Tolo?

Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia…Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas – uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

“Eu sei” – respondeu o não tão tolo assim – “ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.

Podemos tirar várias conclusões dessa pequena narrativa. A primeira: quem parece idiota, nem sempre é. Dito em forma de pergunta: Quais eram os verdadeiros tolos da história? Outra: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda. Mas a conclusão mais interessante, a meu ver, é a percepção de que podemos estar bem mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos.

Autor Desconhecido

O tamanho das pessoas

(Shakespeare)

“Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento.

Ela é enorme para você, quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado.

É pequena para você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duaspessoas: A amizade, o respeito, o carinho, o zelo e até mesmo o amor.

Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto com você.

É pequena quando desvia do assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.

Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas.

Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.

Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos.

Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de Ações e Reações, de Expectativas e Frustrações.

Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.

O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande…

É a sua sensibilidade sem tamanho…”

E o mal? Existe?

Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:

– Deus fez tudo que existe?

Um estudante respondeu corajosamente:

– Sim, fez!

– Deus fez tudo, mesmo?

– Sim, professor – respondeu o jovem.

O professor replicou: – Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?

O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito. Outro estudante levantou sua mão e disse: – Posso lhe fazer uma pergunta, professor?

– Sem dúvida – respondeu o professor.

O jovem ficou de pé e perguntou: – Professor, o frio existe?

– Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?

O rapaz respondeu: – Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade, é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.

– E a escuridão, existe?- continuou o estudante.

O professor respondeu: – Mas é claro que sim.

O estudante respondeu: – Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda.

A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:

– Diga, professor, o mal existe?

Ele respondeu: – Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.

Então o estudante respondeu: – O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existem a Luz e o Calor.

O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações.

É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.

Os primeiros passos de um líder

1 – Aprenda a seguir. Seguir os desejos da sua empresa, de seus clientes, de sua equipe, e fazer com que todos convirjam para um mesmo ponto.

2 – Lute para que todos foquem no que é melhor para a equipe e a empresa, e não no que é melhor para você.

3 – Aprenda com cada situação que você passar, seja ela boa ou ruim. Cada acontecimento é uma oportunidade para repetir os sucessos e evitar os fracassos daqui para frente.

4 – Tenha algumas pessoas em quem você confia para pedir conselhos. Liderança não significa estar sempre certo ou ter as respostas instantaneamente a cada momento. Liderar significa ouvir opiniões, refletir, e escolher a mais adequada para o momento. Mesmo que, a princípio, seja contrária ao seu primeiro pensamento.

5 – Lidere pelo exemplo. As pessoas vão fazer o que você quer apenas se você realizar aquela ação, viver aquela forma de trabalhar dia-a-dia.

6 – Desde o início, procure delegar tarefas para sua equipe. Eles responderão bem à confiança que você deposita neles.

7 – Foque no futuro. Um líder deve trabalhar para assegurar que a empresa esteja melhor amanhã do que hoje.

Retirado da Revista Liderança & Supervisão
Nº 15 – agosto/05
http://www.lideraonline.com.br

Como ser indispensável

CEGUEIRA GERAL!

Ricardo Jordão Magalhães*

O problema da falta de futuro não é a falta dele, mas a falta de vontade das pessoas em olhar além daquilo que elas conhecem. A oportunidade das nossas vidas está SEMPRE a nossa frente, mas não enxergamos, porque acreditamos que é preciso fazer aquilo que todos fazem, mesmo quando não existe mais espaço para todos fazerem.

Querida (o) amiga(o),

Os melhores empreendimentos do mundo – a Cruz Vermelha encabeça a lista – e os melhores empreendedores do mundo – Bill Gates encabeça a lista -, COMEÇARAM DO ZERO. Sem nada, sem nenhum tostão no bolso, sem nenhuma estrutura corporativa.

Os céticos podem não acreditar, mas não é o dinheiro que atrai as pessoas. As pessoas é que atraem o dinheiro.

