Prêmio Qualy Rodobens 2017 – Ilha de Comandatuba

Acabo de publicar na página da Megacombo um rápido vídeo de agradecimento aos clientes e amigos novos que adquiriram seus consórcios comigo entre julho de 2016 e junho de 2017 e proporcionaram, com essa confiança em meus ensinamentos sobre o uso do consórcio como ferramenta para formação de patrimônio, a conquista de mais um Prêmio Qualy da Rodobens.

Placa do Prêmio Qualy Ouro 2017

A viagem como sempre foi maravilhosa, e a Ilha de Comandatuba, na Bahia, parece ser um pequeno pedaço do Hawaii em solo brasileiro.

Chegando ao paraíso.

Viajamos com a Isabella, que aos quatro anos, não poderia ter gostado mais das piscinas, gramados para correr livremente, atividades diversas ao ar livre e muita diversão o tempo inteiro.

Aproveitamos ainda para rever os amigos e renovar as energias para um novo ano ainda mais especial. Planos novos, recém saídos da prancheta mostram porque a Rodobens é a melhor administradora do país, inovando a cada dia para benefício de seus clientes. Ferramentas digitais que facilitam a vida dos clientes e parceiros, ampliando o acesso à informação tornam tudo ainda melhor.

2018 chegou mais cedo este ano!

E terminamos com festa! Banda Cheiro de Amor dando show no Luau da última noite de comemorações!

Sobre o Papai Investidor

Fabrício Stefani Peruzzo é o Papai Investidor.

Escrevi o texto abaixo para a página explicativa do site Papai Investidor, cujo conteúdo agora se encontra neste site que você está lendo. Decidi manter todos meus escritos em um só lugar, para facilitar a vida de quem quer conhecer melhor minhas idéias.

Escrevo sobre finanças pessoais e a busca da independência financeira desde 2002, quando criei o site do Informativo Moeda Corrente, com o objetivo de fixar o que estava aprendendo com a leitura de inúmeros livros sobre este tema. Naquela época lia por volta de 60 livros por ano, então você pode imaginar a quantidade de artigos que escrevi ao longo do tempo. O site continua lá, faz um bom tempo que não o atualizo, mas mantenho o mesmo devido à atemporalidade dos textos.

Nasci com o vírus do empreendedorismo. Desde pequeno, muito pequeno, pensava nos diversos negócios e empresas que teria quando crescesse. Antes de crescer já estava montando meus primeiros empreendimentos, como a biblioteca que começou a crescer rapidamente ou a rádio pirata que transmitia as últimas novidades do prédio onde morava.

Além de empreendedor, acabei me descobrindo coach, em uma época em que esta palavra ainda não existia. Não foram poucos os amigos que ajudei desenvolvendo seus potenciais através de perguntas que levavam à autoanálise e posterior crescimento de dentro para fora. Muitos novos empreendedores nasceram destas sementes.

Como leio muito, sobre diversos assuntos, e sou completamente apaixonado por conversar sobre negócios e entender o funcionamento das coisas, não demorou muito para que eu começasse a estudar o funcionamento do dinheiro e suas leis universais. É realmente muito simples ganhar dinheiro, e ainda mais simples fazê-lo crescer. Não quer dizer que seja fácil, mas é simples. Quer ver: para ganhar dinheiro, faça algo que ajude a resolver o problema de outras pessoas. Para ganhar mais dinheiro, faça algo que ajude a resolver o problema de MUITAS outras pessoas. Para fazer seu patrimônio crescer, trabalhe para ganhar dinheiro, viva com menos do que ganha e invista o que sobra de maneira a fazer este capital inicial e seus rendimentos se transformar em uma bola de neve. Viu, é simples.

Minha formação é Computação. Quando estava me formando, a internet comercial ainda não existia no Brasil. Havia uma maneira de conseguir conexão à internet aqui na minha cidade. Era através de um provedor de acesso experimental, montado na estrutura da faculdade federal por alunos do último ano da Computação. Achei excelente, fui lá conversar com eles e descobri que havia uma fila de espera de 3000 pessoas. E que só conseguiam atender a 300 pessoas por mês. Esperar 10 meses para poder acessar a internet? Nem pensar. Chamei alguns amigos, desenhamos o plano em uma folha de caderno, juntamos os trocados de cada um e no mês seguinte abrimos o primeiro provedor de acesso discado comercial do nosso estado. Essa foi minha primeira maneira regular de ganhar dinheiro, antes disso, ganhava dinheiro esporádico com aulas de computação e manutenção de computadores.

Para fazer o dinheiro crescer, havia a poupança e a bolsa de valores. Tinha uma reserva na primeira e logo parti para a segunda. Sem o conhecimento necessário e principalmente sem a bola de cristal para prever o futuro, perdi tudo o que tinha com o estouro da bolha de internet em 2001 e com a queda das Torres Gêmeas no atentado de 11 de setembro. Tinha que começar do zero. Zero mesmo, porque no final de 1999 tinha perdido minha empresa de internet em um negócio mal feito e em 2001 o emprego que arranjei enquanto montava minha segunda empresa havia explodido junto com a bolha da internet, pois o dinheiro vinha dos Estados Unidos.

