Sala do escritor, um pouco mais organizada que a minha.
Quantas vezes você tentou fazer algo e o resultado não foi dos melhores?
Quantas vezes você desafiou o conselho de outras pessoas e se deu mal?
Quantas vezes você insistirá no erro de tentar fazer as coisas por própria conta?
Parabéns! Continue tentando.
“O custo de fazer algo e dar errado é muito menor do que o custo de não fazer nada.” — Seth Godin.
Uma amiga aqui do Instagram, a @mariaocaz, postou essa frase ontem e escreveu sobre ela o texto 28/30 do #desafiodos30textos. Faço dela meu texto 22/30.
Muita gente opta por não fazer nada para evitar críticas. Optam por não fazer nada para não ter que lidar com a dor de errar. Optam por não fazer nada por vergonha de parecer incapazes.
Incapaz é justamente quem nem começa. É quem faz só o feijão com arroz, e depois fica reclamando a vida toda que nunca conseguiu comer um bife. O mundo é dos ousados, de quem coloca a cara a tapa, daqueles que se atiram e dão o seu melhor. E se no processo caem, levantam, sacodem a poeira e tentam de novo.
Passei anos escrevendo um livro que nunca publicava. Refinando o que já estava pronto a muito tempo. E se meus amigos acharem o livro bobinho? O que vão pensar de mim? Nunca fui atrás de publicar de verdade. Então a sorte caiu no meu colo. E por ter o livro pronto, me atirei sem rede de proteção. Todos meus amigos estavam lá no lançamento, exemplares na mão, na fila para autógrafos. Nenhum falou mal do livro. Porque os amigos fazem isso, apoiam. Compram o livro que nem mesmo tem um conteúdo que precisem ou que os interessa, simplesmente porque é o livro de um amigo. A esses amigos agradeço de coração. É esse carinho que permitiu que um livro que ajuda muita gente para o qual é o livro certo, chegasse nessas pessoas ao ser publicado. Quem não precisa é justamente quem proporciona a coragem para que fosse publicado.
E se há 12 anos dei esse passo, neste 2021 retomo o rumo depois de um bom tempo parado. Já tem lá na Amazon um livreto pequeno, ridículo, curtinho, sobre um só assunto: “Consórcio: como não entrar numa fria”. É só o segundo, de muitos que virão.
Minha intuição as vezes evita que eu entre em uma fria. Não foi um nem dois negócios que eu deixei de participar porque sentia que algo estava errado, mas não sabia o motivo. E um tempo depois o motivo aparecia, ou o negócio simplesmente deixava de existir por conta das pessoas envolvidas.
As vezes minha intuição parece falhar. Foi o que aconteceu há mais de 20 anos, quando perdi minha primeira empresa. Me envolvi em um grande projeto, com ótimas pessoas, mas no meio delas havia uma fruta podre. Nem eu, nem os outros sócios conseguimos identificar a podridão antes dela surgir. Os resultados foram variados, alguns tinham mais cacife e saíram menos chamuscados. Eu, basicamente perdi tudo que tinha construído até então. O que me restou foi o conhecimento. E agora, a experiência.
Então eu penso comigo mesmo. Será que minha intuição falhou mesmo? Porque a análise posterior mostrou que não fui o único a cair na lábia do trambiqueiro. E mais que isso, dado o rumo que outras coisas tomaram depois da queda, se parar para pensar, no final das contas, há males que vem para o bem. Meus negócios posteriores à queda se tornaram muito melhores do que o anterior. Será que eu estaria preparado para as mudanças no mercado que ocorreram entre um ponto e outro, se não tivesse passado pelo inferno antes?
Um pouco depois dessa história, perdi tudo que tinha na bolsa. Era pouco comparado a hoje, mas a lição ficou de tal forma aprendida, que os solavancos que aconteceram nos mercados nos últimos anos simplesmente não me atingiram. Aprendi cedo os benefícios da diversificação. Enquanto o mundo desabava, meu patrimônio crescia.
Quando me apresentaram os consórcios em 2002, escutei minha intuição. Pensei na época que seria apenas uma boa ferramenta para me ajudar a guardar dinheiro regularmente para no futuro começar a investir em imóveis. Não imaginava que iria se tornar meu maior veículo de investimento pessoal, muito menos que iria se tornar meu negócio, ofuscando a informática e tudo que tinha estudado até então. Mesmo quando caí do cavalo, com a sociedade furada em que a pessoa que originalmente me apresentou ao consórcio fez dívidas enormes em nome da empresa em que fomos sócios, foi uma queda que no final das contas proporcionou uma alavanca para crescimento ainda maior depois disso.
