O segredo da venda permanente de batatas ou livros é tê-los sempre à
venda. O que está sempre à venda vende sempre.— Monteiro Lobato
Categoria: Vida profissional
2010, um ano excelente para crescer nossos negócios
No final do ao passado um amigo me convidou para me associar a ele em um novo negócio que estava montando. A idéia era excelente e os planos de crescimento e implementação muito bons. A idéia era excelente, mas era uma cópia do meu negócio atual, o investimento em consórcios, com uma série de expansões que não implementei por ve-las como distrações ao objetivo principal, por fugirem da minha missão pessoal, que é auxiliar as pessoas a construir patrimônio com objetivo de geração de renda para uma vida tranquila pelo resto da vida.
A idéia dele envolvia a criação de produtos e serviços que poderiam trazer um bom lucro para a empresa, mas atenderia um outro público, diferente do investidor que deseja construir patrimônio para garantir sua tranquilidade futura. Na prática, tais expansões poderiam ser implementadas até mesmo como um outro negócio, completamente distinto, apesar de intimamente relacionado.
O que foi legal desse convite é que me levou a uma profunda reflexão sobre os meus dois últimos anos profissionais, tudo o que alterei na minha vida e como as coisas começaram a dar muito certo de maneiras extraordinárias após eu ter implementado pequenas mudanças na minha forma de agir em relação aos negócios. Acredito que esta reflexão poderá lhe ajudar a cortar um longo caminho de frustração se você é um empreendedor iniciante, cheio de capacidades e possibilidades a sua frente. Se tivesse um texto desses para me orientar quando comecei, os resultados viriam bem mais rápidos.
Segue o meu email de resposta ao convite, junto com a reflexão levemente editada para não expor segredos de terceiros que comento na resposta original.
—–
Sobre nossa conversa, refleti e vou deixar passar a sociedade no momento. Mas vou aproveitar para trocar algumas observações contigo, porque acho que temos muita coisa em comum, trilhamos muitos caminhos parecidos e também temos muitos objetivos que convergem para várias parcerias.
Por favor não toma nada do que escrever como crítica, não é este o objetivo. Como já conversamos longamente, ambos acreditamos que pessoas diferentes fazem coisas diferentes e nada do que fazem é certo ou errado, mas sim, adequado aquela pessoa, naquele momento.
Uma caraterística que tu tens e que foi o principal motivador de eu preferir não entrar de sócio contigo agora, é a de querer abraçar o mundo em todas as frentes. Eu já fiz isso por muitos anos, em muitos setores. Uma característica de pessoas como nós, que somos altamente perceptivos em relação às oportunidades e absurdamente capazes de adaptação e de criação de negócios em torno de uma idéia, é justamente a capacidade de poder fazer qualquer coisa que queiramos fazer. E por anos, para mim, isso resultou em querer fazer TODAS as coisas que teria capacidade de fazer.
Então certo dia um amigo, padrinho de casamento, mentor, empresário de sucesso, me disse:
“Fabrício, empreender é aprender a gerenciar as distrações”.
E ele estava certo. Explico isso no meu caso logo mais.
Qual foi a percepção que tive quando tu me apresentaste o convite? Notaste um negócio bom, promissor, com boas possibilidades de lucro, com facilidade de entrada. Notaste ainda que dava para fazer crescer o negócio de diversas formas, que atendia clientes distintos e que podia ainda integrar com outros negócios, e então começaste a implementar. Ok, acho que vais ter sucesso. Mas junto com esse negócio, tens mais diversos outros andando em paralelo. E tens o emprego na ——–. Uma seguradora. A gestão de clubes de ações. E as franquias da financeira. E outros negócios que manténs para ajudar tua familia.
Tudo isso gera um bom lucro. O lucro combinado de cada um, dá um bom valor mensal (ou dará, no caso do que ainda está engatinhando). A questão é que não há foco e dedicação integral a um negócio. E isso, eu aprendi da maneira mais árdua, errando por mim mesmo, é o que traz o maior resultado. Mas como escrevi antes, isso não é uma crítica a tua forma de atuar, pode ser que para ti esta seja a melhor forma e não sou eu que vou dizer que está errado. O que vou dizer com todas as letras, isso sim, é que PARA MIM, isto é errado, isto não funciona. Porque durante anos eu fiz dessa maneira, em negócios excelentes onde eu via outros lucrarem muito e eu apenas ganhar um bom dinheiro. Ao longo do tempo pensei diversas vezes se seria eu o incapaz, limitado, que não sabia ganhar dinheiro de verdade, porque tudo em que eu entrava, crescia mais ou menos bem, mas não dava o salto gigantesco que via outros terem.
Só que tenho olhos abertos e percepção aguçada. E passei a olhar cada vez mais de perto os casos de sucesso enorme que me rodeavam. Estive por anos próximo a incubadoras e startups e já vi centenas de sucessos absolutos e fracassos retumbantes. TODOS os sucessos que vi tinham empreendedores focados em apenas um objetivo: fazer o negócio deles crescer. Fé cega, queimando todas as pontes alternativas. É aquilo ou aquilo e somente aquilo.
Então dei o salto. Vendi minha parte na empresa de internet para meu sócio e me dediquei a um único negócio, a Megacombo. Em um ano multipliquei meus ganhos por cinco. E sabe o que de mais engraçado aconteceu? A empresa de internet também multiplicou os ganhos por três neste mesmo período, porque agora, sem eu estar presente no negócio, meu sócio não poderia se distrair com os vários outros negócios que tinha enquanto éramos sócios juntos. Deixou de lado as distrações e junto com a namorada passou a dedicar 18 horas por dia a fazer sites e hospeda-los.
