Liberdade – Escada da aposentadoria

Liberdade, para mim, é poder dispor de seu tempo como bem entender. É não precisar bater ponto no serviço, é não precisar chegar cedo na própria empresa para manter as coisas funcionando e dar o bom exemplo aos funcionários.

Liberdade é conseguir conquistar a independência financeira, da forma como a definimos anteriormente.

Escada da Aposentadoria. Degraus para a liberdade.

Desenvolvi uma técnica que me permitiu alcançar a liberdade muito antes do que seria possível normalmente. Chamei esta técnica de Escada da Aposentadoria. É uma técnica muito simples, mas poderosa se bem utilizada.

Defina um padrão de vida relativamente modesto, mas ao qual você consegue se adaptar de maneira a viver feliz dentro daquele teto de gastos. Para conseguir isto de forma um pouco mais agradável, estabeleça alguns prêmios regulares que lhe tragam uma alegria acima da média. Pense em coisas que lhe proporcionem alegria e ao mesmo tempo não sejam tão caras a ponto de bagunçar seu orçamento. Um filme no cinema com regularidade, por exemplo. Tirar o tempo para uma maratona de sua série favorita uma vez por mês. Preparar um jantar especial em sua casa no fim de semana. Passear por um parque que lhe traga lembranças especiais. Tomar aquele café da manhã “de hotel” na sua padaria preferida, aos sábados pela manhã.

Destine um percentual da sua renda a estes pequenos presentes regulares. Assim, os pequenos esforços e as coisas que você eventualmente deixe de fazer por estarem fora do seu padrão de vida atual não se tornam insustentáveis.

A medida em que você se especializa e cresce profissionalmente, não aumente seu padrão de vida. Mantenha a mesma rotina, os mesmos hábitos, as mesmas facilidades. Continue indo trabalhar de ônibus ou metrô. Dê preferência por morar perto do trabalho para não perder tanto tempo em trânsito, ou leia um bom livro no caminho do trabalho.

Tudo que você passa a ganhar a mais com este crescimento, invista integralmente na sua formação de patrimônio. Desta forma, sem o aumento do seu custo de vida, você atingirá muito mais rápido a independência financeira definida por este primeiro degrau.

Pronto! Você conseguiu, e nem demorou tanto. Você possui patrimônio que gera renda suficiente para lhe sustentar neste padrão de vida pré-definido sem precisar trabalhar. Agora sim, suba um degrau.

Defina algumas coisas extras que você pode acrescentar na sua vida agora que você ganha mais e já possui bens que lhe garantam aquele padrão anterior. Não use todo seu salário para isso, mantenha um percentual razoável para “pagar a si mesmo” em primeiro lugar. E aproveite a vida com o restante.

De novo, neste segundo degrau, ao começar a ganhar mais ao longo dos próximos anos com seu desenvolvimento na carreira, não aumente seu padrão de vida imediatamente. Destine esses recursos extras para acelerar sua formação de patrimônio e logo, em pouco tempo, você terá este patrimônio lhe gerando renda para sustentar este segundo degrau de independência.

Repita isto ao longo dos anos e você verá que não apenas você vive bem ao longo do tempo, mas, na medida em que seu patrimônio aumenta e os rendimentos que esse patrimônio gera, permitem que você mantenha seu padrão de vida mesmo sem trabalhar.

Você passa a ter o poder de escolha. Você não precisa mais aceitar uma proposta profissional que não lhe agrada, com medo de não ter como pagar as contas do mês. Você pode pleitear uma promoção e como tem garantias, pode inclusive jogar a carta do “ou recebo a promoção que desejo, ou vou procurar quem me pague o que vale meu trabalho,” sabendo que seu padrão de vida está garantido, e que você terá tempo para encontrar algo melhor para continuar sua ascensão profissional e galgar os próximos degraus de liberdade.

