A Magia do Tempo – Juros Compostos

Hoje recebi e-mail de um amigo que escreveu o seguinte:

Eu estava fazendo umas contas: a vantagem do consórcio, acredito eu, é o fato de se ter o imóvel e alugá-lo para que o inquilino pague as prestações, pois se não for esse o caso seria mais vantajoso aplicar o valor da prestação (R$ 300,00), sem reajustes, com juros de 1,5% e a mágica dos juros compostos faz o investimento subir a quase R$ 170.000,00. Correto?

Naturalmente, nao concordo com ele. Minha resposta segue abaixo:

As vantagens do consórcio são muitas. Uma delas é que é corrigida anualmente, então a mágica dos juros compostos também ocorre, mesmo que numa escala menor. Essa correção é composta anualmente ao invés de mensalmente. Outra vantagem é que o consórcio é uma poupança forçada. Tu não pode simplesmente tirar o dinheiro de lá a qualquer momento. Algumas pessoas vêem essa menor liquidez como problema, eu vejo como ferramenta para manter meus objetivos maiores, de longo prazo. Isso é importante, porque o dinheiro que invisto nos consórcios e depois disso nos imóveis não é um dinheiro que eu use para viver o dia a dia. É o tal do me pagar primeiro, os 10% que o Robert Kiyosaki fala no livro Pai Rico, Pai Pobre.

Outra vantagem é a que tu escreveste, fazer o inquilino pagar as prestações depois de contemplada e adquirir um imóvel por uma fração do seu custo. Outra ainda é vender a carta com ágio e ter um lucro imediato, nos casos em que contemplamos cedo a carta, como explico primeiro artigo sobre os consórcios. E quando esta contemplação é por sorteio, que depende um pouco mais da sorte, os lucros são realmente fabulosos. Coisa de 5 a 10 vezes mais do que o valor investido.

Já o dinheiro aplicado com juros de 1,5%, durante 150 meses, me parece um sonho. Porque as taxas de juros continuam baixando. Porque isso não prevê a inflação que irá comer o valor do dinheiro com o tempo. E porque é impossível conseguir juros de 1,5% ao mês, durante todos os meses, por 150 meses seguidos, com segurança. Então, colocando uma taxa mais realista, de 0,7% ao mês (ainda muito alta), o valor no final será de apenas 80.000.

Dá para fazer mil comparações, usar a bolsa de valores, por exemplo. Mas as pessoas costumam fazer comparações com a bolsa usando como comparação os períodos em que a bolsa teve fortes altas. Ninguém costuma estudar os períodos de baixa no mercado acionário. Eu não estudo isso, pois já vivi isso na prática. Já perdi tudo que tinha investido na bolsa. R$ 14.800 se transformaram em apenas R$ 700 (setecentos, não escrevi errado). Então sei que as coisas são cíclicas e dependem de timing para funcionar na bolsa. Isso não significa que eu não invista mais na bolsa, só que o valor que uso para isso é o que sobra além do que uso para o plano dos consórcios.

Os meus objetivos com o investimento em consórcios são os seguintes:

  • construir um patrimônio sólido com imóveis, usando o tempo a meu favor (o tempo passa para todos, podemos deixá-lo passar ou usá-lo a nosso favor)
  • ter tranquilidade de que um governo qualquer não vai bloquear minhas contas bancárias (isso já aconteceu antes)
  • usar um veículo de investimento seguro e tradicional, usado pelas pessoas mais ricas do mundo (elas devem saber o que fazem)
  • viver minha vida com tranquilidade e conforto, sem sobresaltos, me dando o direito de alguns luxos (a vida é para ser vivida)

Dá para notar que escrevi mais de uma vez as palavras tranquilidade e segurança. Isso é essencial para mim. Não quero uma vida de sobresaltos, não quero deixar de fazer as coisas que gosto, não quero economizar por economizar.

Quero viver uma vida plena. E em constante crescimento. Então no início, o plano é mais agressivo. Hoje em dia posso morar em um apartamento de dois dormitórios. Quando tiver meu primeiro filho vou querer um de três. Que forma melhor de adquirir esse novo apartamento do que através do planejamento? Então tenho meus consórcios. Eventualmente vão ser contemplados. Pode ser que eu consiga adquirir esse apartamento novo sem precisar me desfazer do meu atual, que pode então me gerar um aluguel que aumenta minhas fontes de renda.

Como eu escrevi em algum artigo anterior, o plano é muito simples e muito chato. Mas funciona. Está funcionando para mim, já funcionou para muitos amigos, familiares e muitas outras pessoas em todo o mundo. As pessoas falam em aproveitar a mágica dos juros compostos, mas não se dão conta de que a mágica não é apenas dos juros compostos. A mágica real ocorre porque o tempo passa para todo mundo. E adquire o sucesso, aqueles que usam o tempo a seu favor. Seja investindo em fundos tradicionais, seja investindo em “aplicações criativas”, como é o caso dos consórcios. Mas no fundo, por mais criativa que pareça a minha forma de investir ela na verdade é a mais tradicional fórmula usada ao longo dos séculos. Construir patrimônio imobiliário. Os reis e rainhas já faziam isso, os grandes bancos do mundo fazem isso, os grandes bilionários e milionários fazem isso. Donald Trump enriqueceu com isso. Até o Robert Kiyosaki, uma formiguinha do investimento imobiliário em comparação com os grandes investidores, enriqueceu com isso.

