Como ganhar mais dinheiro do que você imagina ser possível

Escrevo muito do que penso e as vezes tenho dificuldade em explicar para os outros. Falo ainda de um novo empreendimento que estou criando que poderá lhe interessar.

Este artigo nasceu quando respondia algumas questões sobre o investimento em consórcios em um fórum. No final, acabei escrevendo mais sobre atitudes de vida, sobre como acredito que o mundo deva funcionar e de que forma podemos crescer ajudando uns aos outros. Representa muito do que sou e do que as vezes tenho dificuldade em explicar para os outros. Fala ainda de um novo empreendimento que estou criando que poderá lhe interessar.

Alguém anônimo escreveu:

PS: Eu não acho que consórcios são um péssimo negócio para todos. Acho que é um péssimo INVESTIMENTO (ou seja, se você tem o dinheiro total do consórcio, você dificilmente vai conseguir uma rentabilidade melhor aplicando esse dinheiro em consórcio do que em outras aplicações (especialmente na bolsa, em seu maior período de alta).

Então segui com minha resposta:

Sobre o parágrafo acima, especificamente, concordo com teu direito de achar que seja péssimo investimento. Bom investimento é o que fez um amigo meu, que comprou ações em setembro de 2008. Brincadeiras a parte, tudo que fazemos com nosso dinheiro é investimento. Se temos resultado positivo, é bom investimento. Se temos resultado negativo, é um investimento ruim. Concordando com teu direito de achar isso, peço apenas que concordes com o meu direito de achar o contrário. Com a sutil diferença que o teu achar é baseado nos cálculos que fizeste, com informações parciais e genéricas do funcionamento dos grupos de consórcio e o meu achar é na verdade o resultado efetivo de um investimento pessoal que venho fazendo há mais de sete anos. Não apenas meu resultado, mas o resultado de muitos amigos desde 2003 e de muitos clientes desde 2005, quando passei a vender consórcios em consequencia direta dos meus resultados pessoais.

Em outro post aqui no fórum, o Roma9 (outro participante anônimo) comentou que se isso fosse bom, os vendedores de consórcio estariam investindo nisso e ficando milionários, em vez de ficar vendendo os mesmos. Concordo parcialmente com isso. Não investiria em algo que o próprio vendedor não investe. Não concordo apenas com a segunda parte da frase, pois ela implica em que o investimento é limitado, que possui um teto. Não concordo com isso porque, se fosse verdade, seria um investimento que limitaria o meu crescimento. E se não é verdade, ou seja, se não há um teto, não há porque não ajudar outros a ganhar junto.

O que quero dizer é que minha atitude pessoal é uma só em todas as ocasiões. Eu invisto em algo, testo com meu próprio tempo e meu próprio dinheiro. Ao ver que funciona e entender profundamente os mecanismos desse investimento, troco idéias com um grupo fechado de amigos que respeito profundamente. Com a experiência deles corroborando a minha experiência pessoal, parto para a divulgação da idéia para o público em geral.

Ao mesmo tempo que explico o que faço de forma a qualquer um poder fazer o mesmo por conta própria, sem que eu ganhe nada com isso, procuro formas de facilitar a vida dos que não querem se envolver em todos os detalhes e que preferem agir em grupo. Apenas isso. No caso dos consórcios o ganho é mútuo, porque fazer um consórcio comigo ou adquirir com qualquer outro vendedor custa exatamente o mesmo, já que a comissão de venda é paga pela administradora de consórcios. Não há como comprar diretamente com desconto, logo, melhor comprar de quem faz mais, de quem ajuda mais, de quem presta o serviço mais completo, de quem investe pessoalmente nisso e está sempre atento a qualquer novo detalhe que possa aumentar os lucros de todos.

Há ainda um benefício extra, que é fazer parte de um grupo que busca o mesmo tipo de resultado. Mas mais que isso, há o benefício de fazer parte de um grupo que busca outras maneiras de lucrar ao longo do tempo. Então ver o consórcio como um investimento fechado em sí é simplesmente falta da visão mais abrangente. O investimento em consórcios é apenas a porta de entrada para outros investimentos onde as cartas contempladas podem ser utilizadas para gerar ainda mais lucros. Explico isso a seguir…

Crescer sempre. Juntos somos mais fortes.

Uma das grandes vantagens de investir comigo é que minha mente está sempre pensando em investimentos novos. Sempre, de forma ininterrupta, o tempo todo. Quem está por perto tem maiores chances de aproveitar isso. E estar por perto não é uma limitação física, é apenas estar envolvido pessoalmente comigo. Tenho amigos e clientes que investem em consórcios morando nos Estados Unidos, no Japão e na Espanha. Estão longe e ao mesmo tempo estão perto, pois cada nova forma de lucrar que descubro, todos amigos e clientes são os primeiros a conhecer. Há coisas que simplesmente não poderia fazer sozinho, que são muito mais lucrativas para todos quando agimos em conjunto.

