Artigos

Como comprar um carro

Descubra tudo o que você precisa saber para comprar um carro.

Você vai até a revenda previamente selecionada, escolhe o carro que gosta, paga e sai dirigindo!

A melhor marca de carro que existe: NOVO!
A melhor marca de carro que existe: NOVO!

Falando sério agora. Estou muito feliz. Comprei meu primeiro carro zero quilômetro. Comprei segunda-feira, paguei na terça, busquei hoje. Completo. Foi um upgrade total, novo, maior, mais potente e confortável. O fato de poder comprar antes ou não é totalmente irrelevante, a coisa só acontece quando acontece. E por vários motivos, alguns referentes a minha cabeça dura, só aconteceu esta semana.

Então aí está, carro novo. Peguei no meio da tarde, ouvi as explicações da vendedora para poder “receber” o carro oficialmente, saí da revenda e fui buscar minha esposa na Renner. Completei o tanque (revendas, seria uma grande cortesia entregar o carro com o tanque cheio para os clientes) e fomos até o Barra Shopping dar uma voltinha. Lembrando que moramos na zona norte e o shopping fica na zona sul, tudo por um passeio 🙂

O mais engraçado é que fui buscar ele logo após começar o rascunho de um artigo do Dr. Money para a revista Papo de Homem em que tratarei justamente da compra de um carro. Para dar uma palhinha mas ao mesmo tempo não tirar a graça, seguem alguns dos tópicos que irei explorar no artigo em questão.

  • Compre um carro usado e economize a maior parte da depreciação do mesmo
  • Compre um carro novo e fique com ele por dez anos
  • Regra 20-4-10: no mínimo 20% de entrada, financiados por menos de 4 anos, comprometendo até 10% dos seus rendimentos
  • Nunca financie um bem depreciável como um carro, compre a vista e comece a guardar dinheiro imediatamente para o próximo
  • Custo médio mensal de possuir um carro é o valor do carro dividido por 30
  • Regra de no máximo 10% do patrimônio total

As regras acima não são absolutas, dá para notar que algumas são completamente opostas à outras, ou seja, dependendo do caso ou da situação de cada um, é aplicada uma fórmula diferente. Algumas regras, porém, podem sim ser vistas como absolutas.

ATUALIZAÇÃO: Publiquei na revista Papo de Homem o artigo sobre como comprar um carro.

Para os pão-duros radicais que as vezes me usam como exemplo só porque eu gosto de falar em dinheiro, sinto decepcioná-los. Mas eu gosto de falar de dinheiro, ganhar dinheiro e principalmente aproveitar as coisas boas que o dinheiro pode proporcionar. Hoje foi este carro.

Aja com paixão

Você quer saber o verdadeiro caminho para o sucesso? A receita é uma só, válida para todas as áreas de atuação. Aja com paixão.

Você quer saber o verdadeiro caminho para o sucesso? A receita é uma só, válida para todas as áreas de atuação. Aja com paixão.

Recentemente o Alexandre Formagio escreveu um artigo introdutório sobre abrir sua própria empresa. Este artigo tinha um tom bastante prático e acenava com futuros artigos no estilo “vamos botar a mão na massa”, artigos que darão o passo-a-passo para começar.

Abrir que tipo de empresa? Qual ramo?

Lendo os comentários, notei uma questão inquietante, as pessoas tinham dificuldades em escolher a área em que iriam empreender. Parece claro que abrir a própria empresa é o caminho certo mas o que fazer é uma incógnita para a maioria. Que tipo de empresa me dará um monte de dinheiro? Faço tudo por conta própria ou procuro uma franquia já estabelecida?

Faça as perguntas certas

Você está fazendo tudo errado, fora de ordem. Perguntar que atividade trará mais dinheiro não é a pergunta inicial que você deverá fazer. A primeira pergunta que você deve fazer é uma só:

O QUE EU GOSTO DE FAZER?

Essa é a pergunta de um milhão de reais. O que você gosta de fazer. Depois de se fazer esta pergunta, uma série de novas perguntas começam a vir a sua mente. Com isso que gosto de fazer, como posso ganhar dinheiro?

