Diário de viagem, Japão 2011, parte 2

Continuando o diário de viagem, que preciso escrever antes de esquecer detalhes interessantes (tantos são os detalhes interessantes)…

24/02/2011

Dormimos praticamente o dia todo, só acordando para o almoço. Fomos a um restaurante em Kameyama, Luciana/Marco, Sandraéli/Jean, Ingue/Eu. Era uma espécie de cumbuca de arroz sem sal com umas carnes em cima. Um pózinho de pimenta fraca fazia as vezes de sal, dando um gosto bastante bom ao arroz originalmente sem graça. Naturalmente comemos usando os hashis, os pauzinhos, o que  não é tão difícil assim, mesmo no caso do arroz.

25/02/2011

Acordo as 6h para dar conta de responder os emails do Brasil ainda no fim do dia anterior lá. Pela manhã não havia nenhuma conversa marcada, então consegui responder vários emails e adiantar alguns textos aqui para o site. De tarde conversamos com a Talita e o Tiago, que nos esperavam com sanduichinhos, chocolates e os mais diversos sabores diferentes de Pringles. Conhecemos o Subaru Legacy B4 com motor boxer bi-turbo do Tiago. A noite fomos jantar com a Meire e o Vitor. Nos levaram em um típico restaurante japonês, Saizeriya. Já no primeiro jantar fora, descobrimos que os japoneses gostam mesmo é de comida italiana. Com eles descobrimos também como acelerar um Nissan Skyline a 160Km/h com pneus para neve 🙂

Fomos dormir as 2h da madrugada.

26/02/2011

Dia corrido. Pela manhã, Dani e Fabio, nos aguardando com petiscos empanados, queijos e sucos. Conversamos não apenas sobre investimentos imobiliários, mas sobre o negócio de transportes e cargas. No almoço fomos a Suzuka com a Leticia e o Fabio, mais um típico restaurante japonês, Capricciosa 🙂

A noite, pizzas diversas com a Marô/Duda, Lucinéia/Diego. Fomos dormir as 3h da madrugada.

27/02/2011

Acordo as 7h da manhã. Manhã e tarde para dar conta dos emails no Brasil. A noite, Kelly e Rafael, com quem fomos, junto da Luciana e do Marco, em um típico restaurante chinês. Menção honrosa para a chinesa do caixa, nos agradecendo com um formidável “aligatô, sayonalá”. Depois da janta fomos a uma megaloja de TUDO imáginável. Desde pilhas, calcinhas travesseiros, ferramentas, comidas, tudo, tudo, tudo. Supermercado não descreve aquela loja. Prateleiras e mais prateleiras de tudo quanto é coisa, inclusive com mais coisas penduradas no teto, empilhadas no chão, brotando das paredes… Imagine a casa mais bagunçada que conseguir, com tudo espalhado por tudo que é lugar. Lá era mais bagunçado, com certeza. Voltamos para casa as 4h da madrugada, mas graças ao meu exagero nos camarões do jantar, acabei passando mal e só consegui dormir as 7h da manhã.

28/02/2011

Acordei (ou fui acordado pelo despertador) as 9h. Banho para acordar e lá fui, sem a Ingue desta vez, conversar com a Angela e o Yoshio e com a Fantini (que não estava presente) e o Anderson. Me esperavam com uma farta mesa de café da manhã, mas já havia comido antes de sair, então fiquei apenas no suco. Lá acabei provando dois sucos de verduras. Um era bom, o outro “dava para tomar”.

Saí de lá e cheguei já com o Jorge e a Gislaine esperando para nos levar para almoçar, junto com o Rodrigo, que estava sem a esposa Adriana por conta de uma mudança nos horários da fábrica. Ela teria que sair para o trabalho as 16h e achava que não daria tempo de conversar e chegar a tempo, no que estava certa, pois ficamos no restaurante 7h seguidas. Acredito que o pessoal lá pensou que iríamos ficar para o jantar. Não ficamos.

A noite, jantamos com a Elen e o Anderson, que nos esperavam em casa com um maravilhoso yakissoba feito por ele.

Depois da virada dos últimos dias, fomos dormir mais cedo, a 1h da madrugada.

