Por que você deve pensar em adquirir um imóvel neste momento?

Vésperas de eleições, quem pensa em investimentos de longo prazo neste momento? Eu. E todos que gostam de fazer o dinheiro multiplicar em períodos mais curtos que o normal quando a situação indica esta possibilidade.

O texto abaixo representa minha opinião pessoal sobre a situação do mercado e do país neste momento específico, não sendo nenhuma indicação de investimento. Serve apenas como reflexão caso você deseje saber o que penso sobre imóveis para os próximos meses.

Acredito que depois de um bom tempo sem observar valorizações expressivas no preço dos imóveis, e, ao contrário, termos diversas ofertas de construtoras e incorporadoras, além das pessoas físicas que precisam vender para cumprir com suas obrigações pessoais nesta recessão pela qual passamos, os preços dos imóveis estejam em um bom valor para aquisição.

Levando em conta a premissa acima, de termos um bom valor de compra (claro que não são todos imóveis que cumprem esta condição, pesquisar bem é sempre necessário), a simples compra de um imóvel neste momento já se torna um negócio relativamente bom, afinal, é um bem físico, seguro, que representa um patrimônio que não corre o risco de ser confiscado pelo governo ou de ir à falência, ou ainda de ser comido pela inflação.

Acredito, porém, que neste momento, justamente por conta das eleições, temos um excelente motivo para comprar um imóvel através de financiamento bancário. O que??? Financiamento? Juros altos? Como assim??? Vindo de ti, Fabrício?

Eu explico. Não sei o que vai acontecer nos próximos meses. E não saber, é libertador. Não saber, e assumir isso, torna tudo mais fácil. Os passos a serem dados precisam levar em conta as diferentes possibilidades. E neste momento só vejo duas ou três possibilidades. Ou tudo melhora drasticamente (supondo um futuro presidente pró-mercado, liberal e privatizador) e neste caso temos os imóveis valorizando bastante, por conta da melhora do país como um todo, ou tudo piora de forma gritante (com recessão, volta da “nova matriz econômica”, estatização, aumento dos juros, etc), com os imóveis valorizando como alternativa segura de investimento frente ao caos do mercado.

Comprar um imóvel financiado neste momento, caso consigamos algumas premissas básicas, pode ser uma excelente maneira de buscar até 100% de rentabilidade em questão de um ou dois anos. Que premissas são essas? Procurar por um imóvel já pronto para usar, conseguir comprar com uma entrada baixa (20% a 30% do valor do imóvel) e conseguir uma taxa de juros baixa, digamos, abaixo de 10% ao ano.

Como conseguir 100% de lucro em tão pouco tempo?

O financiamento (ou melhor, a entrada baixa) é o pulo do gato para obter lucros acima da média. Vamos fazer uma simulação rápida de um imóvel de R$ 200.000, que aqui em Porto Alegre implica em um apartamento de um dormitório com garagem, em um bairro bom da cidade. Conseguindo comprar esta imóvel com uma entrada de 20%, ou R$ 40.000, e financiando o saldo em mais de 30 anos, com juros de 10% a.a., temos uma prestação de aproximadamente R$ 1800 mensais. Calculando o valor de entrada, mais um ano inteiro de prestações, temos aí pouco mais de R$ 60.000 pagos neste período. Se nosso apartamento valorizar 30% por conta das premissas anteriores que tratam deste momento atual do mercado, e conseguirmos vender o mesmo por R$ 260.000, já temos aí nosso lucro de 100% (menos os impostos, claro).

Claro que não há nenhuma garantia para estes lucros, mas estruturando a operação desta forma, podemos multiplicar nosso lucro de maneira fenomenal. E mais que isso, ficamos protegidos do futuro, seja ele qual for, depois das eleições.

Se ganhar um candidato pró-mercado e as taxas de juros baixarem significativamente, podemos fazer a portabilidade da dívida e trocar de banco por uma taxa mais em conta. Se ganhar um candidato que o mercado não goste e tivermos elevação das taxas de juros, teremos em mãos uma dívida bastante barata, valorizando ainda mais nosso investimento. Ganharíamos com a valorização do imóvel, e desvalorização da dívida.

Cereja do bolo.

Tudo isso, e não falamos do aluguel, que pode pagar boa parte da conta ao diminuir muito o valor que teremos que desembolsar diretamente para o pagamento das prestações. A diferença dos impostos, taxas e comissões envolvidas em toda negociação pode sair deste valor, nos proporcionando realmente os 100% de lucro líquido no investimento, para um aumento de apenas 30% no valor real do imóvel. E se você acha um ano um prazo muito curto para isso tudo acontecer, aumente o prazo e faça seus cálculos. Se levar dois, três anos para concretizar a valorização e venda do imóvel, ainda assim, como se compara seu lucro com outras alternativas de investimento?

Quem é um pouco mais empreendedor, pode lucrar um pouco mais, mobiliando o apartamento e alugando por temporada (claro que buscando regiões propícias a isso, neste caso) através de AirBNB ou serviços semelhantes. Com um retorno maior nas locações por temporada, pode ser possível pagar integralmente as prestações do financiamento com o valor recebido, tornando os lucros ainda melhores. Há ainda a possibilidade de montar espaços de co-working, com a compra de salas comerciais ou até mesmo com a compra de imóveis residenciais para profissionais que não façam atendimento ao público. As formas de lucrar são bastante variadas para quem tem criatividade.

Há riscos? Claro que sim, todas minhas premissas podem ser equivocadas, mas compare esta possibilidade com o tempo que leva para dobrar seu capital em investimentos tradicionais com as taxas atuais (poupança, 14 anos; renda fixa, 10 anos). Vale a pena pensar no assunto?

Como sempre, fico a disposição para conversar mais sobre este assunto. Estou mergulhado neste mercado e posso ajudar de diversas maneiras, seja na busca de imóveis que se encaixem nestas idéias, seja na liberação de financiamento a taxas baixas, seja na formatação de um negócio de locação por temporada ou ainda a criação de espaços de co-working.

Abraço, e bons lucros para nós todos.

O maior erro de quem começa a estudar investimentos

O maior erro de quem começa a estudar investimentos e deseja enriquecer ou conquistar a independência financeira é perder tempo tentando descobrir investimentos que rendam um pouco mais do que os investimentos considerados tradicionais, em vez de usar seu tempo pensando em maneiras de ganhar mais dinheiro e assim poder ter maiores valores para investir mensalmente.