Investimento em imóveis usando consórcios.

Hoje uma leitora do Informativo Moeda Corrente me fez uma pergunta relacionada a algo que escrevi ano passado sobre investimento em ações. Ao responde-la, acabei descrevendo em detalhes meu sistema pessoal de investimento em imóveis utilizando consórcios.

Continue lendo para saber todos os detalhes.

Olá Fabrício, tudo bom?

Me lembrei de um texto que vc escreveu no Moeda Corrente, no ano passado, sobre o nível “irrealista” da Bolsa. Se não me engano vc dizia que voltaria a investir quando o Ibovespa estivesse de volta a uns 30 mil pontos. Daí a pergunta: o que vc está achando destas sucessivas quebras do record em pontos? Continua irreal?

Um abraço,
Maria Alice
(Rio de Janeiro. Já conversamos há tempos sobre Pai Rico, Pai Pobre)

…..Minha resposta foi bem mais longa. Escrevi diversos parágrafos falando das diferenças entre investir e especular, que especular pode dar muito lucro mas não é adequado ao meu perfil, que gosto de investimentos simples e automáticos, que funcionem sempre da mesma forma. Mas cortei-os aqui para manter o foco…..

E passamos para meu perfil de investimento. Quero que meu dinheiro cresça a um ritmo bom e constante. Mas não espero que ele duplique de um ano para outro. Em contrapartida, também não corro o risco de que ele diminua. Ganho com a mágica dos juros compostos, então o tempo está a meu favor. E uso estratégias criativas para fazer com que ele cresça mais rápido, porém de forma garantida.

Saindo da teoria e passando para a prática, depois de anos aperfeiçoando minha estratégia, ela atualmente é a seguinte:

1. Meu dinheiro fica aplicado em renda fixa. Tudo que ganho a mais do que o necessário para meus gastos básicos, conforto e pequenos luxos, vai atualmente para fundos de renda fixa. Meus gastos incluem viagens de férias, troca do carro e pequenos confortos como jantar fora, assistir uma peça de teatro, ir ao cinema… Não vivo apertado, mas também não exagero. Vivo bem, com conforto e alguns luxos eventuais.

2. Tenho diversas cartas de consórcio que pago com o dinheiro que está nos fundos de renda fixa. Na verdade, antes de aplicar o dinheiro que sobra no mês, uso ele para pagar esses consórcios. Se o que ganho extra no mês não é suficiente para cobrir todos os pagamentos dos consórcios, aí sim uso parte do que tenho em renda fixa. Atualmente pouco mais da metade das minhas cartas de consórcio são pagas com o dinheiro da renda fixa enquanto as restantes são pagas com o que ganho mensalmente acima do meu custo de vida.

3. Quando uma carta contempla, compro um imóvel já alugado. O aluguel deste imóvel paga a prestação da carta que o comprou. Com isso, o imóvel me custa apenas uma fração do valor real (a parte do consórcio que já estava paga). Compro sala comercial já alugada, pois os valores de aluguel são maiores, proporcionalmente ao valor do imóvel do que apartamentos pequenos. As cartas que tenho atualmente tem uma prestação equivalente a 0,86% do valor do crédito. Como os imóveis que procuro rendem por volta de 0,9% a 1,3% do valor, o aluguel ainda me rende mais dinheiro do que o custo da prestação. Esse tipo de imóvel não é tão fácil de achar, mas também não é tão difícil. O segredo está em conversar com diversos corretores até encontrar um que entenda nossos objetivos.

4. Faço uma nova carta de consórcio com o dinheiro que usava para pagar a que acaba de ser contemplada (que agora é paga pelo aluguel do imóvel que ela me permitiu comprar).

5. Volto ao passo 3.

Pode acontecer de uma sala ficar sem inquilino por um tempo, mas isso é pouco provável, porque procuro comprar salas que já estejam alugadas a um bom tempo. Salas pequenas em bairros que possuem boa procura. Caso isso aconteça, tenho uma pequena reserva em renda fixa para cobrir os custos por um tempo.

Dá para notar pela descrição acima que meu plano é extremamente simples. Chato. Automático. É impossível perder dinheiro.

Daqui a 12 anos terei pelo menos 12 imóveis quitados que me custaram no máximo 50% do valor deles. Se não usasse o consórcio, teria no máximo 6 imóveis. Mas na prática, terei bem mais que isso, porque quando contemplo uma carta e compro um imóvel, volto a fazer uma nova carta. Então acertando o cálculo, ao invés de 6 que teria sem usar os consórcios, em 12 anos terei 18 imóveis. Além disso uso outras estratégias (lance fixo, negócios em sociedade com amigos) para alavancar mais ainda isso tudo.E 12 anos passam rápido. Por exemplo, já fazem 11 anos que me formei. E parece que foi ontem.

Então dadas as explicações acima, pouco me interessa o que acontece com a Bolsa. Tenho um plano mais seguro, mais simples e que rende muito mais, de forma consistente, sem sobresaltos.

