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Escada da aposentadoria

Uma das estratégias que utilizei no início dos meus investimentos foi a técnica que batizei de “escada da independência financeira”, ou “escada da aposentadoria.”

Resumidamente essa técnica implica em definir um padrão de vida mínimo para se sentir bem com seu dia a dia, e então investir de maneira a permitir que os rendimentos desse investimento gerem lucros suficientes para manter indefinidamente esse padrão de vida inicial.

Ao fazer isso, podemos nos “aposentar.” Ou seja, nossos investimentos já geram o suficiente para manter nosso padrão de vida sem precisarmos trabalhar.

Claro que não devemos parar por aí. Como expliquei, a técnica envolve definir um padrão de vida realmente mínimo para aquele momento inicial. No meu caso, era de um guri recém saído da faculdade, sem grandes gastos fixos, sem filhos, etc. Podia me dar ao luxo de ter uma vida muito simples e barata. Ao prorrogar a aquisição de alguns objetos de desejo, ou no meu caso, tratar esses objetos como um negócio paralelo, isso me permitiu acelerar em muitos anos a conquista da minha liberdade.

Eu gostava de notebooks em uma época em que ainda eram novidade caríssima, então, ao tratá-los como um negócio, ou seja, adquirindo e revendendo, me mantinha sempre com alguns notebooks topo de linha disponíveis para meu uso e estudo do assunto, ao mesmo tempo em que fazia com que essa disponibilidade me gerasse mais dinheiro para manter o giro e a constante atualização dos equipamentos.

A medida em que tinha a liberdade não não precisar mais trabalhar para manter o padrão de vida previamente definido, tinha a liberdade de trabalhar com o que quisesse, e não precisaria aceitar um emprego qualquer apenas para pagar as contas. Trabalhar com o que gostamos é o segundo segredo para obter sucesso financeiro. No momento em que o trabalho é um prazer, deixa de ser trabalho e rendemos muito mais.

Tinha a segurança das contas pagas pelo rendimento dos investimentos permitindo que me dedicasse a um novo negócio de muito potencial, mas que talvez demorasse um pouco até crescer o suficiente.

O segundo passo na escada da independência financeira é então definir esse novo padrão de vida um pouco mais alto, e então direcionar uma parte dos ganhos com o trabalho a aumentar o bolo dos investimentos de maneira a fazer os novos rendimentos permitirem a manutenção desde segundo degrau novamente sem trabalhar. E assim sucessivamente.

Se você gostou desta técnica e a deseja colocar em prática, vou ficar feliz em conhecer sua história. Fique a vontade para me escrever e me contar como está funcionando para você.

Eu sou o Fabricio Peruzzo, o Papai Investidor, e estou aqui para lançar idéias que possam te ajudar na conquista da independência financeira.

Propriedade

Muito novo me interessei por empreender. Lembro de ainda pequeno desenhar meus negócios e empresas. Adolescente, fanático por computadores e já programando, ao conseguir um trabalho para a criação de um programa, subcontratei um amigo para realizar a programação e não perder meu tempo com isso, podendo então me dedicar a buscar novos trabalhos para nós dois. Foi quando me dei conta de que gostava mais dos negócios do que das atividades fim.

Filho de economista com cargo de chefia em banco, com facilidade para matemática, não demorou muito para estudar sobre investimentos. Minhas primeiras incursões na bolsa de valores foram facilitadas pela linha telefônica que já possuía em meu nome (para usar no computador sem monopolizar o telefone dos meus pais), pois na época, comprar linha telefônica implicava em automaticamente comprar ações da companhia telefônica atreladas à linha.

Quando comecei a estudar investimentos e a montar meus primeiros negócios, meu objetivo era ganhar muito dinheiro, enriquecer, e poder comprar todos os equipamentos e objetos que pudesse. Gostando de computadores ainda no início da revolução tecnológica, era bastante caro se manter atualizado nesta área.

Apesar de ter ido à Disney aos 17 anos (bancado pelo pai) e ter adorado a viagem toda, parece que o objetivo de “possuir coisas” me deixou meio cego por bastante tempo.

