Lucrando diariamente com a arbitragem internacional de Bitcoins, através de conta corrente nos USA

Esta semana me dei conta de uma coisa importantíssima.

Com a conta bancária nos USA, nosso custo de envio de capital para as corretoras no exterior cai drasticamente. Basicamente pagamos apenas os 1,10% de IOF no câmbio de reais para dolares.

Juntando isso ao fato de podermos operar a arbitragem em diferentes corretoras e fazer as vendas de maneira a sermos “executados”, e não executores das ordens (importante nas corretoras que diferenciam as taxas disso), é possível lucrar praticamente TODOS OS DIAS!

No momento em que escrevo a coisa está apertada, com o ágio Brasil-exterior em apenas 2,41%. Não sugiro operar em uma situação como esta, apesar de que é uma excelente oportunidade de envio de dinheiro via Bitcoins para o exterior, para quem não tem ainda a conta corrente lá e deseja operar a arbitragem quando o ágio eventualmente aumentar.

Por outro lado, mesmo nestes percentuais, veja como ficaria o cálculo da operação:

Envio de dólares para os USA: IOF de 1,1%

Compra de Bitcoins (Bitstamp): corretagem de 0,25%

Venda de Bitcoins no Brasil: corretagem máxima de 0,3% ao sermos executados, não executores (Mercado Bitcoin, onde o preço está mais alto). Corretagem de 0,25% em algumas corretoras nacionais (como a BitcoinTrade, por exemplo, mas que no momento não compensa, pois o valor do Bitcoin está mais baixo lá).

Custo total: 1,1 + 0,25 + 0,3 = 1,65%

Lucro: 2,41% – 1,65% = 0,76%

Obtemos hoje 0,76% em uma operação que leva no máximo três dias. Em um mês conseguimos fazer pelo menos 10 dessas operações. E mesmo que não conseguíssemos, é mais do que a renda fixa nos paga por mês, em apenas uma operação de dois ou três dias, contando todo o tempo de envio do dinheiro para o exterior e os prazos de compensação bancária.

E estamos com a margem das mais apertadas possíveis. Esta margem costuma ficar sempre mais próximo dos 6%, nos dando então um percentual de 4% de lucro médio por operação, ou mais de 40% ao mês, se levarmos em conta que a cada operação estaremos negociando um valor 4% maior do que na operação anterior. A mágica dos juros compostos.

E temos este resultado mesmo sem que se abra aquela janela enorme de oportunidade que estamos esperando para operar quando usamos o formato de operação sem conta corrente no exterior.

Passei esta semana testando na prática a validade a validade da operação. No início da semana a margem estava em mais de 6,8% de diferença, mas foi caindo até chegar aos 2,41% que está neste momento. Realizei três operações simples de envio para conta corrente no exterior, compra lá fora, envio e venda aqui e novamente repetindo o giro. O resultado foi bastante positivo, as operações funcionaram como um relógio. O único cuidado extra que tive no processo foi o de buscar os pontos de entrada em momentos em que o gráfico de uma hora mostrasse sinais de subida das cotações, pois mesmo as variações diárias poderiam gerar problemas se houvesse uma queda pontual muito rápida.

No curso de arbitragem com Bitcoins que irei ministrar trimestralmente em NY, mostrarei com detalhes o funcionamento desta operação, assim como darei todo o suporte e acompanhamento pessoal para a abertura da conta corrente nos USA, sem a necessidade de endereço de residência lá, nem qualquer outro documento extra além do passaporte, visto de visitante e comprovante de endereço no Brasil.

Arbitragem inversa com Bitcoins

Já escrevi outros artigos aqui explicando sobre a arbitragem com Bitcoins. Sugiro a leitura deles antes desse aqui, caso você não saiba do que se trata. Basta procurar na lista de tópicos ao lado sobre o assunto e ver os artigos relacionados.

Esta semana, porém, me dei conta de algo que não havia pensado antes. Não é que tenha me dado conta, na verdade, é que simplesmente a situação se apresentou, e tendo notado o que estava acontecendo, o cérebro deu um estalo.

A arbitragem com Bitcoins é feita tradicionalmente quando o preço dos Bitcoins no Brasil, devido à alta procura, se torna consideravelmente mais alto do que o preço dos Bitcoins nas corretoras estrangeiras. Então compramos Bitcoins baratos lá fora, e vendemos com lucro no Brasil.

Semana retrasada tivemos uma disparidade inversa. A procura no Brasil se tornou menor do que lá fora em relação à oferta, tornando o preço do Bitcoin aqui mais barato do que lá. E isto permitiu a realização da operação oposta, comprar Bitcoins aqui e vender lá fora com lucro.

Antes de ter tido esta iluminação, havia visto estas oportunidades apenas como janelas em que poderíamos enviar dinheiro para o exterior de forma mais barata do que remessas internacionais tradicionais. Ou como a única maneira de enviar dinheiro para as corretoras no exterior de maneira a poder operar a arbitragem tradicional para quem não tivesse conta corrente no exterior.