Se me perguntam o que fazer para começar, a resposta é “dar o primeiro passo”. Essa é a coisa mais importante que existe. Nada substitui a ação. As pessoas desejam muito, sonham muito, pensam muito, planejam muito, mas ajem pouco. Os passos necessários são:

  1. Conseguir separar pelo menos R$ 300 mensais para investir. (Valor da prestação de um consórcio de 35.000)
  2. Adquirir um consórcio.
  3. Ao contemplar, comprar um imóvel alugado que pague a prestação.
  4. Adquirir um novo consórcio.
  5. Voltar ao passo 3.

Dependendo da sobra mensal, dá para multiplicar a quantidade de cartas e com isso acelerar o processo. Foi o que eu fiz, começando com 4 cartas simultâneas (hoje tenho 12, comecei em 2002 com uma estratégia diferente).

Dá para implementar isso de diferentes formas. Eu só faço com consórcios da Rodobens por diversos motivos já explicados em outros artigos. E como eu explico isso tudo sem cobrar nada, uma gentileza bem vinda de quem quer ganhar dinheiro com isso é adquirir seus consórcios através da minha empresa Megacombo, que é representante dos consórcios Rodobens em Porto Alegre, mas atende em todo o Brasil, com clientes em praticamente todos os estados do país.

Outra vantagem de fazer com a Megacombo é poder contar com a minha assessoria em todas as etapas do processo, além de fazer parte de um grande grupo de investidores em imóveis. No futuro, pretendo organizar encontros em diversas cidades onde as pessoas poderão discutir novas estratégias e conhecer possíveis parceiros para grandes investimentos em grupo.

Tenho ainda duas melhorias a implementar neste plano todo, mas não vou descrevê-las aqui. Vou apenas aguçar a curiosidade dizendo que tendo um capital razoável para começar (uns 100.000 é o suficiente) dá para ganhar ainda mais, de forma bem mais rápida.

Lembre disso: tudo depende da ação.

“Água parada não move moinho.”

A decisão é sua, a informação está aqui.

Um grande abraço e bons investimentos.

Fabricio Stefani Peruzzo.

Onde investir seu dinheiro

Existem diversas alternativas para investir seu dinheiro. Algumas são mais arriscadas, outras menos. Neste artigo vamos “conversar” sobre as formas mais difundidas de investimento e o que faz com que as pessoas e instituições prefiram umas ou outras.

Um segundo objetivo que temos neste artigo é desmistificar um pouco as diferenças que existem entre os investimentos nos Estados Unidos e Europa em relação aos mesmos investimentos no Brasil.

Títulos do Governo

São os famosos títulos de renda fixa. Podemos investir neles diretamente, através do Tesouro Direto, ou da forma mais comum, através dos diversos fundos administrados pelos bancos. Esses títulos são garantidos pelo governo, e possuem ligação direta com a taxa de juros atribuída por ele.

Renda Fixa X Imóveis

Enquanto no Brasil a taxa de juros é altíssima, nos EUA e Europa ela é muito menor. Esse é um dos motivos por que os investimentos em imóveis são muito comuns lá e menos comuns aqui. Enquanto aqui o investimento em imóveis rende aproximadamente 8% ao ano, o investimento em um fundo de renda fixa medíocre rende mais de 12%. São 50% a mais de rendimento anual. Porque alguém investiria em imóveis?

Já nos Estados Unidos e Europa, com taxas de juros de pouco mais que 4% ao ano, o investimento em imóveis, com os mesmos 8%, passa a ser uma alternativa excelente. É por esse motivo que grande parte dos bancos europeus é proprietário de muitos imóveis. É um excelente investimento. Simples assim.

Bolsa de Valores

Já a Bolsa de Valores, é o local onde investimos em empresas. Escolhemos as ações em que investiremos baseados em nossa percepção de valor sobre determinada empresa. Assim, se acreditamos que uma empresa vai crescer bastante, investimos nela de forma a obter um retorno maior que o obtido em outras alternativas, como os imóveis e renda fixa.

Uma empresa pode dar retorno de diversas formas. As duas mais comuns são através da distribuição de dividendos e através da venda das ações.

Distribuição de Lucros

Se investimos R$ 1000 em uma empresa (através da compra de suas ações) e no final do ano essa empresa distribui R$ 100 de lucro, tivemos um rendimento de 10% ao ano. Se as ações da empresa continuam valendo o mesmo que valiam quando as adquirimos, este é o rendimento total que tivemos sobre o nosso investimento.

Venda de Ações

Por outro lado, se com o mesmo investimento de R$ 1000 a empresa terminar o ano com nossas ações valendo R$ 1200, então ao vender essas ações teremos ganho 20% somente com a valorização da própria empresa. Claro que temos que tomar cuidado com a empresa que escolhemos para investir porque existem diversos motivos que podem levar a empresa a valer menos do que pagamos por ela depois de um tempo. Podemos efetivamente perder boa parte do nosso dinheiro se não formos cuidadosos nessa escolha.