Um momento em que não escutei minha intuição (e também não escutei minha esposa) aconteceu no início de 2018. Me conhecendo, provavelmente teria saído muito antes de lucrar algo relevante, levo a segurança financeira da minha família como mais importante do que a possibilidade de acertar na Mega-Sena. Então o exercício posterior é mero relato do que poderia ter sido, mas provavelmente não seria mesmo. Deixo aqui apenas para registro. Naquela época o Bitcoin estava cotado em R$ 13.000, depois de ter batido nos R$ 73.000 uns meses antes. Eu já tinha surfado essa onda, tendo entrado perto dos 18.000 e saído nos 65.000, então não dá para reclamar muito. O fato é que naquele ponto eu cogitei a ideia de comprar R$ 100.000 em Bitcoins a R$ 13.000 cada. Vendo ele hoje a R$ 300.000 cada um, fica um gosto amargo de não ter participado desta festa. Só que de novo, me conheço. Sei que na prática, mesmo que tivesse comprado tudo que pensei em comprar, provavelmente teria saído muito antes, logo que tivesse dobrado o investimento, provavelmente antes ainda. Então sei que este é um exercício fútil de prever o passado e reescrever a história para encaixar em uma narrativa. Fica este parágrafo aqui apenas para isso. Para registrar o que poderia ter sido, mas que mesmo que fosse, não seria. Me conheço bem demais 🙂
Os sonhos já vinham de longa data, mas o passo definitivo veio em 95 quando, junto com o Atsu, abrimos uma empresa cada um. Eu era sócio com 1% na empresa dele. Ele era sócio com 1% na minha. Esse era o esquema para abrir uma empresa LTDA em que o número mínimo de sócios tinha que ser dois, em uma época em que não existiam empresas EIRELI e acredito que nem mesmo ME. Pensando no assunto com a cabeça de hoje, imagina se um de nós tivesse construído um Google da vida e o outro navegasse tranquilamente com 1% dos resultados. Não teria do que reclamar, nem se fosse eu que tivesse construído isso, nem se fosse ele.
A questão é que não construímos um Google, mas muito antes deles começarem, fizemos algo ainda melhor para nós mesmos. Ainda era 1995 e acessar a internet era uma coisa complicada. Não existia Net, Virtua, redes WiFi em tudo que é lugar. Não existiam redes WiFi, para falar a verdade. Alguma das opções envolviam discar para um servidor da universidade, normalmente usando uma conta de algum amigo professor que emprestava a conta sem nem saber direito para quê. No servidor rodávamos um programa que “abria a rede” e, com outro programa rodando em nosso próprio equipamento, conseguíamos conectar.
Tudo isso já era melhor do que tinha sido uns anos antes, onde o acesso se dava somente por texto, com comandos crípticos que levavam a informações esparsas que podiam ser baixadas para o computador central, lidas exaustivamente e no meio disso, encontrávamos pepitas de informação interessante, como o texto completo do livro “O Guia do Mochileiro das Galáxias.”
Voltando ao começo, em 1996 já existiam maneiras um pouco mais simples de acessar a internet. O primeiro navegador, o Netscape, tinha sido lançado, e os programas de conexão haviam ficado um pouco mais simples de utilizar, com protocolos de comunicação que permitiam, no Windows 3, conectar e navegar em um ambiente integrado. Só havia um problema: não existiam provedores de acesso à internet aos quais poderíamos nos conectar.
O primeiro disponível aqui em Porto Alegre foi a Conex. Disponível é uma palavra forte. Existiam, mas eram um projeto de alunos da UFRGS. A conexão se dava com um computador da universidade inicialmente, e quando transformaram o projeto em empresa e abriram para o público as coisas não se tornaram melhores muito rápido.
Fomos lá nos informar. Havia uma lista de espera para podermos nos tornar clientes. Estávamos lá pelo número 3000. Estavam conseguindo atender por volta de 300 pessoas novas por mês. Nem pensar esperar mais 10 meses para podermos ter nossa conexão. A solução foi imediata, vamos montar nosso próprio provedor de acesso à internet!
Mais fácil falar do que fazer. Uma conexão dedicada de 64Kbps custava mais de R$ 2000 mensais (alguém aí calcula o quanto dá isso em valores de hoje). Para poder atender clientes precisávamos ainda de linhas telefônicas, impossíveis de adquirir na época. Teríamos que alugar, e custavam caro. Alugamos 30 linhas. Equipamentos, roteador, placa multi-serial para ligar os modems no computador central, o servidor principal, servidor secundário, computadores para podermos trabalhar, sistema de cobrança, integração com o banco para emissão dos boletos. Nada disso existia pronto como é hoje, tudo precisava ser feito do zero. Olhando para trás, é divertido ver o quanto evoluímos. Hoje me sinto como os exploradores do oeste, quando não existia nada além da costa.
Juntamos alguns amigos, e em seis, com um vendendo o carro, outro juntando as economias, outro trabalhando e trazendo dinheiro mensalmente para fechar sua cota, um configurando, outro desenhando, outro escrevendo e no final de poucas semanas tínhamos a empresa rodando, com propaganda no jornal e tudo mais. Quinhentos clientes logo de cara. Muito mais demanda do que oferta.
Bons tempos aqueles. Uma época bem diferente de hoje. Tente imaginar, por alguns minutos longos, como seriam seus dias sem telefone celular. Agora, imagine o seu dia sem a internet. Descrevi como fizemos para resolver nosso problema de conexão à internet, mas para falar a verdade, não havia muito o que fazer na internet naquela época. Era tudo mato! E a gente lá, com pás, picaretas, tentando desbravar esse novo mundo e explicar para as pessoas incrédulas, o quanto a internet iria mudar o mundo dentro de alguns anos. Parece que foi ontem, e foi, mas lá se vão quase 30 anos. Há uma geração inteira de jovens trabalhadores que nunca viram o mundo antes da internet. Fico imaginando como será a geração posterior à colonização da Lua, ou de Marte, gente que nunca imaginou que se vivia apenas na Terra, sem naves espaciais particulares, sem espaçoportos.