Então naquela semana, o que já estava se sofisticando com a viagem que fiz a NY para abertura de conta corrente de maneira a operar com mais eficiência a arbitragem com Bitcoins, se tornou ainda melhor.

Aguarde mais uns dias, que em breve vou publicar um video em que explico todos os detalhes do curso de arbitragem internacional de Bitcoins que devo começar a ministrar com regularidade em NY, incluindo aí todo o suporte e acompanhamento para a abertura de conta corrente no exterior, sem a necessidade de endereço fixo nos USA ou qualquer outra complexidade deste tipo.

Enquanto isso, fique com um pequeno video “teaser” que fiz de brincadeira durante minha viagem, animado que estava com o sucesso da minha missão em NY.

Surfando a onda do Bitcoin com segurança

Hoje pela manhã o Bitcoin bateu nos R$ 66.599, e continua desafiando todos que duvidam de sua capacidade de mudar a forma como lidamos com dinheiro no futuro, mas o objetivo deste texto não é falar dos méritos do Bitcoin, mas sim, explicar como é possível lucrar utilizando os Bitcoins e as características observadas neste mercado, ao mesmo tempo em que nos protegemos das possíveis quedas.

Se o pessoal que acredita que o Bitcoin vai continuar aumentando de valor por muito tempo estiver certo, a estratégia que explico a seguir gerará menos lucros do que simplesmente comprar Bitcoins e aguardar os aumentos de preço. Por outro lado, esta estratégia mantém nosso capital na forma de dinheiro fiat (reais, dólares ou euros) na maior parte do tempo, usando o Bitcoin apenas como transporte momentâneo dos recursos entre as diferentes bolsas de negociação, tanto no Brasil quanto no exterior.

Devido à forma como as pessoas adquirem seus Bitcoins e suas preferências sobre que corretora utilizar e o país em que operam, há distorções de preço entre os mercados. As vezes, convertendo as cotações de dólar e real, a diferença de preço entre comprar o Bitcoin aqui ou no exterior pode passar de 20%. Outras vezes, essa diferença é inexistente, com os valores andando lado a lado.

O título deste artigo me veio à cabeça como uma lembrança dos tempos em que eu surfava. Naquela época, lembro de ficarmos bastante tempo simplesmente sentados na prancha, aguardando a sequencia de ondas que poderia vir em seguida. Da mesma forma é esta operação. Aguardamos pacientemente as condições ideais do mercado para realizar uma operação, surfamos a onda, e então remamos de volta para aguardar a próxima sequencia.

A estratégia é bastante simples. Quando as cotações aqui e no exterior estão parelhas, compramos Bitcoins aqui, mandamos para o exterior, e vendemos lá, mantendo um saldo em dólares, ou seja, livres de qualquer risco de queda da cotação (mas também sem surfar eventuais ondas de valorização do Bitcoin). É a escolha entre o risco e a possibilidade de alta (ou queda).

Quando a diferença entre as cotações no Brasil e no exterior se tornam muito díspares, normalmente com a cotação no Brasil bem maior do que a de fora, compramos Bitcoins lá, utilizando para isso os dólares mantidos em conta na operação anterior, enviamos os Bitcoins para cá e então vendemos nas corretoras locais, mantendo nosso saldo em reais, novamente livre das oscilações de preço dos Bitcoins.

Quando o spread normalizar (a diferença entre lá e aqui), usamos novamente nossos reais para comprar Bitcoins, enviar para as corretoras estrangeiras e mais uma vez converter nosso saldo em dólares.

Os riscos dessa operação são conhecidos, a saber:

1. Risco da contraparte: temos que ter confiança na corretora de Bitcoins que estamos utilizando, visto que nosso dinheiro, apesar de não estar “em Bitcoins”, está na conta de uma empresa nacional ou estrangeira que pode vir a ter problemas. Evitamos os problemas de roubo de chaves de segurança e de quedas de cotação, mas ainda assim, estamos confiando nosso dinheiro a uma empresa na qual não temos total controle. Por outro lado, não é muito diferente de ter nosso dinheiro em um banco. E do ponto de vista técnico, com a quantidade de dinheiro que circula nessas empresas, tenho a impressão de que possuem cabeças pensantes bastante capazes para manter os sistemas em segurança.

2. Risco de cotação: o dólar pode disparar ou despencar em relação ao real. Se disparar quando nosso dinheiro estiver lá fora, ótimo, ganhamos duplamente, mas se despencar, nosso saldo em reais cai proporcionalmente. A questão é que o dólar não costuma disparar “sem avisos”, então é questão de estar atento ao mercado e liquidar as posições antes de maiores fatalidades.

Como sempre, ficam os avisos de praxe: execute estas operações por sua conta e risco, e procure um bom contador para lhe orientar sobre as implicações fiscais para declarar corretamente seu imposto de renda.