Algumas conclusoes

O melhor lugar para investir nosso dinheiro depende de diversos fatores. Um deles é o grau de risco que estamos dispostos a correr, outro é o rendimento que esperamos obter e um terceiro, geralmente esquecido pelos investidores novatos, é o mercado em que estamos atuando.

Temos que levar em conta tudo isso antes de jogar nosso dinheiro ganho com tanto esforço em um investimento qualquer. A única forma de fazer isso com total consciência é através do estudo constante.

Onde invisto meu dinheiro?

Muita coisa boa aconteceu desde janeiro de 2007, quando escrevi originalmente este artigo. Para conhecer a maneira mais lucrativa, mais segura, mais fácil e mais automática de investir e lucrar com a construção de imóveis, leia as informações no site: http://www.investimentoemimovel.com.br.

Atualmente, todo o meu dinheiro é investido na aquisição de consórcio imobiliários para investir na construção de imóveis.

Bons investimentos.

Investimento em consórcio no longo prazo

Acabo de escrever um novo artigo sobre investimento em consórcios. Está publicado no site da Megacombo, onde devo concentrar todos os futuros artigos sobre consórcios.

De toda forma, sempre que publicar algo lá, colocarei aqui no Moeda Corrente o link direto apra o artigo, de forma a facilitar a vida de todos leitores.

Clique no título abaixo para ler o artigo na íntegra:

Investimento em consórcio no longo prazo. Clique aqui para ler.

Como investir e ganhar dinheiro na construção de imóveis – parte 2

ATUALIZAÇÃO em 2011: Muita coisa boa aconteceu desde dezembro de 2005, quando escrevi originalmente este artigo. Para conhecer a maneira mais lucrativa, mais segura, mais fácil e mais automática de investir e lucrar com a construção de imóveis, leia as informações no site: http://www.investimentoemimovel.com.br.

Abaixo, segue o artigo original, mas como disse acima, leia diretamente as informações mais atualizadas sobre como investir na construção de imóveis.

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Há exatamente um mês escrevi um artigo explicando como investir e ganhar dinheiro na construção de imóveis. Este artigo deixava uma questão no final que gerou muitas expectativas. Hoje pretendo acabar com a aflição do pessoal que passou o mês me perguntando: “como pode ser ainda melhor?”.

Para entender como isso tudo funciona, um conhecimento anterior é necessário. Recomendo a leitura atenta dos seguintes artigos anteriores:

Como investir e ganhar dinheiro na construção de imóveis.

Alavancando o capital com consórcios.

Como começar a investir em imóveis sem capital inicial.

Depois de ter lido os artigos acima, provavelmente as sinapses já estejam fazendo as relações necessárias e o resto do meu artigo deixa de ser necessário 🙂

Mas vamos às explicações…

Resumidamente o que fazemos depois de ter estruturado uma Incorporação Imobiliária (mesmo que pequena e informal entre poucos amigos) é usar o dinheiro arrecadado não para pagar a construção, mas sim, para comprar cartas de crédito já contempladas que serão usadas para alavancar mais ainda nosso capital. Dessa forma, precisamos juntar bem menos dinheiro de cada um dos participantes da nossa Incorporação.

Não necessariamente precisamos comprar consórcios já contemplados. Existem três alternativas que se enquadram bem nesta oportunidade:

  1. Podemos comprar cartas contempladas com muitas prestações pagas. Essas cartas possuem um valor de entrada maior, alavancando um pouco menos o nosso capital. Por outro lado, possuem uma característica bastante agradável… Elas praticamente não tem ágio. Como já tiveram muitas prestações pagas, elas não são tão fáceis de serem vendidas rapidamente a não ser que o ágio seja bastante baixo ou até mesmo inexistente. Com essas cartas conseguimos alavancar uns 60% a 65% a mais do que nosso capital inicial.
  2. Podemos comprar cartas já contempladas com ágio. Semelhante aos consórcios da opção anterior, mas com a diferença de serem cartas contempladas logo no início do grupo. Com essas cartas conseguimos uma grande alavancagem do nosso capital, praticamente 100%. Isso mesmo, dobramos o valor que temos disponível. Mas isso tem um custo, o ágio embutido nas cartas. Temos que estar cientes disso e lembrar de colocar esse valor no cálculo final dos nossos custos. De toda forma, essa é uma alternativa para construirmos mesmo tendo apenas metade do valor necessário.
  3. A última forma para alavancar nosso capital para a construção de imóvel é através de cartas novas, mas em grupos antigos. Nesses grupos já aconteceram muitas contemplações, efetivamente fazendo com que a quantidade e tamanho dos lances necessários para a contemplação sejam bem menores. Assim, com um lance de aproximadamente 50% do valor do crédito, conseguimos contemplar esses consórcios. Essa é para mim a melhor forma de alavancar o investimento na construção de imóveis.

Tudo isso é muito bom, mas depois de construído ainda temos o prédio / casa / condomínio, alienados em nome da administradora do consórcio.

No caso exposto no artigo anterior, a construção de um prédio de apartamentos, já na fase do projeto resolvemos isso. As unidades individuais (cada apartamento) são descritas separadamente. Então usamos os consórcios para financiar a construção de cada unidade. Isso nos dá uma vantagem extra na hora da venda…

Quando formos vender cada apartamento, como temos as cartas de consórcio garantidas por cada um deles, vendemos o apartamento já “pré-financiado” para o comprador. Ele dará um valor de entrada correspondente ao valor que já investimos e nosso lucro no empreendimento e ficará com o restante das prestações de uma ou mais cartas que estão atreladas àquele apartamento que ele está adquirindo.