Na prática

Estamos em 1996. Tenho 23 anos, me formarei dentro de alguns meses em informática. Tenho um emprego que paga pouco mas sou o mais capacitado dos funcionários, sei que a empresa onde trabalho é pequena mas está crescendo a olhos vistos e se tudo continuar assim, vou crescer rapidamente lá.

Mas o vírus empreendedor já tinha me atingido. Vou até o único provedor de acesso a internet da cidade e descubro que eles só estavam cadastrando 300 novos clientes por mês. E que tinham 3000 clientes na fila de espera. O QUE EU GOSTO DE FAZER TEM RELAÇÃO COM INTERNET. Há um mercado não atendido de pelo menos 3000 pessoas na minha cidade e a única empresa que pode atendê-los não consegue fazer isso com a agilidade que todos esperam. Eu, por exemplo, não pretendo esperar 10 meses para poder acessar a internet a partir de casa.

Chamo alguns amigos, todos interessados em acessar a internet. Conversamos uma noite, nos reunimos uns dias depois, juntamos os trocados e em menos de um mês temos nossa primeira empresa operando. Um anúncio no jornal e estamos no mercado. Um vendeu o carro, outro raspou a poupança, outro pediu um empréstimo aos pais, outro pagava um valor mensal. Um aperto aqui, um esforço alí, nossa empresa começou a dar certo. Nenhum de nós sabíamos nada sobre como funcionava uma empresa, nada sobre mercado, nada sobre marketing nem sobre coisa nenhuma a não ser o que realmente gostávamos de fazer.

Mas sabíamos muito bem o que gostávamos de fazer. E criamos diferenciais e produtos específicos para quem gostava do mesmo que nós. Muito antes do Yahoo criar o Yahoolists, já tinhamos as listas de discussão da Opensite. Logo nos primeiros meses de operação já tinhamos nossos servidores para jogos online. Criamos a primeira webcam do sul do Brasil, com programa de transmissão desenvolvido por nós mesmos, pois isto simplesmente não existia na época.

Ao longo dos anos alguns sócios foram procurar outras atividades, a grande variedade de coisas a fazer na área de informática permite muitas escolhas. Então os que gostavam mais de programar, aos poucos foram se afastando e ao decidirmos que nosso provedor não seria uma empresa de programação, venderam suas cotas para os que gostavam do mercado de internet e foram buscar seu sucesso pessoal no que realmente gostavam de fazer. Outros sócios descobriram que a vida empresarial não era o que realmente gostavam e encontraram empregos que lhes satisfizessem.

Aprendi muito com todos, era consciente das minhas limitações. Sabia muita coisa mas desconhecia muitas outras. Estava cercado de pessoas maravilhosas, todos extremamente talentosos, cada um em sua área. Tinha um gênio hacker que fazia qualquer servidor funcionar como desejava, tinha um programador apaixonado que não saía da frente do micro enquanto não acabasse o programa que estava fazendo. Tinha um programador-artista, bom em tudo. E um programador acostumado a atender “gente grande”, empresas enormes que necessitavam de integração entre vários equipamentos. Tinhamos um designer que fazia coisas inacreditáveis, nossas páginas, tanto as da empresa quanto as dos clientes, eram inovadoras muito antes de existir facilidades como flash, dreamweaver e outras ferramentas facilitadoras. A coisa toda era feita no braço.

Aprendi que internet não era exatamente o que eu gostava. Levei anos para compreender isso. Mas a resposta estava na minha frente o tempo todo, desde o início. Eu fui a pessoa que sugeriu a idéia, chamou os amigos e disparou o processo. Eu notei a carência do mercado e fiz tudo que pude para resolver esse “problema”. Eu sou um empreendedor serial. Como dizia um antigo presidente americano, meu negócio são os negócios. Eu fui o sócio que restou no final, depois de todos os outros terem vendido suas participações e viver suas vidas, alguns empregados, outros abrindo nova empresa. Acabei tendo novos sócios, vendi minha parte por divergências de como tocar o negócio, abri outras empresas, fiz tentativas, quebrei a cara algumas vezes, vi os concorrentes crescendo em alguns casos e caindo em outros. Vivi e aprendi muito.

Quem sou?