Não quero com isso dizer que obter uma boa rentabilidade seja ruim, claro que não, só que uma melhora sutil na rentabilidade é irrelevante, se os valores que você possui para investir sejam também irrelevantes.

Vou desenhar uma “fórmula” aqui:

RIQUEZA = DINHEIRO x RENTABILIDADE ^ TEMPO

Riqueza igual ao dinheiro investido multiplicado pela rentabilidade elevada ao tempo. O importante aqui é notar que das variáveis envolvidas, DINHEIRO é a que temos as melhores condições de aumentar consideravelmente.

Rentabilidade é difícil de melhorar de forma considerável. Leve em conta que o Warren Buffet, considerado um dos maiores investidores do planeta, tem um histórico médio de rentabilidade de 20% ao ano em seus investimentos, ou seja, não será você nem eu, gênios, que conseguiremos muito mais que isso em média ao longo dos anos.

Tempo também é limitado, no sentido de não podermos aumentar ele de forma significativa. Se você tem 20 anos e pretende se aposentar com 50 anos, estamos falando aí de 30 anos. Você pode levar uns anos a mais e postergar sua aposentadoria até os 60 ou 65 anos, mas ainda assim, é um aumento de apenas 50% em relação ao planejamento original.

Já o dinheiro, não há limites para o quanto você pode aumentar. Se você começa a investir R$ 500 mensais quando ganha R$ 1500 no estágio, ainda morando com seus pais, é relativamente fácil dobrar este valor quando você pula do estágio para um emprego formal e recebe seu primeiro aumento. Passar de R$ 500 a R$ 1000 é um incremento de 100% nos seus investimentos. Pular de R$ 1000 para R$ 2000 também, e se você ainda está começando a estes valores parecem altos, é simplesmente porque você ainda não se deu conta de que é aí que você precisa investir seu tempo e suas energias.

Em vez de pensar como ganhar 20% a mais do que o CDI, que é bastante, mas calculando bem, resulta em apenas 1,5% a mais de rentabilidade anual, pense em como você pode aumentar seus ganhos e assim, como pode aumentar seus investimentos mensais.

Se você tem R$ 10.000 investidos, o que é mais fácil, encontrar um investimento mágico que lhe permita lucrar muito mais que a média (que como vimos acima, representa 1,5% a mais no ano), ou encontrar uma forma de ganhar R$ 150 a mais com seu trabalho, de maneira a investir esse valor extra? E note que isso vale para qualquer patamar de investimentos, ou seja, se você tem R$ 100.000 ou R$ 1.000.000, o que é mais fácil, encontrar o investimento mágico, ou simplesmente faturar R$ 1500 ou R$ 15.000 a mais com o trabalho ou negócio que lhe permitiu juntar os R$ 100.000 ou R$ 1.000.000 originalmente?

Não perca tempo procurando fórmulas mágicas. Foque em ganhar mais para poder ter mais para investir.

Alugar ou comprar imóvel com financiamento?

Um dos termos que sempre utilizo para explicar a diferença entre alugar ou comprar um imóvel através de financiamento, é que o financiamento nada mais é do que um “aluguel do dinheiro”, e que este aluguel do dinheiro costuma ser muito mais caro do que o aluguel do imóvel. Tudo isso, sem deixar de lado toda a questão de flexibilidade que o aluguel proporciona em relação ao engessamento de ter um compromisso de longa duração com um financiamento, ou da dificuldade de passar isto adiante no caso de mudanças de planos neste mundo tão dinâmico em que vivemos.

Que felicidade a minha então em assistir hoje a este video do amigo Gustavo Cerbasi tratando exatamente deste tema com tanta propriedade. Assista abaixo, assine o canal do Gustavo para ver sempre os novos videos dele e siga em frente nas melhores escolhas para sua vida financeira.

Esta é a Rede Rica! Uma curadoria de conteúdo feita para facilitar sua vida ao apresentar os melhores textos e videos para seu desenvolvimento pessoal e financeiro.

Como lucrar com o aluguel de imóveis, sem possuir um imóvel

Papai Investidor também é Papai Empreendedor!

Uma das coisas que mais escuto quando converso com outras pessoas sobre negócios é:

“Eu queria montar meu próprio negócio, mas não tenho dinheiro para isso.”

Depois de alguns minutos de conversa, a segunda frase que mais costumo ouvir é:

“Mas Fabrício, de onde é que tu tiras estas idéias malucas?”

Então hoje vou jogar ao vento uma das idéias malucas que tenho desenvolvido nos últimos tempos. Ela é tão simples, que chega a ser ridículo ver que tão pouca gente use esta idéia para ganhar caminhões de dinheiro de uma maneira extremamente fácil de implementar, com custos baixíssimos e de uma forma que permite um crescimento orgânico muito rápido. E ainda digo mais, para quem quer ganhar muito e ainda morar fora do país, é uma maneira trivial de se mudar já com um negócio andando para gerar sustento, principalmente se a mudança envolver uma cidade altamente turística.

Tenho um amigo (escrevendo isso acabo de lembrar que tenho três amigos que fazem isso) que possui um negócio de co-working. Uma explicação rápida para quem não conhece o termo, é um espaço compartilhado de trabalho, onde pequenos empreendedores podem contar com a estrutura básica de internet, limpeza, atendimento telefônico e um endereço físico onde receber os clientes e correspondências. Basicamente é uma sala grande, ou uma casa, com espaços de trabalho que são sublocados por cada empreendedor. Em muitos casos, o espaço sublocado é simplesmente uma mesa e uma tomada. E estes amigos empreendedores são os responsáveis pelo aluguel original da sala ou casa onde montaram seu espaço de co-working, e pela contratação dos serviços e pessoas que trabalham para manter o local funcionando. É um modelo de negócio relativamente simples, mas ainda assim, cheio de detalhes para que realmente dê certo, como a habilidade em atrair as pessoas para trabalhar lá, conseguir criar um ambiente agradável para todos, definir regras básicas de convívio entre os “inquilinos”, etc.

Esses negócios de co-working são uma maneira de ganhar dinheiro com o aluguel de imóveis sem possuir nenhum imóvel, visto que na maior parte dos casos estes funcionam alugando o espaço original. A idéia maluca, entretanto, não é montar um negócio de co-working, isso já é old school, todo empreendedor descolado já pensou no assunto. Até empresas sem relação com esse meio pensam em fazer isso. Outro amigo (o quarto dos que conheço que já possuem estes negócios) é dono de um bar e fabricante de cerveja artesanal. Também ele pensa em usar um espaço que está sobrando em seu grande galpão/bar/cervejaria, para locar como espaço de co-working.

