O gato no mosteiro

Um gato apareceu no mosteiro durante a meditação de fim de tarde. Subia nas pessoas e esfregava-se nas pernas delas, distraindo todo o grupo. Passou a fazer isso todos os dias, e alguém precisava interromper a meditação para tirar o gato dalí. Como ele sempre voltava, resolveram nomear um guardião para o gato. Sua função era cuidar para que o bicho não atrapalhasse a meditação.

Um dia, muitos anos depois, o gato morreu. Sabe qual foi a primeira atitude do guardião? Pedir dinheiro para ir à cidade comprar outro gato.

Observe: um dia foi preciso nomear um guardião para cuidar do gato. Agora comprariam um gato para manter um trabalho desnecessário. Ora, se não é mais preciso ter guardião, não se compra mais gato! O ex-guardião poderia ser utilizado em outras funções, como cuidar do jardim, da limpeza do mosteiro, da comida ou zelar pelos textos sagrados. Faria algo novo em vez de ficar aprisionado a um hábito.

As pessoas tem a ilusão de que a bola pode mudar de rumo mesmo que ninguém faça nada. Se não houver mudança, porém, o destino seguirá seu caminho e se realizará sem que nada lhe seja acrescentado.

Você precisa ser o dono do seu destino. A única condição é que precisa tomar esta decisão agora!

Duas escolhas

Jerry era um tipo de pessoa que vocês iriam adorar. Ele sempre estava de alto astral e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém perguntava a ele “Como vai você?”, ele respondia:

“MELHOR QUE ISSO SÓ DOIS DISSO”.

Ele era o único gerente de uma cadeia de restaurantes, porque todos os garçons seguiam o seu exemplo. A razão de os garçons seguirem Jerry era por causa de suas atitudes. Ele era naturalmente um motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Jerry prontamente estava lá, contando ao empregado como olhar o lado positivo da situação. Observando seu estilo, que realmente me deixava curioso, um dia eu perguntei para Jerry:

“Eu nao acredito, você não pode ser uma pessoa positiva o tempo todo… Como você consegue?”.

E ele respondeu:

“Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: Jerry, você tem duas escolhas hoje – escolher estar de alto astral ou escolher estar de baixo astral… Então eu escolho estar de alto astral. A todo momento acontece alguma coisa desagradável; eu posso escolher ser vítima da situação ou posso escolher aprender algo com isso. Eu escolho aprender algo com isso. Todo momento vem alguém reclamar da vida comigo; eu posso escolher aceitar a reclamação, ou posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa. Eu escolho apontar o lado positivo da vida.”

Então eu argumentei:

“Ah! certo. Mas não é tão fácil assim.”

“É fácil, sim!” Jerry disse… “A vida consiste em escolhas. Quando você tira todos os detalhes e enxuga a situação, o que sobra são escolhas, decisões a serem tomadas. Você escolhe como reagir ás situações. Você escolhe como as pessoas irão afetar o seu astral. Você escolhe estar feliz ou estar triste, calmo ou nervoso… Em suma: É escolha sua como você vive sua vida.”

Eu refleti no que Jerry disse. Algum tempo depois eu deixei o restaurante para abrir meu próprio negócio. Nós perdemos contato, mas freqüentemente pensava nele quando eu tomava a decisão de viver, ao invés de ficar reagindo às coisas.

Alguns anos mais tarde, eu ouvi dizer que Jerry havia feito algo que nunca se deve fazer quando se trata de restaurantes: ele deixou a porta dos fundos aberta e, conseqüentemente, foi rendido por três assaltantes armados. Enquanto ele tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo de nervoso, errou a combinação do cofre. Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram. Por sorte, Jerry foi encontrado relativamente rápido e foi levado às pressas para o pronto-socorro local. Depois de 18h de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Jerry foi liberado do hospital com alguns fragmentos de balas ainda em seu corpo.

Encontrei com Jerry seis meses depois do acidente. Quando eu perguntei “Como vai você?” ele respondeu: “Melhor que isso, só dois disso. Quer ver minhas cicatrizes?” Enquanto eu olhava as cicatrizes, perguntei o que passou pela mente dele quando os ladrões invadiram o restaurante.

