Invista em Bitcoins AGORA! Lucros potenciais de mais que 25 vezes o valor investido.

Algum tempo atrás, pessoas bem informadas sobre o assunto, como Kim Dotcom, indicaram o investimento em Bitcoins. A moeda estava cotada na época em US$ 375. Hoje pela manhã, ultrapassou a marca de US$ 4000.

Estas mesmas pessoas bem informadas estimam que nos próximos poucos anos o valor do Bitcoin possa passar dos US$ 100.000. É um crescimento de 25 vezes em poucos anos, talvez até poucos meses.

A idéia aqui não é vender sua casa e comprar tudo em Bitcoin. Há riscos reais e todos podem estar delirando. Porém uma coisa é certa, existe a chance verdadeira dessas previsões se materializarem e termos uma valorização de 25 vezes ou mais. E a pior das alternativas, é o Bitcoin simplesmente deixar de existir e perdermos tudo que investimos. Você só pode perder o que investir, mas pode ganhar de forma ilimitada.

Dadas estas expectativas, acredito fortemente que uma APOSTA no Bitcoin seja uma aposta altamente assimétrica. No caso de ganhos, eles são substanciais. No caso de perda, são limitadas ao valor que apostamos.

Dependendo de suas possibilidades e patrimônio pessoal, acredito que uma aposta entre R$ 1.000 a R$ 10.000 seja completamente factível e que em caso de perda, tal valor seja pequeno o suficiente para não impactar significativamente seu futuro. Claro que ninguém gosta de perder, mas neste caso específico, acredito que as chances de lucro são muito maiores do que as de perda.

O que fazer:

Comprar entre 1% a 5% do seu patrimônio pessoal de investimentos em Bitcoins.

Se você tem R$ 100.000 em investimentos, compre R$ 1.000 só para ver como funciona. Se você só possui R$ 10.000 investidos, compre R$ 100 ao menos para estar por dentro deste assunto.

Como fazer:

Vou escrever um relatório em breve explicando o passo a passo de como funcionam os Bitcoins e como comprar e armazenar de forma segura suas moedas virtuais. Há uma série de questões importantes de segurança que exigem certo conhecimento para evitar perdas e fraudes, mas não é nada que pessoas que saibam ler e escrever não consigam compreender. Se você consegue ler e entender o que estou escrevendo aqui, você está apto a comprar suas primeiras Bitcoins.

Enquanto o relatório não sai (e pode demorar um pouco), fico disponível para auxiliar pessoalmente um a um. Não vai ser para todos, infelizmente, visto que meu tempo é limitado, mas entre em contato para agendar um horário e veremos o que dá para fazer.

Nesta consulta conseguiremos cobrir o conhecimento básico necessário para realizar a compra de Bitcoins aqui no Brasil, entender o funcionamento das empresas envolvidas nesta transação, aprender como armazenar suas moedas digitais em uma carteira eletrônica diretamente no seu computador ou telefone celular (de forma provisória), como fazer pagamentos (minha hora técnica será paga nesta ocasião, diretamente em Bitcoins), e finalmente como armazenar seus Bitcoins em uma “carteira de papel” bem mais segura do que as carteiras acessíveis pela internet.

Não se preocupe com os termos que não foram compreendidos, vou explicá-los um a um na nossa conversa particular.

Explicação um pouco mais detalhada:

O Bitcoin é uma moeda virtual que possui uma quantidade máxima limitada em circulação por definição técnica. É a moeda virtual de destaque, foi a primeira e é a que até agora mais vingou no mercado. Entre as moedas virtuais, o Bitcoin é o “dólar”, reconhecido e aceito por todos.

Diferente de moedas tradicionais emitidas por países, não há um banco central para as Bitcoins. Todos são co-responsáveis pelo funcionamento do sistema, e a saída de uns ou outros não impacta a continuidade, ou seja, é totalmente descentralizado e sem entidades que a controlem, com seu funcionamento sendo mantido por consenso entre os participantes do sistema.

O Bitcoin permite coisas que o sistema financeiro tradicional não permite. Uma das frases famosas relacionadas à moeda digital é “seja seu próprio banco.” Ou seja, o Bitcoin permite que você tenha controle sobre seu dinheiro. É como armazenar ouro em casa, mas sem os empecilhos logísticos que o metal impõe.

Com o Bitcoin, você pode comprar a moeda digital na Europa, pagando em euros, e logo depois vender no Brasil, recebendo em reais. Tudo isso sem taxas de transferência enormes cobradas pelos bancos, até porque você faz isso completamente sem intermediários bancários. Tudo simples, tudo rápido. Porém, não pense que isso seja um convite para a lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Para comprar Bitcoins você precisa se identificar devidamente perante a bolsa de negociação entre quem deseja vender e quem deseja comprar, então tanto na Europa, quanto no Brasil, para ficar apenas neste exemplo, você teria que se identificar em ambos locais, identificando a fonte do dinheiro. Claro que há alternativas para comprar seus Bitcoins diretamente de pessoas físicas, sem passar por exchanges registradas, mas vamos nos manter nas alternativas mais simples para os exemplos aqui.

A medida em que mais pessoas começam a se dar conta destas possibilidades, e acima, só listei uma delas, mais e mais gente passa a ter interesse em utilizar esta moeda. E como sua quantidade é limitada, com maior procura, temos junto mais valor.

Então a situação é simples. Faça sua aposta. Invista um valor que não lhe cause desconforto muito grande de por acaso for perdido. E prepare-se se os prognósticos de quem conhece este assunto e já lucrou muito até agora estiverem certos. Sua fortuna pode estar a poucos anos de distância. Só depende de você dar os passos necessários.

