Made in Japan

Castelo Hikone, foto do meu amigo Marco Bianchini.

Tudo que eu escrevo acontece.

Parto em viagem de trabalho ao Japão na segunda-feira, dia 21 de fevereiro de 2011. Fico lá até dia 10 de março na região de Suzuka, mais especificamente em Kameyama. Para acompanhar a viagem, siga-me no Twitter, veja as fotos no Flickr e lembre-se de assinar para receber meus textos aqui do Peruzzo.Org diretamente no seu email, cadastrando-se na barra lateral do site.

A semana passada foi intensa. Estávamos com a passagem para os EUA marcada para dia 18 de março. Toda preparação prévia estava pendente, entre elas:

  • vender o apartamento onde moramos;
  • vender alguns imóveis de investimento na planta;
  • vender as coisas que não precisaremos depois que voltarmos, principalmente alguns eletrônicos, computadores, notebooks, máquinas fotográficas, filmadoras e alguns móveis;

Semana passada acertamos a venda do apartamento, acertamos a venda dos três apartamentos que tinhamos na planta e ainda aconteceram uma série de fatos incríveis. Vamos por partes…

Há quatro anos…

Há quatro anos minha sobrinha estava morando no Japão. Minha esposa é madrinha dela. Planejamos visitar eles lá dois anos depois de terem se mudado. Antes disso, voltaram para o Brasil. Sem a viagem para o Japão, ficamos aquele ano no Brasil, compramos um apartamento bem maior (escrevi que moraria com mais espaço em meu plano de vôo de 2006) e no ano seguinte fomos para Europa. Conhecer o Japão havia ficado para trás. Sem minha sobrinha e minha cunhada lá, não havia muito que nos puxasse a isso fora a curiosidade natural e meu apreço pela alta tecnologia.

De volta aos dias atuais…

Há pouco mais de uma semana um casal de amigos, investidores em consórcios pela Megacombo, me ligam em continuação a uma conversa que havíamos tido 40 dias antes. Perguntavam se estava de pé nossa parceria. Basicamente o que queriam era divulgar meu trabalho sobre os investimentos em consórcios e imóveis, junto com os planos de formação de patrimônio, para os brasileiros que moravam na mesma cidade e trabalhavam na mesma fábrica que eles. Moram no Japão. Foram para lá como muitos, com os planos de trabalhar duro, economizar, comprar a casa própria no Brasil, formar uma boa reserva financeira ou um bom patrimônio para adquirir imóveis de aluguel ou montar seus próprios negócios quando voltassem.

Disse que continuava tudo de pé, que eles poderiam divulgar a vontade meus textos e que se fechasse negócios com os amigos deles atenderia-os individualmente por email ou telefone, analisando cada situação e bolando o plano mais adequado para cada um. Avisei que estava de mudança para os EUA no dia 18 de março deste ano, então as coisas estavam um pouco corridas. Disse mais, que se houvessem vendas suficientes, eu usaria toda a comissão que a Rodobens me paga para ir até o Japão conhecê-los pessoalmente. Isso foi o gancho que faltava. Depois dessa sugestão, disseram que o ideal seria exatamente isso, falar pessoalmente com cada um dos interessados, todos cheios de perguntas e dúvidas, ávidos por conhecer pessoalmente minha história e de como conquistei cada um dos meus objetivos financeiros e de qualidade de vida. Aquilo que escrevi lá atrás sobre ir ao Japão agora estava se tornando real, por motivos totalmente diferentes. Diferente de tudo que planejei, mas ao mesmo tempo de maneira muito mais curiosa e interessante. Já escrevi várias vezes aqui, trabalhar e divulgar este investimento que tanto me ajudou e continua ajudando a formar patrimônio nao é um trabalho para mim, é um prazer. Eu realmente me realizo ajudando as pessoas a realizarem seus sonhos financeiros. Adoro falar desses assuntos e de mostrar como um plano simples pode gerar um resultado surpreendente.

Liguei para outro amigo, agente de viagens. Perguntei quanto custaria uma viagem para o Japão em determinadas datas. Ele me retornou por email alguns minutos depois do telefonema. Não havia me passado o orçamento, enviou diretamente a reserva das passagens. Bastava eu confirmar para efetivar a compra. Falei com o casal que estava no Japão e no mesmo dia confirmamos tudo. Uma semana depois embarcaríamos para o Japão!

Dentro de dois dias, na próxima segunda-feira, minha esposa e eu pegamos o vôo que nos levará para a Terra do Sol Nascente. Um grupo de brasileiros descendentes de japoneses nos aguarda para duas semanas inteiras de bate papo e tira-dúvidas. O casal de amigos que organizou tudo está montando uma agenda com as folgas semanais de cada um, para conseguirmos conversar com o máximo de pessoas possível.

Um pouco sobre japoneses e descendentes de japoneses…

Há muito tempo tenho uma afeição enorme pela cultura japonesa. Não é apenas pela questão da tecnologia, mas também pelos rituais, pela história de força e superação. Fui sócio de vários japoneses no passado não muito distante. Em uma das empresas, era o único brasileiro no meio de seis japoneses sócios e a contadora da empresa também japonesa. Era engraçado quando um se empolgava e no meio de uma explanação “chaveava” a língua para o japonês e no final me olhava com aquela cara de “e aí, o que tu acha, Fabricio?”. E então todos se viravam para mim e abriam um sorriso, a forma contida que eu sabia ser o equivalente a uma enorme risada, quando o falante em questão finalmente se dava conta que na empolgação eu havia ficado sem entender nada do que havia dito 🙂

Tenho uma história legal sobre a colonização japonesa. Não lembro de detalhes exatos, ouvi esta história quando era muito pequeno e ela me marcou, retomando sua força quando passei a investir com os consórcios. Diz mais ou menos o seguinte:

Quando os primeiros descendentes de japoneses vieram para o Brasil, fugindo da guerra, da crise e da falta de perspectivas em sua terra natal, formaram pequenas colônias mais ou menos fechadas, onde preservaram sua cultura e seus rituais, passando os mesmos de pai para filho. Era como se tivessem construído um pequeno Japão em cada uma das cidades em que se estabeleceram. Se integraram com as pessoas destas regiões, mas mantinham seu núcleo coeso, forte, cada família ajudando as outras que viviam próximas.

