A música “GURI” e a educação financeira

Na 13ª Califórnia da Canção Nativa, em Uruguaiana (RS), a música “GURI” foi a vencedora, na voz de César Passarinho.

Para quem gostar, outra versão, do Galpão Crioulo de 1984…

“DAS ROUPAS VELHAS DO PAI, QUERIA QUE A MÃE FIZESSE”.
“UMA MALA DE GARUPA, E UMA BOMBACHA E ME DESSE”.

Veja que lição de vida nos traz o GURI. Sua guaiaca não dispunha de recursos, mas já pensava em investimentos.

“HEI DE TER UMA TABOADA”.
E MEU LIVRO “QUERES LER”
VOU APRENDER A FAZER CONTAS
E “ALGUM BILHETE ESCREVER”

Mas, Bah Tchê! O GURI sabia da necessidade desta Educação para sua Existência.

A Educação Financeira precisa fazer parte de nossa cultura. O conhecimento do assunto dinheiro, o valor que ele representa no dia-a-dia. A hora de ganhar e gastar; poupar e investir deveria constar do currículo escolar desde o ensino fundamental.

“QUERIA BOINAS E ALPARGATAS E UM CACHORRO COMPANHEIRO”.
“PRA ME AJUDAR A BOTAR AS VACAS NO MEU PETIÇO SOGUEIRO”

O GURI pode estar querendo dizer que precisava de um orçamento fiel, para cuidar do patrimônio pessoal e da família. O orçamento pessoal e familiar é uma questão de hábito. Simples de fazer. Primeiro separe um pouquinho para a poupança, depois anote despesas e recebimentos, e controle para que os gastos não ultrapassem o limite de ganhos. Os investimentos virão a seu tempo, no acumulo de poupança e reservas financeiras.

“BOTAS FEITIO DO ALEGRETE, ESPORAS DO IBIROCAI”.
BOINAS VERMELHAS E GUAIACA
“COMPRADAS LÁ NO URUGUAI”

A la fresca, gaudério! Será que teremos importações e novos investimentos, por aí? À medida que se tem conhecimento dos entreveros financeiros da vida, poderemos pedir:

“QUERO GAITA DE OITO BAIXOS
PRA VER O RONCO QUE SAÍ”

—–
Gilberto Silva
Economista de Finanças Pessoais
Cel. (51) 9724-7752 – Porto Alegre – RS

Onde investir se você é jovem e ganha pouco dinheiro

Recebi o seguinte email de um leitor do Moeda Corrente:

Olá Fabrício, li alguns de seus artigos, e percebi que você pode me ajudar…

Eu tenho 19 anos e tenho um pouco de dinheiro guardado (que junto de bicos e tretas que faço pra ganhar dinheiro), mas o dinheiro que tenho não é suficiente para se investir no negócio imobiliário…carro também não tenho interesse em gastar meu dinheiro nisso… Então eu gostaria de saber qual a forma que tenho para investir meu dinheiro.

Muito Obrigado

Minha resposta para ele foi a seguinte, acredito que possa ajudar mais pessoas na mesma situação:

Coloca teu dinheiro na poupança. Mais importante do que onde investir, é a regularidade no investimento. Não perde teu tempo pensando em formas de ganhar uma miséria a mais de rendimentos neste ponto da vida, porque essa miséria a mais não vai fazer a menor diferença no teu futuro. Usa teu tempo para encontrar formas de ganhar mais, pois isso sim te colocará no patamar de poder aproveitar investimentos melhores.

Saiba que cada esforço em melhorar teus ganhos mensais rende muito mais do que o mesmo esforço para melhorar teus rendimentos nas aplicações. As aplicações melhores e mais rentáveis virão ao teu encontro naturalmente, a medida em que tu ganhas mais e te relaciona com pessoas cada vez mais informadas.

ATUALIZAÇÃO em 2011: Muita coisa boa aconteceu desde julho de 2009, quando escrevi originalmente este artigo. Muitas pessoas me perguntam como eu invisto meu próprio dinheiro. Explico isto no site: http://www.investimentoemimovel.com.br. Invisto na construção de imóveis para venda ou aluguel.

Sucesso!

Porque eu defendo o investimento em consórcios

Ontem recebi email de um leitor dos meus sites e artigos. Estava interessado no investimento em consórcios, mas com algumas dúvidas, suscitadas por informações aparentemente contraditórias que leu em uma revista. Reproduzo abaixo o email, sem identificar o autor, e minha resposta para o mesmo. Acredito que esta tenha sido a melhor resposta que poderia dar a todos que tentam buscar algum objetivo obscuro ao fato de eu explicar esse investimento com tanto desprendimento, “oferecendo o ouro ao bandido”.

