Lucro de R$ 24.000 em 17 meses, com um investimento de menos de R$ 480 mensais.

Contemplei uma carta de consórcio este mês, com 17 prestações já pagas. No video a seguir, explico todo o funcionamento do consórcio, as possibilidades existentes nos grupos que indico a participação, como otimizar o investimento e muito mais.

Há também uma explicação prática de como calcular o valor de uma carta contemplada, pois faço todos os cálculos ao longo do video.

Se você deseja investir da mesma maneira, vai ser um prazer ajudar. Entre em contato, ou visite a página da Megacombo para saber mais.

Investimento ativo, passivo, ou inteligente?

Há muitas maneiras de se conquistar um objetivo. Enriquecer não é diferente. Podemos conquistar a fortuna financeira através da criação de um negócio próprio, da venda dos produtos e serviços de outras pessoas, através de um bom emprego, ou de várias formas de investimento ao longo dos anos.

O que não costuma acontecer é enriquecer da noite para o dia. Golpes de sorte existem, claro, mas não podemos contar com eles como fórmula para garantir algo importante.

Uma das fórmulas garantidas para enriquecer é através do investimento regular ao longo dos anos, o famoso “pagar primeiro a si mesmo.” Hoje vou falar disso, das diferentes abordagens que podem ser adotadas, e dos motivos que levam as pessoas a adotar uma ou outra dessas abordagens.

Investimento passivo

O investimento passivo, como o nome diz, é o que tomamos a menor quantidade de decisões possíveis. Não precisamos trabalhar muito na escolha dos investimentos. Pode ser feito através da compra de títulos de índice (da bolsa, de renda fixa, etc) ou através do investimento em fundos de investimento tradicionais. Ajuda, nesta hora, contar com auxilio profissional, então as diversas casas de análise que temos no país podem ser uma boa alternativa para nos auxiliar na escolha de bons fundos de investimento, por exemplo.

Investimento ativo

Já no investimento ativo, dedicamos bom tempo a pesquisar as diferentes opções. Ao investir em ações, por exemplo, optamos por comprar ações das empresas individuais que pensamos serem boas pagadoras de dividendos, ou que acreditamos que irão valorizar mais ao longo do tempo.

Muitas pessoas que buscam investimentos ativos não se dão conta que ao optar por esta alternativa acabam usando o tempo em que poderiam estar se aperfeiçoando em suas áreas de atuação para estudar sobre investimentos ou empresas, e ao fazer isso, acabam não crescendo tanto quanto poderiam em suas profissões.

Nos investimentos há uma realidade que não pode ser desprezada, que é: quanto mais você tiver para investir, mais conseguirá fazer seu patrimônio crescer. Por mais que um investimento possa render mais que outro, é muito baixa a probabilidade de, em um prazo mais longo, você conseguir uma rentabilidade absurdamente maior do que a média do mercado. Então, dedicando seu tempo a melhorar sua capacidade de ganhar mais dinheiro ao longo do tempo, você automaticamente melhora o resultado dos seus investimentos ao ter mais valor para dedicar a isso.

Não quero dizer com isso que você não deva estudar sobre investimentos, mas sim que, ao contrário de sua profissão, onde um pouco de conhecimento acima da média pode fazer com que sua renda seja bastante superior à média dos que trabalham em sua área, nos investimentos, o conhecimento médio não traz resultados muito diferentes do conhecimento avançado. Pelo contrário, muito conhecimento pode inclusive te deixar paralisado diante das diversas opções. E mais, não há certezas no mercado, de uma hora para outra pode haver uma pandemia que bagunce tudo, como está acontecendo agora, ou seja, as coisas mudam.

Por outro lado, vamos pegar o exemplo de um médico. Se em vez de perder tempo estudando sobre investimentos (acima de um mínimo razoável) ele fizer uma especialização em determinado procedimento cirúrgico, essa especialização pode abrir portas para ele ganhar muito mais do que ganharia com o conhecimento básico da faculdade. O mesmo vale para um advogado que se especializa em determinada área do direito que possua possibilidades diferenciadas, como direito tributário, por exemplo. Ou um dentista que faça cirurgias buco-faciais. Ou um corretor de imóveis especializado em vender galpões logísticos.

Também é considerado um investimento ativo aqueles em que nos envolvemos mais para executar. A compra e venda de imóveis em leilão, por exemplo. Ou comprar imóveis baratos para reformar e vender com lucro. Esses investimentos podem gerar muito lucro, mas geralmente necessitam de um envolvimento tão grande, que não devem ser vistos como um investimento, mas sim, como um negócio próprio, como uma empresa paralela. Mesmo que sejam realizados diretamente como pessoa física, são negócios, exigem participação e trabalho extra. Podem ser bons, podem ser recompensadores para quem tem o perfil de gostar de trabalhar mais, mas não são simples investimentos. São negócios. E devem ser tratados como tal. Parte do que calculamos como “lucro” deveria ser contabilizado como salário/pró-labore, porque efetivamente trabalhamos para que existam.

Investimento inteligente

O que chamo de investimento inteligente é o tipo de investimento em que temos ao mesmo tempo algo passivo, mas também com uma possibilidade de lucros bastante acima da média. Quase como um negócio que se movimente de forma automatizada.

