Tolo?

Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia…Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas – uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

“Eu sei” – respondeu o não tão tolo assim – “ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.

Podemos tirar várias conclusões dessa pequena narrativa. A primeira: quem parece idiota, nem sempre é. Dito em forma de pergunta: Quais eram os verdadeiros tolos da história? Outra: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda. Mas a conclusão mais interessante, a meu ver, é a percepção de que podemos estar bem mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos.

Autor Desconhecido

Para quem não tem pressa, imóvel na planta pode ser uma boa opção

Por: Ademar Rodrigues

17/10/05 – 18h05

InfoMoney

SÃO PAULO – Enfim você irá realizar a compra da sua casa própria, mas aí surge uma dúvida muito comum: devo adquirir um imóvel pronto ou na planta?

Se você tem pressa em mudar, a primeira opção é a melhor. Agora, para aqueles que podem programar a compra com mais calma, os imóveis ainda em construção apresentam vantagens interessantes.

Preços podem apresentar variação

Segundo estimativa do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), o preço dos imóveis na planta pode ficar de 20% a 30% mais barato quando comparado aos imóveis já prontos. Se o pagamento for à vista então, o desconto pode ser ainda maior, podendo chegar a 40%, uma grande vantagem em termos financeiros, já que nesta fase os gastos para montar o imóvel são relativamente altos.

De acordo com o Secovi esta variação no preço tem explicação: quem compra um imóvel na planta começa a pagar prestações corrigidas pela variação do Índice Nacional de Construção Civil (INCC), que geralmente é mais baixo que o índice de inflação cheio.

Quanto mais atenção, melhor

Ao escolher um imóvel é preciso lembrar que quanto mais alto o andar escolhido, maior é o seu valor. A localização do apartamento dentro do condomínio (se de frente ou de fundo) também influencia no seu preço. Estes pontos podem parecer banais em um primeiro momento, mas farão a diferença se você decidir vender o imóvel no futuro.

Mesmo que o tamanho das unidades seja o mesmo, preste atenção à planta do imóvel que você está pensando em comprar, pois esta costuma ser diferenciada dependendo da construção.

No que se refere aos cuidados que deverá ter, preste atenção também quanto à descrição dos serviços prestados e dos materiais utilizados na construção do imóvel para não ter surpresas no futuro e pagar por aquilo que não foi realizado.

Para ter a certeza de que está fazendo um bom negócio, recomenda-se visitar outras obras da construtora, e procure se certificar junto às associações e sindicatos se ela está devidamente registrada.

O tamanho das pessoas

(Shakespeare)

“Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento.

Ela é enorme para você, quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado.

É pequena para você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duaspessoas: A amizade, o respeito, o carinho, o zelo e até mesmo o amor.

Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto com você.

É pequena quando desvia do assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.

Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas.

Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.

Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos.

Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de Ações e Reações, de Expectativas e Frustrações.

Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.

O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande…

É a sua sensibilidade sem tamanho…”

10 mandamentos da boa gestão empresarial

Uma pequena contribuição sobre gestão empresarial. Pode parecer simplório, mas é basicamente com estas 10 regrinhas que empresas como AmBev e ALL são campeãs na geração de riqueza para seus acionistas (Jorge Paulo Lemman, dono delas, que o diga. Não é à toa que ele é um dos homens mais ricos do mundo com seus 2,6 bi de dólares).

Analise cada uma delas e as imagine funcionando em sua empresa:

1 – O verdadeiro critério da boa qualidade é a preferência do consumidor por nossa organização;

2 – É necessário gerenciar as organizações para obter tal preferência;

3 – Só se gerencia o que se mede;

4 – Gerenciar é atingir metas (objetivo gerencial + valor + prazo);

5 – Com medições pode-se comparar o quanto se faz (real) com o quanto se deve fazer (meta);

6 – Problema é um resultado indesejado (real diferente da meta);

7 – Para atingir metas é necessário resolver problemas;

8 – Para resolver problemas é necessário método;

9 – Você pode usar vários métodos para resolver problemas, como o terorema de Chutágoras ou os Cálculos Hipotéticos Usando Técnicas Estatísticas (CHUTE). No entanto o método científico de resolver problemas é o PDCA (Planejar, executar (DO), Checar e Agir, ou em bom português: “Problemas Devem Cientificamente Acabar”);

10 – Ninguém sabe sempre a solução de todos os problemas. Por isso antes de querer se mostrar como o sabe-tudo na reunião, baseie seu discurso em fatos e dados (medições).