Conforto

Conforto implica em coisas que gostamos de ter e que depois de as ter não queremos abrir mão. Pode ser, por exemplo, uma viagem para o Nordeste todo ano, um carro com ar-condicionado… São os aumentos no nosso padrão de vida. É um apartamento maior, é um sofá novo, é um carro mais potente.

O conforto vem depois da tranquilidade na minha cabeça. Então não tem sentido para mim, trocar de carro ou apartamento caso precise utilizar a reserva de tranquilidade descrita acima para isso. Tenho a sorte de ter casado bem, pois minha esposa compartilha comigo dessa ideia.

Ou seja, tendo a segurança e tranquilidade garantidas, o que ganho pode ser dividido para adquirir mais conforto, liberdade e luxo. Foi o que fiz quando dediquei o valor que antes construía minhas reservas para o pagamento do novo apartamento.

Note que depois que passamos a usufruir de maior conforto, pode ser necessário aumentar nossa reserva de emergência para dar conta do custo extra deste conforto. Em caso de problemas, temos que pagar a gasolina a mais que o carro potente consome em relação ao carro popular, a conta de luz do apartamento maior pode ser maior que era a do apartamento pequeno, etc.

Cada decisão tem impactos, analise o que é necessário e o que pode ser postergado um pouco mais caso implique em custos recorrentes muito maiores, e não apenas no custo de aquisição.

Ouro para as emergências

Há alguns anos, quando lia um dos livros da série Pai Rico, Pai Pobre, havia uma indicação para ler uma história no site Rich Dad Gold, que já não existe mais.

Lá, a história falava do ouro como um metal que atraía riquezas.

Contava isso de forma bastante lúdica. Explicava uma receita mágica para ganharmos mais. Dizia que devíamos possuir, em ouro, o valor que gostaríamos de ganhar mensalmente. Simples assim.

Quer ganhar R$ 5.000 por mês, tenha R$ 5.000 em ouro perto de você. No texto ele dizia que não era imediato, mas que a medida em que aumentavam suas reservas de ouro, com o tempo, aumentavam seus rendimentos mensais. Gostei da história, mesmo sabendo que não passava disso, de uma história.

Como gosto de coleções, resolvi fazer uma pequena experiência. Passei a compra regularmente uma pequena moeda de ouro. Existem moedas de ouro que não possuem valor de coleção, são vendidas pelo peso em ouro. Com isso, parte da minha reserva de emergência é baseada em moedas de ouro.

Estas moedas possuem uma grande vantagem sobre outras formas de guardar dinheiro. Como são moedas lindas, não há o menor incentivo em vendê-las para colocar a mão no dinheiro. Então no caso de uma necessidade tenho certeza que farei um esforço bem maior que o normal para conseguir resolver o problema sem que seja necessário vender minhas moedinhas.

Note que apenas uma pequena parte da reserva de emergência deve ser feita desta maneira, tendo em vista que não possui tanta liquidez quanto uma aplicação mais tradicional e os custos de venda podem gerar uma pequena perda nominal. Além disso, o ouro varia de preço de acordo com o humor do mercado, pode ser que você precise do dinheiro em um momento ruim em que a cotação do metal esteja baixa. Essa seria a reserva da reserva, aquela para utilizar somente em casos de tragédia financeira real, uma doença grave não coberta pelo seu seguro saúde, por exemplo.

Sobre a história? Sabe que é verdadeira! Para mim, ao menos, deu muito certo. Uns meses depois de começar minha coleção, o dinheiro passou a entrar em abundância.

Reserva de emergência

Uma das formas mais efetivas de obter tranquilidade é através da formação de uma reserva de emergência.

A reserva de emergência também costuma ser chamada de Colchão de Liquidez.

Lembro de quando era adolescente ouvir meu pai dizendo: “Quem tem um colchão de segurança nunca passa trabalho na vida.” Isso me marcou forte, porque nas piores situações, nos momentos mais dramáticos, o colchão de segurança sempre esteve lá cumprindo sua função e segurando as pontas até os problemas estarem resolvidos.