Sent: Monday, June 29, 2009 9:50 PM
Subject: Investimento em Consórcios

Boa noite,

Estava navegando pela internet, e me deparei com alguns artigos seus. Como tenho bastante interesse em investimentos, entrei no site http://www.investimentoemconsorcio.com.br, onde fiquei muito interessado.

Tenho muitas dúvidas, como muitas pessoas em qual é o investimento mais adequado, etc, etc, e estou lendo e pesquisando bastante, antes de começar um. Como recentemente mudei de emprego, cidade e tive que me sustentar sozinho, não consegui reservar dinheiro para investimentos, mas hoje vejo que é ponto chave para começar um, pois tenho 26 anos, e agora consegui um emprego onde consigo me sustentar e ter uma reserva todo mês.

Li em seus artigos, onde defende que o investimentos em consórcios é bom negócio, que traz bons retornos e tal, gostaria de saber se este consórcio é como outro consórcio imobiliário qualquer, pois andei lendo sobre o consórcio em imóveis, e alegavam que este não era um bom negócio, pela demora em tirar o bem, se não sorteado, etc. Na edição na Você SA deste mês também fala sobre isto.

Gostaria de saber porque defende tanto este investimento em consórcio?

Agradeço.

Oi Diego,

Eu não defendo o investimento em consórcio. Eu invisto pessoalmente em consórcios, da maneira que explico no site http://www.investimentoemconsorcio.com.br

Invisto pessoalmente em consórcios desde abril de 2002. Na época em que a Bovespa teve suas maiores altas, eu investia em consórcios. No final do período de altas da Bovespa, fiz uma planilha comparando os meus pagamentos mensais do consórcio e simulei um investimento em ações (índice Bovespa) com os mesmos valores mensais durante todo o período. Mesmo tendo sido a maior época de alta da Bovespa nas últimas décadas, meus investimentos em consórcio renderam 30% a mais. Isto sem acrescentar nestes cálculos os juros da renda fixa intermediária onde deixava os lucros obtidos com as contemplações das cartas de crédito.

Publiquei aqui no Moeda Corrente, em 2003, um artigo explicando o que fazia, como investia. Este artigo serviu de base para o site explicativo que citei acima. Nos meses seguintes, muita gente se interessou pelo artigo, pelo investimento, e resolveu fazer o mesmo que eu vinha fazendo. Me pediam orientação e eu orientava. Não ganhava nada por isso, mas também não me custava nada. Além do mais, estava fazendo novos amigos com interesses em comum, amigos interessados em investir e fazer crescer seu patrimônio. Amigos que no futuro poderiam ser parceiros em investimentos maiores.

Em 2005, depois de ter indicado dezenas de clientes para a Rodobens, a administradora que cuida dos meus consórcios pessoais, fui convidado por eles a ser representante de seus consórcios. Desta maneira, receberia uma pequena comissão por cada indicação que fizesse. Como ganhar dinheiro sempre é bom, abri uma empresa, a Megacombo, e continuei orientando as pessoas neste investimento da mesma forma que fazia antes. Passei a receber por algo que eu já fazia de graça, o que sempre é legal.

Ao longo destes anos, tenho meus resultados pessoais e também o resultado de muitos desses amigos para ajudar nos exemplos de lucro possíveis que descrevo nos artigos. Não tento convencer ninguém a investir em consórcios, isso é uma decisão pessoal de cada um. O que faço, isso sim, é ser transparente no que faço, é contar meus segredos de investimento sem medo de ser imitado. Vivo em um mundo onde há dinheiro para todos, logo, ajudar outras pessoas a ganhar mais não fará com que eu ganhe menos. Pelo contrário, ajudar outras pessoas a ganhar mais me aproximará de pessoas com os mesmos objetivos que eu, construção de patrimônio para uma vida melhor e um futuro mais seguro. E como já escrevi antes, junto dessas pessoas de pensamento semelhante, surgem oportunidades de investimentos maiores, investimentos que provavelmente não conseguiríamos fazer sozinhos.