01/03/2011

Acordei as 6h da manhã e comecei a responder os diversos emails atrasados do Brasil. As 9h chegam a Luciana e o Marco, avisando que nossa agenda para o dia estava liberada devido a uma série de mudanças nas equipes e turnos da fábrica. Parece que se esforçam lá para conseguir mudar as coisas sempre para o pior possível. Respondi diversos emails até a hora do almoço e depois deste deitamos um pouco e apagamos até o final da tarde. A noite, o Marco trabalharia em uma nova função e a Luciana ficaria de folga. Com ela como guia e eu como o único ser presente com carteira de motorista internacional, tive minha estréia dirigindo em mão inglesa! Tranquilo, nasci para isto 🙂

Fomos a uma megaloja de usados que apelidamos de “casa de adoção”, pois lá, encontramos as nossas filhas adotivas, três bonecas Blythe e uma Pullip. Junto com as bonecas, explico um novo modelo de negócio para a Luciana. No dia seguinte seria a vez do Marco conhecer as bonecas e o novo negócio que montarão através da internet. Fomos dormir as 4h da madrugada.

02/03/2011

Acordados desde as 6h. Nesta quarta-feira iríamos para Nagoya, mas com as trocas de turno e equipe tudo ficou bagunçado. Com o dia livre almoçamos pela primeira vez em um restaurante de sushi. Estava bom. Os pratos passavam numa esteira e íamos pegando o que queríamos comer.  Caso quisessemos algo diferenciado, um “trem-bala” trazia por uma linha superior à esteira. Depois disso fomos ao Jasco, o shopping em Suzuka. De lá, partimos para a KS, uma mega loja de eletrônicos. Vi uma câmera 3D da Fuji que era simplesmente incrível. Fotos 3D que podiam ser vistas diretamente na tela da câmera, sem óculos especiais. Inacreditável, impressionante mesmo! Voltamos para casa e fomos dormir a meia noite e meia.

03/03/2011

Acordo as 6h. Dani e Fabio nos pegam as 9h para ir a Nagoya. Passeio divertido no Castelo de Nagoya, construção de mais ou menos 1600 que pegou fogo e foi totalmente destruído, para ser novamente reconstruído na metade do século 20. De lá, fomos para Kamimaetsu, uma série de ruas cobertas com uma infinidade de lojas. Ou uma espécie de bairro comercial. Tinha de tudo, desde roupas, bolsas e acessórios, até eletrônicos e peças de computador, passando por brinquedos e bonecas, brechós, lojas de artigos esportivos e restaurantes. Divertidíssimo, principalmente porque aqui separamos os meninos das meninas 🙂

Nosso almoço foi um exagero de globalização e integração mundial. Estávamos em uma casa de Kebab grego, atendidos por um turco (realmente vindo da Turquia). O Fabio, um brasileiro de origem japonesa fez o pedido em japonês para o turco, que após concluir os detalhes do pedido largou um bom e totalmente compreensível “obrigadou”. Com um pouco de inglês descobrimos que ele estava alí há seis anos. E assim, com três línguas diferentes, aproximamos um pouquinho mais cada canto do planeta.

Fim do dia, fomos ao Parco, uma megaloja, estilo Galerias Lafayette ou Printemps de Paris. De lá, iríamos jantar no Marinos, outro restaurante italiano, mas desta vez, uma atendente daquelas que não desejo a ninguém nos fez sair de lá irritados com a falta de capacidade em atender. Fomos ao restaurante Outback de Nagoya, onde a boa sorte nos presenteou com uma garçonete que não tinha mais espaço na camisa para pendurar tantos broches de premiação por excelência no atendimento.

1h30 da manhã e já estávamos dormindo.

04/03/2011

Acordamos as 9h, descobrindo que nossa próxima conversa só seria as 11h. A Erika e o Cleiton nos pegaram em casa e fomos almoçar em Kameyama mesmo. Um restaurante que ainda não havíamos ido, mais frequentado por jovens japoneses, com diversos estudantes recém saídos da aula. Pelo comprimento mais longo das saias, notamos que as gurias eram mais novas. Mais tarde, já no final do nosso almoço, as gurias de saias mais curtas começavam a chegar. Aqui, quanto mais curta a saia, mais avançada é a série das estudantes.

No meio da tarde, com a Luciana e o Marco ainda dormindo para se preparar para o turno da noite, pegamos o carro e fomos para Kameyama. Por “pegamos o carro” quero dizer que fomos sozinhos, sem GPS e dirigindo em mão inglesa. Divertido. Passeamos na loja de Y 100 (1,99 japonês) e fomos ao supermercado. Lá, compramos sushi e sashimi prontos para consumir, além dos ingredientes para preparar um risoto de gorgonzola a ser feito nos próximos dias. E agora, pouco antes das 22h, me preparo para dormir. Amanhã começa um novo dia.