Como fazer arbitragem com Bitcoins sem conta bancária no exterior

AVISO: Antes de fazer qualquer das operações descritas neste texto, procure um contador de sua confiança. Há detalhes operacionais importantes a serem tratados para fazer tudo dentro da lei.

Uma das maiores dúvidas de quem deseja fazer arbitragem com Bitcoins, ou seja, de ganhar dinheiro aproveitando as distorções que ocorrem de tempos em tempos entre as cotações dos Bitcoins no Brasil e nas bolsas do exterior, é como operacionalizar estas operações.

Com base na realidade dos últimos meses, você pode esperar lucros de até 18% em cada operação, podendo fazer ao menos meia dúzia de operações ao ano, ou seja, efetivamente dobrando seu capital em apenas um ano.

A forma mais trivial de fazer estas operações é a seguinte:

1. Transfira dólares para sua conta no exterior, fazendo contrato de câmbio com seu banco brasileiro para essa transferência;
2. Transfira o dinheiro de sua conta no exterior, para a conta da exchange estrangeira;
3. Compre Bitcoins na exchange estrangeira;
4. Envie os Bitcoins adquiridos para uma exchange nacional;
5. Venda seus Bitcoins em reais;
6. Apure os lucros transferindo o saldo da exchange brasileira para sua conta corrente. Pague o IR no mês seguinte, caso suas vendas ultrapassem R$ 35.000 no mês.

O problema que acontece com esta operação é que você precisa ter uma conta no exterior, e a maioria das pessoas não deseja ter o trabalho necessário para gerenciar isso (nem os custos envolvidos).

Há uma forma de fazer estas operações de maneira mais simples, sem exigir conta corrente no exterior. Apresenta um pequeno risco operacional extra, mas você estando confortável com este risco, é uma opção bastante válida. O risco que trato aqui é o risco de contraparte, ou seja, o risco de deixar seu dinheiro (em dólares) na conta da exchange estrangeira até que a janela de negociação abra novamente.

O bom desta operação é que ela funciona independente da cotação atual do Bitcoin, ou seja, você não corre o risco de quedas abruptas da cripto-moeda, pois seu dinheiro, enquanto a janela de negociação está fechada, está disponível em dólares.

Como funciona essa operação sem conta bancária no exterior?

Neste momento, a cotação do Bitcoin no Brasil está parecida com a cotação no exterior. Assim, é possível comprar Bitcoins no Brasil e enviar diretamente da exchange brasileira para a exchange no exterior, fazendo a venda dos mesmos lá fora e mantendo o saldo na exchange estrangeira em dólares. Pronto, neste momento você possui não apenas seu capital atual em moeda forte, como não está mais sujeito às quedas eventuais (nem as subidas, infelizmente) do Bitcoin.

Quando o mercado mudar, ou seja, quando eventualmente a procura por Bitcoins no Brasil se tornar novamente maior do que a oferta em relação à procura mundial, e com isso o ágio para compra de Bitcoins no Brasil aumentar muito (para os 20% que historicamente atingem com regularidade), então executamos o segundo passo da operação, comprando Bitcoins com nossos dólares no exterior, transferindo para cá esses Bitcoins e vendendo aqui em reais, concluindo a operação.

Depois disso basta deixar os reais em uma simples aplicação em renda fixa aguardando a próxima janela de ágio baixo ou nulo para nova compra aqui e posterior conversão para dólares, e então começar mais uma vez o ciclo.

Esta é uma operação para aqueles que não acreditam que o Bitcoin possa valorizar significativamente no futuro, ou para os que acreditam que possam haver quedas enormes na cotação, ou ainda para os que simplesmente não sabem o que vai acontecer e não desejam correr os riscos inerentes ao investimento nas cripto-moedas, desejando apenas se posicionar positivamente em operações simples de arbitragem de mercados.

Você pode lucrar com Bitcoins, mesmo sem investir em Bitcoins.

Abraço e bons lucros.

Os ótimos lucros ocorrem à portas fechadas

Todos buscamos o maior lucro possível para nossos investimentos, ao mesmo tempo em que tentamos minimizar ao máximo os riscos de nossas aplicações, mas sabemos também da validade daquele velho ditado: “quem não arrisca, não petisca.”

Como resolver esta equação? Onde estão os maiores lucros? Como minimizar nossos riscos? Como participar dos negócios que possuem potencial de lucrar o dobro ou mais do que investimentos tradicionais, se não para todo nosso dinheiro, ao menos para uma parte que aceita o desaforo do risco?

O primeiro segredo está justamente descrito na frase acima, arriscar apenas uma pequena parte do seu dinheiro, deixando o restante investido de maneira mais conservadora. Um tiro errado não causará grandes problemas, mas basta um tiro certo para multiplicar os lucros de forma significativa.