Mais uma vez, fico disponível para auxiliar pessoalmente um a um. Dado o limite de tempo que tenho disponível, entre em contato para agendar um horário e veremos o que dá para fazer. Em uma hora conseguimos cobrir o conhecimento básico necessário para realizar a compra de Bitcoins aqui no Brasil, entender o funcionamento das empresas envolvidas nesta transação, aprender como armazenar suas moedas digitais em uma carteira eletrônica diretamente no seu computador ou telefone celular (de forma provisória), como fazer pagamentos (minha hora técnica será paga nesta ocasião, diretamente em Bitcoins), e finalmente como armazenar seus Bitcoins em uma “carteira de papel” bem mais segura do que as carteiras acessíveis pela internet.

Não se preocupe com os termos que não foram compreendidos, vou explicá-los um a um na nossa consulta.

Boa fortuna para você.

Letras miúdas, não tão miúdas:

Como já escrevi acima, investir em Bitcoins é uma coisa nova, sem nenhuma garantia de que vá trazer lucros, e que pode inclusive implicar na PERDA TOTAL DO VALOR INVESTIDO, seja porque este mercado deixe de existir do dia para noite, seja por erros no uso ou manuseio de seus recursos digitais ou perda de senhas de acesso, ou por qualquer outro motivo não previsto aqui. Só invista se estiver consciente disso. Não me responsabilizo por suas decisões. Lembre-se de que se “você é o seu próprio banco,” isso significa que você é o responsável por proteger seu dinheiro.

Nem sempre são dias de sol.

Hawaii

Em junho deste ano, pouco menos de um mês antes do nascimento da minha filha, escrevi em um dos vários cadernos de anotações que sempre tenho por perto um texto com o título acima. Não publiquei na época, talvez porque não tenha tido tempo de digitar, talvez porque não fosse a hora. Hoje faço isso, na manhã de Natal, com as últimas atualizações dos fatos ocorridos ao longo do resto do ano.

Quem me acompanha na internet através dos vários sites em que publico meus textos, ou através das diversas redes sociais onde marco presença, costuma ver meus textos sobre empreendedorismo, sobre investimentos. Vê também as fotos das viagens que fazemos e dos bons momentos com a família e amigos. Por conta da maneira como trabalho, vendendo consórcios essencialmente pela internet, preciso mostrar mais do que normalmente acharia conveniente, pois as pessoas que chegam até mim como possíveis clientes precisam saber que sou uma pessoa real, que vivo o que prego nos meus artigos, que tenho realmente uma empresa chamada Megacombo, que esta empresa é representante da Rodobens Consórcios na maior qualificação possível, categoria Diamante, e que não sou nenhum “golpe na internet”.

A tendência é mostrarmos a parte boa dos acontecimentos, e para falar a verdade, temos uma vida realmente boa no contexto geral, mas quem só enxerga esse lado pode pensar que tudo são flores, que todos os dias são maravilhosos. E pode, em algum momento ruim, desejar uma vida como a nossa.

Cada um tem seu próprio caminho, com seus desafios particulares nem melhores, nem piores, nem mais fáceis ou difíceis do que o de qualquer outra pessoa. As escolhas que fazemos a cada dia vão desenhando as estradas que teremos que percorrer mais a frente. O acaso também cumpre seu papel ao não nos permitir planejar tudo com 100% de precisão e certeza, como ficará claro ao longo dos próximos parágrafos. No final, isto é o que faz da vida esta maravilha cheia de surpresas e novas descobertas. E quando a surpresa é ruim, surge a oportunidade de crescimento pessoal e de auto-superação.

Este não é um texto triste ou trágico, é sim, a simples constatação de que as vezes passamos por desafios como consequência das escolhas que fizemos em um passado recente e das incertezas da vida. Espero que sirva de alavanca para quando você estiver passando por uma fase ruim, para que lembre que todos temos nossos bons e maus momentos, e que com coragem e determinação, tudo se resolve no final.

Este texto é sobre mim, afinal, sou eu que o escrevo, mas poderia ser sobre qualquer pessoa que você conhece. Até aquele seu amigo que parece ter uma vida perfeita, onde tudo sempre dá certo. É principalmente sobre este amigo que parece ter a vida que você sempre pediu a Deus. Pode apostar, até ele tem seus desafios, você é que não está próximo o suficiente para saber disso.

Como havia dito na abertura, este texto foi escrito pouco antes do nascimento da nossa filha, dia 13 de junho de 2013 (data do texto original, não do nascimento). Vou economizar nos detalhes, até porque faz tempo que tudo passou, e principalmente porque descobri que a dor dos outros sempre parece ser menor do que é a nossa própria dor. Quando alguns amigos passaram por situações semelhantes a algumas das quais passei, na época pensei que não poderiam estar sofrendo tanto quanto faziam parecer. Ao passar pelo mesmo, senti na pele e entendi que estando de fora, nunca temos as mesmas impressões de quem está vivendo a situação.

Somente para dar algum contexto, passamos por problemas de moradia entre a venda do apartamento antigo e a compra do novo, doença da minha esposa durante a gravidez, problemas na reforma do apartamento, e mais algumas coisas que nem valem a pena relatar aqui.

Meu avô dizia uma frase que hoje eu compreendo em toda sua profundidade: “se quiser desejar o mal a alguém, deseje que faça uma reforma.” Eu hoje entendo esta frase em todas suas sutilezas.

Naturalmente não poderia passar por estes abacaxis sem que o lado profissional fosse afetado. Apesar de não ter ocorrido nada grave, o volume de negócios caiu muito neste último ano. Quando trabalhamos com algo que depende de nossa disponibilidade em atender clientes e nos dedicarmos a buscar novos negócios, direcionar esta dedicação a “apagar incêndios” não é a melhor receita para manter boas vendas. Devido ao planejamento prévio, ao menos isso não era um problema. Só posso dizer que minha reforma custou mais do dobro do que efetivamente paguei, porque custou o que paguei, mais o que deixei de ganhar neste período.

Cada uma dessas “coisinhas” não teriam tanto peso se viessem sozinhas, mas quando ocorrem todas ao mesmo tempo, em plena “crise dos 40”, junto de um burn-out consequência de uma série de decisões e do estilo de vida que vínhamos levando nos últimos três anos, cada gotinha está na iminência de se tornar àquela que transbordará o copo.