05/03/2011

Acordamos as 7h. Neste dia finalmente conversamos (sobre investimentos) com a Luciana e o Marco, que estavam nos hospedando. De tarde fomos a Suzuka e tive uma experiência engraçada na loja de eletrônicos. Entrei, sabia como pedir a câmera fotográfica que estava procurando, ou achava que sabia. O vendedor, um daqueles japoneses elétricos que corre de um lado para o outro me levou até os cartões de memória. Aí eu falo “no cardo, kamera, hai” e voltamos para as câmeras. Ele pega um catálogo da Fuji (entendeu a marca, não o modelo) e pede para eu apontar. Digo que não está no catálogo, havia sido lançada neste dia. Escrevo no meu moleskine o nome da câmera, ele vai a um computador e volta com uma página impressa, mostrando que ela seria lançada dia 5 de março. Aponto para a data, aponto para o calendário no iPhone e então ele desanda a falar com a velocidade de um carro de fórmula 1. Interrompo o discurso com um “nihongo ga wakarimassen”, ele fica congelado por uns segundos e sai correndo, me fazendo sinal para segui-lo. Para na frente de um computador, entra no Yahoo (depois de procurar bastante nos favoritos do navegador). No campo de pesquisa do Yahoo ele procura por “GOGLE”, acha o Google nos resultados, clica, procura mais um pouco e clica em um link e quando vejo estamos com a tela do Google Translator carregada. Em mais alguns minutos ele me diz que deve chegar nas lojas da cidade em umas duas semanas, respondo que sou do Brasil e só ficaria mais uns dias, agradecendo a cordialidade dele. Ele fica agradecendo, “arigatô, arigatô, arigatô, arigatô, …” até sairmos da loja, se curvando a cada arigatô falado. Depois o Marco me explica que ninguém agradece cordialidade de quem está fazendo seu serviço no Japão, então ele ficou muito honrado por eu ter feito isso. Vou dormir por volta das 22h.

06/03/2011

Acordando as 7h nos preparamos para uma segunda conversa com a Kelly e o Yoshito. De tarde fomos a Yokkaichi, em Shiga, conhecer a Rita e o Marcelo, junto com seu filho e duas filhas, mas antes de conseguirmos pegar a estrada, ainda em Kameyama, demos de cara com um encontro de Harlistas prestes a sair em um passeio de domingo pelas estradas japonesas. Junto da concentração deles, um encontro de muscle-cars americanos, com Corvetes de todas as décadas, Pontiacs Firebird, inclusive um K.I.T.T. original usado na série Super Máquina, Chevelles, Camaros também de várias décadas e muitos outros. Dos Harlistas, fica registrada a alegria e a tradicional paixão japonesa em aparecer em fotos. Diversas vezes via, de canto de olho enquanto fotografava as motos, eles se preparando para fazer o “V” tradicional que fazem com os dedos ao aparecer em fotos. Quando apontei a câmera para um grupo de garotas vestidas de couro, logo todos os motociclistas estavam juntos, posando e nos chamando para aparecer junto nas fotos. A noite, conversa legal com a Fernanda e o Wagner, que estão há pouco tempo no Japão. Foi legal saber que o Wagner já havia trabalhado com consórcios de moto no Brasil, ficou bem mais fácil explicar algumas coisas pois ele já sabia algumas formas de obter lucro com os consórcios. Neste dia fomos dormir cedo, as 23h30. Estava complicado manter o ritmo dos primeiros dias, com menos de 4 horas de sono por noite.

07/03/2011

Mais um dia acordando as 7h. Conversamos com a Sandra e o Jean já em ritmo de despedida. Conhecemos a “filha” deles, um furão (uma furoa?). A tarde, coisas incríveis nos esperavam. Fomos a Suzuka com a Kelly e o Yoshito. Conhecemos o autódromo, mas mais que isso, entramos nas arquibancadas, demos sorte de haver testes com carros na pista, invadimos os boxes e chegamos a colocar os pés na pista principal!!! Nos boxes, entramos em um carro esportivo preparado para as pistas. Todos os japoneses nos adorando e AGRADECENDO por pedirmos para tirar fotos. Surreal. Achavam que éramos norte-americanos. Não dissemos que éramos do sul. De lá, fomos para Yokkaichi, que apesar do mesmo nome da cidade que visitamos no dia anterior, é outra. A deste dia, na província de Mie. A noite conversaríamos com a Monica e o Edson, mas a Monica não pode ir e apareceram junto do Edson o Yuji (Flavio, mas ninguém o conhece pelo primeiro nome) e o Josuel, que não precisa de apelido, por ter o sobrenome “Da Hora”. Nesta noite também conhecemos o Tadashi, que veio lá do norte do Japão, mora no país há 20 anos e não pretende voltar mais. Ele é sócio de uma empreiteira que emprega brasileiros. Contou bastante coisa interessante sobre este assunto e sobre os últimos 20 anos deste mercado. Possui imóveis que aluga no Japão, então já conhece os investimentos imobiliários. Gostei muito de conhecê-lo, ainda mais levando em conta que viajou mais de 8 horas somente para me conhecer e conversar algumas poucas horas. Neste dia fomos dormir a 1h30.