A segunda parte é descobrir onde estão os bons negócios. E nisto, só há um segredo, andar com as pessoas certas. Não teria sido ótimo participar da criação do Google, da Amazon, da Senior Solution, para pegar uma das nossas? Não seria interessante ter participação naquele terreno com excelente localização antes de uma grande construtura se interessar por ele para seu novo prédio?

Estou escrevendo isso agora, porque ontem uma pessoa me ligou. Um construtor. Constrói pequenos prédios de ótima categoria em bairros caros da cidade. E pensando em ampliar seus empreendimentos e construir prédios maiores, me procurou buscando investidores interessados em participar dos lucros. Não estamos falando de 1% do CDI, nem de 1,5%, mas do dobro ou mais, com prazo de investimento de dois anos. Há riscos? Claro que sim, o mercado imobiliário pode travar ou até despencar, mas e aquela coisa do “quem não arrisca não petisca?” Você está pronto para arriscar?

Só para citar mais de um, além desse empreendimento citado acima, estou envolvido com um grande loteamento no litoral de SC. Oportunidade de compra de terrenos muito abaixo do valor que deveriam ter, por conta de pequenos inconvenientes que minha participação no negócio visa solucionar.

Todos os dias surgem oportunidades desse tipo na minha mesa. Nem todas são interessantes, nem todas cabem nas minhas habilidades, mas com certeza há alguma em que você poderia se encaixar e lucrar. Meu trabalho é estar de olhos e ouvidos atentos. E simplificar, explicar, e orientar.

Se você procura uma boa oportunidade de onde investir, certamente podemos conversar.

A porta está aberta. Seja bem vindo.

Por que você deve pensar em adquirir um imóvel neste momento?

Vésperas de eleições, quem pensa em investimentos de longo prazo neste momento? Eu. E todos que gostam de fazer o dinheiro multiplicar em períodos mais curtos que o normal quando a situação indica esta possibilidade.

O texto abaixo representa minha opinião pessoal sobre a situação do mercado e do país neste momento específico, não sendo nenhuma indicação de investimento. Serve apenas como reflexão caso você deseje saber o que penso sobre imóveis para os próximos meses.

Acredito que depois de um bom tempo sem observar valorizações expressivas no preço dos imóveis, e, ao contrário, termos diversas ofertas de construtoras e incorporadoras, além das pessoas físicas que precisam vender para cumprir com suas obrigações pessoais nesta recessão pela qual passamos, os preços dos imóveis estejam em um bom valor para aquisição.

Levando em conta a premissa acima, de termos um bom valor de compra (claro que não são todos imóveis que cumprem esta condição, pesquisar bem é sempre necessário), a simples compra de um imóvel neste momento já se torna um negócio relativamente bom, afinal, é um bem físico, seguro, que representa um patrimônio que não corre o risco de ser confiscado pelo governo ou de ir à falência, ou ainda de ser comido pela inflação.

Acredito, porém, que neste momento, justamente por conta das eleições, temos um excelente motivo para comprar um imóvel através de financiamento bancário. O que??? Financiamento? Juros altos? Como assim??? Vindo de ti, Fabrício?

Eu explico. Não sei o que vai acontecer nos próximos meses. E não saber, é libertador. Não saber, e assumir isso, torna tudo mais fácil. Os passos a serem dados precisam levar em conta as diferentes possibilidades. E neste momento só vejo duas ou três possibilidades. Ou tudo melhora drasticamente (supondo um futuro presidente pró-mercado, liberal e privatizador) e neste caso temos os imóveis valorizando bastante, por conta da melhora do país como um todo, ou tudo piora de forma gritante (com recessão, volta da “nova matriz econômica”, estatização, aumento dos juros, etc), com os imóveis valorizando como alternativa segura de investimento frente ao caos do mercado.

Comprar um imóvel financiado neste momento, caso consigamos algumas premissas básicas, pode ser uma excelente maneira de buscar até 100% de rentabilidade em questão de um ou dois anos. Que premissas são essas? Procurar por um imóvel já pronto para usar, conseguir comprar com uma entrada baixa (20% a 30% do valor do imóvel) e conseguir uma taxa de juros baixa, digamos, abaixo de 10% ao ano.

Como conseguir 100% de lucro em tão pouco tempo?

O financiamento (ou melhor, a entrada baixa) é o pulo do gato para obter lucros acima da média. Vamos fazer uma simulação rápida de um imóvel de R$ 200.000, que aqui em Porto Alegre implica em um apartamento de um dormitório com garagem, em um bairro bom da cidade. Conseguindo comprar esta imóvel com uma entrada de 20%, ou R$ 40.000, e financiando o saldo em mais de 30 anos, com juros de 10% a.a., temos uma prestação de aproximadamente R$ 1800 mensais. Calculando o valor de entrada, mais um ano inteiro de prestações, temos aí pouco mais de R$ 60.000 pagos neste período. Se nosso apartamento valorizar 30% por conta das premissas anteriores que tratam deste momento atual do mercado, e conseguirmos vender o mesmo por R$ 260.000, já temos aí nosso lucro de 100% (menos os impostos, claro).