Não citei, por exemplo, os dois meses que moramos sem pia na cozinha, sem tanque, com nossas coisas empilhadas em um quarto e sala enquanto nossa cama ficava em um quarto tão pequeno que não tinha espaço para fechar a porta com a cama dentro, em um apartamento alugado pelo dobro do que cobravam os vizinhos no prédio por conta de termos alugado sem precisar fazer contrato de longo prazo. Essa é uma daquelas dores que citei acima, que só sente quem vive a situação. E até a isso, depois de um tempo, dá para acostumar 🙂

Neste Natal, tínhamos o plano de comemorar com a família da minha esposa, em Farroupilha, na casa nova que meu cunhado comprou este ano, da mesma maneira que fizemos quando compramos o nosso primeiro apartamento. A mudança e reforma no caso dele aconteceram nos prazos e sem problemas. Infelizmente problemas de saúde na família nublaram este plano, então quem sabe conseguimos fazer isso no ano que vem.

Como escrevi antes, este não é um relato triste ou trágico. É uma lembrança presente e vívida, mas a maior parte das coisas relatadas já passou, superamos. Outras ainda estão sendo ajeitadas. Algumas já se tornaram “lenda familiar”, histórias que vamos contar aos nossos netos. Lembranças que na época foram duras, mas que quando as contarmos serão apenas histórias de vida.

Estas histórias que vivemos servem para lembrar que por piores que as coisas possam parecer na hora em que as estamos vivendo, por pior que esteja nossa situação em determinado momento, tudo que tenta nos derrubar são apenas degraus que precisamos subir para nosso crescimento pessoal. Os muros que surgem no nosso caminho servem apenas para testar o quanto realmente queremos seguir adiante, escalando-os ou dando a volta pelo caminho mais longo que os contornam. Todo desafio é semente para nossa superação.

Estou aqui, de pé, pronto para os desafios que surgem diariamente nesta nova etapa de vida, com a família aumentada. A parte boa de chegar a um “fundo do poço” físico e emocional é que daqui para frente o único destino é para cima.

Sejam bem vindos, dias de sol!

Seus emails são muito longos

Se você não consegue escrever sua idéia atrás de um cartão de visitas, você não tem uma idéia clara.

— David Belasco

Traduzido e adaptado a partir de um texto do Leo Babauta.

Um dos maiores problemas que vejo quando as pessoas me enviam email é extremamente comum: eles são muito longos.

Eu sou um cara ocupado, mas quem não é ocupado hoje em dia? Eu tento responder com agilidade, muitas vezes direto do celular, mas quando recebo um email incrivelmente longo não há como eu responder rapidamente. Se um email é curto, respondo assim que o leio.

Então, porque enviar emails longos?

Aqui vai uma regra: um email longo nunca é necessário. Nunca.

Porque estou escrevendo isso? É alguma reclamação contra as pessoas que me mandam email? Não, é um problema geral que tenho visto com os emails, e espero que este texto ajude as pessoas a escrever mais objetivamente.

Como eu uso o email

Uso meu email profissionalmente. Eu preciso responder emails. Meus clientes possuem dúvidas e tenho que respondê-los com agilidade. Estes costumam enviar emails curtos, com uma ou duas dúvidas que respondo rapidamente.

Meu maior problema são os emails de quem ainda não é meu cliente, mas deseja se tornar meu cliente ou parceiro, seja adquirindo consórcios, seja investindo comigo nos diversos empreendimentos imobiliários em que estou envolvido. Entendo que para quem deseja investir, tirar as dúvidas seja algo essencial, mas há diversas maneiras de fazer perguntas. Espero conseguir deixar claro neste texto o que funciona e o que não funciona. Recebo centenas de emails por dia, simplesmente não há como eu responder a todos se quem me envia email não fizer a sua parte.

Dito isto, este problema com os emails não é exclusivo a mim. Não importa a maneira como você usa seu email, ninguém para quem você escreve deseja ler um longo ensaio ou responder 10 questões complexas. Somos todos ocupados, e todos damos valor ao nosso tempo.

Quando eu olho meus emails, tento passar por todos rapidamente. Não gosto, nem posso ficar preso respondendo emails o dia todo, então eu leio, respondo ou arquivo/apago, e volto ao trabalho.

Quando alguém me envia um email muito longo, eu provavelmente não responderei na hora. Normalmente não responderei nem no mesmo dia. E assim esses emails vão acumulando, para serem respondidos naqueles períodos em que milagrosamente estou sem emails novos chegando, ou quando tenho uma grande janela de tempo dedicada a isso. Então, se eu não respondi seu email ainda, não leve a mal, mas é simplesmente porque seu email não é simples para responder. Me ajude, enviando emails menores e mais bem pensados, que com certeza responderei com agilidade.

Porque emails longos são uma droga

Algumas razões simples:

  • Demoram muito para ler. Eu não tenho muito tempo para ler, e enviando um email muito longo você está dizendo que seu email é mais importante do que as outras coisas que eu preciso ler.
  • Não respeitam meu tempo. Quando você me envia um email longo, você está requisitando meu tempo (para ler, processar e responder). Se você envia um email longo que você não editou, você não decidiu o que é realmente importante perguntar. Você está dizendo, na verdade, que eu tenho que fazer isso ao processar seu texto embaralhado de idéias e perguntas. Você está mandando a mensagem de que seu tempo é mais importante que o meu. Desculpa, mas se você quer que eu te ajude com respostas, preciso que respeite meu tempo.
  • Você não chega ao ponto principal. O que você deseja me mostrar? O que você quer me dizer? Qual é sua pergunta principal? Diga claramente, ou ela ficará perdida no meio de um monte de palavras que só atrapalham.
  • Você faz muitas perguntas. Eu não conseguirei responder a todas sem levar pelo menos meia hora de meu dia cheio de tarefas. Então não pergunte tanto, foque no essencial. Escolha uma ou duas perguntas que são realmente importantes. Faça sua parte antes, leia e pesquise meus textos antes de perguntar o que já está respondido neles.
  • Eu não irei responder. Se você espera que eu leia seu email imediatamente, ou pior ainda, faça algo para você, boa sorte. Eu não sou uma diva, mas tenho muito a fazer e não consigo responder a todos emails longos que recebo. E há muitos deles, não apenas o seu.