Quando viajar passou a depender de usar meus próprios recursos, simplesmente as viagens acabaram. Lembro hoje com certa tristeza de como pensava sobre o assunto: “porque irei viajar e gastar todo esse dinheiro em uns poucos dias de diversão que acabam em seguida, se com este valor poderia comprar X?”

Em 2009 fiz com minha esposa uma longa viagem pela Europa. Ficamos mais de um mês passeando por Espanha, França, Itália e Inglaterra. Foi um abrir de olhos. Ao mesmo tempo em que todos os objetos que possuía ou havia comprado nos anos anteriores haviam ficado obsoletos (computadores, máquinas fotográficas, etc), aquela viagem abriu meus olhos de uma forma que nenhuma outra havia conseguido. Claro que tínhamos feito pequenas viagens antes, mas sempre para locais mais próximos, como Buenos Aires, em que tanto o custo quanto a familiaridade geográfica não permitiam que eu obtivesse minha revelação.

A experiência de uma viagem fica para sempre na nossa memória. Não apenas as coisas que fazemos, mas a cultura que absorvemos, nos fazem crescer. Vivenciar o dia a dia de outro país, de outra língua, de outra mentalidade, abre nossa cabeça de uma forma que não julgava possível.

Desde então procuro viajar com regularidade. E proporcionar passeios mais longos com frequência suficiente para meus filhos de maneira a que eles tenham isso como normal.

Empreender e investir se tornou uma ferramenta para proporcionar experiências de vida.

Chega a ser engraçado hoje, ao olhar para trás, ver o quanto eu dava importância à propriedade das coisas, em ter coisas, em conquistar objetivos materiais. Não que eu ache ruim ter coisas boas, em usufruir de objetos que nos tragam prazer, mas com o tempo cada vez mais restrito, seja pelas escolhas de paternidade presente, seja pelo simples excesso de opções, vejo a propriedade muito mais como uma questão de qualidade do que de quantidade.

Antes, com todo tempo do mundo a disposição e um interesse focado em duas ou três coisas (computadores e fotografia, no meu caso), a possibilidade de experimentar (e possuir) todos os tipos de computadores, o equivalente hoje a querer possuir e usar simultaneamente tanto iOS quanto Android e outros sistemas já obsoletos, ou em outra escala, ter quatro ou cinco carros, um para cada tipo de situação, era o objetivo natural.

Isso me foi bastante útil na época. Não quero aqui cuspir na pessoa que fui. Mas essa pessoa, não sou mais. Poder possuir (na época era a única forma de poder efetivamente usar e conhecer profundamente) diferentes computadores foi vital para aumentar meu conhecimento neste ramo e teve impacto significativo no meu sucesso neste mercado. Vejo isso hoje como investimento em formação prática no assunto.

Essa questão de ter, entretanto, extrapolava o lado da busca de conhecimento sobre o assunto. Queria também ter carros esportivos, Jeep, moto, jet-sky, etc. E como li algum dia por aí, podemos ter qualquer coisa que quisermos, mas não podemos ter tudo que quisermos ao mesmo tempo.

Já hoje, com a abundância de informação disponível através de videos e artigos na internet, muito pouca coisa é realmente necessário possuir para formar uma opinião concreta sobre determinado campo. Vejo hoje os objetos como meras ferramentas para um fim, e neste sentido, nem mesmo o mais moderno ou completo necessariamente deve ser o melhor, mas sim, o que mais se adapte à pessoa e ao trabalho que ela quer realizar. Câmeras fotográficas analógicas hoje em dia? Sim, é possível e interessante.

Então não tendo mais “necessidade” de objetos variados para realização pessoal, e vivendo em uma época em que mesmo as ferramentas mais úteis podem ser obtidas por uma fração do que equipamentos profissionais custavam poucos anos atrás, além de termos acesso a tudo que precisamos de forma facilitada hoje em dia, o dinheiro acaba sendo a ferramenta master para conquistarmos o “bem” mais precioso: tempo.