Tudo isso deu tão certo para mim, que no início de 2008 vendi minha empresa de internet e passei a dedicar todo meu tempo livre a escrever artigos sobre finanças pessoais, investimentos criativos como são os investimentos em consórcios, artigos sobre atitude empreendedora e pensamento positivo, sempre lembrando que apenas o pensamento positivo não leva a nada se não for seguido de uma ação positiva para chegarmos a um resultado efetivo.

O que outros artigos ou revistas falam sobre os consórcios provavelmente tenha seu lado da verdade, mas falam apenas de algumas situações específicas, bem diferentes das situações que eu descrevo. Se tu me perguntares se o consórcio é uma boa forma de adquirir um imóvel imediatamente, sem ter nenhum valor para dar de entrada, minha resposta será que não, porque realmente não é. Em outras situações, poderia ser. Agora, dizer que consórcio não é investimento, baseado em achismos, simplesmente não me atinge, pois sei, na prática, que funciona e funciona absolutamente bem.

Hoje em dia, acompanho amigos investindo na construção de imóveis, investindo em salas comerciais onde o aluguel paga o restante das prestações de suas cotas de consórcio, amigos que adquiriram a casa própria de maneira muito mais barata do que se tivessem optado por um financiamento, amigos que mudam para um apartamento maior com muita facilidade por usar o consórcio para alavancar a compra do novo usando o valor da venda do antigo como entrada em uma carta já contemplada. Acompanho amigos que se juntam para construir pequenos prédios, que não poderiam atingir se não tivessem sido apresentados por meio desta rede de investidores que se forma ao meu redor.

O investimento em consórcios é apenas a porta de entrada para um mundo muito maior de investimentos, mas como todo caminho, tem um princípio, um aprendizado inicial, uma etapa de preparação para investimentos maiores. Não podemos construir um prédio sem a experiência de construir uma casinha. Há degraus para subirmos na escada dos investimentos com segurança. Ao mesmo tempo, não devemos nos preocupar com esses degraus que devemos subir. Construir e vender uma casa gera um lucro percentualmente semelhante a construir e vender um prédio inteiro. A diferença está na escala de valores, o investidor que constrói um prédio teria que construir centenas de casinhas para dar vazão ao seu capital. Então esta escada que subimos é o processo natural do nosso crescimento como investidores.

Como escrevi no início, não defendo o investimento em consórcios. Eu apenas explico a forma como invisto pessoalmente e os resultados que tenho obtido. Se esta explicação faz sentido para ti, se consegue entendê-la, e se tiver interesse em investir desta maneira, coloco minha experiência à disposição para te ajudar a investir da mesma maneira.

Para iniciar o investimento em consórcios basta seguir as orientações em http://www.megacombo.com.br/como-investir

Abraço,
Fabricio.

A Selic não é uma referência para os juros!

Lembro-me de ter escrito um artigo em algum mês do segundo semestre de 2008, falando sobre as taxas de juros de 17% que estavam sendo pagas pelo tesouro direto com vencimento em 2017. Esta queda nos juros estava sendo noticiada pelo Governo e com a crise, abriu às últimas oportunidades para quem ainda tinha algum interesse em manter seus recursos aplicados com uma alta taxa pelos próximos 10 anos.

Infelizmente, para nós que somos poupadores e investidores de longo prazo, uma taxa menor de juros não é a melhor notícia do mundo. Tenho a oportunidade de conversar com muitas pessoas sobre este e outros temas e muitos tem a mesma visão. Esta queda na taxa de juros causará impactos diretos ao governo no que diz respeito a captação de recursos para cobrir o buraco deixado por ele quanto as suas dívidas. A Estratégia do Governo é pagar menos juros para economizar, já que ele é incapaz de minimizar seus gastos. Também não podemos esquecer que estamos próximos da próxima eleição presidencial.

Com uma taxa menor, muitos poupadores/investidores vão buscar outras modalidades de investimento ou transferir uma maior fatia para investimentos em ações, imóveis ou até mesmo para a poupança, que está tornando-se uma melhor alternativa de “investimento”. Grande parte dos fundos de renda fixa são compostos por títulos do governo mas, com a taxa de administração e Imposto de renda sobre esta aplicação, certamente a poupança ganhará da Renda Fixa.

Nunca imaginei que eu estaria fazendo este tipo de comparação!!!

Muitos acham que a queda dos juros é boa e dará mais poder de compra a população, mas o que muitos não sabem ou não querem ver é que esta taxa não é aplicada automaticamente pelo mercado. Os bancos justificam que não podem cobrar uma taxa de juros menor por causa da inadimplência, mas parem e pensem. A inadimplência não é alta exatamente porque eles mantém uma alta taxa de juros?