Os arrogantes podem não concordar, mas ganhar o prêmio iBest da internet não vale nada, o que interessa é estar bem rankeado no eBit.

Trabalhar na quitanda do Zé Quitandeiro tem muito mais futuro do que mendigar emprego em empresa bonita que faz propaganda na televisão. Ler um livro na biblioteca pública mais próxima da nossa casa ou mesmo gratuitamente na internet, e depois discutir o livro com os amigos próximos e os próximos aos nossos amigos, é muito mais importante do que fazer qualquer faculdade.

Não interessa de onde você vem, nem o que você tem, nem o que você já fez de errado, o que interessa é como você VALORIZA o que você tem hoje.

E o que você tem hoje?

As pessoas que conhecem você. E não simplesmente as pessoas que você diz que conhece.

Se eu perguntar a você, “Você conhece a Maria Eduarda da Empresa XPTO?”, você vai dizer que conhece, mas será que a Maria Eduarda conhece você? Será que ela se lembra de você? Tem certeza?

O que você fez nos últimos três meses que tenha sido feito pensando genuinamente na Maria Eduarda e não em você?

Mesmo todo o dinheiro do mundo no seu bolso, as melhores pessoas na sua empresa – e os melhores computadores e softwares na sua mesa – não substituem a necessidade de você construir relacionamentos com as pessoas a sua volta.

TODOS OS DIAS!

Os peixes que colhemos durante a nossa vida são resultado da rede de relacionamentos que construímos todos os dias.

Não basta manter o Outlook atualizado, você precisa fazer algo pelas pessoas que vá além de distribuir o seu “santinho corporativo”.

Os melhores seres humanos sentem prazer em ajudar as pessoas que os ajudaram nos momentos em que mais precisaram.

Bill Gates e a Cruz Vermelha puderam desenvolver as suas idéias, nos primeiros dias dos seus empreendimentos, porque eles tinham, e têm até hoje, relacionamentos com pessoas que conhecem pessoas que conhecem empresas que precisam deles.

Eles foram indicados.

85% dos negócios do mundo acontecem por indicação.

Entretanto, no Brasil, como tantas outras coisas, o trabalho “por indicação” tem sua imagem distorcida pelo comportamento oportunista, corrupto e egoísta de algumas pessoas.

Entretanto, não se engane por isso; ser “indicado por alguém” é prova de que você realmente ajudou alguém no passado. É prova de que você realmente se importou com alguém, e agora, este alguém está retribuindo a sua ajuda ao indicar você para alguém que também precisa da sua ajuda.

Ao tomar conta de alguém no passado, ao se importar com o ser humano, você se diferenciou das pessoas-commodities, e serviu de exemplo para os outros.

O trabalho “por indicação” é prova de que o “dar para receber” é o princípio do mundo dos negócios, o princípio da vida, o princípio da construção de relacionamento com outras pessoas.

Não interessa se o mundo está se moldando com computadores, sistemas e velocidade. Por trás de tudo isso, existem seis bilhões de pessoas que precisam de pessoas que se interessam por pessoas.

Na sua fantástica jornada de 12 horas de trabalho braçal diário, você PRECISA ENCONTRAR – que seja – trinta minutos por DIA para construir relacionamentos com as pessoas que estão na sua base de dados atualizadíssima do seu Outlook.

Você PRECISA encontrar uma maneira de DOAR trinta minutos do seu dia para “dar para receber”, ou melhor ainda, para “dar” aos outros sem esperar nada em troca.

Porque mesmo nesse caso, não tem jeito, se você fizer as pessoas sentirem que você realmente se interessa pelas suas vidas, pelos seus negócios, e pelo seu futuro, o ser humano vai te ajudar.