A Englishvox, minha empresa do curso de inglês online, passou pelo mesmo processo neste último ano. Passamos anos com ela no vai não vai. E não ia. Todos os sócios estavam envolvidos com outros negócios. Quando um sócio largou tudo (emprego excelente, diretor de uma boa empresa) e se dedicou apenas a fazer sua própria empresa crescer, em um ano atingimos o ponto de equilíbrio e seis meses depois o faturamento já mostra os primeiros lucros. Eu não me envolvo com a empresa, sou apenas acionista, como seria de uma Petrobras ou Vale, mas com potencial de crescimento bem maior por ser uma startup. Mas como disse, não me envolvo, tenho um e apenas um negócio que é o meu negócio. E só vou tocar outros negócios depois desse estar do tamanho que eu quero que esteja, com as estruturas todas estabilizadas, com funcionários tocando o dia a dia da empresa.
E falando em funcionários tocando o dia a dia da empresa, aí vem outra descoberta que fiz do que funciona para mim. Preciso estar em todos os pontos, preciso ser o boy, a faxineira, a telefonista e a secretária, além de ser o gerente de contas, de parcerias e operacional. Além de ser o diretor. Pois tendo passado por tudo desde o início, sei o que funciona e o que não funciona. Eu tenho que saber como funcionam todos os aspectos do meu negócio antes de colocar alguém para executar as diversas funções que posso delegar a um funcionário. Este é o segundo estágio, o estágio onde estou agora, automatizando as rotinas e sistemas da empresa e colocando funcionários treinados por mim em cada posição. Não posso fazer outra coisa, preciso estar presente para afinar os detalhes e depois disso sim, poder sair com tranquilidade.
Sei que é difícil dar um pulo no escuro e arriscar tudo o que já conquistamos. Foi mais fácil para mim largar um emprego quando montei minha primeira empresa porque na época ganhava pouco. Nunca acreditei naquele conselho que lemos nas revistas de empreendedorismo que dizem para montar um negócio em paralelo ao emprego e quando o negócio render o mesmo que o emprego rendia, aí sim largar o emprego. Para mim, o que funciona é pular no abismo e queimar as pontes atrás de mim, é ter certeza de que ao pular, conseguirei costurar um paraquedas antes de atingir o solo. E que este paraquedas na verdade não é um paraquedas, mas sim um paraglider, que não apenas evitará a queda, mas me levará para cima.
É isso. Agradeço a oportunidade de refletir um pouco sobre os últimos dois anos da minha vida, por conseguir colocar em texto um pouco do que aprendi funcionar para mim e por ajudar a manter meu foco no negócio que estou construindo, um degrau por vez, mas com uma solidez cada vez maior.
Abraço e sucesso a todos,
Fabricio Stefani Peruzzo
Agências digitais se articulam para crescer
Sobre o conhecimento
O conhecimento por si só não tem valor algum. É o uso que fazemos do conhecimento que o torna valioso. Dizendo isso de outra maneira, a vida não lhe paga pelo que você pode fazer. A vida lhe paga pelo que você faz.
O conhecimento por si só não tem valor algum. É o uso que fazemos do conhecimento que o torna valioso. Dizendo isso de outra maneira, a vida não lhe paga pelo que você pode fazer. A vida lhe paga pelo que você faz.
Me deu vontade de escrever isso porque nesta semana que passou me incomodei com algumas pessoas próximas que insistem em viver reclamando da vida. Pessoas altamente inteligentes, muito cultas, com muita experiência nas costas, mas acomodadas, relaxadas, daquelas que “deixam a vida as levar…”
Um amigo em específico reclamava que não conseguia fazer seu dinheiro crescer nos investimentos, que estava cansado de trabalhar tanto e não ver resultados. Reclamava que estava com quase 40 anos e ainda não tinha conseguido comprar um apartamento. Só para colocar as coisas em perspectiva, estamos falando de uma pessoa que ganha R$ 4500 mensais, mora com a esposa que ganha mais R$ 1000 e não possuem filhos.
Não estou aqui para ser o guardião do que os outros fazem com seu dinheiro, nem para dizer que gastar de um jeito ou de outro seja certo ou errado. Só que meu ouvido também não é penico para ficar ouvindo choro sem sentido. Este casal gasta seu dinheiro em roupas, viagens, TVs LCD (na sala, no quarto, uma pequena na cozinha), jantares regulares… Quando viajam, ficam em ótimos hotéis e não economizam nos passeios noturnos, conhecendo mais restaurantes no exterior do que na cidade em que vivem. Enfim, uma vida bastante interessante, variada e agradável, ou pelo menos é o que seus amigos acham disso.
Estava com paciência naquele dia. Peguei uma folha de papel e comecei a perguntar:
– Para onde vocês viajaram este ano?
– Fomos esquiar no Chile mês passado. Conhecemos as Trilhas Incas em maio. Caribe e Miami em janeiro. E só.
– Só três viagens? Sorte que ainda temos quatro meses para acabar o ano! – ele não entendeu minha ironia.
