Já falei antes como eu adoro o Zaffari ao tratar das filas no supermercado. Não podia deixar de contar a feliz surpresa quando minha esposa ganhou um diamante ao escrever sua história de amor pela marca na comemoração dos 75 anos da rede de supermercados preferida dos gaúchos. Essa paixão não é só nossa, minha irmã também relata um fato curioso de quando foi conhecer a filial dos gaúchos que vivem em São Paulo.
Hoje pela manhã, mais uma surpresa boa. A foto abaixo, com minha esposa, diz tudo 🙂
Hoje recebi adiantado um dos presentes de Natal que minha esposa preparou de surpresa. Fiz um vídeo mostrando este presente, além de falar sobre a importância de fazermos as perguntas certas, ou como expor nossos problemas de forma que a própria explicação do problema nos leve à resposta. Falo também sobre a “solidão empresarial”, um mal que costuma ser comum em empreendedores que trabalham em casa ou que possuem um negócio muito enxuto, sem precisar de funcionários ou sócios.
Assista o video:
Se não consegue ver aqui, assista diretamente no YouTube clicando aqui.
PS: uma curiosidade para os que gostam de tecnologia. Filmei este vídeo com o iPhone 4 e fiz a edição diretamente no telefone, usando o programa iMovie da Apple. O envio para o YouTube também foi feito pelo próprio aparelho. Mobilidade total.
Até mesmo super-heróis possuem problemas que desejam resolver.
Estava lendo Bird by Bird: Some Instructions on Writing and Life, excelente livro da Anne Lamott, quando me deu vontade de confessar publicamente algumas coisas ao ler um trecho em que ela dizia que os personagens tinham que possuir alguns defeitos ou características das quais não gostavam tanto. A autora dizia que isto permitia nos identificarmos com tais personagens porque nenhum de nós é perfeito, logo, essas pequenas características eram a cola que nos ligava a cada personagem.
Acredito que desta reflexão sairá algo interessante, pois as vezes tendemos a ver somente um lado das situações, o lado mais fácil de ver, o lado mais exposto, quando na verdade, tudo costuma possuir muitas facetas. Acho importante a busca pela compreensão do todo, ou do máximo possível. É uma forma de tentarmos entender um pouco mais sobre o mundo e sobre nós mesmos.
Ao mesmo tempo, é uma forma de mostrar um pouco mais de mim e um pouco de como funciono no dia a dia. Esta é uma questão que aparece com frequência: “Fabrício, como tu consegue fazer tantas coisas, participar de tantos projetos, etc”. São coisas importantes de saber para quem deseja buscar resultados e as vezes se impressionam com os que tenho obtido, achando que sou um poço de perfeição, organização e execução.
Preguiça.
Vamos começar com a preguiça. Sou muito preguiçoso. É verdade, você pode não acreditar nisso ao ver tudo o que consigo realizar, tudo que escrevo nos diversos sites que mantenho, mas a grande verdade é que sou um grande preguiçoso. Aquela palavra grande e feia, procrastinação, é minha amiga há anos, acho que desde que me conheço por gente.
Preguiça e procrastinação são coisas diferentes, mas andam bem juntinhas. Há dias em que simplesmente não tenho vontade de fazer nada. Na verdade, não tenho vontade de fazer nada do que está na minha lista de tarefas a realizar. Com certeza quero fazer alguma outra coisa. Preste atenção nisto que estou escrevendo, porque este é um dos segredos do meu sucesso.
Quando não tenho vontade de fazer o que “preciso” fazer, normalmente arranjo algo mais interessante para ocupar meu tempo. Este é exatamente um destes momentos que ilustram maravilhosamente bem esta questão. Estava lendo um livro quando na verdade deveria estar lendo outro. Estava lendo um livro sobre a escrita e a vida, quando deveria estar lendo os livros necessários para escrever meu trabalho de conclusão da pós-graduação. O que meu cérebro faz, então? Me leva a pensar que é hora de escrever um texto para meu site pessoal. E aqui estou eu, escrevendo um texto que deve me aproximar de você que está lendo estas linhas, mostrando que apesar de ter conquistado determinado sucesso na vida e na carreira, sempre fui e continuo sendo uma pessoa normal, com problemas normais de pessoas normais. Com as mesmas dúvidas e angústias que todos possuem.
