Viver de aluguéis

Abaixo, texto de Stephen Kanitz…

O sonho de muito brasileiro é construir duas ou três casinhas e viver na velhice de aluguel.

Nos últimos 50 anos, a população brasileira cresceu de 50 para 176 milhões de brasileiros, exercendo assim enorme valorização nos preços de imóveis e terrenos para construção. Por isto, imóveis sempre foram nossa primeira opção de investimentos.

Só que nos próximos 50 anos, nossa população não vai mais crescer 300%, e sim uns pífios 28%, ainda bem. Isto significa, que a necessidade primária de novos imóveis será de menos do que 0,5% ao ano. Será que imóveis irão se valorizar como no passado? É óbvio que não.

Dez anos atrás, tomei uma das melhores decisões financeiras da minha vida. Vendi um apartamento de um dormitório que alugava, e coloquei os R$ 60.000,00 em ações de seis empresas diferentes, cotadas em Bolsa. Reduzi meu risco diversificando meu investimento, lição número um de uma aplicação prudente.

Minha primeira alegria foi descobrir que a corretagem em ações não chegava a 0,5% por transação, enquanto em imóveis o valor da corretagem chega até a 6%, mais SISA, mais CPMF, mais o custo do cartório e do advogado, o que pode elevar a brincadeira toda para 10%.

A segunda alegria foi perceber que enquanto meu inquilino me considerava seu algoz, as empresas me chamavam de sócio e de parceiro. Meu inquilino considerava o meu aluguel uma despesa a ser evitada e reduzida de tempos em tempos, já que o prédio envelhecia ano após ano. Por outro lado, as ações valorizavam-se com o tempo.

Enquanto meu apartamento ficava de três a quatro meses vazio entre um inquilino e outro, nas empresas meu dinheiro não ficava parado um minuto.

Nunca mais precisei pagar o primeiro aluguel para um corretor arrumar outro inquilino, nem foi preciso pintar o apartamento, nem consertar a porta trincada, o que consumia mais dois aluguéis por vez.

Enquanto meu apartamento desvalorizava 1% ao ano por obsolescência, as ações valorizavam-se no mínimo 4% ao ano, porque 75% dos lucros eram reinvestidos na empresa, financiando seu crescimento.

Hoje, graças às minhas ações da Embraer, tenho pessoas como Mauricio Botelho, eleito um dos 25 melhores executivos do mundo segundo a revista Fortune, trabalhando para mim. Por outro lado, meu inquilino vivia desempregado e atrasando o pagamento.

Prédios de apartamentos normalmente são construídos em terrenos já valorizados. É como comprar ações na alta e vender 30 anos depois na baixa, quando seu bairro já não está mais em moda ou está em franca decadência. Obviamente, há exceções.

A precaução que recomendo é nunca comprar ações no meio de uma alta, mesmo conselho que daria para quem ainda acredita em imóveis como investimento.

Culturalmente, o brasileiro acredita em imóveis por causa da inflação e das constantes manipulações dos índices de correção dos títulos públicos, além do fato de que “imóvel ninguém rouba”.

Mas empresas em Bolsa também são no fundo imóveis e também se protegem da inflação, e muito bem, e também ninguém rouba. Ficam custodiadas na própria Bolsa.

Ação tem liquidez diária, imóveis jamais são vendidos de imediato, levam meses. Por isto, os preços das ações variam diariamente e são publicados nos jornais. Os preços dos imóveis também variam diariamente, só que ninguém fica sabendo por causa da pouca liquidez.

Aí, jornalistas econômicos afirmam que a Bolsa é um mercado de elevado risco e volatilidade, o que é uma grande mentira. É volátil porque tem enorme liquidez. É muito mais arriscado ter que esperar até um ano para poder vender um imóvel.

Dos 6 a 8% do rendimento anual de aluguel, você precisa descontar o custo do corretor, do cartório, do administrador imobiliário, do alugador, do pintor, do advogado, dos atrasos, da inadimplência, dos aborrecimentos, da depreciação do imóvel, da manutenção obrigatória, do aumento do IPTU. Quem fizer os cálculos vai descobrir que no fim mal sobra 1% a 3% por ano. Uma miséria!

Quem nestes últimos 12 anos aplicou em ações triplicou seu investimento. Ter seu próprio imóvel é uma paz de espírito que recomendo a todos, mas tente vencer essa barreira cultural começando com R$ 5.000,00 aplicados numa ação bem escolhida para perceber que não só de aluguel vive um homem ou uma mulher aposentada.

Stephen Kanitz

Como ficar rico no Brasil

Por Stephen Kanitz

Inovação, criatividade e sofisticação têm sido apontadas como as principais qualidades para o sucesso empresarial em quase todos os livros de administração publicados pelo mundo afora. Em países onde todo consumidor já tem televisor, rádio, carro e computador, a única forma de fazer dinheiro é tornar obsoleto o produto que as pessoas têm em casa. Por isso, criam-se produtos cada vez mais luxuosos, sofisticados e, portanto, mais caros.

No Brasil, infelizmente ou felizmente, a maioria dos consumidores ainda não comprou o seu primeiro produto. Os brasileiros e, diga-se de passagem, 83% da população do mundo. A receita para o sucesso precisa ser outra.