Minha segunda empresa também era um negócio com internet. Neste momento fazíamos hospedagem de sites e depois passamos a instalar e dar manutenção em servidores corporativos e desenvolver sistemas. Com o dinheiro entrando, foquei na segunda etapa, investir para fazer o patrimônio crescer.

Tendo perdido tudo na bolsa de valores no ano anterior, não queria ouvir falar deste assunto. Por um lado foi péssimo, perdi os anos de maior valorização da Bolsa, entre 2002 e 2008. Por outro lado, não perdi tudo em 2008, como aconteceu com muitos que tinham suas economias em ações. Adquiri consórcios imobiliários no limite do investimento mensal que podia fazer e com eles descobri uma mina de ouro ao contemplar as cartas e vender o crédito para quem procurava adquirir imóveis com um custo muito menor do que os juros do mercado, mas com um ágio bastante considerável sobre o valor que eu tinha pago até a contemplação.

Meu investimento com os consórcios imobiliários deu tão certo a partir de 2002, que em 2003 escrevi um artigo no Moeda Corrente explicando o que estava fazendo para multiplicar meu dinheiro. Este artigo abriu o apetite de muita gente para os investimentos e eu indicava o vendedor que me atendia na época, sem segundas intenções, sem receber nada por isso. Até que um dia este me ofereceu comissão para ver se eu indicava mais gente do que já vinha indicando. Opa, que boca-aberta que eu fui! O que eu fazia valia dinheiro! E a partir de então passei a ganhar uma pequena comissão por cada indicação. Como era o mesmo que fazia com meus investimentos pessoais, era uma indicação natural e verdadeira.

Mais uns anos se passaram, minhas indicações aumentaram, e a Rodobens me convidou a virar representante deles. Montei uma empresa, a Megacombo Consórcios para cuidar disto, acabei vendendo a participação na empresa de internet que ainda possuía e passei a me dedicar integralmente aos consórcios. Você pode saber tudo sobre o funcionamento deste investimento acessando o site Investimento em Consórcio. Foi este investimento que permitiu tornar-me o Papai Investidor, e é este investimento que indico para quem deseja uma forma simples, segura e automática para formar patrimônio e viver uma vida financeiramente tranquila.

De volta aos videos. Feito é melhor que perfeito. Faça o que funciona sempre.

Estou de volta, depois de quase três anos de “licença paternidade”. Feito é melhor do que perfeito, então este e os próximos videos devem ser assim, simples, rápidos, feitos com a câmera do celular mesmo, mas sempre com algum conteúdo relevante que te ajude a ficar um pouco melhor a cada dia. Posso não conseguir ajudar todo mundo, mas se um video meu fizer a diferença na vida de pelo menos uma pessoa, já valeu o tempo que dediquei a isso.

Todos os dias você têm uma escolha: pode fazer o que sempre funcionou para todo mundo, ou pode tentar encontrar um atalho. Na vida financeira também é assim, você pode investir de uma maneira simples e até tediosa, mas que funciona, ou pode tentar descobrir o Santo Graal dos investimentos e tentar enriquecer da noite para o dia. Não caia nesta tentação. Na melhor das hipóteses, você irá perder seu tempo. Na pior, irá perder tempo e dinheiro.

Venha para São Paulo

Venha para São Paulo se você deseja fazer seu negócio tomar velocidade, se procura um emprego com possibilidades reais de crescimento rápido, se deseja fazer algo diferente do que faz em sua cidade natal. Venha para São Paulo se você procura oportunidades, mesmo sem saber que oportunidades sejam estas. Venha para São Paulo se você gosta de pessoas e de fazer novas relações. Venha para São Paulo se você quer novidades, movimento e mudança.

São Paulo é um lugar cheio de gente de tudo quanto é local. São Paulo tem gaúchos, tem mineiros, tem cariocas. São Paulo tem gente dos outros estados também, mas para não deixar nenhum de lado, cito formalmente somente os três que já citei. São Paulo tem gente de outros países, basta passear rapidamente pela Avenida Paulista para ouvir espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, japonês e chinês. Deve haver gente de outros países ainda, mas estes foram os que ouvi pessoalmente nos últimos dois meses, ao cruzar pelas pessoas de ouvidos atentos as diferentes línguas.

Acredito que justamente por São Paulo ter esta enorme diversidade de gente, sem falar da quantidade, este ser o motivo de tanto sucesso em atrair ainda mais gente boa para cá. Como uma mudança de cidade sempre é algo relativamente difícil, com todos os desafios, desde encontrar um lugar para ficar, algo para fazer, pessoas ainda a conhecer, que quem já passou por isso no passado é muito mais solícito ao ajudar.

Quem chega em São Paulo pode contar com a boa vontade de desconhecidos. As pessoas adoram ajudar umas às outras. Quem chega aqui pensando encontrar grande concorrência e gente de cara amarrada se surpreende. Há muita concorrência, claro, mas há também muito mercado, mais mercado do que gente para atender a todos. E quando falamos de qualidade, há pouca gente realmente qualificada para atender mercado tão exigente. Ao vir para São Paulo, espere conhecer muita gente nova e não se impressione quando a maioria destas pessoas se disponibilizar a lhe ajudar. Aqui é assim, quem chega é bem vindo.

