Alta dos juros, duas visões

Apenas um recorte do jornal Correio do Povo de hoje, com duas visões sobre a decisão do Copom de aumentar a taxa Selic.

Aproveito para lembrar quem deseja investir em imóveis usando os consórcios que há diversos textos explicativos sobre o assunto nos sites:

http://www.investimentoemconsorcio.com.br

http://www.investimentoemimovel.com.br

http://www.megacombo.com.br

Guia Marcelo Dourado de como cuidar do seu dinheiro

Caro Marcelo,

Começo esta pequena carta te dando os parabéns pela vitória no BBB. O que conseguiste é resultado do excelente aproveitamento de algumas das características dos grandes empreendedores, a citar: a sorte, o senso de oportunidade, a análise dos erros do passado e a busca pelo aperfeiçoamento pessoal. Mostraste a todo o Brasil a força de um guerreiro.

Haverá pessoas que não concordarão com algumas das tuas opiniões sobre a vida e sobre as pessoas. Mantém a força no que acredita, mas sempre olha para os lados para verificar se o mundo já mudou e esqueceste de acompanhar, ou se, pior que isto, mudaste junto, mas não estás conseguindo transmitir o que sentes de forma efetiva.

Deixando o passado para trás, gostaria de tratar de um assunto que me é muito próximo: como lidar com o dinheiro. Tu já deves ter lido em tudo quanto é lugar que a maioria das pessoas que ganham prêmios em dinheiro costumam perder tudo em poucos anos. Certamente acompanhaste teus outros companheiros ganhadores do Big Brother e viste que a maioria não soube muito bem como lidar com o prêmio de maneira efetiva, de maneira a resolver para sempre suas vidas. Não gostaria que isto acontecesse contigo, nem com ninguém, então continuo minhas reflexões nas próximas linhas.

As lições sobre como cuidar do nosso dinheiro são simples, o problema é que somos humanos, e como tais, emocionais demais. Então a primeira grande lição é aprender a controlar nossa emoção ao tratar de dinheiro. A vontade de ajudar as pessoas próximas é nobre, mas não podemos deixar que esta emoção nos faça as ajudar da maneira mais rápida e mais simples, porque esta, normalmente, é a menos efetiva. Já li por aí que queres ajudar tua família, dar uma casa para tua mãe, etc. Acredito que devas fazer o que tem vontade, mas de maneira que não te coloque em situação precária no futuro.

Primeira lição: saber a diferença entre ativos e passivos.

Um contador formal iria se arrepiar lendo isto, mas para definir ativos e passivos irei utilizar as palavras do Robert Kiyosaki, escritor famoso internacionalmente pela série de livros “Pai Rico, Pai Pobre”. Ele diz que ativo é tudo aquilo que coloca dinheiro em teu bolso. E passivo, tudo aquilo que tira dinheiro do teu bolso.

Se tens um apartamento que esteja alugado, este apartamento é um ativo. Se tens uma aplicação bancária ou uma caderneta de poupança que renda juros, isto também é um ativo. Se és sócio de uma empresa que te paga dividendos trimestrais ou mesmo anuais, esta participação na empresa é um ativo.

Se tens um apartamento para morar, um apartamento onde precisas pagar condomínio, IPTU, gás, luz, limpeza, este apartamento é um passivo. Se tens um carro que precisa de seguro, manutenção, gasolina, IPVA, este também é um passivo.

A questão aqui não é deixar de ter o que tu gostaria de ter, muito pelo contrário. O ponto central de compreender a diferença entre ativos e passivos é justamente nos permitir obter o máximo de resultados a partir do que temos. Vou dar um exemplo rápido: imagina que tens R$ 80.000 no banco e queres comprar um carro. Como tu farias para comprá-lo?

Muitas pessoas, ao serem confrontadas com a pergunta acima, comprariam o carro a vista, argumentando que assim não pagariam juros. Os juros são irrelevantes para a questão, é preciso dar um passo além no pensamento. O importante não é evitar os juros, o importante é não sermos nós a pagarmos os mesmos.

