Domingo

Escorregador na entrada da casa, temos.

Domingo para mim sempre foi um dia como outro qualquer. Talvez por ter tido a sorte (ou ter feito essa boa escolha) de sempre ter trabalhado com o que gosto, nunca “precisei” de um dia para “descansar”.

É engraçado para mim ver as pessoas falando sobre este desafio que o planeta está passando e de como o trabalho em casa tornou todos os dias iguais, porque faz pelo menos 12 anos que vivo exatamente esta rotina. Por escolha própria.

As vezes tenho alguns inconvenientes, como ter uma boa ideia para discutir com alguém e me lembrar que nem todos vivem como eu vivo. Me seguro, anoto a ideia e deixo para ligar na segunda-feira. Tem dias em que a pessoa com quem quero tratar do assunto tem uma vida parecida, então domingo vale como dia comum.

Só não pense que porque não dou ênfase no “dia de descanso”, que não tenho meus domingos. Pelo contrário, tenho sete domingos por semana.

Quando acabo de tomar meu café da manhã e os filhos já estão alimentados, não importa o dia da semana, é meu domingo de passear na rua com os filhos. As vezes só vai um, as vezes só vai outra, mas diariamente tenho esse longo intervalo com eles. Meu domingo é intercalado na semana inteira.

Quando à tarde as tarefas diminuem por já terem sido resolvidas mais cedo, começa meu domingo. Se neste momento não dá para ir em uma pracinha, que seja então dentro de casa.

Quando em uma quarta-feira o dia está quente, é piscina com as crianças. Se o trabalho chegar enquanto isso, uns minutos não farão diferença relevante, e se diferença fizerem, com o celular mesmo já resolvo a questão debaixo do sol mesmo.

Então hoje é domingo, e aqui estou escrevendo enquanto as crianças acabam seu café da manhã. Não é porque não me faça diferença que eu não tenho domingos, mas porque trabalhei para tornar isso possível que tenho, não só domingos hoje, como também todos os mini-domingos durante a semana.

Os consórcios me proporcionaram isso, primeiro como meu investimento pessoal, depois, com a internet que eu ajudei a começar no Brasil, como vendedor.

Bom domingo para você.

Como comprar seu imóvel da maneira mais barata e segura.

Um papo sobre a realidade de todos nós, no Instagram. N

Pare de escutar esses Youtubers que falam de finanças te dizendo que a melhor maneira de comprar seu imóvel é juntar o dinheiro ao longo do tempo e então comprar à vista.

Quando temos jornalistas posando de mestres em finanças, pode apostar, algo está errado. Mas não são só esses, economistas e administradores vão te dizer o mesmo. E sabe onde está o problema? Não na profissão original escolhida, pois os interesses podem mudar genuinamente e todos tem capacidade de aprender coisas novas. O problema está na limitação que a profissão original escolhida causa em suas cabeças.

Tradicionalmente, a pessoa escolhe jornalismo por ter mais apreço pelas palavras do que pelos números. Da mesma forma, economistas e administradores escolhem essas áreas por ter mais afinidade com os números e a ordem, do que com pessoas e suas mentes. E aí vemos pessoas que não são íntimos de números, fazendo cálculos triviais e deixando passar os detalhes mais complexos, como probabilidades e estatística. E vemos quem faz os cálculos bem, mas não levam em conta a psicologia da mente das pessoas reais.

Pense por si.

Você pode juntar dinheiro ao longo dos anos, investir esse dinheiro ganhando uma merreca extra ao longo do tempo (porque você não vai colocar sua futura casa em investimento de risco) e enquanto não chega lá, pagar aluguel.

Você pode fazer um financiamento, se livrar do aluguel, e pagar juros. Juros nada mais são do que aluguel pago ao dinheiro emprestado pelo banco. E aí os Youtubers de finanças vão cair em cima do absurdo de pagar juros, mas no final, dá no mesmo. Juros ou aluguel são a mesma coisa enquanto você não tem seu imóvel próprio. Só que o aluguel, você tem que pagar até conseguir juntar o dinheiro todo. E os juros, você pode cortar adiantando prestações. Quando tem o fogo queimando a bunda, o que você faz? Fica parado ou corre para se livrar disso?