Dinheiro hoje, basta o suficiente para ter uma vida tranquila, contas pagas, experiências suficientes para ocupar as horas do dia não dedicadas ao estudo e trabalho. E se tudo isso parece pouco, dê uma olhada mais profunda no que lhe falta. Pode ser que não seja “uma coisa”, mas sim, algo mais íntimo que você ainda não conseguiu descobrir em si.

Ou então simplesmente seja questão de que quanto mais podemos ter, passamos a nos dar conta de que menos precisamos para sermos felizes e completos.

Hoje completo 47 anos. Pode ser a idade 🙂

 

Cruze o mundo quatro vezes

Traduzido de: https://sivers.org/4 logo após ter lido o original do Derek Sivers. Droga, entrou um cisco no meu olho…

Cruze o mundo quatro vezes.

Primeiro em sua adolescencia ou ao redor dos 20 anos, para absorver tudo. Veja tudo, faça tudo e aprenda. Se envolva. Fique acordado a noite toda conversando com estranhos, em todo lugar. Beije e se apaixone e faça promessas de amor eterno. Cometa muitos erros.

Cruze o mundo pela primeira vez para se apaixonar.

A segunda vez, nos seus 30 anos, para contar para todos o que você aprendeu. Você está cheio de respostas, já que fez tanto. Você sabe como as coisas devem ser, já que cometeu todos seus erros. Você consegue ver o caminho claramente, e é sua vez de liderar.

Cruze o mundo pela segunda vez para criar mudança.

Na terceira vez, nos 50, para compensar. Você se dá conta do fanfarrão que era aos 30, e o quão pouco realmente sabia. Você foi humilhado. É hora de pagar por anos pensando que os outros estavam errados. Preste atenção e escute sem julgamentos desta vez. Não tenha respostas – apenas boas perguntas e bons ouvidos.

Cruze o mundo a terceira vez para desaprender.

A quarta vez, tarde na vida, para testemunhar. Para encontrar velhos amigos, e descobrir que eles se foram. Para ver o que mudou, e o que continua igual. Para apreciar os jovens. O mundo é deles, não seu. Agora você sabe o que acontece quando você morre: tudo! Evolução, revoluções, invenções, desastres, muito amor, e muitas vidas. Você só não será mais parte disso.

Cruze o mundo pela última vez para se despedir.

Renda de 6% a 12% ao ano, em dólar

Com a última decisão do COPOM de baixar a taxa de juros para apenas 5,5% ao ano, entramos definitivamente em uma nova realidade no mercado brasileiro de investimentos.

Neste momento, bons imóveis de aluguel se tornam uma opção muito melhor do que a renda fixa, no sentido de que nestes, além de recebermos a renda mensal recorrente, podemos contar também com a valorização dos imóveis e a consequente manutenção do poder de compra dos valores recebidos mensalmente.

Sempre se pode argumentar que imóveis são piores do ponto de vista de liquidez, que não conseguimos vendê-los de uma hora para outra, e que as vezes, dependendo do mercado, podemos não conseguir vender pelos valores que desejamos. Tudo isso tem que ser levado em conta, mas em nenhum momento deveríamos pensar em imóveis como uma reserva de liquidez. Imóveis são essenciais em um plano sólido de formação de patrimônio e geração de renda, mas devem ser acompanhados de suficiente reserva de segurança com liquidez, justamente para não precisarmos vender em uma emergência financeira qualquer.

Ainda em relação à liquidez, imóveis são investimentos que tendem a render mais simplesmente porque não fazemos com eles o giro que costuma acompanhar investimentos mais líquidos, evitando assim pagar impostos sobre os lucros que acabam comendo boa parte da rentabilidade total ao longo dos anos. Há uma máxima no mercado que diz que uma das maiores habilidades dos grandes investidores é a de não girar tanto suas carteiras de investimento.

