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Há 17 anos adquiri meu primeiro consórcio imobiliário

Consórcios, 17 anos depois…

Chega até a ser engraçado, mas já se passaram 17 anos desde que adquiri minha primeira carta de consórcio, lá atrás, em 2002 e 14 anos que abri a Megacombo, minha empresa criada para divulgar o consórcio de imóveis como ferramenta de investimento.

Lendo a página de como nasceu a Megacombo, relembrei como comecei, com a aquisição de cartas de R$ 25.000, a menor que tinha disponível na época, equivalente hoje à carta de R$ 70.000.

É engraçado lembrar de tudo isso, porque apesar de eu continuar ajudando muitas pessoas a iniciar seus investimentos desde o princípio, começando com uma ou duas cartinhas de pequeno valor como eu comecei, ao mesmo tempo tenho ensinado este investimento à pessoas que possuem muito mais patrimônio do que eu.

O investimento em consórcios me proporcionou um crescimento exponencial nestes 17 anos. Se hoje eu possuo imóveis, ações e fundos de investimento, tudo isso é resultado daquele pequeno valor mensal que comecei investindo nos consórcios lá em 2002.

Ao mesmo tempo em que meu patrimônio foi crescendo, o perfil dos investidores que fui auxiliando também foi aumentando. Hoje atendo desde quem adquire uma cartinha de R$ 70.000, até quem faz planos de R$ 4 milhões ou mais, para adquirir imóveis de forma alavancada, ou investir na construção.

Atribuo isso a uma questão de identificação pessoal. Quem tem pouco dinheiro para investir costuma ter dificuldade para imaginar uma vida muitas vezes mais abundante do que sua situação atual. Ao ver o caminho que percorri desde o início, fica mais fácil ver onde dá para chegar.

Já quem tem patrimônio igual ou maior que o meu, sabe das dificuldades que passou até atingir este ponto, sabe o quanto é difícil fazer o dinheiro crescer com investimentos. Geralmente dedicaram muitas horas de trabalho para cada real investido. Esses se identificam com a perspectiva de fazer o que conquistaram crescer a uma velocidade maior do que vêm conseguindo fazer com seus investimentos atuais.

Então, se tu acreditas que eu possa te ajudar a começar teus investimentos, ou se está no ponto onde eu possa te ajudar a fazer eles renderem mais do que vem rendendo atualmente, estou aqui, à disposição, com a melhor orientação para sua situação particular.

Desde que comecei com os consórcios há 17 anos, ainda não encontrei investimento melhor e mais completo para quem tem valores mensais para investir. Vem comigo, que desenhamos um plano perfeito para ti.

Se deseja saber mais, leia os artigos do site Investimento em Consórcio, ou simplesmente entre em contato.

O segredo para enriquecer

Vou te contar uma coisa importante. Tu não vais enriquecer com aquela dica da fantástica ação que aumenta de valor 10x.

Muito menos irá enriquecer com a alocação do seu dinheiro naquele fundo que rende 130% do CDI, nem mesmo com o melhor fundo de ações que rendeu 200x desde sua criação.

Já tinha feito um video sobre este assunto alguns meses atrás. Hoje, lendo um dos relatórios da Empiricus, me lembrei de escrever este texto. No tal relatório, o analista falava sobre um novo fundo imobiliário que estava abrindo o capital, ou seja, oferecendo participação de suas cotas na bolsa.

O analista então falou de sua emoção dúbia. Feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz que uma excelente administradora de imóveis estava abrindo a possibilidade de investir com eles por um excelente valor, e triste porque como editor da Empiricus, não poderia participar de tal oferta.

Vamos pensar juntos. Se os editores da Empiricus (e de várias outras casas de análise, só estou usando eles como exemplo porque realmente foi o caso que me deu o estalo de parar a leitura e escrever isto). Voltando ao assunto… Se os editores da Empiricus, que historicamente possuem um track record excepcional de sucesso na escolha de excelentes opções de investimento, gerando lucros fenomenais para seus leitores, não podem investir em suas próprias ideias de investimento, em que eles investem?