Fazendo um financiamento, no prazo mais longo possível, você consegue pagar um valor mensal que é semelhante ou pouco mais caro que um aluguel. Esse pequeno esforço extra é a diferença entre ter o que será seu e o que nunca será. E é um pouco mais caro simplesmente porque você está pagando ao banco o aluguel pelo dinheiro, enquanto paga pelo próprio imóvel junto. parece não ser diferente de pagar aluguel e juntar a diferença, mas é. Porque neste caso, você já está pagando a diferença diretamente para seu imóvel, não tem a possibilidade de acontecer alguma coisa ruim e você torrar esse dinheiro. Não tem a possibilidade de você estar entediado e gastar tudo em uma viagem ou em uma troca de carro. Dinheiro na mão é vendaval!

Além disso, pagando seu financiamento e com a dor de sentir os juros nas costas, talvez você se dedique ao trabalho depois do trabalho. E ganhando um pouco mais, possa acelerar os pagamentos para se livrar dos juros. Isso também é possível no “juntar dinheiro para comprar”, mas é mais difícil, porque ao se esforçar mais, vem junto aquela sensação de merecimento. E aí, lá se vai seu dinheiro suado em um presentinho aqui, uma viagem ali…

Pagar seu financiamento de 30 anos em apenas 10 ou 15 anos é possível e até bem fácil. Quando você se der conta de que ao pagar antecipadamente o valor de uma prestação atual você estará quitando quatro ou cinco prestações lá do final, todo o dinheiro extra começa a ir para isso. Se estivesse alugando e juntando dinheiro, é muito mais difícil fazer dessa forma.

E por fim falo do consórcio de imóveis. Nesse você não tem juros, mas também não recebe seu imóvel imediatamente. Você pagará aluguel por um tempo enquanto não for contemplado, mas certamente será contemplado em bem menos tempo do que levaria juntando dinheiro para comprar a vista. E assim que contemplar, se livra do aluguel e pode usar este valor que sobrará mensalmente para investir ou mesmo para adquirir um novo consórcio, agora para pagar pelo seu primeiro imóvel para alugar. Você sai da condição de inquilino para a de proprietário de imóveis de aluguel.

Sério, sobre os benefícios que podemos ter com os consórcios, poderia ficar horas aqui falando. Se te interessar por uma consulta, me procura, que vai ser um prazer ajudar.

Consultoria

Estou desenhando um produto de consultoria.

Normalmente não sou uma pessoa que gosta de pagar por consultoria. Penso: porque deveria pagar por algo que posso aprender sozinho? Será que o consultor realmente sabe mais do que eu sobre isso? Ou ainda, será que vai ajudar mesmo ou é só jogar dinheiro fora?

Um arquiteto pode ajudar em coisas que a vivência já mostrou ser importante. Quem nunca fez uma reforma não faz ideia de coisas que podem trazer impacto futuro de longo prazo. Uma simples consulta, até mesmo um pequeno projeto, podem mostrar detalhes que não teríamos nos dado conta sozinhos.

Aprender a tocar um instrumento musical também vale. Aulas partículas nada mais são que consultoria regular sobre o assunto.

A idade traz clareza. A idade te faz ver que o tempo é um recurso precioso. Sim, posso aprender algo sozinho, mas usar o conhecimento de quem faz regularmente isso que desejo fazer pode abreviar o caminho. Seja uma dica, uma sugestão que não tinha pensado ou uma armadilha que não conseguiria evitar sozinho. Pagar pode ser mais barato.

Meu caso particular pode ser parecido com o seu. Vou tentar escrever sobre porque até hoje não presto consultoria paga.

Vendo consórcios de imóveis. Uso os consórcios como ferramenta de investimento. O consórcio faz a mágica do crescimento e diversifico investindo os lucros obtidos com eles em ações, FIIs, dólares…

Me consultam sobre compra de imóveis. Perguntam se o consórcio pode ajudar, se cartas contempladas são boa alternativa para compra. Na prática, não é somente escolher a melhor opção financeira. É preciso escolher a melhor opção que se adapte ao perfil de quem está assumindo o compromisso. Para uns, o financiamento, mesmo “mais caro”, pode ser a melhor opção. Se tiver o perfil e conseguir quitar antes o financiamento adiantando parcelas ao longo do tempo, o mais caro se torna mais barato.

Presto consultoria há anos, mas não cobro. Pensava que havia uma interseção entre quem deseja comprar um imóvel para morar e quem quer investir. Se tivesse a chance de falar do consórcio para o comprador do imóvel, talvez atingisse o investidor também.