Partindo para a prática…

Aqui no Brasil há excelentes oportunidades de imóveis para locação, seja a locação tradicional, com um inquilino que permaneça no seu imóvel por muitos anos, seja com a locação por temporada, como eu já descrevi em uma excelente oportunidade que descobri em Gramado, na serra gaúcha.

Hoje, no entanto, gostaria de abordar outro assunto: o investimento em imóveis de locação no exterior, para obter renda mensal em dólares.

O mercado americano é extremamente diverso, e esta diversidade nos permite encontrar algumas pepitas que, bem lapidadas, podem nos enriquecer de forma consistente ao longo dos anos. Vou tratar desta estratégia nos próximos parágrafos, e também discorrer sobre outras idéias criativas relacionadas ao investimento em imóveis nos Estados Unidos.

Para quem deseja se aprofundar no assunto, a primeira indicação que tenho é o Seminário Sobre Aquisição de Imóveis de Aluguel nos Estados Unidos que acontecerá em Houston, TX, nos próximos dias 2 e 3 de dezembro de 2019. Este seminário conta com a participação de um time de profissionais do mercado americano abrangendo advogados, corretores, contadores, empresários e investidores, todos focados na formação de um time de consultoria que em conjunto, permite um investimento muito mais seguro e lucrativo.

Quem desejar participar do Seminário pode se inscrever diretamente na página abaixo:

http://tejasbrazil.com

Os participantes que informarem ter sido indicados por mim participarão ainda de um encontro exclusivo, com uma palestra que ministrarei para estes convidados.

O preço do seminário é simbólico, frente ao valor de se conhecer pessoalmente alguns dos profissionais mais qualificados que atuam no mercado de Houston. Somente a rede de contatos formada neste evento, com certeza poderá fazer toda a diferença nos resultados obtidos. Os organizadores do evento investem pessoalmente desta maneira e utilizam este grupo de profissionais como consultores em seus investimentos imobiliários, obtendo um resultado de 6% a 12% de rentabilidade anual, em dólares, com o aluguel de seus imóveis.

Continuidade…

Vejo este investimento como uma excelente maneira de formar patrimônio, criar uma nova fonte de renda em moeda forte, protegida dos altos e baixos da economia brasileira, e planejar renda para o futuro. A ênfase no futuro se dá por um motivo bastante simples: ao iniciar este investimento com a compra de um imóvel para locação nos Estados Unidos, minha sugestão seria a de receber estes aluguéis em dólar e manter o valor nos Estados Unidos, investindo ao longo do tempo de maneira a ir utilizando tais valores como entrada na compra de novos imóveis que farão a bola de neve crescer de maneira consistente ao longo dos anos.

No final do processo, você tem uma série de imóveis que geram renda suficiente para viver em qualquer lugar do mundo que desejar, por receber seus aluguéis em moeda forte.

Para quem não tem a intenção de formar uma carteira internacional de imóveis de locação, ainda assim a compra de pelo menos um imóvel destes nos Estados Unidos pode representar uma excelente oportunidade… É o que chamo pessoalmente de:

PLANO ANUAL INFINITO DE FÉRIAS

Imagine o seguinte: você investe um valor na compra de um imóvel de locação nos Estados Unidos. Depois disso, você passa a receber um aluguel mensal que permite que todos os anos você faça uma viagem internacional para onde quiser, pagando tudo diretamente de sua conta corrente norte-americana com os dólares recebidos ao longo do ano anterior.

As possibilidades são infinitas. O que mais você imagina que poderia realizar com uma renda mensal em dólares?

Minha sugestão: se inscreva no seminário, estude o assunto, conheça pessoalmente a região sugerida para iniciar seus investimentos nos Estados Unidos. O investimento é baixo, e com certeza lhe fará pensar em oportunidades de investimento que hoje não fazem parte do que você acredita ser possível. Você investirá um valor ínfimo frente ao aprendizado prático que uma viagem como esta proporcionará ao seu crescimento como investidor. E certamente este aprendizado, mesmo se não utilizado diretamente no investimento em imóveis descrito neste artigo, lhe proporcionará oportunidades de lucros em muitas outras frentes.