Conhecendo os hábitos dele e sabendo quanto custam as coisas, comecei a calcular o custo de cada viagem, acertando com grande aproximação. Esqueci de alguns detalhes, das lembranças que trazem para os pais, para irmãos, etc. Sempre há uma caneca ou um pequeno totem que vem para uns e outros em cada viagem destas. São pessoas legais, lembram sempre dos parentes e amigos.
Depois de ter todos os valores, comecei a rabiscar o quanto achava que eles gastavam no dia a dia. Uma média de três jantares fora por semana, passeios de fim de semana, café colonial, pousada, fondue… Cinema. Carros novos dos dois e todos os custos associados a isso, como o aluguel do box extra. Ambos financiados.
Finalmente escrevi três maneiras simples para comprar um apartamento, de R$ 200.000, porque eles não podem morar em um apartamento apertado qualquer. Coloquei as duas tradicionais, poupar e financiar, além de um consórcio. Os valores mensais eram os mesmos nos três casos, R$ 2000. No financiamento eles adquiriam o apartamento imediatamente e se livravam do aluguel, sobrando mais para gastar, como este amigo dizia ao acompanhar meus cálculos. Nem se dava conta de que teria que ficar pagando isso durante 30 anos. A poupança foi rapidamente descartada, precisaria guardar estes R$ 2000 e ainda pagar aluguel, de onde tiraria esse dinheiro? E levaria quase cinco anos. O consórcio, usando o mesmo valor, permitiria adiantar algumas prestações ao longo do tempo, o que poderia ser usado como lance já pago, adiantando as chances de contemplação, mas ele não entendeu o funcionamento disso. Expliquei então que poderia simplificar e ele pagaria um pouco menos mensalmente, por volta de R$ 1700. Era muito pouca diferença, só R$ 300, não conseguia enxergar os R$ 3600 anuais que poderiam pagar uma viagem ao nordeste 🙂
Mostrei uma folha, mostrei a outra, expliquei que se ele não ganhar mais, para realizar o que tinha em uma folha precisava tirar algo da outra. E que mesmo ganhando mais, coisa que foi acontecendo ao longo dos anos, o que ele fazia era sempre direcionar estes valores a mais para a primeira folha, nunca para a segunda. Viajava mais, com mais luxo e com mais frequencia.
Por fim, disse a ele que não precisava se sentir culpado por isso tudo. Só não podia é ficar chorando sobre isso toda hora, porque aí já enche o saco. Nem deveria ficar comparando sua vida com a dos outros, afinal, não sabe quais são as prioridades de cada pessoa.
Um outro amigo certo dia me disse…
…Fabricio, sei como ganhar bastante dinheiro com meu trabalho. E adoro o que faço. Certo dia, resolvi fazer meu dinheiro crescer e comecei a estudar investimentos. Descobri muitas coisas, mas a medida em que investia me sobrava menos tempo para ganhar dinheiro com meu trabalho. Chegou um momento em que até estava ganhando bem com os investimentos e uma coisa acabava compensando a outra. Até me dar conta de que não estava mais trabalhando com o que gosto, mas sim dedicando quase todo meu tempo aos investimentos. Parei de cuidar ativamente do meu dinheiro, coloquei tudo numa aplicaçãozinha simples, segura e tradicional e voltei a trabalhar com o que gosto. Hoje tenho muito mais do que teria se continuasse me preocupando em investir em vez de trabalhar melhor para ganhar mais.
Esse amigo, há algum tempo investindo comigo tanto nos consórcios quanto agora em imóveis, há pouco tempo me comentou: “Olha como as coisas são, eu sei ganhar dinheiro fazendo o que gosto e encontro um cara como tu, que o que gosta é de fazer o dinheiro crescer. E mais que isso, sabe como fazer ele crescer com segurança e consistência. É por isso que as coisas funcionam conosco, cada um faz o que mais gosta e juntos ganhamos muito mais. É por isso que deixo meu dinheiro crescer junto com o teu, a gente sente a paixão nos teus olhos, na tua fala, nos teus gestos.”
Em que isso pode lhe ajudar?
Pense sobre a vida que você está levando atualmente. Para onde suas ações o estão carregando? Se para um destino desejado, continue neste rumo. Se para um ponto obscuro no futuro, jogue a luz da reflexão sobre o que você quer para sua vida, desenhe o caminho para onde você quer chegar e dê os primeiros passos, mesmo que pequenos. Só chegamos aos destinos quando percorremos as estradas que levam a eles. Use seu conhecimento para ir ao encontro do que deseja.
Use o espaço abaixo para comentar o que você busca para sua vida e o que tem feito para alcançar seus objetivos.
Abraço e sucesso.
Escolha já o seu nerd – Os Seminovos
Meninas, prestem atenção na letra desta música e cuidem bem do seu nerd de estimação antes dele ser fisgado por outra!
Acabo de receber email de um carinha me convidando para ministrar uma palestra para um grupo de jovens visando estimular o desenvolvimento pessoal e profissional, no caso específico, algo relacionado a finanças pessoais. Adorei a idéia, mas este texto não é sobre isso, é sobre um dos posts que li no blog dele (claro que eu me informo sobre quem está me convidando para algo).
Sem mais delongas, assista o video e se divirta!
Caso não consiga visualizar o vídeo acima, use o link.
Meninas, prestem atenção na letra desta música e cuidem bem do seu nerd de estimação antes dele ser fisgado por outra! Eu? Já tenho dona 🙂
Escolha já seu nerd – Os Seminovos
Refrão:
O nerd de hoje é o cara rico de amanhã
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã
Garota, escolha já seu nerd!