A fórmula para se ficar rico no Brasil consiste em fazer produtos para quem nunca comprou um produto na vida. Consiste em criar produtos para brasileiros, o chamado produto popular, ou para os mercados de baixa renda, já que nossa renda não é a americana. Por isso, as regras são outras.

Nada de produto sofisticado que encareça o preço, ou opcionais complicados. A última coisa que alguém que nunca guiou quer é um carro que vá de 0 a 200 quilômetros por hora em um segundo. Nada que tenha um manual de 100 páginas, os produtos terão de ser simples e amigáveis.

Em 1993 propus esta estratégia num livro prevendo que, com a vinda do real, “o novo padrão industrial brasileiro será voltado às faixas de renda mais baixa da pirâmide econômica, ou seja, ao mercado de produtos populares”. “Nossa indústria precisa adequar sua produção ao nível de renda do país, e não vice-versa”. “Produtos menos sofisticados e mais condizentes com a nossa realidade. O carro popular a 12.000 reais no Brasil está longe de ser popular.” “Carro popular deveria ser uma lambreta ou uma bicicleta com motor.”

Pequenos empresários que se enveredaram por esse caminho saíram-se bem. Quem continuou na mesma tecla de produtos para a classe média amargou prejuízos e inadimplências. Um dos grandes problemas deste país é a nossa má distribuição da renda. Mas não é só a renda que é mal distribuída, a produção também o é. Praticamente 50% da população brasileira produz o que somente 10% consegue consumir. Por essa razão não temos escala, não temos competitividade internacional, não temos tecnologia.

A Fiat do Brasil, campeã em produzir carros populares, detém diversas patentes internacionais na área de motores de 1.000 cilindradas, algo que poucos brasileiros sabem. O que faz todo sentido enquanto americanos e alemães dominaram nos motores de 3.000 cilindradas e 5.000 cilindradas.

A Gessy Lever introduziu no Brasil um sabão em pó 50% mais barato, que demandou 42 modificações estruturais, muitas aprendidas por técnicos que pesquisaram por dois anos a Índia. Tentar competir mundo afora com produtos sofisticados é suicídio, por uma razão muito simples. Um trabalhador alemão da Mercedes, que vai ao trabalho com sua Mercedes usada, sempre fará um carro melhor que um trabalhador brasileiro que vai de ônibus da mesma marca. Hoje a qualidade total requer um nível de dedicação e esmero por parte do trabalhador que só será possível alcançar se este for capaz de comprar o produto que ele próprio fabrica. Parece uma frase de Karl Marx, mas é puro bom senso.

Uma aliança como a ALCA, dificilmente dará certo para o Brasil. Sempre seremos fornecedores de componentes e matérias- primas. Uma política industrial voltada para os mercados de baixa renda daria ao Brasil escala para exportar para outros países de baixa renda, como a Índia, a China, a Turquia, enfim, o resto do mundo. Que por sinal são os países que mais crescem. A globalização estaria a nosso favor e não contra, como agora.

Propus recentemente no Índia Economic Summit, da World Economic Forum, em vez da ALCA, o início de discussões de uma BRINDIA, Brasil e Índia. O Brasil exportando para a Índia produtos populares com marcas próprias, as que sabemos fazer melhor do que eles e vice- versa.

Essa política industrial infelizmente tem um defeito. Não é moderna, os livros traduzidos nem a comentam, é “made in Brazil”, “é um retrocesso” como criticou um economista brasileiro.

A tecnologia de produção e os materiais podem e precisam ser modernos, os produtos de fato não são. Mas não podemos esquecer que a economia americana originalmente também começou com produtos populares, os da época. Mania brasileira de querer queimar etapas a qualquer custo.

Stephen Kanitz é um administrador

A aposentadoria sumiu

Precisamos ensinar educação financeira para as crianças desde cedo. Coisa que o Kiyosaki, o Greenspan e vários outros dizem a muito tempo.

Cada um tem que saber que é responsável por seu custo de vida (e por sua manutenção quando fora do mercado de trabalho). Mas não apenas isso, cada um tem que saber como se preparar para isso. Aí é que entra a educação financeira.

Um bom livro que ensina isso e que poderia ser adotado como leitura em qualquer colégio é “O Homem mais Rico da Babilônia”. É um livro de 1926, mas extremamente atual. Acredito que já venceram os copyrights sobre ele, restando apenas o copyright da tradução para o português, que com certeza poderia ser refeita por voluntários. Eu seria um desses voluntários se o governo tivesse o mínimo de vontade para tal. Mas como sabemos, o governo se beneficia da ignorância do povo. Então me resta fazer o que posso, que é ensinar os que estão próximos a mim.

O livro tem uma linguagem extremamente simples, semelhante às parábolas da Bíblia. Essa é uma forma bastante consagrada de ensinar, porque as crianças lêem e sempre se lembrarão das histórias. A medida que vão crescendo, vão compreendendo detalhes das histórias que não entendiam quando leram pela primeira vez.