Regras para emails curtos, diretos ao assunto principal, efetivos, e que possuam boa chance de serem respondidos rapidamente

Ignore estas regras por sua conta e risco:

  1. Mantenha seu email em 5 frases. Não mais. Eu copiei isto do site five.sentenc.es, mas só porque funciona. Eu geralmente tento escrever menos de 5 frases quando envio um novo email para alguém.
  2. Descubra o ponto principal que lhe interessa saber. Se você pensa que precisa de mais de 5 frases, você não sabe ainda o que deseja perguntar com objetividade. Tome um tempo para descobrir e então foque apenas nisto.
  3. Faça uma pergunta. Não faça 10 perguntas, apenas uma. Ou duas, no máximo. Você certamente estará muito mais próximo de receber uma resposta rapidamente.
  4. Edite seu texto. Se você escreveu 8 frases, corte 3.
  5. Envie um link. Se você precisa fazer referência a alguma informação, inclua um link para onde esta informação está publicada na web. Não copie o texto no corpo do email.
  6. Publique na web. Se a informação que você precisa compartilhar não está na web, coloque-a lá. Crie uma resposta longa ou um documento explicativo longo (e então edite-o para a informação essencial) e publique online. Use seu blog ou uma das muitas ferramentas gratuitas para publicar na web. Coloque o link em seu email.

Este texto, por exemplo, é um exemplo desta última regra.

Leia também o texto: como ter seus emails respondidos com agilidade.

Made in Japan

Castelo Hikone, foto do meu amigo Marco Bianchini.

Tudo que eu escrevo acontece.

Parto em viagem de trabalho ao Japão na segunda-feira, dia 21 de fevereiro de 2011. Fico lá até dia 10 de março na região de Suzuka, mais especificamente em Kameyama. Para acompanhar a viagem, siga-me no Twitter, veja as fotos no Flickr e lembre-se de assinar para receber meus textos aqui do Peruzzo.Org diretamente no seu email, cadastrando-se na barra lateral do site.

A semana passada foi intensa. Estávamos com a passagem para os EUA marcada para dia 18 de março. Toda preparação prévia estava pendente, entre elas:

  • vender o apartamento onde moramos;
  • vender alguns imóveis de investimento na planta;
  • vender as coisas que não precisaremos depois que voltarmos, principalmente alguns eletrônicos, computadores, notebooks, máquinas fotográficas, filmadoras e alguns móveis;

Semana passada acertamos a venda do apartamento, acertamos a venda dos três apartamentos que tinhamos na planta e ainda aconteceram uma série de fatos incríveis. Vamos por partes…

Há quatro anos…

Há quatro anos minha sobrinha estava morando no Japão. Minha esposa é madrinha dela. Planejamos visitar eles lá dois anos depois de terem se mudado. Antes disso, voltaram para o Brasil. Sem a viagem para o Japão, ficamos aquele ano no Brasil, compramos um apartamento bem maior (escrevi que moraria com mais espaço em meu plano de vôo de 2006) e no ano seguinte fomos para Europa. Conhecer o Japão havia ficado para trás. Sem minha sobrinha e minha cunhada lá, não havia muito que nos puxasse a isso fora a curiosidade natural e meu apreço pela alta tecnologia.

De volta aos dias atuais…

Há pouco mais de uma semana um casal de amigos, investidores em consórcios pela Megacombo, me ligam em continuação a uma conversa que havíamos tido 40 dias antes. Perguntavam se estava de pé nossa parceria. Basicamente o que queriam era divulgar meu trabalho sobre os investimentos em consórcios e imóveis, junto com os planos de formação de patrimônio, para os brasileiros que moravam na mesma cidade e trabalhavam na mesma fábrica que eles. Moram no Japão. Foram para lá como muitos, com os planos de trabalhar duro, economizar, comprar a casa própria no Brasil, formar uma boa reserva financeira ou um bom patrimônio para adquirir imóveis de aluguel ou montar seus próprios negócios quando voltassem.

Disse que continuava tudo de pé, que eles poderiam divulgar a vontade meus textos e que se fechasse negócios com os amigos deles atenderia-os individualmente por email ou telefone, analisando cada situação e bolando o plano mais adequado para cada um. Avisei que estava de mudança para os EUA no dia 18 de março deste ano, então as coisas estavam um pouco corridas. Disse mais, que se houvessem vendas suficientes, eu usaria toda a comissão que a Rodobens me paga para ir até o Japão conhecê-los pessoalmente. Isso foi o gancho que faltava. Depois dessa sugestão, disseram que o ideal seria exatamente isso, falar pessoalmente com cada um dos interessados, todos cheios de perguntas e dúvidas, ávidos por conhecer pessoalmente minha história e de como conquistei cada um dos meus objetivos financeiros e de qualidade de vida. Aquilo que escrevi lá atrás sobre ir ao Japão agora estava se tornando real, por motivos totalmente diferentes. Diferente de tudo que planejei, mas ao mesmo tempo de maneira muito mais curiosa e interessante. Já escrevi várias vezes aqui, trabalhar e divulgar este investimento que tanto me ajudou e continua ajudando a formar patrimônio nao é um trabalho para mim, é um prazer. Eu realmente me realizo ajudando as pessoas a realizarem seus sonhos financeiros. Adoro falar desses assuntos e de mostrar como um plano simples pode gerar um resultado surpreendente.