E eles mesmos respondem esta pergunta, falando de fundos e opções mais simples e automatizadas que lhes são permitidas. Entregam a gestão de seus investimentos a terceiros que muitas vezes obtém resultados piores do que eles próprios conseguiriam obter se pudessem contratualmente investir o próprio dinheiro. Investimentos que rendem muito menos, historicamente, do que suas próprias convicções.

E porque fazem isso? Porque dar suas melhores idéias para os outros, em vez de usá-las eles mesmos?

Por um só motivo:

A melhor maneira de fazer seu patrimônio crescer de verdade, de forma acelerada, é ganhando mais. Então toda ideia genial que eles tenham, apesar de muito valiosa, é ínfima em termos de resultado em comparação com o quanto eles ganham ao divulgar esta idéia para milhares de pessoas que os pagam por boas ideias.

Investir um valor muito maior (ganho com seu trabalho) em alternativas que rendam menos, é muito melhor do que investir uma quantia pequena em algo que renda muito.

Trabalhe para ganhar dinheiro. Invista o máximo que puder do que conseguir ganhar, nas melhores ideias que conseguir encontrar, mas não se preocupe tanto assim em encontrar “a melhor ideia”. Estando acima da média, o quanto você investe é muito mais importante do que em que investirá.

Cerveja artesanal, hambúrguer e seu dinheiro

Sei que você tem um amigo que está fabricando cerveja artesanal. Talvez até tenha um amigo abrindo uma hamburgueria.

Deixa eu contar aqui… um amigo designer fabrica cerveja. Um amigo arquiteto não apenas fabrica cerveja, como abriu um bar/cervejaria onde inclusive vende hambúrgueres. Um amigo corretor de seguros, fabrica cerveja, mas só para os amigos. Um programador de computadores idem. Até meus advogados (sim, tenho negócios suficientes para precisar ter “meus advogados”) possuem uma cervejaria artesanal com fábrica e bar.

Pouco tempo atrás eram paletas mexicanas… Puxe a memória e você se lembrará do que veio antes das paletas…

Seja por diversão ou hobby, seja como um empreendimento que visa realmente faturar para sustentar famílias, as cervejas artesanais estão em alta.

E seu dinheiro com isso?

Algumas ideias rápidas para você pensar…

A cerveja artesanal do mercado financeiro é a proliferação dos “traders” de Instagram, dos analistas de Youtube, dos especialistas em ações de Facebook.

Já é difícil para a média das pessoas conseguir enriquecer. Por que você pensaria que seria possível encontrar o Santo Graal que o faria enriquecer rapidamente?

Enriquecer exige método, disciplina, conhecimento, e principalmente, tempo.

Tentar aprender o “pulo do gato” com aquele “especialista” com 10 anos de experiência e sucesso contínuo é aprender com quem nunca passou pessoalmente por nenhuma crise… 2008 já está distante 11 anos… a queda das Torres Gêmeas e o estouro da Bolha Pontocom então, nem se fala, lá se vão quase 20 anos.

Quando a próxima crise varrer o mercado dos gênios da vez, olhe para os que estão há mais tempo no jogo e aprenda com estes o poder das proteções e da diversificação.

Não deixe de surfar a onda fantástica que estamos vivendo. Só não ache que ela durará para sempre, nem arrisque tudo o que você conquistou em uma só classe de ativos.

E se precisar de ajuda, não hesite em chamar.

Consórcios, 17 anos depois…

Chega até a ser engraçado, mas já se passaram 17 anos desde que adquiri minha primeira carta de consórcio, lá atrás, em 2002.

Esses dias pensei em atualizar o site da Megacombo, minha empresa criada para divulgar o consórcio de imóveis como ferramenta de investimento.

Lendo a página de como nasceu a Megacombo, relembrei como comecei, com a aquisição de cartas de R$ 25.000, a menor que tinha disponível, equivalente hoje à carta de R$ 70.000.