A maneira que encontraram para sobreviver e prosperar nesta nova terra envolvia os conceitos de comunidade enraizados em sua cultura, mas o mais interessante é a forma como aos poucos, cada família de descendentes japoneses abria seus pequenos negócios, fazendo toda a comunidade crescer e prosperar.

O que faziam era o seguinte: cada família dava uma pequena contribuição mensal para um ancião, normalmente o mais velho ou o mais experiente dos imigrantes que moravam alí. Este, a cada mês, sorteava uma família para receber o conjunto das contribuições de todos os outros para poder, com este dinheiro, iniciar seu próprio negócio. Assim, ao longo do tempo, cada uma das famílias receberia uma pequena bolada de dinheiro e no final das contas todos teriam condições de se estabelecer prosperamente na região.

O que eles faziam é o conceito básico e essencial dos consórcios!!! Muito obrigado, japoneses, pela maior e mais perfeita ferramenta de alavancagem pessoal e patrimonial que existe. Devo a maior parte do que conquistei nesta vida a este sistema fantástico. Muito, muito obrigado!

Futuro…

Esta experiência é única, no sentido de ser a primeira vez que isso acontece. Já fiz coisas parecidas indo até São Paulo, Rio de Janeiro, interior do RS. Já houve pessoas bem mais próximas que tiveram vontade de fazer algo parecido mas não passaram da vontade, nunca realizando efetivamente algum evento, palestra ou encontro. Já conversei sobre os consórcios com brasileiros que moram nos EUA, na Inglaterra, em Barcelona, em Florença… Todas as vezes aproveitando viagens turísticas que havia programado. Ir até o outro lado do planeta, tão longe, é que é a novidade única, principalmente porque desta vez não vou para turismo, eventualmente aproveitando para conversar com uma ou duas pessoas. Desta vez vou especificamente para falar de investimentos!

Por outro lado, esta é uma nova porta que se abre. Tenho certeza de que esta experiência me levará a muitos outros lugares para conversar com muitas outras pessoas. Eu sempre digo que o maior benefício que esta carreira de “orientador para formação de patrimônio” me trouxe, não foi o simples crescimento dos negócios. O maior benefício são as pessoas maravilhosas que tenho oportunidade de conhecer ao longo desta caminhada. Gente simples, sincera, honesta, focada no crescimento pessoal, profissional e financeiro. Gente que busca o melhor para si e para suas famílias. Gente que busca o mesmo que eu, paz, tranquilidade, conforto e um futuro ensolarado.

Por tudo isto só posso terminar este texto de uma maneira:

Obrigado, Luciana e Marco, por cruzarem meus caminhos. Obrigado por terem acreditado em mim e em minha empresa mesmo morando do outro lado do planeta. Sei que o futuro me reservará muitas novas surpresas desse tipo, mas tão longe quanto o outro lado do planeta, só vocês 🙂

Garota eu vou pra Califórnia…

O estado das coisas em fevereiro de 2011

O ano de 2011 começou de maneira alucinante para mim. Há tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, que precisaria de vários posts para contar tudo e refletir mais detalhadamente em relação a cada assunto. Este é o primeiro, outros virão em seguida. Espero que estes textos ajudem ao menos uma pessoa que esteja passando por um furacão parecido.  A propósito, é um furacão de coisas boas!

Bondinho histórico em San Francisco.

Garota eu vou pra Califórnia…

Não vou para viver a vida sobre as ondas, tampouco para ser artista de cinema. Meus objetivos são mais práticos, junto com minha esposa, vamos para aperfeiçoar o inglês falado. Ficaremos pouco menos de seis meses por lá, um tempo razoável para conseguir a fluência na língua quando já se sabe alguma coisa. Ao mesmo tempo é um período relativamente longo, precisando de certas preparações prévias em relação ao que temporariamente deixamos no Brasil. Esta parte do texto pode ajudar quem pretende fazer uma viagem de longa duração e não sabe por onde começar. No mínimo servirá para que você deixe de se dar desculpas para não fazer uma viagem deste tipo.

Como ganhar dinheiro morando fora do país.

Qualquer período em outro país envolve questões práticas de como nos sustentar lá fora. No nosso caso é tudo relativamente simples, já que ao ter conquistado a independência financeira em 2007, poderia viver indefinidamente dos rendimentos das minhas aplicações. Só que isso, na época, era referente a viver um custo de vida relativamente limitado em relação ao que temos hoje. Mais que isso, era algo referente ao custo de vida no Brasil, com contas em reais, não em dólar. Além disso, nossos investimentos imobiliários mais recentes exigem um fluxo mensal de capital bastante elevado, ou seja, continuar com nossos negócios gerando dinheiro é essencial para manter “a máquina rodando”.

Felizmente conseguimos organizar nossas vidas ao longo dos últimos anos, de maneira a conseguir trabalhar independente de nossa localização. Minha esposa é estilista e designer, trabalha como freelance em diversos projetos usando as ferramentas da internet para comunicação e envio dos trabalhos. Eventualmente faz reuniões presenciais ou usa os correios para envio de objetos físicos, mas na maior parte do tempo, uma máquina fotográfica, um scanner e um notebook conectado à internet são o suficiente.