Por fim, vejo mais um capítulo sendo escrito sem um final feliz.

Tire a pedra

Acabo de ler um texto curtinho, apenas seis parágrafos, mas de uma profundidade incrível. Foi escrito pelo meu amigo Alessandro Gonçalves. Reproduzo abaixo por ser curtinho, com link para o post original:

Nunca falo sobre religião, mas há poucos dias encontrei  algo que vale a pena ser dito:

Li sobre a passagem em que Jesus ressuscitou Lázaro. Ocorre que o corpo de Lázaro estava em uma espécie de caverna, fechada por uma grande pedra, e neste episódio Jesus disse às pessoas que lá estavam: “Tirem a pedra!”.

Alguns podem ter pensado: “Mas se ele pode ressuscitar uma pessoa, como não pode tirar uma pedra?”.

Este é exatamente o ponto que me chamou a atenção. Ressuscitar foi o trabalho dele, mas tirar a pedra era algo que as pessoas poderiam fazer. Todos nós poderíamos fazer isso.

Quantas vezes nós pedimos algo a Deus mas não nos movemos para tirar a pedra? Queremos que tudo seja feito e não fazemos a nossa parte. Deus pode até ter feito o que pedimos, mas se não tiramos a nossa pedra talvez nem saibamos disso.

Assim, quando pedir algo, não fique sentado esperando acontecer. Levante-se e faça o mais fácil, tire a sua pedra. O difícil ele faz.

Mais picaretagem envolvendo o lance embutido nos consórcios

Por WANDERLEY ARAÚJO.

Nova malandragem no concorrido mercado da picaretagem. Vendedores autônomos estão empurrando contratos de consórcio em consumidores incautos que assinam os documentos acreditando que vão receber empréstimo de dinheiro em supostas operações de crédito rápido e fácil, sem avalista, sem SPC, sem Serasa, com limite de até R$ 100 mil.

Eles agem graças às falhas no setor de consórcio que não dispõe de nenhum controle sobre as pessoas que vendem este tipo de produto. Segundo Osvaldo Moraes, diretor do Procon, não há entidade ou lei que regule a profissão dos vendedores autônomos de consórcio.

Qualquer picareta que quiser se aventurar a vender planos basta colocar uma pastinha debaixo do braço e sair por aí a oferecer o produto.

O Procon tem dezenas de casos de pessoas lesadas por estes maus vendedores. A vítima muitas vezes é atraída por anúncios nos classificados de jornais com a promessa de liberação de empréstimo “sem avalista e sem burocracia”. Quando vai atrás do dinheiro encontra, na verdade, o vendedor mal intencionado de consórcio.

Com poder de persuasão, ele explica que na verdade trata-se de um consórcio mas que o dinheiro sairá em poucas semanas pois a vítima será contemplada se oferecer um determinado lance na carta de adesão. O dinheiro para o lance é tirado do próprio consórcio, por intermédio de hipoteca ou alienação que servem de lastro no contrato, numa operação legal conhecida no mercado como “lance embutido”.

Se o cidadão precisa, por exemplo, de R$ 30 mil, ele assina um contrato no valor de R$ 40 mil para que R$ 10 mil seja ofertado como lance; quando for contemplado com os R$ 40 mil o cliente restitui os R$ 10 mil ao consórcio.

O Banco Central não tem como punir – A encrenca acaba desaguando no Procon quando o tempo passa e o tão sonhado empréstimo nunca aparece.

Como a vítima assina normalmente um contrato de consórcio e fica apenas com a promessa verbal do vendedor de que receberá o empréstimo mediante a suposta contemplação, o consumidor lesado não tem sequer meios legais de acionar o caso na Justiça ou no Procon. “O que vale é o que está no papel. A vítima, na verdade, assina um contrato de consórcio e fica amarrada a este tipo de plano. O consumidor deve ficar muito atento, pois não existe contemplação de consórcio pré-fixada”, alerta Osvaldo Moraes.

O interesse do vendedor em toda a maracutaia é receber uma comissão a título de taxa de adesão, que varia de 1,5% a 2%, sobre o contrato.

Uma administradora, entre várias que tiveram problemas em função da ação de vendedores inescrupulosos, para se preservar, acabou com o lance embutido em suas operações. É através desta modalidade de lance que o vendedor usa o argumento de que a vítima será contemplada de forma rápida.

O Banco Central diz que não tem como punir este tipo de golpe pois a vítima acaba assinando um contrato formal de consórcio.