Enquanto o bonitão está pegando você
O nerd está criando um software no PC
Enquanto o sarado malha na academia
O nerd está lendo as notícias do dia
Enquanto o bonitão tá na balada te chifrando
O nerd com certeza está em casa estudando
O curso superior do gostosão tá no início
E o nerd ganha em dólar no Vale do Silício
(Refrão)
O nerd tem conserto, é só você ensinar
O penteado certo e a melhor roupa pra se usar
O saradão de hoje é o gordo de amanhã…
Parou de tomar bomba? Vai ter que usar sutiã!
O gostosão ainda sai no carro do pai
E o nerd é a atração de um workshop em Dubai
O gostosão te esquece quando vê um carro esporte
E o nerd está lá dentro com uma mulher de sorte
(Refrão)
Imagine o nerd sem cabelo ensebado
Sem espinhas e sem colarinho abotoado
Sem o cinto social junto com tênis branco
Imagine o nerd com cinco milhões no banco!
(Refrão)
Atitude, o mundo é de quem faz!
Um lindo sábado de sol. Excelente dia para pensar em negócios!

Algum tempo atrás, lembro de cansar de tanto ouvir resmungos e reclamações de amigos que constantemente falavam de problemas horríveis que não conseguiam resolver. Na maioria das vezes eu parava, escutava e pensava em soluções possíveis que pudessem ajudar ou até resolver totalmente a questão. Normalmente a solução envolvia trabalho, afinal nada acontece se ficarmos parados no mesmo lugar. Neste momento, em vez de partir para a implementação, vinham desculpas: é difícil, é caro, dá trabalho, não sei fazer, me ajuda, faz para mim…
Atualmente não tenho passado mais por estas situações. Estou tão envolvido com uma série de projetos e empreendimentos que simplesmente não sobra tempo para ficar escutando os chorões. O mais interessante é que não iniciei um processo de afastamento do chororô, isso aconteceu de forma natural à medida em que me tornava menos complacente e mais enfático: “a solução está aí, a parte que estava trancada, pensar em como resolver o problema, já fiz. Agora tira essa bunda da cadeira e vai trabalhar, vai fazer a tua parte”. As pessoas que antes esperavam que eu fizesse tudo para elas foram aos poucos se afastando e com isso foi sobrando não apenas tempo, mas também espaço para a aproximação de novas pessoas, nem melhores nem piores, afinal, estamos falando de gente, de amigos, mas pessoas mais sintonizadas com minha frequência atual, pessoas de menos drama e mais atitude, pessoas que não ficam sentadas esperando o mundo girar, pessoas que levantam a bunda da cadeira e giram as manivelas.
A vida é dura para quem é mole.
Desculpe a franqueza, mas é verdade, a vida é dura para quem é mole. Quem espera que as coisas caiam do céu em seus colos acaba vivendo uma vida vazia e sem sentido ao ver o tempo passar, ver algumas pessoas progredindo e não entender porque para elas não acontece o mesmo, porque suas vidas continuam estagnadas. Vendo de fora, imaginam que tudo de bom acontece para os outros, nada para eles. Passam o domingo na frente da TV reclamando que a programação é uma porcaria e não lembram que poderiam estar lendo um livro.
A rotina de acordar, trabalhar, voltar para casa, ver TV e dormir se torna um ritual, um hábito que parece ser o natural, o que todo mundo faz. Não se dão conta de que enquanto estiverem fazendo o mesmo todos os dias continuarão tendo os mesmos resultados atuais. Iluminamos uma sala ao acender a luz, não adianta ficar no escuro gritando e agitando os braços. Se você está lendo este parágrafo e se identifica com esta situação, pare agora mesmo e se pergunte: o que estou fazendo para mudar minha situação?
Tudo é fácil. E fica mais fácil a cada dia.
Estou vivendo uma fase interessante. Sempre acreditei na minha capacidade, mas confesso que algumas vezes batia um desânimo. Em alguns momentos as coisas pareciam andar muito devagar, quase paradas. Nestes instantes fazia uma pausa, pegava algum livro e lia a história de algum grande empreendedor. O Barão de Mauá, Paul Getty, Samuel Klein, Donald Trump, e muitos outros. Possuiam uma característica em comum, narravam seus sucessos mas também seus fracassos. Colocando suas vidas em uma linha do tempo e comparando com a minha, via que o tamanho delas era bastante diferente, a deles longa, a minha curta. Ainda não estava preparado o suficiente, precisava estudar mais, aprender mais, fazer mais, no dia a dia, na prática. A teoria ajudava a não cometer tantos erros, mas os erros cometidos ensinavam com muito mais força e permanência. E então, com a força de dezenas de empreendedores que venceram antes de mim, sacudia a poeira e seguia em frente, no ritmo que era possível no momento.
Hoje, continuo tendo milhares de idéias a todo instante. Estou um pouco mais focado e assim dispenso a grande maioria dessas idéias. Algumas, ainda ofereço para alguns amigos, mas a maioria deles está satisfeita com suas vidinhas de reclamação diária e não querem sair de suas zonas de conforto, então essas idéias acabam morrendo na praia, ou no caso, em algum dos meus cadernos de rascunho. Um grande amigo, Harry Fockink, me disse uma vez: empreender é saber gerenciar as distrações. Esta frase me ajudou muito a estabelecer um rumo, içar as velas e ir ajustando o leme à medida em que vão mudando as condições do vento.
