Como investir e ganhar dinheiro na construção de imóveis

ATUALIZAÇÃO em 2011: Muita coisa boa aconteceu desde dezembro de 2005, quando escrevi originalmente este artigo. Para conhecer a maneira mais lucrativa, mais segura, mais fácil e mais automática de investir e lucrar com a construção de imóveis, leia as informações no site: http://www.investimentoemimovel.com.br.

Abaixo, segue o artigo original, mas como disse acima, leia diretamente as informações mais atualizadas sobre como investir na construção de imóveis.

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Uma forma bastante interessante de investir em imóveis sem ter todo o capital que seria necessário para fazer isso sozinho é usar a teoria do “Dividir para conquistar”. O nome mais formal dessa forma de organização é Incorporação Imobiliária, que é basicamente, um Grupo de Investidores por Cotas.

Vejamos por exemplo como construir um pequeno prédio de 8 apartamentos de R$ 140.000 cada um. Vamos imaginar que o custo de construção deste prédio seja de R$ 800.000 já com o valor do terreno, de forma a termos um lucro total de R$ 320.000 na hora da venda das unidades. São 40% de rendimento no final do empreendimento.

Podemos dividir o investimento em 80 cotas de R$ 10.000, sendo que cada 10 cotas equivalem a um apartamento completo. As pessoas que vão investir nesta incorporação podem comprar quantas cotas quiserem, mas podemos também definir uma quantidade mínima, por exemplo, 2 cotas por pessoa. Neste caso precisaríamos de no máximo 40 investidores.

No final de 24 meses (6 meses de projeto e 18 meses de construção, por exemplo), os apartamentos podem ser vendidos e os investidores partem com seu lucro, provavelmente para iniciar o próximo empreendimento… E assim segue a vida. A coisa toda é bastante simples depois de formarmos um grupo de pessoas focadas em investir seriamente nisto. E pelos valores expostos, dá para notar que podemos fazer isso com um capital inicial relativamente pequeno (no exemplo, apenas R$ 20.000).

Para quem não tem nem os 20.000 iniciais, há ainda a possibilidade de fazer o mesmo tipo de investimento substituindo os R$ 20.000 iniciais por prestações mensais de R$ 1.000.

Outra coisa que deve ser levada em conta é que como não vamos pagar a construção e materiais todos logo no início, a quantia arrecadada entre os investidores fica investida na conta da incorporação, rendendo juros todo mês e aumentando ainda mais o lucro final.

Estou formando um grupo para este tipo de investimento aqui em Porto Alegre. Se você leu isso e se interessou, entre em contato. Caso tenha interesse em contratar uma empresa para gerenciar este tipo de investimento para seu grupo, possuimos um grupo multidisciplinar que inclui administrador, engenheiro, arquiteto, advogado, corretor de imóveis, secretário, contador…

Lucrar mais de 60% em um investimento de apenas 2 anos, garantido por um prédio inteiro plantado na terra. Tem coisa melhor? Tem, mas isso só conto na semana que vem. Fiquem atentos para o próximo artigo…

Faça sua aposta

— Mauro Halfeld

Viaje no tempo, de volta para 1992. Você é um investidor internacional e seu corretor lhe sugere investir em ações na China ou no Brasil. Os dois países têm enorme potencial econômico. Qual deles teria mais chance de adicionar valor ao seu patrimônio nos próximos onze anos?

Esse interessante caso foi analisado pelo professor Jeremy Siegel, da Wharton Business School. O crescimento da economia chinesa já havia decolado em 1992. Dez anos antes, o governo de Deng Xiaoping iniciara um programa de reformas. Em 1990, a Bolsa de Xangai foi aberta e causou grande excitação nos chineses. Dois anos depois, o número de ações listadas saltaria de 20 para 70, e o volume de negócios triplicaria em relação ao ano anterior.

Em 1993, o preço das ações chinesas disparou, e famílias americanas já investiam em fundos de ações dedicados aos orientais. Muitos acreditavam que a economia chinesa iria crescer enormemente nos próximos anos. Acertaram. O PIB chinês cresceu 9,3 % ao ano, em média, nos onze anos que se seguiram. Simplesmente, o triplo do forte crescimento anual americano no mesmo período. Em 2003, o PIB chinês, ajustado pela paridade do poder de compra, já era o segundo maior do mundo.