Fonte: http://www.condominios.com.br/sitecond/noticias/dicas/jc111101.htm

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Por tudo isto é que sempre oriento os amigos a conhecer bem com quem estão investindo seu dinheiro, saber do histórico e das realizações da empresa que irá administrar o grupo de que fazem parte. Para saber em quem eu confio e como invisto meu dinheiro, conheça os sites http://www.investimentoemconsorcio.com.br e http://www.investimentoemimovel.com.br.

Adquira seus consórcios com quem sabe o que faz, procure a Megacombo e fale diretamente comigo.

Abraços,
Fabricio S. Peruzzo.

Quer ganhar 1 milhão?

Vídeo interessantíssimo que assisti ontem de uma palestra do Gustavo Cerbasi, o cara que vendeu mais de 500.000 exemplares do livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos. Nesse vídeo, o autor fala da forma de pensar riqueza de outros povos em relação ao nosso.

Investimentos Inteligentes - Gustavo CerbasiAbaixo segue o texto de apresentação de seu novo livro, Investimentos Inteligentes. Não preciso dizer que já li este e também os outros livros dele e indico fortemente a leitura a todos que desejam conquistar um futuro financeiro excepcional. Basta clicar nos links dos títulos dos livros e comprar diretamente no site do Submarino para receber os livros no conforto do seu lar.

O mais novo lançamento do autor é Investimentos inteligentes, onde o consultor financeiro prova que alcançar um milhão não tem nada de impossível e que, com a postura certa, podemos multiplicá-lo e transformá-lo em muitos milhões. Com as carreiras cada vez mais curtas e a vida cada vez mais longa, buscar a independência financeira é uma questão de sobrevivência. E qualquer pessoa pode alcançá-la ou mesmo chegar ao seu primeiro milhão se souber investir de forma inteligente — ou seja, escolhendo investimentos com os quais se sinta à vontade. Investimentos inteligentes, portanto, não ensina quais os segredos do melhor investimento do mundo, mas nos ajuda a descobrir qual a forma de investir mais indicada para cada um de nós. Cerbasi não dá o peixe, ele nos ensina a pescar.

Coleção Investimentos - Gustavo CerbasiConheça também os outros livros do autor. Clique na figura ao lado para comprar a coleção com um bom desconto.

Escolha 5 metas para este ano

Acabo de assistir um vídeo do Aldo Novak explicando o que são as metas e como realmente alcança-las. São apenas quatro minutinhos, então use bem seu tempo e assista o vídeo a seguir. Só uma pequena ressalva para quem está assistindo o vídeo devido a minha indicação: no início, ele se apresenta dizendo “oi, eu sou Aldo Novak mas você provavelmente já sabe disso”. Por favor não pensem que é muita pretensão dele ou algo deste tipo. Ele se apresenta desta forma porque o vídeo foi enviado originalmente para a lista particular de assinantes dele, ou seja, quem realmente já o conhece há tempos. Sem mais delongas, fiquem com o Aldo.

Gostou do que viu? Então deixa eu sugerir o último livro dele, O Segredo Para Realizar Seus Sonhos. Basta clicar no título ou na imagem da capa e comprar agora mesmo no site do Submarino. O livro desmistifica aquela aura de mágica e mistério que envolve a Lei da Atração e explica de forma clara, com diversos exemplos da vida do autor, que a aplicação da Lei da Atração é algo simples e metódico. Tudo depende da ação que tomamos em direção ao que queremos.

Uma história sobre metas

Tenho um amigo que está iniciando um novo negócio. Ele sempre foi funcionário de outras empresas e ganha um valor razoável para viver, apesar de que o fato de trabalhar em outra cidade exige que ele acorde todos os dias as 5h da manhã e vá dormir depois das 23h.

Esse amigo é casado, chega em casa exausto depois de quase duas horas da viagem de volta. É jantar e dormir, pois geralmente as horas extras exigidas pelo empregador faz com que ele saia do serviço depois das 19h. No fim de semana, geralmente dorme o tempo inteiro para conseguir recuperar um pouco as energias para aguentar mais uma semana que vem pela frente.

Eu pergunto: isso é viver?