Parece simples demais pra ser verdade. Mas há mais sabedoria nestas regras do que eu consigo colocar neste texto. Foi seguindo estas idéias que o Japão saiu de país destruído na segunda guerra a potência mundial. É baseada nestes valores que a AmBev já impôs seu modo de gerenciar negócios à Interbrew. É seguindo estas regras que a Toyota é a montadora mais rentável do mundo. É rezando esta missa que a Gerdau não para de crescer no mundo. É com estas crenças que Aécio Neves está dando um show de administração pública em Minas Gerais, eliminando um déficit público de R$6,2 bilhões anuais em apenas dois anos de mandato (imagine se ele vier a ser presidente do Brasil e fizer o mesmo no governo federal!). E por aí vai.

Sucesso e bons negócios.

Helder Barboza

O rico mercado dos pobres

C. K. Prahalad, professor de Estratégia Corporativa na Escola de Negócios da Universidade de Michigan, vem trabalhando, nos últimos anos, numa tese de que o mercado dos pobres deve ser explorado para o bem da humanidade. O seu mais novo livro, “The Fortune in the Bottom of the Pyramid: Eradicating Poverty through Profits”, indica que não somente as empresas podem fazer dinheiro vendendo aos pobres, “mas devem sentir-se obrigadas a empreender tal esforço para diminuir a distância entre países ricos e pobres.” Prahalad vê nos pobres um mercado potencial de 4 bilhões de pessoas que poderão ser 6 bilhões nos próximos 40 anos.

Sua tese se baseia na realidade de que, tomados em seu conjunto, nações em desenvolvimento, como China, Índia, Brasil, México, Rússia, Indonésia, Turquia, África do Sul e Tailândia, têm mais PIB, em Paridade de Poder de Compra, (Purchasing Power Parity) que o Japão, a Alemanha, a França, o Reino Unido e a Itália. A base da pirâmide para Prahalad é a maior oportunidade de mercado na história do comércio mundial.

Um ponto central do livro é que o esforço para ajudar os mais pobres pode revelar-se um sucesso em diferentes países e em diferentes setores da economia. Constituem uma exceção os países cujo sistema jurídico seja muito precário como Somália e o Congo, por exemplo, e os que têm apenas e tão somente indústrias mais básicas, como as de extração.

O lucro, diz o autor não é o único objetivo para as empresas atuarem mais firmemente nos mercados pobres. A criação de empregos, a luta contra a exclusão social, a atuação para melhorar o caos político, o terrorismo e a degradação ambiental, são motivos suficientes para uma empresa agir nessas regiões. Essas condições geram instabilidade e violência que afetam os países de primeiro mundo e os próprios ricos.

A estratégia para trabalhar nesses mercados, ressalta o Prof. Prahalad, não é simples. Talvez esta seja uma das maiores razões pelas quais as grandes empresas não tentaram colocar seus produtos para as grandes massas das pessoas pobres. Quem é pobre geralmente vive em zonas rurais e faz parte de uma economia informal, o que exige uma estratégia e uma abordagem de mercado totalmente diferente da utilizada em mercados convencionais urbanos.

No livro ele dá alguns exemplos: Em Bangladesh, algumas empresas fazem um bom negócio alugando telefones celulares por minuto. Em Kerala, Índia, imagens de satélite dos cardumes são descarregadas em PCs nas cidades, lidas e interpretadas por mulheres que indicam seguidamente aos seus cônjuges onde pescar. Por seu lado, os homens, após um dia de pesca, utilizam os seus telefones celulares para rever os preços de vários portos da costa e obter a melhor oferta pela sua mercadoria.