Claro que não há nenhuma garantia para estes lucros, mas estruturando a operação desta forma, podemos multiplicar nosso lucro de maneira fenomenal. E mais que isso, ficamos protegidos do futuro, seja ele qual for, depois das eleições.

Se ganhar um candidato pró-mercado e as taxas de juros baixarem significativamente, podemos fazer a portabilidade da dívida e trocar de banco por uma taxa mais em conta. Se ganhar um candidato que o mercado não goste e tivermos elevação das taxas de juros, teremos em mãos uma dívida bastante barata, valorizando ainda mais nosso investimento. Ganharíamos com a valorização do imóvel, e desvalorização da dívida.

Cereja do bolo.

Tudo isso, e não falamos do aluguel, que pode pagar boa parte da conta ao diminuir muito o valor que teremos que desembolsar diretamente para o pagamento das prestações. A diferença dos impostos, taxas e comissões envolvidas em toda negociação pode sair deste valor, nos proporcionando realmente os 100% de lucro líquido no investimento, para um aumento de apenas 30% no valor real do imóvel. E se você acha um ano um prazo muito curto para isso tudo acontecer, aumente o prazo e faça seus cálculos. Se levar dois, três anos para concretizar a valorização e venda do imóvel, ainda assim, como se compara seu lucro com outras alternativas de investimento?

Quem é um pouco mais empreendedor, pode lucrar um pouco mais, mobiliando o apartamento e alugando por temporada (claro que buscando regiões propícias a isso, neste caso) através de AirBNB ou serviços semelhantes. Com um retorno maior nas locações por temporada, pode ser possível pagar integralmente as prestações do financiamento com o valor recebido, tornando os lucros ainda melhores. Há ainda a possibilidade de montar espaços de co-working, com a compra de salas comerciais ou até mesmo com a compra de imóveis residenciais para profissionais que não façam atendimento ao público. As formas de lucrar são bastante variadas para quem tem criatividade.

Há riscos? Claro que sim, todas minhas premissas podem ser equivocadas, mas compare esta possibilidade com o tempo que leva para dobrar seu capital em investimentos tradicionais com as taxas atuais (poupança, 14 anos; renda fixa, 10 anos). Vale a pena pensar no assunto?

Como sempre, fico a disposição para conversar mais sobre este assunto. Estou mergulhado neste mercado e posso ajudar de diversas maneiras, seja na busca de imóveis que se encaixem nestas idéias, seja na liberação de financiamento a taxas baixas, seja na formatação de um negócio de locação por temporada ou ainda a criação de espaços de co-working.

Abraço, e bons lucros para nós todos.

Por que estou gravando videos?

Eu sou este cara comum que tu estás vendo aqui. Hoje em dia é mais fácil me encontrar de calça de abrigo e moletom na pracinha, brincando com minha filha, do que de terno e gravata em algum encontro de negócios. Isso não quer dizer que eu não esteja constantemente fechando novos negócios, mas sim, que descobri como fazer isso de forma mais leve e otimizada.

Não espera de mim videos super produzidos, com edição profissional ou altos investimentos de tempo e equipe. O que me disponho a fazer é gravar algumas idéias que podem te ajudar a enriquecer de forma mais fácil ou mais rápida. Estou falando de videos simples, com conteúdo focado no teu crescimento pessoal. Estou falando disso que tu estás assistindo, eu falando, as vezes de forma mais apresentável, as vezes assim, com a barba por fazer.

Gravo videos há muitos anos, a diferença de agora é que nos últimos dias gravei mais videos do que já havia gravado em todos os anos anteriores. Queria então falar brevemente do porquê de estar gravando tantos videos ultimamente.

Um dos maiores motivos é que notei, já há muito tempo, que as pessoas tem curiosidade em saber com quem estão lidando. E no meu caso específico, em que meu trabalho se dá normalmente à distância, muitas vezes apenas através da troca de emails, isto se torna um pouco mais difícil.

Isso se torna ainda mais importante devido ao fato de eu tratar de assuntos bastante íntimos. A maioria das pessoas não gosta de sair por aí falando de sua vida financeira com qualquer um.

Então estes videos são ao mesmo tempo uma forma diferente de falar das coisas que eu já transmitia através da escrita, mas também uma maneira para que quem sempre leu meus textos possa me conhecer um pouco melhor e se sentir um pouco mais confortável em compartilhar comigo suas dúvidas e seus anseios.

Assim, quem desejar contar com minha ajuda sabe exatamente com quem está falando, sabe quem sou, como sou e como penso.

Se minhas idéias ressoam positivamente com o que tu acreditas, vai ser um prazer trilhar contigo essa estrada de um futuro financeiro tranquilo e acolhedor.