O objetivo deste valor, que pode ser entre três a doze meses do seu custo de vida, dependendo de sua empregabilidade ou segurança no emprego, é simplesmente estar lá disponível para uma emergência, como diz o nome. Para este dinheiro é importante ele nunca ter rentabilidade negativa e possuir altíssima liquidez. Vale até deixar o dinheiro na conta corrente, se a inflação não for tão alta.

Imagine a situação de perder o emprego, quanto tempo você levaria para conseguir outro que lhe pague mais ou menos o mesmo que costumava ganhar? Ou uma doença que exija seu afastamento do trabalho, por quanto tempo você poderia manter as contas em dia sem receber seus pagamentos mensais? Isso pensando que você tem um bom plano de saúde, se não tiver, quanto custaria o tratamento?

Para esta reserva de emergência, então, você deverá contar com um investimento como um bom fundo de renda fixa com liquidez diária e baixa taxa de administração ou uma aplicação no Tesouro Selic, onde o dinheiro cai na sua conta no dia seguinte ao resgate. Já um CDB com prazo de dois anos onde você perde todo o rendimento se sair antes, não é boa opção.

Sugiro um fundo sem baixa automática para conta corrente ou até mesmo em um banco diferente do que usamos para o dia a dia. Assim, podemos pensar se é mesmo uma emergência o motivo de precisar do dinheiro e evitamos usar a reserva de emergência para fins menos nobres, como comprar algo antes de termos o dinheiro para isso.

Conheça a si mesmo.

Quais seus objetivos? Quais suas necessidades pessoais?

Cada um de nós tem particularidades que devem ser levadas em conta em nossos planos de longo prazo. Investir para formar patrimônio e atingir a independência financeira ou a aposentadoria precoce é um plano de longo prazo. Devemos pensar profundamente sobre o que queremos atingir, mas ao mesmo tempo devemos pensar também em que prazo desejamos isso e que caminho desejamos trilhar até lá.

Meu plano pessoal de investimentos é relativamente simples. Acredito que a simplicidade nos leva a boas escolhas. Não acredito em investir em coisas que não compreendo. Todo o dinheiro que ganho é alocado seguindo alguns poucos princípios básicos. Quando eu respeito esses princípios as coisas vão bem. Quando extrapolo (não sou perfeito), esses deslizes costumam cobrar seu preço.

O plano visa me dar as coisas que preciso, nesta ordem:

  1. Segurança
  2. Tranquilidade
  3. Conforto
  4. Liberdade
  5. Luxo

Note a ordem em que listei os objetivos acima. Esta ordem faz toda a diferença em relação aos resultados que você pode obter na vida através do gerenciamento do dinheiro que você ganha com seu trabalho e esforço diário.

Esta ordem representa o que funciona para mim. Suas escolhas podem ser diferentes, e neste caso, você deve desenhar seu plano de acordo. Vou explicar os motivos de eu ter escolhido estes objetivos, o que cada um representa, e porque os coloquei nesta ordem específica.

Automatize seus investimentos

Como solucionar a falta de disciplina em investir mensalmente? Tornando o investimento um hábito. E como facilitar para que isso se torne um hábito?

A parte boa de viver nos dias atuais de alta tecnologia é que a disciplina pode ser obtida sem grandes esforços se dispusermos de alguma forma de lembrança automática de que devemos nos pagar primeiro. E isso pode ser obtido facilmente de diversas formas. A mais simples de todas é colocar um alarme em nosso smartphone para todo dia de pagamento nos avisar de guardar nossa parte antes de pagar as contas mensais.

Da mesma maneira que podemos colocar nossas contas em débito automático, também o nosso investimento pessoal pode se beneficiar disto. Uma forma simples de fazer isso é programando uma transferência automática de determinado valor para a conta de seus investimentos todos os meses. Também podem ser usadas ferramentas de investimento como os consórcios, onde todo mês chega o boleto de pagamento de suas cartas de crédito.