Por outro lado, o Brasil começou os anos 90 em crise. Em 1992, tivemos a queda de Collor, e a inflação fechou o ano em 1.100%. Fernando Henrique venceu as eleições em 1994, reduziu a inflação substancialmente à custa de juros exorbitantes e de uma âncora cambial. Em 1999, o mercado derrubou o mito do real forte em um país com enormes déficits em suas contas externas. Escândalos políticos, apagão e forte austeridade nas contas públicas geraram insatisfação.

Em 2002, Lula ganhou as eleições gerando uma forte crise nos mercados. De 1992 a 2003, o PIB brasileiro cresceu só 1,8% ao ano, ficando entre os piores desempenhos dos países em desenvolvimento. Enquanto o PIB chinês acumulou um crescimento de 166% em onze anos, o PIB brasileiro aumentou apenas 22%.

Que país teria enriquecido mais o patrimônio dos investidores em ações? A resposta certa é Brasil. Sim, de 1992 a 2003, uma quantia de mil dólares investida no índice de ações chinês valeria só US$ 320. Por outro lado, mil dólares aplicados no Ibovespa valeriam US$ 4.781!

Qual o motivo dessa aparente distorção? No início do período analisado, as ações chinesas já estavam muito caras e as brasileiras eram vendidas a preços de banana. Moral da história: muito mais lucrativo do que aplicar em países e empresas da moda é comprar ativos que estejam desvalorizados.

Como começar a investir em imóveis sem capital inicial

Muita gente tem interesse em investir em imóveis, principalmente depois de ler o livro Pai Rico, Pai Pobre, do Robert Kiyosaki. Para muitos isso parece ser uma tarefa impossível, geralmente por falta de capital para começar.

Pontos importantes:

Uma forma de iniciar o investimento em imóveis seria obedecer a regra básica de se pagar primeiro. Fazendo uma economia mensal de pelo menos 10% de tudo que se ganha, daria para juntar um capital razoável depois de algum tempo. Mas a maioria das pessoas simplesmente não tem a disciplina necessária para isso.

Nosso problema inicial então pode ser resumido em três tópicos principais: pagar a si mesmo primeiro, ter a disciplina de fazer isso todos os meses por tempo suficiente e depois de um tempo fazendo esta economia mensal, resistir à tentação de gastar esse dinheiro em alguma coisa qualquer.

Como resolver esses problemas:

O investimento em consórcios resolve de maneira extraordinária todos esses problemas. Podemos usar a carta de crédito, quando contemplada, para adquirir nosso primeiro imóvel, fazendo com que o valor do aluguel pague as prestações restantes deste consórcio.

O primeiro problema a ser resolvido é pagar a si mesmo primeiro. Esse é o mais fácil de ser resolvido. Com as prestações do consórcio chegando todo mês em nossa caixa de correio não temos como esquecer esse pagamento mensal. Automaticamente estamos pagando a nós mesmos primeiro. E automaticamente resolvemos o segundo problema, pagar a nós mesmos todos os meses.

Devemos notar ainda que esse pagamento mensal não é um custo. Apenas estamos trocando nosso dinheiro de lugar. Tirando do banco, onde é fácil de gasta-lo em bobagens e colocando nos consórcios. Com isso resolvemos o terceiro problema de resistir a tentação de gastar o dinheiro em qualquer bobagem. O dinheiro continua sendo nosso mas só pode ser usado quando contemplamos o consórcio. Ao usar o crédito contemplado, adquirimos um imóvel e quem paga o restante da conta é nosso inquilino.

Ao comprar um imóvel com a carta contemplada e garantir o pagamento das prestações restantes do consórcio com o valor do aluguel do imóvel comprado, voltamos a ter nosso fluxo de caixa mensal disponível para fazer um novo consórcio. Dessa forma, depois de algumas contemplações dos consórcios já nos tornamos investidores imobiliários. Tudo isso começando com o pagamento mensal de apenas uma carta de consórcio.

O que fazer agora? Parta para ação. Quem não faz nada continua sempre no mesmo lugar!!!

Para saber mais sobre o investimento em consórcios visite a página da Megacombo. Lá você poderá ler um pouco mais sobre a minha trajetória e como o investimento descrito neste artigo permitiu meu sucesso pessoal e profissional. Leia também o site Investimento em Consórcio para aprender um pouco mais sobre esse assunto.

Sucesso e bons negócios.