Estou aqui há apenas dois meses, antes vinha somente por uns poucos dias. Claro que já conheci alguns dos vários problemas de São Paulo, como o trânsito, a poluição, o barulho, as filas. Nada que não dê para conviver, nada que não dê para evitar com estratégias simples. E mais, nada que não dê para evitar com estratégias simples que você nem mesmo precisa descobrir, quem chegou antes estará ávido para lhe ajudar.

A saudade da família e amigos da sua cidade de origem as vezes pode apertar um pouco, mas para isso, um amigo que já morou aqui me contou a solução. As distâncias são mera questão financeira. 100Km ou 1000Km podem ser percorridos em pouco mais de uma hora, basta decidir se você vai de carro ou de avião. E com passagens aéreas cada vez mais baratas junto com o quanto a mais você estará ganhando ao morar aqui, problema resolvido.

Venha para São Paulo, faça um teste por três meses. Duvido que dê vontade de voltar.

A Semana do Presidente

Lembro de quando era pequeno e assistia TV no domingo. Acho que era no fim dia, junto do Programa Silvio Santos. Não lembro de muitos detalhes, mas tenho certeza de que era no SBT e se não me engano, tinha narração do Lombardi, a eterna voz. O programa era curtinho, resumia o que o Presidente havia feito na semana. O único Presidente que lembro de ter isto era o Figueiredo.

Independente deste programa ter sido uma imposição da ditadura militar em troca da concessão do canal, ou algo parecido com isso, acho que a idéia é bastante válida para implementar no campo pessoal. O pessoal que perde tempo pesquisa organização e otimização do tempo, como técnicas GTD e coisas do tipo, costumam ter algo como “revisão semanal”. Acredito que um tempo dedicado a reflexão do que aconteceu na semana, não apenas as tarefas realizadas, mas as pessoas com quem se conversou e as lições aprendidas, é algo que pode trazer grande conhecimento de si mesmo e acelerar o crescimento pessoal.

Meu texto de retrospectiva dos últimos 15 meses teve bastante repercussão, recebi diversos emails fazendo comentários complementares ou tentando a ajudar a resolver uma ou outra questão comentada. Algumas pessoas escreveram simplesmente para agradecer, por se verem refletidas em algumas das situações descritas. Vou fazer a experiência de algo mais formal, não sei se será toda semana ou se uma revisão mensal já seria o suficiente, mas começa hoje, de maneira oficial:

A Semana do Presidente

Esta semana participei da apresentação de um novo plano de consórcios da Rodobens, logo na segunda-feira. Lançaram um plano para compra de veículos usados, basicamente um consórcio como outro qualquer, já que todo consórcio de veículos, motos ou caminhões pode ser usado para compra de qualquer veículo, novo ou usado. O título na verdade se refere à faixa de valores, entre R$ 12.000 a R$ 24.000, uma faixa ainda não coberta pela Rodobens, que possuía consórcios de menor valor com os consórcios de moto e de maior valor com os de veículos em duas faixas distintas, a partir de 24.000 para o carro mais barato. Então, querendo um consórcio de veículos entre R$ 6.000 a R$ 300.000, pode contar comigo. Lembrando que consórcios de veículos são a melhor maneira de automatizar e otimizar a questão de renovação da frota, seja de apenas um veículo de uso particular, seja de uma empresa com dezenas de veículos rodando diariamente.

Tive algumas frustrações profissionais neste mesmo dia, nada que valha a pena comentar em detalhes, apenas o de sempre, pessoas fazendo patetices sem sentido, criando regras rígidas onde a flexibilidade seria muito mais adequada para elas. Nada que não se resolva rapidamente, mas me impressiona como podem andar para frente tais pessoas. É um passo para frente, dois para trás.

Na terça-feira tenho uma longa página em branco na agenda e na quarta-feira, apesar de ter vários rabiscos, simplesmente não trabalhei. Passei ambos os dias divagando sobre questões existenciais, seja em casa, seja vendo alguns seriados que ainda não tinha posto em dia (a saber, assisto The Mentalist, The Big Bang Theory, Hawaii 5.0, The Game of Thrones e House).

Teria uma reunião importante com uma grande administradora de consórcios (que não é a Rodobens), mas o pessoal que ficou de me ligar para confirmar o horário simplesmente não ligou. Não sei se não vieram a Porto Alegre (falaria com o diretor geral e acionista principal da empresa) ou se arranjaram compromissos mais importantes do que eu. Semana que vem descubro isso.

Também passei um bom tempo pesquisando sobre mochilas, mais especificamente as Goruck, da qual a que mais se adapta ao meu perfil é a Goruck Radio (fica a dica para quem quiser me dar um presente qualquer hora destas). É uma mochila cara, mas feita de cordura 1000D que dura a vida toda e fabricada nos Estados Unidos, com mão de obra americana, coisa que eles explicam exaustivamente no site. A empresa foi fundada por um ex-fuzileiro naval, buscando criar produtos que aguentem qualquer parada. Também a garantia deles é para toda vida, ou seja, se rasgar, raspar, falhar um zíper (YKK made in USA), ou qualquer coisa deste tipo, é só mandar para eles que consertam sem cobrar nada.