Hoje sou esse empreendedor serial. Escrevo sempre que posso com o objetivo de ajudar os outros a não cair nas armadilhas que eu mesmo já caí. Muito do que aprendi foi através da leitura, então sei que qualquer coisa que eu escreva tem o poder de ajudar muita gente. Muitos erros que evitei foram por conta de me lembrar de alguma história de quem já tinha passado por aquilo. Tenho consciência de que muito do que escrevo pode parecer primário para quem já trilhou os caminhos que descrevo em alguns momentos, mas também sei que os que ainda não passaram pelos desafios e circunstâncias que já passei, poderão se beneficiar dos meus relatos.

Se vejo um amigo com uma idéia na cabeça e um plano de negócio na mão, estou sempre pronto a ajudar. Quando descubro alguma coisa interessante, faço questão de divulgar. Não acredito em guardar as coisas boas para mim. O mundo é grande e dinâmico demais. Não tenho como ser tudo, fazer tudo, controlar tudo. Acredito que compartilhar as informações é a melhor forma de fazer com que todos ganhem mais. Se tenho um produto, só posso vendê-lo se as pessoas ao meu redor puderem compra-lo.

Pegue o exemplo do consórcio, meu negócio mais recente. Muita gente não tem o dinheiro para adquirir nem mesmo a mais barata cota de consórcio disponível. É triste isso, não porque eu deixo de vender para essas pessoas, mas por ver que elas realmente não sabem por onde começar. Poderia simplesmente vender para quem pode pagar, seria muito mais fácil para mim. Mas não é o que gosto de fazer. Gosto de construir negócios, planejar vidas, dar idéias e ver as pessoas adequadas fazendo essas idéias florescerem. Então faço o que estou fazendo neste momento, escrevo aqui. Sugiro caminhos, dou idéias.

Lê quem gosta, aproveita quem quer, cresce quem faz por merecer.

E você? O que gosta de fazer?

Respostas nos comentários abaixo, por favor.

Autobiografia

Acredito que ao invés de trocar cartões, as pessoas, ao se apresentar umas às outras, deveriam trocar biografias.

fabricio_ternoAcredito que ao invés de trocar cartões, as pessoas, ao se apresentar umas às outras, deveriam trocar biografias. Ou melhor, autobiografias. Assim teríamos condições muito melhores de avaliar se vale a pena ou não criarmos laços com quem acabamos de conhecer.

Para quem ainda não fez muito na vida (não acredito nisto, acho que todo mundo tem uma infinidade de histórias pessoais para contar, mas vamos em frente), a biografia poderia ser substituída por um relato do que esta pessoa pretende fazer da sua vida. Na pior das hipóteses valeria o exercício para ela mesma saber que rumo tomar neste início da sua caminhada existencial.

Imagina só você, um cara que adora piadas, um daqueles que perde o amigo mas não perde a piada. Sua biografia é recheada de histórias engraçadas envolvendo os amigos que as protagonizaram. E mais que isso, você dá nome aos bois, diz quem fez o quê em cada uma dessas histórias. Sua biografia não fala diretamente de você, mas mostra exatamente quem você é, seu bom humor, como você vê o mundo, como retrata seus amigos, contando as piadas protagonizadas por eles de forma sutil ou ridicularizando os mesmos. Tudo isso é um retrato fiel de quem você é e do que as pessoas podem esperar de você.

Então um dia você encontra aquele cara sisudo, que não gosta de piadas, que se leva mais a sério do que seria natural. Entrega sua autobiografia, ele folheia as primeiras páginas e logo diz: “Não vamos ser amigos. Nossa relação estragaria na primeira situação vexatória que eu passasse e você descrevesse na versão atualizada de sua biografia. Foi um prazer lhe conhecer, obrigado e até nunca mais”.

Poderíamos ter o oposto, uma autobiografia onde você relata uma vida de aventuras, contando como viajou para a Europa quando completou 18 anos, apenas com uma mochila nas costas e quase sem dinheiro. Conta as dezenas de empregos que teve ao longo da viagem para poder pagar a comida do dia seguinte. Conta como voltoudesta viagem e ao saber da corrida do ouro, foi para Serra Pelada em busca da fortuna. Conta das pescarias que fazia com os amigos quando era criança, da relação que tinha com seus pais. E encontra alguém completamente o oposto, mas que fica fascinado com essas aventuras todas e resolve que seria muito legal ter um amigo que já teve tantas experiências distintas.