Ok, suspense demais, qual é a grande idéia?

Alugar pequenos apartamentos de um dormitório ou pequenos estúdios, em boas localizações, em contratos de longo prazo. Ok, e daí? Vou morar lá? Não. Depois de contratar o aluguel, de preferência negociando um valor mais baixo mediante um contrato de prazo mais extenso e possivelmente conseguindo uma carência de alguns meses no início do pagamento do aluguel para uma pequena reforma inicial, a idéia é preparar o apartamento para ser usado como base de curto prazo, ou seja, contratar uma boa conexão com a internet, um plano de TV a cabo e mobiliar o apartamento para que seja um misto de “minha própria casa”, com uma cozinha simples, mas funcional e com todos os utensílios necessários, uma boa cama de casal, eventualmente um sofá-cama extra, e uma boa mesa de trabalho. Coisa simples, mas de bom gosto.

Com isto feito, basta sublocar o apartamento em prazos mais curtos através do AirBNB ou um site próprio que mostre as vantagens deste apartamento sobre a alternativa de ficar em um hotel para quem vem visitar sua cidade (ou a cidade onde você mantém seu imóvel de aluguel de curto prazo). Tome cuidado em colocar essa possibilidade no seu contrato de aluguel original para evitar problemas.

Aí está, um modelo de negócio simples de implementar, que exige muito pouco capital inicial, de baixíssimo risco, e que pode gerar uma excelente renda em muito pouco tempo. Basta saber como divulgar e garantir uma ocupação mínima que banque os custos mensais, o que não é tão difícil assim, dados os valores de aluguel mensal de um apartamento de um dormitório, versus os valores de diária de um quarto de hotel mediano que nunca será tão confortável quanto um apartamento completo.

Quem começar a ganhar dinheiro com isso pode entrar em contato para eu divulgar aqui sua hospedagem. E se sobrar uma comissão a título de royalties pela idéia, a família agradece 🙂

No dia das crianças, dê um apartamento para seu filho!

Amanhã é o dia que toda criança espera ansiosa para ganhar presentes. Porque você não inova e em vez do presentinho tradicional, ou melhor, além do presentinho tradicional, você não dá para seu filho algo que realmente fará uma diferença significativa em seu futuro: um apartamento!

Porquê um apartamento?

O jogo da vida é o mesmo para todos. Assim como aconteceu conosco, um dia acontecerá com nossos filhos. Eles crescerão, se formarão em uma faculdade, começarão a trabalhar, seja como empregados, seja em seus próprios negócios, e pensarão em sair de casa para viver por conta própria. As cartas que temos na mão no início do jogo não decidem o resultado final, nossa forma de jogar também é muito importante, mas não dá para negar que é muito mais fácil de ganhar quando já começamos com boas cartas.

Possuir um apartamento no início da vida permite que nossos filhos utilizem todas suas energias no que realmente fará a maior diferença em seus futuros. Permite que eles foquem em construir seu conhecimento, em crescer na carreira que escolheram, em fazer crescer a empresa que decidiram fundar, em vez de terem que se contentar com o emprego que conseguirem, para poder pagar aluguel em um apartamentinho que nunca será deles, fazendo todo seu dinheiro escorrer para o bolso de outros, em vez de estarem construindo para si mesmos.

Eu sei disso por um motivo muito simples: em 1996, quando me formei em computação, abri minha empresa de internet e decidi morar sozinho, havia um apartamento esperando para eu morar. Meu pai havia planejado, anos antes, a maneira de conseguir realizar este sonho. A chave foi o planejamento antecipado, que tornou algo enorme como um apartamento, em uma coisinha simples todos os meses anteriores. O mesmo aconteceu alguns anos depois com minha irmã do meio e em mais alguns anos, com minha irmã mais nova. O planejamento e esforço do nosso pai nos permitiu largar na frente no jogo da vida. Trabalho em equipe, uma geração ajudando a seguinte.

Como fazer?

Seja qual for a idade do seu filho, começar já é a melhor forma de adiantar a vida deles. Se forem ainda bebês, começar já poderá ser a chave para proporcionar não apenas um apartamento para morarem quando chegar a idade de sair de casa, mas também de terem um carro disponível na garagem sem que você precise pagar por isso. Se já forem um pouco maiores, talvez você precise ajudar um pouco mais se quiser também dar um carro para eles na maioridade.

Você começa fazendo um consórcio de imóvel no nome de seu filho. Você assume pagamentos mensais que corrigem anualmente de acordo com a variação do custo de construção, corrigindo na mesma proporção o crédito que seu filho terá disponível para o imóvel que irá comprar. É como se fosse uma poupança onde, em vez de correção mensal, a correção fosse anual. Seu plano de casa própria para o filho está andando. O que acontece depois?

Após alguns anos, para alguns mais cedo, para outros mais tarde, o consórcio será contemplado pelo sorteio. Neste momento, você adquire o imóvel para seu filho, e como provavelmente ainda não estará na hora dele sair de casa, ele poderá alugar este imóvel, recebendo renda antes mesmo de começar a trabalhar! Essa renda poderá então ser usada para a segunda parte do plano: iniciar um consórcio de automóvel.

Fazendo isso conseguimos formar um patrimônio inicial para nosso filho começar a vida de forma mais tranquila, damos a ele um bom conforto inicial, mas principalmente, se formos conversando com ele sobre o assunto ao longo dos anos, mostrando mês a mês o pagamento das parcelas, reforçando a idéia de que estes pequenos pagamentos mensais se transformarão em seu futuro apartamento e em seu futuro carro, estaremos ensinando a nossos filhos o poder do planejamento e da compra programada, tirando-os da corrida dos ratos que faz a maioria querer ter tudo de imediato através de dívidas caríssimas e cheias de juros.

Eu ainda não tenho filhos. Tenho planos para isso no futuro próximo, mas há alguns anos já venho planejando o futuro que desejo para eles. Sei o quanto o planejamento do meu pai ajudou a mim e minhas irmãs e desejo o mesmo ou mais para meus futuros pimpolhos. Possuo hoje mais consórcios em andamento do que a quantidade de filhos que poderia ter 🙂

E se você realmente não planeja ter filhos (e chegou até aqui na leitura deste texto), ah, dê um futuro planejado para a criança que ainda há dentro de você!