Ontem, quinta-feira, o dia foi de grandes questões pessoais. Refleti sobre a mudança para São Paulo, no próximo dia 22, sobre as reformas necessárias no apartamento que compramos no início do ano e onde estamos vivendo desde então e sobre diversas questões mais subjetivas como viagens e a importância que viver novas experiências tem na minha vida.

Quinta-feira também foi um longo dia de trabalho, respondendo diversos emails. A maioria das pessoas não sabe exatamente como eu trabalho, como faço as vendas de novos consórcios para os investidores e interessados em imóveis que atendo ou o que pode ser meu dia a dia. Para ter uma idéia, somente ontem eu respondi emails relativamente longos e bem detalhados para 14 novas pessoas. Estas são pessoas que antes disso, nunca tinham entrado em contato comigo, ou seja, novos amigos que fiz nesta semana. Na segunda-feira, tinha oito novos contatos deste tipo, então foi uma semana relativamente tranquila, onde conheci apenas 22 novas pessoas até agora (vai aumentar, pois já dei uma bisbilhotada nos emails que ainda tenho na caixa de entrada).

Para dar uma idéia mais efetiva, desde o início do ano já conheci e respondi 381 pessoas novas, com as quais ainda não tinha falado pessoalmente ou por email. Conhecer estas novas pessoas é uma das coisas mais legais do meu trabalho. Aprendo muito com a vivência diferenciada de cada um. Além destas, respondi dezenas de pessoas com quem já tinha uma linha de contato prévia. Meus dias profissionais são, basicamente, respondendo emails com dúvidas de possíveis clientes, de investidores que desejam iniciar seus projetos, de pessoas que sonham com a casa própria e precisam de ajuda para encontrar a melhor maneira de realizar isto e de empreendedores que veem minhas realizações pessoais e profissionais e desejam se espelhar em mim para alcançar seu sucesso pessoal. Agradeço todos os dias por poder conhecer e ajudar tanta gente interessante, mas agradeço mais ainda por poder aprender com tanta gente interessante.

***

Então era isso, o formato me lembra um pouco alguns capítulos dos livros do Donald Trump, onde ele descreve uma semana de trabalho dele. No segundo livro em que usou esta técnica, comentou que obteve bastante resposta aos capítulos em que fiz isso pela primeira vez. Nos próximos, penso em ser um pouco mais específico em alguns pontos, com detalhes de tarefas e os resultados esperados. Algumas coisas tem que ficar guardadas enquanto não são lançadas ao mundo, então infelizmente não poderei falar de todos os detalhes de negócios que estão acontecendo, mas vou tentar relatar o máximo possível.

Agora começa um novo dia, para os curiosos de plantão, normalmente como granola com leite e alguma fruta no café da manhã. Caminho 5Km, tomo um banho e começa meu dia profissional. A parte da caminhada vinha sendo deixada para trás nos últimos tempos, mas hoje retomo isto também. Sexta-feira é um dia especial, almoço com os amigos da época da faculdade. Com a mudança para São Paulo, vamos ver se consigo manter isso com os desgarrados que já foram antes de mim.

Como sou bonzinho…

Hoje recebi um email perguntando porque eu ajudava as pessoas sem receber nada em troca. Minha vontade era de responder que ajudo porque sou bonzinho, mas não seria a resposta mais completa para a questão. Então resolvi escrever um pouco mais sobre esse assunto.

Não lembro onde li ou quem me falou a seguinte frase:

“Se os malandros soubessem como é mais lucrativo ser honesto, seriam honestos nem que fosse por simples malandragem.”

Tem outra frase que gosto muito, também sem fonte ou referência, desta vez por preguiça de procurar:

“Ajude as pessoas a resolver os problemas que possuem e você nunca terá problemas em ganhar dinheiro.”

O email que recebi perguntando porque ajudava as pessoas sem receber nada em troca tratava especificamente do investimento em imóveis através dos consórcios, minha especialidade e assunto sobre o qual escrevi uma quantidade imensa de textos. Sobre este assunto, a resposta poderia ser simples: “recebo comissão quando vendo cartas novas de consórcio, o restante do meu serviço é feito gratuitamente para fidelizar os clientes”. Só que a resposta real não é simples assim, pois quando comecei, lá em 2003, com o primeiro texto que escrevi explicando como estava investindo meu dinheiro através dos consórcios imobiliários, não possuía a Megacombo nem ganhava um tostão pelas indicações que eventualmente fazia para quem vendia as cartas de consórcio.

Escrevi o texto original explicando este investimento simplesmente para me ajudar a entender melhor como eu próprio estava investindo e, mais que isso, para que o processo de escrita me ajudasse a pensar em maneiras de otimizar este investimento e localizar eventuais pontos fracos. Divulgar o texto no site que mantinha para meus estudos sobre investimento ajudaria outras pessoas, isto era um bônus. Já tinha o texto pronto para meu próprio uso, ajudar outras pessoas com tal texto não me custava nada, e na minha opinião sincera, geraria boas vibrações.