Na Megacombo as coisas são mais simples ainda. Meu trabalho é essencialmente de orientação aos investidores, usando email, skype, MSN e telefone para isto. Na parte prática de geração de contratos e boletos de pagamento, tudo é online. Para os consórcios da Rodobens que vendo, gero os contratos diretamente no sistema web deles, preenchendo os dados dos clientes e enviando arquivos PDF dos contratos. Os clientes simplesmente imprimem estes contratos, assinam e enviam diretamente para a Rodobens, aos cuidados da minha gerente de negócios. Funciona como um reloginho, tendo me permitido ajudar investidores de todo o Brasil e até mesmo muitos brasileiros que moram no exterior. Sobre estes últimos, brasileiros que moram no exterior, tenho novidades impressionantes… Escrevo mais adiante sobre isso…

Atendimento aos clientes brasileiros.

Em relação ao atendimento telefônico, com serviços de VoIP é possível ter um número telefônico nacional que atendo diretamente no meu iPhone, em qualquer lugar do planeta em que eu esteja. Assim, meus clientes no Brasil ligam para um número local, sem custos de ligação internacional. Atualmente, morando em Porto Alegre, tenho apenas um número telefônico local. Ao mudar para os Estados Unidos aproveitarei para também adquirir um número de telefone de São Paulo, onde está a maioria dos meus clientes.

Graças a diferença no fuso horário, o atendimento telefônico ficará bem resolvido. Acordo cedo nos USA e trabalho em casa no período da manhã, sendo o equivalente a atender o turno da tarde no Brasil. Lá, estarei cinco horas a menos do que aqui, então as 8h da manhã, começo a atender os telefones da tarde no Brasil. Claro que isso significa que vocês não devem me ligar pela manhã daqui, mas isso não faria muita diferença, já que morando no Brasil, normalmente marcava minhas reuniões pela manhã, não estando disponível no telefone. Além do mais, muito poucas pessoas me ligam, a maioria prefere relatar suas dúvidas por email, onde dá para explicar em mais detalhes e tudo fica bem documentado.

E como ficam meus investimentos imobiliários no Brasil?

Hoje em dia concentro meus investimentos imobiliários na D&P Investimentos Imobiliários. Esta empresa é gerenciada pelo meu sócio e pela equipe profissional da Steffen & Pozzi S.A., da qual também sou acionista. Isto significa que não preciso estar presente no dia a dia da operação, participando apenas de reuniões periódicas de andamento dos negócios. Explico isso tudo em mais detalhes no site sobre investimentos imobiliários.

A D&P Investimentos Imobiliários também é a empresa onde meus clientes da Megacombo investem seus consórcios contemplados, transformando-os em investimento na construção de imóveis para venda. Isto permite que lucrem tanto com a alavancagem proporcionada pelos consórcios, quanto com os lucros normalmente obtidos na construção de imóveis para venda. Lucros encadeados são uma beleza… Tudo é explicado e organizado usando a internet. No final, os contratos físicos são enviados pelo correio, tudo prático, simples e seguro. Alguns investidores mais curiosos as vezes nos visitam para conhecer os empreendimentos que estamos construindo, então para estes, por alguns meses enquanto eu estiver fora, serão recepcionados pelo meu sócio Gerson Pozzi 🙂

Tenho ainda três apartamentos que adquiri na planta, com perspectiva de lucrar 200% em cada em dois anos. As obras concluem em abril e julho de 2012 e já se passou um ano inteiro desde que adquiri os mesmos. Em princípio poderia ficar com eles para executar o plano original de vender uns meses antes da data de conclusão, mas resolvi vendê-los antecipadamente. Decidi por isso ao planejar os próximos meses depois da aventura californiana. Voltamos no final de agosto, ficamos um mês no Brasil e um prêmio anual da Rodobens nos leva a Cancun e Miami por alguns dias. De lá, estendemos a viagem para NY por mais uma semana e então partimos direto para Paris, onde moraremos os seis meses seguintes. Ou seja, não estaremos no Brasil nos meses que antecedem a conclusão das obras, que é justamente o momento ideal de vender estes apartamentos para os futuros moradores. Três pessoas já estão de olho nos mesmos, um já enviou os documentos para a Goldsztein-Cyrela (a construtora responsável pelas obras) e os outros ainda não. Se você que lê isto estiver interessado, ainda pode dar tempo. Resumindo: lucro de pelo menos 100% em um ano de investimento; investimento de R$ 30.000 a R$ 60.000; estou repassando pelos valores de aquisição em outubro de 2009.

O que vocês vão fazer em Paris? Porque morar lá?

A resposta curta é: porque podemos e porque gostamos de queijos e iogurtes! Quem conhece Paris pode dar milhares de outros motivos. Já escrevi antes que minha esposa é estilista e agora completo que o objetivo central deste ano “meio sabático” é o crescimento pessoal e profissional da minha família. Assim, direcionando os holofotes um pouco para minha esposa, vamos imaginar uma estilista brasileira, eventualmente trabalhando em uma “casa de moda”, fluente em inglês, francês e italiano. Com visto americano para negócios e turismo válido por 10 anos. Com passaporte europeu. Com experiência fora do país. Parece uma profissional diferenciada? Pois é. Este ano é para isso. Quanto a mim, adoro Paris, adoro a cultura que se respira por lá e gostaria muito de aprender francês bem o suficiente para aproveitar melhor alguns locais da Europa.

Como aprender inglês morando nos EUA? Ou, porque vamos para o Silicon Valley?