Escrevendo isso hoje, penso nas leituras que fiz do Hemingway. Não me comparando com ele, óbvio, mas lembro vividamente de ler sobre os dias dele em Paris, das rotinas, de buscar madeira para a lareira, de subir lances de escada até os apartamentos mais altos (e de aluguel mais barato), de uma vida sem ar condicionado, com piores condições sanitárias bem descritas em suas páginas. Nas doenças que já foram erradicadas com a descoberta de remédios e vacinas.
O começo da minha vida de empreendedor foi assim. As mudanças aconteceram com tal velocidade que é difícil de explicar para quem não viveu aquela época. E mesmo quem viveu de fora, apenas usufruindo de tudo que a internet nos trouxe, consegue lembrar de uma época em que nada disso existia. Mandar cartas, aguardar dias para chegar e não saber quando teríamos uma resposta. Telefonemas internacionais eram praticamente impossíveis e inviavelmente caros. Mandar um filho para intercâmbio e não saber se já tinham feito a primeira conexão no voo, a segunda conexão, se já tinham passado pela alfândega, imigração. Hoje não apenas temos tudo isso em tempo real, como ainda temos fotos de cada etapa da viagem. Isso quando não temos as mensagens chegando de dentro mesmo do avião.
Imagina bater uma foto e só ver o resultado alguns meses depois, quando finalmente acabasse o filme de 36 poses e mandássemos revelar. Muitas vezes nem lembrávamos onde tínhamos batido aquelas primeiras fotos, meses antes. Sim, porque a paixão pela fotografia também passou por uma revolução ao longo da minha geração. Os jovens adultos de hoje não sabem o que é viver em um mundo menos documentado, onde uma foto era um evento. Mas isso é papo para outra hora, vou ficando por aqui.
Há diversas maneiras de se fazer negócios e investir o dinheiro. A maioria das pessoas realiza estas duas atividades de maneira linear. Neste rápido artigo gostaria de mostrar uma nova forma de ver as coisas, melhor, muito mais lucrativa. E dou um exemplo de como isso funciona na compra de um imóvel na planta para posterior venda com lucro.
Compra de imóvel na planta de maneira linear:
Você vai até a construtora ou imobiliária, escolhe o apartamento na planta que deseja comprar, negocia as condições de pagamento e realiza a compra.
Uma das maneiras de ganhar dinheiro com esse investimento é negociar o menor pagamento possível até a entrega do imóvel pronto, para então vender ele pronto com um bom lucro sobre o valor de aquisição. Como pagamos apenas uma parte do imóvel e repassaremos o saldo devedor para o comprador, um lucro de 20% sobre o valor total do imóvel pode se tornar, por exemplo, um lucro de 50% sobre o valor efetivamente investido, caso tenhamos pago apenas 40% até a entrega. Um lucro de 50% em dois ou três anos, que te parece?
Compra de imóvel na planta de maneira não linear:
Tenho uma amiga fazendo isso. Pessoalmente ainda não fiz nenhum negócio destes. Esta amiga já fez três nos últimos tempos.
Em vez de simplesmente comprar um imóvel na planta como mostrado acima, a ideia é pensar como otimizar o lucro de maneira a lucrar mais e/ou lucrar mais rápido. Pensando de forma não linear inserimos algo no meio do negócio que nos permite melhorar nossos resultados.
O que esta amiga está fazendo? Ela procura e compra veículos usados, em bom estado e relativamente novos, buscando comprar com desconto sobre o valor da tabela FIPE. Quando trocamos o carro em uma concessionária, por exemplo, normalmente aceitam nosso veículo com desconto de aproximadamente 20% sobre o valor FIPE. Então é relativamente simples conseguir comprar com um bom desconto, pois as pessoas já estão meio que acostumadas a negociar. E dinheiro na mão é dinheiro na mão, então oferecer para comprar a vista um veículo de pessoa física é praticamente certeza de conseguir um bom desconto.
O pulo do gato aqui é que muitas construtoras aceitam veículos como parte do pagamento em seus imóveis. Estão todos na mesma luta, cada um defendendo o seu, então fazer negócios é aceitar o que os compradores podem oferecer. Dada a diferença de valor entre um apartamento e um carro, aceitar este pelo valor da tabela FIPE é algo relativamente simples de se conseguir em uma negociação de um apartamento que nem mesmo começou a ser construído.
E desta forma temos a compra de um imóvel na planta, com potencial de valorização, e com uma entrada que apesar de representar um percentual do valor do imóvel, na verdade custou 20% a menos. Se vendermos este imóvel logo em seguida, mesmo que por um pouco menos do que “temos já quitado,” ainda assim estamos com o lucro do veículo no bolso. Um lucro que, se fôssemos apenas tentar revender o veículo, dificilmente conseguiríamos. E se fôssemos tentar vender o imóvel com lucro logo em seguida, também não conseguiríamos, porque ninguém iria comprar um imóvel por mais do que a própria construtora está oferecendo no mercado.
