Deu ruim

Sala do escritor, um pouco mais organizada que a minha.

Quantas vezes você tentou fazer algo e o resultado não foi dos melhores?

Quantas vezes você desafiou o conselho de outras pessoas e se deu mal?

Quantas vezes você insistirá no erro de tentar fazer as coisas por própria conta?

Parabéns! Continue tentando.

“O custo de fazer algo e dar errado é muito menor do que o custo de não fazer nada.” — Seth Godin.

Uma amiga aqui do Instagram, a @mariaocaz, postou essa frase ontem e escreveu sobre ela o texto 28/30 do #desafiodos30textos. Faço dela meu texto 22/30.

Muita gente opta por não fazer nada para evitar críticas. Optam por não fazer nada para não ter que lidar com a dor de errar. Optam por não fazer nada por vergonha de parecer incapazes.

Incapaz é justamente quem nem começa. É quem faz só o feijão com arroz, e depois fica reclamando a vida toda que nunca conseguiu comer um bife. O mundo é dos ousados, de quem coloca a cara a tapa, daqueles que se atiram e dão o seu melhor. E se no processo caem, levantam, sacodem a poeira e tentam de novo.

Passei anos escrevendo um livro que nunca publicava. Refinando o que já estava pronto a muito tempo. E se meus amigos acharem o livro bobinho? O que vão pensar de mim? Nunca fui atrás de publicar de verdade. Então a sorte caiu no meu colo. E por ter o livro pronto, me atirei sem rede de proteção. Todos meus amigos estavam lá no lançamento, exemplares na mão, na fila para autógrafos. Nenhum falou mal do livro. Porque os amigos fazem isso, apoiam. Compram o livro que nem mesmo tem um conteúdo que precisem ou que os interessa, simplesmente porque é o livro de um amigo. A esses amigos agradeço de coração. É esse carinho que permitiu que um livro que ajuda muita gente para o qual é o livro certo, chegasse nessas pessoas ao ser publicado. Quem não precisa é justamente quem proporciona a coragem para que fosse publicado.

E se há 12 anos dei esse passo, neste 2021 retomo o rumo depois de um bom tempo parado. Já tem lá na Amazon um livreto pequeno, ridículo, curtinho, sobre um só assunto: “Consórcio: como não entrar numa fria”. É só o segundo, de muitos que virão.

A importância de consultar um especialista ANTES de adquirir um consórcio

Ontem vendi seis consórcios. Poderiam ter sido dez. Não faz diferença para mim, o valor final seriam os mesmos R$ 800.000 em crédito. Em um dos casos teria vendido 10 cartas de R$ 80.000 cada, mas o negócio final ficou em uma carta de R$ 400.000 e cinco cartas de R$ 80.000 cada. Tudo para o mesmo cliente.

Diferente do que acontece as vezes, quando a pessoa que já comprou um consórcio X ou Y me liga para tirar dúvidas, desta vez o interessado ligou antes de fazer a compra. Conversamos por uns 40 minutos, não apenas sobre as possibilidades que ele tinha em mente (investir), mas também sobre outros fatores da vida dele que poderiam afetar as decisões futuras sobre o assunto.

Na conversa, ele contou que tinha comprado um apartamento na planta, para morar. Entrega em dois anos. Trocamos uma ideia sobre a maneira como iria quitar o saldo na entrega. Com o Plano Pontual da Rodobens ele conseguiria fazer a quitação dentro de dois anos, independente de contemplar ou não. É um plano que possui um financiamento integrado que pode ser usado sem juros depois de 24 prestações pagas, mesmo que o consórcio não tenha sido contemplado. Utilizando esse financiamento automático, a quitação do mesmo se dá no momento da contemplação.

Com menos de uma hora de conversa ele resolveu dois problemas. Se não tivesse essa consultoria prévia, ele teria adquirido planos bons, mas que não resolveriam as diferentes necessidades que tinha. Acabaria caindo em um financiamento tradicional na entrega do imóvel e pagaria muito mais de juros do que com o plano que acabou fazendo.

Um caso oposto aconteceu mês passado enquanto ainda estava na praia. Uma pessoa ligou perguntando sobre o investimento com os consórcios. Me disse que já tinha adquirido duas cartas de determinada administradora, e conhecendo os produtos desta, expliquei que, para o tipo de investimento que eu explico, essas cartas não seriam adequadas.

Ele realmente queria investir como faço. Uma conversa prévia teria evitado a compra errada. O pior é que só há dois caminhos: ou ele assume o erro e perde o que já pagou, cancelando essas cotas, ou mantém, e acaba com um prejuízo enorme, pois quando contemplar, não obterá o resultado desejado. Só que cancelar implica em assumir ter errado. E isso é difícil para algumas pessoas. Foi o caso. Me mandou mensagem uns dias depois dizendo que iria continuar e entraria em contato quando contemplasse. Desejei boa sorte, mas avisei que não adiantaria entrar em contato quando contemplasse. Como já tinha explicado, não teria como ajudar com aquelas cartas, elas não possuem liquidez no mercado e não conseguiria vendê-las com lucro. É difícil aceitar a realidade.