Mais uma possibilidade que temos: como investimos apenas pouco mais da metade do dinheiro da construção, o resto tendo sido financiado pelos consórcios, podemos dar ainda mais facilidades ao comprador e ainda ganhar um pouco mais de lucro no final. Podemos financiar a parte do valor que representa nosso lucro (afinal, esse dinheiro não saiu do nosso bolso) e ainda ganhar juros em cima disso.

Finalizando…

As possibilidades são várias. Basta pensarmos um pouco para surgirem diversas alternativas viáveis.

Para saber mais sobre o investimento em consórcios visite a página da Megacombo. Lá você poderá ler um pouco mais sobre a minha trajetória e como o investimento descrito neste artigo permitiu meu sucesso pessoal e profissional.

Sucesso e bons negócios.

Fabrício Stefani Peruzzo.

Financiar imóvel para viver de renda exige cautela

Por Fernanda de Lima

Publicado originalmente no site InfoMoney

Preocupados em proteger suas economias, diante da forte instabilidade dos mercados financeiros, algumas pessoas acabam optando por investir todas as suas economias em imóveis.

O grande problema é que nem sempre esta decisão reflete uma análise cuidadosa dos objetivos da pessoa ao investir e, em alguns casos, a falta de entendimento dos custos envolvidos, sobretudo quando a compra do imóvel é financiada, torna o investimento pouco atrativo.

Financiar imóvel não é o problema Não há nada de errado em levantar um financiamento imobiliário. Muito ao contrário, não só se trata de uma forma de financiamento positiva, pois contribui para a formação de um patrimônio, como também de um financiamento de custos mais atrativos.

O problema surge quando o investidor opta por resgatar o dinheiro aplicado no mercado financeiro para dar de entrada na compra de um imóvel, com o intuito de viver da renda de aluguel deste imóvel. Ainda que possa haver situações em que esta opção seja justificada, esta não é uma alternativa recomendada, sobretudo para quem ainda não acumulou um patrimônio significativo.

Na maioria das vezes, a decisão se baseia na percepção de que investir em imóveis é a única forma segura de se aplicar o dinheiro, sobretudo em épocas de forte volatilidade do mercado. Ainda que investir em imóveis possa ser seguro, isso não significa que não haja outras opções de investimento que ofereçam segurança e garantam ao investidor uma melhor combinação em termos de risco e retorno. Até porque, no investimento em imóveis, não se pode esquecer do risco de liquidez!

Mas, é preciso fazer as contas!

Por mais que a taxa de juro esteja em queda, o reflexo disso no custo do financiamento imobiliário deve ser pequeno, até porque estamos falando de financiamentos de longo prazo, cujas taxas, além de mais baixas, tendem a ser mais estáveis. Ainda que o Governo tenha lançado medidas para incentivar a redução dos juros nos financiamentos através do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), é de se esperar que ele seja de, ao menos, 1,1% ao mês.

Além disto, a maioria dos contratos prevê a correção da prestação com base na inflação ou na poupança. Apesar da desaceleração da inflação, não podemos esquecer que muitas vezes os salários não são reajustados na mesma proporção, de forma que o peso das prestações no seu orçamento pode aumentar.

Mas, como o objetivo aqui é entender se o retorno que será obtido no investimento vale a pena, resta comparar o custo do financiamento com o retorno do investimento, ou através do aluguel do imóvel, que gera uma renda mensal, ou através da valorização do preço do imóvel.

Considerando que os aluguéis variam entre 0,5-1,2% do valor do imóvel, antes do pagamento de impostos, o retorno depois de impostos cai para 0,425% e 0,85% ao mês, abaixo, portanto do custo do financiamento (ao menos 1,1%). Neste sentido, a operação não vale a pena. Se juntarmos a isto o fato de que o saldo devedor é corrigido pela inflação ou pela poupança, o que muitas vezes não acontece com o preço do aluguel, sobretudo nas regiões onde há excesso de oferta, a situação é ainda pior.

Custo de aquisição supera valor de mercado O retorno, em termos de valorização do preço do imóvel, também fica comprometido, pois se considerarmos que em geral no máximo 70% do valor do imóvel é financiado, isto significa que, em um imóvel de R$ 50 mil, o valor financiado é de R$ 35 mil.

Porém, se somarmos os gastos com juros, em apenas cinco anos, com juros de 1,1% ao mês, o total será de aproximadamente R$ 13 mil, dependendo do sistema de amortização utilizado e da correção do saldo devedor. Com isto, o custo do imóvel sobe para R$ 63 mil, ou R$ 15 mil pagos de entrada e R$ 48 mil equivalentes ao valor do principal e dos juros pagos no financiamento.