É engraçado lembrar de tudo isso, porque apesar de eu continuar ajudando muitas pessoas a iniciar seus investimentos desde o princípio, começando com uma ou duas cartinhas de pequeno valor, como eu comecei, ao mesmo tempo tenho ensinado este investimento à pessoas que possuem muito mais patrimônio do que eu já conquistei.

O investimento em consórcios me proporcionou um crescimento exponencial nestes 17 anos. Se hoje possuo imóveis, ações e fundos de investimento, tudo isso é resultado daquele pequeno valor mensal que comecei investindo lá em 2002.

Ao mesmo tempo em que meu patrimônio foi crescendo, o perfil de investidores que fui auxiliando também foi se alterando. Hoje atendo desde quem adquire apenas uma carta de consórcio de R$ 70.000, até quem faz planos de R$ 4 milhões ou mais, para adquirir imóveis de forma alavancada, ou investir na construção.

Atribuo isso a uma questão de identificação pessoal. Quem tem pouco dinheiro para investir costuma ter dificuldade para imaginar uma vida muitas vezes mais abundante do que sua situação atual. Ao ver o caminho que percorri, fica mais fácil ver onde dá para chegar.

Já quem tem patrimônio muito maior que o meu, sabe das dificuldades que passou até atingir este ponto, sabe o quanto é difícil fazer o dinheiro crescer apenas com os investimentos. Geralmente dedicaram muitas horas de trabalho para cada real investido. Esses não se identificam diretamente com meu patrimônio, mas sim, com a perspectiva de fazer o que conquistaram crescer a uma velocidade maior do que vêm conseguindo fazer com seus investimentos atuais.

E assim, chegamos ao ponto de hoje. Se você acredita que eu possa te ajudar a começar seus investimentos, ou se está no ponto onde eu possa te ajudar a fazer eles renderem mais do que vem rendendo atualmente, estou aqui, à disposição, com a melhor orientação para sua situação particular.

Entre em contato, vai ser um prazer te ajudar.

Curso de arbitragem com Bitcoins – turma de janeiro 2019 se formando

Há poucas semanas voltei de NY, onde ministrei as aulas da primeira turma do curso de arbitragem com Bitcoins.

Como surgiram algumas dúvidas dos interessados no curso, escrevi três páginas para resumir o que é tratado no curso, um mind map do mesmo, e as perguntas frequentes que tem surgido, principalmente referentes aos valores envolvidos.

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Além dos custos descritos acima, você deve acrescentar seus custos pessoais de viagem, hospedagem e alimentação.

Se você tem interesse em lucrar com a arbitragem que pode ser feita quando os preços do Brasil e do exterior apresentam grande diferença entre si, devido à baixa oferta e alta demanda que ocorre regularmente no mercado nacional, a hora é agora.

Como escrevi no texto acima, meu filho deve nascer no início do ano que vem, e por conta disto, a partir de fevereiro não devo mais realizar viagens por um bom tempo, pois não apenas quero acompanhar o nascimento, como faço questão de estar 100% presente durante os primeiros meses de vida. A próxima oportunidade de realizar este curso presencialmente em NY comigo, depois de janeiro de 2019, provavelmente só ocorra novamente depois de setembro ou outubro do próximo ano.

Entre em contato para se inscrever.

 

Dúvidas sobre o investimento em consórcios

Há algum tempo, o Rafael Jantsch fez uma entrevista comigo, onde explicava o investimento em consórcios e contava um pouco da minha trajetória pessoal neste investimento. Você pode assistir a entrevista aqui.

Esta semana o Rafael me enviou uma série de perguntas que um dos amigos que assistiu a entrevista enviou a ele. Respondi ao email, mas achei que as perguntas eram relevantes para mais pessoas, então publico aqui as mesmas, junto das respostas que dei.

Antes, porém, um pequeno resumo gráfico que fiz recentemente para um amigo.