A questão é que as coisas estão cada vez mais fáceis e automáticas. Não escrevo isso para me gabar, mas para tentar mostrar que a prática leva à perfeição. Escrevo para tentar entender eu mesmo, para me lembrar de que se algo está difícil é porque ainda não sei o suficiente e preciso buscar conhecimento e ajuda. Escrevo para me lembrar que se algo está fácil demais é porque estou entrando em uma zona perigosa de conforto e estagnação. O mundo tem muito a oferecer, mas só para quem fizer o esforço de buscar.

Somos a média das pessoas com quem andamos.
Olhe para os lados. Com quem você passa a maior parte do seu tempo? Está com pessoas que pensam positivamente ou com os pessimistas de plantão? Seus amigos aproveitam o máximo que a vida oferece ou estão sempre reclamando que não possuem dinheiro? Não ter dinheiro, principalmente no início da vida não é um problema que impeça o crescimento. Ficar constantemente reclamando disso, em vez de pensar em formas de mudar a situação, é. Se você só possui amigos de espírito pobre, está na hora de procurar pessoas que pensam em crescer na vida. Melhore a média de pensamento dos seus amigos e você automaticamente melhorará seus próprios pensamentos.
Nada contra quem goste de futebol, só vou usar esta questão para um exemplo prático. Algumas semanas atrás marquei uma reunião com outros dois amigos. Marcamos em uma cafeteria, as 17h de um domingo. Nenhum de nós se deu conta de um pequeno detalhe, teria Grêmio X Inter as 16h. Certamente não encontraríamos lugar em cafeteria alguma, quanto mais conseguir fazer uma reunião no meio de uma multidão torcendo e gritando. Só nos demos conta disto quando minha esposa, um dia antes, comentou que seria complicado ir para uma cafeteria justo no horário do jogo. Remarcamos a reunião na minha casa e evitamos o problema da aglomeração. Nenhum de nós havia se dado conta disto antes pois simplesmente não gostamos de futebol, logo não há espaço na mente para ficar guardando datas que não nos afetam a existência. Mesmo que no caso, de uma forma paralela, nos afetasse. Dizem que Einstein, quando encontrava com alguém na rua e parava para conversar tinha que perguntar de que direção vinha quando se encontraram, para saber se estava indo ou voltando do restaurante, pois ficava tão absorto em seus pensamentos que não lembrava nem se já tinha almoçado ou não. Isto acontece comigo de vez em quando, de forma mais leve, claro.
Agir, trocar informações, formar parcerias.
Na foto de abertura deste texto e também na foto logo acima, estou com vários amigos, num lindo sábado de sol, aproveitando o dia e fazendo negócios. Passeávamos em um loteamento, estudando as construções existentes, pesquisando profissionais para contratar, formando parcerias com o objetivo de economizar custos em comum. Estávamos trocando figurinhas de uma maneira que algumas pessoas não entendem.
Deixa eu aproveitar e dar os créditos, as fotos acima foram batidas pela minha esposa, documentando o início de mais um empreendimento nosso. Pode ser útil quando decidir escrever minha autobiografia 🙂
Já me criticaram dizendo que eu sou muito aberto com relação aos meus planos, que eu entrego o jogo e ensino os inimigos. É bom que digam isso, pois assim reconheço logo as pessoas que pensam desta maneira, pessoas que querem tudo para elas. E naturalmente, me afasto dessas pessoas. Me aproximo de quem pensa como eu, de quem sabe que idéias sem ação não valem nada.

Conversávamos sobre a casa que eles estavam construindo, sobre os desafios, as pessoas que contrataram, sobre o projeto, sobre os valores investidos, sobre a forma de parceria. Recebíamos informações e fornecíamos informações. Fica mais fácil fazer nossos cálculos quando temos um histórico para estudar no mesmo local em que investiremos. Ao mesmo tempo, formamos parcerias. Nossa construção neste local iniciará junto com a próxima construção deles. Podemos economizar na compra de material e também na contratação conjunta da equipe de construção. Ganhamos juntos, não competindo.

Esta é a casa que estes amigos estão construindo. Falta apenas o acabamento, pronto em um ou dois meses. As datas de cada foto, para dar idéia de como anda uma obra destas, quando executada por quem sabe o que está fazendo, são as seguintes: foto 1: 05 de maio, foto 2: 05 de junho, foto 3: 21 de junho, foto 4: 02 de julho, fotos 5 e 6: 15 de agosto. Três meses e 10 dias. Somando os dias iniciais para a compra do terreno, para a contratação dos construtores e para a papelada da obra, foram apenas quatro meses. Junta com os dois meses que ainda faltam e temos um empreendimento de apenas seis meses, do início ao fim.
Sou um cara aberto em relação a meus investimentos, mas a casa da foto acima não é minha, é de três amigos, então não vou abrir os números deles. O único número que mostrarei é o valor de venda da casa pronta, R$ 198.000. Se você tiver interesse entre em contato comigo que repasso o telefone dos vendedores.
Gostou?
O mundo é de quem tem atitude, o mundo é de quem faz. Se gostou e quer participar, há alternativas para todos os portes de investidor. Veja em qual situação você se encaixa e venha lucrar conosco.
SUA nova empresa de investimento imobiliário
Novo site no ar, sobre minha (nossa, minha e sua) empresa de investimento em imóveis.
