso conhecimento e de nossas crenças. Somente conhecendo outras crenças e aceitando-as como possíveis verdades diferentes das nossas verdades internalizadas ao longo de anos de vida e convivência com nosso meio é que poderemos compreender que há muitas verdades. E que o tipo de verdade a que nos apegamos pode nos levar a lugares mais altos ou limitar nosso crescimento.

Como você vê o mundo? Com muitos olhos ou através de viseiras estreitas?

Um dia na vida

Fabricio no Lake TahoeMinha rotina mudou um pouco nos últimos meses, e achei que seria interessante escrever um post “um dia na vida” para contar como se parece um dia do meu tempo (pelo menos neste momento), ao menos para dar um noção do que tem minha atenção, em que estou trabalhando, em que projetos estou envolvido, e como isto pode ou não se relacionar com você. Claro que todos temos nosso próprio ritmo, então não há sentido em comparações, mas de toda forma, as vezes é divertivo olhar por trás das cortinas, não?

Manhãs

Quem convive debaixo do meu teto sabe que tenho um certo “ritual matinal”, mas deixando os detalhes de lado, levo aproximadamente uma hora para estar pronto para o dia, contando nisto o café da manhã, o banho e uma primeira passada de olhos nos emails, onde apago os spams que o filtro do gmail deixou passar e os emails que não exigem resposta.

Quando estou em casa, costumo fazer uma caminhada de uma hora no meio deste ritual, antes do banho, claro. Também costumo lavar a louça do dia anterior quando volto da caminhada, numa espécie de meditação.

Nestes meses em que estamos viajando pelos Estados Unidos, esta rotina foi alterada em parte. Não tenho feito a caminhada, substituída por tudo que caminhamos durante as tardes. Além disso, devido a diferença de horários entre Brasil e Califórnia (estou com 4 horas a menos) tenho acordado mais cedo para atender aos telefonemas do Brasil, usando VoIP. Então basicamente as manhãs são dedicadas a atender aos clientes do Brasil, respondendo emails e atendendo os telefones quando tenho conexão.

Costumo escrever usando o iPad e a App PlainText, que sincroniza os textos automaticamente com meu notebook. Uso o teclado sem fio da Apple para textos mais longos, mas normalmente acabo usando mesmo o teclado na tela do iPad, devido a praticidade e ao fato de já estar bem treinado nisso.

Os emails, respondo praticamente 100% no iPad. Só uso o notebook para salvar alguns arquivos e para fazer backup das fotos batidas a cada dia. Isto provavelmente irá se alterar a partir de amanhã, pois hoje foi lançado o novo MacBook Air, lançamento que eu previa e aguardava antes de comprar mais este “brinquedo”.

Computação móvel

Deixa eu discorrer um pouco sobre este assunto, pois disto eu entendo bem. Se pudesse dar apenas uma dica sobre que computador comprar para usar em viagens, seria a seguinte: compre o mais leve, o mais rápido, e o mais barato, exatamente nesta ordem. Se você for neurótico como eu sou e levar seu notebook para todo canto junto com você, o peso é a característica mais importante.

Estar no meio de uma viagem, com todas as coisas diferentes que você tem que lidar e os pequenos problemas que tem que resolver diariamente para manter as coisas em ordem, e ainda ter que lidar com um computador que simplesmente não responde na velocidade esperada, ainda mais se você está acostumado com um computador potente em casa, é algo realmente irritante. Depois do peso, performance é o que há.