Um dos segredos que pretendo utilizar para “respirar em inglês” são os meus conhecimentos e experiência em negócios de internet. Apesar de não poder trabalhar oficialmente nos EUA, posso circular livremente como turista e posso participar de encontros e eventos de tecnologia e startups, ajudando, conversando e trocando idéias com programadores e empreendedores locais. Eventualmente posso até me tornar sócio de alguma empresa por lá! O importante é que ao me inserir em um grupo, aumentam minhas interações com a língua, acelerando a fluência. A Iasmine fará o mesmo, já tendo localizado inclusive um museu de moda na cidade onde ficaremos, para atuar como voluntária.

Se fossemos apenas fazer um ano sabático de diversão, Las Vegas seria bem mais interessante!!! Devido a crise americana, os preços por lá são até três vezes menores do que no Silicon Valley. Aluguéis de apartamentos de um dormitório em condomínios de luxo, totalmente mobiliados como casinha de boneca, construção de 2009, piscina olímpica, academia, salão de festas e business center, por menos do que cinco diárias em um hotel da Strip. Ok, divago, mas já pesquisei tudo porque os parentes e amigos que desejam conhecer Las Vegas já estão sendo convidados. Temos alguns amigos que casam este ano e não estaremos presentes. Se forem nos visitar, poderão casar novamente por lá, com um Elvis!

Próximos passos.

Construímos nosso futuro com nossas ações, um dia após o outro. Desta forma, deixo abertas todas as possibilidades. Os planos estão traçados, mas alterações sempre são possíveis ao longo do caminho.

E você, já pensou em morar fora do país durante algum tempo? O que te impede? Deixe suas impressões nos comentários.

Obrigado por confiar no meu trabalho

Acabo de voltar de viagem da Europa com minha esposa. Desta vez, fomos apenas a Paris e Londres, com um dia em Versailles para ver os jardins floridos e a exposição do Takashi Murakami no palácio.

Esta viagem foi especial, os primeiros dias foram pagos pela Rodobens como prêmio aos classificados Diamante no Programa Qualy. Esta é a qualificação máxima. Se a atingi, em grande parte isto se deve a cada um dos amigos e clientes que confiam no meu trabalho. Pessoas que na grande maioria, confiaram em mim sem nunca terem me visto pessoalmente, baseados apenas no pouco que consigo mostrar através dos meus textos e sites.

Há pouco tempo comecei a gravar alguns videos com o objetivo de tentar chegar um pouco mais perto de cada cliente. Espero com isso que aqueles que sentem a necessidade de verem com quem investem seus dinheiros e seus sonhos de vida, possam amenizar um pouco a distância através das ferramentas que a tecnologia nos oferece.

Gravei um breve vídeo de agradecimento aos meus amigos e clientes.

Como estava dizendo antes, hoje o dia é de agradecimento, então, muito obrigado por toda confiança depositada em mim e no plano de investimento em imóveis que desenvolvi. Um plano usado por investidores com muito dinheiro, mas também por jovens que estão apenas no início. Um plano que permite o crescimento contínuo e sustentável. Um plano que beneficia os bons hábitos financeiros.

O futuro pertence àqueles que o buscam com intensidade. Para atingir uma vida financeiramente livre, basta nos atermos a poucos detalhes:

1. Trabalhar para ganhar dinheiro.
2. Viver com menos do que ganhamos.
3. Investir a diferença entre o primeiro e o segundo.

Com meus textos, busco ajudar a facilitar a compreensão de cada um destes pontos, explicando formas de obter mais rendimentos, fazer melhores escolhas para viver melhor gastando de forma mais inteligente financeiramente, e finalmente, orientando em todas as etapas do investimento em busca da formação de um patrimônio sólido e seguro que garanta um futuro livre e tranquilo.

Obrigado por me proporcionar a possibilidade de te ajudar a construir um futuro melhor.

Para quem tem curiosidade em saber como foi o passeio, publiquei algumas fotos em:

Álbum de fotos de Paris e Versailles
Álbum de fotos de Londres

Mais uma vez, muito obrigado.

San Francisco

San Francisco acabou parecendo o que eu imaginava, uma Porto Alegre menor, mas mais dinâmica e com muitos turistas. Passeando pela primeira vez em um sábado de verão, no horário do almoço e início da tarde, tudo estava tomado de gente.
Como todas as cidades com fama de turísticas, San Francisco tem a mesma atmosfera de que as coisas parecem mais marketing em cima de algo histórico do que a coisa real. Este comentário não traz em si nenhum demérito para a cidade, é apenas uma constatação de que as coisas que um dia tiveram um motivo para ser assim, hoje parecem um pouco artificiais, feitas para turista ver, o que não quer dizer que não podem ser muito bem aproveitadas por todos que ainda não as conhecem.

Luxo e compras

Chegando aqui logo após ter passado pela cadeira de Moda e Luxo na pós-graduação, resolvemos nos dar alguns pequenos prazeres nos dois últimos dias de viagem. Nos hospedamos no JW Marriott, a uma quadra da Union Square. Qual não foi nossa surpresa ao avistar, logo na primeira esquina, uma filial da Goyard. Seguida de todo o restante das grandes marcas de luxo mundiais. Sem dúvida alguma, um bom lugar para passear. Diria que é a Rodeo Drive de San Francisco.

Quem gosta de compras não vai se decepcionar, há shoppings e lojas em profusão. Um dos shoppings que agora não lembro o nome abriga a maior Nordstrom dos Estados Unidos, com quatro andares de loja apenas desta, além de uma profusão de outras lojas nos andares abaixo da mesma. As ruas também são tomadas de lojas para todos os gostos, como a Apple Store, sempre cheia, uma loja da Ferrari, Macy’s, etc.