Obrigado por me assistir. E até a próxima oportunidade.

Como juntar um caminhão de dinheiro

Nas próximas semanas publicarei uma sequência de videos falando tudo que achar importante sobre investimentos e construção de riqueza, não só na teoria, mas também com sugestões práticas de como formar patrimônio relevante em um tempo razoável, com consistência e segurança.

E para começar já, para isto não ser mais do que uma simples apresentação minha, pegue papel e caneta, ou melhor, separe um caderno exclusivo para isto, e vamos juntos construir seu futuro financeiro, seja ele o suficiente para viver uma vida mais confortável, seja para conquistar uma aposentadoria precoce, seja para atingir uma riqueza fora de série. Eu ajudo com as ferramentas, tu defines a velocidade e o topo que pretende atingir.

Vai lá, pega o caderno.

Pronto. Caderno na mão? Este caderno será seu manual da independência financeira. O que escrevemos tem valor, é perene, está registrado. Neste caderno você colocará o que aprender comigo e com os outros especialistas no assunto dinheiro. Nele você colocará seus dados financeiros, os detalhes de suas contas bancárias e das corretoras em que possui investimentos. Neste caderno você fará exercícios e simulações. Ele será seu guia e seu mapa para uma vida financeira mais rica e confortável.

Anota aí então. A primeira grande sacada da independência financeira é o exato oposto do que dizem alguns autores. Eu explico:

Alguns autores de finanças falam que não importa tanto o quanto você ganha, mas sim o quanto gasta e quanto sobra no final para investir.

BULLSHIT!!! MENTIRA!!!

O jeito mais fácil de juntar um caminhão de dinheiro não é encontrando investimentos mágicos que façam suas merrecas crescer. O jeito mais fácil de juntar um caminhão de dinheiro é GANHAR um caminhão de dinheiro com seu trabalho ou seus negócios.

E falo isso de cadeira, vivi isso na pele. Quanto mais você ganha, mais fácil é fazer sobrar aquela parte importante para destinar aos seu patrimônio e seus investimentos. Mais fácil é economizar e fazer seus investimentos atingirem um valor relevante a ponto de sustentar seu padrão de vida elevado apenas com os rendimentos gerados por este patrimônio.

Então, quando você tiver um tempo sobrando e pensar em pesquisar por um investimento que renda uma miséria a mais do que o investimento mais simples que você já conhece, use este tempo para aprender algo novo que te permita simplesmente ganhar mais com seu próprio trabalho.

Claro que não estou dizendo aqui para se contentar em deixar o dinheiro na poupança, onde ele perde até mesmo para a inflação. Nem com isso imagino que você vá deixar seu dinheiro no fundo de renda fixa comum do seu banco do dia a dia, que cobra taxas de administração tão altas que em determinados momentos pode render até mesmo menos do que a poupança. Temos que ter um rendimento condizente, sem ficar distribuindo nosso dinheiro suado de graça para o sistema financeiro, mas já falo sobre isso.

Para ilustrar a situação, vou dar um exemplo prático e já mostrar uma opção de investimento para sua reserva de segurança. A reserva de segurança, ou colchão de liquidez, é aquela parte do seu dinheiro que precisa estar disponível rapidamente para qualquer emergência. É ingrediente essencial de qualquer plano de investimentos. Desde pequeno ouço meu pai dizendo: “quem tem um colchão de segurança nunca passa trabalho na vida”. E isso me marcou forte, porque nas piores situações, nos momentos mais dramáticos, o colchão de segurança sempre esteve lá cumprindo sua função e segurando as pontas até os problemas estarem resolvidos.

O que é necessário para este colchão de segurança? Depende de cada pessoa, do seu nível de empregabilidade, da área em que você atua e tudo mais, mas no mínimo estamos falando em seis meses do seu custo de vida. Um ano seria melhor, claro. Imagine a situação de perder o emprego, quanto tempo você levaria para conseguir outro que lhe pague mais ou menos o mesmo que costumava ganhar? Ou uma doença que exija seu afastamento do trabalho, por quanto tempo você poderia manter as contas em dia sem receber seus pagamentos mensais? Isso pensando que você tem um bom plano de saúde, se não tiver, quanto custaria o tratamento?

Bom, explicada a necessidade de uma reserva de emergência, vamos ao exemplo prático. Vamos imaginar que você tenha R$ 10.000 ou R$ 100.000 aplicados no investimento mais banal e seguro que existe, o Tesouro Selic.

O Tesouro Selic rende antes dos impostos, aproximadamente 10% ao ano na época de gravação deste video.

Pesquisando um pouco, ou recebendo aquela “dica quente” da corretora onde você possui seus investimentos, descobre um CDB fantástico de um banco que você nunca tinha ouvido falar, que paga 120% do CDI, ou seja, mais ou menos 120% do que você receberia no Tesouro Selic onde já investe.