É fácil tomar as rédeas da situação mas ainda temos outro problema cultural. No Brasil (e em quase todos outros países) as pessoas acham que é obrigação do Estado cuidar delas na velhice. Não é. Não chega a ser um cada um por sí, afinal, pagamos impostos para que algumas coisas sejam feitas. Mas todos tem que se dar conta que precisamos planejar nosso futuro. Isso pode parecer difícil para um gurizão que cresceu com todas as mordomias e quer mais é gastar tudo o que ganha na juventude com festas e diversão. E pode parecer difícil para quem não teve a mesma sorte e tem que trabalhar desde cedo para ajudar a sustentar a família. Mas ambos estão no mesmo barco. Ambos podem ter um futuro seguro e garantido se planejarem desde cedo.

Para os que preferem uma leitura mais atual, o livro “Você Milionário” é basicamente uma releitura do “O Homem Mais Rico da Babilônia”. Dá as informações necessárias para não nos preocuparmos com o futuro. Mas não adianta apenas ler. Tem que colocar em prática.

Os investimentos de um taxista esperto

Sueli Vital, P-NEWS

25 de abril, 2001

A aventura de pegar um táxi no Rio de Janeiro, partindo do Aeroporto Santos Dumont com destino à Barra da Tijuca, tinha tudo para se tornar insuportável pelo enorme congestionamento, mas foi salva por uma conversa fantástica que mais parecia uma aula de mercado de capitais com Jairo Arruda – o motorista do táxi.

Meu dileto condutor de 55 anos de idade – 20 deles passados em seu táxi – nunca compra nada a prazo.

“Quando me casei, quebrei o cartão de crédito de minha esposa. Jamais gasto o que não tenho e não pago juros para ninguém. Compro tudo à vista. Me privo de algumas coisas, mas durmo tranqüilo por não estar devendo a ninguém”, diz Arruda.

O taxista contou que viajava para o exterior todos os anos, quando nossa moeda estava forte. Seus colegas não entendiam como ele conseguia a façanha, algo impensável para eles.

“É muito simples: enquanto vocês pegam R$ 15 mil na financeira, pagam no mínimo R$ 25 mil no final das contas. Este é o dinheiro que eu economizo e uso para viajar”, explicava para os atônitos companheiros.

Hoje Jairo é um investidor que diversifica seu portfólio em nada menos que Fundos DI e ações do setor de telecomunicações e energia elétrica.

“Comprei agora, na baixa, e consegui, por sorte, vender as ações que estavam em minha carteira na alta. Neste mercado, é preciso ficar de olho, mas, às vezes, a sorte também decide”, avalia.

“Para saber se estou comprando um mico ou uma ação que a longo prazo me dê bons retornos, avalio se a empresa é sólida e verifico se há risco de quebrar”, diz ele.

Porém, em sua história nem tudo são flores.

“Há alguns anos, comprei ações da Arapuã, que foi a the best da bolsa. Ela chegou a bater em R$ 28 e eu comprei 10 milhões de ações por R$ 0,30. Mas ela entrou em concordata e não é mais nem negociada no pregão. Se a Arapuã se levantar e voltar a ser negociada, acredito que seu preço mínimo será de R$ 1. Aí, triplicarei meu capital”, diz, esperançoso.

Resta saber se a Arapuã voltará a ser negociada, quanto tempo isto ainda demorará e se realmente sua cotação será de, no mínimo, R$ 1.

Para Arruda, existem muitos patos na bolsa, que entram e saem sempre no prejuízo e que não sabem lidar com a ganância e o medo.

“Quando você compra uma ação e ela sobe, muitas vezes as pessoas não vendem movidas pela ganância, esperando uma alta maior. Aí, ela cai e o pato vende. Por outro lado, quando as pessoas começam a ter prejuízo, vão segurando a ação na esperança de que ela reaja e ela vai caindo mais ainda até que o pato vende com um prejuízo maior do que o inicial”, conclui o investidor.

Na opinião do motorista, quem conseguir dosar estas duas forças é um bom especulador.

Arruda tem uma teoria: é apanhando que se aprende.

“São experiências de anos. Você entra na bolsa, leva uma surra e sai depois de seis meses feito um cachorro magro. Pode ir embora e não voltar mais. Mas, se souber perder e ganhar, você continua e vale a pena”, ensina.

Ele finaliza dizendo que, com a caderneta de poupança rendendo cerca de 8% ao ano, muito abaixo do rendimento do Ibovespa e do Dow Jones nos últimos 10 anos, quem investe em ações tem de pensar a longo prazo.

Como você ganha dinheiro?

Para saber como anda a sua saúde, é preciso fazer exames. Da mesma forma, para saber como andam as suas finanças, exames são necessários. Felizmente, exames financeiros são mais simples e rápidos, ao fim deste texto, sairá seu primeiro resultado. Um dos exames mais importantes é aquele que indica “como você ganha dinheiro”.

Empregado (E), Autônomo (A), Dono (D) e Investidor (I) são as quatro formas (ou quadrantes) de se ganhar dinheiro segundo o livro “Pai Rico, Pai Pobre” de Robert Kiyosaki.

Empregados são aqueles que geram dinheiro a partir de um salário. Autônomos trabalham por uma comissão (vendedores, por exemplo, são autônomos), ou então têm uma pequena empresa, mas fazem todo o trabalho; ou seja criaram o seu próprio emprego. Estes quadrantes (E e A) têm um problema: não são escaláveis. Se você quer ganhar mais, precisa trabalhar mais, mais horas. Fora isso, segundo o Pai Rico, os impostos que incidem sobre estes quadrantes são os mais altos.