Meu mais novo empreendimento

Neste exato momento estou montando uma empresa, uma S/A que irá investir na construção, aluguel e venda de imóveis. Dentro de alguns dias colocarei no ar um site explicando todo o conceito e as idéias que norteiam este tipo de investimento. Para não deixar a curiosidade correr solta, descreverei brevemente a idéia.

Imagine que você gostaria de investir em imóveis para alugar, mas não quer se envolver com a procura pelos mesmos, quer apenas um imóvel que renda x% ao mês sobre seu capital investido. Ou ainda que você gostaria de lucrar com a construção e venda de um imóvel, mas não conhece nada sobre este assunto.

A empresa que estou montando irá receber aportes, em dinheiro ou em cartas de crédito contempladas e com este capital irá cuidar de toda a burocracia necessária para a construção, aluguel e venda das unidades construídas. Se você pensava que comprar uma sala comercial para alugar era um bom investimento, o que achará de ser proprietário de um prédio? Com a vantagem de que ao construir nosso próprio prédio comercial o custo dele será bem menor do que se comprassemos pronto, ou seja, nossa lucratividade ao alugar as salas será muito maior do que a de uma sala comum.

Imagine construir uma casa para vender em seis meses com lucro entre 60% a 100%. Agora se imagine sendo um dos sócios da empresa que construirá 30 dessas casas nos próximos anos.

Por hoje foi só esse gostinho. Assim que tiver desenvolvido o novo site explicativo deste novo empreendimento publicarei aqui o endereço do mesmo. Visite hoje mesmo: http://www.investimentoemimovel.com.br

Tendo interesse em participar, uma das formas mais simples é conhecer o investimento em consórcios. Fique a vontade para entrar em contato.

Aja com paixão

Você quer saber o verdadeiro caminho para o sucesso? A receita é uma só, válida para todas as áreas de atuação. Aja com paixão.

Você quer saber o verdadeiro caminho para o sucesso? A receita é uma só, válida para todas as áreas de atuação. Aja com paixão.

Recentemente o Alexandre Formagio escreveu um artigo introdutório sobre abrir sua própria empresa. Este artigo tinha um tom bastante prático e acenava com futuros artigos no estilo “vamos botar a mão na massa”, artigos que darão o passo-a-passo para começar.

Abrir que tipo de empresa? Qual ramo?

Lendo os comentários, notei uma questão inquietante, as pessoas tinham dificuldades em escolher a área em que iriam empreender. Parece claro que abrir a própria empresa é o caminho certo mas o que fazer é uma incógnita para a maioria. Que tipo de empresa me dará um monte de dinheiro? Faço tudo por conta própria ou procuro uma franquia já estabelecida?

Faça as perguntas certas

Você está fazendo tudo errado, fora de ordem. Perguntar que atividade trará mais dinheiro não é a pergunta inicial que você deverá fazer. A primeira pergunta que você deve fazer é uma só:

O QUE EU GOSTO DE FAZER?

Essa é a pergunta de um milhão de reais. O que você gosta de fazer. Depois de se fazer esta pergunta, uma série de novas perguntas começam a vir a sua mente. Com isso que gosto de fazer, como posso ganhar dinheiro?

Na prática

Estamos em 1996. Tenho 23 anos, me formarei dentro de alguns meses em informática. Tenho um emprego que paga pouco mas sou o mais capacitado dos funcionários, sei que a empresa onde trabalho é pequena mas está crescendo a olhos vistos e se tudo continuar assim, vou crescer rapidamente lá.

Mas o vírus empreendedor já tinha me atingido. Vou até o único provedor de acesso a internet da cidade e descubro que eles só estavam cadastrando 300 novos clientes por mês. E que tinham 3000 clientes na fila de espera. O QUE EU GOSTO DE FAZER TEM RELAÇÃO COM INTERNET. Há um mercado não atendido de pelo menos 3000 pessoas na minha cidade e a única empresa que pode atendê-los não consegue fazer isso com a agilidade que todos esperam. Eu, por exemplo, não pretendo esperar 10 meses para poder acessar a internet a partir de casa.

Chamo alguns amigos, todos interessados em acessar a internet. Conversamos uma noite, nos reunimos uns dias depois, juntamos os trocados e em menos de um mês temos nossa primeira empresa operando. Um anúncio no jornal e estamos no mercado. Um vendeu o carro, outro raspou a poupança, outro pediu um empréstimo aos pais, outro pagava um valor mensal. Um aperto aqui, um esforço alí, nossa empresa começou a dar certo. Nenhum de nós sabíamos nada sobre como funcionava uma empresa, nada sobre mercado, nada sobre marketing nem sobre coisa nenhuma a não ser o que realmente gostávamos de fazer.