Meu segredo está na maneira com que resolvo alguns destes problemas. Então, como faço para resolver o problema da preguiça e sua consequência mais direta, a procrastinação? É fácil, uso o que chamo de procrastinação estruturada. Já fazia isso há muito tempo de forma intuitiva, então foi muito legal ver que já havia alguém mais fazendo o mesmo, e mais que isso, escrevendo sobre o assunto. A identificação foi imediata. Leia o texto do John Perry (Structured Procrastination, em inglês) para saber como funciona, em detalhes.
Resumidamente, procrastinação estruturada é escolhermos tarefas úteis para nosso futuro que substituam aquelas que deveríamos estar realizando neste momento. Este texto serve a este propósito, é mais um artigo para meu site. Se minha tarefa de hoje fosse “escrever um artigo novo para meu site”, provavelmente não estaria aqui escrevendo isso, estaria lendo um livro necessário para meu trabalho de conclusão. Fiz isso algumas vezes no passado recente. Resultado? Os livros que deveria estar lendo hoje, já os li. Os textos que deveria ter escrito semana passada, com folga para publicar na semana seguinte, estou escrevendo hoje, enquanto deixo de fazer o que deveria estar fazendo agora. No rodapé da página do John Perry ele dá outro exemplo disso dizendo que o site foi feito pela neta do autor, enquanto ela evitava estudar para a prova de literatura 🙂
O melhor de tudo é que no final, acabo tendo resultados ainda melhores do que se não tivesse procrastinado. Quando deixo as coisas para última hora, a medida em que o tempo vai ficando mais curto para concluir determinada tarefa, vou ficando cada vez mais preocupado. Esta preocupação se transforma em estar constantemente pensando no assunto em questão. Assim, apesar de não estar escrevendo meu trabalho de conclusão, estou constantemente pensando nele, nas relações, nas implicações entre os assuntos. Quando estiver na última hora e finalmente começar a escrever, o trabalho já estará praticamente pronto dentro da minha cabeça, é só transpor para a versão final.
Insegurança.
Vamos a mais uma confissão. Já que o título deste artigo está no plural, não posso parar na primeira. Sou inseguro. Tenho medo de fazer algo e não dar certo. Penso, repenso, desenho para entender melhor as implicações. É normal nos sentirmos inseguros ao começar algo novo. É normal ter medo. O medo nos deixa alertas. Por outro lado, ajo apesar do medo. Recentemente comecei a gravar vídeos para colocar na internet. Fico inseguro a cada novo vídeo, será que está bom o suficiente? Será que quem assistir irá gostar? Será que estou levando informação suficiente para valer a pena para quem me assiste? É um desafio constante. O que me faz lembrar de mais uma coisa a confessar…
Herdeiras também tem o que confessar.
Desorganização.
Confessando que sou desorganizado, lembro de outro texto que ressoa fundo dentro de mim, coincidentemente também do John Perry (sim, temos muito em comum, ele também escreve longos relatos como este). Na verdade não sou desorganizado, sou apenas Organizado Horizontalmente. Leia a súplica completa: A Plea for the Horizontally Organized, mais uma vez em inglês. Outra hora vou escrever o que penso sobre a língua inglesa em mais detalhes. Por hora, basta dizer que se você não lê textos em inglês, deveria aprender o mais rápido possível. Não precisa falar nem compreender alguém falando rápido, apesar disso também ser útil, mas ler, é essencial.