Donos são aqueles que construíram uma empresa para a qual eles não precisam trabalhar. A empresa anda sozinha. Se você viajar por um mês, quando voltar a sua empresa vai estar melhor – com novos clientes – ou pior? Se a sua resposta foi melhor, você é um dono; se respondeu pior, você é autônomo. Investidores ganham dinheiro através de imóveis, poupança, ações, fundos de investimento, etc. Estes quadrantes (D e I) têm uma grande vantagem: o seu dinheiro trabalha para você e não o inverso. Se você quer ganhar mais, expanda o seu negócio, contrate um novo gerente de vendas. Ganhar mais não está diretamente relacionado ao número de horas que você trabalha. Além disso, ensina o Pai Rico, os impostos sobre estes quadrantes são mais baixos.

Você deve estar se perguntando: o que o Pai Rico afirma sobre os impostos vale para o Brasil? Sim, empregados são os que pagam mais impostos e isso vale sim para o Brasil. Por exemplo, se você for consultor, trabalhar como empregado para uma grande empresa e receber um bom salário, vai pagar 27,5% de imposto de renda na fonte. Se for dono de uma empresa de consultoria, pode optar por duas formas de pagar impostos: lucro real ou lucro presumido. No lucro presumido, vai pagar entre 11 e 14% de impostos dependendo do Imposto Municipal. No lucro real, se você colocar as suas viagens como “reunião do board no Havaí” como sugere o Pai Rico, ou, por exemplo, comprar o seu carro pela empresa pode ser que pague ainda menos impostos. Ou seja o conceito base do Pai Rico funciona no Brasil.

É hora do resultado. Possivelmente, você descobriu que gera dinheiro a partir de mais de um quadrante. E percebeu também que, com certeza, os quadrantes mais promissores são o de Dono e Investidor. Independente do estado atual, todos podem ser donos e investidores, basta tomar a medicação correta.

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Marcelo Junqueira Angulo
Marcelo Junqueira Angulo é administrador de empresas pela EAESP-FGV. É fã da série de livros “Pai Rico, Pai Pobre”, e criador do site http://www.amigorico.org.

Qual o seu porquê?

Outro ano começa e parafraseando Drummond, “tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui por diante vai ser diferente”. Aproveitando o contexto de início de ano e imaginando que dentre as resoluções para o próximo ano dos leitores deste artigo está o item “dinheiro”, pergunto “Qual o seu por quê? Por que você quer ficar rico?” Uma resposta sólida para esta pergunta com certeza vai facilitar que o seu ano seja de fato diferente.

No livro “Aposentado Jovem e Rico”, Robert Kiyosaki conta que era muito freqüente perguntarem a ele como ficar rico. Existem respostas possíveis para esta pergunta, porém, segundo pai rico, esta não era a pergunta mais importante. A pergunta mais importante é “por que” você quer ficar rico? Sem um porquê bastante sólido, as pessoas não fazem o que podem, é o porquê que dá o poder para fazer o “como”.

Os porquês variam de pessoa para pessoa. Por exemplo, Kiyosaki cita como seus porquês: desafiar suas dúvidas pessoais, sua preguiça e sobretudo seu passado, não queria repetir o padrão de vida de sua família.

Outro exercício interessante sugerido pelo autor é o de listar o que você ama e o que você odeia. Se você deseja ficar rico, liste “por que você ama o que deseja, e por que odeia não ter o que deseja”. Na lista de Kiyosaki, o autor menciona como exemplos: amo “ser livre, comprar o que quiser e fazer com que outras pessoas façam o que não quero fazer”; e odeio “ter de trabalhar, não ter o que quero e fazer coisas que não quero fazer”. São idéias, os porquês e as listas são únicas, meu porquê e minha lista com certeza serão diferentes dos exemplos de Kiyosaki. Vale aqui a idéia, defina seu porquê e a sua lista. É importante se preocupar com o “como”, mas logo no início do ano, antes de freneticamente começar a “caminhar na floresta”, aproveite para subir na árvore mais alta e refletir por que você deseja chegar ao outro lado. Assim sendo, meus sinceros votos de que tudo comece outra vez, com outro número e que daqui por diante seja diferente.

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Marcelo Junqueira Angulo
Marcelo Junqueira Angulo é administrador de empresas pela EAESP-FGV. É fã da série de livros “Pai Rico, Pai Pobre”, e criador do site http://www.amigorico.org.

Socorro! Abri uma empresa!

Sim, ele abriu uma empresa! Sim, ele acorda às 5h da manhã e continua até às 10h da noite, sem horário para almoço! Sim, ele trabalha aos finais de semana! Sim, por vezes, o medo bate e ele pergunta porque foi mesmo abrir a tal empresa! Não, ele não sabe a solução!

Com certeza, você ou se identificou com as linhas acima, ou, pelo menos, já conheceu alguém em situação parecida. Por mais que imaginemos os donos de empresas como empreendedores visionários, na vida real não é bem assim. É o que conta Michel Gerber, autor do livro “O Mito do Empreendedor”, leitura recomendada por Kiyosaki, autor da coleção “Pai Rico, Pai Pobre”.