Acabo de concluir e colocar no ar o novo site em que apresento o investimento que faz o fechamento de um ciclo. A partir de agora meus consórcios contemplados não serão mais vendidos com lucro como fazia anteriormente. Serão investidos na construção de imóveis para alugar e/ou vender financiado. Em resumo, maiores lucros!
Claro que não iria publicar esta novidade aqui se ela beneficiasse somente a mim. Ela também beneficia todos os meus clientes que investem em consórcios, além dos amigos que gostariam de investir na construção de imóveis sem precisar se envolver na operação diária de um negócio deste tipo.
Conheça agora o site http://www.investimentoemimovel.com.br e prepare-se para conhecer o investimento em imóveis com detalhes que você não imaginaria serem possíveis.
Abraço, sucesso e muitos lucros para todos nós!
Como ganhar mais dinheiro do que você imagina ser possível
Escrevo muito do que penso e as vezes tenho dificuldade em explicar para os outros. Falo ainda de um novo empreendimento que estou criando que poderá lhe interessar.
Este artigo nasceu quando respondia algumas questões sobre o investimento em consórcios em um fórum. No final, acabei escrevendo mais sobre atitudes de vida, sobre como acredito que o mundo deva funcionar e de que forma podemos crescer ajudando uns aos outros. Representa muito do que sou e do que as vezes tenho dificuldade em explicar para os outros. Fala ainda de um novo empreendimento que estou criando que poderá lhe interessar.
Alguém anônimo escreveu:
PS: Eu não acho que consórcios são um péssimo negócio para todos. Acho que é um péssimo INVESTIMENTO (ou seja, se você tem o dinheiro total do consórcio, você dificilmente vai conseguir uma rentabilidade melhor aplicando esse dinheiro em consórcio do que em outras aplicações (especialmente na bolsa, em seu maior período de alta).
Então segui com minha resposta:
Sobre o parágrafo acima, especificamente, concordo com teu direito de achar que seja péssimo investimento. Bom investimento é o que fez um amigo meu, que comprou ações em setembro de 2008. Brincadeiras a parte, tudo que fazemos com nosso dinheiro é investimento. Se temos resultado positivo, é bom investimento. Se temos resultado negativo, é um investimento ruim. Concordando com teu direito de achar isso, peço apenas que concordes com o meu direito de achar o contrário. Com a sutil diferença que o teu achar é baseado nos cálculos que fizeste, com informações parciais e genéricas do funcionamento dos grupos de consórcio e o meu achar é na verdade o resultado efetivo de um investimento pessoal que venho fazendo há mais de sete anos. Não apenas meu resultado, mas o resultado de muitos amigos desde 2003 e de muitos clientes desde 2005, quando passei a vender consórcios em consequencia direta dos meus resultados pessoais.
Em outro post aqui no fórum, o Roma9 (outro participante anônimo) comentou que se isso fosse bom, os vendedores de consórcio estariam investindo nisso e ficando milionários, em vez de ficar vendendo os mesmos. Concordo parcialmente com isso. Não investiria em algo que o próprio vendedor não investe. Não concordo apenas com a segunda parte da frase, pois ela implica em que o investimento é limitado, que possui um teto. Não concordo com isso porque, se fosse verdade, seria um investimento que limitaria o meu crescimento. E se não é verdade, ou seja, se não há um teto, não há porque não ajudar outros a ganhar junto.
O que quero dizer é que minha atitude pessoal é uma só em todas as ocasiões. Eu invisto em algo, testo com meu próprio tempo e meu próprio dinheiro. Ao ver que funciona e entender profundamente os mecanismos desse investimento, troco idéias com um grupo fechado de amigos que respeito profundamente. Com a experiência deles corroborando a minha experiência pessoal, parto para a divulgação da idéia para o público em geral.
Ao mesmo tempo que explico o que faço de forma a qualquer um poder fazer o mesmo por conta própria, sem que eu ganhe nada com isso, procuro formas de facilitar a vida dos que não querem se envolver em todos os detalhes e que preferem agir em grupo. Apenas isso. No caso dos consórcios o ganho é mútuo, porque fazer um consórcio comigo ou adquirir com qualquer outro vendedor custa exatamente o mesmo, já que a comissão de venda é paga pela administradora de consórcios. Não há como comprar diretamente com desconto, logo, melhor comprar de quem faz mais, de quem ajuda mais, de quem presta o serviço mais completo, de quem investe pessoalmente nisso e está sempre atento a qualquer novo detalhe que possa aumentar os lucros de todos.
Há ainda um benefício extra, que é fazer parte de um grupo que busca o mesmo tipo de resultado. Mas mais que isso, há o benefício de fazer parte de um grupo que busca outras maneiras de lucrar ao longo do tempo. Então ver o consórcio como um investimento fechado em sí é simplesmente falta da visão mais abrangente. O investimento em consórcios é apenas a porta de entrada para outros investimentos onde as cartas contempladas podem ser utilizadas para gerar ainda mais lucros. Explico isso a seguir…
Crescer sempre. Juntos somos mais fortes.