Voltando ao assunto da organização, nós, horizontalmente organizados, simplesmente não conseguimos usar as estruturas projetadas para organizar os documentos e tudo o mais. Um exemplo simples olhando minha mesa neste momento. Tenho uma pilha de papéis a minha esquerda, uma agenda aberta, um moleskine onde faço anotações rápidas ou que serão transpostas ao caderno onde anoto as coisas de forma mais permanente, mais alguns papéis soltos, anotações entre as teclas de função do meu teclado do computador, papéis na frente do teclado, papéis atrás do teclado, papéis em cima da impressora (não saindo dela, mas realmente em cima, e nem é uma destas modernas impressoras copiadoras, é uma pequena, que na prática não teria espaço para papéis em cima, mas sou bom equilibrista. Vou poupá-lo da descrição detalhada da minha estante, onde mais papéis ficam horizontalmente espalhados à frente dos livros encostados no fundo. Na minha direita, mais pilhas de papéis, o mesmo acontecendo em cima do computador. Isto tudo são as coisas em que estou trabalhando no momento.
O que uma pessoa normal teria? Tudo organizado em pastas, arquivos, gavetas. Quando precisa de algo, vai até a pasta em questão, pega os documentos, trabalha neles e depois guarda. Aí é que está a questão primordial. Nós, horizontalmente organizados, não temos esta habilidade. Eu uso arquivos para guardar documentos. Organizar e guardar as coisas é simples. A habilidade que nos falta é a de abrir um arquivo e localizar coisas que estão pendentes de conclusão. Para quem é horizontalmente organizado, arquivos servem apenas para guardar aquelas coisas que não queremos mais olhar. Chega deste assunto, cabe em um novo texto, ou melhor, leia o artigo original que citei anteriormente.
Incompetência e perfeccionismo.
Mais uma. Sou incompetente em muitas coisas. Sou péssimo nos meus vídeos, não nasci com as habilidades de um ator. Muita gente me diz que estão bons, mas a verdade é que estas pessoas, quando estão falando a verdade e realmente acham bons, simplesmente não tem o meu nível de perfeccionismo ou não dão importância a coisas que eu acho serem importantes. É difícil fazer um vídeo e achar que está bom, com tantos filmes e atores maravilhosos nos dando exemplos frequentes do que é realmente bom. E então segue mais uma confissão, sou perfeccionista. Juntando minha insegurança e minha incompetência neste assunto, com o perfeccionismo que me daria a desculpa final necessária para evitar gravar vídeos e expor estas incompetências, bastaria procrastinar as gravações indefinidamente e não teria mais problemas. Só que aí entra o que é realmente importante neste texto. Apesar de todos os nossos medos, todas as nossas imperfeições, todos os nossos problemas, ainda assim os dias passarão. E cabe somente a nós mesmos decidir se estes dias passarão conosco produzindo, gerando valor para os outros, ajudando as pessoas com aquilo que sabemos, ou se passarão conosco fechados em nossas bolhas de medo e imperfeição.
Resultados!
É melhor fazer algo passável, do que não fazer coisa alguma. Mais que isso, quanto mais coisas passáveis fazemos, melhores vamos ficando nestas coisas. Até que um dia nos tornamos mestres nestes assuntos. Comigo já foi assim com a informática, com as vendas, com o marketing online, com a escrita (você acredita que eu não sabia escrever quando nasci?), com os investimentos em geral e mais especificamente com os investimentos em imóvel, e agora com meus vídeos. Em algumas tarefas que me determinei a cumprir, me tornei realmente o melhor dos melhores. Em outras, como os vídeos, não tenho a pretensão de me tornar um ator profissional, nem um editor, muito menos um diretor… Humm, talvez diretor sim 🙂
Deixo a pergunta final: o que você está deixando de fazer com medo de se expor, de expor suas fraquezas e incompetências? Quanta gente você está deixando de ajudar com esta atitude? O que você fará a partir de agora?