Supondo que tu compres o carro a vista, o que acontecerá daqui há cinco anos? Tu terás um carro que gostaria de trocar, mas ele não vale mais os R$ 80.000 que custou, vale menos da metade. E para trocar por um novo, precisarás gastar dinheiro novo, ou seja, tiveste que guardar dinheiro ao longo destes cinco anos para poder trocar de carro.

Com os R$ 80.000 em dinheiro, não compraria um carro, compraria um apartamento para alugar. E com o dinheiro recebido mensalmente de aluguel, compraria o carro, parcelado. Quem pagará meu carro e os juros do financiamento do mesmo, será o inquilino deste meu apartamento. E mais, daqui alguns anos, quando meu carro estiver quitado, eu poderei vendê-lo e usar o dinheiro recebido para dar de entrada em um novo, que terá o restante pago novamente pelo inquilino do apartamento que comprei. Com o valor de apenas um carro, posso ter carro novo pelo resto da vida, além de um imóvel de minha propriedade.

O apartamento para alugar é um ativo, gera renda mensal para ti. O carro é um passivo, tem custos para manter. O maior segredo para manter tua riqueza ao longo dos anos, é sempre procurar um ativo que te permita adquirir os passivos que desejas sem precisar se desfazer do teu dinheiro. Isto é uma pequena introdução ao conceito de fluxo de caixa.

Como hoje é sábado, véspera de Páscoa, acabei de voltar da minha caminhada matinal e dentro de uma hora vou almoçar com a família da minha esposa, termino esta carta por aqui para poder ir tomar um banho e sair. Dentro de alguns dias escrevo novamente, ampliando esta discussão.

Um grande abraço deste amigo gaúcho.

FGTS pode ser usado para amortizar prestações do consórcio imobiliário

Excelente notícia para quem desejava quitar seu imóvel adquirido através dos consórcios, a partir de amanhã o FGTS poderá ser utilizado para quitar ou amortizar o saldo devedor dos consorciados.

Leia a notícia completa e as regras para obter este benefício no site da Megacombo.

Lucro na venda ou patrimônio e renda?

Hoje recebi um email que mereceu uma resposta pública, pois notei que podia ajudar mais pessoas a tomar a decisão mais lucrativa a longo prazo. Aproveitei então para escrever o primeiro tópico de discussão no meu mais novo projeto, a Sociedade do Imóvel. Este é um pré-lançamento, já temos um logotipo, mas não temos ainda o cabeçalho do site. Os textos iniciais estão saindo do forno, esta semana publicarei um artigo detalhando um dos meus mais novos investimentos em imóveis na planta.

Sem mais delongas, leia minha resposta para a questão: é melhor vender a carta de consórcio com lucro ou investir o crédito contemplado em imóveis?

Porque eu defendo o investimento em consórcios

Ontem recebi email de um leitor dos meus sites e artigos. Estava interessado no investimento em consórcios, mas com algumas dúvidas, suscitadas por informações aparentemente contraditórias que leu em uma revista. Reproduzo abaixo o email, sem identificar o autor, e minha resposta para o mesmo. Acredito que esta tenha sido a melhor resposta que poderia dar a todos que tentam buscar algum objetivo obscuro ao fato de eu explicar esse investimento com tanto desprendimento, “oferecendo o ouro ao bandido”.

Sent: Monday, June 29, 2009 9:50 PM
Subject: Investimento em Consórcios

Boa noite,

Estava navegando pela internet, e me deparei com alguns artigos seus. Como tenho bastante interesse em investimentos, entrei no site http://www.investimentoemconsorcio.com.br, onde fiquei muito interessado.

Tenho muitas dúvidas, como muitas pessoas em qual é o investimento mais adequado, etc, etc, e estou lendo e pesquisando bastante, antes de começar um. Como recentemente mudei de emprego, cidade e tive que me sustentar sozinho, não consegui reservar dinheiro para investimentos, mas hoje vejo que é ponto chave para começar um, pois tenho 26 anos, e agora consegui um emprego onde consigo me sustentar e ter uma reserva todo mês.