Com um consórcio deste tipo, todo mês temos a prestação sendo paga e gerando uma reserva que um dia se transformará em um imóvel. Esse pode ser o imóvel onde iremos morar ou um imóvel que alugaremos para receber renda mensal, mas como vou explicar em capítulos mais avançados, o consórcio de imóveis pode ser uma ferramenta de alavancagem para ser usada para potencializar enormemente os seus investimentos em renda fixa e renda variável.

A melhor maneira de garantir que você investirá de maneira consistente é automatizando ao máximo seus investimentos.

Se você ainda não tem nenhuma reserva financeira, já passou da hora de começar. Torne seu investimento mensal automático, que você verá a mudança acontecer em sua vida.

Repita até ficar rico

Investir é tarefa para toda vida. Torne isso um hábito.

Não tem muito o que comentar sobre esse último passo. Disciplina é a palavra-chave aqui. Pagar a si mesmo primeiro tem que se tornar uma regra básica de vida. Somente assim é que conseguiremos qualquer sucesso financeiro na vida. Somente assim teremos a tranquilidade de saber que nosso futuro pode estar garantido. Somente assim poderemos dar a nossos filhos o que talvez não tínhamos quando começamos nossa vida profissional.

Eis os quatro passos para a independência financeira. É tudo muito simples. A maioria deve estar agora pensando que tudo que escrevi aqui é muito óbvio. Então a questão que resta é simples: se é tão óbvio assim, porque tão pouca gente segue esse esquema simples para conquistar a independência financeira? Eu mesmo respondo esta pergunta. O que falta para a maioria das pessoas conseguirem aplicar essa receita é simplesmente a disciplina de pagar a si mesmo em primeiro lugar. Sempre, todos os meses, sem falta.

Pague a você primeiro

Guardar para si não significa gastar o que guardou para comprar o que deseja. É fazer esse dinheiro trabalhar a seu favor. Essa pequena diferença mensal entre o que você ganha e o que você gasta para viver irá formar a base da sua independência financeira.

Os resultados obtidos com a aplicação deste dinheiro também devem ser utilizados com este mesmo objetivo. Se você investe em um título de renda fixa que pague juros regulares, esses juros devem ser reinvestidos, não gastos. Se você compra ações, os dividendos devem ser reinvestidos na aquisição de mais ações ou outros investimentos.

Reinvista seus lucros.

O segredo deste passo é fazer seu dinheiro crescer e manter ele crescendo com o percentual mensal que você continua pagando a si mesmo, mas também com os rendimentos que esse dinheiro conseguir gerar ao longo do caminho.

Estude onde investir seu dinheiro.

Conheça a si mesmo. Existem investimentos adequados a diferentes perfis de pessoas. Saiba se você tolera o risco, aguenta o sobe e desce dos seus investimentos, ou prefere paz e tranquilidade e escolha o investimento mais adequado ao seu perfil. Quem não suporta ver seu dinheiro desvalorizar e corre para trocá-lo de investimento quando há uma queda não deve investir na bolsa ou em fundos de ações até entender que esse investimento pode render bem mais que um fundo de renda fixa, mas pode também desvalorizar muito de um mês para outro, recuperando, por exemplo, três meses depois.

O problema é que não há bala de prata, não existe investimento que renda sempre positivo, que renda bastante, que seja totalmente seguro. Temos que equilibrar nossa carteira de investimentos em diferentes classes de ativos, ou seja, investir um pouco em cada tipo de investimento, de maneira a equilibrar nossas expectativas com o sobe e desce de uns e outros ao longo do tempo, tentando, na média, obter resultados positivos no conjunto dos investimentos.

Viva com menos do que ganha

Viver com um menos do que conseguimos ganhar parece ser a maior dificuldade dos dias atuais. A quantidade de propaganda a que somos submetidos, a pressão da sociedade em exigir que tenhamos determinadas coisas, tudo trabalha para que busquemos atalhos no meio do caminho. As redes sociais não ajudam muito, fazendo parecer que nossos amigos vivem vidas muito mais interessantes que as nossas.