Infelizmente, optando por peso e performance nos faz cair na classe de notebooks que não custam barato. Minha sugestão, pague o preço que for preciso. Sua felicidade, bom humor e principalmente, vontade de trabalhar, pagarão rapidamente a diferença de valor. Mais que isso, me escute com atenção, porque neste caso específico, comprar o notebook menor, mais leve e mais caro, acabará saindo mais barato! Depois de ter gasto com um grande, pesado e lento, você se irritará tanto que acabará comprando o leve e rápido, gastando duas vezes em vez de uma só. Eu sei! Já fiz isso Smile

Conexão com a internet

Na Califórnia, mesmo no Silicon Valley, onde se imagina que conexão com a internet não seja problema, tenha sempre um plano B, se você depende de conexão para trabalhar. A internet nos hotéis mais simples costuma ser gratuita e péssima. Nos hotéis mais caros, costuma ser paga e tão ruim quanto. As lojas da Apple são uma benção na vida do viajante conectado, sempre dispondo de conexão boa, sem custos extras. Cafeterias e restaurantes também costumam ter conexões disponíveis com regularidade. Planos 3G costumam também funcionar bem, mas encontrar um nos Estadus Unidos que não exija contrato de dois anos é tarefa de gincana. O mundo ainda não está realmente preparado para atender viajantes móveis de maneira ideal.

Tardes

Ainda devido a diferença de fuso horário, durante as minhas tardes já é noite no Brasil, então cuido dos negócios que estou desenvolvendo aqui. Estou montando uma empresa de investimentos imobiliários, nos USA, para que os norte-americanos interessados em investir no Brasil possam fazer isso da maneira mais simples possível. Como as coisas aqui ainda estão incipientes, na maior parte dos dias apenas tiramos as tardes para passear. A imagem que abre este artigo é de uma volta completa que demos no Lake Tahoe. Abaixo, o local de onde escrevo este texto Smile

2011-07-19-15h11m36

Equipamento: máquina fotográfica

Para quem gosta de passear e bater boas fotos, com a melhor qualidade possível, não tenho palavras para descrever o quão apaixonante é a Nikon D3100. É uma câmera DSLR, relativamente grande para quem costuma usar câmeras compactas, mas a diferença de qualidade nas fotos vale o quanto pesa. Falando assim, até parece que estou descrevendo uma câmera monstruosa, o que é muito longe da verdade. A D3100 é apaixonante justamente por colocar em um corpo extremamente compacto e leve o suprasumo da tecnologia e qualidade para fotos. Ela pesa menos da metade da minha máquina “oficial”, uma Nikon D7000 que é maravilhosa por suas razões próprias, mas muito pesada para levar como câmera de turista. A D3100 simplesmente não se sente no pescoço, é como se estivéssemos sem ela. E no entanto, ela está alí, sempre a mão, sempre disponível.

Noites

Não temos badalado muito, com excessão de Las Vegas, onde estávamos dormindo bem mais tarde do que nos outros dias. Jantamos em casa, então enquanto minha esposa prepara o jantar, normalmente uma salada ou sanduíches, me dedico a escrever ou a responder os últimos emails do dia, já preparando o dia seguinte.

Também é a noite que atualizamos nosso site da viagem para informar aos pais que está tudo bem, que os negócios estão em ordem e a viagem está ótima. Os filhos, mesmo com quase 40 anos, sempre serão os “filhinhos”.

Resumo

Com a rotina completamente alterada pela viagem as coisas estão completamente fora do padrão. Ao mesmo tempo, passei os últimos anos planejando os negócios e os investimentos para poder conseguir fazer o que estou fazendo agora, trabalhar, manter as empresas funcionando e ganhar dinheiro, independente de onde esteja no planeta. Hoje, com uma conexão à internet e um computador (ou iPad), tenho tudo que preciso para manter a vida profissional andando perfeitamente bem.

Em um próximo texto, vou falar sobre um insight que me surgiu ao longo desta viagem. Tenho que fazer um pouco de mistério aqui pois é uma idéia que gostei tanto, que pretendo lançar um site para desenvolvê-la com exclusividade, mas basicamente fala de empreendedorismo, desenvolvimento pessoal e profissional e independência financeira para atingirmos o máximo de nosso potencial individual. É a consolidação de tudo o que venho fazendo pessoalmente ao longo dos últimos anos, dos meus resultados e de como isto me ajudou e ajuda a conquistar tudo o que desejo.