O desenvolvimento de um curso online, por exemplo, pode ser um investimento inteligente. Investimos tempo e dinheiro em algo que possa nos dar retorno automático ao longo dos anos seguintes. Não é um investimento totalmente passivo, pois precisamos criar o curso inicialmente, mas se torna passivo após isso, gerando renda quer façamos novos cursos, quer não.

Escrever um livro também, pode cair nesta mesma classificação. Apesar de não termos um grande mercado de leitores no país, alguns tipos de livros podem ter bastante sucesso, como por exemplo manuais práticos sobre algum assunto de nicho. Sei lá, técnicas de bonsai específicas para o clima de uma determinada região. Ao mesmo tempo em que se limita o público àquela região, pode se tornar o livro definitivo na biblioteca de todos os profissionais desta área. Adapte a ideia à sua especialidade ou seus interesses pessoais.

Quando penso em investimento inteligente, apesar de não descartar os que citei acima, busco algo ainda mais passivo, com menos investimento de tempo e criação. Busco algo que se beneficie de distorções do mercado.

Distorções do mercado

Uma distorção do mercado é usarmos um conhecimento que a maioria das pessoas não possui de forma a lucrar com isso. Não é algo trivial descobrirmos esse tipo de coisa, geralmente quem lucra com isso são profissionais envolvidos no ramo, que conhecem como as coisas funcionam por dentro e identificam coisas que podem utilizar de forma criativa ou lucrativa.

Distorções no mercado de Bitcoins, por exemplo. Há três anos tivemos uma explosão na curiosidade sobre os Bitcoins, todo mundo queria saber sobre o assunto e o preço foi às alturas, chegando aos US$ 20.000 lá fora e aos R$ 73.000 aqui no Brasil. Neste momento os Bitcoins estão cotados a pouco mais de US$ 15.000 no exterior, e devido ao câmbio atual, próximo de R$ 85.000 no Brasil. Ou seja, lá fora ainda não atingiu o pico anterior, mas aqui já passou do mesmo.

Quando tivemos esse aumento extremo da curiosidade sobre o assunto lá em 2017, quando os Bitcoins foram para as capas dos jornais e para a TV e o medo de ficar de fora tomou conta da mente das pessoas, todo mundo queria comprar um pouco de Bitcoins. E isso gerou uma distorção que poucos se deram conta. Quem entendeu o que estava acontecendo e aproveitou a situação, lucrou muito, muito rápido e com segurança. Em determinado momento os preços do Bitcoin no Brasil chegaram a ficar até 24% mais caros que no exterior. Quem tinha condições de comprar Bitcoins lá fora, enviar para cá e vender nas corretoras nacionais conseguia, mesmo depois de pagar taxas altíssimas dessas corretoras, dobrar o capital depois de cinco ou seis operações de compra e venda. Essa janela ficou aberta por quase um mês, então deu tempo de lucrar bastante durante um tempo.

Distorções de percepção de tempo

Meu investimento inteligente são os consórcios de imóveis. Chamo eles de distorção de percepção do tempo.

A grande verdade é que o tempo passa. E passa muito rápido. Só que a maioria das pessoas pensa no tempo das coisas, estima que pode demorar muito, e simplesmente desiste antes mesmo de começar. Os mais jovens sofrem mais com isso.

Imagina uma pessoa de 30 anos estimando um investimento que pode tomar 10 anos para maturar. Isso seria um terço de tudo que ela já viveu. Imagina este mesmo investimento sendo analisado por alguém de 60 anos. O mesmo prazo representa apenas um sexto da vida. O prazo é o mesmo para ambos, mas o mais velho vê isso de forma diferente. Para quem tem 20 ou 30 anos de idade, esperar 10 anos parece uma eternidade. Para quem tem 60, mais 10 anos estão logo ali adiante, é um pulo. Quer um exemplo prático disso? Minha filha nasceu “ontem.” Já tem sete anos de idade. Mais um pulo e está formada. É muito rápido. E eu ainda estou nos 48 anos, nem falo dos 60 que deixei de exemplo.

Nos consórcios, já completei 18 anos investindo desta maneira. Passou muito rápido. Quando comecei, as cartas mais longas eram as de 120 meses. Aumentaram para 150 meses, depois para 180 meses. Hoje temos consórcios com 204 ou 216 meses. Apesar do prazo máximo dos planos, há as opções de pagar em prazos menores e com isso ter taxas nominalmente mais baixas. E aí está uma distorção importante que as pessoas que não sabem matemática deixam passar despercebida, ou pior, utilizam da forma que as prejudica (beneficiando os que usam da maneira matematicamente mais lucrativa.)

Não vou explicar todos os detalhes aqui, mas resumidamente, em um plano de 216 meses, temos a opção de pagar no prazo total ou em prazos bem mais curtos, como mostra a imagem a seguir:

Consórcio de R$ 80.000 e os diversos prazos de pagamento.

Se você calcular a taxa de administração, nominalmente o percentual é menor quanto mais curto for o prazo de pagamento. Mas se você calcular o quanto paga de taxa “ao mês” ao longo de todo plano, o custo é menor nos planos mais longos. Essa é uma parte da informação.

Outra parte importante é que, ao optar por pagar em prazos mais curtos, não necessariamente você terá a contemplação mais cedo. O prazo de pagamento é independente do prazo do plano. Ou seja, você pode optar por pagar em 120 meses, e mesmo tendo quitado o consórcio, pode não ter sido ainda contemplado. Ou seja, pagar em um prazo menor não garante que você irá receber antes.