Eu poderia ficar horas aqui escrevendo o que achei do show do Paul McCartney, mas família e amigos jornalistas já o fizeram de forma muito mais completa e profissional do que eu conseguiria. Saibam apenas que me emocionei, cantei, chorei. Não vejo a hora de repetir a experiência. Sigam com os textos bem mais completos abaixo…
Acabo de voltar de viagem da Europa com minha esposa. Desta vez, fomos apenas a Paris e Londres, com um dia em Versailles para ver os jardins floridos e a exposição do Takashi Murakami no palácio.
Esta viagem foi especial, os primeiros dias foram pagos pela Rodobens como prêmio aos classificados Diamante no Programa Qualy. Esta é a qualificação máxima. Se a atingi, em grande parte isto se deve a cada um dos amigos e clientes que confiam no meu trabalho. Pessoas que na grande maioria, confiaram em mim sem nunca terem me visto pessoalmente, baseados apenas no pouco que consigo mostrar através dos meus textos e sites.
Há pouco tempo comecei a gravar alguns videos com o objetivo de tentar chegar um pouco mais perto de cada cliente. Espero com isso que aqueles que sentem a necessidade de verem com quem investem seus dinheiros e seus sonhos de vida, possam amenizar um pouco a distância através das ferramentas que a tecnologia nos oferece.
Como estava dizendo antes, hoje o dia é de agradecimento, então, muito obrigado por toda confiança depositada em mim e no plano de investimento em imóveis que desenvolvi. Um plano usado por investidores com muito dinheiro, mas também por jovens que estão apenas no início. Um plano que permite o crescimento contínuo e sustentável. Um plano que beneficia os bons hábitos financeiros.
O futuro pertence àqueles que o buscam com intensidade. Para atingir uma vida financeiramente livre, basta nos atermos a poucos detalhes:
1. Trabalhar para ganhar dinheiro.
2. Viver com menos do que ganhamos.
3. Investir a diferença entre o primeiro e o segundo.
Com meus textos, busco ajudar a facilitar a compreensão de cada um destes pontos, explicando formas de obter mais rendimentos, fazer melhores escolhas para viver melhor gastando de forma mais inteligente financeiramente, e finalmente, orientando em todas as etapas do investimento em busca da formação de um patrimônio sólido e seguro que garanta um futuro livre e tranquilo.
Obrigado por me proporcionar a possibilidade de te ajudar a construir um futuro melhor.
Para quem tem curiosidade em saber como foi o passeio, publiquei algumas fotos em:
O conhecimento por si só não tem valor algum. É o uso que fazemos do conhecimento que o torna valioso. Dizendo isso de outra maneira, a vida não lhe paga pelo que você pode fazer. A vida lhe paga pelo que você faz.
O conhecimento por si só não tem valor algum. É o uso que fazemos do conhecimento que o torna valioso. Dizendo isso de outra maneira, a vida não lhe paga pelo que você pode fazer. A vida lhe paga pelo que você faz.
Me deu vontade de escrever isso porque nesta semana que passou me incomodei com algumas pessoas próximas que insistem em viver reclamando da vida. Pessoas altamente inteligentes, muito cultas, com muita experiência nas costas, mas acomodadas, relaxadas, daquelas que “deixam a vida as levar…”
Um amigo em específico reclamava que não conseguia fazer seu dinheiro crescer nos investimentos, que estava cansado de trabalhar tanto e não ver resultados. Reclamava que estava com quase 40 anos e ainda não tinha conseguido comprar um apartamento. Só para colocar as coisas em perspectiva, estamos falando de uma pessoa que ganha R$ 4500 mensais, mora com a esposa que ganha mais R$ 1000 e não possuem filhos.