Liguei para outro amigo, agente de viagens. Perguntei quanto custaria uma viagem para o Japão em determinadas datas. Ele me retornou por email alguns minutos depois do telefonema. Não havia me passado o orçamento, enviou diretamente a reserva das passagens. Bastava eu confirmar para efetivar a compra. Falei com o casal que estava no Japão e no mesmo dia confirmamos tudo. Uma semana depois embarcaríamos para o Japão!

Dentro de dois dias, na próxima segunda-feira, minha esposa e eu pegamos o vôo que nos levará para a Terra do Sol Nascente. Um grupo de brasileiros descendentes de japoneses nos aguarda para duas semanas inteiras de bate papo e tira-dúvidas. O casal de amigos que organizou tudo está montando uma agenda com as folgas semanais de cada um, para conseguirmos conversar com o máximo de pessoas possível.

Um pouco sobre japoneses e descendentes de japoneses…

Há muito tempo tenho uma afeição enorme pela cultura japonesa. Não é apenas pela questão da tecnologia, mas também pelos rituais, pela história de força e superação. Fui sócio de vários japoneses no passado não muito distante. Em uma das empresas, era o único brasileiro no meio de seis japoneses sócios e a contadora da empresa também japonesa. Era engraçado quando um se empolgava e no meio de uma explanação “chaveava” a língua para o japonês e no final me olhava com aquela cara de “e aí, o que tu acha, Fabricio?”. E então todos se viravam para mim e abriam um sorriso, a forma contida que eu sabia ser o equivalente a uma enorme risada, quando o falante em questão finalmente se dava conta que na empolgação eu havia ficado sem entender nada do que havia dito 🙂

Tenho uma história legal sobre a colonização japonesa. Não lembro de detalhes exatos, ouvi esta história quando era muito pequeno e ela me marcou, retomando sua força quando passei a investir com os consórcios. Diz mais ou menos o seguinte:

Quando os primeiros descendentes de japoneses vieram para o Brasil, fugindo da guerra, da crise e da falta de perspectivas em sua terra natal, formaram pequenas colônias mais ou menos fechadas, onde preservaram sua cultura e seus rituais, passando os mesmos de pai para filho. Era como se tivessem construído um pequeno Japão em cada uma das cidades em que se estabeleceram. Se integraram com as pessoas destas regiões, mas mantinham seu núcleo coeso, forte, cada família ajudando as outras que viviam próximas.

A maneira que encontraram para sobreviver e prosperar nesta nova terra envolvia os conceitos de comunidade enraizados em sua cultura, mas o mais interessante é a forma como aos poucos, cada família de descendentes japoneses abria seus pequenos negócios, fazendo toda a comunidade crescer e prosperar.

O que faziam era o seguinte: cada família dava uma pequena contribuição mensal para um ancião, normalmente o mais velho ou o mais experiente dos imigrantes que moravam alí. Este, a cada mês, sorteava uma família para receber o conjunto das contribuições de todos os outros para poder, com este dinheiro, iniciar seu próprio negócio. Assim, ao longo do tempo, cada uma das famílias receberia uma pequena bolada de dinheiro e no final das contas todos teriam condições de se estabelecer prosperamente na região.

O que eles faziam é o conceito básico e essencial dos consórcios!!! Muito obrigado, japoneses, pela maior e mais perfeita ferramenta de alavancagem pessoal e patrimonial que existe. Devo a maior parte do que conquistei nesta vida a este sistema fantástico. Muito, muito obrigado!

Futuro…

Esta experiência é única, no sentido de ser a primeira vez que isso acontece. Já fiz coisas parecidas indo até São Paulo, Rio de Janeiro, interior do RS. Já houve pessoas bem mais próximas que tiveram vontade de fazer algo parecido mas não passaram da vontade, nunca realizando efetivamente algum evento, palestra ou encontro. Já conversei sobre os consórcios com brasileiros que moram nos EUA, na Inglaterra, em Barcelona, em Florença… Todas as vezes aproveitando viagens turísticas que havia programado. Ir até o outro lado do planeta, tão longe, é que é a novidade única, principalmente porque desta vez não vou para turismo, eventualmente aproveitando para conversar com uma ou duas pessoas. Desta vez vou especificamente para falar de investimentos!

Por outro lado, esta é uma nova porta que se abre. Tenho certeza de que esta experiência me levará a muitos outros lugares para conversar com muitas outras pessoas. Eu sempre digo que o maior benefício que esta carreira de “orientador para formação de patrimônio” me trouxe, não foi o simples crescimento dos negócios. O maior benefício são as pessoas maravilhosas que tenho oportunidade de conhecer ao longo desta caminhada. Gente simples, sincera, honesta, focada no crescimento pessoal, profissional e financeiro. Gente que busca o melhor para si e para suas famílias. Gente que busca o mesmo que eu, paz, tranquilidade, conforto e um futuro ensolarado.

Por tudo isto só posso terminar este texto de uma maneira:

Obrigado, Luciana e Marco, por cruzarem meus caminhos. Obrigado por terem acreditado em mim e em minha empresa mesmo morando do outro lado do planeta. Sei que o futuro me reservará muitas novas surpresas desse tipo, mas tão longe quanto o outro lado do planeta, só vocês 🙂

Como ter seus emails respondidos com agilidade

Recebo mais de 2000 emails diários. Ainda bem que o antispam do gmail é excelente e me livra de mais de 1500 desses emails todos os dias. O que me deixa ainda com mais de 500 emails para responder a cada período de 24 horas.

Em uma análise rápida, 50% desses emails são de pessoas me pedindo algo para suas necessidades pessoais, 25% são de “pessoas muito legais”, 20% são oportunidades de negócios (leia-se, prováveis clientes para os consórcios que represento), e 5% são das pessoas importantes na minha existência, família e amigos próximos. Em um cálculo rápido, se levasse um minuto para cada email, levaria quase 10 horas para responder todos os emails que recebo. Teria que parar de viver, apenas respondendo emails. Um minuto é um tempo razoável para responder um email, mas normalmente levo bem mais tempo que isso, por exemplo, para responder dúvidas sobre os consórcios. Por outro lado, muitas dessas dúvidas poderiam ser resolvidas facilmente se as pessoas se dessem ao trabalho de ler as centenas de textos que escrevo sobre o assunto, ou pelo menos lessem os textos principais em http://www.investimentoemconsorcio.com.br e http://wwwinvestimentoemimovel.com.br

A questão é que estamos todos ocupados demais. Todos temos toneladas de emails. Não temos tempo para responder a todos.

