Filas no supermercado

Quer saber como resolver este drama cotidiano? Basta escolher bem.

Hoje pela manhã li um texto do Alessandro Martins sobre como ele vê a experiência de ir ao supermercado, comparando-a a uma pintura de Hieronymus Bosch. Também falava de filas de banco, mas nesta questão concordo totalmente com ele, então deixa dar meu contraponto à questão do supermercado.

comic_blissEscrevi um comentário ao artigo dele usando o mesmo tipo de ilustração através de pinturas explicando que para mim, ir ao supermercado poderia ser comparado a caminhar pelos campos verdes, sob o céu azul da tela de fundo do Windows XP 🙂

Economizar é comprar bem

Onde mais tu és atendido por um funcionário que te pede se pode ajudar a descarregar as compras do carrinho na esteira do caixa, onde a menina que registra as compras te dá oi com um sorriso no rosto e pergunta se encontraste tudo que procurava (anotando o que não encontraste na pouco provável hipótese de não ter o produto ou pedindo para alguém buscar o produto para ti caso saiba que há o mesmo na loja) enquanto um ou as vezes DOIS guris empacotam tuas compras separando devidamente o quê vai com quê nas sacolas. Isso quando um dos gerentes não está passando por aquele caixa e ajuda junto a empacotar as compras. Ao sair do elevador (com ascensorista, naturalmente), mais um garoto pergunta se pode ajudar, levando o carrinho enquanto tu procuras o carro no estacionamento e descarregando as compras no teu porta-malas. Só isso é motivo para não pensar em morar em nenhuma outra cidade que não Porto Alegre.

O golpe de misericórdia são as propagandas institucionais, normalmente no Natal. Só para dar um gostinho, olha a última, que homenageia nossa cidade:

E depois de assistir a propaganda e prestar atenção na letra que homenageia tão bem nossa cidade, finalizo contando que a música foi composta há anos pelo nosso atual prefeito, geralmente interpretada pela primeira dama. Com um prefeito que ama tanto sua cidade a ponto de ter feito uma música que se tornou símbolo de um amor pelas nossas origens, só podemos agradecer, com um sorriso no rosto, por ter nascido aqui.

Autor: Fabricio S. Peruzzo

Pai, marido, polímata, empreendedor serial, curioso.

9 comentários em “Filas no supermercado”

  1. Infelizmente, no texto, deixei de fazer justiça àqueles supermercados que ainda tratam seus clientes como fregueses. Mas ainda prefiro o Mercado Municipal de Curitiba. Creio que aí em Porto Alegre vocês devem ter algo equivalente.

    Abraços!

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    1. Alessandro,

      Temos um Mercado Municipal bastante legal por aqui. Não conheço o de Curitiba ainda, vou deixar anotada a dica para quando voltar a passear por aí. E já deixo a dica do Mercado Municipal de São Paulo, uma passeio inesquecível pela diversidade de cores, cheiros e sabores.

      Abraço.

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  2. hihihi Fabrício, não consigo te imaginar andando pelo “mercado municipal”, tu realmente já foi lá? Bem, eu seguido vou pra comprar castanhas e meus suplementos de proteína.

    Quanto ao Z__, concordo (vivo fazendo propagandas espontâneas nos meus blogs, é minha segunda casa) – mas tu é muito meloso!! 🙂

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  3. Fabricio é isto que falta na maioria de todos os comercios e principalmente nos orgãos públicos e Saúde Pública, ser bem atendido faz bem pra todo nosso corpo e alma, porque quando voce é educadamente tratado, automaticamente se sentirá valorizado e se esquece de seus problemas inteiramente ou seja este jesto Humano é sempre bem vindo!! este assunto é muito bom, Parabéns…

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  4. olá fabrizio…aqui em Bagé…temos uma rede de supermercados com esse mesmo atendimento. Por coincidência é o nome dessa rede é PERUZZO.

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    1. Oi Fabiano,

      Não é coincidência, o bom atendimento é marca registrada da nossa familia, apesar de não ter contato direto com o ramo da familia de Bagé, já haviam me contado que o atendimento deles é excelente. Um dia destes preciso visitar Bagé e conhecer o supermercado Peruzzo daí.

      Abraço.

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  5. Pingback: Zaffari

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