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Vi vários vídeos seus e um me chamou atenção em especial. O vídeo em questão foi o COMO USAR CONSÓRCIO PARA CONSTRUÇÃO DE PATRIMÔNIO. Tive algumas dúvidas e gostaria de saber se poderia respondê-las. Ei-las:

1 – Se um consórcio demora a ser contemplado ou não é de fato, como posso lucrar com isso?

O consórcio é um investimento assimétrico, no sentido de que, se for contemplado rápido, gera lucros sensacionais, e se demorar muito para contemplar, gera lucros menores, mas ainda assim, gera lucros.

O segredo então está em investir com um horizonte mais longo, de formação de patrimônio, e não com vistas de curto prazo, como a poupança para uma viagem, por exemplo. Está ainda em ver o investimento como o conjunto das cartas de consórcio investidas ao longo do tempo, e não no de uma carta de crédito apenas. Uma carta que gere o lucro sensacional que o consórcio proporciona, compensa diversas cartas em que o lucro apenas empate com o lucro de investimentos tradicionais.

E as características dos grupos que indico para adquirir torna a matemática ainda melhor, pois usa das estatísticas de contemplação para escolher os grupos em que as probabilidades de contemplação mais cedo são otimizadas, ou seja, em que as características de formação do grupo permitam que sejam realizadas mais entregas no início do que no fim.

No vídeo o entrevistado sugere a possibilidade de manter a carta contemplada e alugar o imóvel.

Mas se eu quiser realmente me desfazer do investimento com algum ágio, digamos que não seja um imóvel, mas um carro ou moto, como ficaria a situação?

O investimento em consórcio funciona de maneira otimizada com o consórcio de imóveis. No consórcio de veículos, seja carro ou moto, até dá para lucrar da forma como explico para o de imóveis, mas o lucro depende exclusivamente da sorte, não contando com as probabilidades de contemplação mais cedo que existem nos grupos de imóveis.

Em todos eles, entretanto, não há a necessidade de comprar o bem, ou seja, comprar um imóvel e alugar, para pagar as prestações restantes, é apenas uma das possibilidades de lucro. A venda da carta contemplada com lucro pode ser feita diretamente, sem a necessidade de um imóvel entrar no negócio entre comprador da carta e vendedor com ágio.

2 – Seguindo a ideia de que eu não consiga ser contemplado, sigamos o raciocínio.

Vi em um outro vídeo (chamado: Quer investir e lucrar? Consórcio é uma ótima ideia”) que existe a possibilidade de não resgatar o prêmio, nesse caso o investimento fica como que aplicado e a rentabilidade seria semelhante ao de um CDB.

Entretanto sabe-se que o preço desembolsado pela carta é de 30 a 40% a mais que o preço que o produto de fato vale. Nesse caso assumindo uma valorização de 10% ao ano (média de um CDB), eu teria que esperar de 3 a 4 anos com a carta em posse para poder vendê-la com ágio ou pelo menos entrar no empate?

Neste caso, voltamos à resposta da primeira questão. Nem todo consórcio obterá o lucro máximo. Em alguns planos, tu terás apenas o retorno do investimento. O consórcio é vantajoso em relação a outras opções para quem tem a mentalidade de longo prazo e para quem entende que, no conjunto das cartas, algumas obterão ganhos razoáveis, mas não excepcionais. A questão é que as cartas que geram os ganhos excepcionais tornam a média dos resultados tão maiores, que no geral, os resultados são muito expressivos quando comparados a investimentos tradicionais.

Outra questão relevante é que após a contemplação, o valor que fica aplicado rendendo é o valor total do crédito contemplado, e não apenas o valor investido até então no pagamento das prestações, ou seja, a rentabilidade, sobre o que foi efetivamente investido, é bastante maior do que qualquer CDB ou títulos do tesouro.

3 – Digamos que ainda assim eu esteja interessado em investir nessa modalidade. Como eu vendo a carta?

Gostaria de ter nesse investimento uma renda passiva. Passiva mesmo. Não fazer absolutamente nada.

Seria possível encontrar comprador para as minhas cartas terceirizando a venda? Existem profissionais para isso? Quem faria isso? A concessionária? Um vendedor autônomo? O que sugere?