E isso pode facilitar ainda mais os encontros profissionais. Com uma biografia fica muito mais fácil saber como aquela pessoa que acabamos de conhecer poderia nos ajudar. E como poderíamos nós, ajudá-la em seus desafios profissionais. Imagine as possibilidades! Eu estou começando agora mesmo a escrever minha autobiografia. Talvez me anime até mesmo em escrever por aqui. Quem sabe criar uma categoria exclusiva para isso aqui no site?

Autobiografia para quem?

No final, não interessa muito se alguém lerá minha autobiografia. O simples exercício de escrever quem somos, o que fazemos, como funcionamos e reagimos ao mundo ao nosso redor, já é uma experiência fascinante. Ao escrever sobre nós mesmos estamos nos auto-conhecendo. Imagine a economia em não precisar ir a um psicólogo? Isso sim é auto-ajuda. Emocional e financeira 🙂

O que acredito na realidade são em amizades sólidas. Em saber não apenas o que já fizeram ou do que gostam mas também de saber como estão os nossos amigos verdadeiros. A tecnologia hoje em dia torna muito fácil e superficial algumas amizades, com gente que quase não se fala somando números nas listas de amigos dos Orkuts da vida. Não que isso não tenha sua utilidade, tem. Amigos que mudam para o exterior podem ter sua vida facilitada ao conseguir manter contato com antigos colegas que teriam “se perdido por aí” se não houvesse esse tipo de tecnologia para ajudar. Mas nunca podemos esquecer da relevância de realmente se importar com nossos amigos. De querer bem e buscar sempre algo que possamos fazer para ajudar aquele amigo que mesmo com pouco contato pessoal, gostamos tanto.

Esse é um daqueles dias em que a emoção fala mais alto que a razão.

Amo todos vocês.

Os 10 mandamentos do design

No início dos anos 80, Dieter Rams se preocupava cada vez mais com o estado do mundo ao seu redor…

t41

No início dos anos 80, Dieter Rams se preocupava cada vez mais com o estado do mundo ao seu redor – “uma confusão impenetrável de formas, cores e ruídos”. Sabendo que ele era um contribuinte signativo para aquele mundo, perguntou a si mesmo uma questão importante: será bom o meu design?

Como o bom design não pode ser medido de forma precisa ele expressou os dez critérios mais importantes para o que ele considerava um bom design. Logo após eles se tornaram conhecidos como “Os dez mandamentos”.

http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1874188&server=vimeo.com&show_title=1&show_byline=1&show_portrait=0&color=&fullscreen=1
Dieter Rams, designer – Cold War Modern.

Os 10 mandamentos do design, por Dieter Rams

1. O bom design é inovador

Ele não copia as formas de produtos existentes, nem produz qualquer tipo de novidade sem objetivo. A essência da inovação deve ser vista claramente em todas as funções de um produto. As possibilidades a respeito disso nunca são exauridas. O desenvolvimento tecnológico continua oferecendo novas chances para soluções inovadoras.

2. O bom design torna um produto útil

Um produto é comprado para ser usado. Ele deve servir a um propósito definido – tanto nas funções primárias quanto nas secundárias. A tarefa mais importante do design é otimizar a utilidade de um produto.

3. O bom design é estético

A qualidade estética de um produto – e a fascinação que ele inspira – é parte integral de sua utilidade. Sem dúvida é desconfortável e cansativo ter que se contentar com produtos confusos, que lhe irritam, com os quais você não consegue se conectar. Entretanto, sempre foi uma tarefa árdua argumentar sobre qualidade estética, por duas razões.

Primeiro, é difícil falar sobre qualquer coisa visual, já que as palavras têm um sentido diferente para pessoas diferentes.

Segundo, qualidade estética lida com detalhes, tons sutís, harmonia e o equilíbrio de uma completa variedade de elementos visuais. É necessário um bom olho, ensinado pelos anos e anos de experiência, a fim de ser capaz de chegar a conclusão certa.

4. O bom design ajuda um produto a ser entendido

Ele torna clara a estrutura do produto. Melhor ainda, ele pode fazer o produto falar. Na melhor das hipóteses, ele é auto-explicativo e te salva da longa e tediosa consulta ao manual de instruções.