Não estou aqui para ser o guardião do que os outros fazem com seu dinheiro, nem para dizer que gastar de um jeito ou de outro seja certo ou errado. Só que meu ouvido também não é penico para ficar ouvindo choro sem sentido. Este casal gasta seu dinheiro em roupas, viagens, TVs LCD (na sala, no quarto, uma pequena na cozinha), jantares regulares… Quando viajam, ficam em ótimos hotéis e não economizam nos passeios noturnos, conhecendo mais restaurantes no exterior do que na cidade em que vivem. Enfim, uma vida bastante interessante, variada e agradável, ou pelo menos é o que seus amigos acham disso.
Estava com paciência naquele dia. Peguei uma folha de papel e comecei a perguntar:
– Para onde vocês viajaram este ano?
– Fomos esquiar no Chile mês passado. Conhecemos as Trilhas Incas em maio. Caribe e Miami em janeiro. E só.
– Só três viagens? Sorte que ainda temos quatro meses para acabar o ano! – ele não entendeu minha ironia.
Conhecendo os hábitos dele e sabendo quanto custam as coisas, comecei a calcular o custo de cada viagem, acertando com grande aproximação. Esqueci de alguns detalhes, das lembranças que trazem para os pais, para irmãos, etc. Sempre há uma caneca ou um pequeno totem que vem para uns e outros em cada viagem destas. São pessoas legais, lembram sempre dos parentes e amigos.
Depois de ter todos os valores, comecei a rabiscar o quanto achava que eles gastavam no dia a dia. Uma média de três jantares fora por semana, passeios de fim de semana, café colonial, pousada, fondue… Cinema. Carros novos dos dois e todos os custos associados a isso, como o aluguel do box extra. Ambos financiados.
Finalmente escrevi três maneiras simples para comprar um apartamento, de R$ 200.000, porque eles não podem morar em um apartamento apertado qualquer. Coloquei as duas tradicionais, poupar e financiar, além de um consórcio. Os valores mensais eram os mesmos nos três casos, R$ 2000. No financiamento eles adquiriam o apartamento imediatamente e se livravam do aluguel, sobrando mais para gastar, como este amigo dizia ao acompanhar meus cálculos. Nem se dava conta de que teria que ficar pagando isso durante 30 anos. A poupança foi rapidamente descartada, precisaria guardar estes R$ 2000 e ainda pagar aluguel, de onde tiraria esse dinheiro? E levaria quase cinco anos. O consórcio, usando o mesmo valor, permitiria adiantar algumas prestações ao longo do tempo, o que poderia ser usado como lance já pago, adiantando as chances de contemplação, mas ele não entendeu o funcionamento disso. Expliquei então que poderia simplificar e ele pagaria um pouco menos mensalmente, por volta de R$ 1700. Era muito pouca diferença, só R$ 300, não conseguia enxergar os R$ 3600 anuais que poderiam pagar uma viagem ao nordeste 🙂
Mostrei uma folha, mostrei a outra, expliquei que se ele não ganhar mais, para realizar o que tinha em uma folha precisava tirar algo da outra. E que mesmo ganhando mais, coisa que foi acontecendo ao longo dos anos, o que ele fazia era sempre direcionar estes valores a mais para a primeira folha, nunca para a segunda. Viajava mais, com mais luxo e com mais frequencia.
Por fim, disse a ele que não precisava se sentir culpado por isso tudo. Só não podia é ficar chorando sobre isso toda hora, porque aí já enche o saco. Nem deveria ficar comparando sua vida com a dos outros, afinal, não sabe quais são as prioridades de cada pessoa.
Um outro amigo certo dia me disse…
…Fabricio, sei como ganhar bastante dinheiro com meu trabalho. E adoro o que faço. Certo dia, resolvi fazer meu dinheiro crescer e comecei a estudar investimentos. Descobri muitas coisas, mas a medida em que investia me sobrava menos tempo para ganhar dinheiro com meu trabalho. Chegou um momento em que até estava ganhando bem com os investimentos e uma coisa acabava compensando a outra. Até me dar conta de que não estava mais trabalhando com o que gosto, mas sim dedicando quase todo meu tempo aos investimentos. Parei de cuidar ativamente do meu dinheiro, coloquei tudo numa aplicaçãozinha simples, segura e tradicional e voltei a trabalhar com o que gosto. Hoje tenho muito mais do que teria se continuasse me preocupando em investir em vez de trabalhar melhor para ganhar mais.