Pagar em um prazo mais curto possui uma pequena vantagem operacional para quem deseja usar o consórcio para comprar um imóvel em determinado prazo. Como o prazo de pagamento é menor do que o prazo do plano, os valores maiores da prestação paga são contabilizados como antecipações, então, ao quitar o consórcio mais cedo e não tendo sido contemplado até então, podem ser ofertados lances de quitação (lance da quantidade de parcelas que faltam para o grupo terminar) que já são computados como pagos. Ainda assim, nada garante que você será contemplado logo, pois na prática, todos que optaram por pagar em prazo mais curto podem estar fazendo o mesmo, concorrendo com você.

Em um grupo destes, quem deseja contemplar por lance depois de certo prazo, fez a escolha errada. Porque os lances futuros, em vez de diminuirem com o tempo, acabam aumentando. Com os participantes que já quitaram devido ao pagamento em prazo mais curto ofertando lances de quitação, nenhum lance mais baixo terá chance de contemplar. Este é o tipo de informação que um vendedor de consórcio medíocre não vai te contar.

Por outro lado, para quem usa estes planos como eu indico, para aguardar pelos sorteios e ao ser contemplado vender a carta com lucro, a matemática está a nosso favor. Neste caso, o fato de haver muitos consorciados que optam por pagar em prazo menor faz com que entre mais dinheiro no grupo de forma mais rápida que a originalmente prevista. Isso permite mais contemplações extras ao longo dos meses. E essas contemplações extras são sempre por lance, ou seja, mais capital é injetado no grupo antecipadamente. O resultado disso é que se nossas chances de contemplação deveriam ficar em média na metade do prazo do plano, com as entregas extras que esses adiantamentos permitem temos cada vez menos gente concorrendo conosco nos sorteios. Desta maneira nossas chances de contemplar mais cedo aumentam significativamente e colocam nossas contemplações dentro do prazo necessário para vendermos as cartas com grande lucro.

Soma a tudo isso exposto acima a possibilidade de juntar créditos menores para adquirir um bem de maior valor (nem todas administradoras permitem isso) e temos então a possibilidade de, com um mesmo valor mensal de investimento, adquirir várias cartas de pequeno valor, tornando as possibilidades de contemplação cedo ainda maiores.

O resultado disso tudo é que, com os consórcios certos, em um prazo de investimento razoável, com aportes mensais automáticos na forma das prestações desses consórcios, conseguimos obter resultados bastante mais expressivos do que teríamos em investimentos mais tradicionais, principalmente se comparados aos investimentos em renda fixa.

Há diferenças? Claro, muitas. Uma delas é a menor liquidez dos recursos antes de sermos contemplados. É um investimento em que entramos para só sair quando formos contemplados, não é algo para colocar dinheiro que vamos precisar em seguida. Mas até mesmo essa falta de liquidez é algo que eu vejo como positivo, pois muitas vezes as pessoas não obtém os lucros que desejam simplesmente porque ficam trocando de investimento ao sabor do vento, normalmente quando é a pior hora para sair, por exemplo, em um fundo de ações justo quando há uma queda generalizada no mercado. O melhor momento de aportar, e a maioria está retirando o dinheiro com perdas. Esse é um dos motivos que só indico o consórcio para quem já tem ao menos uma reserva de segurança. Para aqueles que possam passar por um período de aperto, como foi para muitos o início desta crise do Coronavírus, sem precisar abandonar os consórcios antes de lucrar.

Quer contar com minha ajuda para investir nos consórcios? Vê lá na página da minha empresa como investir.

E você, como gosta de investir?

Matemática e ceticismo

“Discutir com uma pessoa que renuncia à lógica é como dar remédio para um homem morto.”

Thomas Paine

Há três tipos de pessoas quando falamos em relações matemáticas:

⁃ As que sabem matemática intuitivamente;

⁃ As que compreendem matemática e entendem conceitos que a envolvam, quando bem explicados;

⁃ As que não sabem matemática.

Não vou entrar no mérito da pessoa saber ou não em que categoria se situa. Posso apenas citar que temos as pessoas que sabem em que categoria se encontram, e as que não sabem.

Das pessoas que não sabem em que categoria se encontram em relação aos seus conhecimentos de matemática, a mais perigosa (para si mesma), é aquela que não sabe matemática, mas acha que sabe. E dessas, o pior tipo com quem as vezes acabo lidando em meu dia a dia de perguntas e respostas sobre os consórcios imobiliários e sobre os motivos de eu considerar eles um dos melhores investimentos para formação de patrimônio, são as que não sabem matemática, e independente de serem conscientes ou não desta carência que possuem, são céticas perante a vida.

E porque estou escrevendo sobre isso hoje?

Esta noite, como em muitas, acordei de madrugada e até voltar a dormir fiquei pensando neste assunto. Uma das objeções que tenho que constantemente responder sobre os consórcios é: “claro que tu vais falar bem dos consórcios, tu és vendedor, ganhas dinheiro vendendo eles.” E isso é verdade. Porém, é uma meia verdade. A verdade completa, é que antes de ser vendedor de consórcio eu sou um investidor neles. Só me tornei vendedor depois de vários anos tendo investido eu mesmo e verificado na prática os resultados.