Eu tenho, devido aos meus textos explicando os benefícios do uso dos consórcios para aquisição de imóveis ou construção, uma longa lista de interessados na compra de cartas já contempladas. Uma longa lista que é muitas vezes maior do que a quantidade de cartas contempladas que tenho minhas, ou mesmo de meus clientes. Visto que a demanda é muito maior do que a oferta, a venda de uma carta contemplada costuma ser relativamente rápida, coisa de poucas semanas.

Do ponto de vista do investidor/vendedor, a questão toda se resume a assinar o documento de transferência e reconhecer firma no mesmo, enviando então por Sedex para que o comprador faça o mesmo e a transferência seja registrada.

Ps: Se não me engano, seu entrevistado chegou a falar que tem no consórcio uma renda passiva. Foi só maneirismo ou literal?

Não me lembro se falei isso, ou se ele entendeu dessa forma. O consórcio é uma maneira de formar patrimônio mais efetiva do que investimentos tradicionais. Isso se dá por conta de vários fatores.

Um deles, é o fato de que os boletos mensais das prestações do consórcio são uma forma efetiva de fazer com que a pessoa, todos os meses, pague uma parcela de seus rendimentos a si mesmo. É a regra básica de todos os livros de finanças pessoais e investimentos: pague primeiro a si mesmo.

Outro motivo são os ganhos excepcionais que o consórcio proporciona ao longo do tempo. Ganhos estes que podem se tornar uma bola de neve ao usarmos tais ganhos como lastro para a aquisição de novas cotas de consórcio que serão pagas com estes lucros, além das que mantemos com nosso fluxo mensal destinado ao investimento.

Chega um momento em que os valores investidos e os retornos por eles proporcionados se tornam efetivamente relevantes, podendo então ser direcionados em parte a investimentos mais tradicionais de geração de renda, como ações de dividendos, aluguel de imóveis, fundos imobiliários, ou mesmo mantendo o fluxo nos consórcios e reinvestindo apenas parte dos lucros e retirando parte como renda passiva.

Como em todo investimento, há um período de formação de reserva, e um período de colheita. O consórcio é uma ferramenta de investimento que permite que o período de colheita chegue mais cedo, pois a formação de reserva é acelerada com os ganhos excepcionais que as contemplações mais cedo proporcionam na média dos resultados.

Se o investimento em consórcios te interessou, fico a disposição para ajudar em todas as etapas do mesmo.

Comece a investir imediatamente
Adquira agora mesmo seu primeiro consórcio!

Primeira turma do curso de arbitragem internacional de Bitcoins em NY


Partimos para NY na primeira semana de dezembro. Meus dois alunos (cuidado para não confundir um com o outro) ansiosos não apenas com as novidades que trataríamos nas conversas do curso, mas também com os papos sobre a bolsa de valores que certamente comentaríamos em nossa estada na Big Apple e com a cidade em si, ainda novidade para ambos.


The great twins and me! Sim, estava frio, bem frio mesmo.

As surpresas começaram logo no aeroporto, veja só quem estava embarcando junto conosco rumo a NY:


Felipe Miranda, o CEO da Empiricus que lemos diariamente, no mesmo voo para NY.
O queridão Rodolfo Amstalden, a mente por trás do Programa de Riqueza Permanente, embarcando junto para Big Apple, onde ele e o Felipe iriam participar de um curso de valoração de empresas de tecnologia na Universidade de Columbia..

O papo de aeroporto com os guris da Empiricus foi bastante legal. Claro que fomos meio tietes, dados os excelentes resultados que temos tido graças às lições diárias de investimento que os relatórios deles nos trouxeram nos últimos três anos. Por outro lado, também fiz meu comercial, e em breve podemos ter excelentes novidades em relação ao investimento em consórcios, meu carro-chefe de sempre no front financeiro. Aguardem…

A viagem foi sensacional. Do início, com o encontro inesperado com o pessoal da Empiricus, até o fim, com o café especial da Starbucks no aeroporto de Guarulhos. 