Veja bem, estou na frente do computador em um sábado a tarde tentando dar conta de algumas centenas de emails enviados por pessoas realmente importantes que desejam fazer coisa muito interessantes comigo. Cada uma dessas pessoas é muito importante para mim. Mesmo assim, eu só tenho um número limitado de horas a cada dia. Estou em meu escritório num SÁBADO para tentar responder algumas dessas pessoas. É assim que estou com as coisas. Sei que você está assim também. Todos nós temos muitas mensagens lutando por nosso tempo.

O que fazer para termos mais chances de receber uma resposta? Se você deseja melhorar suas chances de receber resposta de alguém ativo e ocupado (como eu), acredito ter algumas sugestões e idéias. Isto se aplica mais aos emails de negócios, não os pessoais. Se eu já te conheço, pode me mandar email. Apenas me desculpe pois estou tendo problemas me afogando nos mesmos 🙂

Pensando no que me faz responder um email mais rápidamente do que outros, aqui está o que notei:

O que respondo mais rápido.

Se você deseja investir em imóveis, ou mais especificamente, se deseja contar comigo para auxiliar em todas as etapas do investimento, começando com os consórcios e investindo passo a passo de acordo com meu plano pessoal de investimentos, basta seguir o passo a passo descrito em http://www.megacombo.com.br/como-investir e me enviar seus dados pessoais para adquirir uma ou mais cartas de consórcio e se tornar meu cliente. Esta é a maneira mais simples e rápida de garantir uma resposta praticamente imediata 🙂

Apenas um assunto. Brevidade.

As pessoas que escrevem com uma só necessidade, um assunto bem definido (com título no email) e um tópico específico, recebem resposta muito mais rápido, pois eu consigo responder de onde estiver, as vezes até mesmo pelo celular.

Não tenho tempo para longas dissertações. Inicie com o que deseja de mim, sempre. Conte-me sua longa história (se achar que precisa), e então, mais uma vez, termine com o que deseja de mim.

O mais importante: inicie com o que deseja de mim.

Entre direto no assunto. A maioria dos emails possuem pelo menos 200 palavras para “limpar a garganta”. Fique a vontade para entrar direto ao assunto, não acharei que é grosseria.

A formatação importa.

Um email bem escrito, com os parágrafos bem definidos, com perguntas numeradas quando o assunto é mais longo, recebem resposta mais rápido, pois consigo ver o que desejam e tudo está sucinto.

Repetição funciona.

Pessoas que me reenviam o email, mas não fazem eu me sentir culpado sobem na minha lista de respostas porque eu me sinto culpado mesmo assim e eu tento responder o mais rápido possível. Eu realmente não desejo encorajá-lo a entupir minha caixa de emails, mas é verdade. Por favor verifique se seu email esteja de acordo com os outros tópicos que listo aqui 🙂

Costumo viajar com frequencia e ficar alguns dias longe dos emails não urgentes, então aguarde pelo menos uns três ou quatro dias antes de pensar em reenviar seu email.

Como expliquei antes, recebo muito spam. As vezes o antispam falha e bloqueia o que não deve. Se mesmo depois de me reenviar seu email eu não responder, e se o que você deseja respeita as outras observações deste texto, provavelmente seu email foi extraviado. Entre em contato por telefone, carta, sinal de fumaça, para que eu localize o problema e possamos estabelecer contato.

Mesmo quando estou viajando, fico sempre conectado. Meus clientes sempre recebem minha resposta. Fui claro?

Direto e óbvio.

Pessoas que enviam questões vagas não recebem resposta. Simplesmente não posso me incomodar tentando imaginar o que você deseja. Quem pergunta diretamente o que deseja conquista meu tempo.

Conectividade.

Se você comenta com regularidade em meus sites e blogs, ou se retuita meus textos, a chance de eu já lhe “conhecer” é muito maior.

Se você conhece alguém que me conhece, pedir uma introdução é uma excelente maneira de se aproximar mais rápido.

O restante.

Finalmente, o que recebo mais frequentemente são emails de pessoas que desejam ajudar. “Se eu puder te ajudar de alguma maneira, é só avisar”. Então, seguinte… Eu nunca respondo estes emails. Ninguém responde estes emails. Porque quando alguém procura ajuda, é quando está preparado para receber tal ajuda. Ofertas genéricas mostram um sentimento positivo, mas não possuem nenhuma forma de retorno possível, se isto faz algum sentido.

Ofertas unilaterais.

“Gostaria de te dar a oportunidade de fazer um link para meu site, pois falo de um assunto que pode interessar seus leitores.”

“Tenho um produto que acredito possa te interessar.”

“Seus textos são ótimos, estou começando a fazer o mesmo que você, a vender alguma coisa, fazendo um trabalho de aula, querendo abrir uma empresa, …, …, …, o que você teria para me dizer para ajudar? ”

A vida é dura para quem é mole. Não sou mãe de ninguém e não estou aqui para levar os outros pela mão. Se quer minha ajuda, antes de mais nada ajude a si mesmo assumindo sua responsabilidade de pesquisar e estudar antes de pedir tudo de mão beijada.

Quer ter seu email respondido?

Então, se deseja ter seu email respondido, não apenas por mim, mas por qualquer pessoa relativamente ocupada, estas são algumas dicas.

Alguma dica extra que você deseja deixar na seção de comentários?

E se te devo uma resposta, releia o texto acima e me avise se você acha que seguiu bem as sugestões.

Baseado em um texto do Chris Brogan.

Leia também: seus emails são muito longos.