5. O bom design não bloqueia

Produtos que satisfazem esse critério são ferramentas. Não são nem objetos decorativos nem arte. Seu design então deve ser tanto neutro quanto restrito, deixando espaço para a auto-expressão do usuário.

6. O bom design é honesto

Um produto desenhado com honestidade não deve indicar funções que ele não possui – ser mais inovador, mais eficiente, ou ter maior valor. Ele não deve influenciar nem manipular compradores e usuários.

7. O bom design é durável

Ele não é tendência que pode estar fora de moda amanhã. Esta é uma das maiores diferenças entre produtos bem desenhados e objetos triviais para uma sociedade produtora de lixo. O lixo não deve mais ser tolerado.

8. O bom design é pensado nso mínimos detalhes

Pensamento e acuidade no desing são sinônimos com o produto e suas funções, como vistas aos olhos do usuário.

9. O bom design se preocupa com o ambiente

O design deve contribuir para um ambiente estável e um uso consciente dos materiais naturais. Isto significa não apenas a poluição real, mas também a poluição visual e a destruição do nosso ambiente.

10. O bom design é o menos design possível

De volta à pureza, de volta à simplicidade.

Mais um video

http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1874819&server=vimeo.com&show_title=1&show_byline=1&show_portrait=0&color=&fullscreen=1
Braun T1000, designer Dieter Rams – Cold War Modern.

A seguir, link para o artigo original que traduzi acima: Vitsoe.

Vitsoe é a empresa que fabrica os móveis com design do Dieter Rams. Vale a visita ao artigo original, mesmo se você não sabe inglês, pois o mesmo é amplamente ilustrado com produtos desenhados por ele. Sabendo inglês e gostando de design, tenho certeza que você adorará conhecer o restante.

Tire a pedra

Acabo de ler um texto curtinho, apenas seis parágrafos, mas de uma profundidade incrível. Foi escrito pelo meu amigo Alessandro Gonçalves. Reproduzo abaixo por ser curtinho, com link para o post original:

Nunca falo sobre religião, mas há poucos dias encontrei  algo que vale a pena ser dito:

Li sobre a passagem em que Jesus ressuscitou Lázaro. Ocorre que o corpo de Lázaro estava em uma espécie de caverna, fechada por uma grande pedra, e neste episódio Jesus disse às pessoas que lá estavam: “Tirem a pedra!”.

Alguns podem ter pensado: “Mas se ele pode ressuscitar uma pessoa, como não pode tirar uma pedra?”.

Este é exatamente o ponto que me chamou a atenção. Ressuscitar foi o trabalho dele, mas tirar a pedra era algo que as pessoas poderiam fazer. Todos nós poderíamos fazer isso.

Quantas vezes nós pedimos algo a Deus mas não nos movemos para tirar a pedra? Queremos que tudo seja feito e não fazemos a nossa parte. Deus pode até ter feito o que pedimos, mas se não tiramos a nossa pedra talvez nem saibamos disso.

Assim, quando pedir algo, não fique sentado esperando acontecer. Levante-se e faça o mais fácil, tire a sua pedra. O difícil ele faz.

Aniversário da minha sogra

Piquenique no zoológico, coisa pequena, só aniversariante, marido, filhos, neta e agregados.

Piquenique no zoológico, coisa pequena, só aniversariante, marido, filhos, neta e agregados. Salsichão com pão, saladinha e sobremesa. Conheça os envolvidos…

Só porque está de aniversário não significa que não deva trabalhar...
Só porque está de aniversário não significa que não deva trabalhar...
Marido também trabalha.
Marido também trabalha.
A nora grávida.
A nora grávida.
O filho mais velho, futuro pai.
O filho mais velho, futuro pai.
Atsu.
Atsu.
A filha do meio.
A filha do meio.
A neta que pensa, pensa, pensa, até entender.
A neta que pensa, pensa, pensa, até entender.
Desenhar é preciso...
Desenhar é preciso...
Fica parado, urso de óculos.
Fica parado, urso de óculos.
Eu, bem na foto.
Eu, bem na foto.
A filhinha caçula. Minha esposa.
A filhinha caçula. Minha esposa.

Ajudei um amigo e me ferrei. Como nos proteger dos sentimentos nobres?

