Você não vai enriquecer investindo apenas R$ 500 por mês

Você não vai enriquecer investindo apenas R$ 500 por mês

É o que um forte influenciador da internet costuma dizer a seus mais de 800 mil seguidores. E posso falar? Ele está certo. Investir R$ 500 mensais da forma tradicional em renda fixa, fundos multimercado ou ações, não vai te enriquecer. Ele diz para investir em ti. Concordo com isso também. Investir em ganhar mais traz resultados palpáveis ao longo do tempo.

Mas deixa te contar uma história diferente. Com este valor mensal para investir você pode sim enriquecer. O que você precisa é de uma mudança de mentalidade. Não essas coisas metafísicas de força do pensamento, ‘O Segredo’ ou coisa do tipo, mas sim algo bastante trivial: a prática constante.

Um dos problemas de ter pouco dinheiro para investir é a falta de regularidade. Você não tem muito. Quando recebe o salário pensa: “é tão pouco que não vai fazer diferença se eu pular este mês.” E o próximo. E o próximo.

Isso quando simplesmente não esquece do compromisso que assumiu consigo mesmo de se pagar primeiro.

O segundo problema atinge aquela minoria disciplinada o suficiente para fazer aportes regulares. Estes, depois de um tempo até conseguem juntar um certo valor, digamos R$ 5000, R$ 10.000, mas não passam disso. Inconscientemente não se acham dignos destes valores. Então, quando a soma começa a passar de seus limites mentais, gastam uma parte. Pode ser um celular novo à vista, justificando com isto um desconto ou não precisar pagar juros. Pode ser uma viagem. Pode ser a troca do carro.

Se este é o seu caso, basta ver seus resultados para saber. Você precisa de uma ferramenta que te ajude a vencer essas barreiras da falta de disciplina e do seu senso de merecimento. Você merece mais. Você precisa de uma ferramenta que te ajude a crescer como poupador, como investidor. Para daí dar saltos maiores.

Conquistei minha independência financeira em apenas sete anos com o investimento em consórcio de imóveis, começando com menos do que R$ 500 mensais. Estou aqui para te contar minha história e te guiar neste caminho, caso seja este teu desejo.

O Brasil é o país do futuro, e agora este futuro parece tenebroso.

A triste realidade que vivemos neste momento. Publico em meu site para ter registrado aqui em que ponto chegamos em nosso país.

ALERTA DE TEXTÃO QUE VALE CADA MINUTO DE LEITURA!

Por Luiz Henrique Melo, médico infectologista de SC.

“Refleti muito antes de escrever esse texto, podem acreditar. O fato é que com a progressão da contaminação da Covid-19 e suas variantes (cada vez mais contagiosas e letais, para jovens inclusive) o sistema de saúde está colapsando e senti a necessidade de manifestar algumas das minhas constatações.

A primeira é que, passado um ano da tragédia na Itália, parece que não aprendemos nada. Nem a tragédia em Manaus nos ensinou alguma coisa.

A segunda é que, com o aumento do número de contaminados e falta de UTIs, o vírus se tornou “democrático”. Não importa mais se você é pobre ou rico, não vai ter UTI.

A terceira é que alguns juízes, que seguem dando liminares bumerangue contra as medidas de contenção, ignorando que, se e quando eles, ou algum familiar seu contrair o vírus e vir a precisar de uma UTI, a liminar concedida se voltará contra eles.

A quarta constatação é que, passado um ano e dezenas de pesquisas sérias, ainda tem gente que acredita que remédio contra piolho, lombriga e malária serve pra matar o coronavírus. Pior ainda, tem médicos estimulando sua utilização e, muitos deles, ostentando que não perderam nenhum paciente após usar o tratamento precoce. Na verdade apenas enxergam os casos que não complicam, pois, quando os pacientes agravam, não voltam pra eles no consultório de onde alardeiam suas pajelanças. Morrem no hospital, e quem assina o atestado de óbito é um profissional da saúde exausto, desesperançado e de saco cheio da politização do tratamento. Não existe tratamento precoce, ponha na sua cabeça. O que existe é equipe preparada com condições de atender e salvar vidas quando a doença complica. Acontece que agora as condições estão indo pras cucuias.