Clam Chowder

Uma das comidas tradicionais da cidade, e acredito, da região do Vale do Silício, é a Clam Chowder, ou Sopa de Ostras. Provamos em três locais diferentes, na Cheesecake Factory de Palo Alto, onde parecia ter mais batatas do que ostras, em uma pizzaria no Pier 39 de San Francisco, onde estava um pouco melhor e finalmente na Boudin Bakery do Fisherman’s Wharf, onde parece ter se originado e onde foi a melhor de todas. As duas primeiras experimentamos junto com nosso host durante o fim de semana, meu amigo Eduardo Pinheiro, um apreciador da iguaria. Eduardo, se ainda não experimentaste a da Boudin, pode ir sem medo que é a melhor de todas. Além do mais, na Boudin ela é servida dentro de um pão Sordough, outra iguaria que só existe em San Francisco. O gosto da sopa é ótimo e a textura idem, mas infelizmente para a Ingue e eu, parece que somos meio alérgicos a ostras, porque em todas as três ocasiões nossos estômagos não ficaram muito felizes 🙁

O Pão Sourdough tem como característica ser feito com um fermento que só há na região. É um pão consistente, com a casca meio dura, mas não crocante. Tem um gosto bom, nem melhor nem pior que o de outros pães que já comi, apenas diferente. Em matéria de comida, não sei como descrever bem as coisas, então basta dizer que vindo a San Francisco, passe em uma Boudin e experimente. Há filiais espalhadas por toda a cidade, com a do Fisherman’s Wharf sendo a “vitrine” da rede. Quase esquecia de dizer, fazem tartaruguinhas, jacarés, ursinhos Teddy, tudo de pão. Muito legal e uma boa lembrança para levar na volta da viagem. Em Sausalito, uma cidadezinha que fica do outro lado da Golden Gate, vi um pacotinho do tal fermento a venda em uma lojinha de especiarias. Se arrependimento matasse… Não comprei na hora e depois não encontrei mais em lugar algum.

Humphrys Slocombe

Essa dica veio do @ezingano, um apreciador de sorvetes e das boas coisas da vida. É uma sorveteria simples, meio alternativa, que fica no bairro mexicano. Passando pela frente, é o típico local que não entraríamos, em um bairro que não iríamos conhecer. O proprietário é um chef de cuisine que, cansado de pratos e sobremesas tradicionais da gastronomia, resolveu inovar com sorvete, uma base que pega bem qualquer tipo de sabor. Os sabores são o ponto forte do local, como o Jesus Juice, feito de vinho tinto e, como disse minha esposa, “parece quentão gelado”. Ou o Elvis, “The Fat Years”, com banana e manteiga de amendoim, passando por sorvetes de pipoca com bourbon, azeite de oliva, chocolate maltado, baunilha tahitiana, presunto, torrada americana e muitos outros. O cardápio muda regularmente, dependendo do humor do dono.

É longe dos bairros mais turísticos do norte da cidade, pegamos o BART, o metrô da cidade para chegar lá. Uma dica sobre isso: o metrô é cobrado pela distância percorrida, então garanta que seu cartão tenha créditos suficientes para descer na estação certa. Se sobrarem créditos em um cartão, podem ser usados para pagar viagens futuras, como se fosse dinheiro. Se faltarem créditos, você tem que pagar o valor da viagem mais longa possível, por volta de US$ 5, com cartazes diversos informando que pular a roleta dispara imediatamente uma sirene e lhe pedindo para sorrir para a foto 🙂

Ghirardelli

O chocolate da cidade. Se San Francisco fosse Gramado, seria a Prawer deles. Se fosse Canela, seriam os chocolates Caracol. Tão bom quanto todos os bons chocolates do mundo, que mais poderia dizer. Se você for apreciador de chocolates como sou, não deixe de experimentar. São bem menos doces do que os Nestlé suiços, que particularmente não aprecio tanto. Nos mercados há diversas outras marcas de chocolate, provei alguns e gostei, mas não vou listá-los aqui.

Clima

E para não dizerem que só falo de comida, deixa comentar sobre o clima daqui. Mark Twain disse certa vez:

O pior inverno que já passei, foi um verão em San Francisco.

Na nossa estada tivemos o maior frio da cidade desde 1971, conforme disse o noticiário que assistimos na TV. Isso enquanto víamos o centro dos Estados Unidos com notícias de mortes devido ao calor excessivo que fazia na maioria dos estados americanos. Para quem saiu de Porto Alegre fugindo do frio… A Ingue leva de volta uma tosse e um pulmão ruins, eu passei imune dessa vez.

O ar é bastante seco e como estamos no verão, o sol é forte. Apesar do vento frio e da sensação deste frio, o sol queima de verdade. Não se deixe enganar, abuse do protetor solar e tome bastante água.

Há parques diversos, muitas áreas verdes. Uma sugestão para um piquenique é conhecer o Japanese Tea Garden, a oeste da cidade, próximo da praia. Fica dentro de um parque maior, um lugar muito agradável e tranquilo. Grupos maiores tem espaços onde além de piqueniques, costumam montar redes de volei para uma tarde de diversão.

A famosa Golden Gate foi quase um mito para nós. Logo que chegamos, ainda no início da viagem, não foi possível vê-la a caminho de Reno, onde passaríamos os primeiros dias com o amigo Gabriel Torres. A serração simplesmente encobria toda a ponte. Atravessamos pela Bay Bridge, um local que em dias mais claros nos permitiria ver a famosa obra de engenharia. Já no final da viagem, aí sim conseguimos ver a ponte. Atravessamos em direção a Sausalito, uma cidadezinha do outro lado da ponte, com montanhas e barcos particulares ancorados. Uma paisagem de filme. Não é a toa que o Steven Spielberg tem uma casa de férias na região (apesar do frio, mesmo no verão). Na volta, a serração deu uma folga e finalmente vimos a ponte em toda sua glória. Coincidência, no mesmo dia, li uma mensagem no Twitter de uma pessoa que “sigo”, comentando que se morasse em San Francisco naquele dia, teria se atirado da ponte. Não sei pelo que ela passou naquele dia, mas se quisesse pular, seria fácil, não há proteção contra quem realmente deseja se atirar.