Esse amigo, há algum tempo investindo comigo tanto nos consórcios quanto agora em imóveis, há pouco tempo me comentou: “Olha como as coisas são, eu sei ganhar dinheiro fazendo o que gosto e encontro um cara como tu, que o que gosta é de fazer o dinheiro crescer. E mais que isso, sabe como fazer ele crescer com segurança e consistência. É por isso que as coisas funcionam conosco, cada um faz o que mais gosta e juntos ganhamos muito mais. É por isso que deixo meu dinheiro crescer junto com o teu, a gente sente a paixão nos teus olhos, na tua fala, nos teus gestos.”
Em que isso pode lhe ajudar?
Pense sobre a vida que você está levando atualmente. Para onde suas ações o estão carregando? Se para um destino desejado, continue neste rumo. Se para um ponto obscuro no futuro, jogue a luz da reflexão sobre o que você quer para sua vida, desenhe o caminho para onde você quer chegar e dê os primeiros passos, mesmo que pequenos. Só chegamos aos destinos quando percorremos as estradas que levam a eles. Use seu conhecimento para ir ao encontro do que deseja.
Use o espaço abaixo para comentar o que você busca para sua vida e o que tem feito para alcançar seus objetivos.
Meninas, prestem atenção na letra desta música e cuidem bem do seu nerd de estimação antes dele ser fisgado por outra!
Acabo de receber email de um carinha me convidando para ministrar uma palestra para um grupo de jovens visando estimular o desenvolvimento pessoal e profissional, no caso específico, algo relacionado a finanças pessoais. Adorei a idéia, mas este texto não é sobre isso, é sobre um dos posts que li no blog dele (claro que eu me informo sobre quem está me convidando para algo).
Sem mais delongas, assista o video e se divirta!
Caso não consiga visualizar o vídeo acima, use o link.
Meninas, prestem atenção na letra desta música e cuidem bem do seu nerd de estimação antes dele ser fisgado por outra! Eu? Já tenho dona 🙂
Escolha já seu nerd – Os Seminovos
Refrão:
O nerd de hoje é o cara rico de amanhã
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã
Garota, escolha já seu nerd!
Enquanto o bonitão está pegando você
O nerd está criando um software no PC
Enquanto o sarado malha na academia
O nerd está lendo as notícias do dia
Enquanto o bonitão tá na balada te chifrando
O nerd com certeza está em casa estudando
O curso superior do gostosão tá no início
E o nerd ganha em dólar no Vale do Silício
(Refrão)
O nerd tem conserto, é só você ensinar
O penteado certo e a melhor roupa pra se usar
O saradão de hoje é o gordo de amanhã…
Parou de tomar bomba? Vai ter que usar sutiã!
O gostosão ainda sai no carro do pai
E o nerd é a atração de um workshop em Dubai
O gostosão te esquece quando vê um carro esporte
E o nerd está lá dentro com uma mulher de sorte
(Refrão)
Imagine o nerd sem cabelo ensebado
Sem espinhas e sem colarinho abotoado
Sem o cinto social junto com tênis branco
Imagine o nerd com cinco milhões no banco!
O pai e a mãe foram para Europa no ano passado. Não poderiam deixar de trazer um presente típico para o filho.
O pai e a mãe foram para Europa no ano passado. Não poderiam deixar de trazer um presente típico para o filho. Pensei que nunca usaria, ou que apenas usaria para ir na cervejaria do Vitório. Me enganei.