08/03/2011

Último dia, acordamos as 8h30 para conversar com a Marô e o Duda. Apesar de não estar nos planos deles, explico o plano de quatro anos de investimento para aposentadoria que desenhei sob medida para “brasileiros trabalhando no Japão”. Gostaram, pensando em mudar os planos originais e ampliar outros planos que tinham. Adoro quando isso acontece, mostrar que a realidade pode ser maior e mais rápida que imaginam. De tarde dormimos, com o cancelamento da conversa com a Talita e o Tiago. A noite fui conversar com a Lucinéia e o Diego, que também adoraram o plano de aposentadoria em quatro anos. A Lucinéia diz que a Talita irá adorar, ficando de explicar para ela no dia seguinte, em que ambas estariam de folga. Converso mais um pouco com ambos, o Diego me dá algumas dicas de lojas de equipamentos fotográficos em Nagoya, caso dê tempo de ainda tentar achar a câmera que procurava e a 1h30 vou para a cama, para a última noite no Japão.

09/03/2011

Acordo as 6h45, elétrico. A partida está próxima, arrumo os últimos detalhes da mala, mochila, jaqueta multi-bolsos. Respondo alguns emails do Brasil, tomo café da manhã e estou pronto para partir. A Sandra e o Jean passam no apartamento para se despedir. Carro, estrada, Nagoya, almoço no aeroporto, revistas japonesas para levar como curiosidade, despedidas rápidas para conter a emoção das meninas e lá fomos nós.

Em Tóquio, tento achar a máquina fotográfica mais uma vez. O vendedor de uma loja de Akibahara que tem filial no aeroporto me diz que há fila de espera de dois meses (Ni-kagetsu). Como alternativa, vejo outra Fuji, 3D, que tem um porta-retrato também 3D que acompanha. Já tinha visto esta máquina antes, em Suzuka. É impressionante, pois mostra a foto em 3D, sem óculos, diretamente na tela de 3,5″. Acabei não comprando nada. No final das contas, acho que estamos “doentes ou curados”, como diz a minha esposa. Nem ela, nem eu compramos nada nesta viagem, com excessão de alguns cacarecos curiosos e uns presentinhos divertidos e diferentes para família e amigos. Acho que é algo como se dar conta de que as experiências vividas valem mais do que as coisas que adquirimos.

Sobre esta última frase, não me entendam mal. Ela não quer dizer que eu deixaria de comprar o novo iPad2, se tivesse a oportunidade. Fizemos escala em NY na volta, chegando lá DOIS DIAS antes do iPad2 estar a venda! Não vou dizer que foi azar por um só motivo…

Hoje pela manhã acordo as 6h, ainda me acostumando com a troca de fuso horário e vejo horrorizado as notícias do terremoto e tsunami no Japão. Saímos de lá um dia antes da tragédia. Apesar de não ter sido tão forte onde estávamos, foi bastante forte em Tóquio, onde recém havíamos passado.

Por fim…

Mais uma vez agradeço de coração à Luciana e ao Marco pelo convite para ir ao Japão e as oportunidades de aprendizado que esta viagem me proporcionou. Agradeço ainda a cada uma das pessoas com quem conversamos, todos que nos contaram suas histórias de vida e luta, as alegrias e as dificuldades, compartilhando experiências valiosíssimas que muito nos ajudarão a ver o mundo de maneira mais completa do que víamos até então. Cada pessoa, uma história, mas todos com detalhes que se interrelacionam formando um padrão de idas e vindas, uns ajudando aos outros para não cometerem os eventuais erros e tropeços naturais a toda atividade nova a que nos dedicamos.