Extrapole esse pensamento não linear para outras áreas, pense em que negócios você está envolvido que poderia usar um pensamento “fora da caixa” para otimizar ou tornar mais lucrativo.
Só não caia em armadilhas simplistas… quer comprar um imóvel pronto para morar? Será que vale a mesma ideia? Se você comprar de uma construtora, pode ser que sim. Se comprar de uma pessoa física, acredito que não. O desconto que uma intermediação lucrativa com um veículo pudesse representar, pessoalmente acho que é mais fácil de conseguir como desconto oferecendo o pagamento a vista com desconto.
Gostou dessa lógica? Manda este artigo para um amigo investidor que poderia lucrar com isso.
Assim começava a história em quadrinhos do JEP – Junior English Program, meu primeiro curso de inglês no Yázigi (na época não tinha acento). “The Magic Glasses”era o título da longa história que se desenvolveria em seis etapas do curso onde aprenderíamos inglês. Mas não estou aqui hoje para falar sobre aprender inglês. Só achei curiosa a lembrança, e no final do texto talvez você entenda o porquê.
Estou aqui hoje para falar de tecnologia, inovação e investimentos, os tópicos com que mais me identifico neste mundo real e virtual.
E comida, estou aqui para falar de maçãs, ou mais especificamente, da Apple.
Apple
A Apple se tornou em agosto de 2018 a primeira empresa avaliada em mais de um trilhão de dólares. Dois anos depois, já tinha dobrado de valor e é avaliada hoje em mais de dois trilhões de dólares. No final deste artigo gostaria de deixar clara minha ideia de que ela será, dentro de algum tempo, a primeira a chegar aos 3, 4, 5 trilhões. Essa é a parte do artigo em que falo de investimento, e paro por aqui mesmo. Se você pensa em investir em alguma empresa, invista nas que você usa e acredita que continuará usando por muitos anos a frente.
Apple Watch
Comprei um Apple Watch há poucos anos, logo que saiu o Series 3 e estava passeando pelos USA na época. Desde então ele tem sido um companheiro inseparável no meu pulso, dia a noite. Sim, noite, porque durmo com ele enquanto ele monitora meu sono. Tem outras vantagens usar o relógio à noite, a lanterna dele é bastante prática quando minha filha acorda de madrugada para fazer xixi e a ajudo sem precisar acender luz forte e estragar o resto do sono dela.
O relóginho é fascinante. Fora a praticidade de ver mensagens no pulso, sem precisar tirar o telefone do bolso, e inclusive poder responder as mesmas ali na hora, estilo Dick Tracy, o mais interessante mesmo são os diversos monitores que ele possui. Com o movimento, sabe se você está de pé ou sentado, parado ou se movendo, correndo ou caminhando ou lavando louça (será que o App de exercício conta essas calorias?) Sabe seus batimentos cardíacos e nos modelos mais recentes mede nível de ruído ambiente, nível de oxigenação do sangue e até faz eletrocardiogramas.
Tudo está integrado de tal maneira que as coisas fluem naturalmente. Não há como não ter vontade de acompanhar como foi seu dia em termos de movimento, se você atingiu ou não suas metas diárias de gasto calórico, movimento, ou mesmo levantar a bunda da cadeira e ficar de pé alguns minutos de hora em hora. As vezes assusta um pouco, principalmente para quem é meio ansioso como eu sou, quando ele te avisa que teus batimentos cardíacos em tal horário passaram dos 110 bpm e tu pensas “será que estava correndo? fugindo do cachorro do vizinho? Não, estava só lavando louça nesta hora…), mas no geral, as surpresas são boas.
Até para dirigir ele ajuda. Quando programamos o GPS do celular para nos guiar no trânsito, antes de cada curva uma tremidinha no pulso te avisa com antecedência para dobrar sem precisar ficar olhando a tela do celular toda hora.
A quantidade de sensores disponíveis no pulso de cada um de nós e as possibilidades que isso abre são fascinantes já na atualidade, mas ainda mais a cada nova função que vamos agregando nos dias que seguem. Há poucos anos, esses sensores todos precisariam de uma ampla sala para caber e poder serem usados por especialistas. Hoje estão no pulso.
iPhone
O meu é um XS Max, depois veio o 11 e agora o 12. Não devo atualizar ainda, apesar das câmeras novas me tentarem bastante, apaixonado por fotografia que sempre fui e hoje com filhos pequenos para documentar. De toda forma, a câmera do iPhone 6S em diante já é avançada o suficiente para fotos excelentes dos pequenos, e se no passado era importante (e fazia diferença) trocar de smartphone com regularidade, hoje isso não é o mais importante aqui em casa.
O iPhone é a central de processamento do universo Apple. O Apple Watch faz muita coisa sozinho, mas quando integrado com os processadores avançados presentes nos iPhones mais modernos, as possibilidades multiplicam exponencialmente.
Os novos iPhones, além de processadores mais rápidos e co-processadores especializados, com redes neurais, processamento de sinais, inteligência artificial e todas essas coisas avançadas que as empresas gostam de divulgar, possuem câmeras com sensores e recursos que também, assim como os sensores do Apple Watch, antes precisavam de salas inteiras para funcionar e operadores especializados para os utilizar. Com sensores de distância, infravermelho e mapeamento de objetos, o telefone basicamente enxerga no escuro. Junta essa capacidade extra-óptica com o processamento avançado, e as fotos noturnas ficam impressionantes.