Na prática, isso significa que, para não sair perdendo em termos de valorização do imóvel, é preciso que o mesmo suba 26% no período, pois assim seu valor de mercado seria ao menos equivalente ao custo do financiamento. Porém, como na venda do imóvel você incorre em custos relativamente altos, como por exemplo, corretagem, escritura, registro em cartório e imposto de transmissão, a valorização deve ser ainda maior para que o retorno do investimento valha a pena.

A análise, ainda que simples, permite entender que, ainda que possa haver situações em que o financiamento de imóvel com o objetivo de investimento seja atrativo, é importante analisar todos os custos envolvidos na decisão, para não se acabar perdendo dinheiro. Neste sentido, um dos fatores mais importantes é a escolha do imóvel, uma propriedade em boas condições e localização por um preço abaixo do mercado pode oferecer um retorno atrativo, que compense o custo do financiamento. Mas, é preciso fazer as contas com calma.

Como investir e ganhar dinheiro na construção de imóveis

ATUALIZAÇÃO em 2011: Muita coisa boa aconteceu desde dezembro de 2005, quando escrevi originalmente este artigo. Para conhecer a maneira mais lucrativa, mais segura, mais fácil e mais automática de investir e lucrar com a construção de imóveis, leia as informações no site: http://www.investimentoemimovel.com.br.

Abaixo, segue o artigo original, mas como disse acima, leia diretamente as informações mais atualizadas sobre como investir na construção de imóveis.

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Uma forma bastante interessante de investir em imóveis sem ter todo o capital que seria necessário para fazer isso sozinho é usar a teoria do “Dividir para conquistar”. O nome mais formal dessa forma de organização é Incorporação Imobiliária, que é basicamente, um Grupo de Investidores por Cotas.

Vejamos por exemplo como construir um pequeno prédio de 8 apartamentos de R$ 140.000 cada um. Vamos imaginar que o custo de construção deste prédio seja de R$ 800.000 já com o valor do terreno, de forma a termos um lucro total de R$ 320.000 na hora da venda das unidades. São 40% de rendimento no final do empreendimento.

Podemos dividir o investimento em 80 cotas de R$ 10.000, sendo que cada 10 cotas equivalem a um apartamento completo. As pessoas que vão investir nesta incorporação podem comprar quantas cotas quiserem, mas podemos também definir uma quantidade mínima, por exemplo, 2 cotas por pessoa. Neste caso precisaríamos de no máximo 40 investidores.

No final de 24 meses (6 meses de projeto e 18 meses de construção, por exemplo), os apartamentos podem ser vendidos e os investidores partem com seu lucro, provavelmente para iniciar o próximo empreendimento… E assim segue a vida. A coisa toda é bastante simples depois de formarmos um grupo de pessoas focadas em investir seriamente nisto. E pelos valores expostos, dá para notar que podemos fazer isso com um capital inicial relativamente pequeno (no exemplo, apenas R$ 20.000).

Para quem não tem nem os 20.000 iniciais, há ainda a possibilidade de fazer o mesmo tipo de investimento substituindo os R$ 20.000 iniciais por prestações mensais de R$ 1.000.

Outra coisa que deve ser levada em conta é que como não vamos pagar a construção e materiais todos logo no início, a quantia arrecadada entre os investidores fica investida na conta da incorporação, rendendo juros todo mês e aumentando ainda mais o lucro final.

Estou formando um grupo para este tipo de investimento aqui em Porto Alegre. Se você leu isso e se interessou, entre em contato. Caso tenha interesse em contratar uma empresa para gerenciar este tipo de investimento para seu grupo, possuimos um grupo multidisciplinar que inclui administrador, engenheiro, arquiteto, advogado, corretor de imóveis, secretário, contador…

Lucrar mais de 60% em um investimento de apenas 2 anos, garantido por um prédio inteiro plantado na terra. Tem coisa melhor? Tem, mas isso só conto na semana que vem. Fiquem atentos para o próximo artigo…

Como começar a investir em imóveis sem capital inicial

Muita gente tem interesse em investir em imóveis, principalmente depois de ler o livro Pai Rico, Pai Pobre, do Robert Kiyosaki. Para muitos isso parece ser uma tarefa impossível, geralmente por falta de capital para começar.

Pontos importantes:

Uma forma de iniciar o investimento em imóveis seria obedecer a regra básica de se pagar primeiro. Fazendo uma economia mensal de pelo menos 10% de tudo que se ganha, daria para juntar um capital razoável depois de algum tempo. Mas a maioria das pessoas simplesmente não tem a disciplina necessária para isso.

Nosso problema inicial então pode ser resumido em três tópicos principais: pagar a si mesmo primeiro, ter a disciplina de fazer isso todos os meses por tempo suficiente e depois de um tempo fazendo esta economia mensal, resistir à tentação de gastar esse dinheiro em alguma coisa qualquer.

Como resolver esses problemas:

O investimento em consórcios resolve de maneira extraordinária todos esses problemas. Podemos usar a carta de crédito, quando contemplada, para adquirir nosso primeiro imóvel, fazendo com que o valor do aluguel pague as prestações restantes deste consórcio.

O primeiro problema a ser resolvido é pagar a si mesmo primeiro. Esse é o mais fácil de ser resolvido. Com as prestações do consórcio chegando todo mês em nossa caixa de correio não temos como esquecer esse pagamento mensal. Automaticamente estamos pagando a nós mesmos primeiro. E automaticamente resolvemos o segundo problema, pagar a nós mesmos todos os meses.