Como começou

Primeiro logotipo da OpenSite

Os sonhos já vinham de longa data, mas o passo definitivo veio em 95 quando, junto com o Atsu, abrimos uma empresa cada um. Eu era sócio com 1% na empresa dele. Ele era sócio com 1% na minha. Esse era o esquema para abrir uma empresa LTDA em que o número mínimo de sócios tinha que ser dois, em uma época em que não existiam empresas EIRELI e acredito que nem mesmo ME. Pensando no assunto com a cabeça de hoje, imagina se um de nós tivesse construído um Google da vida e o outro navegasse tranquilamente com 1% dos resultados. Não teria do que reclamar, nem se fosse eu que tivesse construído isso, nem se fosse ele.

A questão é que não construímos um Google, mas muito antes deles começarem, fizemos algo ainda melhor para nós mesmos. Ainda era 1995 e acessar a internet era uma coisa complicada. Não existia Net, Virtua, redes WiFi em tudo que é lugar. Não existiam redes WiFi, para falar a verdade. Alguma das opções envolviam discar para um servidor da universidade, normalmente usando uma conta de algum amigo professor que emprestava a conta sem nem saber direito para quê. No servidor rodávamos um programa que “abria a rede” e, com outro programa rodando em nosso próprio equipamento, conseguíamos conectar.

Tudo isso já era melhor do que tinha sido uns anos antes, onde o acesso se dava somente por texto, com comandos crípticos que levavam a informações esparsas que podiam ser baixadas para o computador central, lidas exaustivamente e no meio disso, encontrávamos pepitas de informação interessante, como o texto completo do livro “O Guia do Mochileiro das Galáxias.”

Voltando ao começo, em 1996 já existiam maneiras um pouco mais simples de acessar a internet. O primeiro navegador, o Netscape, tinha sido lançado, e os programas de conexão haviam ficado um pouco mais simples de utilizar, com protocolos de comunicação que permitiam, no Windows 3, conectar e navegar em um ambiente integrado. Só havia um problema: não existiam provedores de acesso à internet aos quais poderíamos nos conectar.

O primeiro disponível aqui em Porto Alegre foi a Conex. Disponível é uma palavra forte. Existiam, mas eram um projeto de alunos da UFRGS. A conexão se dava com um computador da universidade inicialmente, e quando transformaram o projeto em empresa e abriram para o público as coisas não se tornaram melhores muito rápido.

Fomos lá nos informar. Havia uma lista de espera para podermos nos tornar clientes. Estávamos lá pelo número 3000. Estavam conseguindo atender por volta de 300 pessoas novas por mês. Nem pensar esperar mais 10 meses para podermos ter nossa conexão. A solução foi imediata, vamos montar nosso próprio provedor de acesso à internet!

Mais fácil falar do que fazer. Uma conexão dedicada de 64Kbps custava mais de R$ 2000 mensais (alguém aí calcula o quanto dá isso em valores de hoje). Para poder atender clientes precisávamos ainda de linhas telefônicas, impossíveis de adquirir na época. Teríamos que alugar, e custavam caro. Alugamos 30 linhas. Equipamentos, roteador, placa multi-serial para ligar os modems no computador central, o servidor principal, servidor secundário, computadores para podermos trabalhar, sistema de cobrança, integração com o banco para emissão dos boletos. Nada disso existia pronto como é hoje, tudo precisava ser feito do zero. Olhando para trás, é divertido ver o quanto evoluímos. Hoje me sinto como os exploradores do oeste, quando não existia nada além da costa.

Juntamos alguns amigos, e em seis, com um vendendo o carro, outro juntando as economias, outro trabalhando e trazendo dinheiro mensalmente para fechar sua cota, um configurando, outro desenhando, outro escrevendo e no final de poucas semanas tínhamos a empresa rodando, com propaganda no jornal e tudo mais. Quinhentos clientes logo de cara. Muito mais demanda do que oferta.

Bons tempos aqueles. Uma época bem diferente de hoje. Tente imaginar, por alguns minutos longos, como seriam seus dias sem telefone celular. Agora, imagine o seu dia sem a internet. Descrevi como fizemos para resolver nosso problema de conexão à internet, mas para falar a verdade, não havia muito o que fazer na internet naquela época. Era tudo mato! E a gente lá, com pás, picaretas, tentando desbravar esse novo mundo e explicar para as pessoas incrédulas, o quanto a internet iria mudar o mundo dentro de alguns anos. Parece que foi ontem, e foi, mas lá se vão quase 30 anos. Há uma geração inteira de jovens trabalhadores que nunca viram o mundo antes da internet. Fico imaginando como será a geração posterior à colonização da Lua, ou de Marte, gente que nunca imaginou que se vivia apenas na Terra, sem naves espaciais particulares, sem espaçoportos.

Escrevendo isso hoje, penso nas leituras que fiz do Hemingway. Não me comparando com ele, óbvio, mas lembro vividamente de ler sobre os dias dele em Paris, das rotinas, de buscar madeira para a lareira, de subir lances de escada até os apartamentos mais altos (e de aluguel mais barato), de uma vida sem ar condicionado, com piores condições sanitárias bem descritas em suas páginas. Nas doenças que já foram erradicadas com a descoberta de remédios e vacinas.