As estatísticas comprovam: tanto aqui no Brasil, quanto nos EUA, a absoluta maioria das empresas fecha as portas antes de completar o primeiro aniversário. Por que?! É o tal mito do empreendedor. Mito porque a maioria daqueles que abrem uma empresa são técnicos e não empreendedores. Isso mesmo, técnicos. O João é um ótimo programador de computadores, faz o computador falar, um dia, cansado do chefe, ele abriu uma empresa de software. A Maria cozinha que é uma beleza, quem não gosta da comida da Maria…, um dia “deu na telha” e ela abriu um restaurante.

E aqui entra a mais importante lição: ser muito bom em alguma atividade não significa que você vai ser muito bom em montar um negócio que faz tal atividade. O fato de o João ser um brilhante programador não significa que ele vai criar uma empresa de software de sucesso.

Uma empresa precisa de três personagens para crescer. O primeiro é o empreendedor, aquele que vive no futuro, determina o rumo da empresa e exerce a liderança. Outro é o gerente, aquele que é pragmático, planeja e torna as coisas previsíveis. Por fim, vem o técnico, que é importante também, é o executor. Toda empresa precisa ter os três personagens para obter sucesso e mesmo que o João seja o único funcionário da empresa, ele terá que administrar o tempo para saber atuar como os três personagens.

Mas você deve estar se perguntando da Maria, não está? Primeiro, a boa notícia: o restaurante cresceu ela até contratou dois funcionários, um é garçom e outro, cozinheiro promissor. Cozinheiro, mas faz de tudo um pouco, sabe como é… A má notícia é que nem sempre a comida sai tão gostosa quanto a da Maria, o atendimento… o atendimento é outro problema, pedidos trocados e demora para servir… É, alguns clientes estão reclamando e não acham mais a comida do restaurante tão gostosa…

Escrevo este texto para ajudar o João e a Maria e o leitor, depois de tantos parágrafos, já deve estar ansioso com a solução para os dois. A base de tudo é entender que um bom fazedor de certa atividade não vai necessariamente criar uma boa empresa que faz aquela atividade. Tendo isto em mente, é preciso investir nas habilidades de negócios. Difícil? Não. O autor do livro “O Mito do Empreendedor” criou um método para ajudar os donos de empresas que se percebem em maus lençóis. São 7 passos, dos quais vou destacar 3 que julgo muito importantes. Provavelmente, você já ouviu falar neles, mas é provável que o João e a Maria tenham se esquecido de implementá-los.

O primeiro passo é escrever qual o “objetivo básico”. Por que o João criou aquela empresa? A quem ele quer ajudar? Este “objetivo básico” que pode ser também chamado de missão vai dar a energia necessária para o dono do negócio enfrentar os desafios que surgirem.

O segundo é estabelecer o organograma da empresa. Mesmo que seja uma empresa bem pequena é importante definir quem faz o quê. E é claro uma mesma pessoa pode exercer mais de uma função. O João, por exemplo, está em todas as posições do organograma, mas é importante que ele tenha claro que exerce as funções nas áreas de marketing, finanças, na presidência ou até mesmo na limpeza.

Por fim, pense no seu negócio como ele sendo uma franquia. Todos as atividades devem ter sido pensadas e oficializadas por escrito. O seu negócio deve ser previsível. Para facilitar o mapeamento das atividades, novamente vale mencionar a importância de um organograma bem definido. A Maria poderia criar o Manual de Procedimento do setor de atendimento ao cliente. Neste manual, estaria explicado como o garçom deveria conduzir suas atividades. Seguindo o manual, já pensado da melhor forma pela Maria, independente do garçom que lá esteja, o atendimento será sempre o mesmo.

Pense no McDonald´s, imagine se em cada loja, fosse necessário contratar um gerente espetacular. Seria impossível. A idéia da franquia é poderosa. Criando procedimentos bem definidos, funcionários bons, seguindo o manual, vão conseguir prestar um serviço espetacular.

Para concluir, um breve depoimento. Li o livro e me identifiquei por algumas vezes com o João ou com a Maria. Defendo o surgimento de empresas, por conta disso, após ler o livro, escrevi este texto. Tenho utilizado as idéias do livro com sucesso. Sei que não existem soluções prontas, mas acredito que os passos sugeridos podem ser muito úteis. Se você tem um amigo que pode se beneficiar da leitura, envie para ele. Quem sabe ele não vai dizer: Sim, eu abri uma empresa! Sim, eu sei a solução!

Nota do autor: se você ficou curioso e quer visitar o restaurante da Maria, não posso garantir, mas aposto que tem um no seu bairro.

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Texto escrito tendo como referência bibliográfica o livro “O Mito do Empreendedor” ou “The E-myth Revisited” de Michael Gerber. Livro recomendado por Robert Kiyosaki, autor da coleção “Pai Rico, Pai Pobre”.

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Marcelo Junqueira Angulo
Marcelo Junqueira Angulo é administrador de empresas pela EAESP-FGV. É fã da série de livros “Pai Rico, Pai Pobre”, e criador do site http://www.amigorico.org.

A estrada para o futuro

Esse artigo começou como resposta a um e-mail do meu amigo Gustavo Lopes, de Goiania. Acabou ficando maior do que imaginei. Achei que o conteúdo poderia ser útil a bastante gente, então reescrevi algumas partes para deixar o sentido mais amplo.