E aí a gente volta para a matemática, para as fórmulas de probabilidade e estatística, e para o conhecimento intuitivo sobre este assunto. Sempre tive facilidade com a matemática. Sempre fui aquele aluno bom em física, mesmo sem precisar estudar. As fórmulas que eventualmente eu tinha dificuldade em decorar (nunca fui bom em decorar coisas), na hora da prova acabava deduzindo logicamente com os dados apresentados.

Quando comecei a investir nos consórcios, inicialmente não havia nada matemático envolvido, mas simplesmente a psicologia e o auto-conhecimento. Naquela época, sem grandes preocupações com o futuro e sem uma família ainda para sustentar, acabava gastando todo o dinheiro que ganhava em computadores, palmtops (alguém que lê isso aqui viveu essa época?) e máquinas fotográficas. O consórcio foi então uma maneira de eu começar a guardar dinheiro, a pagar primeiro a mim mesmo, e principalmente, a fazer isso de forma regular e automática através das prestações mensais que me impus.

Quando obtive meu primeiro lucro com a venda das cartas contempladas, rapidamente entendi a matemática envolvida e tão rápido quanto, compreendi as possibilidades e as probabilidades disso voltar a acontecer. Com esse conhecimento intuitivo sobre o funcionamento, decidi reinvestir os lucros e adquiri mais cartas de consórcio a serem pagas com o montante que havia lucrado.

Somente muito tempo depois, já na posição de vendedor de consórcios, é que fui fazer os cálculos corretos sobre as probabilidades de contemplação, prazos e possibilidades de lucro. Fiz isso em parte para explicar o funcionamento em mais detalhes para as pessoas que se interessavam, sabiam um pouco de matemática, e conseguiam então compreender o que intuitivamente eu já tinha entendido. Vendi muitos consórcios assim. Depois de demonstrado matematicamente, quem sabe um pouco de matemática ou não é completamente cético acaba optando por adquirir seus consórcios e embarcar nesta trajetória de formação de patrimônio.

E a conclusão?

Ao longo dos anos perdi muito tempo tentando explicar as coisas para quem é cético. Esses, parecem que só escrevem para ter com quem contra-argumentar, seja qual for o assunto. Acredito que da mesma forma que me escrevem criticando o uso dos consórcios como ferramenta de formação de patrimônio, devam escrever para o Barsi dizendo que a estratégia de investir em ações de dividendos não é a melhor maneira de formar uma carteira previdenciária em ações. Os mesmos que criticam o Breda e a forma como ele faz a gestão do Alaska. Os mesmos que criticam Warren Buffett, e por aí vai…

Existem muitas maneiras de enriquecer e de formar um patrimônio relevante ao longo dos anos. A maior parte delas funciona. O que não funciona é tentar enriquecer da noite para o dia sem trabalhar. O problema dos céticos é que eles não estão interessados em evoluir ou aprender alguma dessas formas de enriquecimento, querem apenas um interlocutor para tentar provar estarem certos da impossibilidade que eles enxergam. Na sua ânsia de querer ter todas as respostas exatas, de tirar de campo todas as variáveis que mudam ao sabor do vento, acabam imóveis, sem construir nada. E então o tempo passa e eles continuam lá, amargos, dizendo que nada funciona, quando na verdade a única coisa que não funciona é a estratégia que escolheram, de duvidar de tudo.

Então, se você for um cético, e não acredita que as coisas possam dar certo, por favor te peço, não perca nem seu tempo nem o meu. Tem muita gente boa querendo aprender para eu perder meu tempo com quem só quer discutir o vazio de suas mentes e almas.

Já se você acredita que eu possa te ajudar, vai ser um prazer trocar idéias sobre os vários caminhos possíveis. Há muitas formas de atingir o mesmo objetivo. O auto-conhecimento é a chave para descobrirmos qual funciona melhor para nós.

O investidor paciente

Comecei a investir melhor depois de conhecer o consórcio de imóveis.

Uma das características mais marcantes dos investidores de sucesso, aqueles que realmente enriquecem com seus investimentos, é a paciência.

O consórcio de imóveis pode ser visto como um MBA em investimentos. Seu funcionamento e suas características fazem brotar as melhores habili­dades necessárias ao investimento de sucesso. Essas habilidades podem então ser extrapolada para outras formas de investimento, ampliando assim a taxa de sucesso.

Quando falo em paciência, não quero dizer que investir nos consórcios de imóveis vai demorar para trazer resultados. Pelo contrário, quem investe nos consórcios de imóveis geralmente consegue resultados muito mais expressivos, em prazo menor do que quem investe de maneira mais tradicional.

Estes dias li um tweet que dizia mais ou menos assim:

“Adquirir um imóvel não costuma ser o melhor investimento, mas os imóveis costumam trazer o maior retorno no patrimônio das famílias simplesmente porque é um dos poucos investimentos
que as pessoas mantém lá, parados por muitos anos sem trocar.”

O consórcio imobiliário tem um pouco disso. Todo mês comparecemos com o pagamento da parcela. Todo mês garantimos estar pagando primeiro a nós mesmos. E de repente, somos contemplados e podemos escolher entre lucrar bastante, imediatamente, com à venda da carta contemplada, ou adquirir um imóvel com o crédito, um imóvel de mais valor do que teríamos apenas juntando o dinheiro e investindo todos meses. E nesta segunda opção, ainda contamos com o aluguel deste imóvel para pagar o valor restante.