O começo da minha vida de empreendedor foi assim. As mudanças aconteceram com tal velocidade que é difícil de explicar para quem não viveu aquela época. E mesmo quem viveu de fora, apenas usufruindo de tudo que a internet nos trouxe, consegue lembrar de uma época em que nada disso existia. Mandar cartas, aguardar dias para chegar e não saber quando teríamos uma resposta. Telefonemas internacionais eram praticamente impossíveis e inviavelmente caros. Mandar um filho para intercâmbio e não saber se já tinham feito a primeira conexão no voo, a segunda conexão, se já tinham passado pela alfândega, imigração. Hoje não apenas temos tudo isso em tempo real, como ainda temos fotos de cada etapa da viagem. Isso quando não temos as mensagens chegando de dentro mesmo do avião.

Imagina bater uma foto e só ver o resultado alguns meses depois, quando finalmente acabasse o filme de 36 poses e mandássemos revelar. Muitas vezes nem lembrávamos onde tínhamos batido aquelas primeiras fotos, meses antes. Sim, porque a paixão pela fotografia também passou por uma revolução ao longo da minha geração. Os jovens adultos de hoje não sabem o que é viver em um mundo menos documentado, onde uma foto era um evento. Mas isso é papo para outra hora, vou ficando por aqui.

E você? Como tudo começou?

Algumas verdades inconvenientes

Você está morrendo. Desculpe dizer isso, mas todos estamos. A cada dia que passa, é um dia a menos que temos de nossas vidas. E aos 48 anos, se nenhuma grande revolução na medicina acontecer em seguida, posso já pensar que cheguei na metade do jogo. E você?

Não é de morte que quero falar, mas sim de vida. E daquelas verdades que custamos a acreditar, seja por comodismo, seja por idealismo, seja pelo motivo que for. Vou contar algumas histórias rápidas, e mostrar isso na prática.

O melhor momento dos meus dias se dá com meus filhos. Os piores, também. Nos melhores, posso destacar quando minha filha começa a explicar alguma coisa em que ela está envolvida. Neste momento o assunto é Minecraft, então isso é algo sobre contruir vilas, casas, e coisas assim. É fascinante ver o quanto eles aprendem e principalmente o quanto sabem mais que nós mesmos. Sim, a verdade é essa, mesmo nossos filhos pequenos sabem sobre algumas coisas, muito mais que nós.

Com meu filho, também é sensacional ver ele descobrindo coisas novas. Normalmente isso acontece nos nossos passeios diários, seja caminhando pelas ruas de Porto Alegre, seja com o carrinho vermelho que ele tanto gosta (e que a irmã dele também adorava), seja passeando de carro de verdade, que agora ele não apenas adora, mas pede seguido para passearmos juntos, só nós dois.

Os piores momentos são quando me irrito com alguma atitude deles. Piores porque leva menos de um segundo para me arrepender de algum grito. Piores porque em quase todas as vezes o errado sou eu. Sou adepto da teoria de que são apenas crianças fazendo coisas de criança. O problema dessa teoria é que ela não é fácil de se viver quando estamos cansados, com o sono em atraso, ou com o stress de outros assuntos pesando nas ideias. Porém é um dia após o outro, essa é a verdade, e assim, vamos tentando melhorar a cada dia. A verdade inconveniente é que o que me irrita não é tanto a atitude deles, mas o fato de que são coisas que tento, ainda hoje, corrigir em mim mesmo. É bem difícil se olhar de verdade em um espelho de carne e osso que tem teus traços e semelhanças.

Saindo da vida pessoal e partindo para a profissional, tem uma coisa que vem me incomodando há muito tempo e isso está acumulando a ponto de transbordar. Vou falar: é a estupidez das pessoas. Não estúpidas do tipo que faz coisas ruins para nós, mas estúpidas do tipo que faz coisas ruins para si mesmas.

Não sou o único produtor de conteúdo que existe por aqui. Muita gente boa está todos os dias publicando coisas que podem nos ajudar a crescer pessoal e profissionalmente. Há uma abundância de conteúdo espalhada por aí que nunca houve antes da internet, com acesso tão fácil. E nos dias de hoje, nem apenas em formato texto estão essas informações, mas em vídeos, em áudio, em infográficos. Tudo aí, disponível de graça. E as pessoas continuam não lendo, não vendo, não crescendo.

Há quase 20 anos produzo conteúdo de finanças pessoais. Tudo de graça. E não é que não tenha acesso, pelo contrário, estou há tanto tempo nisso, e com tal consistência, que mesmo não fazendo publicidade, mesmo não divulgando ativamente, as pessoas chegam. Mas o conteúdo é gratuito. E tudo que é de graça, é fácil de consumir, mas difícil de implementar. É essa a verdade contra a qual luto há anos. As pessoas não fazem o que aprendem!

Isso vale para mim. Eu já aprendi, há anos, que não adianta dar tudo de graça, as pessoas só vão realmente dar valor se lhes tiver custado algo que prezam, normalmente o dinheiro, porque ao tempo, a maioria ainda jovem não costuma dar valor. Já eu, tendo chegado próximo da metade da vida, penso mais no valor do tempo do que do dinheiro, visto que como disse acima, meus melhores momentos são de graça, com minha família.

O Ícaro de Carvalho, um cara novo, mas extremamente sábio em suas colocações sobre a vida, há algum tempo lançou um curso chamado Mente Blindada. Basicamente falava sobre o valor do trabalho e de não ficar pensando em formas de acelerar as coisas com hacks, com atalhos, por isso tudo ser perda de tempo. Dinheiro se ganha trabalhando. E para quem tem pouco para investir, o melhor investimento é em si mesmo, para ganhar mais. Muito melhor do que tentar achar a galinha dos ovos de ouro. Curso bom, curtinho e prático. Pago! Milhares de alunos satisfeitos. Sim, pagaram, aprenderam, implementaram em suas vidas, fez a diferença.