O que você pode fazer para se DOAR para os outros? OBSERVE o que as pessoas precisam, ABRA OS SEUS OLHOS para perceber o que elas não conseguem fazer, e faça por elas. Envie a elas boas idéias com freqüência e consistência, indique negócios, indique coisas que as ajudem a se desenvolver como seres humanos, se ofereça para ajudar em algum projeto que não anda pra frente por falta de braços, corações e mentes. Faça palestras, escreva artigos, levante o seu blog, empreste livros, compartilhe suas revistas, suas planilhas, seus documentos. Ajude as pessoas a olhar para o mundo com OTIMISMO. Distribua Entusiasmo.

ABRA OS SEUS OLHOS!!!! O mundo gira através das pessoas.

Portanto, quantas pessoas conhecem você? O que você está fazendo para preservar ou aumentar o número de pessoas que conhecem você?

ABRA OS SEUS OLHOS!!! Não interessa aumentar e aumentar e aumentar qualidade das coisas que você faz, se você diminui e diminui e diminui o tempo que você dedica a pensar em como ajudar outras pessoas a crescer e prosperar.

TRINTA MINUTOS POR DIA!!!! É só isso que eu te peço.

Os próximos TRINTA ANOS dependem disso.

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA.

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

* Ricardo Jordão Magalhães é fundador e presidente da BIZREVOLUTION, onde ele ajuda as pessoas e as empresas a descobrir o que elas têm de melhor, quebrar paradigmas e inventar o futuro através de consultoria, treinamento e publicações.

Pai Rico, Pai Pobre

Livro “Pai Rico, Pai Pobre”

Se você quer saber como ficar rico e continuar rico, leia este livro! Aprenda o que os ricos ensinam a seus filhos sobre dinheiro que a classe média e os pobres não ensinam!

“É excelente. Em algumas horas devorei o livro, passadas algumas semanas ainda estou aprendendo algo novo. Vale a pena descobrir o que anda errado com você e o poder que você mesmo tem para mudar a sua história. O conteúdo é inigualável”
–Adna Teixeira, Brasília, DF.

“Sensacional livro. Toda pessoa que deseja um futuro econômico e financeiro auspicioso o deve ler e comprar para seus filhos. Já o recomendei a mais de dez amigos.Imperdível!!!”
–Daniel Gustavo C. Coulomb, Rio de Janeiro, RJ.

“A série de finanças pessoais “Pai Rico, Pai Pobre” acaba de atingir a marca dos 200 mil exemplares vendidos.”
–Folha de S.Paulo, Caderno Dinheiro, 9/4/2002

Saia da “Corrida dos Ratos”!

Se você observar a vida das pessoas de instrução média, trabalhadoras, você verá uma trajetória semelhante.

A criança nasce e vai para a escola. Os pais se orgulham porque o filho se destaca, tira notas boas e consegue entrar na faculdade. O filho se forma e, então, faz exatamente o que estava determinado: procura um emprego.

O filho começa a ganhar dinheiro, chega um monte de cartões de crédito e começam as compras. Com dinheiro para torrar, o filho vai aos mesmos lugares aonde vão os jovens, conhece alguém, namora e, às vezes, casa.

A vida é então maravilhosa, marido e mulher trabalham: dois salários são uma benção. Eles se sentem bem-sucedidos, seu futuro é brilhante, e eles decidem comprar uma casa, um carro, uma televisão, tirar férias e ter filhos. A necessidade de dinheiro é imensa!

O feliz casal conclui que suas carreiras são de maior importância e começa a trabalhar, cada vez mais, para conseguir promoções e aumentos. A renda aumenta e vem outro filho… e a necessidade de uma casa maior. Eles trabalham ainda mais arduamente, tornam-se funcionários melhores. Voltam a estudar para obter especialização e ganhar mais dinheiro. Talvez arrumem mais um emprego.

Suas rendas crescem, mas a alíquota do imposto de renda, o imposto predial da casa maior e outros impostos também crescem. Eles olham para aquele contracheque alto e se perguntam: para onde todo esse dinheiro vai?