Para Prahalad, estes exemplos são provas que há soluções de mercado para o problema da pobreza. A tarefa para as grandes empresas, diz ele, é romper com a lógica dominante que vê os pobres do mundo como uma distorção que deve ser corrigida por governos e apoiada por organizações sem fins lucrativos.

O resultado do esforço em atender esse “novo mercado”, não somente será rentável para grandes empresas e consumidores, mas poderia também ser uma grande solução para os sérios problemas políticos e ambientais dos países em desenvolvimento e do mundo moderno.

Há alguns exemplos de empresas que têm um enorme sucesso no mercado de pessoas de baixa renda. Administradoras de cartões de crédito que tiram do pobre a angústia e o constrangimento de ter que fazer cadastro em todas as lojas. Bancos que fazem pequenos empréstimos que resolvem problemas pontuais simples para uma família de baixa renda. Lojas e centros comerciais voltados exclusivamente a produtos populares que atendem a uma demanda concreta por produtos com características mais simples e com boa qualidade. Agências de viagem especializadas em turismo para pessoas de baixa renda. São inúmeros os exemplos de empresários que descobriram formas de empresariar levando em consideração as necessidades concretas do mercado dos pobres. Muitos chamarão esses empresários de exploradores de pobres. Mas a verdade é que se eles não existissem os pobres continuariam relegados à marginalidade do mercado.

E todas as pesquisas provam que o pobre paga suas contas em dia. Quem não paga é a classe média e alta. O pobre dá um extremo valor ao seu crédito e ao seu nome, um dos ou senão o seu maior e único patrimônio.

–Prof. Marins

Pense nisso. Sucesso!

Publicado em 03/07/2005

E o mal? Existe?

Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:

– Deus fez tudo que existe?

Um estudante respondeu corajosamente:

– Sim, fez!

– Deus fez tudo, mesmo?

– Sim, professor – respondeu o jovem.

O professor replicou: – Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?

O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito. Outro estudante levantou sua mão e disse: – Posso lhe fazer uma pergunta, professor?

– Sem dúvida – respondeu o professor.

O jovem ficou de pé e perguntou: – Professor, o frio existe?

– Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?

O rapaz respondeu: – Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade, é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.

– E a escuridão, existe?- continuou o estudante.

O professor respondeu: – Mas é claro que sim.

O estudante respondeu: – Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda.

A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:

– Diga, professor, o mal existe?

Ele respondeu: – Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.

Então o estudante respondeu: – O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existem a Luz e o Calor.

O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações.

É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.

Os primeiros passos de um líder

1 – Aprenda a seguir. Seguir os desejos da sua empresa, de seus clientes, de sua equipe, e fazer com que todos convirjam para um mesmo ponto.

2 – Lute para que todos foquem no que é melhor para a equipe e a empresa, e não no que é melhor para você.

3 – Aprenda com cada situação que você passar, seja ela boa ou ruim. Cada acontecimento é uma oportunidade para repetir os sucessos e evitar os fracassos daqui para frente.

4 – Tenha algumas pessoas em quem você confia para pedir conselhos. Liderança não significa estar sempre certo ou ter as respostas instantaneamente a cada momento. Liderar significa ouvir opiniões, refletir, e escolher a mais adequada para o momento. Mesmo que, a princípio, seja contrária ao seu primeiro pensamento.

5 – Lidere pelo exemplo. As pessoas vão fazer o que você quer apenas se você realizar aquela ação, viver aquela forma de trabalhar dia-a-dia.

6 – Desde o início, procure delegar tarefas para sua equipe. Eles responderão bem à confiança que você deposita neles.

7 – Foque no futuro. Um líder deve trabalhar para assegurar que a empresa esteja melhor amanhã do que hoje.

Retirado da Revista Liderança & Supervisão
Nº 15 – agosto/05
http://www.lideraonline.com.br

Como ser indispensável

CEGUEIRA GERAL!