The Magic Glasses
Você leu aqui primeiro. O próximo produto revolucionário da Apple serão óculos mágicos que permitem ver o invisível. Sim, estou falando sério. Não vai ser aquela bobagem que o Google lançou e logo tirou do mercado por problemas de posicionamento e privacidade. Nem vai ser um objeto futurístico que nos deixa parecendo um androide de ficção científica. Serão óculos com cara de óculos, inclusive com lentes graduadas para quem realmente as precisa para enxergar bem. E terão sensores que antes, mais uma vez, precisariam de amplos espaços para serem utilizados, agora comprimidos em uma armação comum.
Imagine um mundo em que você pode filmar de forma totalmente simples e automática tudo o que está vendo. Sim, os óculos do Google faziam isso uns anos atrás. Agora imagine você poder filmar o que não está vendo. E ver mais do que está vendo. Com tecnologias como AR, processamento avançado integrado com o celular que está no seu bolso (e que na verdade é um supercomputador, e não um simples celular), câmeras integradas com sensores LIDAR e infravermelho/ultravioleta e sabe-se lá mais o que estão inventando lá, imagine olhar para a água escorrendo na torneira, ou a chaleira no fogão, e “ver” a temperatura através de uma sobreposição em vermelho sobre o objeto quente, ou em azul sobre algo gelado.
Aqueles visores de ficção científica onde as pessoas que olhamos são identificadas e seus dados principais são exibidos para nossa visão prévia, estão se tornando realidade. Encontrou na rua aquele cliente que você só havia visto uma vez e não lembrava mais das feições, ou esqueceu o nome diante de tanta gente que você atende diariamente? Não é problema, o nome dele estará ali a sua vista, de forma discreta e confidencial, com os dados da sua agenda pessoal sendo mostrados junto da identificação.
Já faz alguns anos, mas cada vez mais, vivemos dentro de uma realidade de ficção científica. Para alguém da minha idade e história pessoal, que quando mais jovem achava que tinha “perdido o trem do desenvolvimento” por ter nascido uns anos depois da industria dos computadores já estar “desenvolvida” e não haver muito mais o que fazer de novo… é sensacional viver isso tudo como parte do dia a dia.
Fico só imaginando as possibilidades quando essas crianças todas que crescem achando tudo isso “parte natural do dia a dia” começarem a elas também acrescentar funções e novos sensores para ampliar ainda mais nossas capacidades pessoais.
Resumindo: compre Apple (as ações da empresa, não necessariamente os produtos), viva a inovação constante, e aprecie este mundo maravilhoso em que vivemos, cada dia com novas capacidades aumentando nossas habilidades naturais.
É bom explicar que as pessoas que erraram brutalmente não seguiram minha idéia. Nem me conhecem. Apenas tiveram elas próprias essa idéia, mais ou menos na mesma época. E mais, não estamos falando de uma ou duas pessoas que tenham cometido esse erro, mas de gente suficiente para o assunto se tornar matéria no Wall Street Journal.
A idéia era simples: alugar um imóvel, colocando no contrato a possibilidade de sub-locação. Negociar um valor mais em conta por conta de um contrato de longo prazo. Decorar o imóvel de maneira a torná-lo aconchegante e completo para alugar por temporada, e listá-lo no AirBNB ou serviços semelhantes para lucrar com a diferença entre o valor do aluguel tradicional e o da locação por temporada.
Uma alternativa, para quem tivesse a possibilidade, seria adquirir os imóveis através de financiamento, e ir usando os lucros para pagar o saldo devedor, podendo ainda ir encadeando isso em novos imóveis a medida em que os aluguéis fossem aumentando a renda e com isso pudessem iniciar novos financiamentos.
Apesar de simples, muitas pessoas que montaram para si este tipo de negócio, algumas inclusive tendo feito isso com várias propriedades, cometeram um erro primário no mundo dos negócios.
Qual é o erro mais comum de se cometer no mundo dos negócios?
O erro mais comum nas pequenas empresas, para quem monta seu primeiro negócio, é misturar o fluxo financeiro dos negócios com suas finanças pessoais. Quanto mais a empresa fatura, mais a pessoa gasta em sua vida pessoal. Pessoa e empresa são uma coisa só. EUpresa, como costumo chamar.
Não há nada de errado em montar um negócio pessoal, uma empresa onde você seja o faz-tudo e todo dinheiro retorne para você próprio, mas as contas da pessoa física e da empresa precisam ser distintas. E os planos e previsões de um e outro também. Desta forma, as despesas da empresa devem ser bem avaliadas e contingências estimadas.
As pessoas que hoje estão pedindo falência por terem sua renda de locação por temporada indo a zero durante a crise do Corona Vírus, são justamente as que não fizeram, nos bons tempos em que o negócio estava faturando bem, uma reserva financeira suficiente para cobrir alguns meses em que eventualmente pudessem haver problemas. E problemas sempre acontecem, seja uma crise como a que estamos passando, seja algo mais simples, mas igualmente caro para se resolver, como um encanamento que precise ser trocado por conta de vazamento, ou até mesmo um incêndio, para os que nem seguro contra isso fazem.