“A primeira coisa que veio á minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos..” Ele respondeu. “Então, depois, quando eu estava baleado no chão, eu lembrei que tinha duas escolhas: eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Eu escolhi viver”.

Eu perguntei: “Você não ficou com medo? Você não perdeu os sentidos?” Jerry continuou: “Os paramédicos eram ótimos. Eles ficaram o tempo todo me dizendo que tudo ia dar certo, que tudo ia ficar bem. Mas, quando eles me levaram de maca para a sala de emergência e eu vi as expressões nos rostos dos médicos e enfermeiras, eu fiquei com medo. Nos seus olhos eu lia ‘Ele é um homem morto’. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa”.

“O que você fez?” eu perguntei. “Bem, havia uma enfermeira grande e forte me fazendo perguntas… Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa… ‘Sim’, eu respondi. Os médicos e enfermeiras pararam imediatamente esperando por minha resposta.. eu respirei fundo e respondi ‘Balas’. Enquanto eles riam eu disse: ‘Eu estou escolhendo viver. Me operem como se estivesse vivo, não morto’.

Jerry sobreviveu graças à experiência e habilidade dos médicos, mas também por causa de sua atitude espetacular. Eu aprendi com ele que todos os dias temos que escolher viver a vida em sua plenitude, viver por completo. Atitude, entretanto, é tudo.”

Você tem duas escolhas agora:

– Esquecer este texto ou

– Enviá-lo para uma pessoa que você goste

Acima de você

Se você colocar um falcão em um cercado com um metro quadrado e o deixar inteiramente aberto por cima, o pássaro, apesar de sua incrível habilidade de voar, será um prisioneiro absoluto. A razão é que um falcão sempre começa um vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, como é seu hábito, nem mesmo tentará voar, mas permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida em uma pequena cadeia sem nenhum teto.

O morcego, que voa através da noite, uma criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso completamente plano, tudo que consegue fazer é andar de forma confusa e, sem nenhuma dúvida, dolorosa, até que alcance alguma ligeira elevação de onde pode se jogar ao ar. Então, sai como um raio.

Um zangão se cair em um pote aberto, ficará lá até que morra, a menos que seja removido. Nunca vê os meios de fuga no alto, mas persiste em tentar encontrar saída de alguma maneira através dos lados próximos ao fundo. Procurará uma maneira onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente.

Da mesma forma, há muitas pessoas como o falcão, o morcego e a abelha. Se esforçam na luta contra todos os seus problemas e frustrações, não percebendo que a resposta certa está logo “acima” delas.

Tradução Sergio Barros
Desconheço o autor.

Sempre é possível

Certa lenda conta que estavam duas crianças patinando em cima de um lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam sem preocupação. De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água.

A outra criança vendo que seu amiguinho se afogava de baixo do gelo, pegou uma pedra e começou a golpear com todas as suas forças, conseguindo quebrá-lo e salvar seu amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:

– Como você conseguiu fazer isso? É impossível que você tenha quebrado o gelo com essa pedra e suas mãos tão pequenas!

Nesse instante apareceu um ancião e disse: – Eu sei como ele conseguiu.

Todos perguntaram: – Como?

O ancião respondeu:

– Não havia ninguém ao seu redor para dizer-lhe que ele não seria capaz.

Amar

Um esposo foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava sua esposa e que pensava em separar-se. O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhes apenas uma palavra:
– Ame-a. E logo se calou.
– Mas, já não sinto nada por ela!
– Ame-a, disse-lhe novamente o sábio.
E diante do desconcerto do senhor, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:

“Amar é uma decisão, não um sentimento;
Amar é dedicação e entrega.
Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor.
O amor é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas mas nem por isso abandone o seu jardim.
Ame seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire e compreenda-o. Isso é tudo. Ame!”

A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor, te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz ridículo.
A autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor…

Fabio Roberto Sbroion

Qual sua postura em relação à vida?

Era uma vez uma indústria de calçados aqui no Brasil que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus Consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro Mercado.