Fabrício Stefani Peruzzo.

Multiplicando bem-estar

É com muita satisfação que anuncio o lançamento do meu novo livro: “Multiplicando Bem-Estar – Como desenvolver sua própria distribuição de base domiciliar, ilimitada e milionária”. Indicado para qualquer empreendedor interessado em investir de R$ 500 a R$ 10.000 na abertura de um negócio internacional, flexível e abrangente.

Multiplicando Bem-Estar será comercializado nas principais livrarias do Brasil a partir de 20 de novembro e eu ficarei muito feliz de recebê-los para um brinde na Saraiva Mega Store do Shopping Ibirapuera (São Paulo), com data a confirmar.

Como muitos de vocês sabem, minha especialidade é Vendas Diretas na modalidade de Marketing Multinível e este é o meu terceiro livro. Também sou diretor da Chance Network, consultor da DirectBiz, conselheiro da Revista VENCER! e membro do Comitê de Relações Acadêmicas da ABEVD – Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas.

Sempre me irritam as mensagens promocionais à base de SPAM, enviadas por amadores que sequer entendem do que se trata, promovendo “oportunidades” questionáveis, de uma forma abusiva e infantil. Por favor, isso nada tem a ver com essa indústria de US$ 90 bilhões no mundo, muito menos com a carreira que escolhi há 12 anos pra mim. Tem a ver, sim, com a característica humana, identificada na maioria das pessoas, de preferir buscar atalhos e acreditar em ilusões que não se sustentam, a arregaçar as mangas para construir o próprio futuro. Os empreendedores de verdade sabem separar as coisas (e por isso têm sucesso enquanto os outros fracassam).

Em nenhum negócio do mundo existe dinheiro fácil! O que sempre existe é trabalho duro e recompensa. A diferença está no tipo de recompensa que se obtém, quando o seu trabalho é bem feito.

Multiplicando Bem-Estar explica o tipo de recompensa exponencial que se pode obter através do desenvolvimento (profissional) de uma distribuição de base domiciliar, ilimitada e milionária. Trata-se de um passo além da franquia (com menos risco, menos investimento e maior potencial de retorno). É trabalhoso e pode levar alguns anos (de 2 a 5 é a média), mas o resultado é incomparável com qualquer outro negócio (renda residual progressiva).

Multiplicando Bem-Estar passa pela decisão de fazer algo diferente e atravessa as três fases do negócio, como Distribuidor, Qualificado e Top (quem divulga essas “promessas milagrosas” não consegue passar da condição de Distribuidor porque não entende de negócios, liderança, vendas, finanças, satisfação de clientes, imagem etc). Portanto, seja qual for o seu grau de conhecimento, encontrará dicas preciosas.

O livro se destina às pessoas que conseguem deixar o preconceito de lado e pesquisar uma fonte confiável sobre o assunto. Afinal, por trás desse incômodo causado pelos “propagadores de correntes fraudulentas”, existe uma indústria seríssima, próspera em todo o mundo, e muita gente boa ganhando rios de dinheiro. As maiores companhias de cosméticos e suplementos nutricionais do mundo escolheram esse canal de vendas porque sabem que é muito poderoso.

Estou totalmente aberto a debater sobre o assunto e ajudar a desmistificar o que vocês, formadores de opinião, conhecem sobre Marketing Multinível.

Somente com informação de qualidade conseguiremos colocar os fraudadores na cadeia e acabar com essa ilusão de dinheiro fácil sem sair de casa.

Um grande abraço,

–Sergio Buaiz

http://www.chance.com.br/mbe

SERGIO BUAIZ – Publicitário, escritor, consultor e conferencista. Diretor da Chance Network, conselheiro da Revista VENCER!, autor dos livros “Multiplicando Bem-Estar”, “Pai-Líder” e “A Fórmula da Liderança”.

10 mandamentos da boa gestão empresarial

Uma pequena contribuição sobre gestão empresarial. Pode parecer simplório, mas é basicamente com estas 10 regrinhas que empresas como AmBev e ALL são campeãs na geração de riqueza para seus acionistas (Jorge Paulo Lemman, dono delas, que o diga. Não é à toa que ele é um dos homens mais ricos do mundo com seus 2,6 bi de dólares).