O feliz casal está agora preso na armadilha da “Corrida dos Ratos” pelo resto de seus dias. Eles trabalham para os donos da empresa aonde trabalham, para o governo, quando pagam o impostos, e para o banco, quando pagam cartões de crédito e financiamentos. Trabalham e trabalham, mas não saem do lugar. Esta é a “Corrida dos Ratos”. (trecho adaptado do livro “Pai Rico, Pai Pobre”)

Se você se identificou com algum trecho desta história e deseja mudar, sair da “Corrida dos Ratos”, é preciso adquirir proficiência financeira: a maioria das pessoas passa anos na escola e nunca aprende nada sobre dinheiro. O livro “Pai Rico, Pai Pobre” é o seu primeiro passo para sair da “Corrida dos Ratos”.


Capa do Livro “Pai Rico, Pai Pobre” da Editora Campus.

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Por que o título “Pai Rico, Pai Pobre”?

Narrado em primeira pessoa na maior parte do tempo, o livro “Pai Rico, Pai Pobre” conta a história do próprio autor: Robert Kiyosaki.

Ele nasceu no Havaí nos anos 50. Aos 9 anos foi vítima de um choque econômico-cultural respeitável. Seu ‘pai pobre’ (o pai biológico, um professor universitário) o estimulava a seguir caminhos conhecidos. Estudar muito, tirar boas notas, conseguir um bom emprego numa grande corporação e garantir segurança.

Seu ‘pai rico’ (na verdade o pai de seu melhor amigo) era o oposto. Um homem sem formação acadêmica, sem cultura formal, rude e básico. No entanto, com um profundo tino para os negócios, ensinou ao jovem Kiyosaki as regras de funcionamento do dinheiro. Seguindo os conselhos do ‘pai rico’, hoje Kiyosaki é milionário. (trecho adaptado da Revista Exame).

Como o Livro é dividido?

O livro é composto de 10 capítulos. São eles:

Lições

Capítulo Um: Pai rico, pai pobre
Capítulo Dois: Lição 1 – Os ricos não trabalham pelo dinheiro
Capítulo Três: Lição 2 – Para que alfabetização financeira?
Capítulo Quatro: Lição 3 – Cuide de seus negócios
Capítulo Cinco: Lição 4 – A história dos Impostos
Capítulo Seis: Lição 5 – Os ricos inventam dinheiro
Capítulo Sete: Lição 6 – Trabalhe para aprender, não trabalhe pelo dinheiro

Início

Capítulo Oito: Como superar obstáculos
Capítulo Nove: Em ação
Capítulo Dez: Ainda quer mais?
Conclusão: Como pagar a faculdade dos filhos com apenas US$ 7.000

Resumindo, por que ler “Pai Rico, Pai Pobre”?
  • É o ponto de partida para quem quer controlar o seu futuro financeiro.
  • Não é um livro comum sobre dinheiro.
  • A leitura é fácil e divertida.
  • É um best-seller nas listas de livros mais vendidos do Wall Street Journal, New York Times, Business Week.
  • No Brasil, já vendeu mais de 200 mil exemplares.

Sobre este texto: uma Garantia

Sou formado em administração de empresas e um entusiasta do livro “Pai Rico, Pai Pobre”. O livro teve impacto significativo nas minhas escolhas profissionais. Sempre recomendo o livro para amigos, colegas e conhecidos.

É muito recompensador ouvir dos mesmos amigos, colegas e conhecidos para quem indiquei o livro uma mensagem de agradecimento, contando que o livro trouxe influências positivas nas suas respectivas decisões sobre dinheiro. Por esse motivo, resolvi escrever este texto e criar o site AmigoRico. Acredito que assim será possível indicar o livro para um número expressivamente maior de pessoas.

Marcelo Junqueira Angulo, marcelo.angulo@amigorico.org

O que eu devo fazer para começar?