Há 17 anos adquiri meu primeiro consórcio imobiliário

Consórcios, 17 anos depois…

Chega até a ser engraçado, mas já se passaram 17 anos desde que adquiri minha primeira carta de consórcio, lá atrás, em 2002 e 14 anos que abri a Megacombo, minha empresa criada para divulgar o consórcio de imóveis como ferramenta de investimento.

Lendo a página de como nasceu a Megacombo, relembrei como comecei, com a aquisição de cartas de R$ 25.000, a menor que tinha disponível na época, equivalente hoje à carta de R$ 70.000.

É engraçado lembrar de tudo isso, porque apesar de eu continuar ajudando muitas pessoas a iniciar seus investimentos desde o princípio, começando com uma ou duas cartinhas de pequeno valor como eu comecei, ao mesmo tempo tenho ensinado este investimento à pessoas que possuem muito mais patrimônio do que eu.

O investimento em consórcios me proporcionou um crescimento exponencial nestes 17 anos. Se hoje eu possuo imóveis, ações e fundos de investimento, tudo isso é resultado daquele pequeno valor mensal que comecei investindo nos consórcios lá em 2002.

Ao mesmo tempo em que meu patrimônio foi crescendo, o perfil dos investidores que fui auxiliando também foi aumentando. Hoje atendo desde quem adquire uma cartinha de R$ 70.000, até quem faz planos de R$ 4 milhões ou mais, para adquirir imóveis de forma alavancada, ou investir na construção.

Atribuo isso a uma questão de identificação pessoal. Quem tem pouco dinheiro para investir costuma ter dificuldade para imaginar uma vida muitas vezes mais abundante do que sua situação atual. Ao ver o caminho que percorri desde o início, fica mais fácil ver onde dá para chegar.

Já quem tem patrimônio igual ou maior que o meu, sabe das dificuldades que passou até atingir este ponto, sabe o quanto é difícil fazer o dinheiro crescer com investimentos. Geralmente dedicaram muitas horas de trabalho para cada real investido. Esses se identificam com a perspectiva de fazer o que conquistaram crescer a uma velocidade maior do que vêm conseguindo fazer com seus investimentos atuais.

Então, se tu acreditas que eu possa te ajudar a começar teus investimentos, ou se está no ponto onde eu possa te ajudar a fazer eles renderem mais do que vem rendendo atualmente, estou aqui, à disposição, com a melhor orientação para sua situação particular.

Desde que comecei com os consórcios há 17 anos, ainda não encontrei investimento melhor e mais completo para quem tem valores mensais para investir. Vem comigo, que desenhamos um plano perfeito para ti.

Se deseja saber mais, leia os artigos do site Investimento em Consórcio, ou simplesmente entre em contato.

Dúvidas sobre o investimento em consórcios

Há algum tempo, o Rafael Jantsch fez uma entrevista comigo, onde explicava o investimento em consórcios e contava um pouco da minha trajetória pessoal neste investimento. Você pode assistir a entrevista aqui.

Esta semana o Rafael me enviou uma série de perguntas que um dos amigos que assistiu a entrevista enviou a ele. Respondi ao email, mas achei que as perguntas eram relevantes para mais pessoas, então publico aqui as mesmas, junto das respostas que dei.

Antes, porém, um pequeno resumo gráfico que fiz recentemente para um amigo.

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Vi vários vídeos seus e um me chamou atenção em especial. O vídeo em questão foi o COMO USAR CONSÓRCIO PARA CONSTRUÇÃO DE PATRIMÔNIO. Tive algumas dúvidas e gostaria de saber se poderia respondê-las. Ei-las:

1 – Se um consórcio demora a ser contemplado ou não é de fato, como posso lucrar com isso?

O consórcio é um investimento assimétrico, no sentido de que, se for contemplado rápido, gera lucros sensacionais, e se demorar muito para contemplar, gera lucros menores, mas ainda assim, gera lucros.

O segredo então está em investir com um horizonte mais longo, de formação de patrimônio, e não com vistas de curto prazo, como a poupança para uma viagem, por exemplo. Está ainda em ver o investimento como o conjunto das cartas de consórcio investidas ao longo do tempo, e não no de uma carta de crédito apenas. Uma carta que gere o lucro sensacional que o consórcio proporciona, compensa diversas cartas em que o lucro apenas empate com o lucro de investimentos tradicionais.

E as características dos grupos que indico para adquirir torna a matemática ainda melhor, pois usa das estatísticas de contemplação para escolher os grupos em que as probabilidades de contemplação mais cedo são otimizadas, ou seja, em que as características de formação do grupo permitam que sejam realizadas mais entregas no início do que no fim.

No vídeo o entrevistado sugere a possibilidade de manter a carta contemplada e alugar o imóvel.

Mas se eu quiser realmente me desfazer do investimento com algum ágio, digamos que não seja um imóvel, mas um carro ou moto, como ficaria a situação?

O investimento em consórcio funciona de maneira otimizada com o consórcio de imóveis. No consórcio de veículos, seja carro ou moto, até dá para lucrar da forma como explico para o de imóveis, mas o lucro depende exclusivamente da sorte, não contando com as probabilidades de contemplação mais cedo que existem nos grupos de imóveis.