Uma das grandes vantagens de investir comigo é que minha mente está sempre pensando em investimentos novos. Sempre, de forma ininterrupta, o tempo todo. Quem está por perto tem maiores chances de aproveitar isso. E estar por perto não é uma limitação física, é apenas estar envolvido pessoalmente comigo. Tenho amigos e clientes que investem em consórcios morando nos Estados Unidos, no Japão e na Espanha. Estão longe e ao mesmo tempo estão perto, pois cada nova forma de lucrar que descubro, todos amigos e clientes são os primeiros a conhecer. Há coisas que simplesmente não poderia fazer sozinho, que são muito mais lucrativas para todos quando agimos em conjunto.
Meu mais novo empreendimento
Neste exato momento estou montando uma empresa, uma S/A que irá investir na construção, aluguel e venda de imóveis. Dentro de alguns dias colocarei no ar um site explicando todo o conceito e as idéias que norteiam este tipo de investimento. Para não deixar a curiosidade correr solta, descreverei brevemente a idéia.
Imagine que você gostaria de investir em imóveis para alugar, mas não quer se envolver com a procura pelos mesmos, quer apenas um imóvel que renda x% ao mês sobre seu capital investido. Ou ainda que você gostaria de lucrar com a construção e venda de um imóvel, mas não conhece nada sobre este assunto.
A empresa que estou montando irá receber aportes, em dinheiro ou em cartas de crédito contempladas e com este capital irá cuidar de toda a burocracia necessária para a construção, aluguel e venda das unidades construídas. Se você pensava que comprar uma sala comercial para alugar era um bom investimento, o que achará de ser proprietário de um prédio? Com a vantagem de que ao construir nosso próprio prédio comercial o custo dele será bem menor do que se comprassemos pronto, ou seja, nossa lucratividade ao alugar as salas será muito maior do que a de uma sala comum.
Imagine construir uma casa para vender em seis meses com lucro entre 60% a 100%. Agora se imagine sendo um dos sócios da empresa que construirá 30 dessas casas nos próximos anos.
Por hoje foi só esse gostinho. Assim que tiver desenvolvido o novo site explicativo deste novo empreendimento publicarei aqui o endereço do mesmo. Visite hoje mesmo: http://www.investimentoemimovel.com.br
Tendo interesse em participar, uma das formas mais simples é conhecer o investimento em consórcios. Fique a vontade para entrar em contato.
Aja com paixão
Você quer saber o verdadeiro caminho para o sucesso? A receita é uma só, válida para todas as áreas de atuação. Aja com paixão.
Você quer saber o verdadeiro caminho para o sucesso? A receita é uma só, válida para todas as áreas de atuação. Aja com paixão.
Recentemente o Alexandre Formagio escreveu um artigo introdutório sobre abrir sua própria empresa. Este artigo tinha um tom bastante prático e acenava com futuros artigos no estilo “vamos botar a mão na massa”, artigos que darão o passo-a-passo para começar.
Abrir que tipo de empresa? Qual ramo?
Lendo os comentários, notei uma questão inquietante, as pessoas tinham dificuldades em escolher a área em que iriam empreender. Parece claro que abrir a própria empresa é o caminho certo mas o que fazer é uma incógnita para a maioria. Que tipo de empresa me dará um monte de dinheiro? Faço tudo por conta própria ou procuro uma franquia já estabelecida?
Faça as perguntas certas
Você está fazendo tudo errado, fora de ordem. Perguntar que atividade trará mais dinheiro não é a pergunta inicial que você deverá fazer. A primeira pergunta que você deve fazer é uma só:
O QUE EU GOSTO DE FAZER?
Essa é a pergunta de um milhão de reais. O que você gosta de fazer. Depois de se fazer esta pergunta, uma série de novas perguntas começam a vir a sua mente. Com isso que gosto de fazer, como posso ganhar dinheiro?
Na prática
Estamos em 1996. Tenho 23 anos, me formarei dentro de alguns meses em informática. Tenho um emprego que paga pouco mas sou o mais capacitado dos funcionários, sei que a empresa onde trabalho é pequena mas está crescendo a olhos vistos e se tudo continuar assim, vou crescer rapidamente lá.
Mas o vírus empreendedor já tinha me atingido. Vou até o único provedor de acesso a internet da cidade e descubro que eles só estavam cadastrando 300 novos clientes por mês. E que tinham 3000 clientes na fila de espera. O QUE EU GOSTO DE FAZER TEM RELAÇÃO COM INTERNET. Há um mercado não atendido de pelo menos 3000 pessoas na minha cidade e a única empresa que pode atendê-los não consegue fazer isso com a agilidade que todos esperam. Eu, por exemplo, não pretendo esperar 10 meses para poder acessar a internet a partir de casa.
Chamo alguns amigos, todos interessados em acessar a internet. Conversamos uma noite, nos reunimos uns dias depois, juntamos os trocados e em menos de um mês temos nossa primeira empresa operando. Um anúncio no jornal e estamos no mercado. Um vendeu o carro, outro raspou a poupança, outro pediu um empréstimo aos pais, outro pagava um valor mensal. Um aperto aqui, um esforço alí, nossa empresa começou a dar certo. Nenhum de nós sabíamos nada sobre como funcionava uma empresa, nada sobre mercado, nada sobre marketing nem sobre coisa nenhuma a não ser o que realmente gostávamos de fazer.
Mas sabíamos muito bem o que gostávamos de fazer. E criamos diferenciais e produtos específicos para quem gostava do mesmo que nós. Muito antes do Yahoo criar o Yahoolists, já tinhamos as listas de discussão da Opensite. Logo nos primeiros meses de operação já tinhamos nossos servidores para jogos online. Criamos a primeira webcam do sul do Brasil, com programa de transmissão desenvolvido por nós mesmos, pois isto simplesmente não existia na época.