Não adie suas decisões. Comece a agir hoje mesmo!

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Leia mais sobre cada um dos livros da coleção Pai Rico Pai Pobre:

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Conheça também outros livros indicados por Robert Kiyosaki, autor da série ‘Pai Rico, Pai Pobre’.

Vendedor Rico
Pense e Enriqueça
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O conteúdo desta página foi escrito por Marcelo Junqueira Angulo, criador do site AmigoRico.Org.

Definindo metas pessoais com muita inveja

Quero dar um basta a todas aquelas frases feitas, que dizem que inveja é uma M.., que é um sentimento pobre…Sei lá… Quem foi que começou com esta segregação sentimental? Você sente inveja de alguém, não sente? É claro que sim! Você é um ser humano. Todos os seres humanos vêm com estes defeitinhos de fábrica.

Inveja é que nem careca – quanto mais se disfarçar e se enganar, dizendo que ela não existe, mais aparente fica. Um careca será muito mais aceito pelo grupo dos metaleiros cabeludos se assumir honrosamente a sua lustrosa cabeça – talvez até criando um estilo próprio de careca.

Todas as características humanas devem ser vistas como dádivas divinas, e a inveja (assim como a careca) merece respeito, viu? O problema é a maneira como as pessoas lidam com este sentimento. Geralmente eu vejo aquele povinho sem graça, que jura por tudo na vida que não sente inveja de ninguém, e aquele outro grupinho que fica se roendo de inveja, com olhares cortantes e maldizeres para a pessoa invejada.

O mundo só cresceu por causa da inveja. Manoel tem inveja do vizinho que acabou de comprar um Porsche (caramba!). Só assim, o cara começou a trabalhar dobrado em sua empresa, para não se sentir por baixo. Manoel quer comprar logo uma Ferrari, para matar o seu vizinho de inveja! Por que ele quer fazer isto? Por pura vingança! Há! Há! Há!

Viva a inveja! Aceite este sentimento nobre como um forte aliado para seu sucesso na vida. Aprenda a se relacionar com esta raiva interna! Se você tem inveja de alguém que fez ou conseguiu algo que você gostaria de ter ou fazer, é sinal de que alguma coisa está errada na sua vida. A inveja é um aliado que o tira do marasmo, lembrando que você precisa se mexer mais para alcançar seus objetivos. É por isso, que o sentimento é ruim. Ele espelha uma frustração por alguma coisa que você não está conseguindo.

Você queria ser jogador de um grande time de futebol, e desistiu. Então, você vê na televisão que seu amigo de escolinha de esportes, Gilvanildo, vai jogar na seleção brasileira. Cara! Você finge que não, mas se morde de inveja. O problema é que o seu ex-colega de escolinha não desistiu. Você, sim.

A inveja pode ser encarada de forma depressiva, corroendo a sua auto- confiança e auto-estima, sempre lembrando de tudo o que você deixou inacabado na vida, ou pode ser encarada de forma positiva, gerando metas de qualidade pessoal e mostrando os caminhos por onde ir.

Imagine que dentro de sua empresa, você e o Zé lá do escritório, após cinco anos na mesma função, estão concorrendo por uma promoção. O chefe de vocês entra na sala, e diz que o Zé é o novo promovido da empresa. O seu sorriso fica amarelo e dissimulado, seu peito aperta de raiva, e você jura que está sendo injustiçado pelo seu chefe.

Mas, afinal, por que o Zé foi escolhido? Este é o melhor da inveja. Ela acabou de mostrá-lo que o Zé fez alguma coisa a mais do que você. Analise o Zé, de forma crítica, e veja o que foi, em suas táticas de marketing pessoal ou sua forma de trabalhar, que fez a diferença. Use o seu novo supervisor, o Zé, como uma meta a ser atingida. Aliás, faça ainda melhor: Atinja esta meta! Quando você não sentir mais inveja do Zé, você conseguiu chegar onde queria!