Obrigado por confiar no meu trabalho

Acabo de voltar de viagem da Europa com minha esposa. Desta vez, fomos apenas a Paris e Londres, com um dia em Versailles para ver os jardins floridos e a exposição do Takashi Murakami no palácio.

Esta viagem foi especial, os primeiros dias foram pagos pela Rodobens como prêmio aos classificados Diamante no Programa Qualy. Esta é a qualificação máxima. Se a atingi, em grande parte isto se deve a cada um dos amigos e clientes que confiam no meu trabalho. Pessoas que na grande maioria, confiaram em mim sem nunca terem me visto pessoalmente, baseados apenas no pouco que consigo mostrar através dos meus textos e sites.

Há pouco tempo comecei a gravar alguns videos com o objetivo de tentar chegar um pouco mais perto de cada cliente. Espero com isso que aqueles que sentem a necessidade de verem com quem investem seus dinheiros e seus sonhos de vida, possam amenizar um pouco a distância através das ferramentas que a tecnologia nos oferece.

Gravei um breve vídeo de agradecimento aos meus amigos e clientes.

Como estava dizendo antes, hoje o dia é de agradecimento, então, muito obrigado por toda confiança depositada em mim e no plano de investimento em imóveis que desenvolvi. Um plano usado por investidores com muito dinheiro, mas também por jovens que estão apenas no início. Um plano que permite o crescimento contínuo e sustentável. Um plano que beneficia os bons hábitos financeiros.

O futuro pertence àqueles que o buscam com intensidade. Para atingir uma vida financeiramente livre, basta nos atermos a poucos detalhes:

1. Trabalhar para ganhar dinheiro.
2. Viver com menos do que ganhamos.
3. Investir a diferença entre o primeiro e o segundo.

Com meus textos, busco ajudar a facilitar a compreensão de cada um destes pontos, explicando formas de obter mais rendimentos, fazer melhores escolhas para viver melhor gastando de forma mais inteligente financeiramente, e finalmente, orientando em todas as etapas do investimento em busca da formação de um patrimônio sólido e seguro que garanta um futuro livre e tranquilo.

Obrigado por me proporcionar a possibilidade de te ajudar a construir um futuro melhor.

Para quem tem curiosidade em saber como foi o passeio, publiquei algumas fotos em:

Álbum de fotos de Paris e Versailles
Álbum de fotos de Londres

Mais uma vez, muito obrigado.

Em que tipo de imóvel minha empresa de investimento imobiliário costuma investir?

Como a maioria das pessoas que lêem meu site já sabem, sou sócio de uma empresa de investimentos imobiliários. É nesta empresa que invisto minhas cartas de consórcio quando as contemplo, obtendo o maior lucro e a maior segurança possíveis.

Organizamos a empresa para aceitar investimento de outras pessoas. Fazendo isso, capitalizamos nosso conhecimento do mercado e do negócio, ajudamos novos investidores a diminuir seus riscos ao contar com nosso know-how e conseguimos investir em empreendimentos maiores.

A pergunta mais freqüente que costumava receber era a pergunta do título deste post. Espero que com o texto que acabo de publicar no site em que divulgo o investimento em imóveis, diminua a freqüência com que receba este tipo de questionamento. Conheça alguns dos empreendimentos onde estamos investindo.

Que tal a casinha acima em sua carteira de investimentos? Ela faz parte da minha. Invista conosco!

Atitude, o mundo é de quem faz!

Um lindo sábado de sol. Excelente dia para pensar em negócios!

Empreendedores em ação

Algum tempo atrás, lembro de cansar de tanto ouvir resmungos e reclamações de amigos que constantemente falavam de problemas horríveis que não conseguiam resolver. Na maioria das vezes eu parava, escutava e pensava em soluções possíveis que pudessem ajudar ou até resolver totalmente a questão. Normalmente a solução envolvia trabalho, afinal nada acontece se ficarmos parados no mesmo lugar. Neste momento, em vez de partir para a implementação, vinham desculpas: é difícil, é caro, dá trabalho, não sei fazer, me ajuda, faz para mim…

Atualmente não tenho passado mais por estas situações. Estou tão envolvido com uma série de projetos e empreendimentos que simplesmente não sobra tempo para ficar escutando os chorões. O mais interessante é que não iniciei um processo de afastamento do chororô, isso aconteceu de forma natural à medida em que me tornava menos complacente e mais enfático: “a solução está aí, a parte que estava trancada, pensar em como resolver o problema, já fiz. Agora tira essa bunda da cadeira e vai trabalhar, vai fazer a tua parte”. As pessoas que antes esperavam que eu fizesse tudo para elas foram aos poucos se afastando e com isso foi sobrando não apenas tempo, mas também espaço para a aproximação de novas pessoas, nem melhores nem piores, afinal, estamos falando de gente, de amigos, mas pessoas mais sintonizadas com minha frequência atual, pessoas de menos drama e mais atitude, pessoas que não ficam sentadas esperando o mundo girar, pessoas que levantam a bunda da cadeira e giram as manivelas.

A vida é dura para quem é mole.

Desculpe a franqueza, mas é verdade, a vida é dura para quem é mole. Quem espera que as coisas caiam do céu em seus colos acaba vivendo uma vida vazia e sem sentido ao ver o tempo passar, ver algumas pessoas progredindo e não entender porque para elas não acontece o mesmo, porque suas vidas continuam estagnadas. Vendo de fora, imaginam que tudo de bom acontece para os outros, nada para eles. Passam o domingo na frente da TV reclamando que a programação é uma porcaria e não lembram que poderiam estar lendo um livro.

A rotina de acordar, trabalhar, voltar para casa, ver TV e dormir se torna um ritual, um hábito que parece ser o natural, o que todo mundo faz. Não se dão conta de que enquanto estiverem fazendo o mesmo todos os dias continuarão tendo os mesmos resultados atuais. Iluminamos uma sala ao acender a luz, não adianta ficar no escuro gritando e agitando os braços. Se você está lendo este parágrafo e se identifica com esta situação, pare agora mesmo e se pergunte: o que estou fazendo para mudar minha situação?