Em todos eles, entretanto, não há a necessidade de comprar o bem, ou seja, comprar um imóvel e alugar, para pagar as prestações restantes, é apenas uma das possibilidades de lucro. A venda da carta contemplada com lucro pode ser feita diretamente, sem a necessidade de um imóvel entrar no negócio entre comprador da carta e vendedor com ágio.

2 – Seguindo a ideia de que eu não consiga ser contemplado, sigamos o raciocínio.

Vi em um outro vídeo (chamado: Quer investir e lucrar? Consórcio é uma ótima ideia”) que existe a possibilidade de não resgatar o prêmio, nesse caso o investimento fica como que aplicado e a rentabilidade seria semelhante ao de um CDB.

Entretanto sabe-se que o preço desembolsado pela carta é de 30 a 40% a mais que o preço que o produto de fato vale. Nesse caso assumindo uma valorização de 10% ao ano (média de um CDB), eu teria que esperar de 3 a 4 anos com a carta em posse para poder vendê-la com ágio ou pelo menos entrar no empate?

Neste caso, voltamos à resposta da primeira questão. Nem todo consórcio obterá o lucro máximo. Em alguns planos, tu terás apenas o retorno do investimento. O consórcio é vantajoso em relação a outras opções para quem tem a mentalidade de longo prazo e para quem entende que, no conjunto das cartas, algumas obterão ganhos razoáveis, mas não excepcionais. A questão é que as cartas que geram os ganhos excepcionais tornam a média dos resultados tão maiores, que no geral, os resultados são muito expressivos quando comparados a investimentos tradicionais.

Outra questão relevante é que após a contemplação, o valor que fica aplicado rendendo é o valor total do crédito contemplado, e não apenas o valor investido até então no pagamento das prestações, ou seja, a rentabilidade, sobre o que foi efetivamente investido, é bastante maior do que qualquer CDB ou títulos do tesouro.

3 – Digamos que ainda assim eu esteja interessado em investir nessa modalidade. Como eu vendo a carta?

Gostaria de ter nesse investimento uma renda passiva. Passiva mesmo. Não fazer absolutamente nada.

Seria possível encontrar comprador para as minhas cartas terceirizando a venda? Existem profissionais para isso? Quem faria isso? A concessionária? Um vendedor autônomo? O que sugere?

Eu tenho, devido aos meus textos explicando os benefícios do uso dos consórcios para aquisição de imóveis ou construção, uma longa lista de interessados na compra de cartas já contempladas. Uma longa lista que é muitas vezes maior do que a quantidade de cartas contempladas que tenho minhas, ou mesmo de meus clientes. Visto que a demanda é muito maior do que a oferta, a venda de uma carta contemplada costuma ser relativamente rápida, coisa de poucas semanas.

Do ponto de vista do investidor/vendedor, a questão toda se resume a assinar o documento de transferência e reconhecer firma no mesmo, enviando então por Sedex para que o comprador faça o mesmo e a transferência seja registrada.

Ps: Se não me engano, seu entrevistado chegou a falar que tem no consórcio uma renda passiva. Foi só maneirismo ou literal?

Não me lembro se falei isso, ou se ele entendeu dessa forma. O consórcio é uma maneira de formar patrimônio mais efetiva do que investimentos tradicionais. Isso se dá por conta de vários fatores.

Um deles, é o fato de que os boletos mensais das prestações do consórcio são uma forma efetiva de fazer com que a pessoa, todos os meses, pague uma parcela de seus rendimentos a si mesmo. É a regra básica de todos os livros de finanças pessoais e investimentos: pague primeiro a si mesmo.

Outro motivo são os ganhos excepcionais que o consórcio proporciona ao longo do tempo. Ganhos estes que podem se tornar uma bola de neve ao usarmos tais ganhos como lastro para a aquisição de novas cotas de consórcio que serão pagas com estes lucros, além das que mantemos com nosso fluxo mensal destinado ao investimento.

Chega um momento em que os valores investidos e os retornos por eles proporcionados se tornam efetivamente relevantes, podendo então ser direcionados em parte a investimentos mais tradicionais de geração de renda, como ações de dividendos, aluguel de imóveis, fundos imobiliários, ou mesmo mantendo o fluxo nos consórcios e reinvestindo apenas parte dos lucros e retirando parte como renda passiva.

Como em todo investimento, há um período de formação de reserva, e um período de colheita. O consórcio é uma ferramenta de investimento que permite que o período de colheita chegue mais cedo, pois a formação de reserva é acelerada com os ganhos excepcionais que as contemplações mais cedo proporcionam na média dos resultados.

Se o investimento em consórcios te interessou, fico a disposição para ajudar em todas as etapas do mesmo.

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Consórcio é um bom investimento?

Como especialista em consórcios imobiliários, esta semana tive uma surpresa. Vários amigos, parceiros e clientes me pediram para comentar sobre um vídeo da Nathalia Arcuri, do canal Me Poupe no YouTube, em que ela fala para fugir dos consórcios e financiamentos.

Se você não assistiu ao video, ela simplesmente tem pavor de consórcio (por já ter feito um que deu errado no passado, certamente mal orientada) e de financiamento. Segue abaixo o video dela, com meus comentários em seguida:

Adoro a Nath, mas neste vídeo ela errou feio. Até o Gustavo Cerbasi, que no início não gostava muito dos consórcios, em seus últimos livros fala com propriedade sobre os usos em que eles podem ajudar a formar patrimônio.