E vamos combinar o seguinte: a partir de agora, “A inveja é uma fada”!

Rico de Moraes (http://www.mgroupconsultores.com.br)

A incrível Madalena e os 5S

Por Armando Pastore

– Gostaria de convidar os participantes para contar suas experiências pessoais sobre o tema.

Essas foram as palavras que o instrutor, Carlos, do “Curso de Qualidade Total e os 5S” pronunciou. Essa foi a deixa para que Madalena também se manifestasse.

– Eu tenho, sim !!

– Pois não Madalena…

– Hoje, Carlos, pode me chamar apenas de Mada.

Os demais participantes que conheciam MadaLena superficialmente suspiraram. Quem a conhecia mais de perto ficou suspeitosamente olhando para o teto. Os mais íntimos – soube depois – se arrepiaram.: Aí tem coisa!!!!.

Conheci MadaLena durante aquele curso. Trabalhávamos na mesma empresa pública, ela, em Brasília, eu, em São Paulo. Estávamos sendo preparados para multiplicar a ferramenta de qualidade: 5S.

MadaLena tinha pouco mais de 46 anos, 22 de serviço público, mais da metade exercendo cargos de chefia. Não havia na empresa quem não a conhecesse. Mineira de Belo Horizonte, MadaLena havia chegado adolescente a Brasília. Casou-se com outro mineiro, com quem teve cinco filhos. Separou-se quando – palavras dela – descobriu que o marido estava fazendo outros cinco filhos com a secretária. Sua vida pessoal era quase previsível. Quando, ao receber o bom dia dos colegas respondia: Hoje podem me chamar de Mada, todos já podiam ficar esperando um dia cheio de trabalho, cobranças, mau humor e muita, mas muita crítica. Quando dizia que poderiam chamá-la de Lena, todos entravam em êxtase. Nos dias de Lena ela era simplesmente a melhor chefe do mundo. Uma pessoa aberta, bem humorada, prática, companheira etc.

Mada, levantou-se, foi para o flip-chart e pegou vários pincéis atômicos.

– Primeiro quero que vocês todos pensem por que estão trabalhando no serviço público…

– Cada um terá suas razões pessoais, mas acho que posso explicar utilizando o 5S positivo e o negativo…

Carlos interveio:

– Mada, permita-me dizer que não existe 5S negativo ou positivo.

– Já ouvi você Carlos, por mais de 12 horas. Agora, por favor não interrompa, disse Mada com rispidez.

Dirigindo-se novamente à platéia, Mada continuou,

– A maioria dos funcionários públicos – e não servidores, odeio essa palavra, começaram a trabalhar por causa do primeiro S : o do Salário. Na minha opinião, é inegável que os salários das organizações públicas são superiores, na média, aos oferecidos pela iniciativa privada.

– Em segundo lugar, quase que empatando com Salário, vem o segundo S, o da Segurança. Dificilmente – aliás, somente em casos extremos – é que podemos ser despedidos. Uma vez dentro do serviço público, quer trabalhemos muito bem, quer apenas realizemos o mínimo necessário, jamais teremos problemas com nossa segurança profissional e financeira.

– O terceiro S é o da Satisfação. Depois desses 2S anteriores passamos a procurar no serviço público aquilo que pode nos deixar satisfeitos. É a partir deste ponto que os 5S podem tornar-se positivos ou negativos.

Enquanto falava, Madalena ia colocando no flip, com letras azuis e vermelhas cada um dos S que havia mencionado, ressaltando as primeiras letras e procurando trazer toda a atenção para ela. Diga-se de passagem, MadaLena era uma excelente apresentadora.

– Se a pessoa está satisfeita com o que faz, poderá sempre fazer melhor, estará sempre se desenvolvendo, estará sempre em sintonia com os objetivos da organização e conectada com seus anseios pessoais. Entretanto, se ela não obtém Satisfação no trabalho, vai para o próximo S.