Devemos notar ainda que esse pagamento mensal não é um custo. Apenas estamos trocando nosso dinheiro de lugar. Tirando do banco, onde é fácil de gasta-lo em bobagens e colocando nos consórcios. Com isso resolvemos o terceiro problema de resistir a tentação de gastar o dinheiro em qualquer bobagem. O dinheiro continua sendo nosso mas só pode ser usado quando contemplamos o consórcio. Ao usar o crédito contemplado, adquirimos um imóvel e quem paga o restante da conta é nosso inquilino.

Ao comprar um imóvel com a carta contemplada e garantir o pagamento das prestações restantes do consórcio com o valor do aluguel do imóvel comprado, voltamos a ter nosso fluxo de caixa mensal disponível para fazer um novo consórcio. Dessa forma, depois de algumas contemplações dos consórcios já nos tornamos investidores imobiliários. Tudo isso começando com o pagamento mensal de apenas uma carta de consórcio.

O que fazer agora? Parta para ação. Quem não faz nada continua sempre no mesmo lugar!!!

Para saber mais sobre o investimento em consórcios visite a página da Megacombo. Lá você poderá ler um pouco mais sobre a minha trajetória e como o investimento descrito neste artigo permitiu meu sucesso pessoal e profissional. Leia também o site Investimento em Consórcio para aprender um pouco mais sobre esse assunto.

Sucesso e bons negócios.

Fabrício Stefani Peruzzo.

Para quem não tem pressa, imóvel na planta pode ser uma boa opção

Por: Ademar Rodrigues

17/10/05 – 18h05

InfoMoney

SÃO PAULO – Enfim você irá realizar a compra da sua casa própria, mas aí surge uma dúvida muito comum: devo adquirir um imóvel pronto ou na planta?

Se você tem pressa em mudar, a primeira opção é a melhor. Agora, para aqueles que podem programar a compra com mais calma, os imóveis ainda em construção apresentam vantagens interessantes.

Preços podem apresentar variação

Segundo estimativa do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), o preço dos imóveis na planta pode ficar de 20% a 30% mais barato quando comparado aos imóveis já prontos. Se o pagamento for à vista então, o desconto pode ser ainda maior, podendo chegar a 40%, uma grande vantagem em termos financeiros, já que nesta fase os gastos para montar o imóvel são relativamente altos.

De acordo com o Secovi esta variação no preço tem explicação: quem compra um imóvel na planta começa a pagar prestações corrigidas pela variação do Índice Nacional de Construção Civil (INCC), que geralmente é mais baixo que o índice de inflação cheio.

Quanto mais atenção, melhor

Ao escolher um imóvel é preciso lembrar que quanto mais alto o andar escolhido, maior é o seu valor. A localização do apartamento dentro do condomínio (se de frente ou de fundo) também influencia no seu preço. Estes pontos podem parecer banais em um primeiro momento, mas farão a diferença se você decidir vender o imóvel no futuro.

Mesmo que o tamanho das unidades seja o mesmo, preste atenção à planta do imóvel que você está pensando em comprar, pois esta costuma ser diferenciada dependendo da construção.

No que se refere aos cuidados que deverá ter, preste atenção também quanto à descrição dos serviços prestados e dos materiais utilizados na construção do imóvel para não ter surpresas no futuro e pagar por aquilo que não foi realizado.

Para ter a certeza de que está fazendo um bom negócio, recomenda-se visitar outras obras da construtora, e procure se certificar junto às associações e sindicatos se ela está devidamente registrada.

Pai Rico, Pai Pobre

Livro “Pai Rico, Pai Pobre”

Se você quer saber como ficar rico e continuar rico, leia este livro! Aprenda o que os ricos ensinam a seus filhos sobre dinheiro que a classe média e os pobres não ensinam!

“É excelente. Em algumas horas devorei o livro, passadas algumas semanas ainda estou aprendendo algo novo. Vale a pena descobrir o que anda errado com você e o poder que você mesmo tem para mudar a sua história. O conteúdo é inigualável”
–Adna Teixeira, Brasília, DF.

“Sensacional livro. Toda pessoa que deseja um futuro econômico e financeiro auspicioso o deve ler e comprar para seus filhos. Já o recomendei a mais de dez amigos.Imperdível!!!”
–Daniel Gustavo C. Coulomb, Rio de Janeiro, RJ.

“A série de finanças pessoais “Pai Rico, Pai Pobre” acaba de atingir a marca dos 200 mil exemplares vendidos.”
–Folha de S.Paulo, Caderno Dinheiro, 9/4/2002

Saia da “Corrida dos Ratos”!

Se você observar a vida das pessoas de instrução média, trabalhadoras, você verá uma trajetória semelhante.

A criança nasce e vai para a escola. Os pais se orgulham porque o filho se destaca, tira notas boas e consegue entrar na faculdade. O filho se forma e, então, faz exatamente o que estava determinado: procura um emprego.