Os comentários feitos no próprio YouTube já indicam varios dos erros, como a comparação de 320.000 de financiamento com 400.000 do consórcio, o fato de não mencionar a correção do crédito ao longo do tempo, junto com a correção das prestações, para manter o poder de compra. Ela não desconta do investimento em Tesouro Selic o custo que teria de aluguel neste tempo todo, e por aí vai. Fez um vídeo simplista, me dói dizer, de quem não sabe matemática. E faz isso justamente dizendo que os números não mentem! E me dói dizer, justamente porque gosto dela, e geralmente o conteúdo dela é muito bom, tanto que sempre que acho relevante, divulgo aqui.

Com mais de dois milhões de seguidores, somente o fato de ter chegado a este número, no tópico de finanças pessoais, já é sensacional. Pessoalmente, acho que da para perdoar um deslize técnico, mesmo um que me prejudique pessoalmente, frente ao enorme bem que ela faz desmistificando os produtos financeiros.

Seria uma pena me sentir prejudicado com isso. Neste momento, mais de 300 mil pessoas já assistiram ao video dela. Mas não me sinto prejudicado com o video, pelo contrário. Eu vendo consórcios e os utilizo pessoalmente como ferramenta para construção de patrimônio, mas a verdade é que ninguém fica pobre por NÃO ADQUIRIR um financiamento ou consórcio. Pode deixar de se beneficiar de certas estratégias, mas não perde ao não fazer. Só deixa de ganhar.

Deixar de ganhar é melhor do que perder dinheiro com uma aquisição mal orientada.

Então, se ela ajuda a evitar perdas para quem adquiria um consórcio qualquer sem pesquisar, achando que todos são iguais, ou para os que caíam no canto da sereia de maus vendedores ou de gerentes de banco que só desejam recolher suas comissões ou cumprir metas de venda, todo meu apoio a ela.

Por outro lado, se você chegou até aqui na leitura, assistiu ao video dela e se perguntou: “é isso mesmo?” Bem vindo a um novo mundo. Um mundo onde os consórcios são simplesmente uma ferramenta. E como ferramenta, podem ser bem ou mal utilizados na construção de seu futuro financeiro. Estou aqui para te ajudar nisso.

Imóvel inteligente é aquele que coloca dinheiro no seu bolso

Compre um imóvel em Gramado investindo apenas metade do valor do mesmo, usufrua da melhor cidade turística do Brasil e ganhe dinheiro todos os meses para sua aposentadoria.

Agora em maio conheci um pessoal sensacional que trabalha com locação por temporada. Cuidam de todos os aspectos do negócio, desde a colocação dos anúncios em vários sites deste tipo, como Booking.com e AirBNB, entre outros, até a recepção dos hóspedes e limpeza e manutenção das unidades. Cuidam principalmente da gestão das opiniões dos hóspedes sobre sua experiência com a locação, ponto essencial para um negócio deste tipo.

Estão em Gramado, RS, a cidade mais bem cotada como destino turístico no Brasil. Não há baixa temporada em Gramado, quando as pessoas não vão para ver neve ou para as comemorações de Natal, vão para o Festival de Cinema ou para eventos empresariais que costumam ocorrer na cidade.

Um dos aspectos legais do negócio, além da experiência e da seriedade das pessoas envolvidas, é que a empresa que gerencia tudo isso tem como um dos sócios uma construtora forte da região. E esta construtora constrói, principalmente, prédios já voltados para esta operação, ou seja, com as características necessárias para otimizar e facilitar este tipo de negócio. Isso vai desde a entrada com fechaduras digitais, até detalhes como chuveiros com aquecimento duplo, a gás e elétrico, como redundância caso haja problema com um sistema ou outro.

Fui conhecer o negócio pessoalmente e me hospedei por lá, curtindo toda a experiência. Tenho que repetir novamente isso, pois fui com meus sócios e parceiros comerciais. Da próxima vez repito a experiência com a família, que adora visitar Gramado.

Meu propósito lá era conhecer e entender o negócio para ajudar a formatar uma forma de aquisição das unidades através dos consórcios imobiliários, de maneira a tornar a compra ainda melhor do que seria a simples aquisição das mesmas a vista ou financiadas. Este objetivo foi plenamente alcançado depois de algumas reuniões e simulações, e hoje, com duas unidades já vendidas e testadas através deste método, venho à público explicar como fazer essa compra pagando pouco mais da metade do valor do imóvel, usufruindo do mesmo quando desejado (afinal, ele é seu), e ganhando uma renda extra para aposentadoria com a locação do mesmo quando você não está na cidade, de forma totalmente automática e sem necessidade de sua presença por lá.

O processo é relativamente simples de explicar. Vou fazer duas versões, uma simplificada, em que apenas discorro sobre como tornar isso possível, e uma mais completa, onde explico os detalhes do processo.

Versão simples:

Você compra uma unidade pagando 10% de entrada e em paralelo adquire consórcios que serão contemplados com lances equivalentes a 40% do saldo do imóvel. Você paga uma ou duas prestações iniciais destes consórcios que podem levar o valor inicial total a pouco mais de 50% do valor total do imóvel, e depois disso os rendimentos da locação do mesmo por temporada já pagarão as prestações restantes do consórcio. Depois de quitado o consórcio, é renda líquida, melhor do que CDI em relação ao valor do imóvel, e muito melhor ainda se levado em conta o valor efetivamente pago com recursos próprios.