O famoso bondinho elétrico de San Francisco é só um trenzinho pega-turista. É divertido, sobe e desce lombas íngremes ao longo de duas rotas na cidade, ligando a Union Square com a região do Pier e passando pela famosa Lombard Street, a rua mais inclinada do mundo, que precisa ser em zigue-zague para poder dar conta da inclinação. Bonitinha, mas muito pouco prática. Dizem que as casas alí custam uma fortuna, mas pobres dos moradores, que não podem receber visitas por não ter onde estacionar, ou por elas terem que parar nas ruas acima ou abaixo e ter que encarar a lomba, seja na chegada, seja na saída.

Chinatown é o típico bairro chinês, com centenas de lojinhas de bugigangas, restaurantes típicos, roupas tradicionais e as famosas espadas ornamentais. Visite, escute as pessoas falando chinês nas ruas, e saia pela direita, em direção ao Museu de Arte Moderna.

O SFMOMA fica próximo ao centro Yerba Buena. Já descobri em outras ocasiões que não nasci para entender ou gostar de arte moderna. São coisas sem sentido, quadros enormes “que qualquer criança jogando tinta em cima faria”. Não é para mim. A arquitetura do prédio é legal, as exposições fotográficas idem, uma ou outra obra eram interessantes. O fato é: gosto de museus, a diferença é que nos de arte moderna caminho mais rápido na maior parte do tempo 🙂

Na Apple Store, conectado para dar notícias ao mundo, resolvi marcar onde estava no FourSquare. Vendo a lista dos locais próximos, apareceu o Twitter. Não resisti, tuitei de dentro do Twitter. Ficava em um prédio comercial a três quadras dali, um andar inteiro. A recepção era enorme, só com algumas cadeiras próximas às paredes e uma recepção no centro. Nem entramos direito, apenas batemos uma foto cada um ao lado da placa escrita Twitter e fomos embora.

Impressões finais

Um lugar bonito, bem cuidado, agradável, acolhedor e receptivo. Assim me pareceu San Francisco. Poderia ter um clima melhor, mas não se pode ter tudo 🙂

Fotos de San Francisco – Silicon Valley

Fotos de San Francisco e final da viagem

Silicon Valley

O Silicon Valley é um sonho de infância, adolescencia e início da vida adulta. É um sonho de garoto nerd apaixonado por computadores, tecnologia e empreendedorismo. É o lugar onde tudo acontece. Na prática, são apenas várias cidades pequenas, umas grudadinhas nas outras, onde por uma conjunção de fatores, uma infinidade de empresas de tecnologia nasceram. É um lugar muito agradável, sem prédios altos, apenas casas e prédios comerciais grandes mas de poucos andares.

Atualmente, depois da crise imobiliária ocorrida nos últimos anos, há muitos desses prédios completamente vazios e as casas da região cairam muito de preço. Independente disso, toda a região, incluindo San Francisco, possuem um custo de moradia bastante alto em comparação com outras regiões dos Estados Unidos.

O Silicon Valley não é um local turístico, um lugar para pessoas não interessadas no mundo da tecnologia visitar. Há coisas bonitas para se ver, mas aqui o interessante é morar, conhecer as pessoas e as empresas, iniciar novos negócios. Toda região é um poço de empreendedorismo e há diversos eventos e locais para fazer networking com pessoas com estes mesmos interesses.

Esta viagem foi bastante corrida no final, então não cheguei nem mesmo a fazer o tour pelas empresas famosas da região, aquela coleção de fotos com as placas de identificação de cada empresa. Vi algumas de passagem, eBay, Intel, Cisco. No Google, onde trabalha meu amigo Eduardo, paramos para uma foto, mas tirar fotos atualmente não tem mais a mesma graça que teria alguns anos atrás, então nem me preocupei muito com isso.

Uma curiosidade pessoal… Há alguns anos ganhei uma camiseta do Google quando fui fazer uma entrevista na filial brasileira. Acabei não indo trabalhar lá, procuravam técnicos naquela ocasião e eu buscava algo na área comercial. O interessante é que cada vez que vestia a tal camiseta automaticamente me tornava alvo de nerds nas ruas. A camiseta era um excelente conversartion starter, com as pessoas se aproximando e perguntando se eu trabalhava no Google, continuando então um papo sobre tecnologia. Um tempo depois, lavando uma saia junto da minha camiseta, minha esposa fez um “pijaminha”… Minha camiseta branca ficou com um tom amarelinho que não dava mais para usar na rua, ficando então para uso doméstico. Depois da Ingue contar isto ao Eduardo, no dia seguinte ele apareceu com um presente: outra camiseta do Google, igualzinha a que eu tinha! Thanks, Eduardo.

Penso em voltar para cá em um futuro próximo, mas para viver um tempo, conhecer pessoas com interesses comuns, iniciar algum novo negócio. É engraçado, porque sei que o lugar não faz o empreendedor, mas por algum motivo, as coisas aqui parecem andar mais rápido do que em outras regiões.

Agora, tendo conhecido o lugar, vejo que o que sempre quis não era visitar o espaço físico daqui, mas sim, conviver com as pessoas empreendedoras da região, desenvolver idéias, transformá-las em produtos, iniciar novos negócios. Não é o lugar, são as pessoas que vivem aqui. O sonho continua em mim, mas agora, sei melhor o que perseguir. E o melhor de tudo é que sei exatamente o tipo de negócio que desejo desenvolver, algo relacionado ao que já faço com os investimentos imobiliários, trazendo um pouco da riqueza norte-americana para o Brasil. Enfim, as coisas estão andando cada vez mais rápido, melhor do que qualquer planejamento que tenha feito.