– S de Sacrifício. É isso mesmo! Sacrifício de estar todos dos dias, fazendo o mínimo possível, sacrifício de ver pessoas, de atendê-las, de realizar qualquer tipo de trabalho. Trabalho que é um verdadeiro castigo.

– Não obtendo resultados em nada do que possa transformar, o funcionário público vai para o último S negativo, o do Suicídio. Um profissional que se torna um zumbi, um morto vivo que faz, sem saber por que faz. Um zumbi que está sempre reclamando da vida, do trabalho, das pessoas, um verdadeiro parasita das nossas organizações. Bom exemplo de Suicida é aquele a quem você pergunta como ele vai e ele responde que só está esperando a aposentadoria. Você pergunta quanto tempo falta, e ele responde que faltam 7 anos. Esse funcionário já morreu! só esqueceram de enterrá-lo.

Carlos, ainda que tentou interrompe-la mais uma vez, pois estava pressentindo que o curso iria terminar, o que evidentemente, de nada adiantou.

– Acho que você pediu que eu contasse minha experiência pessoal sobre 5S. Se não vale ter 5S na vida, de que vale para qualquer organização que se pretenda moderna? Perguntou Mada.

– É que… Carlos tentou

– Não tem que e nem mais quê… Nossa participação neste evento tem que ser verdadeira e não um jogo de faz de conta. Ou você acredita no que está fazendo, ou vira um zumbi como a maioria dos funcionários públicos. A empresa finge que paga e o sujeito finge que trabalha. Não, isso não é desenvolvimento!

– Não estou aqui para fingir que irei por em pratica os Sensos que você apresentou. Ou todos nós realizamos juntos, ou estamos perdendo o seu tempo, o nosso tempo e o tempo da organização!!

Mada, então pegou um pincel atômico e desenhou no flip o seguinte esquema :

OS 5S DA VIDA

S – SALÁRIO

S – SEGURANÇA

S – SATISFAÇÃO

NEGATIVO POSITIVO

S – SACRIFÍCIO

S – SUICIDIO S – SUCESSO

– Agora, quem consegue Satisfação no trabalho, tem e terá muitas chances de alcançar o último S positivo , o do Sucesso…

– Sucesso, vem do latim sucessus-üs, que significa aquilo que sucede, bom êxito, resultado feliz, sucessão, que quer dizer uma coisa após a outra. Isso é que é sucesso. As pessoas de sucesso realizam pequenas e grandes tarefas. Terminam as tarefas que estão executando e começam as seguintes com o sentimento de estarem realizando algo conectado com seus objetivos pessoais; desenvolvem-se; participam de um processo de desenvolvimento em qualquer tipo de organização.

Contrafeito, Carlos tentou ainda mais uma vez…

– Mas, Mada, permita-me interrompê-la mais uma vez, mas nos 5S positivos que você escreveu só tem quatro. Não lhe parece que algo está em desacordo?

Meio irônica do alto de seus 22 anos de experiência, Mada contrapôs.

– Meu caro instrutor, quem utiliza o 5S positivo, sabe que na atual conjuntura não é preciso mais do que quatro. Os funcionários que utilizam os 5S positivos estão sempre com o foco nos objetivos, ou se preferir no ASSUNTO – só na nesta palavra temos mais dois esses. Pense comigo; tudo que você está dizendo desde segunda feira é o mínimo que podemos fazer no nosso dia a dia. Quem pratica o 5S positivo, economiza tempo e realiza tudo o que você falou em apenas quatro etapas.

– Não existe nada mais sério do que Salário, Segurança e Satisfação, desde que isso venha acompanhado do Sucesso pessoal. Sem esses pré-requisitos os sensos, de arrumação (seiri), de ordenação (seiton), de limpeza (seisoh) de asseio (seiketsu) e de auto-disciplina (shitsuke), de nada adiantam.