É triste de ver esse tipo de coisa acontecer com empreendedores bem intencionados, principalmente por ser tão simples de evitar se tivessem pensado um pouco mais nos detalhes do negócio, em vez de simplesmente pensarem em quanto poderiam ganhar e, assim que o dinheiro começou a jorrar, passaram a pensar somente em todas as coisas nas quais poderiam gastar o dinheiro. Um planejamento mínimo e uma pequena reserva para garantir alguns poucos meses de pagamento dos aluguéis e condomínio caso ficassem sem entradas de dinheiro por um tempo já seria o suficiente para manter o negócio andando, ou ao menos dar tempo de tomarem alguma iniciativa para evitar a falência.
Então termino perguntando: se você tem uma pequena empresa, você estava preparado para conseguir contornar esta crise? Se não estava preparado, o que precisaria ter feito? Mesmo estando no meio do furacão, é bom pensar neste tipo de coisa agora, pois tudo que começa, um dia acaba, e da próxima vez, quem sabe, você estará melhor calçado para enfrentar os desafios.
Lembre-se sempre que o tombo é o melhor professor, mas temos que aprender a lição para não repetir. E melhor do que ter que aprender deste jeito, é fazer o exercício na cabeça antes de se jogar nos negócios. Pense sempre antes de começar: qual a pior coisa que poderia acontecer? Qual a situação em que eu teria que fechar meu negócio se acontecesse? Em que cenários eu teria um prejuízo enorme? Com as questões mapeadas, desenhe as possíveis saídas de cada crise que você antecipou. E lance seu navio ao mar. Saiba sempre onde você quer chegar, mas também em quais as saídas possíveis se o destino não puder ser alcançado.
Empreender é tudo de bom, faça com o cuidado que seu futuro merece.
PS: para os que perguntaram, desde que lancei a idéia no site, tive algumas pessoas me indagando sobre isso ao longo dos últimos três anos. Para todas, minha resposta sempre envolvia a pergunta de como manter o negócio se houvesse qualquer tipo de problema em manter o negócio funcionando. Minha preocupação não era com algo como o Corona Virus, não tinha como antecipar isso, mas sim com algo mais trivial como uma doença qualquer que inviabilizasse o trabalho necessário para manter o andamento do negócio. Sempre sugeri, por exemplo, a inclusão de alguma forma de saída do aluguel de longa duração, seja por meio de multa de alguns meses de pagamento extra para antecipar a entrega do imóvel, no caso da locação de longo prazo, seja via a entrega/venda do imóvel no caso de ter adquirido através de financiamento.
PS2: conheço muitas pessoas que fizeram o mesmo tipo de negócio com a locação de veículos para utilizar como Uber e não “gastar” seu próprio carro, ou ainda que compraram vários carros financiados e sublocavam elas próprias para pagar as prestações do mesmo. Vale o mesmo, qual sua estratégia de saída?
Uma das estratégias que utilizei no início dos meus investimentos foi a técnica que batizei de “escada da independência financeira”, ou “escada da aposentadoria.”
Resumidamente essa técnica implica em definir um padrão de vida mínimo para se sentir bem com seu dia a dia, e então investir de maneira a permitir que os rendimentos desse investimento gerem lucros suficientes para manter indefinidamente esse padrão de vida inicial.
Ao fazer isso, podemos nos “aposentar.” Ou seja, nossos investimentos já geram o suficiente para manter nosso padrão de vida sem precisarmos trabalhar.
Claro que não devemos parar por aí. Como expliquei, a técnica envolve definir um padrão de vida realmente mínimo para aquele momento inicial. No meu caso, era de um guri recém saído da faculdade, sem grandes gastos fixos, sem filhos, etc. Podia me dar ao luxo de ter uma vida muito simples e barata. Ao prorrogar a aquisição de alguns objetos de desejo, ou no meu caso, tratar esses objetos como um negócio paralelo, isso me permitiu acelerar em muitos anos a conquista da minha liberdade.
Eu gostava de notebooks em uma época em que ainda eram novidade caríssima, então, ao tratá-los como um negócio, ou seja, adquirindo e revendendo, me mantinha sempre com alguns notebooks topo de linha disponíveis para meu uso e estudo do assunto, ao mesmo tempo em que fazia com que essa disponibilidade me gerasse mais dinheiro para manter o giro e a constante atualização dos equipamentos.
A medida em que tinha a liberdade não não precisar mais trabalhar para manter o padrão de vida previamente definido, tinha a liberdade de trabalhar com o que quisesse, e não precisaria aceitar um emprego qualquer apenas para pagar as contas. Trabalhar com o que gostamos é o segundo segredo para obter sucesso financeiro. No momento em que o trabalho é um prazer, deixa de ser trabalho e rendemos muito mais.
Tinha a segurança das contas pagas pelo rendimento dos investimentos permitindo que me dedicasse a um novo negócio de muito potencial, mas que talvez demorasse um pouco até crescer o suficiente.
O segundo passo na escada da independência financeira é então definir esse novo padrão de vida um pouco mais alto, e então direcionar uma parte dos ganhos com o trabalho a aumentar o bolo dos investimentos de maneira a fazer os novos rendimentos permitirem a manutenção desde segundo degrau novamente sem trabalhar. E assim sucessivamente.