A realidade, no entanto, não permite atalhos. O preço de viver acima de seu padrão de vida faz boa parte do nosso dinheiro ser usado para pagar juros aos bancos, às lojas, menos a nós mesmos. É uma sensação irreal de conquista. O preço que pagaremos por essa pequena sensação momentânea é o perpétuo viver pequeno, não crescer porque manter a aparência de ser grande custa mais caro do que realmente ser grande. O que é melhor, andar de BMW financiada hoje e não possuir uma casa própria na velhice ou andar de ônibus enquanto temos pernas fortes e poder contar com nossa casa própria e também a BMW para vivermos melhor daqui a alguns anos? Claro que é muito melhor ser rico com saúde do que pobre e doente, mas não estamos falando de preferências mas sim de escolhas atuais e futuras. As decisões que tomarmos hoje afetam diretamente nosso futuro.

Todos precisamos de pequenos mimos de vez em quando. Não deixe de viver para juntar dinheiro. É necessário método. Viva com 90% do que ganha. Sobram 10% para pagarmos a nós mesmos. Pague-se primeiro e depois gaste o restante.

Teremos que cortar algumas coisas? Sim. Se for necessário, significa que estávamos vivendo acima de nossas possibilidades. A quem enganamos? O problema de enganar a si mesmo é que alguma hora alguém vai ter que pagar essa conta. Opa, nós mesmos arcaremos com as consequências de nossa inconsequência.

Viva de forma equilibrada. A vida não se resume apenas a guardar dinheiro. O importante é a caminhada, não o destino final, mas guarde uma parte de tudo que ganha para que o final seja tranquilo.

Aumente sua capacidade de ganhar mais

Dizem que “não importa tanto o quanto você ganha, mas sim o quanto gasta e quanto sobra no final para investir.”

MENTIRA!!!

O jeito mais fácil de juntar um caminhão de dinheiro não é encontrando investimentos mágicos que façam suas merrecas crescerem. O jeito mais fácil de juntar um caminhão de dinheiro é GANHAR um caminhão de dinheiro com seu trabalho ou seus negócios.

Quanto mais ganha, mais fácil é fazer sobrar para destinar ao seu patrimônio e seus investimentos. Mais fácil é economizar e fazer seus investimentos atingirem um valor relevante a ponto de sustentar seu padrão de vida apenas com os rendimentos.

Em vez de pesquisar por um investimento que renda pouco mais do que você já conhece, use este tempo para aprender algo novo que te permita ganhar mais com seu próprio trabalho.

Imagine ter R$ 10.000 ou R$ 100.000 aplicados em renda fixa. Rende pouco mais de 2% ao ano, depois dos impostos.

Pesquisando, você descobre um CDB fantástico de um banco pequeno, que paga 120% do CDI, ou seja, 20% a mais que seu fundo de renda fixa.

Quanto rende a mais esses tais de 120% do CDI? E eu respondo, aproximadamente 0,4% a mais ao ano. Ou seja, para R$ 10.000 investidos, com risco muito maior de perder tudo, você ganhará R$ 40 a mais no ano! Mesmo que você tenha um valor maior, R$ 100.000 investidos, você ganhará apenas R$ 400 a mais para correr mais riscos.

Em vez de buscar um retorno miserável a mais em seus investimentos, não seria mais fácil dar um jeito de ganhar mais? No caso de uma reserva de R$ 100.000, estamos falando de pouco mais de R$ 30 mensais. Será que se tornando um profissional mais qualificado você não consegue um aumento bem mais considerável que isso? E volto a lembrar, esse valor ridículo implica em você ter os tais R$ 100.000 investidos.

Pare de procurar investimentos milagrosos e se dedique a aprender as coisas que lhe permitam crescer profissionalmente e ganhar mais com seu trabalho, e assim, poder investir mais. Seu futuro agradece.