De forma resumida já tinha explicado isso em video há quatro anos. Muita gente assistiu, mas de graça. Legal, faz sentido, vamos pro próximo video de crescimento pessoal e podemos esquecer o anterior. Ou pior, vamos ver alguma bobagem qualquer para distrair e esquecer o que acabamos de aprender de graça.

Então dentro de algum tempo vou implementar algumas mudanças na minha rotina. Vou continuar produzindo conteúdo prático, de valor e gratuito, mas vou começar a empacotar alguns em formato de curso online em video. E ganhar dinheiro com isso. Quem quiser aprender de graça comigo ainda poderá fazer isso, está tudo publicado nos meus sites, mas quem precisa pagar para por as coisas em prática agora poderá também se beneficiar deste conhecimento.

Este texto é o primeiro de uma série de 30 textos para o #desafiodos30textos que a Gabi Pazos criou no Instagram. Ilustro ele com uma foto minha, de camisa rosa. Ela sabe o motivo. Me apresento em muitos círculos como escritor. Tendo livro publicado, por editora tradicional e tudo, posso dizer isso, mas a verdade é que nos últimos anos tenho escrito pouco. Isso muda a partir de hoje. Obrigado pelo desafio, Gabi.

Mais interação no Instagram

https://www.instagram.com/fperuzzo/

Esta semana comecei a participar mais ativamente do Instagram.

Se você se interessar em me acompanhar mais de perto, lá vou falar principalmente de consórcios, de finanças pessoais e de investimentos, mas de uma maneira mais próxima, com interação diária sempre que possível.

Já publiquei alguns videos por lá. Um dos maiores usos que pretendo dar para meu Instagram é em responder às dúvidas de todos, então acredito que seja legal acompanhar por lá, já que a dúvida de outra pessoa pode ser justamente aquela que você nem mesmo sabia que tinha.

Vai ser um prazer te ver por lá. Clique na imagem acima para ir para meu perfil e me seguir por lá.

Vejo no Instagram uma das melhores ferramentas para seu crescimento pessoal ou profissional, então se você ainda não conhece o App, acredito que valha a pena dar uma olhada.

https://www.instagram.com/fperuzzo/

Medo de sair

Em tempos de Coronavirus…

Todos devem conhecer o termo FOMO (Fear of missing out), o medo de perder algo legal por decidir ficar em casa. O medo de perder a melhor festa do ano, o melhor show, o video que todos estão comentando…

Acredito que nos próximos meses devemos começar a ver o oposto disso, o medo de sair de casa.

Será que para ver de perto aquele artista que gostamos vale mesmo a pena se expor a ficar próximo de milhares de pessoas que não conhecemos e que podem nos contaminar com um vírus altamente contagioso que mesmo que não nos faça mal podemos levar para casa e contaminar algum familiar mais vulnerável?

Será que eu gosto tanto assim daquela pessoa que faz aniversário hoje a ponto de correr o risco de adoecer para ir lá dar um abraço pessoalmente, ou é melhor telefonar ou fazer uma video-chamada?

Saio para almoçar fora, ou faço comida em casa? Ou chamo uma tele-entrega?

Se meu trabalho pode ser feito de casa, vale mesmo a pena me deslocar até um escritório compartilhado com outras pessoas? Participar de reuniões presenciais?

Quero mesmo passear no shopping para me distrair? Não seria melhor um livro, ou até mesmo um seriado qualquer no Netflix? Uma praça ampla? Uma caminhada no meio do mato ou na beira da praia (praia pequena, não grandes centros urbanos)?

Aquela viagem maravilhosa, aquele lugar que eu sempre quis conhecer… Será? Confesso que esta á uma das partes mais difíceis para mim, o desejo de viajar e conhecer outras culturas, outras arquiteturas, hábitos e pessoas, é uma das coisas que mais me move na busca de aprender sempre mais. Ficar sem viajar seria para mim uma das piores coisas que poderia acontecer em um mundo onde o medo de contaminação impedisse o livre fluxo das pessoas.

Nem falo aqui apenas das escolhas pessoais, neste último caso das viagens, mas também dos impedimentos de governos cada vez mais autoritários que vemos aparecendo, forçando as pessoas a ficar em casa, aplicando multas para quem ouse sair, fechando fronteiras. Será que no meio da minha viagem serei impedido de voltar ao meu país? Como vou sobreviver em um local onde deveria apenas passear por uns dias, como vou pagar as contas, como usar o sistema de saúde se for necessário?

O quanto o medo de sair de casa irá alterar seus hábitos? Quanto isso irá impactar nos hábitos de uma população? Quais serviços serão afetados por algo desse tipo? Quanta gente precisa sentir esse medo para que o que estamos acostumados como realidade mude definitivamente?

Posso estar errado, posso estar tomando uma realidade particular minha, de uma pessoa que mesmo antes disso tudo já gostava mais de ficar em casa do que de sair por aí. Posso estar pensando pelo ponto de vista da ansiedade que me acompanhou por toda a vida, e não pelo ponto de vista de uma pessoa mais relaxada em relação à isso, mas e se isso tudo se prolongar por mais tempo? Quanto tempo de restrição de mobilidade é necessário para lhe fazer rever seu ponto de vista? Quantas pessoas próximas precisam morrer para você começar a se preocupar com tudo que está acontecendo?