Fotos de San Francisco e do Silicon Valley com o Eduardo Pinheiro

Highway 1

A Highway 1 é a rota cênica mais famosa dos Estados Unidos. Talvez com um pouco menos nome que a famosíssima Route 66, mas certamente com visual bem mais conhecido dos diversos filmes e seriados em que costuma aparecer. Não passamos por uma parte muito longa dela, apenas pela parte que beira a costa oeste na região de Malibu, Santa Bárbara e Los Olivos (onde foi filmado “Sideways”). É uma vista impressionante, com montanhas de um lado e o mar do outro, uma estrada recheada de curvas que faz com que cada nova vista seja mais uma surpresa.

A praia de Malibu é basicamente uma sequência de casas na beira da estrada no lado da praia, e casas nos morros em frente do outro lado da estrada. As casas do lado da praia são apenas as entradas das garagens, com a frente das casas de frente para o mar. Apesar do vento frio, há pessoas na praia, de biquini e bermudas. Os biquinis americanos são horríveis. Até tem umas guriazinhas bonitinhas na beira da praia, mas aqueles biquinis calçolão com um monte de tecido sobrando na bunda, ninguém merece. Deve ser por isso que os estrangeiros adoram o Brasil.

Nossa viagem consistiu de oito horas de estrada, de Los Angeles a Sunnyvale, então depois das vistas estonteantes, das plantações de uva e de muitas e muitas curvas, em algum momento o cansaço acabou falando mais alto e tudo passou a ser um pouquinho mais do mesmo. Vale o passeio, mas para aproveitar melhor, faça tudo pela costa, parando para usufruir do que oferecem algumas cidades ao longo do trajeto, como Carmel e Monterey. Não tivemos tempo para isso nesta viagem, então só descreverei este passeio na próxima vez, depois que o fizermos.

Fim da estrada, chegada no Silicon Valley.

Fotos desta etapa, Highway 1

Los Angeles, CA

Los Angeles é uma cidade enorme. Na verdade não é uma cidade, é um conjunto de cidades que compõe a Grande Los Angeles. Conhecemos a famosa Rodeo Drive, uma rua pequena, estreita, com palmeiras no meio e lojas de luxo em ambos os lados. Se você conhece Porto Alegre, imagine a Getúlio Vargas com ruas mais estreitas e jardins centrais mais bem cuidados, além das lojas de luxo, claro. São poucas quadras. Ao norte, é uma rua mais larga, residencial, muito bonita.

A Hollywood Boulevard é a famosa rua do teatro chinês onde há a festa do Oscar. Montes de lojinhas de souvenir, a calçada da fama com as estrelas com nomes dos famosos e acabou. Como diz meu amigo Cássio, que mora aqui, se não tiver tempo de ver muita coisa em Los Angeles, nem perde tempo aqui. Não concordo com ele nesta questão, é um ponto turístico famoso e se você for uma pessoa de “pontos turísticos”, é parada obrigatória. O Eduardo, meu amigo que trabalha no Google, provavelmente preferiria um bom jantar ou uma degustação de vinhos do que o burburinho desta rua cheia de turistas se atropelando.

Eu fui, vi e gostei. Além de tirar foto com a “estrela” do Donald Trump 🙂

O Hollywood Sign, o famoso letreiro, fica inacessível no topo de um morro. Há um caminho íngreme e cheio de ruazinhas que leva a um outro morro, em frente, onde dá para bater boas fotos com o letreiro ao fundo. O segredo é achar um carro que pareça saber o que está fazendo e segui-lo. Espere na Beachwood Street e siga alguém que estiver subindo a mesma. Se você tiver sorte, chega lá de primeira. Se for como eu, chega próximo, mas pensa “me danei” ao notar que o carro que estava seguindo estaciona em uma casa no topo da montanha, mas não no lado “certo” do topo…

Santa Monica é a praia onde mora a Gisele Bundchen. O Pier famoso é só mais uma plataforma de madeira com lojinhas pega-turista. Na 3rd street Promenade, uma parte da rua fechada para carros, mais lojinhas e restaurantes. É tudo muito bonito, tudo muito legal de conhecer, mas cada lugar novo conhecido me faz pensar que no final das contas, são apenas lugares. Por mais bonitos que sejam, nunca são como nossa casa, pois lá há o melhor de tudo, há o que nenhum ponto turístico pode nos dar, nossa familia e amigos.

De Los Angeles, vamos ao Silicon Valley, seguindo pela famosa Highway 1.

Fotos de Los Angeles, Santa Monica, Hollywood, Beverly Hills

Mais Las Vegas

Os hotéis, shoppings e casinos não possuem nenhuma janela ou formas de avistar as ruas quando estamos dentro deles. Também não há relógios. Tudo para simplesmente não vermos o tempo passar. Na maioria dos shoppings o teto é pintado de azul com nuvens, extremamente realista, sempre na mesma intensidade luminosa. É como estar em um constante paraíso onde o céu sempre é límpido e sempre faz tempo bom. Não há como querer sair deste lugar.

Nos hotéis de luxo, tudo está a disposição, basta ligar e pedir. Tudo tem seu preço, então se estiver contando as moedas, pergunte antes de sair usufruindo de tudo que oferecem. No frigobar, sensores automáticos registram a retirada dos produtos, automaticamente debitando sua conta. No spa, nas lojinhas internas, nos restaurantes, tudo pode ser posto na conta do seu quarto de hotel, basta dizer o número do quarto, confirmar que você é você e a conta só virá no final. Nada dessa coisa de ficar tendo que lidar com dinheiro, notas, moedas.