Li em seus artigos, onde defende que o investimentos em consórcios é bom negócio, que traz bons retornos e tal, gostaria de saber se este consórcio é como outro consórcio imobiliário qualquer, pois andei lendo sobre o consórcio em imóveis, e alegavam que este não era um bom negócio, pela demora em tirar o bem, se não sorteado, etc. Na edição na Você SA deste mês também fala sobre isto.

Gostaria de saber porque defende tanto este investimento em consórcio?

Agradeço.

Oi Diego,

Eu não defendo o investimento em consórcio. Eu invisto pessoalmente em consórcios, da maneira que explico no site http://www.investimentoemconsorcio.com.br

Invisto pessoalmente em consórcios desde abril de 2002. Na época em que a Bovespa teve suas maiores altas, eu investia em consórcios. No final do período de altas da Bovespa, fiz uma planilha comparando os meus pagamentos mensais do consórcio e simulei um investimento em ações (índice Bovespa) com os mesmos valores mensais durante todo o período. Mesmo tendo sido a maior época de alta da Bovespa nas últimas décadas, meus investimentos em consórcio renderam 30% a mais. Isto sem acrescentar nestes cálculos os juros da renda fixa intermediária onde deixava os lucros obtidos com as contemplações das cartas de crédito.

Publiquei aqui no Moeda Corrente, em 2003, um artigo explicando o que fazia, como investia. Este artigo serviu de base para o site explicativo que citei acima. Nos meses seguintes, muita gente se interessou pelo artigo, pelo investimento, e resolveu fazer o mesmo que eu vinha fazendo. Me pediam orientação e eu orientava. Não ganhava nada por isso, mas também não me custava nada. Além do mais, estava fazendo novos amigos com interesses em comum, amigos interessados em investir e fazer crescer seu patrimônio. Amigos que no futuro poderiam ser parceiros em investimentos maiores.

Em 2005, depois de ter indicado dezenas de clientes para a Rodobens, a administradora que cuida dos meus consórcios pessoais, fui convidado por eles a ser representante de seus consórcios. Desta maneira, receberia uma pequena comissão por cada indicação que fizesse. Como ganhar dinheiro sempre é bom, abri uma empresa, a Megacombo, e continuei orientando as pessoas neste investimento da mesma forma que fazia antes. Passei a receber por algo que eu já fazia de graça, o que sempre é legal.

Ao longo destes anos, tenho meus resultados pessoais e também o resultado de muitos desses amigos para ajudar nos exemplos de lucro possíveis que descrevo nos artigos. Não tento convencer ninguém a investir em consórcios, isso é uma decisão pessoal de cada um. O que faço, isso sim, é ser transparente no que faço, é contar meus segredos de investimento sem medo de ser imitado. Vivo em um mundo onde há dinheiro para todos, logo, ajudar outras pessoas a ganhar mais não fará com que eu ganhe menos. Pelo contrário, ajudar outras pessoas a ganhar mais me aproximará de pessoas com os mesmos objetivos que eu, construção de patrimônio para uma vida melhor e um futuro mais seguro. E como já escrevi antes, junto dessas pessoas de pensamento semelhante, surgem oportunidades de investimentos maiores, investimentos que provavelmente não conseguiríamos fazer sozinhos.

Tudo isso deu tão certo para mim, que no início de 2008 vendi minha empresa de internet e passei a dedicar todo meu tempo livre a escrever artigos sobre finanças pessoais, investimentos criativos como são os investimentos em consórcios, artigos sobre atitude empreendedora e pensamento positivo, sempre lembrando que apenas o pensamento positivo não leva a nada se não for seguido de uma ação positiva para chegarmos a um resultado efetivo.