Acredito que alguns deixem de me consultar pensando que vou empurrar consórcios goela abaixo. Mesmo tendo vários artigos meus explicando quando os consórcios não são uma boa opção, nem sempre quem chega até mim já leu esses artigos ou sequer sabe da sua existência. Muita gente chega apenas com os preconceitos: vendedor de consórcios vai tentar me vender consórcios. Para essas, não tenho a chance de eventualmente dizer que para a compra do imóvel que desejam o consórcio não é a melhor ferramenta, mas que, se no futuro desejarem investir usando os consórcios, posso ajudar.

Pessoas também deixam de me consultar por vergonha de abusar da minha boa vontade. Não recebo e também não ajudo. Por isso a consultoria. Quem desejar pagar para me ouvir, poderá.

Você se acha um cara de sorte?

Conto hoje em video a história de três clientes. Um contemplou sua carta no primeiro mês, os outros dois levaram 10 anos para obter a contemplação.

Explico as situações de cada um e como todos se beneficiaram do consórcio, independente de quando efetivamente foram contemplados.

Para adquirir seu consórcio através da Megacombo (sem custos extras) e contar com meu acompanhamento e orientação ao longo de todo seu investimento, basta selecionar a carta que desejas no Portal do Representante, uma página segura que faz parte do sistema da Rodobens, seguindo o link abaixo:

https://representante.rodobens.com.br/megacombo

A compra é feita selecionando o tipo de bem (para investimento, sempre cotas de imóvel) e o valor do crédito desejado (cotas a partir de R$ 80.000, com prestações mensais de R$ 507,69 no prazo de 216 meses). Depois de selecionar o crédito e o prazo (o maior lucro se dá com o prazo mais longo, 216 meses), basta se cadastrar como “novo cliente”, se esta for sua primeira compra, ou utilizar seu CPF e senha, caso já possua outro consórcio com a Rodobens. Nota que estarás acessando uma página diretamente no sistema da Rodobens, para maior confiança na aquisição.

Você não vai enriquecer investindo apenas R$ 500 por mês

Você não vai enriquecer investindo apenas R$ 500 por mês

É o que um forte influenciador da internet costuma dizer a seus mais de 800 mil seguidores. E posso falar? Ele está certo. Investir R$ 500 mensais da forma tradicional em renda fixa, fundos multimercado ou ações, não vai te enriquecer. Ele diz para investir em ti. Concordo com isso também. Investir em ganhar mais traz resultados palpáveis ao longo do tempo.

Mas deixa te contar uma história diferente. Com este valor mensal para investir você pode sim enriquecer. O que você precisa é de uma mudança de mentalidade. Não essas coisas metafísicas de força do pensamento, ‘O Segredo’ ou coisa do tipo, mas sim algo bastante trivial: a prática constante.

Um dos problemas de ter pouco dinheiro para investir é a falta de regularidade. Você não tem muito. Quando recebe o salário pensa: “é tão pouco que não vai fazer diferença se eu pular este mês.” E o próximo. E o próximo.

Isso quando simplesmente não esquece do compromisso que assumiu consigo mesmo de se pagar primeiro.

O segundo problema atinge aquela minoria disciplinada o suficiente para fazer aportes regulares. Estes, depois de um tempo até conseguem juntar um certo valor, digamos R$ 5000, R$ 10.000, mas não passam disso. Inconscientemente não se acham dignos destes valores. Então, quando a soma começa a passar de seus limites mentais, gastam uma parte. Pode ser um celular novo à vista, justificando com isto um desconto ou não precisar pagar juros. Pode ser uma viagem. Pode ser a troca do carro.

Se este é o seu caso, basta ver seus resultados para saber. Você precisa de uma ferramenta que te ajude a vencer essas barreiras da falta de disciplina e do seu senso de merecimento. Você merece mais. Você precisa de uma ferramenta que te ajude a crescer como poupador, como investidor. Para daí dar saltos maiores.

Conquistei minha independência financeira em apenas sete anos com o investimento em consórcio de imóveis, começando com menos do que R$ 500 mensais. Estou aqui para te contar minha história e te guiar neste caminho, caso seja este teu desejo.

Documente sua jornada

Foi o Gary V. quem primeiro falou sobre documentar nossa jornada nas redes sociais. A questão toda é simples: não sabemos quão alto iremos chegar, mas ao longo dos anos, todos iremos percorrer algum caminho.