Se você gostou desta técnica e a deseja colocar em prática, vou ficar feliz em conhecer sua história. Fique a vontade para me escrever e me contar como está funcionando para você.
Eu sou o Fabricio Peruzzo, o Papai Investidor, e estou aqui para lançar idéias que possam te ajudar na conquista da independência financeira.
Com a última decisão do COPOM de baixar a taxa de juros para apenas 5,5% ao ano, entramos definitivamente em uma nova realidade no mercado brasileiro de investimentos.
Neste momento, bons imóveis de aluguel se tornam uma opção muito melhor do que a renda fixa, no sentido de que nestes, além de recebermos a renda mensal recorrente, podemos contar também com a valorização dos imóveis e a consequente manutenção do poder de compra dos valores recebidos mensalmente.
Sempre se pode argumentar que imóveis são piores do ponto de vista de liquidez, que não conseguimos vendê-los de uma hora para outra, e que as vezes, dependendo do mercado, podemos não conseguir vender pelos valores que desejamos. Tudo isso tem que ser levado em conta, mas em nenhum momento deveríamos pensar em imóveis como uma reserva de liquidez. Imóveis são essenciais em um plano sólido de formação de patrimônio e geração de renda, mas devem ser acompanhados de suficiente reserva de segurança com liquidez, justamente para não precisarmos vender em uma emergência financeira qualquer.
Ainda em relação à liquidez, imóveis são investimentos que tendem a render mais simplesmente porque não fazemos com eles o giro que costuma acompanhar investimentos mais líquidos, evitando assim pagar impostos sobre os lucros que acabam comendo boa parte da rentabilidade total ao longo dos anos. Há uma máxima no mercado que diz que uma das maiores habilidades dos grandes investidores é a de não girar tanto suas carteiras de investimento.
Partindo para a prática…
Aqui no Brasil há excelentes oportunidades de imóveis para locação, seja a locação tradicional, com um inquilino que permaneça no seu imóvel por muitos anos, seja com a locação por temporada, como eu já descrevi em uma excelente oportunidade que descobri em Gramado, na serra gaúcha.
Hoje, no entanto, gostaria de abordar outro assunto: o investimento em imóveis de locação no exterior, para obter renda mensal em dólares.
O mercado americano é extremamente diverso, e esta diversidade nos permite encontrar algumas pepitas que, bem lapidadas, podem nos enriquecer de forma consistente ao longo dos anos. Vou tratar desta estratégia nos próximos parágrafos, e também discorrer sobre outras idéias criativas relacionadas ao investimento em imóveis nos Estados Unidos.
Para quem deseja se aprofundar no assunto, a primeira indicação que tenho é o Seminário Sobre Aquisição de Imóveis de Aluguel nos Estados Unidos que acontecerá em Houston, TX, nos próximos dias 2 e 3 de dezembro de 2019. Este seminário conta com a participação de um time de profissionais do mercado americano abrangendo advogados, corretores, contadores, empresários e investidores, todos focados na formação de um time de consultoria que em conjunto, permite um investimento muito mais seguro e lucrativo.
Quem desejar participar do Seminário pode se inscrever diretamente na página abaixo:
Os participantes que informarem ter sido indicados por mim participarão ainda de um encontro exclusivo, com uma palestra que ministrarei para estes convidados.
O preço do seminário é simbólico, frente ao valor de se conhecer pessoalmente alguns dos profissionais mais qualificados que atuam no mercado de Houston. Somente a rede de contatos formada neste evento, com certeza poderá fazer toda a diferença nos resultados obtidos. Os organizadores do evento investem pessoalmente desta maneira e utilizam este grupo de profissionais como consultores em seus investimentos imobiliários, obtendo um resultado de 6% a 12% de rentabilidade anual, em dólares, com o aluguel de seus imóveis.
Continuidade…
Vejo este investimento como uma excelente maneira de formar patrimônio, criar uma nova fonte de renda em moeda forte, protegida dos altos e baixos da economia brasileira, e planejar renda para o futuro. A ênfase no futuro se dá por um motivo bastante simples: ao iniciar este investimento com a compra de um imóvel para locação nos Estados Unidos, minha sugestão seria a de receber estes aluguéis em dólar e manter o valor nos Estados Unidos, investindo ao longo do tempo de maneira a ir utilizando tais valores como entrada na compra de novos imóveis que farão a bola de neve crescer de maneira consistente ao longo dos anos.
No final do processo, você tem uma série de imóveis que geram renda suficiente para viver em qualquer lugar do mundo que desejar, por receber seus aluguéis em moeda forte.
Para quem não tem a intenção de formar uma carteira internacional de imóveis de locação, ainda assim a compra de pelo menos um imóvel destes nos Estados Unidos pode representar uma excelente oportunidade… É o que chamo pessoalmente de:
PLANO ANUAL INFINITO DE FÉRIAS
Imagine o seguinte: você investe um valor na compra de um imóvel de locação nos Estados Unidos. Depois disso, você passa a receber um aluguel mensal que permite que todos os anos você faça uma viagem internacional para onde quiser, pagando tudo diretamente de sua conta corrente norte-americana com os dólares recebidos ao longo do ano anterior.