E olha aí eu divergindo de novo do assunto, mas é por um bom motivo, é uma lição valiosa: se algo paga mais, é porque tem mais riscos. Nenhum banco é Papai Noel para distribuir dinheiro de presente. O banco tal pode oferecer 120% do CDI, mas se ele falir, você perde tudo que investiu. E nem vem me falar que não, que tem o FGC, o Fundo Garantidor de Crédito, que garante teus investimentos até o limite de R$ 250.000 por CPF, por banco. Furada, em uma quebra generalizada desses banquinhos de segunda ou terceira linha, o FGC não tem dinheiro para garantir coisa nenhuma.

Voltando para nosso exemplo, quanto rende a mais esses tais de 120% do CDI? E eu respondo, aproximadamente 1,5% a mais ao ano, depois dos impostos. Ou seja, para seus R$ 10.000 investidos, correndo um risco muito maior de perder tudo ao investir em um CDB de banco quase falido, você ganhará a fortuna de R$ 150 a mais no ano! Mesmo que você tenha um valor mais substancial, R$ 100.000 investidos, você ganhará apenas R$ 1500 a mais para correr um risco absurdamente maior de perder tudo.

Agora, fala sério, o que é mais fácil, tentar encontrar um investimento seguro que renda um pouquinho irrelevante a mais, e perder um tempo precioso até entender tal investimento de maneira a se sentir seguro com ele, ou simplesmente usar esse tempo para pensar em maneiras de economizar esse tantinho a mais ao longo do ano. NO caso de uma reserva de R$ 100.000, estamos falando de pouco mais de R$ 100 mensais.

Pare de procurar investimentos milagrosos e te dedica a aprender as coisas que te permitam crescer profissionalmente e ganhar mais com teu trabalho, e assim, poder investir mais.

Teu futuro agradece.

Obrigado por ler até aqui.

Se você gostou, divulga para os amigos. Vamos juntos construir um mundo mais rico para todos nós.

Se não gostou, manda este artigo para os inimigos, para perderem o tempo deles ouvindo minhas besteiras.

O maior erro de quem começa a estudar investimentos

O maior erro de quem começa a estudar investimentos e deseja enriquecer ou conquistar a independência financeira é perder tempo tentando descobrir investimentos que rendam um pouco mais do que os investimentos considerados tradicionais, em vez de usar seu tempo pensando em maneiras de ganhar mais dinheiro e assim poder ter maiores valores para investir mensalmente.

Não quero com isso dizer que obter uma boa rentabilidade seja ruim, claro que não, só que uma melhora sutil na rentabilidade é irrelevante, se os valores que você possui para investir sejam também irrelevantes.

Vou desenhar uma “fórmula” aqui:

RIQUEZA = DINHEIRO x RENTABILIDADE ^ TEMPO

Riqueza igual ao dinheiro investido multiplicado pela rentabilidade elevada ao tempo. O importante aqui é notar que das variáveis envolvidas, DINHEIRO é a que temos as melhores condições de aumentar consideravelmente.

Rentabilidade é difícil de melhorar de forma considerável. Leve em conta que o Warren Buffet, considerado um dos maiores investidores do planeta, tem um histórico médio de rentabilidade de 20% ao ano em seus investimentos, ou seja, não será você nem eu, gênios, que conseguiremos muito mais que isso em média ao longo dos anos.

Tempo também é limitado, no sentido de não podermos aumentar ele de forma significativa. Se você tem 20 anos e pretende se aposentar com 50 anos, estamos falando aí de 30 anos. Você pode levar uns anos a mais e postergar sua aposentadoria até os 60 ou 65 anos, mas ainda assim, é um aumento de apenas 50% em relação ao planejamento original.

Já o dinheiro, não há limites para o quanto você pode aumentar. Se você começa a investir R$ 500 mensais quando ganha R$ 1500 no estágio, ainda morando com seus pais, é relativamente fácil dobrar este valor quando você pula do estágio para um emprego formal e recebe seu primeiro aumento. Passar de R$ 500 a R$ 1000 é um incremento de 100% nos seus investimentos. Pular de R$ 1000 para R$ 2000 também, e se você ainda está começando a estes valores parecem altos, é simplesmente porque você ainda não se deu conta de que é aí que você precisa investir seu tempo e suas energias.

Em vez de pensar como ganhar 20% a mais do que o CDI, que é bastante, mas calculando bem, resulta em apenas 1,5% a mais de rentabilidade anual, pense em como você pode aumentar seus ganhos e assim, como pode aumentar seus investimentos mensais.

Se você tem R$ 10.000 investidos, o que é mais fácil, encontrar um investimento mágico que lhe permita lucrar muito mais que a média (que como vimos acima, representa 1,5% a mais no ano), ou encontrar uma forma de ganhar R$ 150 a mais com seu trabalho, de maneira a investir esse valor extra? E note que isso vale para qualquer patamar de investimentos, ou seja, se você tem R$ 100.000 ou R$ 1.000.000, o que é mais fácil, encontrar o investimento mágico, ou simplesmente faturar R$ 1500 ou R$ 15.000 a mais com o trabalho ou negócio que lhe permitiu juntar os R$ 100.000 ou R$ 1.000.000 originalmente?