Quantas vezes já havia lido textos que me ajudaram a crescer sem precisar quebrar a cara por conta própria para aprender determinadas lições? Muitas. Era bom estar agora do outro lado da equação, um texto que eu havia escrito iria ajudar outras pessoas a investir de maneira melhor, mais lucrativa e mais segura. Então, se na época não ganhava nada financeiramente ajudando as pessoas a conhecer esta nova maneira de investir que havia descoberto, ganhava o bem estar de saber que um texto meu, algo que eu mesmo havia produzido, estava ajudando outras pessoas. Desculpa se sou redundante nesta questão, mas o benefício é tão óbvio, e ao mesmo tempo tão obscuro para quem nunca se sentiu recompensado por algo que fez sem buscar recompensa, que faço questão de deixar claro: “não há coisa melhor do que o sentimento de valor próprio, e não há forma mais simples de obter este sentimento de valor próprio do que ajudando outras pessoas”. Então, de certa forma, podemos dizer que todo ato de ajudar os outros com desprendimento pessoal, é na verdade, um pequeno ato de busca de reconhecimento. Mesmo quando ajudamos de forma anônima isto é verdadeiro, porque o sentimento de valor pessoal somente pode ser sentido por nós mesmos, de dentro para fora, ou seja, não importa os outros saberem ou não o que fizemos: nós sabemos.

O mais engraçado de tudo isso é como a vida dá voltas, e algo que fazemos sem nenhuma segunda intenção, com a simples vontade de aprender algo (no meu caso naquela época, a compreender melhor os assuntos que estudava e a aprender a escrever textos melhores), pode voltar para nós de maneiras completamente inesperadas. No meu caso, a explicação de como estava investindo voltou para mim na forma de inúmeras pessoas querendo fazer o mesmo e me perguntando se os podia ajudar. Além disso, fiz vários novos amigos interessados nos assuntos que discutia no artigo, no caso, investimentos em geral e investimento em imóveis de maneira mais específica.

Deste início inusitado para hoje, foram quase dez anos em que saí de um aprendiz para um mestre no assunto, ajudando centenas de pessoas a lucrar e realizar seus sonhos. A cada novo amigo que ajudava, mais realizado me sentia. E assim, ajudando e recebendo de volta as boas vibrações de cada uma destas pessoas maravilhosas, acabei montando minha própria empresa para representar a administradora de consórcios que me atendia e continua me atendendo, a Rodobens. Vendi minha parte na empresa de internet que possuía e acabei me dedicando em tempo integral a ajudar as pessoas a investir utilizando os consórcios imobiliários como alavanca. Fiz isso justamente na época em que havia atingido a independência financeira, quando teoricamente poderia deixar de trabalhar, mas sou inquieto demais para ficar de papo pro ar, sempre busco algo útil e prático para fazer. Ajudar as pessoas, sentir o prazer da auto-realização e ainda receber para fazer isso, estava completa a fórmula da felicidade.

Então faço o que faço porque sou bonzinho com os outros. E sendo bonzinho com o mundo, o mundo simplesmente retorna sendo bonzinho comigo. Esta é a fórmula do sucesso e da felicidade que encontrei para minha vida. Se precisar de ajuda para encontrar a fórmula que funcione para você, vai ser um prazer conversar a respeito.

Evite gritar no megafone

Quando você tem uma mensagem para transmitir, você pode fazer isso berrando para que todo mundo possa ouvir, ou pode fazer isso de maneira mais discreta, explicando em voz baixa para um pequeno grupo de pessoas. A diferença de ambas as formas de comunicação não é o volume, mas a efetividade.

Se você está na rua gritando para quem quiser ouvir, muitas pessoas passarão se perguntando “quem é este esquisito?”, sem realmente parar para ouvir sua mensagem. Se você tem um produto para vender, gritar na rua pode ser o equivalente a colocar um anúncio no rádio ou no jornal, está lá para quem quiser ver, mas na prática, muito pouca gente irá prestar atenção na sua mensagem.

Mas a propaganda não é a alma do negócio? É, só que em um mundo em que a maior parte das coisas se tornou commodity, ganha o cliente quem se diferencia, quem oferece mais do que os outros. Não basta você ser um vendedor, você tem que ser um especialista no que vende para que as pessoas o conheçam e prefiram comprar o que quer que seja com você, e não com um qualquer.

E como se diferenciar? Oferecendo algo de valor antes de sair gritando aos quatro ventos. Formando uma legião de seguidores, de interessados na sua mensagem ou no que você tem a oferecer. Destes, muitos não se interessarão por seu produto ou serviço, mas a maioria estará prestando atenção no que você estiver falando. E é aí que reside a grande diferença, na atenção das pessoas com quem você fala. No momento em que prestam atenção à sua mensagem, mesmo que esta mensagem não as interesse no momento, pode interessar mais adiante. Ou essas pessoas podem conhecer alguém que você pode ajudar com seu produto ou serviço e lhe indicarão para amigos e conhecidos.