A última constatação: lockdown não funciona no Brasil, é fato. Não funciona no Brasil, porque criamos o “lockdown jabuticaba” (só existe aqui). É parcial, sempre existe um jeitinho de burlá-lo, uma falta de consciência em evitar aglomerações, em deixar de lado as coisas que gostamos de fazer mas o momento não permite. Sem disciplina, lockdown é piada. Aliás, se tivéssemos disciplina, não precisariamos de lockdown. Paradoxal isso.

Não esqueci dos espertinhos e sabidões também. Eles são os Talibans biológicos. O vírus se aproveita deles para se multiplicar e atingir não só eles, mas todos ao seu redor. Sim, espertinhos e sabidões são egoístas, não têm empatia nem solidariedade.

Lembra que, no começo da pandemia, muita gente compartilhou uma lista de doenças que matavam mais que a Covid ? Só pararam quando a realidade se impôs. Mas seguem soltando outras fake news, um vírus tão ruim quanto o corona. Aliás, o corona adora fake news. Elas criam o ambiente perfeito para ele se reproduzir.

O Brasil virou um covidário. Nossa incapacidade em entender e seguir a ciência, está fazendo o vírus mutar e se transformar em um agente cada vez mais perigoso e mortal. Vamos virar párias internacionais, um laboratório gigante de um darwinismo distópico.

E há as mortes, que vão aumentar muito, e não será só pela Covid-19 não. Isto não é pessimismo nem alarmismo, é mais pura realidade. Com o colapso do sistema de saúde, se por azar você tiver qualquer doença ou trauma que tenha tratamento mas exija atendimento em terapia intensiva será improvável encontrar uma vaga. Bem-vindo à Idade Média.

E para os incautos que pedem mais UTIs e hospitais de campanha, é importante lembrar que não tem mais profissionais de saúde e com saúde, para atuar nesses lugares. Pode criar mais 5000 leitos de UTI. Não tem quem ” toque o lodjinha”, talkey ?

E o pior ainda vem por aí. Já sabemos que a mutação brasileira aumenta a possibilidade de reinfecção e a comunidade científica está temendo que escape também da vacina. Esse é o covidário Brasil.
Isso tudo que falei está todos os dias na internet, nos jornais e na realidade de muitas pessoas que estão vivendo, sofrendo e morrendo na pandemia. Mas os espertinhos e sabidões, os cientistas do Facebook, os entendidos do whatsapp, os lacradores do Instagram, esses só vão cair na real quando um parente seu morrer dentro de casa, sem ar, mas com o bucho cheio de azitromicina, cloroquina, ivermectina e vitaminas de A a Z.

Hoje, o Brasil tem 10 milhões de casos confirmados e 250 mil mortes. Os EUA tem 30 milhões de casos e 600 mil óbitos. Faça uma continha básica e verá que o Covid aqui está matando mais que lá com um agravante: aqui a vacinação está em passos de cágado, enquanto lá, de trem-bala. E ainda nem chegamos perto do fundo do poço.

Desde a minha infância, aprendi que o Brasil é o país do futuro, e agora este futuro parece tenebroso, pois ainda teremos muitos dias tristes e sombrios. E estamos fazendo por merecê-los. Imagino como estaríamos se o brasileiro não fosse um povo cordial e solidário.”

Documente sua jornada

Foi o Gary V. quem primeiro falou sobre documentar nossa jornada nas redes sociais. A questão toda é simples: não sabemos quão alto iremos chegar, mas ao longo dos anos, todos iremos percorrer algum caminho.

O que constrói um vencedor é o trabalho diário. O sucesso da noite para o dia leva ao menos 10 anos para surgir. Então, enquanto cresce, documente sua jornada. Seus maiores fãs (procure por “1000 fãs verdadeiros”, do Kevin Kelly) serão justamente os que te viram crescer, os que te conhecem desde antes do sucesso da noite para o dia. Você vai poder se referir a eles com frases como “quem estava aqui quando ainda era tudo mato.”

Veja minha história. Há 19 anos comecei a investir usando os consórcios de imóveis como ferramenta de formação de patrimônio. Minha área era a informática, meu negócio era um provedor de acesso à internet.

