Florença, chegada

doces

Vamos de Roma a Firenze com o Eurostar, o trem rápido e direto. 1h35 de viagem. Para descobrir qual plataforma pegar seu trêm, não procure pelo seu destino, o que aparece no painel é a cidade final, sem indicação das cidades que vem antes. Procure pelo número do seu trêm. O nosso, ia a Veneza, passando por Firenze, Bolonha e não lembro que outra cidade antes de chegar a Veneza.

Compramos nossa passagem no dia anterior a viagem, escolhemos os lugares, um em frente ao outro e ao chegar no trêm um velhinho daqueles bem malas sem alça já estava lá, instalado no MEU lugar. Pior, estava sentado no lugar certo, porque ele me mostrou o bilhete dele com o mesmo número que o meu. Ponto para a bagunça italiana.

No final, não tivemos problemas pois dos 97 lugares do nosso vagão, apenas sete estavam ocupados.

Upgrade

Descendo em Florença, nosso hotel ficava a meia quadra da estação de trem. Chegamos lá e o recepcionista logo explicou, em inglês, que haviam tido um problema com as reservas e que por isso haviamos sofrido um upgrade, que seríamos hospedados em outro hotel da rede, na mesma quadra, bem em frente a estação de trens. Ganhamos uma estrela extra na nossa hospedagem, Florença começou bem 🙂

Deixamos as malas na recepção pois ainda não havia aberto o check-in e fomos conhecer a primeira igreja, naturalmente enorme, naturalmente com mais de 500 anos, naturalmente com obras de inúmeros pintores e escultores do Renascimento. Depois uma pizza e então o check-in, descanso de uma hora e saída para primeiro reconhecimento de Florença.

Vimos o Duomo fechado, iluminado, já de noite. O conceito de enorme deve ser redefinido para a Itália. Quando quiser dizer que algo é muito grande, a partir de agora temos que dizer que é “Itália”.

Demos mais uma voltinha no centro da cidade, compramos uns presentinhos para nós mesmos, tomamos um sorvete, comemos um waffle recheado com Nutella e voltamos para o hotel, onde agora escrevo estas linhas, além das anteriores que ainda estavam no meu caderno devido ao atraso em relação a internet que vimos em Roma.

Falando em internet, aqui há diversos internet-points. Mas isso não será necessário, temos no hotel, 24 horas por € 5. Não tão bom quanto em Paris ou Barcelona, que era de graça, mas com certeza bem melhor do que em Roma ou Madrid, onde simplesmente não tinhamos acesso fácil.

Autor: Fabricio S. Peruzzo

Pai, marido, polímata, empreendedor, curioso. Tranquilidade financeira é qualidade de vida.

2 comentários em “Florença, chegada”

  1. Que bela viagem!
    Ansioso para ouvir os relatos de Londres, a capital do Mundo!
    Já notou pq sempre que dá dou uma fugida para a Europa, né?

    Boa viagem!

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