Retrucou MadaLena, tentando pôr um fim na sua apresentação.

O silêncio que se fez era constrangedor. Mal refeita do susto, a platéia pôde ainda ouvir Mada dizer:

– Temos que raciocinar sobre o que temos de realmente atacar. A ferramenta que nos foi apresentada sem dúvida é válida. Mas, sempre existirá um mas… estamos atacando as causas ou as conseqüências ?

– Só quem trabalha com os 5S positivo, pode explicar as razões de encontrarmos nos corredores das nossas instituições públicas, funcionários que vivem bem, transpiram felicidade, alcançam resultados, vivem em sintonia com as demais pessoas e percebem-se úteis à sociedade, que paga nossos SALÁRIOS.

– Para essas pessoas especiais, 5S é uma ferramenta um pouco mais sofisticada, muito parecida com aquilo que fazem no seu cotidiano.

– Antes de terminar, gostaria de pedir que todos refletissem sobre a utilização que cada um faz dos sensos que o Carlos apresentou.

Todos aplaudiram MadaLena. No meu relógio já eram quatro da tarde e estávamos encerrando o evento. Naquele momento, o evento, para desespero de um Carlos atônito, estava terminando.

Sem saber, MadaLena, tinha aplicado o primeiro nocaute no processo de Qualidade Total. Alguns anos mais tarde ninguém mais falaria em 5S, ainda menos em qualidade.

Essa história persegue meus pensamentos. O que MadaLena falou naquela tarde foi uma lição importante. Sempre que estou desenvolvendo algo novo lembro-me dela.

Uma indagação até hoje me persegue: afinal de contas, quem apresentou os 5S da Vida, foi Mada ou foi Lena?

A árvore dos problemas

O carpinteiro que contratei para me ajudar a restaurar uma velha casa de fazenda tivera um dia de trabalho difícil. Perdeu uma hora com um pneu furado, depois a serra elétrica quebrou e, por fim, seu velho carro não quis pegar. Fui levá-lo em casa e, durante o trajeto, o homem se manteve em silêncio.

Quando chegamos, ele me convidou para conhecer sua família. Enquanto andávamos até a porta de entrada, ele se deteve diante de uma pequena árvore e tocou a ponta dos galhos com as duas mãos.

Ao abrir a porta, ele sofreu uma transformação espantosa. Abriu um largo sorriso e abraçou a mulher e os dois filhos pequenos. Depois me acompanhou até o carro e, quando passamos pela árvore, perguntei-lhe porque a tocara ao chegar.

– Esta é minha árvore dos problemas – respondeu ele. – Sei que não posso evitar os problemas de trabalho, mas eles não têm lugar em minha casa e em minha família. Por isso, eu os penduro na árvore todas as noites quando chego. No dia seguinte, eu os pego de volta. E o engraçado – continuou ele, sorrindo – é que, quando venho buscá-los de manhã, eles não são tantos quantos eu me lembro de ter pendurado na noite anterior.

–MIRZA SAAD UD DIN AHMAD, Paquistão.

Aprenda com as moscas

Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, porém, não conseguiu escapar. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de se debater e afundou.

Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz e, por isso, continuou a se debater e a lutar. Aos poucos, com tanta agitação, o leite ao seu redor formou um pequeno nódulo de manteiga no qual ela subiu. Dalí, conseguiu levantar vôo para longe.

Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido, novamente caiu num copo, desta vez cheio de água. Como pensou que já conhecia a solução daquele problema, começou a se debater na esperança de que, no devido tempo, se salvasse.

Outra mosca, passando por alí e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:

“Tem um canudo alí, nade até lá e suba”.

A mosca tenaz respondeu:

“Pode deixar que eu sei como resolver este problema”.

E continuou a se debater mais e mais até que, exausta, afundou na água.

Soluções do passado, em contextos diferentes, podem transformar-se em problemas. Se a situação se modificou, dê um jeito de mudar.