O que outros artigos ou revistas falam sobre os consórcios provavelmente tenha seu lado da verdade, mas falam apenas de algumas situações específicas, bem diferentes das situações que eu descrevo. Se tu me perguntares se o consórcio é uma boa forma de adquirir um imóvel imediatamente, sem ter nenhum valor para dar de entrada, minha resposta será que não, porque realmente não é. Em outras situações, poderia ser. Agora, dizer que consórcio não é investimento, baseado em achismos, simplesmente não me atinge, pois sei, na prática, que funciona e funciona absolutamente bem.

Hoje em dia, acompanho amigos investindo na construção de imóveis, investindo em salas comerciais onde o aluguel paga o restante das prestações de suas cotas de consórcio, amigos que adquiriram a casa própria de maneira muito mais barata do que se tivessem optado por um financiamento, amigos que mudam para um apartamento maior com muita facilidade por usar o consórcio para alavancar a compra do novo usando o valor da venda do antigo como entrada em uma carta já contemplada. Acompanho amigos que se juntam para construir pequenos prédios, que não poderiam atingir se não tivessem sido apresentados por meio desta rede de investidores que se forma ao meu redor.

O investimento em consórcios é apenas a porta de entrada para um mundo muito maior de investimentos, mas como todo caminho, tem um princípio, um aprendizado inicial, uma etapa de preparação para investimentos maiores. Não podemos construir um prédio sem a experiência de construir uma casinha. Há degraus para subirmos na escada dos investimentos com segurança. Ao mesmo tempo, não devemos nos preocupar com esses degraus que devemos subir. Construir e vender uma casa gera um lucro percentualmente semelhante a construir e vender um prédio inteiro. A diferença está na escala de valores, o investidor que constrói um prédio teria que construir centenas de casinhas para dar vazão ao seu capital. Então esta escada que subimos é o processo natural do nosso crescimento como investidores.

Como escrevi no início, não defendo o investimento em consórcios. Eu apenas explico a forma como invisto pessoalmente e os resultados que tenho obtido. Se esta explicação faz sentido para ti, se consegue entendê-la, e se tiver interesse em investir desta maneira, coloco minha experiência à disposição para te ajudar a investir da mesma maneira.

Para iniciar o investimento em consórcios basta seguir as orientações em http://www.megacombo.com.br/como-investir

Abraço,
Fabricio.

Como ganhar mais dinheiro e conhecimento com o Efeito Medici.

Hoje, respondendo a um email, meu cérebro fez um click diferente e comecei a escrever um monte de coisas aparentemente desconexas mas que no final, fizeram todo o sentido. Pelo menos para mim.

Resolvi relatar isso aqui, em parte porque se deixasse perdido na minha caixa de “Itens Enviados”, ficaria lá, no limbo. E em parte porque alguém mais pode se beneficiar das descobertas que fiz. Resumidamente se trata de aprendermos com as experiências dos outros e de ajudarmos os outros sem esperar retorno, pois com certeza ele virá de formas que nunca poderíamos imaginar.

A história da criação da Megacombo, minha empresa para a venda de consórcios é meio reflexo disso. O que fiz foi simplesmente expandir meu investimento pessoal em consórcios divulgando o que fazia e ajudando outras pessoas a ganhar dinheiro da mesma forma que eu estava ganhando. E ao fazer meus movimentos no tabuleiro, mover junto todas as peças dos amigos que resolveram investir da mesma forma que eu.

Agradeci ao Gabriel por ter enviado o email que originou este assunto. Ele simplesmente pedia informações sobre o investimento em consórcios, mas fez isso de forma impessoal, mandando um email para megacombo (a) megacombo.com.br e não para meu email pessoal fabricio (a) megacombo.com.br, e escrevendo que descobriu o site lendo um artigo “do Fabrício”, sem saber que a Megacombo é uma empresa de um homem só 🙂

Por conta disto, achei que seria legal da minha parte me apresentar direito, apresentar a Megacombo, explicar que nas outras empresas que tenho participação, tenho sócios, funcionários, parceiros diversos, mas na Megacombo sou apenas eu. Na verdade, não sou apenas eu. Foi o que iria tentar explicar. Sou eu, mais o conhecimento coletivo de todos que entram para este meu mundo particular.