Publiquei um artigo com este título na Revista Papo de Homem. Leia….

Publiquei um artigo com este título na Revista Papo de Homem. Clique abaixo para ler:

Ajudei um amigo e me ferrei. Como nos proteger dos sentimentos nobres?

Deep Purple

Minha irmã liga perguntando: “quer assistir ao show do Deep Purple?”

deep_purple

Então ontem, exatamente as 17h17, em uma chamada que durou 1 minuto e dezessete segundos, em determinado momento minha irmã pergunta:

– Tu gostarias de ir ao show do Deep Purple?

—–

Rosa Tatooada tocando Detroit Rock City é muito bom! Ok, menos do que o original que tenho em DVD do Animalize, ou o show deles em Porto Alegre (já falei que assisti o Kiss em POA?).

A proporção de fotógrafos por metro quadrado era enorme. Digamos que um fotógrafo profissional a cada dez fãs no show de abertura e um a cada 30 no auge do show principal. Tinham poucas cadeiras ao fundo, elevadas. Nos andares superiores e laterais, os pombais com o pessoal dependurado ao redor da pista. Uma fila só, todos na mureta, sem apertos. A pista estava ocupada pela metade, com amplo espaço pessoal. Dava para colocar tranquilamente cinco vezes mais gente se fosse para comparar com o aperto de assistir Shakira no Gigantinho. E oito vezes mais gente se for comparar com a Ivete Sangalo no Planeta Atlântida, na primeira fila (isso foi no segundo ou terceiro planeta, faz tempo). Estava vazio. Soube que no Gigantinho tinham 17.000 pessoas. Ontem não deviam ter mais de 800. Provavelmente por conta do ingresso salgado, de R$ 180 na pista.

O show começou pontualmente as 9h. O som estava uma porcaria, muito alto e distorcido, no sentido de mal regulado mesmo. Mal se ouvia a voz do Ian. Melhorou do meio para o final, mas não muito, porque neste ponto o tiozão tava com a gripe pegando forte e tossia justo na hora de começar a cantar o refrão, limpava o nariz escorrendo e então entoava o refrão do meio, sem perder o tempo da música uma só vez.

O público era o esperado, magros, gordos, tatuados, de preto, com camisetas de bandas metal, com as excessões que confirmam a regra, como minha esposa e seu casaquinho branco com sapatos azuis e uma guria alta de vestido longo, mas devidamente purple. A Ingue saiu logo no início, para ver Milk no cinema ao lado.

Quase nenhuma música era conhecida pela maioria do público, mesmo os fantasiados. Tinham uns 20 bem na frente do palco que sabiam todas, mas a maioria era tão ou mais alienada do que eu, que só conhecia três músicas (a “na nanana nanana nananaaaa”, que o Ian insistia em tossir no refrão, smoke in the water e black night, que encerrou o show).

O Steve Morse é mágico. Parecia ser um gurizão do lado das tias velhas. Depois descobri que já tem 54 anos. Mas o que ia escrever é que ele é mágico com aquela guitarra. Não faço a menor idéia de como é possível fazer o que ele fazia sozinho em termos de som. Com o tecladista e seus efeitinhos de sampler não me impressionei, apesar de muito bom, por saber o que a tecnologia permite, mas a guitarra era algo realmente impressionante.

O Roger Glover também matou a pau com o baixo.

O Ian Paice, quando fez um solo de bateria sozinho, foi para mostrar o quanto toca. Não que não desse para ver isso durante o resto do show, que foi impecável, mas quando ele mostrou o que fazia sozinho era de cair o queixo. Pode ser porque meus termos de comparação sejam o vizinho do apartamento de cima, que apesar de tentar tocar bateria todas as tardes ainda tem muito a ensaiar 🙂

E então, depois de umas musiquinhas no teclado, bossa nova, coisinhas do Brasil, obrigado por nos receberem,… Começa o riff de smoke in the water.

E tudo foi perfeito. Som limpo, instrumentos equilibrados, voz clara, público cantando afinado. Clássico como só um clássico pode ser. Obrigadouuu, love you, Brasil. Bye.