Analise cada uma delas e as imagine funcionando em sua empresa:

1 – O verdadeiro critério da boa qualidade é a preferência do consumidor por nossa organização;

2 – É necessário gerenciar as organizações para obter tal preferência;

3 – Só se gerencia o que se mede;

4 – Gerenciar é atingir metas (objetivo gerencial + valor + prazo);

5 – Com medições pode-se comparar o quanto se faz (real) com o quanto se deve fazer (meta);

6 – Problema é um resultado indesejado (real diferente da meta);

7 – Para atingir metas é necessário resolver problemas;

8 – Para resolver problemas é necessário método;

9 – Você pode usar vários métodos para resolver problemas, como o terorema de Chutágoras ou os Cálculos Hipotéticos Usando Técnicas Estatísticas (CHUTE). No entanto o método científico de resolver problemas é o PDCA (Planejar, executar (DO), Checar e Agir, ou em bom português: “Problemas Devem Cientificamente Acabar”);

10 – Ninguém sabe sempre a solução de todos os problemas. Por isso antes de querer se mostrar como o sabe-tudo na reunião, baseie seu discurso em fatos e dados (medições).

Parece simples demais pra ser verdade. Mas há mais sabedoria nestas regras do que eu consigo colocar neste texto. Foi seguindo estas idéias que o Japão saiu de país destruído na segunda guerra a potência mundial. É baseada nestes valores que a AmBev já impôs seu modo de gerenciar negócios à Interbrew. É seguindo estas regras que a Toyota é a montadora mais rentável do mundo. É rezando esta missa que a Gerdau não para de crescer no mundo. É com estas crenças que Aécio Neves está dando um show de administração pública em Minas Gerais, eliminando um déficit público de R$6,2 bilhões anuais em apenas dois anos de mandato (imagine se ele vier a ser presidente do Brasil e fizer o mesmo no governo federal!). E por aí vai.

Sucesso e bons negócios.

Helder Barboza

Os primeiros passos de um líder

1 – Aprenda a seguir. Seguir os desejos da sua empresa, de seus clientes, de sua equipe, e fazer com que todos convirjam para um mesmo ponto.

2 – Lute para que todos foquem no que é melhor para a equipe e a empresa, e não no que é melhor para você.

3 – Aprenda com cada situação que você passar, seja ela boa ou ruim. Cada acontecimento é uma oportunidade para repetir os sucessos e evitar os fracassos daqui para frente.

4 – Tenha algumas pessoas em quem você confia para pedir conselhos. Liderança não significa estar sempre certo ou ter as respostas instantaneamente a cada momento. Liderar significa ouvir opiniões, refletir, e escolher a mais adequada para o momento. Mesmo que, a princípio, seja contrária ao seu primeiro pensamento.

5 – Lidere pelo exemplo. As pessoas vão fazer o que você quer apenas se você realizar aquela ação, viver aquela forma de trabalhar dia-a-dia.

6 – Desde o início, procure delegar tarefas para sua equipe. Eles responderão bem à confiança que você deposita neles.

7 – Foque no futuro. Um líder deve trabalhar para assegurar que a empresa esteja melhor amanhã do que hoje.

Retirado da Revista Liderança & Supervisão
Nº 15 – agosto/05
http://www.lideraonline.com.br

O Líder


O Líder: a Autobiografia do Mais Famoso Prefeito de Nova York
Rudolph W. Giuliani

Mais um campeão de vendas. Antes de 11 de setembro, Rudolph Giuliani já havia começado a escrever este livro sobre liderança. Por ocasião dos terríveis acontecimentos daquele dia, os conceitos elaborados por ele ao longo de alguns meses foram postos em prática. Em poucas horas, durante o ataque ao World Trade Center, o autor, como prefeito da cidade de Nova York, recorreu a todos os princípios apresentados neste livro. O Líder apresenta os seguintes capítulos, entre outros:

11 de setembro de 2001
Primeiro as Prioridades
Prepare-se sem Descanso
Todos são responsáveis, o tempo todo
Cerque-se das melhores pessoas
Reflita, então decida
Prometa de menos, entregue demais
Desenvolva e comunique fortes crenças
Seja independente
Lealdade: a virtude vital

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Você Milionário


Você Milionário

Michael LeBoeuf

Este livro contém muitas verdades sobre o dinheiro, ditas de forma simples e direta. É tão simples, que a maioria das pessoas não acredita em seu poder e deixa de ser muito próspera por não colocar esses ensinamentos em prática assim que o descobrem.