Falo sobre algumas empresas de Marketing de Rede (MMN) das quais faço parte, mas apenas superficialmente. Na verdade, o texto fala sobre nossas aspirações profundas, aquilo que realmente gostamos de fazer. Claro que a vida não é um conto de fadas, onde podemos fazer o que quisermos. Mas ela pode ser levada de forma bem mais tranquila quando sabemos dosar nossos desejos com nossas obrigações.

Trabalhar com uma empresa de Marketing de Rede é uma experiência bastante interessante. Principalmente se nunca tivemos nenhuma experiência em ter um negócio próprio. Mas algumas pessoas cometem o erro de largar a estabilidade de seus empregos muito antes do momento certo para isso. Muitos fazem isso por detestar seus empregos. Outros, por acreditar que podem ganhar mais com dedicação exclusiva ao Marketing de rede.

A idéia é não se dedicar exclusivamente a um MMN. Nos dois artigos anteriores que publiquei sobre MMN, um fala de quando devemos largar nosso emprego atual para fazer MMN em tempo integral. O outro, fala a verdade sobre o sucesso imediato em Marketing de Rede. É muito fácil, para quem trabalha a anos com MMN, por exemplo, falar que o negócio é fácil, que qualquer um consegue ganhar rios de dinheiro em pouco tempo. A verdade, nua e crua, é que a coisa não é tão simples assim. Nem tão rápida assim.

Eu até já ganho alguma coisa com a Herbalife, uma das empresas de marketing de rede com que trabalho, mas exclusivamente com vendas, nada com rede. Já no Caixa Rápido, outro empreendimento de MMN, minha rede está começando a crescer, mas não estou preocupado com a velocidade com que isso acontece. É algo que faço no tempo livre, não me custa nada. E com certeza vai me dar algum retorno no futuro.

Sobre a Tianshi, a terceira empresa de que participo, ninguém aqui em Porto Alegre conhece os produtos. Vai demorar um tempão para as pessoas conhecerem. Se eu quiser ganhar com isso, simplesmente tenho que me tornar vendedor deles. Só que como a empresa trabalha com MMN, eu seria um vendedor sem salário, só com comissões. Tudo bem, eu poderia então formar uma “equipe de vendas”, e ganhar comissões maiores com isso. Ainda assim, eu seria um gerente de equipe de vendas. Quando eu crescesse mais na empresa, eu poderia gerenciar várias equipes de venda. Eu então me tornaria um dos “presidentes” da empresa (ou Leão de Sei lá que Pedra Preciosa, no caso da Tianshi). Ainda assim, eu seria um funcionário, sem carteira assinada, sem salário, e dependeria das minhas comissões.

Mas o pior não é tudo isso. Eu trabalharia a vida toda para uma ou duas empresas de MMN. Elas ganhariam rios de dinheiro com o meu trabalho. Eu mesmo ganharia rios de dinheiro com isso. Mas no final, quando fizermos o balanço da vida, a gente descobre que trabalhou a vida toda para uma empresa ou duas, em troca de dinheiro.

Isso vai completamente contra o que o Kiyosaki fala nos livros. Não que o Kiyosaki seja o senhor da verdade, ninguém o é. Mas o que ele escreve nos livros sobre sermos donos de nossas próprias empresas é exatamente o meu pensamento, muito antes de ouvir falar nos livros e idéias dele. Exatamente por isso, ser vendedor de outra empresa vai completamente contra o que eu sempre quis da minha vida. Eu sempre quis ser o dono dos meus próprios negócios. E tenho tido um bom sucesso nisso. Eu nunca quis ser o melhor vendedor do negócio dos outros. Eu sempre quis ser o melhor vendedor dos meus próprios produtos e serviços.

É por esse motivo extremamente simples que eu não desenvolvo nenhuma empresa de Marketing de Rede, se isso depender de esforço real da minha parte. Porque simplesmente não quero ser o melhor vendedor dos outros. Quero ser o melhor vendedor para mim mesmo.

Não acho a idéia do Marketing de Rede uma má idéia, muito pelo contrário. Tanto assim, que participo de empresas de Marketing de Rede. E acredito ajudar muito meus downlines. Ajudo eles mantendo-os focados em vencer as dificuldades. Ajudo, mostrando que o caminho não é fácil, mas que é muito mais recompensador que trabalhar todos os dias das 7h às 18h. Ajudo eles ensinando o pouco que sei sobre poupança e investimentos. Ajudo eles e outros mais, publicando as idéias, minhas e de muitos amigos, no site Moeda Corrente.

O objetivo de atingir a independência financeira é bastante louvável. Querer nosso próprio bem e o de nossa família é algo maravilhoso. Mas não podemos esquecer da importância do caminho que trilhamos para atingir este objetivo. No final das contas, a vida não é medida pelo que conseguimos ganhar, e sim, pelo caminho que percorremos para chegar lá.