Ricardo Jordão Magalhães*

O problema da falta de futuro não é a falta dele, mas a falta de vontade das pessoas em olhar além daquilo que elas conhecem. A oportunidade das nossas vidas está SEMPRE a nossa frente, mas não enxergamos, porque acreditamos que é preciso fazer aquilo que todos fazem, mesmo quando não existe mais espaço para todos fazerem.

Querida (o) amiga(o),

Os melhores empreendimentos do mundo – a Cruz Vermelha encabeça a lista – e os melhores empreendedores do mundo – Bill Gates encabeça a lista -, COMEÇARAM DO ZERO. Sem nada, sem nenhum tostão no bolso, sem nenhuma estrutura corporativa.

Os céticos podem não acreditar, mas não é o dinheiro que atrai as pessoas. As pessoas é que atraem o dinheiro.

Os arrogantes podem não concordar, mas ganhar o prêmio iBest da internet não vale nada, o que interessa é estar bem rankeado no eBit.

Trabalhar na quitanda do Zé Quitandeiro tem muito mais futuro do que mendigar emprego em empresa bonita que faz propaganda na televisão. Ler um livro na biblioteca pública mais próxima da nossa casa ou mesmo gratuitamente na internet, e depois discutir o livro com os amigos próximos e os próximos aos nossos amigos, é muito mais importante do que fazer qualquer faculdade.

Não interessa de onde você vem, nem o que você tem, nem o que você já fez de errado, o que interessa é como você VALORIZA o que você tem hoje.

E o que você tem hoje?

As pessoas que conhecem você. E não simplesmente as pessoas que você diz que conhece.

Se eu perguntar a você, “Você conhece a Maria Eduarda da Empresa XPTO?”, você vai dizer que conhece, mas será que a Maria Eduarda conhece você? Será que ela se lembra de você? Tem certeza?

O que você fez nos últimos três meses que tenha sido feito pensando genuinamente na Maria Eduarda e não em você?

Mesmo todo o dinheiro do mundo no seu bolso, as melhores pessoas na sua empresa – e os melhores computadores e softwares na sua mesa – não substituem a necessidade de você construir relacionamentos com as pessoas a sua volta.

TODOS OS DIAS!

Os peixes que colhemos durante a nossa vida são resultado da rede de relacionamentos que construímos todos os dias.

Não basta manter o Outlook atualizado, você precisa fazer algo pelas pessoas que vá além de distribuir o seu “santinho corporativo”.

Os melhores seres humanos sentem prazer em ajudar as pessoas que os ajudaram nos momentos em que mais precisaram.

Bill Gates e a Cruz Vermelha puderam desenvolver as suas idéias, nos primeiros dias dos seus empreendimentos, porque eles tinham, e têm até hoje, relacionamentos com pessoas que conhecem pessoas que conhecem empresas que precisam deles.

Eles foram indicados.

85% dos negócios do mundo acontecem por indicação.

Entretanto, no Brasil, como tantas outras coisas, o trabalho “por indicação” tem sua imagem distorcida pelo comportamento oportunista, corrupto e egoísta de algumas pessoas.

Entretanto, não se engane por isso; ser “indicado por alguém” é prova de que você realmente ajudou alguém no passado. É prova de que você realmente se importou com alguém, e agora, este alguém está retribuindo a sua ajuda ao indicar você para alguém que também precisa da sua ajuda.

Ao tomar conta de alguém no passado, ao se importar com o ser humano, você se diferenciou das pessoas-commodities, e serviu de exemplo para os outros.

O trabalho “por indicação” é prova de que o “dar para receber” é o princípio do mundo dos negócios, o princípio da vida, o princípio da construção de relacionamento com outras pessoas.

Não interessa se o mundo está se moldando com computadores, sistemas e velocidade. Por trás de tudo isso, existem seis bilhões de pessoas que precisam de pessoas que se interessam por pessoas.

Na sua fantástica jornada de 12 horas de trabalho braçal diário, você PRECISA ENCONTRAR – que seja – trinta minutos por DIA para construir relacionamentos com as pessoas que estão na sua base de dados atualizadíssima do seu Outlook.