O autor ensina rapidamente o que precisamos fazer para ganhar, poupar, fazer crescer e gastar. De forma direta ele mostra que o importante não é o que ganhamos, mas sim, o que fazemos com o que ganhamos.

Leitura obrigatória para todos que tem o desejo sincero de enriquecer e propiciar uma vida de prazeres para si e para sua família. Clique agora mesmo no link para comprar e não deixe-se atingir pelo demônio da procrastinação. Faça agora, pois sabe que não vai fazer depois.

Muitas pessoas gostariam não só de ter dinheiro mas também tempo para aproveitá-lo. Ter as duas coisas ao mesmo tempo parece impossível, mas Michael LeBoeuf é prova viva de que essa meta pode ser atingida. Ele afirma que há apenas quatro coisas sobre o dinheiro que é preciso saber: como ganhá-lo, como poupá-lo, como investi-lo e como desfrutá-lo. A filosofia financeira simples de LeBouef inclui truques testados e aprovados para maximizar seu dinheiro.

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Foreign Exchange – Alerta vermelho

Por Adriana Cotias e Daniele Camba De São Paulo

Há cerca de um ano, o diretor financeiro de uma empresa paulista recebeu uma proposta para aplicar no mercado internacional de moedas, o foreign exchange (forex, na sigla em inglês). Motivado por promessas de ganhos polpudos, ele foi convencido a deslocar uma parte da sua poupança pessoal para a aventura das operações alavancadas – ou seja, montando posições acima dos valores que o aplicador efetivamente dispõe. Depois de ser envolvido na adrenalina dos derivativos, ele não viu um único centavo do valor aplicado de volta. O investidor perdeu US$ 80 mil.

Histórias assim não são mais tão raras em praças como São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Empresas bem instaladas, com consultores de fala afável e ditos conhecedores dos meandros da engenharia financeira mundial têm procurado investidores que costumam diversificar a alocação de seus recursos, mas sem experiência no mercado externo. Essas consultorias atraem clientes para “brokers” (corretoras) internacionais e são comissionadas por isso.

Quando o prejuízo vem, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tem dificuldade de punir esses escritórios porque os investidores não fazem denúncias formais. Além disso, o presidente da CVM, Marcelo Trindade, lembra que atualmente muitas dessas empresas só atuam por meio de sites na internet, dificultando ainda mais a fiscalização.

A CVM tem se esforçado para cercear esse tipo de atividade e, na sexta-feira, publicou dois pareceres de orientação. Um deles diz que qualquer divulgação de oferta de valores mobiliários pela internet caracteriza oferta pública e, como tal, requer registro da CVM. O outro vai no cerne das operações de forex, confirmando que qualquer intermediador estrangeiro que ofereça investimento a residentes no Brasil têm de estar registrado na CVM. “Além de fiscalizar, estamos fazendo um esforço para alertar o investidor a não comprar produtos não registrados”, diz Trindade.

Ele lembra que, como forex é um derivativo, as empresas que captam clientes para esse tipo de negociação precisam, obrigatoriamente, estar registradas na CVM, o que não tem ocorrido. O presidente da autarquia também afirma que não é permitido qualquer tipo de promessa de retorno. Algumas de forma velada e outras explicitamente, as consultorias de forex embutem estimativas de lucros em seus discursos. “Qualquer esforço do intermediador para alcançar um ganho configura-se como promessa de retorno”, explica o presidente.

O investidor lesado resiste em fazer a denúncia formal porque o envio de dinheiro ao exterior para aplicar no forex é considerado ilegal em algumas circunstâncias. Pelas regras cambiais brasileiras, não é permitido remeter recursos para investir em derivativos fora do país. Segundo o sócio do escritório Mattos Filhos Advogados, José Eduardo Queiroz, esse investimento só é previsto com objetivo de “hedge” (proteção). Uma empresa que possua dívida em euros pode, por exemplo, montar posições nessa moeda para se proteger de flutuações no câmbio.

No caso do forex, segundo Queiroz, aos olhos do Banco Central, além do investidor, o banco que fechou câmbio para formalizar a remessa também comete uma ilegalidade. “O investidor está fazendo algo proibido e o banco também, ao permitir que seu cliente mande recursos para fazer uma operação que não tem previsão cambial no Brasil”, explica o advogado.