Documentei o início da minha jornada nos investimentos até os lucros com os consórcios surgirem. Documentei meu crescimento como investidor e ajudei aos primeiros amigos que me pediram orientação. De 2002 a 2008 foi assim.

Em 2009 vendi minha empresa de internet, passei a me dedicar integralmente aos consórcios e, da noite para o dia, me tornei um dos maiores vendedores de consórcio do Brasil. Do início até as premiações com viagens internacionais foram seis anos que não apareceriam para quem me conheceu depois do sucesso, não fosse eu estar documentando essa jornada.

O mais importante de documentar sua jornada é justamente a chegada do sucesso. É a jornada que justifica a confiança dos novos clientes em teu trabalho. Quem chega hoje vê minha empresa sólida, com anos de mercado. É fácil comprar de mim agora, não preciso provar que existo.

É até engraçado escrever isso, mas quando comecei, precisava, literalmente, provar que eu existia de verdade. A internet não era essa ferramenta presente na vida de todos. Documentar minha jornada era essencial, pois meus clientes, em outros estados e até mesmo em outros países, precisavam saber que o Fabrício existia e era real, não uma história escrita nessa tal de internet.

Investir é um estilo de vida

Investir deve ser uma atividade regular. Todos os meses você separa um pouco (ou muito) do que ganha com seu trabalho e investe em ativos que geram renda ou possam valorizar ao longo dos anos.

Você não vai enriquecer investindo. Você vai enriquecer com os frutos do seu trabalho que serão investidos. É importante diferenciar essas duas coisas, pois muitos pensam poder enriquecer investindo e perdem tempo precioso de suas vidas tentando encontrar a fórmula mágica para enriquecer da noite para o dia, em vez de utilizar seu tempo para aperfeiçoar suas habilidades de ganhar dinheiro e, com isso, ter efetivamente algum valor relevante para investir. Sei disso porque já caí nessa armadilha.

Então você não vai enriquecer investindo, mas investir regularmente é importante, pois é o que forma patrimônio. E patrimônio, você sabe, é a materialização da riqueza. Por isso a importância de saber o mínimo sobre investimentos. Seu patrimônio precisa crescer de forma automática. Não precisa ser um gênio para isso, basta saber o básico sobre investimentos e aplicar o que já se provou vencedor: simplicidade e diversificação. Não invente moda e não deixe todos os ovos na mesma cesta.

O que torna uma pessoa rica é seu trabalho. Invista em você. Trabalhe mais e melhor. Diversifique seus investimentos, mas diversifique também suas fontes de renda. Se você tem um emprego, pense em um pequeno negócio que possa tocar depois do trabalho. Se ainda não se sente capaz disso, use o tempo fora do trabalho para se aperfeiçoar, faça cursos, estude inglês. Busque atividades que o qualifique para trabalhos mais bem pagos.

Se você é empreendedor, concentre todas suas forças no seu negócio e aí sim, não diversifique. Um negócio próprio é a melhor forma de enriquecer de verdade, basta olhar a sua volta os grandes empreendedores de todo planeta. Neste caso específico, o foco é seu melhor amigo. Por outro lado, com a concentração da sua fonte de renda, diversificar os investimentos se torna ainda mais importante.

Existe uma situação específica em que devemos ignorar essa questão da diversificação. É quando estamos começando a formar patrimônio. Neste período inicial foque em construir uma reserva de segurança. O objetivo deste valor não é crescer da melhor forma possível, mas sim, ter liquidez imediata em caso de emergência, como uma doença que te impeça de trabalhar por um tempo, por exemplo. Use a poupança ou um fundo de renda fixa simples, com a menor taxa possível. Junte o suficiente para três, seis, ou doze meses do seu custo de vida. O objetivo aqui é te dar tranquilidade de que as eventualidades da vida não irão te derrubar financeiramente.

Viva uma vida plena, mas sem extravagâncias caras. Busque ganhar mais não para gastar mais, mas para poder economizar um percentual maior do que ganha. Em pouco tempo seu patrimônio crescente produzirá frutos. Reinvista esses e, logo, poderá viver a vida que sempre quis, com a renda de seu patrimônio acumulado.