No meio deste ano ele resolveu vencer essa rotina. Decidiu abrir o próprio negócio usando as horas livres (quais?) para iniciar uma empresa de hospedagem de sites na internet. Começou bem, ao invés de tentar aprender tudo sozinho e economizar uns trocados neste início, decidiu começar sua empresa seguindo um plano que já havia sido implementado por diversas outras pessoas com absoluto sucesso. Como sei disso? Simples, ele entrou em contato comigo e ajudei a desenhar o funcionamento da empresa dele. Ao invés de começar do zero, ele começou contando com meus quase 20 anos de experiência de trabalho na internet.

Eu sei que o tempo de aprendizado que isso economizaria seria o suficiente para que ele atingisse o sucesso no final do primeiro ano. Ainda faltam seis meses para terminar este prazo, então as chances disto acontecer ainda são bastante grandes. Mas essas coisas não acontecem de uma forma linear, então, no início, as coisas podem parecer andar bem devagar em alguns momentos.

Alguns problemas aconteceram logo no início, como a escolha de um contador que levou mais de três meses para reativar uma empresa que ele já tinha aberta. Ou a demora em abrir uma conta no banco, necessária para poder enviar os boletos de cobrança. Mas o maior desafio não era técnico ou administrativo. O maior desafio é vencer a mente do assalariado. É conseguir mostrar que a luz no fim do túnel existe e que para alcança-la basta continuar caminhando em direção a saída.

Junto com o provedor de hospedagem de sites, ele decidiu também montar uma empresa de desenvolvimento de sites. Isso tornaria mais fácil a venda de hospedagem para clientes finais, que normalmente também precisam do desenvolvimento do site e ainda traria o benefício de trazer dinheiro rapidamente para dentro da empresa. Mas para isso, haveriam outros desafios, o maior deles, o tempo necessário para fazer as vendas, atender os clientes, desenvolver os sites e fechar as parcerias com outros desenvolvedores que pudessem auxiliar em todas as etapas que ele não conseguiria fazer sozinho por permanecer no emprego que já tinha.

Então hoje, recebo um email dele dizendo que estabeleceu uma meta! Poxa, já tinhamos concordado com algumas metas mensais que iriam aumentando gradativamente ao longo dos meses de forma a chegar no final do primeiro ano com a quantidade de clientes suficientes para pagar as contas e manter ele e a esposa. Claro que para que essas metas pudessem ser cumpridas, teriam que ser mensalmente observadas e caso não atingidas, analisados os motivos para não terem sido alcançadas.

Mas voltando ao ponto que quero analisar, ele fala que estabeleceu uma meta, o que não é verdade. O que ele estabeleceu foi um ponto de abandono do projeto. Ele, ao invés de estabelecer uma meta, estabeleceu uma quantidade de clientes que se não atingida o permitiria abandonar o provedor, o sonho de independência e a volta a sua rotina diária de trabalho, trabalho e trabalho. Parece que a rotina diária o fez esquecer de que a vida é feita de trabalho e lazer, equilibrio.

Uma meta é um ponto que determinamos atingir em um tempo determinado. É um balizador, não uma condicional. Se não a atingirmos, o que precisamos fazer é estudar os motivos do nosso fracasso. Pode ser que tenhamos nos atribuído uma meta muito maior do que a possível, pode ser que não tenhamos nos dedicado a ela com todo o empenho, pode acontecer alguma mudança externa que não tenhamos gerência e que nos impossibilite de realizar o planejado, pode não ter havido planejamento…

E então ele termina o email tentando um pensamento positivo: “mas não creio que isso irá acontecer”, fazendo referência a abandonar seu novo negócio.

Pensamento positivo não serve para nada se as ações são negativas. Não adianta escondermos a cabeça em um buraco e tentar não ver a realidade. A responsabilidade pelos nossos resultados é totalmente nossa. Nossas ações sempre definirão os resultados que iremos alcançar.

Então, se você está passando por algo parecido, tome o rumo da situação. Pule no trem que está passando e faça o que for preciso para atingir os resultados que você procura.

Eu estou neste mesmo trem em relação a minha empresa de consórcios, a Megacombo. Nos últimos três meses, falei com mais de 250 pessoas explicando como funciona o investimento em consórcios. Claro que estou tendo resultados ótimos, estou trabalhando para isso todos os dias. Não fico esperando as horas passarem, corro atrás do tempo.

Se você fizer a sua parte, não tem como não alcançar o sucesso. Se você prefere ficar reclamando da crise, da falta de oportunidade, da falta de tempo, do cansaço, do excesso de tarefas, problema é seu. Mas sei que esse não é seu caso, se fosse, não teria lido esse texto até o final.

Abraço, boa sorte e sucesso!