Adquira seu consórcio através da Megacombo, contando com meu acompanhamento e orientação pessoal ao longo de todos os anos que virão. Vai ser um prazer enorme lhe atender e ajudar seus filhos a começar mais na frente no jogo da vida. Basta seguir o passo a passo descrito em http://www.megacombo.com.br/como-investir.

Um grande abraço e feliz dia das crianças!

Por que investir em imóvel na planta é um péssimo investimento hoje em dia?

Investir em imóvel na planta costumava ser um excelente investimento. Haviam diversas formas de lucrar, todas excelentes. Hoje em dia, isto não é mais verdade, este tipo de investimento passou do ponto e representa um enorme risco para milhares de poupadores que desejam se tornar investidores e, desconhecedores da real situação do mercado, acabam entrando em uma canoa furada. Vou explicar então o raciocínio por trás do investimento em imóveis na planta, como funcionava e porque era muito lucrativo no passado, e o que mudou atualmente para que isto tenha deixado de funcionar.

Antes de continuar gostaria de adiantar que sim, podem existir algumas exceções ao que vou explicar a seguir, mas se você acha que o seu caso será justamente o da exceção, e não o da regra, sugiro jogar na Megasena, em que o prêmio é muito maior.

Porque investir em imóveis na planta ERA um excelente investimento?

Uma das formas de lucrar com imóveis na planta envolvia comprar um imóvel parcelado, pagar por volta de 30% do valor do mesmo até pouco antes da entrega e então vender este imóvel pronto, antes de ter que assumir o financiamento do saldo devedor. Vamos a um exemplo com valores simplificados para demonstrar:

Imóvel na planta comprado por R$ 100.000.
Pagamentos de R$ 1.000 mensais até a entrega, durante 30 meses.
Imóveis semelhantes prontos sendo vendidos por R$ 130.000.

Pelos valores acima, vemos que estávamos comprando o imóvel com um desconto razoável em relação aos imóveis já prontos disponíveis no mercado. Guarde essa informação, era uma das vantagens de comprar imóvel na planta.

O lucro real, no entanto, se dava pela alavancagem do investimento. Ao comprar antecipadamente, estávamos garantindo que seríamos donos de um imóvel dentro de 30 meses. E dentro de 30 meses, certamente haveria alguém que, seja porque estava prestes a casar, seja porque arranjou um bom emprego e mudou de cidade, seja porque cansou de morar com os pais, não havia se planejado e agora gostaria de comprar um imóvel novo, mas para mudar imediatamente. Ao vender nosso imóvel pronto pelos R$ 130.000 30 meses depois de termos adquirido, não estávamos explorando ninguém, estávamos apenas vendendo nosso imóvel novinho em folha pelo valor de mercado dele.

A mágica do lucro acontecia quando calculávamos que ao ter pago apenas R$ 30.000 até a entrega, e ao vender por R$ 30.000 a mais do que havíamos pago originalmente (os R$ 100.000 que assumimos de dívida ao assinar a compra), a diferença entre um valor e outro era de R$ 30.000. Na venda, transferimos para o comprador a dívida de R$ 70.000 (não há juros até a entrega, pois você ainda não está na posse do imóvel, a construtora é que lhe paga juros, vendendo com desconto, porque você está financiando parte da construção) que ainda restava e recebemos de entrada os R$ 60.000 que faltavam para o valor de venda de R$ 130.000.

Lucramos, em 30 meses, 100% sobre o valor que efetivamentes havíamos desembolsado. Um lucro fantástico. Uma aplicação em renda fixa levaria por volta de 10 anos para dar um retorno semelhante.

Note que neste exemplo não mostrei as correções mensais sobre os valores. As correções são irrelevantes, se aplicam ao que você paga ao comprar, mas também ao que o comprador do seu imóvel pagará quando o comprar de você no futuro.

A segunda forma de lucrar comprando um imóvel na planta envolvia os mesmos cálculos de pagar 30% até a entrega e então quitar ou financiar o saldo devedor, colocando o imóvel para alugar. Ao comprar o imóvel na planta, com desconto, o percentual que o aluguel representa sobre o valor pago se tornava muito melhor do que comprando um imóvel já pronto. Mantendo as proporções, receberíamos um aluguel 30% maior sobre os valores investidos do que alguém que comprou o mesmo imóvel na sua conclusão.

E porque então hoje em dia este é um péssimo investimento?

Mercado. Esta é a resposta curta. E a resposta longa?

Como expliquei nos parágrafos anteriores, o investimento em imóvel na planta era realmente excelente e muito lucrativo, mas pouca gente investia desta maneira e não haviam tantas unidades sendo construídas ao mesmo tempo. Com o desenvolvimento econômico dos últimos anos, e principalmente com a facilidade de crédito que isto trouxe ao país, aumentou muito o mercado de compradores de imóveis novos. Com a procura aumentando e crédito disponível, aumentaram os preços. Então, o que já era bom, ficou ainda melhor.

As pessoas comuns, os poupadores, os que tem medo de investimentos mais sofisticados, olhavam os números que expliquei acima e viam:

Compra por R$ 100.000, vende por R$ 130.000 em dois anos e meio, ganha 30%. Isso é o que uma aplicação bancária rende, não vale o risco (e se a construtora quebrar? e se não conseguir vender?). Claro que não calculavam direito, não entendiam a lógica da alavancagem que tornava o lucro real muito maior. Investir não era seu negócio.

Só que com o crescimento da economia e os imóveis aumentando de valor muito mais rapidamente, os lucros se tornaram muito maiores do que já eram. Passamos a ter lucros sobre a compra com desconto ao comprar antecipadamente e também o lucro da valorização dos imóveis durante o período de construção. Lucros de 200% ou 300% ao longo dos 30 meses normais de uma obra passaram a ser comuns. E com lucros destes, a notícia se espalhou rápido.

Mais gente procurando imóveis na planta, mais construtoras lançando imensos condomínios, mais crédito sendo liberado para os compradores. É uma bola de neve, uma coisa puxando a outra. Quem aproveitou, lucrou muito e contou histórias de pescador para todos seus amigos. Alguns mais rápidos foram na onda e tiveram suas histórias de pescador para contar. Os que demoraram um pouco mais, puderam contar alguma coisa, mas só para quem não sabia matemática, pois se calculassem o custo do dinheiro no tempo, veriam que teriam lucrado mais se deixassem o dinheiro na poupança.