Em vez de falar dos detalhes da viagem, deixo em seguida algumas fotos para ilustrar a experiência. Lembrem que não era turismo, era trabalho, então não teremos aqui aquelas fotos tradicionais dos pontos turísticos.

Assim começa uma boa viagem.
Quando em Roma, faça como os romanos. Um bom dia começa com um bom café da manhã. 
Tomando café da manhã e observando a abertura da Bovespa no Brasil.
Luzes de Natal!
A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.
— Oscar Wilde
Parada obrigatória, Eataly. Já renovei meu estoque de café.
Pai babão.
Grãos novos. Menção especial ao Pike Place, em homenagem ao local da primeira loja da Starbucks nos Estados Unidos. Este blend foi criado logo após a volta do Howard Schultz ao comando da empresa. Ele conta esta história no livro Onward.

E assim termina mais uma aventura no mundo dos investimentos. Se você deseja fazer parte da próxima turma, entre em contato. 

MISBEHAVING, o evento mal comportado de 9 anos da Empiricus. Eu estava lá!

 

Café da manhã no topo do JK Iguatemi, onde aconteceu o evento.

Semana passada aconteceu o evento MISBEHAVING, em comemoração aos 9 anos da Empiricus. Foi uma bela oportunidade de assistir uma aula exclusiva com o Prêmio Nobel de Economia, Richard Thaler. Além disso, foi possível conversar pessoalmente com vários analistas da empresa, trocando insights bastante úteis.

A primeira a subir ao palco foi a Luciana Seabra, com foco no futuro, e com isso, na necessária previdência. Falou sobre a criação do FoF da SuperPrevidência (se você ainda não conhece, corre para assinar o relatório dela na Empiricus, “os melhores fundos de investimento”) e algumas vantagens que ele possui em relação aos fundos individuais da SuperPrevidência original. Indicou ainda alguns cuidados que devemos ter em relação à nossa previdência, baseada nas idéias de David Swensen, o cara responsável pela gestão do dinheiro da Yale:

  • carteira diversificada;
  • foco em ações;
  • preocupação com impostos.

Além disso, citou algumas vantagens que um plano de previdência possui em comparação a investimentos diretos, como:

  • não passar por inventário;
  • não ter que pagar o ITCMD em muitos estados;
  • postergar o pagamento do IR, para quem se beneficia disso no PGBL.

Fotinho padrão com a Luciana, responsável pelo relatório de fundos de investimento da Empiricus, e responsável direta pela criação da SuperPrevidência, a melhor forma de se preparar para a aposentadoria.

Em seguida veio o monstro do marketing da Empiricus, o Beto Altenhofen, contar o segredo do sucesso da empresa, ensinando a única forma de vender o que as pessoas NÃO estão procurando. A fórmula é simples:

  • chamar a atenção com a emoção, geralmente a ganância ou o medo;
  • usar a persuasão através de argumentos racionais depois de ter a atenção do leitor.

Passamos então ao Rodolfo Amstalden, tímido no início, mais solto no final, dando uma aula de porque não pregam para convertidos, ou seja, porque falam para as pessoas comuns, e não para os “especialistas em investimentos.” Explicou ainda como os comportamentalistas brincam, provocam, até assustam de vez em quando, mas principalmente, não se levam tão a sério.

Veio então o trio de analistas, Sergio Oba explicando o negçio da LINX de forma magistral, Max Bohm falando da hora certa de se ter microcaps e smallcaps na carteira (sempre) e contando tudo o que aprendeu em sua visita à Ouro Fino Saúde Animal, e foi seguido por João Piccioni falando sobre as FAANGS, Marijuana e Bitcoin.

Pausa rápida para o almoço e bate papo com os outros participantes, acompanhados por um bom café.

Caio Mesquita conta a história da Empiricus e mostra um pouco do que é o Grupo Acta e de todas as empresas de conteúdo que fazem parte do grupo.