O mundo é dos que buscam o crescimento. Vamos caminhar juntos.

Há 17 anos adquiri meu primeiro consórcio imobiliário

Consórcios, 17 anos depois…

Chega até a ser engraçado, mas já se passaram 17 anos desde que adquiri minha primeira carta de consórcio, lá atrás, em 2002 e 14 anos que abri a Megacombo, minha empresa criada para divulgar o consórcio de imóveis como ferramenta de investimento.

Lendo a página de como nasceu a Megacombo, relembrei como comecei, com a aquisição de cartas de R$ 25.000, a menor que tinha disponível na época, equivalente hoje à carta de R$ 70.000.

É engraçado lembrar de tudo isso, porque apesar de eu continuar ajudando muitas pessoas a iniciar seus investimentos desde o princípio, começando com uma ou duas cartinhas de pequeno valor como eu comecei, ao mesmo tempo tenho ensinado este investimento à pessoas que possuem muito mais patrimônio do que eu.

O investimento em consórcios me proporcionou um crescimento exponencial nestes 17 anos. Se hoje eu possuo imóveis, ações e fundos de investimento, tudo isso é resultado daquele pequeno valor mensal que comecei investindo nos consórcios lá em 2002.

Ao mesmo tempo em que meu patrimônio foi crescendo, o perfil dos investidores que fui auxiliando também foi aumentando. Hoje atendo desde quem adquire uma cartinha de R$ 70.000, até quem faz planos de R$ 4 milhões ou mais, para adquirir imóveis de forma alavancada, ou investir na construção.

Atribuo isso a uma questão de identificação pessoal. Quem tem pouco dinheiro para investir costuma ter dificuldade para imaginar uma vida muitas vezes mais abundante do que sua situação atual. Ao ver o caminho que percorri desde o início, fica mais fácil ver onde dá para chegar.

Já quem tem patrimônio igual ou maior que o meu, sabe das dificuldades que passou até atingir este ponto, sabe o quanto é difícil fazer o dinheiro crescer com investimentos. Geralmente dedicaram muitas horas de trabalho para cada real investido. Esses se identificam com a perspectiva de fazer o que conquistaram crescer a uma velocidade maior do que vêm conseguindo fazer com seus investimentos atuais.

Então, se tu acreditas que eu possa te ajudar a começar teus investimentos, ou se está no ponto onde eu possa te ajudar a fazer eles renderem mais do que vem rendendo atualmente, estou aqui, à disposição, com a melhor orientação para sua situação particular.

Desde que comecei com os consórcios há 17 anos, ainda não encontrei investimento melhor e mais completo para quem tem valores mensais para investir. Vem comigo, que desenhamos um plano perfeito para ti.

Se deseja saber mais, leia os artigos do site Investimento em Consórcio, ou simplesmente entre em contato.

O segredo para enriquecer

Vou te contar uma coisa importante. Tu não vais enriquecer com aquela dica da fantástica ação que aumenta de valor 10x.

Muito menos irá enriquecer com a alocação do seu dinheiro naquele fundo que rende 130% do CDI, nem mesmo com o melhor fundo de ações que rendeu 200x desde sua criação.

Já tinha feito um video sobre este assunto alguns meses atrás. Hoje, lendo um dos relatórios da Empiricus, me lembrei de escrever este texto. No tal relatório, o analista falava sobre um novo fundo imobiliário que estava abrindo o capital, ou seja, oferecendo participação de suas cotas na bolsa.

O analista então falou de sua emoção dúbia. Feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz que uma excelente administradora de imóveis estava abrindo a possibilidade de investir com eles por um excelente valor, e triste porque como editor da Empiricus, não poderia participar de tal oferta.

Vamos pensar juntos. Se os editores da Empiricus (e de várias outras casas de análise, só estou usando eles como exemplo porque realmente foi o caso que me deu o estalo de parar a leitura e escrever isto). Voltando ao assunto… Se os editores da Empiricus, que historicamente possuem um track record excepcional de sucesso na escolha de excelentes opções de investimento, gerando lucros fenomenais para seus leitores, não podem investir em suas próprias ideias de investimento, em que eles investem?