Hoje a situação é a seguinte:

  • Mais lançamentos do que compradores finais, que irão morar nas unidades;
  • Preços de lançamento maiores do que os das unidades já concluídas;
  • Prazos de entrega cada vez maiores, com atrasos sendo a norma;
  • Concorrência entre os investidores na planta e as unidades das construtoras;
  • Diminuição dos créditos disponíveis no mercado, resultado da crise americana e agora da européia;

E explicando cada uma delas…

– Mais lançamentos do que compradores finais, que irão morar nas unidades;

Você compra na planta, mas não sabe se terá para quem vender. Não vou nem falar aqui da imensa quantidade de ingênuos que compraram na planta sem ter condições de assumir o financiamento caso não conseguissem vender a tempo, a maioria tendo que entregar os imóveis para as construtoras, com imensos prejuízos.

– Preços de lançamento maiores do que os das unidades já concluídas;

Se não há vantagem financeira em comprar na planta, qual o sentido disso?

– Prazos de entrega cada vez maiores, com atrasos sendo a norma;

Quanto mais demora, menor é o lucro. Custo do dinheiro no tempo, regra essencial a qualquer investimento, infelizmente ignorada pela maioria.

– Concorrência entre os investidores na planta e as unidades das construtoras;

Se o corretor de imóveis tem que escolher vender a sua unidade ou a da construtora que garante o emprego dele, qual você acha que ele irá vender? Cada vez mais, só vendem seus apartamentos aqueles que possuem a capacidade inerente em vendas por conta própria.

– Diminuição dos créditos disponíveis no mercado, resultado da crise americana e agora da européia;

Com menos dinheiro no mercado, menos crédito disponível e menos compradores possíveis.

A questão toda é que as notícias demoram para chegar para a maior parcela da população e demoram para ser absorvidas de forma efetiva. Dentro de quatro ou cinco anos, a maioria dos jornalistas que hoje escrevem matérias sobre o ôba-ôba do mercado imobiliário estarão repetindo o que acabei de escrever aqui. Quando isso acontecer, assim como aconteceu inúmeras vezes ao longo da história da humanidade, eu estarei aqui entre aquela minoria que costuma dizer:

Eu avisei.

Programa A Classe Alta – Última Turma!

Seguinte, vou ser rápido e direto, porque acabo de chegar de uma viagem/sabático de três meses nos USA e vendi meu apartamento no dia seguinte à chegada, então já viram como estão corridos os meus próximos dias.

O programa A Classe Alta é um misto de livro, coaching, grupo de MasterMind, conjunto de materiais de bônus e muito mais, organizados, mantidos e constantemente complementados pelo Seiiti Arata, um cara incrível e totalmente focado no atendimento dos participantes.

Em breve será aberta a última turma do programa, que certamente fechará logo no primeiro dia, como aconteceu nas últimas edições. Então não perca tempo, clique agora mesmo no link de apresentação e deixe seu nome na lista VIP que será avisada com antecedência. Olhe o que os outros falam, é bom mesmo. Depois, não quero ouvir chororô de que a vida está difícil, que não ganham o suficiente, que o que ganham não sobra nada para investir…

Mais uma vez, segue o link: Programa A Classe Alta – Última Turma!
Estão avisados. Abraço e sucesso.

O que você precisa fazer para enriquecer

Acabo de ler um post curtinho, mas muito interessante do Diego Nolde, no site Jovens Investidores. Lá, ele fala da velha regra dos 10%. A parte mais relevante é a seguinte:

Acredito que o principal erro da maioria das pessoas seja o de não entender qual o objetivo desses 10%. Devem ser investidos para NUNCA gastar. É isso mesmo, NUNCA. A maior parte das pessoas começa a juntar dinheiro e, assim que acumula um valor considerável, compra um carro ou um apartamento para morar, faz uma viagem ou qualquer outra coisa do tipo. Porém a idéia desse dinheiro é investir bem e por tempo o bastante para que ele comece a gerar uma receita! Essa receita sim você pode gastar o quanto quiser! Essa receita é a que te dará a tal “independência financeira”.

E é isso que quero ressaltar aqui. Para ser considerado rico, o que você precisa ter é PATRIMÔNIO! E formar patrimônio significa acumular, seja capital, sejam bens que valorizem com o tempo, sejam artigos colecionáveis, sejam moedinhas de ouro para tomar banho como o Tio Patinhas.

Valorização e rendimentos constantes.

No início da formação do seu patrimônio, outra coisa muito importante, é escolher veículos de investimento que tragam retorno regular, mas mais importante do que a escolha destes “retornos regulares”, é que tais rendimentos sejam MANTIDOS junto do bolo principal, REINVESTIDOS para manter o patrimônio crescendo em velocidade acelerada. Ou como diz O Homem Mais Rico da Babilônia: “não mate os filhos de seus escravos dourados”. Aproveitando o ensejo, se ainda não leu, compre AGORA, O Homem Mais Rico da Babilônia.

Desta maneira, se você decide investir em imóveis, use os aluguéis recebidos na compra de novas propriedades, ou para pagar os consórcios que você usará para aquisição de mais imóveis. Use e abuse da alavancagem proporcionada pelos veículos de investimento, mas faça isso de forma consciente, para o tiro não sair pela culatra. Ainda no exemplo dos consórcios, se você depende de receber aluguéis para pagar as prestações de um consórcio, antes de fazer uma nova carta, forme uma pequena reserva que garanta alguns meses de pagamento para o caso de ficar com o imóvel sem alugar durante algum tempo.

Apenas UM investimento.

Deixa eu explicitar mais uma coisa. Escolha UM investimento e se abrace a ele por tempo suficiente para que se torne relevante. Um dos maiores erros que vejo sendo cometidos diariamente por investidores iniciantes é estar sempre atrás “do melhor investimento”, perdendo seus rendimentos anteriores em busca de um percentual momentâneo a mais. Escolha o tipo de investimento que mais ressoe com seu perfil pessoal e pare de procurar sarna para se coçar. A hora de diversificar não é quando você tem pouco, é quando já tem o suficiente para dividir em várias cestas. Use a analogia do supermercado, você não carrega uma maçã e uma laranja em sacolas distintas, se só tem isso para carregar. Você só pega duas sacolas se tiver dúzias de maçãs e laranjas para carregar.

Minha escolha pessoal.

Quem já me conhece a mais tempo e sabe da minha história pessoal de investimentos sabe como eu invisto e provavelmente já é meu parceiro de investimentos de uma forma ou de outra, mas se você está lendo um texto meu pela primeira vez e tem interesse em saber como eu atingi a minha independência financeira em tempo recorde, leia minhas orientações nos sites http://www.investimentoemimovel.com.br e http://www.investimentoemconsorcio.com.br. Tendo curiosidade em me conhecer melhor e ler textos mais focados em crescimento pessoal ou o que penso das coisas que me interessam, costumo escrever com regularidade no meu site pessoal, Peruzzo.Org.