Por exemplo, um amigo de Minas Gerais contemplou uma carta e com ela, adquiriu uma unidade em um flat da região. Me mandou um email falando disso, dando detalhes do que havia feito e de como estava ganhando com isso. Aqui em Porto Alegre, conversei com outro amigo sobre esse assunto. Ele gostou e arquivou a informação dentro da cabeça dele. Uns meses depois, surgiu uma proposta de aquisição de um flat para esse meu amigo. Coincidência? Pode ser. Prefiro chamar de sincronia. De toda forma, boa parte do conhecimento de como funcionaria este investimento já tinha sido mastigado no cérebro deste meu amigo. Isso permitiu um grande atalho entre o tempo de receber a proposta, analisar e finalmente partir para a ação e adquirir este flat. Então hoje, tenho dois amigos ganhando dinheiro com a integração de consórcios e flats. E se mais algum cliente meu pensar nisso, tenho as informações e posso fazer as conexões necessárias entre as pessoas.

Li ontem sobre o Efeito Medici no Copyblogger, deixo o link original para quem se interessar e já proveito para sugerir a leitura dos posts que ele indica no primeiro parágrafo:

http://www.copyblogger.com/medici-effect/

Para quem não sabe inglês ou não quer ir lá ler o original agora, um pequeno resumo é que entre os séculos 13 e 17 a familia Medici patrocinou uma série de pessoas de diferentes locais, habilidades e culturas a se juntar em Florença e entrar em contato umas com as outras, trocar idéias e colaborar entre sí. A interseção de todos esses conceitos e histórias pessoais diversas foi o que permitiu o surgimento do Renascimento, uma das eras mais inovadoras da humanidade.

Então pensando em tudo isso, me dei conta do que faço em relação ao investimento em consórcio. E como aprendo com isso de formas impossíveis de aprender se não fizesse da forma como faço. Vamos ver se consigo explicar de forma mais clara…

É como se eu fosse um enxadrista, jogando diversas partidas simultâneas com diversos adversários simultâneos. A cada movimento de cada adversário, tenho que analisar as possíveis consequências futuras dos meus movimentos em cada tabuleiro. Com o avançar das partidas, o fato de estar jogando as diversas partidas faz com que pequenos desvios ocorridos no início de uma partida qualquer não ocorram em momentos mais avançados de outras partidas. O aprendizado antecipado das consequências em um momento menos crítico em outra partida, evita o erro em um momento mais avançado de outra. Consegui ser claro?

Cuidando dos meus investimentos pessoais, aprendo apenas com meus movimentos e minhas informações. Cuidando dos investimentos de dezenas ou centenas de outras pessoas e analisando os números, situações de vida, momentos pessoais, mercado da cidade de cada um, opções de compra e venda diversas, consigo misturar tudo isso e ajudar uns e outros com o resultado conjunto de todas as variáveis disponíveis, sem depender apenas das variáveis de conhecimento específicas de cada caso. Consigo antecipar possíveis problemas antes que eles efetivamente se tornem problemas, porque tenho o histórico de outros que me permite relacionar ações anteriores com resultados posteriores.

Então me desculpei com o Gabriel, porque tudo isso não tinha nada a ver com o motivo pelo qual ele me escreveu, que era simplesmente começar a investir em consórcios ou investir em imóveis através dos consórcios. E pedi que ele tratasse de tudo isso como se estivessemos conversando numa cafeteria e de repente eu pedisse licença por um minuto e começasse a escrever alucinadamente em uma pilha de guardanapos (não seriam guardanapos, quase sempre tenho um bloco de notas comigo).

E então, me acompanha neste café?