E eles mesmos respondem esta pergunta, falando de fundos e opções mais simples e automatizadas que lhes são permitidas. Entregam a gestão de seus investimentos a terceiros que muitas vezes obtém resultados piores do que eles próprios conseguiriam obter se pudessem contratualmente investir o próprio dinheiro. Investimentos que rendem muito menos, historicamente, do que suas próprias convicções.

E porque fazem isso? Porque dar suas melhores idéias para os outros, em vez de usá-las eles mesmos?

Por um só motivo:

A melhor maneira de fazer seu patrimônio crescer de verdade, de forma acelerada, é ganhando mais. Então toda ideia genial que eles tenham, apesar de muito valiosa, é ínfima em termos de resultado em comparação com o quanto eles ganham ao divulgar esta idéia para milhares de pessoas que os pagam por boas ideias.

Investir um valor muito maior (ganho com seu trabalho) em alternativas que rendam menos, é muito melhor do que investir uma quantia pequena em algo que renda muito.

Trabalhe para ganhar dinheiro. Invista o máximo que puder do que conseguir ganhar, nas melhores ideias que conseguir encontrar, mas não se preocupe tanto assim em encontrar “a melhor ideia”. Estando acima da média, o quanto você investe é muito mais importante do que em que investirá.

Cerveja artesanal, hambúrguer e seu dinheiro

Sei que você tem um amigo que está fabricando cerveja artesanal. Talvez até tenha um amigo abrindo uma hamburgueria.

Deixa eu contar aqui… um amigo designer fabrica cerveja. Um amigo arquiteto não apenas fabrica cerveja, como abriu um bar/cervejaria onde inclusive vende hambúrgueres. Um amigo corretor de seguros, fabrica cerveja, mas só para os amigos. Um programador de computadores idem. Até meus advogados (sim, tenho negócios suficientes para precisar ter “meus advogados”) possuem uma cervejaria artesanal com fábrica e bar.

Pouco tempo atrás eram paletas mexicanas… Puxe a memória e você se lembrará do que veio antes das paletas…

Seja por diversão ou hobby, seja como um empreendimento que visa realmente faturar para sustentar famílias, as cervejas artesanais estão em alta.

E seu dinheiro com isso?

Algumas ideias rápidas para você pensar…

A cerveja artesanal do mercado financeiro é a proliferação dos “traders” de Instagram, dos analistas de Youtube, dos especialistas em ações de Facebook.

Já é difícil para a média das pessoas conseguir enriquecer. Por que você pensaria que seria possível encontrar o Santo Graal que o faria enriquecer rapidamente?

Enriquecer exige método, disciplina, conhecimento, e principalmente, tempo.

Tentar aprender o “pulo do gato” com aquele “especialista” com 10 anos de experiência e sucesso contínuo é aprender com quem nunca passou pessoalmente por nenhuma crise… 2008 já está distante 11 anos… a queda das Torres Gêmeas e o estouro da Bolha Pontocom então, nem se fala, lá se vão quase 20 anos.

Quando a próxima crise varrer o mercado dos gênios da vez, olhe para os que estão há mais tempo no jogo e aprenda com estes o poder das proteções e da diversificação.

Não deixe de surfar a onda fantástica que estamos vivendo. Só não ache que ela durará para sempre, nem arrisque tudo o que você conquistou em uma só classe de ativos.

E se precisar de ajuda, não hesite em chamar.

Curso de arbitragem com Bitcoins – turma de janeiro 2019 se formando

Há poucas semanas voltei de NY, onde ministrei as aulas da primeira turma do curso de arbitragem com Bitcoins.

Como surgiram algumas dúvidas dos interessados no curso, escrevi três páginas para resumir o que é tratado no curso, um mind map do mesmo, e as perguntas frequentes que tem surgido, principalmente referentes aos valores envolvidos.

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Além dos custos descritos acima, você deve acrescentar seus custos pessoais de viagem, hospedagem e alimentação.