A reportagem do Valor visitou um desses escritórios. Recebida por dois funcionário, obteve a explicação de que as operações de forex consistem em montar posições cambiais em dólares, por exemplo, contra ienes, libras ou euros, estabelecendo um limite de perdas (“stop loss”). No caso de ganho, em que a divisa escolhida variasse um centavo para cima, o retorno poderia atingir 30% num único dia. Na média, para um investidor conservador, o ganho seria de 10% ao mês, em dólar.

Para concretizar a transação, o investidor teria de abrir uma conta num “broker” inglês, localizado nas Ilhas Virgens Britânicas e que opera na América Latina por meio de uma filial no Panamá, com remessas a partir de US$ 20 mil. O banco destinatário está baseado na Suíça e tem ramificações que vão de Londres a Jersey ou de Nova York a Taipei e Cingapura. Segundo um dos funcionários, as instituições estão submetidas à legislação e fiscalização dos respectivos países. Já a consultoria, por prestar serviços de informações financeiras, não teria de responder a nenhum órgão regulador no Brasil.

No caso do executivo paulista, ele primeiro foi convencido a remeter pequenas quantias (de até U$ 20 mil). Depois dos primeiros ganhos, de 20% a 30%, a proposta da corretora evoluiu para operações chamadas de corporativas, com aplicações mais vultosas, entre US$ 50 mil e US$ 100 mil. “Mas no final, quando você pede para retornar os recursos, eles te convencem a fazer uma última operação.”

No meio do pregão, o operador telefonou para o investidor e disse que estava perdendo tudo. Pediu coberturas adicionais para reverter o prejuízo. O buraco foi aumentando até ele desistir. O rombo chegou a US$ 80 mil. “Você não tem controle sobre as posições, não sabe se estão sendo manipuladas e o dinheiro desaparece em segundos da sua conta virtual.”

Pai Rico, Pai Pobre

Livro “Pai Rico, Pai Pobre”

Se você quer saber como ficar rico e continuar rico, leia este livro! Aprenda o que os ricos ensinam a seus filhos sobre dinheiro que a classe média e os pobres não ensinam!

“É excelente. Em algumas horas devorei o livro, passadas algumas semanas ainda estou aprendendo algo novo. Vale a pena descobrir o que anda errado com você e o poder que você mesmo tem para mudar a sua história. O conteúdo é inigualável”
–Adna Teixeira, Brasília, DF.

“Sensacional livro. Toda pessoa que deseja um futuro econômico e financeiro auspicioso o deve ler e comprar para seus filhos. Já o recomendei a mais de dez amigos.Imperdível!!!”
–Daniel Gustavo C. Coulomb, Rio de Janeiro, RJ.

“A série de finanças pessoais “Pai Rico, Pai Pobre” acaba de atingir a marca dos 200 mil exemplares vendidos.”
–Folha de S.Paulo, Caderno Dinheiro, 9/4/2002

Saia da “Corrida dos Ratos”!

Se você observar a vida das pessoas de instrução média, trabalhadoras, você verá uma trajetória semelhante.

A criança nasce e vai para a escola. Os pais se orgulham porque o filho se destaca, tira notas boas e consegue entrar na faculdade. O filho se forma e, então, faz exatamente o que estava determinado: procura um emprego.

O filho começa a ganhar dinheiro, chega um monte de cartões de crédito e começam as compras. Com dinheiro para torrar, o filho vai aos mesmos lugares aonde vão os jovens, conhece alguém, namora e, às vezes, casa.

A vida é então maravilhosa, marido e mulher trabalham: dois salários são uma benção. Eles se sentem bem-sucedidos, seu futuro é brilhante, e eles decidem comprar uma casa, um carro, uma televisão, tirar férias e ter filhos. A necessidade de dinheiro é imensa!

O feliz casal conclui que suas carreiras são de maior importância e começa a trabalhar, cada vez mais, para conseguir promoções e aumentos. A renda aumenta e vem outro filho… e a necessidade de uma casa maior. Eles trabalham ainda mais arduamente, tornam-se funcionários melhores. Voltam a estudar para obter especialização e ganhar mais dinheiro. Talvez arrumem mais um emprego.

Suas rendas crescem, mas a alíquota do imposto de renda, o imposto predial da casa maior e outros impostos também crescem. Eles olham para aquele contracheque alto e se perguntam: para onde todo esse dinheiro vai?