O que constrói um vencedor é o trabalho diário. O sucesso da noite para o dia leva ao menos 10 anos para surgir. Então, enquanto cresce, documente sua jornada. Seus maiores fãs (procure por “1000 fãs verdadeiros”, do Kevin Kelly) serão justamente os que te viram crescer, os que te conhecem desde antes do sucesso da noite para o dia. Você vai poder se referir a eles com frases como “quem estava aqui quando ainda era tudo mato.”

Veja minha história. Há 19 anos comecei a investir usando os consórcios de imóveis como ferramenta de formação de patrimônio. Minha área era a informática, meu negócio era um provedor de acesso à internet.

Documentei o início da minha jornada nos investimentos até os lucros com os consórcios surgirem. Documentei meu crescimento como investidor e ajudei aos primeiros amigos que me pediram orientação. De 2002 a 2008 foi assim.

Em 2009 vendi minha empresa de internet, passei a me dedicar integralmente aos consórcios e, da noite para o dia, me tornei um dos maiores vendedores de consórcio do Brasil. Do início até as premiações com viagens internacionais foram seis anos que não apareceriam para quem me conheceu depois do sucesso, não fosse eu estar documentando essa jornada.

O mais importante de documentar sua jornada é justamente a chegada do sucesso. É a jornada que justifica a confiança dos novos clientes em teu trabalho. Quem chega hoje vê minha empresa sólida, com anos de mercado. É fácil comprar de mim agora, não preciso provar que existo.

É até engraçado escrever isso, mas quando comecei, precisava, literalmente, provar que eu existia de verdade. A internet não era essa ferramenta presente na vida de todos. Documentar minha jornada era essencial, pois meus clientes, em outros estados e até mesmo em outros países, precisavam saber que o Fabrício existia e era real, não uma história escrita nessa tal de internet.

Investir é um estilo de vida

Investir deve ser uma atividade regular. Todos os meses você separa um pouco (ou muito) do que ganha com seu trabalho e investe em ativos que geram renda ou possam valorizar ao longo dos anos.

Você não vai enriquecer investindo. Você vai enriquecer com os frutos do seu trabalho que serão investidos. É importante diferenciar essas duas coisas, pois muitos pensam poder enriquecer investindo e perdem tempo precioso de suas vidas tentando encontrar a fórmula mágica para enriquecer da noite para o dia, em vez de utilizar seu tempo para aperfeiçoar suas habilidades de ganhar dinheiro e, com isso, ter efetivamente algum valor relevante para investir. Sei disso porque já caí nessa armadilha.

Então você não vai enriquecer investindo, mas investir regularmente é importante, pois é o que forma patrimônio. E patrimônio, você sabe, é a materialização da riqueza. Por isso a importância de saber o mínimo sobre investimentos. Seu patrimônio precisa crescer de forma automática. Não precisa ser um gênio para isso, basta saber o básico sobre investimentos e aplicar o que já se provou vencedor: simplicidade e diversificação. Não invente moda e não deixe todos os ovos na mesma cesta.

O que torna uma pessoa rica é seu trabalho. Invista em você. Trabalhe mais e melhor. Diversifique seus investimentos, mas diversifique também suas fontes de renda. Se você tem um emprego, pense em um pequeno negócio que possa tocar depois do trabalho. Se ainda não se sente capaz disso, use o tempo fora do trabalho para se aperfeiçoar, faça cursos, estude inglês. Busque atividades que o qualifique para trabalhos mais bem pagos.

Se você é empreendedor, concentre todas suas forças no seu negócio e aí sim, não diversifique. Um negócio próprio é a melhor forma de enriquecer de verdade, basta olhar a sua volta os grandes empreendedores de todo planeta. Neste caso específico, o foco é seu melhor amigo. Por outro lado, com a concentração da sua fonte de renda, diversificar os investimentos se torna ainda mais importante.

Existe uma situação específica em que devemos ignorar essa questão da diversificação. É quando estamos começando a formar patrimônio. Neste período inicial foque em construir uma reserva de segurança. O objetivo deste valor não é crescer da melhor forma possível, mas sim, ter liquidez imediata em caso de emergência, como uma doença que te impeça de trabalhar por um tempo, por exemplo. Use a poupança ou um fundo de renda fixa simples, com a menor taxa possível. Junte o suficiente para três, seis, ou doze meses do seu custo de vida. O objetivo aqui é te dar tranquilidade de que as eventualidades da vida não irão te derrubar financeiramente.