Dos shows, nem sei por onde começar. Tem de tudo, para todos os gostos. Assistimos o espetáculo “O” do Cirque du Soleil, que acontece no Bellagio. É um daqueles espetáculos que só podem acontecer lá, tão grande é a estrutura necessária para permitir os efeitos. Tudo é na água, com plataformas submersas que se movem alterando os espaços do palco, permitindo que os artistas mergulhem a grandes profundidades em um momento e caminhem sobre o mesmo local logo em seguida. É difícil de descrever, só vendo para entender.

Há shows de música, mágica e musicais. Há diversos espetáculos de Striptease. Para as mulheres solteiras há o Chippendales no Rio, ou o Thunder From Down Under com os rapazes australianos. Para os homens solteiros, em todas as esquinas distribuem cartões com as fotos e telefones das strippers que podem ser pedidas a la carte, diretamente no quarto do hotel. Não é a toa que o apelido da cidade é Sin City, apesar de também ser bastante amigável para as crianças, que se divertem durante o dia e naturalmente vão cedinho para a cama quando seus pais saem para se divertir a noite.

Las Vegas é uma experiência e tanto, recomendo para todos. Tire ao menos uns cinco dias para aproveitar um pouquinho do que a cidade tem para oferecer, mas saiba que com apenas cinco dias você só terá um gostinho, uma pequena amostra, pois há muito o que ver e fazer 24 horas por dia.

Compras

Quem tem problemas com consumo compulsivo deve ficar longe daqui. Entre as lojas mais especiais do planeta, os maiores shoppings um ao lado do outro e outlets incríveis, a quantidade de opções de compra é simplesmente indescritível. Há coisas para todos os bolsos, desde as últimas novidades de Paris, até as lembrancinhas mais baratas. Até os dados usados nos casinos estão a venda. Não estou falando de dados semelhantes ou do mesmo modelo dos usados nos casinos, mas dos dados reais, que foram realmente utilizados nos jogos e depois são embalados e vendidos como recordação. Fuja, ou se entregue, não há meio termo em Vegas.

Fotos de Las Vegas

Welcome to the Fabulous Las Vegas!

What you do in Vegas, stays in Vegas.

O voo de Reno a Las Vegas foi tranquilo. No embarque, a organização americana: cada bilhete de embarque vinha com uma letra (A, B, C) e um número (1 a 60) e duas filas foram formadas com a ordem de entrada no avião, sendo chamadas as letras em sequência A1-30, A31-60, B1-30… Como era um voo rápido, apenas uma hora, não havia lugares marcados, bastava entrar e escolher um lugar. Outra coisa diferente dos voos que já havia feito foi a escolha das bebidas. A aeromoça (não tão moça assim) passava perguntando o que cada passageiro queria, anotava e depois de passar por todos voltava com bandejas com as bebidas já servidas. Nada de carrinhos atrapalhando o corredor. Acho que uns 15% dos passageiros beberam algo.

Já em Vegas, pegamos um aeromóvel do terminal de desembarque para onde pegaríamos as malas. Na saída, várias limousines nos aguardando para levar ao hotel 🙂

Bellagio

Já ouviu falar de luxo? Não, então vá ao Bellagio. Só para dar um gostinho, algumas das lojas no passeio que fizemos no primeiro andar: Fendi, Gucci, Chanel, Dior…

A famosa escultura de flores de vidro colorido no teto do saguão de entrada, o jardim botânico interno, o conservatório, o spa, os restaurantes… Depois de visitar cada um, não contarei a experiência. Deixarei que você mesmo experimente quando vier para cá 🙂

E agora chega de escrever. Depois conto sobre a técnica de manter os hóspedes no sonho de Vegas. Esses caras realmente sabem o que fazem.

Abraço e até a volta. Estou sem internet no hotel. Não que esteja com problemas, mas por opção. O almoço nos espera…

Escrevi isso no hotel, antes de sair. Publico agora conectado em uma Apple Store dentro do Caesar’s Palace.

Fotos de Las Vegas

Fortune cookie, Reno, NV

Fortune cookie, biscoito da sorte, ou como a Carla, esposa do Gabriel, falou certa vez… “lucky biscuit”.

Almoçamos num restaurante chinês hoje. Eu, sonhando em morar aqui no ano que vem, recebo o seguinte biscoito da sorte:

Your dreams will bring you into a profitable venture

E eu, que acredito nestas coisas sempre que são positivas, ganhei o dia 🙂

Pela manhã ficamos na piscina, descompressão total, início real de férias e um pouco de descanso.

Depois do almoço as meninas foram fazer programas de meninas, visitar lojas de departamento e supermercados, e os meninos foram fazer programas de meninos, visitar lojas de carros e de equipamentos eletrônicos. Me controlei em ambos, mas ver de perto os carros que posso comprar aqui por quatro vezes menos do que custam no Brasil, dá uma dor…

Dor amenizada pelo fato de ter passado a tarde inteira passeando de Porsche, ou melhor, pilotando o brinquedo 🙂

Antes disso ainda, fomos no Museu do Automóvel de Reno, um dos maiores dos USA. Até um DeLorean dourado eles têm lá. Impressionante a perfeição dos carros, todos como novos, funcionando, pinturas impecáveis, limpeza total e centenas de carros de todas as épocas, com incontáveis clássicos. Assim que conseguir, envio fotos para o Flickr e atualizo este post com o link para o álbum.

Como disse meu fortune cookie, vale repetir:

Your dreams will bring you into a profitable venture

Abraço e até amanhã, quando voamos para Vegas!

Fotos de Reno, com o Gabriel Torres e a Carla