“Deep Purple”, “Deep Purple”, “Deep Purple”, “Deep Purple”, “Deep Purple”, “Deep Purple”, “Deep Purple”, “Deep Purple”, “Deep Purple”, “Deep Purple”, “Deep Purple”, … bis. Black night. Fim. 22h37

Saída, luz clara de shopping, pagar estacionamento, pais e filhos, segurança do shopping: “o filme deve acabar pelas 11h50”, sentar no banquinho e esperar minha esposa sair do cinema. Casa e cama. Segunda-feira como outra qualquer.

Minha irmã comentou sobre isso no blog dela: www.loscaracoles.com.br.

Gostei, mas não teria pago R$ 180 para ouvir só três músicas conhecidas.

Mais picaretagem envolvendo o lance embutido nos consórcios

Por WANDERLEY ARAÚJO.

Nova malandragem no concorrido mercado da picaretagem. Vendedores autônomos estão empurrando contratos de consórcio em consumidores incautos que assinam os documentos acreditando que vão receber empréstimo de dinheiro em supostas operações de crédito rápido e fácil, sem avalista, sem SPC, sem Serasa, com limite de até R$ 100 mil.

Eles agem graças às falhas no setor de consórcio que não dispõe de nenhum controle sobre as pessoas que vendem este tipo de produto. Segundo Osvaldo Moraes, diretor do Procon, não há entidade ou lei que regule a profissão dos vendedores autônomos de consórcio.

Qualquer picareta que quiser se aventurar a vender planos basta colocar uma pastinha debaixo do braço e sair por aí a oferecer o produto.

O Procon tem dezenas de casos de pessoas lesadas por estes maus vendedores. A vítima muitas vezes é atraída por anúncios nos classificados de jornais com a promessa de liberação de empréstimo “sem avalista e sem burocracia”. Quando vai atrás do dinheiro encontra, na verdade, o vendedor mal intencionado de consórcio.

Com poder de persuasão, ele explica que na verdade trata-se de um consórcio mas que o dinheiro sairá em poucas semanas pois a vítima será contemplada se oferecer um determinado lance na carta de adesão. O dinheiro para o lance é tirado do próprio consórcio, por intermédio de hipoteca ou alienação que servem de lastro no contrato, numa operação legal conhecida no mercado como “lance embutido”.

Se o cidadão precisa, por exemplo, de R$ 30 mil, ele assina um contrato no valor de R$ 40 mil para que R$ 10 mil seja ofertado como lance; quando for contemplado com os R$ 40 mil o cliente restitui os R$ 10 mil ao consórcio.

O Banco Central não tem como punir – A encrenca acaba desaguando no Procon quando o tempo passa e o tão sonhado empréstimo nunca aparece.

Como a vítima assina normalmente um contrato de consórcio e fica apenas com a promessa verbal do vendedor de que receberá o empréstimo mediante a suposta contemplação, o consumidor lesado não tem sequer meios legais de acionar o caso na Justiça ou no Procon. “O que vale é o que está no papel. A vítima, na verdade, assina um contrato de consórcio e fica amarrada a este tipo de plano. O consumidor deve ficar muito atento, pois não existe contemplação de consórcio pré-fixada”, alerta Osvaldo Moraes.

O interesse do vendedor em toda a maracutaia é receber uma comissão a título de taxa de adesão, que varia de 1,5% a 2%, sobre o contrato.

Uma administradora, entre várias que tiveram problemas em função da ação de vendedores inescrupulosos, para se preservar, acabou com o lance embutido em suas operações. É através desta modalidade de lance que o vendedor usa o argumento de que a vítima será contemplada de forma rápida.

O Banco Central diz que não tem como punir este tipo de golpe pois a vítima acaba assinando um contrato formal de consórcio.

Fonte: http://www.condominios.com.br/sitecond/noticias/dicas/jc111101.htm

—–

Por tudo isto é que sempre oriento os amigos a conhecer bem com quem estão investindo seu dinheiro, saber do histórico e das realizações da empresa que irá administrar o grupo de que fazem parte. Para saber em quem eu confio e como invisto meu dinheiro, conheça os sites http://www.investimentoemconsorcio.com.br e http://www.investimentoemimovel.com.br.

Adquira seus consórcios com quem sabe o que faz, procure a Megacombo e fale diretamente comigo.

Abraços,
Fabricio S. Peruzzo.