E aí sobe ao palco o José Luis Cordeiro, um pesquisador controverso, que começa a falar de futuro, da normal incapacidade de pensarmos facilmente de maneira exponencial, e da expansão dos limites humanos através da ciência nas próximas décadas, começando com as tecnologias que hoje vestimos (smartphones, fones de ouvido, smart watches), e em seguida implantaremos em nossos corpos.

Fala então da busca da imortalidade e do rejuvenescimento biológico, fazendo com que algumas cabeças explodissem na platéia e nos lembrando que esta é uma época maravilhosa a que estamos vivendo, e que seria péssimo morrer nos próximos 30 anos, visto que com a evolução exponencial da ciência, esse é o prazo em que devemos obter a cura daquela doença que até então tem matado a todos indistintamente, a velhice. Sério, não queria ser o palestrante seguinte a ele…

Seguimos bem, entretanto. Felipe Miranda entra com sua camiseta dos Rolling Stones, brincando que num evento intitulado MISBEHAVING, o sócio Caio Mesquita aparece de terno e gravata. Então conta a história da Empiricus de forma menos comportada, incluindo aí a quase falência e as mesas e cadeiras que tiveram que vender no Mercado Livre para pagar as contas no pior período da empresa, além de comentar sobre o antigo sócio-fundador, há muito já desligado da empresa, Marcus Elias.

Depois deste breve histórico ele chama ao palco o engravatado ganhador do Prêmio Nobel de Economia do ano passado, Richard Thaler, que já entra se desculpando: “se tivesse sido avisado a tempo sobre o tema do evento, também teria vindo com minha camiseta dos Rolling Stones.” Em formato de bate papo, explicou os conceitos essenciais da economia comportamental descritos em muito mais detalhes em seus livros “Nudge” (empurrõezinhos) e “Misbehaving”.

Concluímos então com Pedro Malan, fechando com chave de ouro ao falar o que será necessário para o futuro do país em termos macroeconômicos, microeconômicos, e na necessidade da educação para aumentarmos a produtividade de maneira a diminuir o impacto que a temos à frente com a queda demográfica que estamos vivendo.

Resumo do dia.

Como economizar mais de 5% em todas suas viagens e compras internacionais

Em continuação ao video, deixo algumas informações extras para quem deseja implementar esta dica na prática.

Para abrir uma conta nos Estados Unidos, temos que estar fisicamente presentes. A abertura de conta leva pouco mais de 20 minutos, bastando para isso ter em mãos o passaporte, visto americano válido e comprovante de residência do Brasil mesmo, podendo ser uma conta de luz ou até mesmo a da TV a cabo.

Um dos melhores bancos para quem deseja deixar a conta aberta é a do TD Bank. Além de ter um bom aplicativo para o celular e acesso ao internet banking através do navegador de internet, eles exigem somente US$ 100 de saldo médio na conta para manter a isenção das taxas de manutenção da conta.

Tenho uma excelente experiência também com o Wells Fargo, um dos maiores bancos americanos, que também conta com excelente aplicativo para o celular e operações completas através da internet. O saldo médio diário para manutenção da conta sem custos é de US$ 1500.

Para quem deseja abrir uma conta no exterior, estando no Brasil, uma descoberta recente que já testei é o LeoPay. É uma startup financeira inglesa, de atuação internacional, que possui uma característica bem interessante, que é a de poder manter contas separadas em dólar e euro. Além disso, permite solicitar cartões de débito diferentes para as duas moedas, facilitando muito as viagens não apenas para os Estados Unidos, mas também para a Europa. Podemos ainda fazer a conversão entre as moedas e contas diretamente pelo aplicativo de celular. A abertura da conta é totalmente digital, feita diretamente no aplicativo para o celular, inclusive com a digitalização dos documentos e uma entrevista realizada com a câmera frontal do smartphone.

O cartão de débito do TD Bank já é entregue com seu nome gravado, na hora da abertura da conta. O do Wells Fargo vem pelo correio, mas lhe entregam um cartão provisório para já utilizar e se beneficiar do IOF menor mesmo na sua primeira viagem com uso desta sugestão.