É simples, mas não é fácil. Se precisar de ajuda, conta comigo.

Pai de menina, marido da Mulher Maravilha.

No dia da mulher, só poderia falar aqui da enorme sorte com que a vida me presenteou com uma menina como primeira filha, e da mãe maravilhosa que nasceu com ela dentro da minha esposa.

Que eu tinha nascido para ser pai de menina já sabia desde pequeno. Um filho primogênito seria tão amado quanto, mas sim, eu tinha uma leve preferência. Já sabia também que tinha casado com a Mulher Maravilha, mas não conhecia a força real da minha esposa até ver ela se transformar em Mãe Maravilha.

Minha esposa é resolvedora das coisas, toma a frente quando precisa. Ao nascer a Isabella, logo passou a cuidar da filha, da casa e do marido com maestria. E quando falo cuidar, falo aos maridos que trabalham fora e não fazem ideia do que é “apenas cuidar da casa.”

Cuidar de um filho não é apenas trocar fraldas e dar de mamar, mas toda uma série de micropreocupações que somadas viram uma montanha. Lembrar de todas vacinas. A cada minuto ter que pensar qual será a próxima refeição. E ainda tivemos alergia alimentar para nos preocupar. Ver se tem o que precisa em casa. O que precisa comprar, limpar e arrumar. Esse stress mental constante não dá um segundo de folga. Tem que ser uma Super Mulher.

Neste dia da Mulher, clamo aos homens. Cumpram seus papéis de homens. Cuidem da sua casa e das suas esposas. Coloquem as roupas para lavar. Lavem a louça. Façam as compras no supermercado, mas mais que isso, pensem no que precisa ser comprado. Ajudem suas esposas a suportar a carga da preocupação constante estando presentes. Que esse texto seja um abrir de olhos para que você veja a sua esposa. Porque mesmo consciente disso tudo e presente aqui, as vezes as coisas passam desapercebidas. No dia da Mulher eu digo: acordem, homens.

Para ser um bom Pai de Menina, o melhor caminho é o exemplo. É ser um bom marido da sua esposa. Esse é o exemplo que sua filha levará para a vida. O tipo de pai que a filha vê em casa é o tipo de homem que ela saberá que existe no mundo. E para minha filha, quero que ela saiba que não deverá se contentar com pouco. Ainda estou aprendendo, mas quero ser o melhor pai de menina do mundo.

Patrimônio, liquidez, diversificação, conhecimento

Ia escrever um texto sobre a importância do patrimônio na nossa vida, mas aí me lembrei de uma situação particular e o texto tomou rumos diferentes antes mesmo de eu começar a escrever.

Diria que nos investimentos muitas vezes não nos damos conta de que patrimônio é tudo que se deve buscar como objetivo. Que no final das contas, o que conta é o número total que temos quando somamos tudo. Falo isso porque muitas pessoas ficam obcecadas em buscar investimentos mirabolantes que gerem lucros enormes, mas não conseguem sequer focar no básico que é guardar um pouco do que ganham todos os meses com o objetivo de investir esse dinheiro regularmente.

Um amigo me pergunta sobre a aquisição de uma sala comercial como investimento. Representa mais da metade de todo seu patrimônio. Os riscos não superam os benefícios. Se esta sala não estiver alugada, não pesará tanto em suas contas. Por outro lado, se qualquer imprevisto acontecer que exija dinheiro imediato, como uma doença de tratamento caro, não há como transformar isso em dinheiro rapidamente sem implicar em grandes perdas em uma venda apressada. Faltou diversificação na formação desse patrimônio. Ele não possui liquidez alguma no conjunto do que possui.