Mas sabíamos muito bem o que gostávamos de fazer. E criamos diferenciais e produtos específicos para quem gostava do mesmo que nós. Muito antes do Yahoo criar o Yahoolists, já tinhamos as listas de discussão da Opensite. Logo nos primeiros meses de operação já tinhamos nossos servidores para jogos online. Criamos a primeira webcam do sul do Brasil, com programa de transmissão desenvolvido por nós mesmos, pois isto simplesmente não existia na época.

Ao longo dos anos alguns sócios foram procurar outras atividades, a grande variedade de coisas a fazer na área de informática permite muitas escolhas. Então os que gostavam mais de programar, aos poucos foram se afastando e ao decidirmos que nosso provedor não seria uma empresa de programação, venderam suas cotas para os que gostavam do mercado de internet e foram buscar seu sucesso pessoal no que realmente gostavam de fazer. Outros sócios descobriram que a vida empresarial não era o que realmente gostavam e encontraram empregos que lhes satisfizessem.

Aprendi muito com todos, era consciente das minhas limitações. Sabia muita coisa mas desconhecia muitas outras. Estava cercado de pessoas maravilhosas, todos extremamente talentosos, cada um em sua área. Tinha um gênio hacker que fazia qualquer servidor funcionar como desejava, tinha um programador apaixonado que não saía da frente do micro enquanto não acabasse o programa que estava fazendo. Tinha um programador-artista, bom em tudo. E um programador acostumado a atender “gente grande”, empresas enormes que necessitavam de integração entre vários equipamentos. Tinhamos um designer que fazia coisas inacreditáveis, nossas páginas, tanto as da empresa quanto as dos clientes, eram inovadoras muito antes de existir facilidades como flash, dreamweaver e outras ferramentas facilitadoras. A coisa toda era feita no braço.

Aprendi que internet não era exatamente o que eu gostava. Levei anos para compreender isso. Mas a resposta estava na minha frente o tempo todo, desde o início. Eu fui a pessoa que sugeriu a idéia, chamou os amigos e disparou o processo. Eu notei a carência do mercado e fiz tudo que pude para resolver esse “problema”. Eu sou um empreendedor serial. Como dizia um antigo presidente americano, meu negócio são os negócios. Eu fui o sócio que restou no final, depois de todos os outros terem vendido suas participações e viver suas vidas, alguns empregados, outros abrindo nova empresa. Acabei tendo novos sócios, vendi minha parte por divergências de como tocar o negócio, abri outras empresas, fiz tentativas, quebrei a cara algumas vezes, vi os concorrentes crescendo em alguns casos e caindo em outros. Vivi e aprendi muito.

Quem sou?

Hoje sou esse empreendedor serial. Escrevo sempre que posso com o objetivo de ajudar os outros a não cair nas armadilhas que eu mesmo já caí. Muito do que aprendi foi através da leitura, então sei que qualquer coisa que eu escreva tem o poder de ajudar muita gente. Muitos erros que evitei foram por conta de me lembrar de alguma história de quem já tinha passado por aquilo. Tenho consciência de que muito do que escrevo pode parecer primário para quem já trilhou os caminhos que descrevo em alguns momentos, mas também sei que os que ainda não passaram pelos desafios e circunstâncias que já passei, poderão se beneficiar dos meus relatos.

Se vejo um amigo com uma idéia na cabeça e um plano de negócio na mão, estou sempre pronto a ajudar. Quando descubro alguma coisa interessante, faço questão de divulgar. Não acredito em guardar as coisas boas para mim. O mundo é grande e dinâmico demais. Não tenho como ser tudo, fazer tudo, controlar tudo. Acredito que compartilhar as informações é a melhor forma de fazer com que todos ganhem mais. Se tenho um produto, só posso vendê-lo se as pessoas ao meu redor puderem compra-lo.

Pegue o exemplo do consórcio, meu negócio mais recente. Muita gente não tem o dinheiro para adquirir nem mesmo a mais barata cota de consórcio disponível. É triste isso, não porque eu deixo de vender para essas pessoas, mas por ver que elas realmente não sabem por onde começar. Poderia simplesmente vender para quem pode pagar, seria muito mais fácil para mim. Mas não é o que gosto de fazer. Gosto de construir negócios, planejar vidas, dar idéias e ver as pessoas adequadas fazendo essas idéias florescerem. Então faço o que estou fazendo neste momento, escrevo aqui. Sugiro caminhos, dou idéias.

Lê quem gosta, aproveita quem quer, cresce quem faz por merecer.

E você? O que gosta de fazer?

Respostas nos comentários abaixo, por favor.