Os maiores índices de suicídio do mundo estão entre a minoria muito rica. A maior parte, entre os que herdaram grandes fortunas e pessoas que já nasceram ricas. Acredito que isso se deva a uma falta de perspectiva de crescimento pessoal, ao tédio de ter tudo o que quer, ao desespero de não saber se as pessoas se aproximam delas apenas pelo dinheiro. Quem trabalhou a vida toda para alcançar esse Nirvana, nunca teve tempo para se preocupar com essas coisas menores. Sempre estiveram focados no bem que podem fazer a sí e aos outros, com tudo o que construiram.

O futuro será cada vez melhor, na medida em que entendemos que o caminho para ele é que faz isso possível. Para finalizar, deixo uma historinha que muitos já devem conhecer, mas vale a pena ser lembrada de vez em quando…

O executivo e o pescador

Um executivo de férias na praia obervava um pescador sobre uma pedra fisgando algus peixes com equipamentos bastante rudimentares: linha de mão, anzol simples, chumbo e iscas naturais.

O executivo chega perto e diz:

– Bom dia, meu amigo, posso me sentar e observar?

– Tudo bem, doutor.

– Poderia lhe dar uma sugestão sobre a pesca?

– Como assim? – Respondeu o pescador.

– Se você me permite, eu não sou pescador, mas sou executivo de uma multinacional muito famosa e meu trabalho é melhorar a eficiência da fábrica, otimizando recursos, reduzindo preços, enfim, melhorando a qualidade dos nossos produtos. Sou um expert nessa área e fiz vários cursos no exterior sobre isto – disse o executivo, entusiasmado com sua profissão.

– Pois não, doutor, o que qui o senhor qué sugeri? – Perguntou calmamente o pescador.

– Olha, estive observando o que você faz. Você poderia ganhar dinheiro com isso. Vamos pensar juntos. Se você pudesse comprar uma vara de pescar com molinete, poderia arremessar sua isca para mais longe, assim pescaria peixes maiores, certo? Depois disso, você poderia treinar seu filho para fazer este trabalho para você. Quando ele se sentisse preparado, você poderia comprar um barco motorizado com uma boa rede para pescar uma quantidade maior e ainda vender para as cooperativas existentes nos grandes centros. Depois, você poderia comprar um caminhão para transportar os peixes diretamente, sem os intermediários, reduzindo sensivelmente o preço para o usuário final e aumentando também a sua margem de lucro. Além disso, você poderia ir para um grande centro para distribuir melhor o seu produto para os grandes supermercados e peixarias. Já pensou no dinheiro que poderia ganhar? Aí você poderia vir para cá como eu vim, descansar e curtir essa paz, este silêncio da praia, esta brisa gostosa…

– Mas isso eu já tenho hoje! – respondeu o pescador, olhando fixamente para o mar.

Um ótimo futuro para todos!

Fabricio Peruzzo, 08/10/2003.

A verdade sobre sucesso imediato em Marketing de Rede

Li estes dias um texto excelente, que explica de forma muito clara a verdade sobre as histórias de sucesso imediato em marketing de rede. Esse tipo de sucesso é raro. E quando ocorre, geralmente existe uma boa razão.

Muitas vezes vocês podem ouvir algum dos palestrantes em um treinamento ou oportunidade de negócios falando:

“Eu entrei a pouco tempo, falei com algumas pessoas e, puxa vida, em apenas um mês…

… Eu cheguei no topo do plano de remuneração e eles precisaram de um caminhão para levar meu cheque gigante de bônus mensal!”

Bom, o que o palestrante falou pode ser verdade. Ele chegou ao topo e fez isso rápido.

Infelizmente, por causa de restrições no tempo da reunião, o palestrante não chegou a contar a história completa.

Vejam só, a razão pela qual o palestrante patrocinou tantas pessoas em sua organização em apenas 30 dias pode ter sido por que:

Ele tinha 20 anos de experiência em marketing de rede.


Ele tem muitos contatos, relacionamentos e amigos que o conhecem, confiam nele e o respeitam. Sendo eles também experientes em marketing de rede, eles foram capazes de patrocinar várias pessoas rapidamente também. O palestrante tinha 20 anos de preparação para este “sucesso imediato em apenas um mês.”

Ou por que…

O palestrante bateu porta-a-porta em sua cidade e todo mundo com quem ele falou entrou na empresa.


Pena que não houve tempo durante a apresentação para mencionar que o pai dele era o prefeito da cidade, dono de todas as casas, e que os locatários se sentiram obrigados a fazer o que o filho dele sugeriu.

Ou por que…

O palestrante trabalhou como professor por 40 anos na comunidade.


Todo mundo na cidade conhece ele e o respeita. Na verdade, ele ensinou a maioria dos moradores da cidade. Como dizer não à pessoa que costumava te fazer apagar as borrachas?

Sucesso imediato? Acho que não.

Você tem que conquistar seu sucesso no marketing de rede. É por isso que algumas pessoas crescem mais rápido que outras.

Então, se você não tem nenhum amigo, as pessoas lhe odeiam, ninguém lhe respeita, bom, você precisa começar a construir alguns novos relacionamentos para fazer seu negócio iniciar. Uma vez construídos os relacionamentos, seu negócio irá crescer.

Boa prospecção!

Quando largar seu emprego para se dedicar ao MMN em tempo integral?

Quando eu devo largar meu emprego e me dedicar em tempo integral ao marketing de rede?