Depois de alguns dias de pesquisa, um dos Consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria: “Cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.”

Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu: “Tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos, ainda.”

MORAL DA HISTÓRIA:

A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos Consultores e uma fantástica oportunidade para outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes. A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:

“OS TRISTES ACHAM QUE O VENTO GEME;
OS ALEGRES, ACHAM QUE ELE CANTA”.

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida faz TODA a diferença.

Pense nisso!!!

O melhor é viver bastante

Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.

Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado.

Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da TV o seu guru e seu parceiro diário (Como pode 14 polegadas ocupar tanto espaço em uma vida?)

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o “preto no branco” e os “pingos nos is” a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos e soluços, corações aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.

Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior … do que simplesmente respirar!

Postura mental

Conta uma popular lenda do Oriente, que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e aproximando-se de um velho perguntou-lhe:

“Que tipo de pessoa vive neste lugar ?

“Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem ?” – perguntou por sua vez o ancião.

“Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – estou satisfeito de haver saído de lá.”

– A isso o velho replicou:

“A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.”

No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:

“Que tipo de pessoa vive por aqui ?”

– O velho respondeu com a mesma pergunta:

“Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem ?”

– O rapaz respondeu:

“Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. – Fiquei muito triste por ter de deixá-las”.

“O mesmo encontrará por aqui”- respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:

“Como é possível dar respostas tão diferente à mesma pergunta?

– Ao que o velho respondeu:

Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui.

Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui porque na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.

Infunda em si mesmo a idéia do sucesso.

O primeiro requisito essencial a todo homem para encontrar uma vida digna de ser vivida, é ter uma atitude mental positiva.

Homem suficiente para o trabalho

Este incidente se passou durante a primeira guerra americana, quando um oficial mandou seus soldados cortarem algumas árvores para fazerem uma ponte. Não havia homens suficientes, e o trabalho progredia muito lentamente. Um homem de aparência imponente, que estava passando a cavalo, falou com o oficial responsável quando este dava ordens aos subordinados, mas ele mesmo não fazia nada.

– Você não tem homens suficientes para o trabalho, não é?

– Não, senhor. Precisamos de ajuda.

– Por que você mesmo não põe mãos à obra? – perguntou o homem no cavalo.

– Eu, senhor? Por quê? Sou um cabo – respondeu o oficial, aparentemente ofendido com a sugestão.

– Ah, é verdade – respondeu o outro calmamente e, descendo do cavalo, pôs-se a trabalhar com os homens até estar concluído o serviço. Depois, montou novamente e, enquanto saía, falou para o oficial:

– Cabo, da próxima vez que tiver uma tarefa a cumprir e poucos homens para o serviço, avise ao comandante superior, e eu tornarei a vir.

Este era o general Washington.

A riqueza e o conhecimento

Era uma vez, num reino distante, um jovem que entrou numa floresta e disse ao seu mestre espiritual: “Quero possuir riqueza ilimitada para poder ajudar o mundo. Por favor, conte-me, qual é o segredo para se gerar abundância?”

O mestre espiritual respondeu: “Existem duas deusas que moram no coração dos seres humanos. Todos são profundamente apaixonados por essas entidades supremas. Mas elas estão envoltas num segredo que precisa ser revelado, e eu lhe contarei qual é.” Com um sorriso, ele prosseguiu:

“Embora você ame as duas deusas, deve dedicar maior atenção a uma delas, a deusa do Conhecimento, cujo nome é Sarasvati. Persiga-a, ame-a, dedique-se a ela. A outra deusa, chamada Lakshmi, é a da Riqueza. Quando você dá mais atenção a Sarasvati, Lakshmi, extremamente enciumada, faz de tudo para receber o seu afeto. Assim, quanto mais você busca a deusa do Conhecimento, mais a deusa da Riqueza quer se entregar a você. Ela o seguirá para onde for e jamais o abandonará. E a riqueza que você deseja será sua para sempre.”

Existe poder no conhecimento, no desejo e no espírito. E esse poder que habita em você é a chave para a criação da prosperidade.

–Deepak Chopra