Ao longo dos anos alguns sócios foram procurar outras atividades, a grande variedade de coisas a fazer na área de informática permite muitas escolhas. Então os que gostavam mais de programar, aos poucos foram se afastando e ao decidirmos que nosso provedor não seria uma empresa de programação, venderam suas cotas para os que gostavam do mercado de internet e foram buscar seu sucesso pessoal no que realmente gostavam de fazer. Outros sócios descobriram que a vida empresarial não era o que realmente gostavam e encontraram empregos que lhes satisfizessem.
Aprendi muito com todos, era consciente das minhas limitações. Sabia muita coisa mas desconhecia muitas outras. Estava cercado de pessoas maravilhosas, todos extremamente talentosos, cada um em sua área. Tinha um gênio hacker que fazia qualquer servidor funcionar como desejava, tinha um programador apaixonado que não saía da frente do micro enquanto não acabasse o programa que estava fazendo. Tinha um programador-artista, bom em tudo. E um programador acostumado a atender “gente grande”, empresas enormes que necessitavam de integração entre vários equipamentos. Tinhamos um designer que fazia coisas inacreditáveis, nossas páginas, tanto as da empresa quanto as dos clientes, eram inovadoras muito antes de existir facilidades como flash, dreamweaver e outras ferramentas facilitadoras. A coisa toda era feita no braço.
Aprendi que internet não era exatamente o que eu gostava. Levei anos para compreender isso. Mas a resposta estava na minha frente o tempo todo, desde o início. Eu fui a pessoa que sugeriu a idéia, chamou os amigos e disparou o processo. Eu notei a carência do mercado e fiz tudo que pude para resolver esse “problema”. Eu sou um empreendedor serial. Como dizia um antigo presidente americano, meu negócio são os negócios. Eu fui o sócio que restou no final, depois de todos os outros terem vendido suas participações e viver suas vidas, alguns empregados, outros abrindo nova empresa. Acabei tendo novos sócios, vendi minha parte por divergências de como tocar o negócio, abri outras empresas, fiz tentativas, quebrei a cara algumas vezes, vi os concorrentes crescendo em alguns casos e caindo em outros. Vivi e aprendi muito.
Quem sou?
Hoje sou esse empreendedor serial. Escrevo sempre que posso com o objetivo de ajudar os outros a não cair nas armadilhas que eu mesmo já caí. Muito do que aprendi foi através da leitura, então sei que qualquer coisa que eu escreva tem o poder de ajudar muita gente. Muitos erros que evitei foram por conta de me lembrar de alguma história de quem já tinha passado por aquilo. Tenho consciência de que muito do que escrevo pode parecer primário para quem já trilhou os caminhos que descrevo em alguns momentos, mas também sei que os que ainda não passaram pelos desafios e circunstâncias que já passei, poderão se beneficiar dos meus relatos.
Se vejo um amigo com uma idéia na cabeça e um plano de negócio na mão, estou sempre pronto a ajudar. Quando descubro alguma coisa interessante, faço questão de divulgar. Não acredito em guardar as coisas boas para mim. O mundo é grande e dinâmico demais. Não tenho como ser tudo, fazer tudo, controlar tudo. Acredito que compartilhar as informações é a melhor forma de fazer com que todos ganhem mais. Se tenho um produto, só posso vendê-lo se as pessoas ao meu redor puderem compra-lo.
Pegue o exemplo do consórcio, meu negócio mais recente. Muita gente não tem o dinheiro para adquirir nem mesmo a mais barata cota de consórcio disponível. É triste isso, não porque eu deixo de vender para essas pessoas, mas por ver que elas realmente não sabem por onde começar. Poderia simplesmente vender para quem pode pagar, seria muito mais fácil para mim. Mas não é o que gosto de fazer. Gosto de construir negócios, planejar vidas, dar idéias e ver as pessoas adequadas fazendo essas idéias florescerem. Então faço o que estou fazendo neste momento, escrevo aqui. Sugiro caminhos, dou idéias.
Lê quem gosta, aproveita quem quer, cresce quem faz por merecer.
E você? O que gosta de fazer?
Respostas nos comentários abaixo, por favor.
Olá mundo!
Este é o site onde escrevo o que passa na minha cabeça e não é esquisito demais para ir à público. É meu livro aberto, onde “pensarei alto” para quem se interessar a ouvir.
Bem-vindo ao blog Peruzzo.Org!
Este é o site onde escrevo o que passa na minha cabeça e não é esquisito demais para ir à público. É meu livro aberto, onde “pensarei alto” para quem se interessar a ouvir. Tenho interesses bastante variados então será uma grande incógnita saber o que está por vir.
Para tentar dar uma pequena idéia do que esperar aqui, segue uma frase que gostei muito:
Você não precisa viver sua vida da forma que as outras pessoas esperam que você viva.
Esta frase fará todo sentido a medida que você descobrir um pouco mais sobre mim e como vivo minha vida. Com certeza não é da forma mais convencional que você vê por aí.
Como todo programador de computador, o título deste texto não poderia ser diferente 🙂
Obrigado pela atenção e até mais.
PS: não se impressione se houverem textos com data anterior a esta do início do site. Vou publicar alguns textos mais antigos com as datas originais dos mesmos.