O filho começa a ganhar dinheiro, chega um monte de cartões de crédito e começam as compras. Com dinheiro para torrar, o filho vai aos mesmos lugares aonde vão os jovens, conhece alguém, namora e, às vezes, casa.

A vida é então maravilhosa, marido e mulher trabalham: dois salários são uma benção. Eles se sentem bem-sucedidos, seu futuro é brilhante, e eles decidem comprar uma casa, um carro, uma televisão, tirar férias e ter filhos. A necessidade de dinheiro é imensa!

O feliz casal conclui que suas carreiras são de maior importância e começa a trabalhar, cada vez mais, para conseguir promoções e aumentos. A renda aumenta e vem outro filho… e a necessidade de uma casa maior. Eles trabalham ainda mais arduamente, tornam-se funcionários melhores. Voltam a estudar para obter especialização e ganhar mais dinheiro. Talvez arrumem mais um emprego.

Suas rendas crescem, mas a alíquota do imposto de renda, o imposto predial da casa maior e outros impostos também crescem. Eles olham para aquele contracheque alto e se perguntam: para onde todo esse dinheiro vai?

O feliz casal está agora preso na armadilha da “Corrida dos Ratos” pelo resto de seus dias. Eles trabalham para os donos da empresa aonde trabalham, para o governo, quando pagam o impostos, e para o banco, quando pagam cartões de crédito e financiamentos. Trabalham e trabalham, mas não saem do lugar. Esta é a “Corrida dos Ratos”. (trecho adaptado do livro “Pai Rico, Pai Pobre”)

Se você se identificou com algum trecho desta história e deseja mudar, sair da “Corrida dos Ratos”, é preciso adquirir proficiência financeira: a maioria das pessoas passa anos na escola e nunca aprende nada sobre dinheiro. O livro “Pai Rico, Pai Pobre” é o seu primeiro passo para sair da “Corrida dos Ratos”.


Capa do Livro “Pai Rico, Pai Pobre” da Editora Campus.

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Por que o título “Pai Rico, Pai Pobre”?

Narrado em primeira pessoa na maior parte do tempo, o livro “Pai Rico, Pai Pobre” conta a história do próprio autor: Robert Kiyosaki.

Ele nasceu no Havaí nos anos 50. Aos 9 anos foi vítima de um choque econômico-cultural respeitável. Seu ‘pai pobre’ (o pai biológico, um professor universitário) o estimulava a seguir caminhos conhecidos. Estudar muito, tirar boas notas, conseguir um bom emprego numa grande corporação e garantir segurança.

Seu ‘pai rico’ (na verdade o pai de seu melhor amigo) era o oposto. Um homem sem formação acadêmica, sem cultura formal, rude e básico. No entanto, com um profundo tino para os negócios, ensinou ao jovem Kiyosaki as regras de funcionamento do dinheiro. Seguindo os conselhos do ‘pai rico’, hoje Kiyosaki é milionário. (trecho adaptado da Revista Exame).

Como o Livro é dividido?

O livro é composto de 10 capítulos. São eles:

Lições

Capítulo Um: Pai rico, pai pobre
Capítulo Dois: Lição 1 – Os ricos não trabalham pelo dinheiro
Capítulo Três: Lição 2 – Para que alfabetização financeira?
Capítulo Quatro: Lição 3 – Cuide de seus negócios
Capítulo Cinco: Lição 4 – A história dos Impostos
Capítulo Seis: Lição 5 – Os ricos inventam dinheiro
Capítulo Sete: Lição 6 – Trabalhe para aprender, não trabalhe pelo dinheiro

Início

Capítulo Oito: Como superar obstáculos
Capítulo Nove: Em ação
Capítulo Dez: Ainda quer mais?
Conclusão: Como pagar a faculdade dos filhos com apenas US$ 7.000

Resumindo, por que ler “Pai Rico, Pai Pobre”?
  • É o ponto de partida para quem quer controlar o seu futuro financeiro.
  • Não é um livro comum sobre dinheiro.
  • A leitura é fácil e divertida.
  • É um best-seller nas listas de livros mais vendidos do Wall Street Journal, New York Times, Business Week.
  • No Brasil, já vendeu mais de 200 mil exemplares.

Sobre este texto: uma Garantia

Sou formado em administração de empresas e um entusiasta do livro “Pai Rico, Pai Pobre”. O livro teve impacto significativo nas minhas escolhas profissionais. Sempre recomendo o livro para amigos, colegas e conhecidos.

É muito recompensador ouvir dos mesmos amigos, colegas e conhecidos para quem indiquei o livro uma mensagem de agradecimento, contando que o livro trouxe influências positivas nas suas respectivas decisões sobre dinheiro. Por esse motivo, resolvi escrever este texto e criar o site AmigoRico. Acredito que assim será possível indicar o livro para um número expressivamente maior de pessoas.

Marcelo Junqueira Angulo, marcelo.angulo@amigorico.org

O que eu devo fazer para começar?

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Leia mais sobre cada um dos livros da coleção Pai Rico Pai Pobre:

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Conheça também outros livros indicados por Robert Kiyosaki, autor da série ‘Pai Rico, Pai Pobre’.

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O conteúdo desta página foi escrito por Marcelo Junqueira Angulo, criador do site AmigoRico.Org.