Qual é o melhor investimento para seu dinheiro?

Estou morando na Califórnia com minha esposa há pouco menos de três semanas. Passamos os primeiros dias em um hotel e agora estamos em uma espécie de flat, chamam aqui de Long Stay Hotels, que basicamente é um quarto de hotel com cozinha completa. Ficaremos até o final de agosto, com alguns passeios mais longos programados, alguns dias em Las Vegas e uma Road Trip descendo do Silicon Valley, onde estamos agora, até San Diego, pelas praias do sul da Califórnia.

Toda esta introdução é para descrever um pouco da vida cigana que estamos tendo no momento, pois foram justamente estes dias diferentes dos dias comuns que tinhamos em Porto Alegre, que tornaram possíveis algumas reflexões sobre qual é o melhor investimento.

Começando a responder esta pergunta, inicio dizendo que não acredito haver uma resposta universal para esta questão. O melhor investimento sempre vai depender dos objetivos de cada um, do nível de risco que se está disposto a correr e do tipo de vida que se deseja levar antes, durante e depois do período de formação de patrimônio. A parte universal é que, se desejamos investir, isso envolve diretamente a questão central de formar patrimônio.

Onde investir

1. Empresas

Minha experiência mostra que não há nada mais lucrativo do que os negócios, do que montar e fazer crescer empresas. Isto pode nos leva a pensar em investir em tais empresas e por consequencia, em investir em ações de empresas que já existam. Há dois problemas nesta abordagem:

a) Tratando do investimento em ações de empresas que já existem, perdemos uma parte do que temos com a criação de novas empresas, que é a possibilidade de lucrar com o crescimento acelerado delas. Investir em uma empresa já forte e estável pode nos trazer bons rendimentos, mas é muito pouco provável que nos dê retornos realmente significativos.

b) A estratégia usual das pessoas que investem em ações não é a de investir “nas empresas”. Digo isso no sentido de que as pessoas não pensam realmente em se tornar sócias destas empresas. Pensam em comprar e vender ações. Agora imagine se o Jorge Gerdau ficasse pensando em vender suas ações da empresa que construiu… Ou se o Bill Gates desejasse vender suas ações da Microsoft. Não, eles são donos de considerável parte das suas empresas, ganham dinheiro com o que a empresa rende, não com o valor dela na bolsa de valores.

Então, quando escrevi “empresas” logo acima no título, não me referi a investimento em ações. Me referi realmente a investir na criação e crescimento de uma empresa nova ou ainda incipiente. Quando digo que é um bom negócio investir em empresas, me refiro a criar novas empresas, o que por si só é um imenso desafio e aprendizado para uma vida inteira de trabalho. Os resultados podem ser estupendos, mas este não é o caminho mais fácil que existe. Exige experiência, conhecimento e recursos, tudo equilibrado de maneira a obtermos os resultados estupendos que vemos de vez em quando na mídia.

Então, desculpe pelo balde de água fria, mas criar e investir em novas empresas não é investimento para qualquer um. Exige conhecimento e dedicação por um longo período. Dá muito mais trabalho e preocupações do que a maioria da população está disposta a passar para conseguir sucesso nesta empreitada. É justamente por isso que temos tão poucos empreendedores em relação ao número de trabalhadores convencionais.

Se você não está disposto a virar noites trabalhando quando necessário, se não consegue suportar a insegurança de saber se terá ou não dinheiro para pagar as contas da semana que vem, se não se imagina tendo não um, mas inúmeros chefes (todos os clientes da sua própria empresa), construir um negócio próprio não é para você.

Por outro lado, não se sinta mal por isso. Como escrevi nos parágrafos de abertura, cada pessoa possui características diferentes de personalidade, e estas características não as tornam melhores ou piores umas que as outras, são apenas mais aptas a determinadas tarefas ou mais inadequadas às mesmas. O importante é descobrir o que funciona para você.

2. Imóveis

Investir em imóveis possui diferentes facetas, estratégias e maneiras de ganhar dinheiro. Algumas são mais passivas, enquanto outras são mais negócios imobiliários do que propriamente investimentos simples.

Tome o exemplo de construir imóveis para vender. Mesmo que você não seja dono de uma construtora e contrate uma, ou contrate um mestre de obras e pedreiros para realizar sua obra, na prática, você tem um negócio imobiliário. Tem que se preocupar com todas as etapas e detalhes do mesmo, sob o risco de perder dinheiro em vez de ganhar, se se descuidar de qualquer etapa.

O investimento descrito acima é bem mais complexo que a fórmula de nossos avós, de comprar imóveis para alugar e usufruir desta renda na aposentadoria. Só para deixar claro, quando escrevo “fórmula dos nossos avós”, me refero a uma prática comum duas gerações atrás que era comprar imóveis para acumular patrimônio. Infelizmente meus avós não foram seguidores desta “receita” 🙂

Há também a opção de comprar imóveis na planta para vendê-los quando prontos. Você se torna sócio da construtora na construção, recebendo parte dos lucros. Há alguns riscos, no entanto. Você é o responsável por vender seu imóvel depois de pronto. E isto se torna mais difícil a partir do momento em que a construtora não possui mais o plantão de vendas no local, afinal, a parte dela já foi vendida. Claro que você pode, no final, ficar com o imóvel para alugar. Como comprou com desconto ainda na planta, terá um imóvel que vale mais do que foi pago, provendo um fluxo de caixa positivo mensalmente. Aqui entra o maior segredo do investidor de sucesso: REINVESTIR OS LUCROS. Use tais aluguéis para bancar a compra de um novo imóvel e mantenha esta estratégia por tempo suficiente para que consiga formar o patrimônio que deseja para seu futuro.

Comprar para reformar e vender, participar de leilões, comprar para alugar… Há múltiplas maneiras de lucrar com investimento em imóveis, mas assim como no investimento em empresas, normalmente não é o tipo de investimento passivo em que investimos e no final recebemos o lucro. Temos que trabalhar para lucrar. É, no final das contas, um pequeno negócio.