Viva uma vida plena, mas sem extravagâncias caras. Busque ganhar mais não para gastar mais, mas para poder economizar um percentual maior do que ganha. Em pouco tempo seu patrimônio crescente produzirá frutos. Reinvista esses e, logo, poderá viver a vida que sempre quis, com a renda de seu patrimônio acumulado.

É simples, mas não é fácil. Se precisar de ajuda, conta comigo.

Linha editorial

The Apartment. Billy Wilder.

Dizem que para ter sucesso no ambiente digital é preciso uma linha editorial bem definida. O que é isso? Porque é importante?

Uma linha editorial é simplesmente a definição dos tópicos que você costuma falar em sua comunicação. Inclui o assunto principal que você deseja transmitir, por exemplo, o uso dos consórcios como investimento no meu caso, mas também assuntos acessórios como finanças pessoais e tranquilidade financeira, para pegar tópicos relacionados, ou paternidade ativa, como um tópico extra, mas ainda assim, complementar.

Por fim, sua linha editorial pode e deve incluir assuntos que não estejam diretamente relacionados com o objetivo principal, mas que dão um alívio ao assunto ou simplesmente ajude seu público a lhe conhecer melhor. Gera intimidade, te mostra real, não uma figura construída artificialmente. Novamente citando meu caso, temos aquarelas e desenhos, temos computadores antigos e máquinas fotográficas velhas. Temos máquinas de escrever. Temos cadernos e rabiscos.

Note que esta última parte da minha linha editorial mostra o tipo de coisas que eu gosto, mas mais que isso, mostra coisas de um tempo em que as relações eram mais pacientes, construídas com o tempo. Pode parecer não haver relação com o consórcio de imóveis que trato como ferramenta de investimento, mas estão intimamente relacionadas. Assim como uma carta escrita a mão e enviada pelo correio, da mesma forma que uma foto que precisa ser revelada depois de batida, o consórcio possui um tempo de maturação até ser contemplado e gerar lucros. A tranquilidade financeira chega depois de um tempo em que economizamos todos os meses para formar uma reserva de segurança.

As coisas se entrelaçam. Mostrar quem sou e o tipo de relacionamento que prezo ajuda a atrair para meu negócio o perfil de investidor que busca coisas semelhantes a mim. Um investimento simples, automático, que deve nos acompanhar por toda a vida e nos proporcionar a tranquilidade que buscamos atingir.

Você busca uma forma de enriquecer rapidamente? Seu lugar não é aqui. Não acredito em pressa, acredito em qualidade e tranquilidade.

Vem comigo?

Quem planta, colhe. As vezes até mais do que plantou.

Há 10 anos um cliente ouviu o que eu tinha a dizer e partiu para a ação. Muitos me ouviram, poucos foram os que efetivamente agiram.

Hoje não vou contar a história de um cliente que contemplou cedo e lucrou diversas vezes o que investiu. Vou contar a história do Renato, que levou 10 anos para contemplar, 119 meses para ser exato. No final das contas, com seu consórcio, perdeu dinheiro ao longo desses anos todos. Até poderia usar a carta e se beneficiar um pouco da alavancagem que ainda possui, mas neste caso, quitar e pegar a bolada que juntou é uma opção melhor. Foi como se tivesse guardado dinheiro debaixo do colchão e o vento tivesse levado algumas notas ao longo do tempo.

Dá para ver no depoimento que me enviou que não vê o ocorrido como perda. Com uma só carta, sabia que contaria com a sorte, mais do que com as probabilidades a seu favor. Ainda assim, é raro de acontecer isso. Como ele mesmo se chamou (baseado em um texto antigo meu), foi o Pato Donald dos consórcios.

Por outro lado, ter começado o consórcio lá atrás foi a chama inicial do interesse em investir. Em paralelo com o consórcio, também começou uma reserva de emergência e aprendeu sobre fundos imobiliários. E assim como fez com os consórcios, agiu.

Hoje, pode até não ter tido os resultados esperados com o consórcio, mas a sementinha inicial que ele plantou fez nascer não apenas esta árvore, mas outras ao redor. Esta é a mágica da vida, quem planta, colhe. E a natureza as vezes nos surpreende com aquilo que não plantamos originalmente, mas acabamos colhendo.