Dois exemplos práticos, um pessoal e um que dei como sugestão para um amigo fotógrafo.

Primeiro o exemplo pessoal. Meu negócio, o que faço com minha empresa Megacombo, é vender consórcios, principalmente os consórcios de imóveis. Apesar de poder vender qualquer tipo de consórcio e eventualmente vender uma carta de veículo, caminhão ou serviço, meu foco e minha especialização é o consórcio imobiliário, e como super-especialização, o uso destes consórcios como investimento. O que faço para me diferenciar de todos os outros vendedores de consórcio é justamente mostrar que sou melhor do que a absoluta maioria. Mostro que sei mais, que entendo melhor as necessidades das pessoas, que conheço profundamente os detalhes relevantes e que com minha orientação terão a melhor solução para seu caso específico. Meu objetivo principal não é fechar a venda imediatamente, mas sim, fechar a melhor venda possível, não no sentido do maior valor, mas sim, na melhor solução do que o cliente precisa. O que ganho com isso? Um amigo, alguém que me indicará para seus conhecidos, um cliente para toda a vida.

Como faço isso? Da forma mais simples possível, expondo meu conhecimento e entregando valor. Escrevo artigos explicativos sobre investimentos imobiliários, explico detalhes do funcionamento dos consórcios, faço estudos de caso e fico disponível para responder dúvidas de quem ainda não é meu cliente. Levando em conta que não há nenhum custo extra em adquirir os consórcios comigo, de quem você acha que as pessoas comprarão seus planos de consórcio? De mim, que estarei acompanhando e orientando ao longo de todo o processo, ou de um vendedor qualquer que provavelmente se esquecerá do cliente assim que receber o primeiro pagamento? Meus resultados pessoais respondem esta pergunta 🙂

O segundo exemplo é de um amigo que é fotógrafo de casamentos. Ele me pediu conselhos de como se posicionar de maneira a demonstrar valor antes mesmo de conseguir conquistar o cliente. Somente mostrar seu portfólio não é mais suficiente, até porque, como as pessoas chegariam a seu portfólio? O que mais ele poderia oferecer antecipadamente e sem custo?

Ajudei este amigo sugerindo que fizesse um site onde desse dicas de como tirar fotos em viagens. Ou que mostrasse, através de fotos, qual a melhor maquiagem para ficar bem nas fotos de casamento ou em retratos. Ou que sugerisse bons locais para fazer as fotos de antes do casamento, as fotos de namoro do casal ou as fotos de um book com os padrinhos. Todas essas dicas naturalmente ilustradas com suas próprias fotos, já servindo como portfólio profissional. Poderia ainda indicar soluções para problemas comuns que podem acontecer, como locais com pouca luz e suas possíveis soluções, fotografar um pouco mais cedo a céu aberto, por exemplo.

Claro que muitas pessoas poderiam aproveitar suas dicas e as utilizar para bater as próprias fotos, sem o contratar. Só que estas pessoas não o contratariam nem o conheceriam se não tivessem visto tais dicas. A diferença real é que quando tais pessoas que obtiveram um benefício com o conhecimento oferecido gratuitamente precisarem de um fotógrafo de verdade, certamente saberão a quem chamar ou indicar.

E você, com que trabalha? De que maneira se diferencia dos milhares de outros que fazem o mesmo que você faz?

A disponibilidade é uma moeda que paga excelentes dividendos

Ontem, enquanto passeava pelo El Camino Real aqui em Mountain View, cruzei com a Lamborghini aí da foto. Gosto de carros esportivos e quando tenho a chance, gosto de fotografá-los. Esta foto só foi possível porque estava com minha máquina fotográfica, claro, mas o que as pessoas que veem esta foto não sabem é da conversa que aconteceu um pouco antes de sairmos (minha esposa e eu):

– Para que a máquina? Só vamos caminhar até o mercado – Pergunta minha esposa.
– Nunca se sabe que oportunidades surgirão. E quero brincar com minha lente nova – respondi.

Conscientemente escolhi carregar um peso aparentemente desnecessário para ir até o supermercado, pois queria ter a disponibilidade da máquina para qualquer oportunidade fotográfica. Tirei outras fotos no passeio, de um fusca conversível amarelo e de outras coisinhas quaisquer, mas o importante é que não levei simplesmente a máquina para passear pendurada a tiracolo (nota *1), levei a máquina sem a tampa da lente, ligada, pronta para fotografar sem perda de tempo. Ela estava completamente disponível para a função.

Sobre disponibilidade ainda, depois de fotografar a Lamborghini me dei por satisfeito com o passeio da tarde. Desliguei a máquina, virei o para-sol para dentro, coloquei a tampa na lente. Uma quadra depois vemos quatro carros de polícia trancando a rua, vários policiais, um carro batido sendo guinchado, o primeiro acidente que vimos na região, porque do jeito que as pessoas andam aqui, não sei como acidentes ainda podem acontecer. O fato é que acontecem, e como não estava com a máquina tão disponível quanto antes, você vai ter que ficar apenas com minha descrição da cena, já que não a fotografei 🙂

Está sem vontade de sair?