As possibilidades são infinitas. O que mais você imagina que poderia realizar com uma renda mensal em dólares?
Minha sugestão: se inscreva no seminário, estude o assunto, conheça pessoalmente a região sugerida para iniciar seus investimentos nos Estados Unidos. O investimento é baixo, e com certeza lhe fará pensar em oportunidades de investimento que hoje não fazem parte do que você acredita ser possível. Você investirá um valor ínfimo frente ao aprendizado prático que uma viagem como esta proporcionará ao seu crescimento como investidor. E certamente este aprendizado, mesmo se não utilizado diretamente no investimento em imóveis descrito neste artigo, lhe proporcionará oportunidades de lucros em muitas outras frentes.
O mundo é dos que buscam o crescimento. Vamos caminhar juntos.
Chega até a ser engraçado, mas já se passaram 17 anos desde que adquiri minha primeira carta de consórcio, lá atrás, em 2002 e 14 anos que abri a Megacombo, minha empresa criada para divulgar o consórcio de imóveis como ferramenta de investimento.
Lendo a página de como nasceu a Megacombo, relembrei como comecei, com a aquisição de cartas de R$ 25.000, a menor que tinha disponível na época, equivalente hoje à carta de R$ 70.000.
É engraçado lembrar de tudo isso, porque apesar de eu continuar ajudando muitas pessoas a iniciar seus investimentos desde o princípio, começando com uma ou duas cartinhas de pequeno valor como eu comecei, ao mesmo tempo tenho ensinado este investimento à pessoas que possuem muito mais patrimônio do que eu.
O investimento em consórcios me proporcionou um crescimento exponencial nestes 17 anos. Se hoje eu possuo imóveis, ações e fundos de investimento, tudo isso é resultado daquele pequeno valor mensal que comecei investindo nos consórcios lá em 2002.
Ao mesmo tempo em que meu patrimônio foi crescendo, o perfil dos investidores que fui auxiliando também foi aumentando. Hoje atendo desde quem adquire uma cartinha de R$ 70.000, até quem faz planos de R$ 4 milhões ou mais, para adquirir imóveis de forma alavancada, ou investir na construção.
Atribuo isso a uma questão de identificação pessoal. Quem tem pouco dinheiro para investir costuma ter dificuldade para imaginar uma vida muitas vezes mais abundante do que sua situação atual. Ao ver o caminho que percorri desde o início, fica mais fácil ver onde dá para chegar.
Já quem tem patrimônio igual ou maior que o meu, sabe das dificuldades que passou até atingir este ponto, sabe o quanto é difícil fazer o dinheiro crescer com investimentos. Geralmente dedicaram muitas horas de trabalho para cada real investido. Esses se identificam com a perspectiva de fazer o que conquistaram crescer a uma velocidade maior do que vêm conseguindo fazer com seus investimentos atuais.
Então, se tu acreditas que eu possa te ajudar a começar teus investimentos, ou se está no ponto onde eu possa te ajudar a fazer eles renderem mais do que vem rendendo atualmente, estou aqui, à disposição, com a melhor orientação para sua situação particular.
Desde que comecei com os consórcios há 17 anos, ainda não encontrei investimento melhor e mais completo para quem tem valores mensais para investir. Vem comigo, que desenhamos um plano perfeito para ti.
Sei que você tem um amigo que está fabricando cerveja artesanal. Talvez até tenha um amigo abrindo uma hamburgueria.
Deixa eu contar aqui… um amigo designer fabrica cerveja. Um amigo arquiteto não apenas fabrica cerveja, como abriu um bar/cervejaria onde inclusive vende hambúrgueres. Um amigo corretor de seguros, fabrica cerveja, mas só para os amigos. Um programador de computadores idem. Até meus advogados (sim, tenho negócios suficientes para precisar ter “meus advogados”) possuem uma cervejaria artesanal com fábrica e bar.
Pouco tempo atrás eram paletas mexicanas… Puxe a memória e você se lembrará do que veio antes das paletas…
Seja por diversão ou hobby, seja como um empreendimento que visa realmente faturar para sustentar famílias, as cervejas artesanais estão em alta.
E seu dinheiro com isso?
Algumas ideias rápidas para você pensar…
A cerveja artesanal do mercado financeiro é a proliferação dos “traders” de Instagram, dos analistas de Youtube, dos especialistas em ações de Facebook.
Já é difícil para a média das pessoas conseguir enriquecer. Por que você pensaria que seria possível encontrar o Santo Graal que o faria enriquecer rapidamente?
Enriquecer exige método, disciplina, conhecimento, e principalmente, tempo.
Tentar aprender o “pulo do gato” com aquele “especialista” com 10 anos de experiência e sucesso contínuo é aprender com quem nunca passou pessoalmente por nenhuma crise… 2008 já está distante 11 anos… a queda das Torres Gêmeas e o estouro da Bolha Pontocom então, nem se fala, lá se vão quase 20 anos.
Quando a próxima crise varrer o mercado dos gênios da vez, olhe para os que estão há mais tempo no jogo e aprenda com estes o poder das proteções e da diversificação.
Não deixe de surfar a onda fantástica que estamos vivendo. Só não ache que ela durará para sempre, nem arrisque tudo o que você conquistou em uma só classe de ativos.