O feliz casal está agora preso na armadilha da “Corrida dos Ratos” pelo resto de seus dias. Eles trabalham para os donos da empresa aonde trabalham, para o governo, quando pagam o impostos, e para o banco, quando pagam cartões de crédito e financiamentos. Trabalham e trabalham, mas não saem do lugar. Esta é a “Corrida dos Ratos”. (trecho adaptado do livro “Pai Rico, Pai Pobre”)

Se você se identificou com algum trecho desta história e deseja mudar, sair da “Corrida dos Ratos”, é preciso adquirir proficiência financeira: a maioria das pessoas passa anos na escola e nunca aprende nada sobre dinheiro. O livro “Pai Rico, Pai Pobre” é o seu primeiro passo para sair da “Corrida dos Ratos”.


Capa do Livro “Pai Rico, Pai Pobre” da Editora Campus.

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Por que o título “Pai Rico, Pai Pobre”?

Narrado em primeira pessoa na maior parte do tempo, o livro “Pai Rico, Pai Pobre” conta a história do próprio autor: Robert Kiyosaki.

Ele nasceu no Havaí nos anos 50. Aos 9 anos foi vítima de um choque econômico-cultural respeitável. Seu ‘pai pobre’ (o pai biológico, um professor universitário) o estimulava a seguir caminhos conhecidos. Estudar muito, tirar boas notas, conseguir um bom emprego numa grande corporação e garantir segurança.

Seu ‘pai rico’ (na verdade o pai de seu melhor amigo) era o oposto. Um homem sem formação acadêmica, sem cultura formal, rude e básico. No entanto, com um profundo tino para os negócios, ensinou ao jovem Kiyosaki as regras de funcionamento do dinheiro. Seguindo os conselhos do ‘pai rico’, hoje Kiyosaki é milionário. (trecho adaptado da Revista Exame).

Como o Livro é dividido?

O livro é composto de 10 capítulos. São eles:

Lições

Capítulo Um: Pai rico, pai pobre
Capítulo Dois: Lição 1 – Os ricos não trabalham pelo dinheiro
Capítulo Três: Lição 2 – Para que alfabetização financeira?
Capítulo Quatro: Lição 3 – Cuide de seus negócios
Capítulo Cinco: Lição 4 – A história dos Impostos
Capítulo Seis: Lição 5 – Os ricos inventam dinheiro
Capítulo Sete: Lição 6 – Trabalhe para aprender, não trabalhe pelo dinheiro

Início

Capítulo Oito: Como superar obstáculos
Capítulo Nove: Em ação
Capítulo Dez: Ainda quer mais?
Conclusão: Como pagar a faculdade dos filhos com apenas US$ 7.000

Resumindo, por que ler “Pai Rico, Pai Pobre”?
  • É o ponto de partida para quem quer controlar o seu futuro financeiro.
  • Não é um livro comum sobre dinheiro.
  • A leitura é fácil e divertida.
  • É um best-seller nas listas de livros mais vendidos do Wall Street Journal, New York Times, Business Week.
  • No Brasil, já vendeu mais de 200 mil exemplares.

Sobre este texto: uma Garantia

Sou formado em administração de empresas e um entusiasta do livro “Pai Rico, Pai Pobre”. O livro teve impacto significativo nas minhas escolhas profissionais. Sempre recomendo o livro para amigos, colegas e conhecidos.

É muito recompensador ouvir dos mesmos amigos, colegas e conhecidos para quem indiquei o livro uma mensagem de agradecimento, contando que o livro trouxe influências positivas nas suas respectivas decisões sobre dinheiro. Por esse motivo, resolvi escrever este texto e criar o site AmigoRico. Acredito que assim será possível indicar o livro para um número expressivamente maior de pessoas.

Marcelo Junqueira Angulo, marcelo.angulo@amigorico.org

O que eu devo fazer para começar?

Não adie suas decisões. Comece a agir hoje mesmo!

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Leia mais sobre cada um dos livros da coleção Pai Rico Pai Pobre:

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Conheça também outros livros indicados por Robert Kiyosaki, autor da série ‘Pai Rico, Pai Pobre’.

Vendedor Rico
Pense e Enriqueça
O Homem Mais Rico da Babilônia

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O conteúdo desta página foi escrito por Marcelo Junqueira Angulo, criador do site AmigoRico.Org.