Ainda saio para fazer compras com certa frequência. Mesmo ansioso, estou menos trancado em casa do que muitos amigos mais tranquilos. Cuido, não toco em nada desnecessário, evito tocar no rosto assim que atravesso a porta de casa para rua, lavo as mãos e passo álcool gel com frequência, evito passar perto das pessoas, saio rápido e volto mais rápido ainda. Quando isso vai mudar? Quanto isso vai mudar?

Deixo as perguntas no ar. Como está sendo esta época para você?

No fundo do poço – Depressão, ansiedade, e trabalho

Se você sofre com depressão, ou acha que sofre disso, mas não tem certeza, espero que as palavras abaixo lhe ajudem.

A idéia de escrever este texto começou em março de 2019, assim que li a publicação do Chris Brogan [https://www.linkedin.com/pulse/uphill-both-ways-depression-anxiety-work-chris-brogan/] e me identifiquei muito com tudo o que ele relatava.

A motivação aumentou depois de ler tweets do Matt Haig [https://twitter.com/matthaig1] [https://www.matthaig.com], e um post no Facebook do meu amigo Alessandro Gonçalves [https://www.facebook.com/746912638/posts/10157261175557639?sfns=mo] foi o incentivo que faltava para eu finalmente partir para ação.

Começou como uma simples tradução do texto do Chris, mas a medida em que traduzia, colocava uma frase ou paragrafo extra falando de situações pessoais minhas, voltava, editava alguma coisa que tinha esquecido e que me voltou à memória, e no final, o que temos é o texto abaixo.

Se ajudar apenas uma pessoa, você que está lendo isto, já valeu a pena o tempo dedicado. A verdade é que valeu a pena de toda forma, e aqui já deixo uma dica que me ajuda muito a tornar os dias mais leves e suportáveis quando as coisas estão pesadas dentro da alma… Escrever cura. Escreva o que você sente. No mínimo, o ato de colocar os sentimentos em palavras e organizar as idéias desconexas te fará ver as coisas com mais clareza.

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O propósito deste texto é ser um breve relato de como se parece o que suponho ser depressão. Para você pode ser diferente, mas queria compartilhar para o caso de você sentir qualquer destas coisas, e se sentir sozinho ou errado por isso. Procure ajuda.

Acredito ser crítico que nós que sofremos com isso compartilhemos nossas histórias, para que outros se deem conta que não estão sozinhos. Para que outros possam ver uma fagulha de esperança na escuridão da depressão. E para que os que não sofrem com isso possam ver que isso é real. E causa danos reais.

A depressão tem sido uma companhia frequente, desde a adolescência ou até antes. Eu não sabia o que era até muito tempo depois que isso começou a bagunçar bastante as coisas para mim. Gostaria de ter ouvido mais histórias sobre o assunto lá atrás.

Como você pode tocar um negócio e lidar com a depressão ao mesmo tempo?

Antes de ter filhos, conseguiria dormir 12-16 horas quando lidava com a depressão. Eu iria para cama cedo, acordaria cedo, mas então optaria a voltar a dormir o máximo possível. Quando finalmente saísse da cama, me sentia como se caminhando em uma piscina de cola até a cintura. Tudo é mais lento. Com filhos a coisa é parecida, mas sem a possibilidade de ficar dormindo, ou mesmo de ir para cama mais cedo, então o cansaço torna ainda mais difícil a caminhada na piscina de cola. As coisas andam no automático.

Em dias bons, tomo um banho. Saio para rua, vou a uma cafeteria. Sorrio um pouco. Em dias ruins, decido que uma lata de sardinhas e um ovo frito é um almoço aceitável e tento não atender meu telefone ou responder emails ou mídias sociais.

Meu trabalho é basicamente criativo. Muito poucas pessoas entendem o que é necessário para produzir conteúdo criativo dia sim, dia também. Há um desgaste mental e emocional cada vez que você faz algo. Você pode perguntar: “mas tu não vendes consórcios de imóveis?” A verdade é que não, não vendo consórcios. Ok, vendo consórcios, mas isto é a fase final. O que eu faço é escrever sobre este assunto explicando da melhor maneira possível o porque disso ser um ótimo investimento. Escrevo sobre finanças pessoais. Oriento sobre investimentos. Tudo isso, apesar de não parecer, precisa de criatividade para tornar o assunto minimamente interessante. Se estou chateado (não a depressão, mas algo efetivamente me incomodando), então nada flui. Aí é quando a ansiedade bate.

Por muito tempo, eu nem mesmo tinha me dado conta que eu tinha ansiedade. Porque anos antes, eu tive ataque de pânico e sabia o que isso se parecia. Pensava que ansiedade fosse algo deste tipo, mas não é. Para mim, ansiedade é como um monte de abelhas. Todas elas gritando “e se, e se, e se, eseeseeseeseeseese” enquanto eu tento fazer algo útil.

Quando trabalho em algo criativo (como escrever isso para você), sinto o zumbido da ansiedade zunindo nas minhas orelhas. Eu tenho coceiras pensando em que mais deveria fazer que seria um melhor uso do meu tempo. Eu me preocupo com coisas que não aconteceram ainda.