Os valores nos investimentos imobiliários costumam ser maiores do que os necessários para outros investimentos mais simples, então normalmente temos nos investidores imobiliários o tipo de pessoas que já alcançou certo sucesso no acúmulo de dinheiro. Isso já é um indicativo de qual investimento costuma dar melhores resultados 🙂

3. Ações

Já expliquei acima os problemas de investir em ações com foco em especulação, ou seja, comprar, esperando que os valores subam, para vender com lucro e então repetir esta fórmula novamente e novamente e novamente. Não temos bola de cristal, isto é especulação, jogo, loteria. Não há conhecimento que bata o mercado, basta analisar que ao longo da existência das bolsas de valores, nenhum investidor particular se destacou por anos e anos de resultados superiores a média do mercado total das ações negociadas. Ou melhor, há UM investidor que se destaca: Warren Buffett. O que ele faz? Investe nas empresas, para ser sócio das mesmas, sem se preocupar tanto com o sobe e desce do valor delas. E o que faz com os lucros gerados por estas empresas em que investe? Usa para investir em mais empresas ou comprar mais participação nas empresas que já possui em sua carteira de investimentos.

Quer repetir esta estratégia vencedora? Invista nas empresas que você conhece, que possuam espaço para crescer, que estejam sendo negociadas pelo preço que valem segundo algum critério técnico conhecido. Depois disso, não venda, não se preocupe com a cotação da mesma, reaplique os dividendos anuais seguindo a mesma regra e continue fazendo isso com regularidade ao longo de vários anos, até formar um patrimônio decente. Talvez algum dia você possa dizer o mesmo que o Warren disse na última assembléia dos acionistas de sua empresa:

Não quero ser conhecido como o maior investidor do mundo. Quero ser conhecido como o mais velho investidor do mundo.

Vida longa e próspera ao Warren Buffett e a seus bons exemplos de vida.

4. Fundos de renda fixa

Os fundos de renda fixa, a poupança e o juntar dinheiro debaixo do colchão, são no final das contas quase a mesma coisa. O problema não está no investimento e em seus baixos rendimentos, mas sim nas pessoas, na vida diária, nos hábitos de consumo e na satisfação antecipada de todos os nossos desejos.

Se você investir R$ 100 por mês, durante 20 ou 30 anos, recebendo 0,5% a.m. de juros, você irá se aposentar com vários milhares ou milhões de reais… Aquela histórinha da mágica dos juros compostos… Tudo isso é real, funciona, mas costuma funcionar só no papel, porque, com toda sinceridade, me apresente UMA SÓ PESSOA que tenha investido regularmente, por mais de 20 anos, todos os meses, atualizando os valores anualmente, sem tirar parte do dinheiro do fundo de investimento ao longo de todo esse período. As pessoas não são assim. Vão trocar de carro, vão desejar comprar um imóvel, fazer uma reforma no apartamento que possuem, viajar para conhecer novos países… Para tudo isso, não irão formar uma nova reserva destinada a estes objetivos, irão usar o dinheiro que está lá aplicado, afinal, “trabalharam tanto para isso, merecem este presentinho”. No final, a quantidade de vezes que esses “presentinhos” ou pequenos mimos são auto-proporcionados ao longo dos tais 20 ou 30 anos, acaba com a possibilidade da tal mágica dos juros compostos de atuar verdadeiramente. O problema não é matemático, é pessoal. Não somos máquinas, agimos por impulsos e por desejos.

É muito fácil usar dinheiro líquido. E depois que o usamos, não há mais chance de arrependimento, não adianta chorar sobre o leite derramado, o dinheiro se foi. Precisamos dificultar o uso das nossas reservas em coisas que não sejam relacionadas ao crescimento do patrimônio, justamente para nos dar tempo de pensar na “besteira que iremos fazer”. Não quer dizer que não devemos viajar, reformar o apartamento ou trocar de carro, muito pelo contrário, a vida é uma viagem em que o que importa é o caminho, não o ponto de chegada. Só que precisamos nos proteger para não consumir antecipadamente os valores necessários para viver com conforto os últimos quilômetros desta nossa caminhada.

5. Outros investimentos

Há diversas outras maneiras de investir, mas se não estão listadas com um tópico nominal, se não são normalmente incluídas nas listas de investimentos “normais”, é porque estes investimentos não são para as pessoas comuns. São para os entendidos do assunto. Inclua aqui o investimento em petróleo, minas de carvão, minérios, pedras preciosas, artigos colecionáveis, obras de arte. Inclua também Forex, negócios de marketing multi-nível. Esta categoria é a das excessões, não é para as massas. Cada um destes “investimentos”, colocado entre aspas por não serem realmente investimentos, mas sim negócios, possui um mundo de conhecimentos necessários para se obter sucesso com os mesmos. Se você está se aperfeiçoando em alguma destas alternativas, desejo todo o sucesso, mas não perca seu tempo tentando dizer que “qualquer um” pode investir desta maneira.

A dica mais importante que já ouvi sobre investimentos.

Um amigo que trabalha muito, excelente profissional que ganha muito dinheiro fazendo o que ama, certa vez me disse:

Fabrício, eu sei como ganhar dinheiro na minha profissão. Tu podes ver que na verdade ganho muito dinheiro fazendo o que gosto. Sei que é importante investir com sabedoria para que meu dinheiro ganho com suor se multiplique, mas cada minuto que eu perco buscando pessoalmente mais rendimentos para o que já ganhei, é um minuto em que deixo de ganhar dinheiro novo. E de nada adianta eu conseguir descobrir uma maneira de ganhar 0,2%, 0,8%, ou mesmo 2% a mais que seja, se eu não tiver o dinheiro para que estes percentuais possam render sobre.

Eu sei o que gosto de fazer e sei como ganhar dinheiro com a profissão que escolhi. Deixo para quem é apaixonado por otimização de investimentos a tarefa de cuidar do que já consegui juntar. Pago bem os profissionais que me auxiliam nesta tarefa, vendedores, corretores, consultores, pois sei que obtenho resultados muito melhores do que obteria sozinho.

A dica acima não foi apenas a melhor dica que já ouvi sobre investimentos, foi também o melhor elogio que já recebi pelo meu trabalho.

O que funciona para mim, para meu perfil e minhas habilidades?

Estou completamente fora do perfil das pessoas normais. Já atingi minha independência financeira, ou seja, não precisaria trabalhar para manter meu padrão de vida atual. Por outro lado, sou muito inquieto, preciso estar sempre evoluindo e criando novos negócios. Sou empreendedor, gosto de novos desafios. Então preciso de investimentos que sejam o mais automatizados possível, que não necessitem de minha atenção diariamente, para que possa continuar fazendo o que gosto, criando novos negócios.