Nas últimas semanas o pessoal de uma das listas de discussão que eu participo estava discutindo sobre marketing de rede. Uma das conclusões a que eles chegaram é que uma das maiores razões para as pessoas entrarem em um negócio de marketing de rede é por que elas odeiam seus empregos.

O objetivo dessas pessoas é ganhar dinheiro suficiente para poder largar seus empregos atuais. Isso lhes trará a independência financeira? Provavelmente não.

Por exemplo, digamos que Paulo ganhe R$ 2.500 mensais em seu emprego.

Esses R$ 2.500 mensais pagam as despesas de Paulo e sua família.

Enquanto ele está construindo seu negócio de marketing de rede, seu cheque do trabalho em tempo parcial de R$ 1.000 mensais representa renda extra que não é necessária para pagar seus gastos pessoais.

É dinheiro extra, sem destino definido.

Esses R$ 1.000 extras todo mês poderia pagar viagens, carros luxuosos, diversão, pagar dívidas, ou poderia ser economizado para a aposentadoria ou investido para segurança financeira. A vida é boa com dinheiro extra para gastar como quisermos.

Mas o que acontece quando o cheque de bônus do marketing de rede do Paulo alcança R$ 2.500 por mês?

Ele comete o erro devastador para sua carreira no marketing de rede. Ele larga seu emprego.

Agora os R$ 2.500 mensais que Paulo ganha com o marketing de rede pagam as despesas de Paulo e sua família. Não há dinheiro extra ou dinheiro para a diversão. O orçamento é apertado. Paulo examina seu volume de vendas todos meses desejando que seu cheque não baixe de R$ 2.300.

Viram a diferença?

Os empresários em marketing de rede de sucesso que eu conheço mantém seus empregos e investem seus cheques do marketing de rede. Depois de alguns anos eles estão financeiramente independentes por causa de seus investimentos.

Então, eles largam seus empregos. Seus investimentos pagam as despesas mensais enquanto seus cheques do marketing de rede são gastos em férias e outras atividades divertidas.

“Todo o progresso é baseado no desejo universal de todo ser humano de viver além de seus rendimentos.” — Samuel Butler.

A Mágica do Tempo Parcial.

Em Marketing de Rede, você pode iniciar esse milagre de adquirir a independência financeira construindo seu negócio em tempo parcial.

Jim Rohn fala frequentemente:

“Lucros são melhores que salários.
Salários permitem as pessoas viver;

Lucros permitem que elas obtenham uma fortuna.”

Se você perguntar para Jim Rohn sua opinião sobre marketing de rede, ele diria algo tipo…

Digamos que você dedique 10-15 horas semanais para seu negócio de marketing de rede e você começa a ter lucro. Isso é o que você pode dizer.

“Eu trabalho tempo integral em meu emprego e tempo parcial em minha fortuna. Mas não vai demorar para eu passar a trabalhar tempo integral em minha fortuna… você pode imaginar como minha vida será?”

Seu próximo objetivo pode ser ganhar em tempo parcial com seu negócio de marketing de rede o mesmo valor que você ganha em tempo integral com seu emprego.

Isto não deve demorar muito se você fizer isso direito e aprender as noções básicas. Alguns fizeram em 6 meses, alguns em 2 anos, alguns demoraram um pouco mais.

Aqui está o que você pode dizer agora:

“Eu descobri uma forma de trabalhar tempo parcial na minha fortuna, e eu estou ganhando tanto dinheiro nisso quanto ganho em meu emprego em tempo integral. Gostaria de ouvir minha história?”

Incrível!

Seu próximo objetivo pode ser ganhar duas vezes mais dinheiro trabalhando em tempo parcial em sua fortuna do que ganha trabalhando tempo integral em seu emprego. Olhe agora a sua história.

“Descobri uma maneira, através desta oportunidade única, de trabalhar em minha fortuna. E hoje, estou ganhando duas vezes mais trabalhando em tempo parcial do que ganho trabalhando tempo integral em meu emprego. Gostaria de ouvir minha história?”

Muitos de seus prospects trabalham tempo integral em seus empregos. Praticamente todos irão dizer:

“Sim! O que você está fazendo!?”

É um convite incrível, uma história eletrizante que você pode construir sem largar seu emprego.

“Desde que deixei meu emprego, durmo como um bebê.
A cada três horas eu acordo e choro.”

— Distribuidor Anônimo

Você pode imaginar como é acordar de manhã sabendo que pode trabalhar tempo integral em sua fortuna? Os exemplos são muitos.

Se você insiste em largar seu emprego, aqui segue uma boa regra geral para seguir:

Quando seu negócio de marketing de rede em tempo parcial igualar seu emprego em tempo integral por três meses consecutivos, apenas assim você deve pensar em considerar largar seu emprego e se dedicar tempo integral ao marketing de rede.

Tenho um amigo que tem uma estratégia interessante sobre este conceito. Ele pediu a seu empregador para deduzir 100% do salário de seu emprego em tempo integral para o imposto de renda! Por que?

Isto ajuda a pagar o imposto que ele deve em seu crescente negócio em marketing de rede!

Ele hoje conta a seus prospects: “Meu negócio em tempo parcial está indo tão bem, que eu uso todo o salário de meu emprego em tempo integral apenas para pagar meu imposto de renda! Você gostaria de ouvir minha história?

Boa prospecção!