Um dos gatilhos que já identifiquei que podem indicar que estou sofrendo com ansiedade é uma irritação intensa, auto-depreciação, síndrome do impostor, ou a simples vontade de simplesmente desaparecer.

É uma merda que a depressão me motiva a ignorar um monte de informações e a ansiedade grita comigo dizendo que estou deixando passar alguma tragédia prestes a acontecer.

Então como você produz qualquer coisa?

Estou escrevendo isso em um dia em que a incerteza pressionou meus botões de depressão. Isso é assunto vulnerável, e é ainda mais vulnerável porque estou escrevendo isso com intenção de publicar em seguida. Comecei a escrever incentivado pelos textos que mencionei no início, principalmente os do Matt, que já passou por isso em níveis muito mais intensos ou perigosos.

Estou escrevendo. Como? No geral, eu falo para minha depressão: “Certo, você teve o suficiente,” e tento ao máximo me colocar em um estado de trabalho diferente. Eu me forço a levantar, tomo um banho, coloco roupas de trabalho, e sento na minha mesa “de trabalho” e começo a escrever. Esses gatilhos físicos parecem ajudar muito.

Essas últimas semanas isto tem sido um pouco mais complicadas. Com as férias escolares, e sem suporte extra, somos só eu e minha esposa para cuidar de duas crianças pequenas e todas as tarefas de casa. Meu home-office deixou de existir com a transformação em quarto do bebê. Comprei uma sala que fica a apenas uma quadra aqui de casa, mas como ir para lá, com tudo a fazer por aqui? Então escrevo em etapas, na mesa da sala, nos raros momentos em que o bebê está tranquilo, a filha maior está brincando com ele e a mãe, e não há uma montanha de louça para lavar (caso em que eu não estaria aqui escrevendo, mas sim, lavando a tal pilha de louça.)

Mentalmente é difícil ficar depressivo enquanto você está no meio de um esforço de produção criativa. Eu não consigo digitar esta frase e concatenar todo o material mental que eu preciso para alimentar o lado intelectual da minha depressão ao mesmo tempo. (Claro, a química está toda lá, mas estou ativamente ignorando-a no momento.)

Então, consigo lidar com a ansiedade e ser criativo ao mesmo tempo? Estou fazendo isso agora, mas deixa te contar, as abelhas são barulhentas. Preciso urgentemente de um café (e todo bom adepto da auto-medicação sabe que a cafeína ajuda com a ansiedade), e então, quando acabar de escrever isso para você, vou fazer um café na minha caneca de sempre, passado no filtro individual, já que só eu tomo café aqui.

Interações sociais são uma coisa completamente diferente

Eu tenho o imenso prazer de conhecer milhares de pessoas através do trabalho que faço. Eu já passei momentos únicos ao lado de pessoas muito inteligentes e especialistas em suas áreas. Quer saber? Eu provavelmente já passei algum tempo com você, se você está lendo isso. Muito provável.

Mas sou também um introvertido por natureza. Eu gosto de doses de interação social. Eu gosto de falar com as pessoas intensamente por um tempo, e então posso não entrar em contato para nada, por anos. Nunca há um pensamento negativo associado a isso pelo meu lado. Eu apenas acho que as pessoas todas tem vidas ricas e completas, e que realmente não precisam estar em constante contato com todos com quem já se encontraram.

A depressão bagunça as interações sociais. É uma mistura estranha. Você não deseja mesmo contato com ninguém porque está preso na piscina de cola da depressão. Mas você se sente mal quando outros não entram em contato aleatoriamente com você. Este é um dos grandes problemas dos relacionamentos: ninguém lê mentes. Você pode desconsiderar a “leitura de mentes” nos outros rapidamente, mas com depressão, muitas das nossas regras desabam.

E há o aspecto de simplesmente não conseguir fazer nada. E há coisas que precisam ser feitas. As realmente urgentes, acabo fazendo. Tenho sistemas de apoio que não me deixam extrapolar os prazos. Normalmente quando estou no fundo do poço, faço essas coisas no último minuto, mas faço. Pagar contas, por exemplo. Há gente que depende de mim para seus negócios, para seus lances no consórcio, coisas desse tipo… A ética profissional embutida no meu DNA não deixa que eu falhe nisso, mas deixa te contar, é um esforço sobre-humano.

O problema de não conseguir fazer nada é exatamente o de decepcionar exatamente quem eu não poderia decepcionar mais: eu mesmo. Quando estou no fundo do poço, sou o último a receber um agrado. Então se um cliente liga com um problema, resolvo o problema. Já se alguém que ainda não tem relacionamento profissional comigo entra em contato para dizer que gostaria de contar com minha ajuda, a piscina de cola me prende de tal forma que deixo aquele email lá guardado, para ser respondido depois, com mais calma, com mais dedicação, com mais atenção… E isso pode demorar uns dias… Ou mais… As pessoas boas relevam esse tempo, entram em contato novamente, pensam que o email possa ter sido extraviado, e, se o novo email chega em um bom momento, consigo responder de imediato e eventualmente fechar negócio. Se não, provavelmente foi uma porta que se fechou justamente em um momento em que mais precisaria de portas se abrindo na minha frente.