Voltando um pouco ao tópico do meu artigo anterior, Como arranjar um bom marido, para a vida social vale a mesma regra. Você só terá a chance de encontrar uma pessoa legal para compartilhar a vida, se estiver disponível nos locais onde tenha maiores chances de cruzar com pessoas legais. Ficar em casa não fará um Príncipe Encantado se materializar no meio da sua sala. Então, mãos à obra, disponibilize-se.

E nos negócios e empreendedorismo?

Tem aquele ditado que diz: “Quem trabalha muito não tem tempo para ganhar dinheiro”. Acredito nisso. Trabalhar é importante, mas a escolha das atividades realizadas pode ser ainda mais importante no seu crescimento profissional. Fazer hora extra no serviço para dar conta de tarefas atrasadas, ou participar daquele evento onde você poderá fechar um excelente negócio, ou conhecer um futuro parceiro comercial? Se você não estiver disponível para atividades que o coloquem em contato com coisas diferentes do que seu dia a dia, como poderá mudar sua situação atual? Supondo, claro, que você deseje crescer na vida, não ficando somente no degrau em que já se encontra.

Quando receber aquele convite para um café, disponibilize-se. Vá, ouça, palpite, troque idéias. Eu recebo uma série de convites deste tipo, muitas vezes de jovens empreendedores que ficam admirados que eu, do alto da posição em que eles próprios me colocam, esteja disponível para um papo informal com “um guri que não tem nada para oferecer em troca”. Foi em um papo destes que conheci muitas pessoas interessantes, hoje amigos e parceiros de negócios.

Então deixo a questão: você está se tornando disponível, com regularidade e constância, para as coisas boas que podem acontecer em sua vida? Ou está em casa ou no trabalho, simplesmente afundado na rotina ou na preguiça? Aguardo seus comentários aqui no site.

Notas:

*1. Comprei uma faixa Black Rapid, fantástica para carregar uma máquina fotográfica grande com conforto e mantê-la sempre pronta para levantar e fotografar. A minha é a RS-4, mais simples, pois não tinha a RS-7 indicada a seguir quando a comprei. Todas são igualmente ótimas. Compre a sua na Amazon: Black Rapid Strap RS7 Black Fabric, Curved Ergonomic, with ConnectR-2 and FastenR-3

Um dia na vida

Fabricio no Lake TahoeMinha rotina mudou um pouco nos últimos meses, e achei que seria interessante escrever um post “um dia na vida” para contar como se parece um dia do meu tempo (pelo menos neste momento), ao menos para dar um noção do que tem minha atenção, em que estou trabalhando, em que projetos estou envolvido, e como isto pode ou não se relacionar com você. Claro que todos temos nosso próprio ritmo, então não há sentido em comparações, mas de toda forma, as vezes é divertivo olhar por trás das cortinas, não?

Manhãs

Quem convive debaixo do meu teto sabe que tenho um certo “ritual matinal”, mas deixando os detalhes de lado, levo aproximadamente uma hora para estar pronto para o dia, contando nisto o café da manhã, o banho e uma primeira passada de olhos nos emails, onde apago os spams que o filtro do gmail deixou passar e os emails que não exigem resposta.

Quando estou em casa, costumo fazer uma caminhada de uma hora no meio deste ritual, antes do banho, claro. Também costumo lavar a louça do dia anterior quando volto da caminhada, numa espécie de meditação.

Nestes meses em que estamos viajando pelos Estados Unidos, esta rotina foi alterada em parte. Não tenho feito a caminhada, substituída por tudo que caminhamos durante as tardes. Além disso, devido a diferença de horários entre Brasil e Califórnia (estou com 4 horas a menos) tenho acordado mais cedo para atender aos telefonemas do Brasil, usando VoIP. Então basicamente as manhãs são dedicadas a atender aos clientes do Brasil, respondendo emails e atendendo os telefones quando tenho conexão.

Costumo escrever usando o iPad e a App PlainText, que sincroniza os textos automaticamente com meu notebook. Uso o teclado sem fio da Apple para textos mais longos, mas normalmente acabo usando mesmo o teclado na tela do iPad, devido a praticidade e ao fato de já estar bem treinado nisso.

Os emails, respondo praticamente 100% no iPad. Só uso o notebook para salvar alguns arquivos e para fazer backup das fotos batidas a cada dia. Isto provavelmente irá se alterar a partir de amanhã, pois hoje foi lançado o novo MacBook Air, lançamento que eu previa e aguardava antes de comprar mais este “brinquedo”.

Computação móvel

Deixa eu discorrer um pouco sobre este assunto, pois disto eu entendo bem. Se pudesse dar apenas uma dica sobre que computador comprar para usar em viagens, seria a seguinte: compre o mais leve, o mais rápido, e o mais barato, exatamente nesta ordem. Se você for neurótico como eu sou e levar seu notebook para todo canto junto com você, o peso é a característica mais importante.