Se você tem interesse em lucrar com a arbitragem que pode ser feita quando os preços do Brasil e do exterior apresentam grande diferença entre si, devido à baixa oferta e alta demanda que ocorre regularmente no mercado nacional, a hora é agora.

Como escrevi no texto acima, meu filho deve nascer no início do ano que vem, e por conta disto, a partir de fevereiro não devo mais realizar viagens por um bom tempo, pois não apenas quero acompanhar o nascimento, como faço questão de estar 100% presente durante os primeiros meses de vida. A próxima oportunidade de realizar este curso presencialmente em NY comigo, depois de janeiro de 2019, provavelmente só ocorra novamente depois de setembro ou outubro do próximo ano.

Entre em contato para se inscrever.

 

Dúvidas sobre o investimento em consórcios

Há algum tempo, o Rafael Jantsch fez uma entrevista comigo, onde explicava o investimento em consórcios e contava um pouco da minha trajetória pessoal neste investimento. Você pode assistir a entrevista aqui.

Esta semana o Rafael me enviou uma série de perguntas que um dos amigos que assistiu a entrevista enviou a ele. Respondi ao email, mas achei que as perguntas eram relevantes para mais pessoas, então publico aqui as mesmas, junto das respostas que dei.

Antes, porém, um pequeno resumo gráfico que fiz recentemente para um amigo.

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Vi vários vídeos seus e um me chamou atenção em especial. O vídeo em questão foi o COMO USAR CONSÓRCIO PARA CONSTRUÇÃO DE PATRIMÔNIO. Tive algumas dúvidas e gostaria de saber se poderia respondê-las. Ei-las:

1 – Se um consórcio demora a ser contemplado ou não é de fato, como posso lucrar com isso?

O consórcio é um investimento assimétrico, no sentido de que, se for contemplado rápido, gera lucros sensacionais, e se demorar muito para contemplar, gera lucros menores, mas ainda assim, gera lucros.

O segredo então está em investir com um horizonte mais longo, de formação de patrimônio, e não com vistas de curto prazo, como a poupança para uma viagem, por exemplo. Está ainda em ver o investimento como o conjunto das cartas de consórcio investidas ao longo do tempo, e não no de uma carta de crédito apenas. Uma carta que gere o lucro sensacional que o consórcio proporciona, compensa diversas cartas em que o lucro apenas empate com o lucro de investimentos tradicionais.

E as características dos grupos que indico para adquirir torna a matemática ainda melhor, pois usa das estatísticas de contemplação para escolher os grupos em que as probabilidades de contemplação mais cedo são otimizadas, ou seja, em que as características de formação do grupo permitam que sejam realizadas mais entregas no início do que no fim.

No vídeo o entrevistado sugere a possibilidade de manter a carta contemplada e alugar o imóvel.

Mas se eu quiser realmente me desfazer do investimento com algum ágio, digamos que não seja um imóvel, mas um carro ou moto, como ficaria a situação?

O investimento em consórcio funciona de maneira otimizada com o consórcio de imóveis. No consórcio de veículos, seja carro ou moto, até dá para lucrar da forma como explico para o de imóveis, mas o lucro depende exclusivamente da sorte, não contando com as probabilidades de contemplação mais cedo que existem nos grupos de imóveis.

Em todos eles, entretanto, não há a necessidade de comprar o bem, ou seja, comprar um imóvel e alugar, para pagar as prestações restantes, é apenas uma das possibilidades de lucro. A venda da carta contemplada com lucro pode ser feita diretamente, sem a necessidade de um imóvel entrar no negócio entre comprador da carta e vendedor com ágio.

2 – Seguindo a ideia de que eu não consiga ser contemplado, sigamos o raciocínio.

Vi em um outro vídeo (chamado: Quer investir e lucrar? Consórcio é uma ótima ideia”) que existe a possibilidade de não resgatar o prêmio, nesse caso o investimento fica como que aplicado e a rentabilidade seria semelhante ao de um CDB.