Interações sociais também podem ser desafiadoras. Especialmente na era do Instagram e Facebook. Porque você tem a prova visual (e a falácia mental) de que você está tendo a vida social menos divertida e mais desagradável de todos que você conhece. Porque claramente (por favor liguem seus filtros de sarcasmo) todo mundo posta um pouquinho de suas vidas no Instagram e no Facebook, e não apenas as melhores partes selecionadas a dedo para parecer ainda melhor do que são.

Dicas de mídias sociais para pessoas “quebradas”

  • Se você está no auge da sua depressão/ansiedade, fuja do Facebook e do Instagram. O que você menos quer é aquela sensação falsa de que todo mundo está se divertindo, menos você.
  • Tudo bem postar em algum lugar que você está se sentindo para baixo. Você precisa procurar sua própria ajuda.
  • Compartilhar completamente seu buraco emocional não irá lhe beneficiar mais tarde. É perfeitamente bom/importante/incentivado dizer, “Pois é, lidando com alguma depressão no momento.” Mas pare por aí. A não ser que você vá falar sobre como seu trabalho está indo bem.
  • Outras pessoas ficarão desconfortáveis quando você falar destas coisas. Tente manter o assunto leve, fácil, e se você puder, tranquilize um pouco a mente das outras pessoas.
  • Dormir é importante. (O suficiente, não demais.) Algumas vezes, nos perdemos em video games, maratonas de seriados no Netflix, e coisas desse tipo. Temos que limitar este tipo de estímulo próximo da hora de dormir. Você verá mais claramente no dia seguinte.

E aqui segue uma coisinha que normalmente me incomoda: Não se preocupe em gritar adeus se você tiver que dar uma pausa em alguma rede social. Está tudo bem se você não responder um comentário ou alguma menção. Simplesmente desapareça pelo tempo que você achar necessário, e volte quando desejar. (A não ser que seja seu trabalho, e aí, comece a trabalhar com as pessoas sobre contingências.)

É como quando você decide sair de uma festa “à francesa,” ou seja, sem avisar ninguém. Você simplesmente desaparece. Só vale se realmente ninguém nota que você se foi.

Eu acredito que em mídias sociais, sair à francesa é a melhor maneira de lidar com a depressão. Mas se você precisa estar lá e manter presença, então produza mais do que responde e olha da postagem dos outros. Essa é a regra de ouro.

No fundo do poço, mas não sempre

Claro que parece que algumas vezes tudo me arrasta através do poço de cola. Minha cabeça parece cheia nestes momentos. É como estar mergulhando na piscina, tudo lento e com o som abafado.

Nos momentos ruins, não consigo ir em frente. Não há momentum. Em horas melhores como a que estou usando agora para escrever isto, é como se um raio de sol surgisse por um lapso de tempo. Você consegue sorrir um pouco. Você pensa de forma coesa sobre o que deseja realizar.

Então isso não é uma coisa de “sempre.” Não é sempre escuridão. Na verdade, muitas pessoas lidam com o stress, ansiedade e depressão usando a comédia como ferramenta. Comediantes profissionais geralmente lidam com vários níveis de depressão. Infelizmente, perdemos algumas das pessoas mais engraçadas para o suicídio. Parece haver uma relação próxima entre a atividade de comediante e a depressão. O nome Robin Williams te lembra de alguma coisa?

Pessoas com depressão RIEM!

É muito importante se dar conta que a depressão e a ansiedade e todas essas coisas nem sempre impedem sua habilidade de amar e de rir. Você pode lidar com a depressão e amar. (Você pode ser um FDP mais seguido, então se prepare para pedir mais desculpas e consertar as coisas com mais frequência.) Você pode ter ansiedade e encontrar ótimos motivos para rir.

Claro, é o fundo do poço, mas não o tempo todo.

Traga todas suas falhas para o trabalho, e descubra como você pode obter sucesso mesmo que você esteja “quebrado.”

E só para deixar claro, está tudo bem por aqui. Afinal de contas, olha o tamanho do texto que saiu 🙂

Espero ter ajudado. E que nós tenhamos muitos dias de sol. Feliz 2020.

Há 17 anos adquiri meu primeiro consórcio imobiliário

Consórcios, 17 anos depois…

Chega até a ser engraçado, mas já se passaram 17 anos desde que adquiri minha primeira carta de consórcio, lá atrás, em 2002 e 14 anos que abri a Megacombo, minha empresa criada para divulgar o consórcio de imóveis como ferramenta de investimento.

Lendo a página de como nasceu a Megacombo, relembrei como comecei, com a aquisição de cartas de R$ 25.000, a menor que tinha disponível na época, equivalente hoje à carta de R$ 70.000.

É engraçado lembrar de tudo isso, porque apesar de eu continuar ajudando muitas pessoas a iniciar seus investimentos desde o princípio, começando com uma ou duas cartinhas de pequeno valor como eu comecei, ao mesmo tempo tenho ensinado este investimento à pessoas que possuem muito mais patrimônio do que eu.

O investimento em consórcios me proporcionou um crescimento exponencial nestes 17 anos. Se hoje eu possuo imóveis, ações e fundos de investimento, tudo isso é resultado daquele pequeno valor mensal que comecei investindo nos consórcios lá em 2002.