O caminho do crescimento não é uma linha reta. Fico feliz de que o Renato veja isso da mesma forma que eu. E assim como eu fiz, ele também plantará mais sementes em novos consórcios. Porque mesmo o Pato Donald parecendo azarado, as vezes tem tremendos golpes de sorte. E com toda sinceridade, vive uma vida bem tranquila lá em Patopolis.

Eu plantei a semente de que você deve pensar no seu futuro, na sua tranquilidade financeira. Gostaria de regar essa semente no seu jardim?

Se eu apenas ouvisse minha intuição…

Minha intuição as vezes evita que eu entre em uma fria. Não foi um nem dois negócios que eu deixei de participar porque sentia que algo estava errado, mas não sabia o motivo. E um tempo depois o motivo aparecia, ou o negócio simplesmente deixava de existir por conta das pessoas envolvidas.

As vezes minha intuição parece falhar. Foi o que aconteceu há mais de 20 anos, quando perdi minha primeira empresa. Me envolvi em um grande projeto, com ótimas pessoas, mas no meio delas havia uma fruta podre. Nem eu, nem os outros sócios conseguimos identificar a podridão antes dela surgir. Os resultados foram variados, alguns tinham mais cacife e saíram menos chamuscados. Eu, basicamente perdi tudo que tinha construído até então. O que me restou foi o conhecimento. E agora, a experiência.

Então eu penso comigo mesmo. Será que minha intuição falhou mesmo? Porque a análise posterior mostrou que não fui o único a cair na lábia do trambiqueiro. E mais que isso, dado o rumo que outras coisas tomaram depois da queda, se parar para pensar, no final das contas, há males que vem para o bem. Meus negócios posteriores à queda se tornaram muito melhores do que o anterior. Será que eu estaria preparado para as mudanças no mercado que ocorreram entre um ponto e outro, se não tivesse passado pelo inferno antes?

Um pouco depois dessa história, perdi tudo que tinha na bolsa. Era pouco comparado a hoje, mas a lição ficou de tal forma aprendida, que os solavancos que aconteceram nos mercados nos últimos anos simplesmente não me atingiram. Aprendi cedo os benefícios da diversificação. Enquanto o mundo desabava, meu patrimônio crescia.

Quando me apresentaram os consórcios em 2002, escutei minha intuição. Pensei na época que seria apenas uma boa ferramenta para me ajudar a guardar dinheiro regularmente para no futuro começar a investir em imóveis. Não imaginava que iria se tornar meu maior veículo de investimento pessoal, muito menos que iria se tornar meu negócio, ofuscando a informática e tudo que tinha estudado até então. Mesmo quando caí do cavalo, com a sociedade furada em que a pessoa que originalmente me apresentou ao consórcio fez dívidas enormes em nome da empresa em que fomos sócios, foi uma queda que no final das contas proporcionou uma alavanca para crescimento ainda maior depois disso.

Um momento em que não escutei minha intuição (e também não escutei minha esposa) aconteceu no início de 2018. Me conhecendo, provavelmente teria saído muito antes de lucrar algo relevante, levo a segurança financeira da minha família como mais importante do que a possibilidade de acertar na Mega-Sena. Então o exercício posterior é mero relato do que poderia ter sido, mas provavelmente não seria mesmo. Deixo aqui apenas para registro. Naquela época o Bitcoin estava cotado em R$ 13.000, depois de ter batido nos R$ 73.000 uns meses antes. Eu já tinha surfado essa onda, tendo entrado perto dos 18.000 e saído nos 65.000, então não dá para reclamar muito. O fato é que naquele ponto eu cogitei a ideia de comprar R$ 100.000 em Bitcoins a R$ 13.000 cada. Vendo ele hoje a R$ 300.000 cada um, fica um gosto amargo de não ter participado desta festa. Só que de novo, me conheço. Sei que na prática, mesmo que tivesse comprado tudo que pensei em comprar, provavelmente teria saído muito antes, logo que tivesse dobrado o investimento, provavelmente antes ainda. Então sei que este é um exercício fútil de prever o passado e reescrever a história para encaixar em uma narrativa. Fica este parágrafo aqui apenas para isso. Para registrar o que poderia ter sido, mas que mesmo que fosse, não seria. Me conheço bem demais 🙂

E você, escuta sua intuição regularmente?