Muito obrigado a cada um de vocês, inclusive quem apenas conheci de nome por conta das trocas de horário na fábrica: Luciana/Marco, Sandra/Jean, Marô/Duda, Lucinéia/Diego, Talita/Tiago, Meire/Vitor, Dani/Fabio, Leticia/Fabio, Yoshito/Kelly, Angela/Yoshio, Fantini/Anderson, Gislaine/Jorge, Adriana/Rodrigo, Elen/Anderson, Erika/Cleiton, Rita/Marcelo, Fernanda/Wagner, Monica/Edson, (qual o nome da tua esposa?)/Yuji, Clarice/Josuel, Tadashi.

Agradeço ainda a cada um que lembrar de me mandar uma foto do casal, pois sou muito visual e gostaria muito de ter uma lembrança mais viva de cada um de vocês.

Muito obrigado por terem entrado na minha vida.

Autor: Fabricio S. Peruzzo

Pai, marido, polímata, empreendedor serial, curioso.

15 comentários em “Diário de viagem, Japão 2011, parte 2”

  1. Nossa Fabricio,

    Juro que quando veio as notícias pensei em vocês aí no Japão, incrível que vocês tenham saído a tempo. É uma loucura, pois dia desses o terremoto havia sido na Nova Zelândia aonde eu e minha esposa moramos por um bom tempo então sei qual é a sensação que estão sentindo.

    Sorte e até mais!

    Está convidado também para vir a Foz do Iguaçu quando quiser!

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  2. Baaaaah, Peru!

    Entrei no teu blog agora justamente para saber informações do teu paradeiro aí no Japão, e li aliviado os comentários dizendo que tu tinha saído antes… Que sorte mesmo! 🙂

    Te cuida, cara!!! E não vão mais gravar o CroqueTI? Hehehe

    Abraço!

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    1. Valeu, Bruno. Sobre o CroqueTI, ainda não sei como vai ser. Tenho algumas coisas interessantes que documentei lá e certamente poderei falar de mais algumas novidades quando estiver nos USA. Vamos levando e vendo como a coisa se desenha.

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  3. Que aventura!Que venham outras 🙂 Tu vais mesmo publicar um plano d independencia financeira para brasileiros no exterior?Abraços e que teus amigos estejam,apesar de tudo,bem no Japão.

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    1. Oi Aline,

      Com certeza publicarei em breve o plano que desenhei. Estou refinando o mesmo, acertando os números, vendo que estatísticas eu explico ou deixo de explicar. Há muita coisa envolvida, mas a implementação prática é bastante simples. Acho que no final, vou simplesmente descrever as coisas da maneira como expliquei para os amigos que fiz no Japão.

      Abraço.

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  4. e ai peruzzo ,quando vi as noticias do japao logo me lembrei de vcs, bom saber q estao bem . seu anjo da guarda estava de plantao!!!
    li o livro pai rico pai pobre, muito bom.
    preciso traçar agora meu plano de investimentos,vou precisar de algumas orientaçoes , conto com vc.abraço ate mais !!!!!!!!!!!!!

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  5. Fabricio
    Teu anjo da guarda te protege mesmo! Conseguiu sair antes do terremoto
    Qdo pude coloque o plano de aposentadoria de 4 anos
    Abraco

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    1. Keller, Marcio,

      Os anjos da guarda da minha esposa e meu são bastante trabalhadores, não nos deixam na mão nunca.

      Hoje pela manhã escrevi a introdução do plano. Devo acabar tudo nos próximos dias e então publico aqui e no Moeda Corrente.

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  6. Olá,

    Onde poderia encontrar o plano para investimentos que foi mencionado?
    Nao achei por aqui,já foi publicado?

    Abraço!

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    1. Oi Rodrigo,

      Já estou com o artigo no meu caderno, mas ainda não fiz as planilhas nem passei para o computador. Devo concluir isto esta semana, quando publicarei no site da Megacombo e farei uma chamada aqui, avisando da publicação.

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  7. Olá Peruzzo
    Fiquei susrpreso quando vi que esteve aqui e bem do meu lado.
    Gostaria muito de ter sido um desses que esteve dividindo seus conhecimentos e experiencias.
    Vejo que fez grandes amigos e obteve grandes contatos aqui na Sharp e outras regiões.
    Quanto a planilha confesso que estou curioso e querendo tambem.
    Já estou aguardando.

    Abraço

    JC AVILA

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    1. Oi João Carlos,

      A viagem foi realmente maravilhosa, fizemos excelentes amigos e com certeza voltaremos muitas vezes ao Japão, país que já admirávamos antes de conhecer e simplesmente amamos ao visitar pessoalmente.

      Quando aos consórcios, só há um grande segredo: COMEÇAR! Só quem faz consegue atingir algum resultado.

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