Como investir em imóveis mais rápido do que você acredita ser possível

Já pensou em se tornar um investidor imobiliário? Possuir um ou mais imóveis que lhe rendam dinheiro todos os meses? Isso não só é possível, como também é muito fácil.

Quinta-feira passada publiquei um artigo na Revista Papo de Homem explicando passo a passo qual a melhor maneira de investir em imóveis. Clique aqui para ler o artigo e começar já seus investimentos. Leia também os comentários, há boas perguntas, todas devidamente respondidas.

Promoção de Independência

Mensagem rápida para que ninguém perca esta oportunidade.

A Megacombo está realizando este mês a grande promoção de independência. Saiba mais acessando diretamente o site http://www.megacombo.com.br/.

Se você estava pensando em começar a investir utilizando os consórcios, com certeza irá adorar esta promoção.

Palestra “Construção de Patrimônio” disponível na internet

Segunda-feira, dia 2 de junho, ministrei uma palestra sobre independência financeira e construção de patrimônio no 60º Encontro do Clube de Empreendedores.

Resolvi disponibilizar os slides da apresentação e também o texto da palestra para quem não pôde estar presente. Nesta palestra você verá:

  • Alguns desafios que temos que superar para alcançar o sucesso financeiro
  • Mitos sobre o processo de enriquecimento
  • Fórmula simples para construir um grande patrimônio mesmo ganhando pouco dinheiro por mês
  • Importância de conhecermos nossas necessidades pessoais e como isso nos ajuda a definir nossas prioridades e manter nosso foco no sucesso financeiro
  • Exemplo prático, passo a passo, de como conseguir alcançar a independência financeira em poucos anos

Veja a palestra hoje mesmo, sem custos, clicando no link a seguir: Palestra Construção de Patrimônio.

Resumo do Meu Plano de Investimentos

Os amigos costumam me perguntar sobre meu plano de investimentos, que tipos de coisa eu gosto ou não, como escolho onde investir e os motivos dessas escolhas. Resolvi então escrever um pequeno artigo explicando como essas coisas funcionam na minha cabeça.

Moro em Porto Alegre, RS. Minha vida é tranquila. Gosto de coisas simples. Gosto de estar com minha família, ler um bom livro, escutar uma boa música. Gosto de passear e viajar. Viajo bastante de carro, adoro uma estrada. Quando tinha a Harley fazia diversos passeios mais curtos. De carro posso aumentar um pouco as distâncias. Tenho minhas próprias empresas, logo, trabalho com o que gosto. A Openweb é uma empresa especializada em Servidores Linux e Hospedagem de Sites. A Megacombo é uma representação da Administradora de Consórcios Rodobens. Nas horas livres costumo escrever aqui no Moeda Corrente, tentando ajudar outras pessoas a alcançar a independência financeira.

A Megacombo nasceu a partir dos meus investimentos pessoais em consórcio. Deu tão certo que escrevi um artigo explicando o que fazia na época (e continuo fazendo hoje) e muitos amigos escreveram querendo fazer o mesmo. Com a quantidade de gente que indiquei para a Rodobens me convidaram para ser representante deles. Adorei a idéia, pois sendo representante eu teria acesso a mais informações e com essas, poderia fazer melhores escolhas para meus investimentos.

Meu plano de investimentos é relativamente simples. Acredito que a simplicidade nos leva a boas escolhas. Não acredito em investir em coisas que eu não compreendo. Todo o dinheiro que ganho é alocado seguindo alguns poucos princípios básicos. Quando eu respeito esses princípios as coisas vão bem. Quando extrapolo (não sou perfeito), esses deslizes costumam cobrar seu preço.

O plano visa me dar as coisas que preciso, nesta ordem:

  • Segurança
  • Tranquilidade
  • Conforto
  • Luxo

Segurança

A segurança é essencial e bastante abrangente. Mas o mais importante é estarmos aqui para poder usufruir de todo o resto. Então a primeira coisa que faço é garantir a saúde física e financeira da família. Essa questão foi relativamente simples de resolver e não exigiu nenhum investimento direto até agora pois tanto eu como minha esposa temos a sorte de contar com os planos de saúde de nossos pais. É uma benção poder contar com isso e saber que as coisas estarão sob controle caso apareçam nuvens negras.

