Em que tipo de imóvel minha empresa de investimento imobiliário costuma investir?

Como a maioria das pessoas que lêem meu site já sabem, sou sócio de uma empresa de investimentos imobiliários. É nesta empresa que invisto minhas cartas de consórcio quando as contemplo, obtendo o maior lucro e a maior segurança possíveis.

Organizamos a empresa para aceitar investimento de outras pessoas. Fazendo isso, capitalizamos nosso conhecimento do mercado e do negócio, ajudamos novos investidores a diminuir seus riscos ao contar com nosso know-how e conseguimos investir em empreendimentos maiores.

A pergunta mais freqüente que costumava receber era a pergunta do título deste post. Espero que com o texto que acabo de publicar no site em que divulgo o investimento em imóveis, diminua a freqüência com que receba este tipo de questionamento. Conheça alguns dos empreendimentos onde estamos investindo.

Que tal a casinha acima em sua carteira de investimentos? Ela faz parte da minha. Invista conosco!

9 pensamentos em “Em que tipo de imóvel minha empresa de investimento imobiliário costuma investir?”

  1. Tive uma idéia, te mandei um e-mail mas tenho medo de cair na sua ferramente de e-mail “me poupe de e-mails inúteis”, então resolvi avisar aqui, espero q vc costume ler comentários. Bjs, Luiza.

  2. oi fabricio, ja te escrevi uma vez e vc me ajudou, agora estou com outra duvida,e gostaria de sua ajuda novamente se possivel.
    como ja disse anteriormente sou construtor e ate o momento só construo com meus proprios recursos , e agora começou a surgir pessoas querendo investir comigo(injetando capital). tenho algumas duvidas como por ex.quanto devo pagar a eles do lucro final .quanto seria o meu ganho,enfim qual regra deveria usar?
    abraços !!!!!!

    1. Oi Keller,

      Podes fazer de diversas maneiras. Uma, seria através de contrato de mútuo onde tu pegas o dinheiro emprestado a uma taxa fixa, por exemplo, 1% ao mês, e tens que pagar isso independente do sucesso que tenhas, ou seja, se tua obra der prejuízo, o problema é exclusivamente teu. Outra maneira é fazer todos participarem dos riscos junto contigo, mas desta maneira, eles também participarão dos lucros integralmente. Neste caso, podes definir uma taxa para remunerar teu serviço, por exemplo, 10% do que conseguires de lucro para todos.

  3. É isso aí Fabricio!!! Parabéns pelo trabalho! Eu e a Amanda viajamos 3.500 km de ida e mais 3.500 km de volta (segundo o google maps é a distância que separa POA de MCZ – Porto Alegre de Maceió) somente para conhecê-los pessoalmente e também ser seu cliente! O Trump, o Kiosaky, o Buffet, entre outros, estão muito longe de nós! E você é o cara que está mais perto e é nosso modelo de sucesso! Serve de fonte de inspiração para acreditarmos que também é possível executarmos nosso projeto de independência financeira! Grande Abraço e muito sucesso!

  4. Ola! Em primeiro lugar parabéns pelo site e pela dedicação em manter todas essas informações disponíveis… Bom, eu estou com algumas ideias e algumas duvidas: trabalho como arquiteta e com freqüência tanto amigos quanto clientes me dizem que querem investir em construção, principalmente construção de casas populares para venda. Minha ideia seria juntar o capital de todos para conseguirmos isso, pois dificilmente alguém tem todo dinheiro necessário (como você explica no site). Minhas duvidas giram em torno do aspecto legal, o que você recomenda que eu leia a respeito ? Também tenho duvidas a respeito da minha remuneração, pensei em cobrar uma taxa de administração de obra, ou participar nos lucros totais… enfim… Como ate hoje eu só empreendi sem capital, estou com um certo receio. O que voce recomendaria?

    1. Oi Flávia,

      Se tu não vais investir junto na obra, cobra apenas tua remuneração padrão. Se vais investir junto, cobra tua remuneração, mais teu percentual no lucro, relativo aos valores investidos por cada um. Há diversas maneiras de regularizar isso, a mais simples é fazer um contrato simples entre os participantes, definindo os direitos e obrigações de cada um, ou no caso, definindo quanto cada um irá investir, como será dividido o lucro e quem será responsável por tudo.

      Quando fizemos algo da maneira descrita acima, abrimos uma conta corrente exclusiva para isso, em nome do “sócio” que ficou responsável por administrar tudo.

      O que mais me “preocupa”, e coloco entre aspas porque na prática não tenho nada a perder com isso, é a vontade de saltar no escuro sem saber em que estão investindo. Pelo que notei, nenhum dos interessados sabe exatamente o que está fazendo. Investir em construção não é brincadeira, não é automático como colocar dinheiro no banco. Há uma série de riscos que tem que ser levados em conta.

      Investir sem conhecer o mercado, sem saber dos problemas que podem acontecer, sem ter reservas extras para o caso desses problemas, é receita certa para incomodação. O que vocês fariam, se por exemplo fosse necessário mais dinheiro do que o previsto inicialmente? Quem colocaria? E se o mercado não aceitar a construção e pagar menos do que vocês gastaram? E os problemas com pedreiros e a equipe de construção? E os atrasos na obra? Tudo isso, quando colocado em relação ao prazo do investimento, pode levar a um lucro pífio ou até mesmo a um prejuízo.

      Por outro lado, não leva nada do que escrevi acima como um balde de água fria. Se cada um está investindo um valor baixo, que não afetará sua finança familiar, investir assim em grupo é uma boa maneira de formar um grupo de discussão sobre o assunto, trocar idéias regularmente e aprender na prática como superar cada pequena armadilha deste mercado.

      Começar algo novo é um salto no escuro, temos que estar preparados para os obstáculos que certamente surgirão, mas ficar paralizado não nos ajuda a transpor os desafios. Então, boa sorte. Depois da primeira experiência, ficarei feliz em saber dos resultados de vocês.

  5. Ola! Obrigada por responder!
    Entao, eu realmente nao gostaria de dar um salto no escuro, rs. A meu ver, primeiramente queria achar um terreno com localização e valores interessantes, e dentro disso bolar um estudo, assim eu já teria os custos aproximados. Pensei em limitar o projeto pelo valor de venda (ao invés de fazer um projeto e depois calcular o custo, calcular o preço final de venda, dai estipular o custo máximo da obra e fazer o projeto em cima disso). Infelizmente imprevistos com mao de obra sao inevitáveis… Agora mais uma duvida: a respeito das cartas de consorcio, existe alguma diferença entre as cartas utilizadas para compra de imóvel e as cartas utilizadas para a construção de imóvel? Seriam produtos diferentes?

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