Versão mais explicadinha:

Os lances em um plano de consórcio costumam ficar acima de 65% do valor do crédito, próximos dos 70%, inclusive. O que fazemos neste caso é buscar grupos que possuem como característica a possibilidade de lance embutido de até 50% do valor do crédito. Nestes grupos, adquirimos cartas que somadas completem o dobro do valor do crédito necessário (o dobro do saldo devedor do imóvel depois de paga a entrada para aquisição do mesmo). Com isso, supondo um lance de 70% do crédito, como embutiremos 50% do próprio crédito, sobrariam 20% a serem pagos com capital próprio. Como esses 20% se referem ao crédito em dobro que adquirimos, na prática temos então o pagamento de 40% do crédito que realmente vamos utilizar na compra do imóvel.

Sim, concordo que o parágrafo acima ficou um pouco complicado de entender, mas foi o melhor que consegui. Vou ver se em breve gravo um video mostrando isso de maneira mais gráfica. No final, basta saber que funciona, já fiz a venda de duas unidades desta maneira, com a contemplação das cotas e tudo mais.

Então concluindo a explicação: pagamos 10% de entrada para a construtora, adquirimos um consórcio no dobro do valor do saldo devedor, pagando uma prestação inicialmente maior por conta disso, ofertamos um lance de aproximadamente 70% deste crédito, 50% do próprio crédito e 20% com recursos próprios, diluindo todo esse valor nas prestações restantes (e assim diminuindo drasticamente o valor mensal destas). O consórcio contemplado então quita o imóvel, restando para nós as prestações do mesmo, que serão, em grande parte no início, e em sua totalidade depois do segundo ano, pagas com os rendimentos mensais da locação por temporada do seu imóvel em Gramado.

Extrapolando para outros negócios…

Claro que esta estratégia pode ser usada para aquisição de qualquer outro imóvel. O que estes oferecem a mais em particular é a questão da gestão das locações por temporada e o fato de já termos a parceria firmada e em andamento com a construtora, o que torna toda a questão contratual mais simples. Agora, se você tem uma construtora e deseja implantar um plano semelhante para venda de seus imóveis, vamos conversar, que vai ser um prazer ajudar nisso.

E se você deseja usufruir da cidade mais charmosa do Brasil, mande uma mensagem, email, sinal de fumaça, que vai ser um prazer ajudar na realização do seu sonho.

Estou aqui pra te ajudar a investir bem, lucrar muito e formar patrimônio sólido ao longo do tempo. Vem comigo.

Quite seu financiamento com um consórcio, e economize mais de 50% nos juros que você deixará de pagar

É possível fazer um consórcio para quitar teu financiamento, e isto implica em pagar muito menos juros do que seriam pagos mantendo tal financiamento. É um excelente negócio, é simples de implementar, mas exige certos cuidados na escolha da melhor forma de implementar isso para teu caso específico.

Há duas formas de fazer esta substituição de dívida:

1. Tendo um bom capital para ofertar um lance: se consegues algo entre 30% a 40% do valor do crédito que precisas, podes contemplar uma ou mais cartas de consórcio que componham o valor do financiamento que tens, para quitá-lo. Fazendo isso, ficarás com uma prestação semelhante à que pagas no financiamento, mas em um prazo muito menor, as vezes até mesmo metade ou menos do que o prazo que tens no financiamento atual.

2. Conseguindo pagar simultaneamente o financiamento e o consórcio por um bom tempo: se não tens o capital necessário para um lance de contemplação, podes ir pagando desta forma, “em dobro”, até ser contemplado no consórcio. Pode demorar um pouco, mas por mais que demore, os prazos do consórcio são muito menores do que os de um financiamento com prestação semelhante. Ao ser sorteado, usas o consórcio para quitar o financiamento (e eventuais sobras do crédito para antecipar prestações do consórcio) e ao fazer isso, cortas o financiamento bem antes do prazo total que terias, ficando apenas com um saldo remanescente bem mais curto do consórcio para pagar.

Ambas alternativas tendem a te economizar metade ou mais do que pagarias em juros no financiamento, então vale a pena o estudo da viabilidade delas frente a tua realidade pessoal, visto que em cada uma delas é necessário um esforço extra, seja em possuir a reserva necessária para um lance, seja para conseguir pagar duas prestações simultâneas (financiamento e consórcio) até ser contemplado pelo sorteio.

Me conta um pouco mais sobre tuas possibilidades, que vai ser um prazer ajudar com um plano sob medida para tua situação específica.

Meu início com o investimento em consórcios imobiliários

O Rafael Jantsch, que me entrevistou recentemente em seu canal do Youtube, tem feito alguns videos citando meus investimentos passados, coisas que ele leu em meus sites, e idéias e técnicas diferentes que eventualmente eu tenha usado em meus investimentos. No video abaixo, ele selecionou um trecho onde conto a história de como conheci os consórcios imobiliários e como obtive meus primeiros lucros com este investimento.

Veja como eu comecei, e se isso te animar, vai ser um prazer ajudar a lucrar também.

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