Estar no meio de uma viagem, com todas as coisas diferentes que você tem que lidar e os pequenos problemas que tem que resolver diariamente para manter as coisas em ordem, e ainda ter que lidar com um computador que simplesmente não responde na velocidade esperada, ainda mais se você está acostumado com um computador potente em casa, é algo realmente irritante. Depois do peso, performance é o que há.

Infelizmente, optando por peso e performance nos faz cair na classe de notebooks que não custam barato. Minha sugestão, pague o preço que for preciso. Sua felicidade, bom humor e principalmente, vontade de trabalhar, pagarão rapidamente a diferença de valor. Mais que isso, me escute com atenção, porque neste caso específico, comprar o notebook menor, mais leve e mais caro, acabará saindo mais barato! Depois de ter gasto com um grande, pesado e lento, você se irritará tanto que acabará comprando o leve e rápido, gastando duas vezes em vez de uma só. Eu sei! Já fiz isso Smile

Conexão com a internet

Na Califórnia, mesmo no Silicon Valley, onde se imagina que conexão com a internet não seja problema, tenha sempre um plano B, se você depende de conexão para trabalhar. A internet nos hotéis mais simples costuma ser gratuita e péssima. Nos hotéis mais caros, costuma ser paga e tão ruim quanto. As lojas da Apple são uma benção na vida do viajante conectado, sempre dispondo de conexão boa, sem custos extras. Cafeterias e restaurantes também costumam ter conexões disponíveis com regularidade. Planos 3G costumam também funcionar bem, mas encontrar um nos Estadus Unidos que não exija contrato de dois anos é tarefa de gincana. O mundo ainda não está realmente preparado para atender viajantes móveis de maneira ideal.

Tardes

Ainda devido a diferença de fuso horário, durante as minhas tardes já é noite no Brasil, então cuido dos negócios que estou desenvolvendo aqui. Estou montando uma empresa de investimentos imobiliários, nos USA, para que os norte-americanos interessados em investir no Brasil possam fazer isso da maneira mais simples possível. Como as coisas aqui ainda estão incipientes, na maior parte dos dias apenas tiramos as tardes para passear. A imagem que abre este artigo é de uma volta completa que demos no Lake Tahoe. Abaixo, o local de onde escrevo este texto Smile

2011-07-19-15h11m36

Equipamento: máquina fotográfica

Para quem gosta de passear e bater boas fotos, com a melhor qualidade possível, não tenho palavras para descrever o quão apaixonante é a Nikon D3100. É uma câmera DSLR, relativamente grande para quem costuma usar câmeras compactas, mas a diferença de qualidade nas fotos vale o quanto pesa. Falando assim, até parece que estou descrevendo uma câmera monstruosa, o que é muito longe da verdade. A D3100 é apaixonante justamente por colocar em um corpo extremamente compacto e leve o suprasumo da tecnologia e qualidade para fotos. Ela pesa menos da metade da minha máquina “oficial”, uma Nikon D7000 que é maravilhosa por suas razões próprias, mas muito pesada para levar como câmera de turista. A D3100 simplesmente não se sente no pescoço, é como se estivéssemos sem ela. E no entanto, ela está alí, sempre a mão, sempre disponível.

Noites

Não temos badalado muito, com excessão de Las Vegas, onde estávamos dormindo bem mais tarde do que nos outros dias. Jantamos em casa, então enquanto minha esposa prepara o jantar, normalmente uma salada ou sanduíches, me dedico a escrever ou a responder os últimos emails do dia, já preparando o dia seguinte.

Também é a noite que atualizamos nosso site da viagem para informar aos pais que está tudo bem, que os negócios estão em ordem e a viagem está ótima. Os filhos, mesmo com quase 40 anos, sempre serão os “filhinhos”.

Resumo

Com a rotina completamente alterada pela viagem as coisas estão completamente fora do padrão. Ao mesmo tempo, passei os últimos anos planejando os negócios e os investimentos para poder conseguir fazer o que estou fazendo agora, trabalhar, manter as empresas funcionando e ganhar dinheiro, independente de onde esteja no planeta. Hoje, com uma conexão à internet e um computador (ou iPad), tenho tudo que preciso para manter a vida profissional andando perfeitamente bem.

Em um próximo texto, vou falar sobre um insight que me surgiu ao longo desta viagem. Tenho que fazer um pouco de mistério aqui pois é uma idéia que gostei tanto, que pretendo lançar um site para desenvolvê-la com exclusividade, mas basicamente fala de empreendedorismo, desenvolvimento pessoal e profissional e independência financeira para atingirmos o máximo de nosso potencial individual. É a consolidação de tudo o que venho fazendo pessoalmente ao longo dos últimos anos, dos meus resultados e de como isto me ajudou e ajuda a conquistar tudo o que desejo.

Deixe de ser preguiçoso se você deseja investir bem em imóveis!

Passei aqui rapidinho só para dizer que ontem publiquei um novo texto no meu site sobre Investimento em Imóveis. Clique no título abaixo para ler diretamente o original.

Artigo: Deixe de ser preguiçoso se você deseja investir bem em imóveis!

Abraço e sucesso!