Hoje, com o frio que estava fazendo e meu pouco cabelo para proteger a cabeça, resolvi que minha saúde valia mais que o medo de alguém rir de mim. Lembrei que faz algum tempo que não tenho mais dado tanta bola para o que os outros pensam ou deixam de pensar sobre minhas atitudes. Tenho meus motivos para saber que o que decido fazer é o certo para aquele momento, então vou lá e faço.
No final das contas, caminhei pouco mais de 2 Km, percorrendo a Plínio e a 24 de outubro desde a rua Dom Pedro II até a rua Fernando Gomes. Ninguém deteve o olhar muito tempo em mim, ninguém olhou duas vezes, ninguém esboçou qualquer sorriso ou gargalhada ao me ver, enfim, passei totalmente desapercebido, como sempre. Para quem não pretendia chamar a atenção, resultado excelente.
Escrevi um comentário ao artigo dele usando o mesmo tipo de ilustração através de pinturas explicando que para mim, ir ao supermercado poderia ser comparado a caminhar pelos campos verdes, sob o céu azul da tela de fundo do Windows XP 🙂
Economizar é comprar bem
Onde mais tu és atendido por um funcionário que te pede se pode ajudar a descarregar as compras do carrinho na esteira do caixa, onde a menina que registra as compras te dá oi com um sorriso no rosto e pergunta se encontraste tudo que procurava (anotando o que não encontraste na pouco provável hipótese de não ter o produto ou pedindo para alguém buscar o produto para ti caso saiba que há o mesmo na loja) enquanto um ou as vezes DOIS guris empacotam tuas compras separando devidamente o quê vai com quê nas sacolas. Isso quando um dos gerentes não está passando por aquele caixa e ajuda junto a empacotar as compras. Ao sair do elevador (com ascensorista, naturalmente), mais um garoto pergunta se pode ajudar, levando o carrinho enquanto tu procuras o carro no estacionamento e descarregando as compras no teu porta-malas. Só isso é motivo para não pensar em morar em nenhuma outra cidade que não Porto Alegre.
O golpe de misericórdia são as propagandas institucionais, normalmente no Natal. Só para dar um gostinho, olha a última, que homenageia nossa cidade:
E depois de assistir a propaganda e prestar atenção na letra que homenageia tão bem nossa cidade, finalizo contando que a música foi composta há anos pelo nosso atual prefeito, geralmente interpretada pela primeira dama. Com um prefeito que ama tanto sua cidade a ponto de ter feito uma música que se tornou símbolo de um amor pelas nossas origens, só podemos agradecer, com um sorriso no rosto, por ter nascido aqui.
Alguns domingos decidimos onde almoçar um pouco em cima da hora.
Uma das vantagens de morar em Porto Alegre é a proximidade de uma série de lugares muito legais para se visitar. Hoje, perto das 12h, pensando onde almoçar, a Ingue sugeriu o Restaurante Di Paolo, antigo Giuseppe, em Bento Gonçalves, onde nasceu minha mãe.
Não bastasse o frango, massa, tortéi, polenta e queijo frito, havia me esquecido do principal, o capeletti de entrada, com aquelas fatias grossas de pão caseiro para comer com o caldo. Nem vou colocar foto disso por aqui para não dar mais água na boca.
Na saída, um legítimo Ford, não sei o modelo, bem antigo, e uma Harley-Davidson nos aguardavam para uma olhada e naturalmente, mais uma foto.
Não bastasse isso, a Ingue notou uma curiosidade na parede onde estava nossa mesa. Um quadro com a certidão de nascimento do Giuseppe, o nonno que deu nome ao restaurante. Preste atenção na data de nascimento do velho Giuseppe!
Sou 84 anos mais novo 🙂
Depois ainda passeamos na Rota dos Vinhos onde fizemos algumas comprinhas.
E agora penso que não poderia morar em Bento. Imagina o estrago que seria a proximidade daquelas geléias maravilhosas, do suco de uva, do pão caseiro feito no forno a lenha que teria nos fundos da casa… Quem sabe uma casinha para os fins de semana?