Entretanto sabe-se que o preço desembolsado pela carta é de 30 a 40% a mais que o preço que o produto de fato vale. Nesse caso assumindo uma valorização de 10% ao ano (média de um CDB), eu teria que esperar de 3 a 4 anos com a carta em posse para poder vendê-la com ágio ou pelo menos entrar no empate?

Neste caso, voltamos à resposta da primeira questão. Nem todo consórcio obterá o lucro máximo. Em alguns planos, tu terás apenas o retorno do investimento. O consórcio é vantajoso em relação a outras opções para quem tem a mentalidade de longo prazo e para quem entende que, no conjunto das cartas, algumas obterão ganhos razoáveis, mas não excepcionais. A questão é que as cartas que geram os ganhos excepcionais tornam a média dos resultados tão maiores, que no geral, os resultados são muito expressivos quando comparados a investimentos tradicionais.

Outra questão relevante é que após a contemplação, o valor que fica aplicado rendendo é o valor total do crédito contemplado, e não apenas o valor investido até então no pagamento das prestações, ou seja, a rentabilidade, sobre o que foi efetivamente investido, é bastante maior do que qualquer CDB ou títulos do tesouro.

3 – Digamos que ainda assim eu esteja interessado em investir nessa modalidade. Como eu vendo a carta?

Gostaria de ter nesse investimento uma renda passiva. Passiva mesmo. Não fazer absolutamente nada.

Seria possível encontrar comprador para as minhas cartas terceirizando a venda? Existem profissionais para isso? Quem faria isso? A concessionária? Um vendedor autônomo? O que sugere?

Eu tenho, devido aos meus textos explicando os benefícios do uso dos consórcios para aquisição de imóveis ou construção, uma longa lista de interessados na compra de cartas já contempladas. Uma longa lista que é muitas vezes maior do que a quantidade de cartas contempladas que tenho minhas, ou mesmo de meus clientes. Visto que a demanda é muito maior do que a oferta, a venda de uma carta contemplada costuma ser relativamente rápida, coisa de poucas semanas.

Do ponto de vista do investidor/vendedor, a questão toda se resume a assinar o documento de transferência e reconhecer firma no mesmo, enviando então por Sedex para que o comprador faça o mesmo e a transferência seja registrada.

Ps: Se não me engano, seu entrevistado chegou a falar que tem no consórcio uma renda passiva. Foi só maneirismo ou literal?

Não me lembro se falei isso, ou se ele entendeu dessa forma. O consórcio é uma maneira de formar patrimônio mais efetiva do que investimentos tradicionais. Isso se dá por conta de vários fatores.

Um deles, é o fato de que os boletos mensais das prestações do consórcio são uma forma efetiva de fazer com que a pessoa, todos os meses, pague uma parcela de seus rendimentos a si mesmo. É a regra básica de todos os livros de finanças pessoais e investimentos: pague primeiro a si mesmo.

Outro motivo são os ganhos excepcionais que o consórcio proporciona ao longo do tempo. Ganhos estes que podem se tornar uma bola de neve ao usarmos tais ganhos como lastro para a aquisição de novas cotas de consórcio que serão pagas com estes lucros, além das que mantemos com nosso fluxo mensal destinado ao investimento.

Chega um momento em que os valores investidos e os retornos por eles proporcionados se tornam efetivamente relevantes, podendo então ser direcionados em parte a investimentos mais tradicionais de geração de renda, como ações de dividendos, aluguel de imóveis, fundos imobiliários, ou mesmo mantendo o fluxo nos consórcios e reinvestindo apenas parte dos lucros e retirando parte como renda passiva.

Como em todo investimento, há um período de formação de reserva, e um período de colheita. O consórcio é uma ferramenta de investimento que permite que o período de colheita chegue mais cedo, pois a formação de reserva é acelerada com os ganhos excepcionais que as contemplações mais cedo proporcionam na média dos resultados.

Se o investimento em consórcios te interessou, fico a disposição para ajudar em todas as etapas do mesmo.

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