Você PRECISA encontrar uma maneira de DOAR trinta minutos do seu dia para “dar para receber”, ou melhor ainda, para “dar” aos outros sem esperar nada em troca.

Porque mesmo nesse caso, não tem jeito, se você fizer as pessoas sentirem que você realmente se interessa pelas suas vidas, pelos seus negócios, e pelo seu futuro, o ser humano vai te ajudar.

O que você pode fazer para se DOAR para os outros? OBSERVE o que as pessoas precisam, ABRA OS SEUS OLHOS para perceber o que elas não conseguem fazer, e faça por elas. Envie a elas boas idéias com freqüência e consistência, indique negócios, indique coisas que as ajudem a se desenvolver como seres humanos, se ofereça para ajudar em algum projeto que não anda pra frente por falta de braços, corações e mentes. Faça palestras, escreva artigos, levante o seu blog, empreste livros, compartilhe suas revistas, suas planilhas, seus documentos. Ajude as pessoas a olhar para o mundo com OTIMISMO. Distribua Entusiasmo.

ABRA OS SEUS OLHOS!!!! O mundo gira através das pessoas.

Portanto, quantas pessoas conhecem você? O que você está fazendo para preservar ou aumentar o número de pessoas que conhecem você?

ABRA OS SEUS OLHOS!!! Não interessa aumentar e aumentar e aumentar qualidade das coisas que você faz, se você diminui e diminui e diminui o tempo que você dedica a pensar em como ajudar outras pessoas a crescer e prosperar.

TRINTA MINUTOS POR DIA!!!! É só isso que eu te peço.

Os próximos TRINTA ANOS dependem disso.

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA.

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

* Ricardo Jordão Magalhães é fundador e presidente da BIZREVOLUTION, onde ele ajuda as pessoas e as empresas a descobrir o que elas têm de melhor, quebrar paradigmas e inventar o futuro através de consultoria, treinamento e publicações.

Meu jeito de fazer negócios


Meu Jeito de Fazer Negócios
Anita Roddick

Campeão de vendas no Submarino, líder em todas as livrarias, Meu Jeito de Fazer Negócios mostra que com idéias diferentes, força de vontade e crença em nossas capacidades, podemos chegar muito longe.

Este livro conta, de forma empolgante e entusiasmada, a biografia da inglesa Anita Roddick e a história de seu empreendimento The Body Shop. Depois de ter trabalhado na Divisão dos Direitos da Mulher da Organização Mundial do Trabalho, órgão da ONU, Anita decidiu abrir um negócio diferente. Idealizou e fundou uma empresa de cosméticos chamada The Body Shop que, além de vender produtos naturais, com matérias-primas que não foram produzidas com o uso de agrotóxicos, utilizavam embalagens feitas de materiais recicláveis e menos sofisticadas. Anita Roddick tornou-se um ícone da luta ambiental e social mundial, abraçando diversas causas ao longo de sua trajetória profissional. Em 1994, foi convidada para apresentar o evento em comemoração do 50.º Aniversário da Declaração dos Direitos Humanos, organizado pela ONU em parceria com a Anistia Internacional.

Comprar no Submarino…

O Líder


O Líder: a Autobiografia do Mais Famoso Prefeito de Nova York
Rudolph W. Giuliani

Mais um campeão de vendas. Antes de 11 de setembro, Rudolph Giuliani já havia começado a escrever este livro sobre liderança. Por ocasião dos terríveis acontecimentos daquele dia, os conceitos elaborados por ele ao longo de alguns meses foram postos em prática. Em poucas horas, durante o ataque ao World Trade Center, o autor, como prefeito da cidade de Nova York, recorreu a todos os princípios apresentados neste livro. O Líder apresenta os seguintes capítulos, entre outros:

11 de setembro de 2001
Primeiro as Prioridades
Prepare-se sem Descanso
Todos são responsáveis, o tempo todo
Cerque-se das melhores pessoas
Reflita, então decida
Prometa de menos, entregue demais
Desenvolva e comunique fortes crenças
Seja independente
Lealdade: a virtude vital

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