Além do já exposto, gosto muito de viajar, então também é importante que possa manter meus investimentos e negócios crescendo mesmo com periodos longos de ausência física. Tenho que poder manter os investimentos andando através das maravilhas da tecnologia, ou seja, correio, telefone e internet.

No meu caso específico, resolvi todos os problemas com uma ação aparentemente simples: a participação em um conjunto de empresas que mantém meus investimentos em constante crescimento. Montei para mim mesmo uma estrutura empresarial de investimento. Desta forma, as empresas, sócios e funcionários cuidam do dia a dia da operação e eu cuido de definir os rumos e estratégias desta estrutura.

Hoje em dia possuo uma fórmula muito simples, mas extremamente efetiva, que me permite investir de maneira automática, reinvestindo os lucros, enquanto vivo em qualquer lugar do planeta, sabendo que há uma estrutura empresarial cuidando dos detalhes de manutenção destes investimentos. Isto me permite obter os resultados dos investimentos em negócios e em imóveis, com a facilidade dos investimentos mais simples de renda fixa.

Claro que o que eu preciso fazer, saber e estar a par para tocar toda esta estrutura é muito mais do que simplesmente investir em um fundo de renda fixa, mas por poder manter esta máquina de investimentos funcionando mesmo que fique distante alguns meses, é uma estrutura que funciona perfeitamente para o meu caso.

Montar este conjunto de empresas de investimento foi o meu aprendizado dos últimos 22 anos. Otimizar e automatizar ao máximo esta estrutura foi a tarefa dos últimos 10 anos. O melhor de tudo é que isto é só o começo…

Como posso ajudá-lo a melhorar seus investimentos e mantê-los da maneira mais automatica possível?

O melhor de tudo na estrutura de investimentos que montei para mim mesmo é que fiz isso de tal forma que fica fácil agregar novos participantes no mesmo modelo de negócio. Desta forma, montei algo para meu próprio uso que acabou se tornando um novo negócio. Hoje, você pode investir não apenas da mesma forma que eu próprio invisto, mas pode fazer mais, pode ser meu sócio exatamente nos mesmos empreendimentos imobiliários em que estou investindo. Tudo isso com a facilidade de um investimento comum.

Como todos os meus investimentos tem o objetivo de formação de patrimônio da maneira mais efetiva possível, não é um investimento para quem tem pressa ou deseja aplicar o dinheiro por um curto periodo de tempo. Os investimentos são em imóveis, os prazos devem ser levados em conta. Um prédio pequeno leva um ano e meio para ser construído, isto sem contar os prazos de projeto e aprovações nos diversos orgãos municipais. Quando compramos um terreno, podemos levar alguns meses estudando qual a melhor forma de lucrar no local, por exemplo decidindo entre construir um imóvel residencial, comercial ou misto.

Uma das melhores características desta estrutura de investimentos que montei é que ela permite a entrada de investidores de todos os portes. Hoje tenho amigos investindo R$ 430 mensais, junto de outros que investem três milhões de reais de uma só vez. O funcionamento é relativamente simples, invisto em cartas de consórcio de imóveis que ao serem contempladas são investidas na construção de imóveis para venda. O conjunto das empresas de que sou sócio cuida de todos os detalhes. Não vou explicar tudo neste artigo, o funcionamento disto está bem descrito no site Investimento em imóvel.

Eu já descobri qual é o melhor investimento para meu dinheiro. Se você acha que posso te ajudar com isso, será um prazer lhe receber como sócio. Para o primeiro passo, basta seguir as orientações descritas em http://www.megacombo.com.br/como-investir.

Quanto você paga de imposto de renda?

lion

Esta semana, jantando com uma amiga, escuto uma declaração fora do comum:

Acho que sou a única pessoa que faz questão de pagar mais imposto de renda do que deveria.

Curioso com o que acabara de escutar, pergunto o porquê dela pagar mais imposto do que deveria, principalmente por ela ter deixado bem claro que isso não se deveu a algum erro, mas sim, por vontade própria.

Há pouco mais de um ano, queria comprar um apartamento para investir. Daria uma entrada, financiaria o restante e com o aluguel pagaria boa parte do financiamento. Vendo a situação hoje, vejo que errei na pressa em optar por um financiamento e que no final das contas, com 30 anos para pagar, provavelmente não seja tão bom negócio assim, mas quando pensei nisso ainda era novata nos investimentos, e melhor errar fazendo, do que ficar parada.

Logo no primeiro passo tinha uma pedra no meu caminho. Verifiquei o financiamento que precisaria com o banco e só conseguiria me qualificar se ganhasse quase o dobro do que realmente ganhava. Sou arquiteta, profissional liberal, as vezes ganho mais, as vezes menos, mas sempre fiz minha declaração de IR direitinho, pagando tudo o que devia para não ter problemas no futuro. Pensei um pouco e resolvi a questão rapidinho. Ao fazer minha declaração daquele ano, simplesmente declarei que ganhei mais do que realmente consegui. Paguei o imposto mais alto do que deveria, mas consegui o financiamento que buscava.

Não vou entrar no mérito de se isto é certo ou errado, pois não vem ao caso para o ponto que desejo defender. A questão toda que quero focar é na ação e solução de problemas. O que quero dizer é que se você precisa construir uma casa e só tem uns gravetos a disposição, levante-se, abra os olhos e procure algumas folhas de banananeira para fazer as paredes. Se mova, pense, busque soluções. Pode ser que você não ache a melhor solução logo de cara. Pode ser que, como essa amiga, você ache uma solução que no final das contas saia mais cara do que poderia custar uma solução melhor. O importante é estar em movimento, agindo, aprendendo coisas novas, refinando.

Da próxima vez que tiver um problema “insolúvel” para resolver, pense um pouco antes de desistir. Este é o ponto principal que desejo deixar com este texto. Para tudo há diversas soluções possíveis, busque-as.

PS: para quem ficou curioso com o problema imobiliário desta amiga e com a solução final para o mesmo, foi relativamente simples. Ela fará um consórcio de aproximadamente 80% do valor do crédito devedor do financiamento. Ao ser contemplada, se livra das prestações deste. Como o consórcio tem um prazo máximo de 10 anos para contemplar e o financiamento prazo de 30 anos, mesmo que demore para contemplar ela ainda economizará milhares de reais. Mais que isso, se demorar, o valor do consórcio pode chegar a ficar maior que o saldo devedor, sobrando então um bom crédito extra para investir em outro imóvel menor.