Conheci uma família que herdou uma praia inteira. Sério, centenas de terrenos em uma praia já formalmente constituída. Não sabiam dos negócios do pai em detalhes até que ele morreu. Um patrimônio sensacional a ser dividido entre seis irmãos. E aí, brigas em família, objetivos diversos e tudo mais, estão, ano a ano, dilapidando esse patrimônio. Um pouco de cooperação entre irmãos e uma boa assessoria poderia triplicar o valor do que possuem em poucos anos, gerando uma fonte de renda vitalícia para as seis famílias envolvidas. A falta de conhecimento e os ânimos acirrados, no entanto, estão jogando tudo isso no lixo. Todo ano cada um vende um ou outro terreno para pagar suas contas. Em breve não terão mais nada para desenvolver e aumentar o valor. A praia em questão precisa de infraestrutura básica, mas isso resolvido, terrenos mais longe da praia que hoje não valem nada passariam a valer ao menos três vezes mais. Ainda dá tempo de desenvolver algo, mas dentro de algum tempo, depois de consumidos os terrenos nobres que restam, não haverá mais como obter a liquidez necessária aos investimentos que precisam ser feitos na frente. E então, possuirão um patrimônio que não interessará a mais ninguém, até ser consumido em impostos.

Patrimônio é importante, mas precisa ser equilibrado com liquidez, diversificação e conhecimento de onde se planeja chegar.

Linha editorial

The Apartment. Billy Wilder.

Dizem que para ter sucesso no ambiente digital é preciso uma linha editorial bem definida. O que é isso? Porque é importante?

Uma linha editorial é simplesmente a definição dos tópicos que você costuma falar em sua comunicação. Inclui o assunto principal que você deseja transmitir, por exemplo, o uso dos consórcios como investimento no meu caso, mas também assuntos acessórios como finanças pessoais e tranquilidade financeira, para pegar tópicos relacionados, ou paternidade ativa, como um tópico extra, mas ainda assim, complementar.

Por fim, sua linha editorial pode e deve incluir assuntos que não estejam diretamente relacionados com o objetivo principal, mas que dão um alívio ao assunto ou simplesmente ajude seu público a lhe conhecer melhor. Gera intimidade, te mostra real, não uma figura construída artificialmente. Novamente citando meu caso, temos aquarelas e desenhos, temos computadores antigos e máquinas fotográficas velhas. Temos máquinas de escrever. Temos cadernos e rabiscos.

Note que esta última parte da minha linha editorial mostra o tipo de coisas que eu gosto, mas mais que isso, mostra coisas de um tempo em que as relações eram mais pacientes, construídas com o tempo. Pode parecer não haver relação com o consórcio de imóveis que trato como ferramenta de investimento, mas estão intimamente relacionadas. Assim como uma carta escrita a mão e enviada pelo correio, da mesma forma que uma foto que precisa ser revelada depois de batida, o consórcio possui um tempo de maturação até ser contemplado e gerar lucros. A tranquilidade financeira chega depois de um tempo em que economizamos todos os meses para formar uma reserva de segurança.

As coisas se entrelaçam. Mostrar quem sou e o tipo de relacionamento que prezo ajuda a atrair para meu negócio o perfil de investidor que busca coisas semelhantes a mim. Um investimento simples, automático, que deve nos acompanhar por toda a vida e nos proporcionar a tranquilidade que buscamos atingir.

Você busca uma forma de enriquecer rapidamente? Seu lugar não é aqui. Não acredito em pressa, acredito em qualidade e tranquilidade.

Vem comigo?

Histórias importam

Histórias importam.

Sua experiência é única. Você tem algo a dizer. Outras pessoas que estejam passando pelo que você passou podem se beneficiar muito de sua vivência.

Pessoas diferentes aprendem de maneiras diferentes. Sua forma de escrever, de falar, de gravar um vídeo, pode ser justamente do jeito que ressoa com a alma atormentada de outra pessoa.

Conte sua história como inspiração à ação.

Conte sua história de superação para ajudar outros a superar seus desafios.

Conte sua história de dor como empatia à dor dos outros. E conte como essa dor foi superada ou como finalmente você conseguiu seguir em frente, apesar da dor.

Uma única pessoa impactada por sua mensagem já vale o tempo que você dedicou a contar sua história.

Histórias importam. Conte a sua.

Quem planta, colhe. As vezes até mais do que plantou.

Há 10 anos um cliente ouviu o que eu tinha a dizer e partiu para a ação. Muitos me ouviram, poucos foram os que efetivamente agiram.