Outra coisa que está sempre presente em relação a segurança, são os seguros propriamente ditos. Atualmente não possuo seguro de vida direto. Digo isso porque possuo seguro de vida indiretamente. Meus consórcios possuem um seguro integrado, garantindo a quitação das cartas caso ocorra o pior. Além disso posso contar com os seguros de vida automáticos do cartão de crédito, quando usado para comprar passagens aéreas.

Quando nascerem meus filhos, tenho que reavaliar essa questão toda. O objetivo será desenhar um seguro eficiente que garanta a educação deles até o final da faculdade.

Lembrando que o melhor seguro que existe sempre é aquele que a gente não precisa usar.

Tranquilidade

A tranquilidade pode ser confundida com a segurança, mas são coisas diferentes. A tranquilidade significa não passar por apertos desnecessários. Significa possuir uma reserva financeira suficiente para cobrir alguns meses ou anos de vida, mesmo que deixemos de ganhar dinheiro com nosso trabalho. Alguns se sentem confortáveis tendo o equivalente a três meses de salário na poupança, outros precisam do equivalente a 12 meses para se sentir seguros. Outros precisam de ainda mais. O importante é o auto-conhecimento. É saber das nossas capacidades de gerar renda e quanto tempo levamos para nos levantar no caso de uma queda. Essas quedas podem ser uma demissão para quem é empregado, uma baixa do mercado para quem é autônomo ou uma falência para quem é empresário.

Pessoalmente um número que me agrada é três anos de reserva para manter o padrão de vida atual. Cada um sabe o quanto seu sapato aperta.

Conforto

Conforto implica em coisas que gostamos de ter e que depois de as ter não queremos abrir mão. Pode ser, por exemplo, uma viagem para o Nordeste todo ano, um carro com ar-condicionado… São os aumentos no nosso padrão de vida. É um apartamento maior, é um sofá novo, é uma TV Plasma ou LCD.

O conforto vem depois da tranquilidade na minha cabeça. Então não tem sentido para mim, trocar de carro ou apartamento caso precise utilizar a reserva de tranquilidade descrita acima para isso. E ainda tenho a sorte de ter casado bem, pois minha esposa compartilha comigo dessa idéia.

Ou seja, tendo a segurança e tranquilidade garantidas, o que ganho pode ser dividido para adquirir mais conforto e luxo. Quando então passamos para a última necessidade…

Luxo

O luxo é relativo ao padrão de vida de uma pessoa. Conheço pessoas que ganham dinheiro suficiente para digirir BMW e Harley-Davidson, totalmente quitadas. E conheço pessoas que fazem o mesmo financiando esses sonhos. Para os primeiros isso não é luxo, é conforto. Para os outros é luxo. Não sou contra as pessoas fazerem esforços extras para alcançar seus luxos. Mas não compreendo que as pessoas façam isso antes de garantir o essencial. Mas como eu escrevi antes, esse é apenas o meu pensamento, cada um é livre para ter o seu.

Então passamos ao que interessa:

Plano de Investimento Básico Para Uma Vida Completa

Viver em um padrão compatível com a receita mensal. Isso significa viver com no máximo 70% do que ganhamos. Podemos estar em diferentes momentos da vida, então vou listar algumas das possibilidades:

Sem reserva e com dívidas
Dos 30% que sobram mensalmente (tem que sobrar, se não sobra é porque estamos vivendo acima do padrão que podemos viver), 10% vão para construir o fundo de tranquilidade e os 20% restantes vão para quitar as dívidas. Simples assim.

Com reserva e com dívidas
Todos os 30% são usados para pagar as dívidas. Não se toca na reserva de tranquilidade. E não se faz mais dívidas, obviamente.

