Você pode dar um sermão muito melhor com sua vida que com seus lábios

Reflexão de Aldo Novak que poderia ter saído de minha boca, exatamente da maneira como foi escrita.

Recebi esta mensagem na sexta-feira, no boletim Bom Fim de Semana, do Aldo Novak. Para receber todas as semanas, envie um e-mail vazio para assinar-aldonovak@grupos.com.br

Transcrevo a reflexão que ele fez sobre esta frase por um motivo muito simples, ela poderia ter saído de minha boca, exatamente da maneira como foi escrita.

Outro dia uma cliente perguntou se eu vivia tudo o que escrevo. Uma semana antes, uma amiga sugeriu um treinamento sobre algo que eu não dominava. Nos dois casos a resposta foi a mesma: “se eu não testei e não aprovei, eu não falo – e não ensino”. Não é porque sou bonzinho, mas porque sou lógico. Se eu vivo algo, seja o que for, fica muito fácil para eu defender aquilo que digo. Se não vivo, torno indefensável minhas palavras. Meu telhado se torna apenas vidro fino.

Escrever somente o que testei é muito mais seguro, para mim – e para você. De nada adianta aquela teoria belíssima se, nos bastidores dela, você não crê que funcione. E os bastidores são sua mente e suas ações. Pouco importa o que você diz que acredita. Pouco importa que conheça o “manual” palavra por palavra- importa o que você efetivamente faz. Suas ações são sempre o melhor exemplo ou – se preferir – o melhor sermão. O que diz a história recente da sua vida?

Como você tomará decisões, hoje, congruentes com aquilo que prega?

Escrevi algo parecido no artigo em que explico porque “defendo” o investimento em consórcio.

Autor: Fabricio S. Peruzzo

Pai, marido, polímata, empreendedor serial, curioso.