Hoje não vou contar a história de um cliente que contemplou cedo e lucrou diversas vezes o que investiu. Vou contar a história do Renato, que levou 10 anos para contemplar, 119 meses para ser exato. No final das contas, com seu consórcio, perdeu dinheiro ao longo desses anos todos. Até poderia usar a carta e se beneficiar um pouco da alavancagem que ainda possui, mas neste caso, quitar e pegar a bolada que juntou é uma opção melhor. Foi como se tivesse guardado dinheiro debaixo do colchão e o vento tivesse levado algumas notas ao longo do tempo.

Dá para ver no depoimento que me enviou que não vê o ocorrido como perda. Com uma só carta, sabia que contaria com a sorte, mais do que com as probabilidades a seu favor. Ainda assim, é raro de acontecer isso. Como ele mesmo se chamou (baseado em um texto antigo meu), foi o Pato Donald dos consórcios.

Por outro lado, ter começado o consórcio lá atrás foi a chama inicial do interesse em investir. Em paralelo com o consórcio, também começou uma reserva de emergência e aprendeu sobre fundos imobiliários. E assim como fez com os consórcios, agiu.

Hoje, pode até não ter tido os resultados esperados com o consórcio, mas a sementinha inicial que ele plantou fez nascer não apenas esta árvore, mas outras ao redor. Esta é a mágica da vida, quem planta, colhe. E a natureza as vezes nos surpreende com aquilo que não plantamos originalmente, mas acabamos colhendo.

O caminho do crescimento não é uma linha reta. Fico feliz de que o Renato veja isso da mesma forma que eu. E assim como eu fiz, ele também plantará mais sementes em novos consórcios. Porque mesmo o Pato Donald parecendo azarado, as vezes tem tremendos golpes de sorte. E com toda sinceridade, vive uma vida bem tranquila lá em Patopolis.

Eu plantei a semente de que você deve pensar no seu futuro, na sua tranquilidade financeira. Gostaria de regar essa semente no seu jardim?

A vida que se vive

Quando viajo sempre me perco imaginando como seria morar no lugar em que estou.

Nossas viagens costumam ser longas, pelo menos uns 20 dias. Um misto de querer aproveitar ao máximo o custo das passagens e conhecer bem o lugar.

Antes da Isabella nascer ficávamos em hotéis tradicionais, nem existia ainda o AirBnB. Depois do nascimento, com a necessidade de ficar em locais com cozinha por conta da alergia alimentar dela, passamos a ficar em Flats ou apartamentos alugados por temporada. Desta forma, nossas rotinas no exterior eram semelhantes à que temos em casa, incluindo compras regulares no supermercado, passeios pelo bairro em que estamos e exploração do comércio local.

Foi um pouco antes da baixinha ser concebida que passamos uma temporada no Hawaii. Naturalmente pensei em como seria morar definitivamente por lá. Acredito que tenha sido o melhor período que passamos de todos, mas sempre existe aquela ideia romântica do lugar em que passamos relativamente pouco tempo. Amamos NY, por exemplo, mas a ideia de morar lá definitivamente bate de frente com nosso horror de frio, neve e tudo que isso implica na rotina do dia a dia. O Hawaii não tem esse tipo de problema.

A realidade porém é que sabemos que morar no Hawaii não seriam duas semanas de passeios e banhos de mar de um casal sem filhos. Há a rotina do dia a dia, os compromissos de colégio com as crianças que agora nos acompanham. Há a distância da família e as novas amizades que levariam um bom tempo a ser cultivadas em um novo país.

Nunca sei se é medo da mudança ou se é pragmatismo, mas o fato é que é pouco provável que façamos uma mudança radical em nossas vidas. Estar perto dos nossos pais, o conforto de estar onde conhecemos tudo ao redor, onde sabemos os hospitais com que podemos contar, onde as pratelerias do supermercado já estão mapeadas em nossa memória, onde os colégios já são conhecidos, tudo isso nos mantém por aqui.

Essa é a vida que vivemos. Nossa casa, nossas rotinas, nossa família. Viajar (metaforicamente) é um bom exercício, mas sou bem feliz com as cartas e o tabuleiro que a vida nos apresentou. E quando enjoamos, é só passear um tempo que passa.