Não perca tempo procurando fórmulas mágicas. Foque em ganhar mais para poder ter mais para investir.

Servir e enriquecer

Pouco mais de uma semana atrás, meu amigo Tarik Darian escreveu um artigo para seu site Oceans14. Achei bem alinhado com o tipo de mensagem que desejo transmitir aqui no Papai Investidor, então pedi se podia publicar por aqui. Com a autorização dele, segue…

Servir e enriquecer.

por Tarik Darian.

Aristóteles dizia “Nós somos o que praticamos. Excelência, então, não é um ato, mas um hábito.”

Domingo passado, num recente momento de descontração em família, quando minha esposa me trouxe um copo d’água sob o olhar das minhas filhas, em tom jocoso eu disse: “estão vendo meninas, aprendam a servir seus maridos”. O que detonou uma série de impropérios por parte da minha senhora, indignada com minha sugestão de que as pimpolhas devessem servir a algum homem.

Aquela reação exacerbada da minha cara-metade reflete não somente uma crença que se espalhou entre as mulheres de que é errado servir aos seus maridos, mas ainda mais alarmante, uma crença da maioria dos seres humanos (sem distinção de sexo) que não devem servir a ninguém, como se isso fosse vergonha ou humilhação.

Meu pai me dizia frequentemente “quem não sabe servir, não merece ser servido” e, embora eu fizesse ouvidos de mercador, aquele mantra acabou impregnado em mim. Na minha vida profissional, instintivamente eu via meus chefes e patrões como clientes preciosos que compravam meu tempo a princípio, e mais tarde, tempo e expertise. Além disso, essas pessoas me ensinavam e tutoravam. Enquanto isso, a maioria dos meus colegas os via como vacas leiteiras que deviam ser ordenhadas até a última gota, antes de forçarem uma demissão para receber a rescisão e a multa do fgts, que viam como direito sagrado.

Bom, como essa última crise nos ensinou, talvez devêssemos ter servido melhor a nossos patrões e chefes, já que hoje são animais ameaçados de extinção.

A atitude de servir com coração, te liberta da servidão. Conseguem entender como isso é sutil? E essa atitude também pode te levar à riqueza.

Sim caro leitor…antes de ter pessoas servindo às suas necessidades, se quiser enriquecer, terá de aprender a servir.

Dizem que Steve Jobs podia ser um belo de um filho-da-mãe com seus funcionários, mas veja como ele aprendeu a servir seus clientes! A experiência Apple é o que é por causa do seu fundador. Ele entendeu o que o cliente queria e como gostaria de ser servido, e pressionou seus empregados até a exaustão para que entregassem exatamente aquilo.

Veja os carros da Tesla. Antigamente ninguém queria um carro elétrico, já que todos eles se pareciam com o Prius, um carro que tem o charme de uma funcionária do INSS. Hoje um Tesla é símbolo de status. Por que? Porque Elon Musk entendeu como servir seu cliente.

Vejamos algo menos glamouroso: a sua padaria favorita. Tem algo mais delicioso que tomar um café da manhã numa bela padaria? O pão quentinho, onde a manteiga surfa delicadamente sobre a fatia recém cortada. O cheiro de café fresco impregnando suas narinas como um “bom dia” que sua mãe te dava aos domingos para te despertar. E aquele serviço de primeira, afinal, não tem pão quente e café que resista a um garçom ruim. Seu Manoel da padaria aprendeu mesmo a te servir…

Todos gostamos de ser servidos, mas apenas aqueles que conseguem se colocar no lugar do outro e servi-lo com afinco, alcançam os reinos dos céus e as glórias mundanas. É por isso que domingo esperei minha mulher terminar com seu rompante feminista e calmamente disse às minhas filhas “sirvam sim aos seus maridos, se quiserem que eles as sirvam, estamos nesse mundo para servir, principalmente a quem amamos. Acaso seu pai não serve a vocês e à família toda?”

Obviamente estar certo não me ajudou muito no resto do domingo com a patroa, mas as meninas entenderam o recado.

Excelência é um hábito, então se torne excelente em servir. Sirva seu semelhante no trânsito ao ceder passagem, ou tentar ser um motorista melhor. Sirva seu próximo sendo cortês mesmo ao receber uma resposta ríspida. E sempre, sempre, tente se colocar no lugar do outro. Essa prática constante te dará a visão além do alcance, e atrairá as pessoas para você, como um ímã, e isso, caro leitor, é um ativo que não tem preço.

Essa é uma das chaves da riqueza que vai além do material. Sirva e enriqueça.

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