Ao mesmo tempo em que meu patrimônio foi crescendo, o perfil dos investidores que fui auxiliando também foi aumentando. Hoje atendo desde quem adquire uma cartinha de R$ 70.000, até quem faz planos de R$ 4 milhões ou mais, para adquirir imóveis de forma alavancada, ou investir na construção.

Atribuo isso a uma questão de identificação pessoal. Quem tem pouco dinheiro para investir costuma ter dificuldade para imaginar uma vida muitas vezes mais abundante do que sua situação atual. Ao ver o caminho que percorri desde o início, fica mais fácil ver onde dá para chegar.

Já quem tem patrimônio igual ou maior que o meu, sabe das dificuldades que passou até atingir este ponto, sabe o quanto é difícil fazer o dinheiro crescer com investimentos. Geralmente dedicaram muitas horas de trabalho para cada real investido. Esses se identificam com a perspectiva de fazer o que conquistaram crescer a uma velocidade maior do que vêm conseguindo fazer com seus investimentos atuais.

Então, se tu acreditas que eu possa te ajudar a começar teus investimentos, ou se está no ponto onde eu possa te ajudar a fazer eles renderem mais do que vem rendendo atualmente, estou aqui, à disposição, com a melhor orientação para sua situação particular.

Desde que comecei com os consórcios há 17 anos, ainda não encontrei investimento melhor e mais completo para quem tem valores mensais para investir. Vem comigo, que desenhamos um plano perfeito para ti.

Se deseja saber mais, leia os artigos do site Investimento em Consórcio, ou simplesmente entre em contato.

Os ótimos lucros ocorrem à portas fechadas

Todos buscamos o maior lucro possível para nossos investimentos, ao mesmo tempo em que tentamos minimizar ao máximo os riscos de nossas aplicações, mas sabemos também da validade daquele velho ditado: “quem não arrisca, não petisca.”

Como resolver esta equação? Onde estão os maiores lucros? Como minimizar nossos riscos? Como participar dos negócios que possuem potencial de lucrar o dobro ou mais do que investimentos tradicionais, se não para todo nosso dinheiro, ao menos para uma parte que aceita o desaforo do risco?

O primeiro segredo está justamente descrito na frase acima, arriscar apenas uma pequena parte do seu dinheiro, deixando o restante investido de maneira mais conservadora. Um tiro errado não causará grandes problemas, mas basta um tiro certo para multiplicar os lucros de forma significativa.

A segunda parte é descobrir onde estão os bons negócios. E nisto, só há um segredo, andar com as pessoas certas. Não teria sido ótimo participar da criação do Google, da Amazon, da Senior Solution, para pegar uma das nossas? Não seria interessante ter participação naquele terreno com excelente localização antes de uma grande construtura se interessar por ele para seu novo prédio?

Estou escrevendo isso agora, porque ontem uma pessoa me ligou. Um construtor. Constrói pequenos prédios de ótima categoria em bairros caros da cidade. E pensando em ampliar seus empreendimentos e construir prédios maiores, me procurou buscando investidores interessados em participar dos lucros. Não estamos falando de 1% do CDI, nem de 1,5%, mas do dobro ou mais, com prazo de investimento de dois anos. Há riscos? Claro que sim, o mercado imobiliário pode travar ou até despencar, mas e aquela coisa do “quem não arrisca não petisca?” Você está pronto para arriscar?

Só para citar mais de um, além desse empreendimento citado acima, estou envolvido com um grande loteamento no litoral de SC. Oportunidade de compra de terrenos muito abaixo do valor que deveriam ter, por conta de pequenos inconvenientes que minha participação no negócio visa solucionar.

Todos os dias surgem oportunidades desse tipo na minha mesa. Nem todas são interessantes, nem todas cabem nas minhas habilidades, mas com certeza há alguma em que você poderia se encaixar e lucrar. Meu trabalho é estar de olhos e ouvidos atentos. E simplificar, explicar, e orientar.

Se você procura uma boa oportunidade de onde investir, certamente podemos conversar.

A porta está aberta. Seja bem vindo.

Prêmio Qualy Rodobens 2017 – Ilha de Comandatuba

Acabo de publicar na página da Megacombo um rápido vídeo de agradecimento aos clientes e amigos novos que adquiriram seus consórcios comigo entre julho de 2016 e junho de 2017 e proporcionaram, com essa confiança em meus ensinamentos sobre o uso do consórcio como ferramenta para formação de patrimônio, a conquista de mais um Prêmio Qualy da Rodobens.

Placa do Prêmio Qualy Ouro 2017

A viagem como sempre foi maravilhosa, e a Ilha de Comandatuba, na Bahia, parece ser um pequeno pedaço do Hawaii em solo brasileiro.

Chegando ao paraíso.

Viajamos com a Isabella, que aos quatro anos, não poderia ter gostado mais das piscinas, gramados para correr livremente, atividades diversas ao ar livre e muita diversão o tempo inteiro.

Aproveitamos ainda para rever os amigos e renovar as energias para um novo ano ainda mais especial. Planos novos, recém saídos da prancheta mostram porque a Rodobens é a melhor administradora do país, inovando a cada dia para benefício de seus clientes. Ferramentas digitais que facilitam a vida dos clientes e parceiros, ampliando o acesso à informação tornam tudo ainda melhor.

2018 chegou mais cedo este ano!

E terminamos com festa! Banda Cheiro de Amor dando show no Luau da última noite de comemorações!