Sem reserva e sem dívidas
Usamos os 10% para construir a reserva de tranquilidade e os 20% restantes podem ser usados de duas maneiras: todos 20% investidos em algo que nos permita aumentar o padrão de vida, por exemplo, um curso de especialização ou um consórcio que irá se transformar em um imóvel que gera renda mensal ou então dividir isso de vez em quando e se presentear com algum luxo, usando 10% para isso. Outra coisa que pode ser feita é usar os 20% para acelerar a construção da reserva de tranquilidade. Mas prefiro a primeira alternativa, pois constrói valor de longa duração.

Com reserva e sem dívidas
Essa é a melhor situação. Usamos 10% para coisas que aumentem nosso padrão de vida. Isso não significa usar esse dinheiro para comprar um carro melhor e sim investir em algo que nos permita ganhar mais dinheiro todos os meses. Pode ser um curso, pode ser um fundo de investimentos, pode ser um imóvel. Algumas pessoas podem querer investir em um negócio de tempo parcial. Vale tudo, desde que observemos o objetivo de aumentar a renda.

Os 20% restantes podem então ser usados junto com os 10% anteriores, pode ser usado para aumentar nosso conforto, ou pode nos permitir adquirir algum luxo. O importante é o equilíbrio. De nada adianta juntar dinheiro indefinidamente se não for para usar nas coisas que nos dão prazer.

E finalmente, com o plano básico traçado, explico onde eu invisto, lembrando os percentuais acima são os valores mínimos. Então se alguém consegue viver bem com 50% do que ganha e dividir os 50% restantes nas outras categorias, fique a vontade. O que não funciona é fazer financiamento e se iludir achando que porque consegue pagar as prestações está vivendo de acordo com seu padrão. Use uma parte dos 30% para pagar esses luxos extras. No meu caso, vivo com aproximadamente 50% do que ganho. O resto, divido em aumentar o patrimônio (e consequentemente o fluxo de caixa), melhorar o padrão de vida e dar alguns luxos e presentes para minha esposa e eu.

Os 50% que sobram todo mês e alguns extras que ganho com negócios esporádicos são divididos entre investimentos para aumentar o patrimônio, investimentos para aumentar o fluxo de caixa mensal e luxos e confortos como viagens ou presentes. Da parte que vai para investimentos, quase tudo vai para pagar os consórcios que tenho em andamento. O objetivo disso é construir patrimônio para dar um grande salto no padrão de vida daqui a 10 anos. Poderia viver atualmente nesse padrão de vida melhorado mas se fizesse isso, daqui a 10 anos teria que continuar trabalhando tanto quanto hoje. Meu objetivo é daqui a 10 anos dar o salto no padrão de vida e ao mesmo tempo diminuir drasticamente a necessidade de trabalhar. O pouco que sobra, invisto em renda fixa e um pouquinho menos em ações. Quando a bolsa despencar, aumento a quantia que dedico às ações. O segredo é comprar na baixa e vender na alta.

A medida que as cartas de consórcio forem contemplando, vou adquirindo imóveis para alugar e deixando que os aluguéis paguem as prestações restantes. Com isso posso fazer novas cartas que serão pagas com o valor que antes pagava a carta que agora foi contemplada. Em 12 anos terei, com certeza, todas as cartas atuais já quitadas e transformadas em imóveis. Com a renda que isso irá me gerar, atinjo meu objetivo inicial de poder parar de trabalhar. Como só trabalho com o que gosto, não irei parar totalmente, então estarei ganhando mais do que ganho hoje e trabalhando bem menos.

É simples assim. Sei o que quero, sei o tempo que vai levar e não deixo de viver bem enquanto vou construindo isso tudo. Meu objetivo em descrever isso é ajudar quem lê este artigo a fazer o mesmo. Realmente acredito que os consórcios podem nos ajudar a encurtar o tempo necessário para atingir nossos objetivos. Se quiser seguir este plano, estou a disposição para ajudar. Acesse o site www.megacombo.com.br e entre em contato.