Tudo é fácil. E fica mais fácil a cada dia.

Estou vivendo uma fase interessante. Sempre acreditei na minha capacidade, mas confesso que algumas vezes batia um desânimo. Em alguns momentos as coisas pareciam andar muito devagar, quase paradas. Nestes instantes fazia uma pausa, pegava algum livro e lia a história de algum grande empreendedor. O Barão de Mauá, Paul Getty, Samuel Klein, Donald Trump, e muitos outros. Possuiam uma característica em comum, narravam seus sucessos mas também seus fracassos. Colocando suas vidas em uma linha do tempo e comparando com a minha, via que o tamanho delas era bastante diferente, a deles longa, a minha curta. Ainda não estava preparado o suficiente, precisava estudar mais, aprender mais, fazer mais, no dia a dia, na prática. A teoria ajudava a não cometer tantos erros, mas os erros cometidos ensinavam com muito mais força e permanência. E então, com a força de dezenas de empreendedores que venceram antes de mim, sacudia a poeira e seguia em frente, no ritmo que era possível no momento.

Hoje, continuo tendo milhares de idéias a todo instante. Estou um pouco mais focado e assim dispenso a grande maioria dessas idéias. Algumas, ainda ofereço para alguns amigos, mas a maioria deles está satisfeita com suas vidinhas de reclamação diária e não querem sair de suas zonas de conforto, então essas idéias acabam morrendo na praia, ou no caso, em algum dos meus cadernos de rascunho. Um grande amigo, Harry Fockink, me disse uma vez: empreender é saber gerenciar as distrações. Esta frase me ajudou muito a estabelecer um rumo, içar as velas e ir ajustando o leme à medida em que vão mudando as condições do vento.

A questão é que as coisas estão cada vez mais fáceis e automáticas. Não escrevo isso para me gabar, mas para tentar mostrar que a prática leva à perfeição. Escrevo para tentar entender eu mesmo, para me lembrar de que se algo está difícil é porque ainda não sei o suficiente e preciso buscar conhecimento e ajuda. Escrevo para me lembrar que se algo está fácil demais é porque estou entrando em uma zona perigosa de conforto e estagnação. O mundo tem muito a oferecer, mas só para quem fizer o esforço de buscar.

Empreendedores em ação

Somos a média das pessoas com quem andamos.

Olhe para os lados. Com quem você passa a maior parte do seu tempo? Está com pessoas que pensam positivamente ou com os pessimistas de plantão? Seus amigos aproveitam o máximo que a vida oferece ou estão sempre reclamando que não possuem dinheiro? Não ter dinheiro, principalmente no início da vida não é um problema que impeça o crescimento. Ficar constantemente reclamando disso, em vez de pensar em formas de mudar a situação, é. Se você só possui amigos de espírito pobre, está na hora de procurar pessoas que pensam em crescer na vida. Melhore a média de pensamento dos seus amigos e você automaticamente melhorará seus próprios pensamentos.

Nada contra quem goste de futebol, só vou usar esta questão para um exemplo prático. Algumas semanas atrás marquei uma reunião com outros dois amigos. Marcamos em uma cafeteria, as 17h de um domingo. Nenhum de nós se deu conta de um pequeno detalhe, teria Grêmio X Inter as 16h. Certamente não encontraríamos lugar em cafeteria alguma, quanto mais conseguir fazer uma reunião no meio de uma multidão torcendo e gritando. Só nos demos conta disto quando minha esposa, um dia antes, comentou que seria complicado ir para uma cafeteria justo no horário do jogo. Remarcamos a reunião na minha casa e evitamos o problema da aglomeração. Nenhum de nós havia se dado conta disto antes pois simplesmente não gostamos de futebol, logo não há espaço na mente para ficar guardando datas que não nos afetam a existência. Mesmo que no caso, de uma forma paralela, nos afetasse. Dizem que Einstein, quando encontrava com alguém na rua e parava para conversar tinha que perguntar de que direção vinha quando se encontraram, para saber se estava indo ou voltando do restaurante, pois ficava tão absorto em seus pensamentos que não lembrava nem se já tinha almoçado ou não. Isto acontece comigo de vez em quando, de forma mais leve, claro.

Agir, trocar informações, formar parcerias.

Na foto de abertura deste texto e também na foto logo acima, estou com vários amigos, num lindo sábado de sol, aproveitando o dia e fazendo negócios. Passeávamos em um loteamento, estudando as construções existentes, pesquisando profissionais para contratar, formando parcerias com o objetivo de economizar custos em comum. Estávamos trocando figurinhas de uma maneira que algumas pessoas não entendem.

Deixa eu aproveitar e dar os créditos, as fotos acima foram batidas pela minha esposa, documentando o início de mais um empreendimento nosso. Pode ser útil quando decidir escrever minha autobiografia 🙂

Já me criticaram dizendo que eu sou muito aberto com relação aos meus planos, que eu entrego o jogo e ensino os inimigos. É bom que digam isso, pois assim reconheço logo as pessoas que pensam desta maneira, pessoas que querem tudo para elas. E naturalmente, me afasto dessas pessoas. Me aproximo de quem pensa como eu, de quem sabe que idéias sem ação não valem nada.

evolucao_casa

Conversávamos sobre a casa que eles estavam construindo, sobre os desafios, as pessoas que contrataram, sobre o projeto, sobre os valores investidos, sobre a forma de parceria. Recebíamos informações e fornecíamos informações. Fica mais fácil fazer nossos cálculos quando temos um histórico para estudar no mesmo local em que investiremos. Ao mesmo tempo, formamos parcerias. Nossa construção neste local iniciará junto com a próxima construção deles. Podemos economizar na compra de material e também na contratação conjunta da equipe de construção. Ganhamos juntos, não competindo.

Lagos de Ipanema - folder

Esta é a casa que estes amigos estão construindo. Falta apenas o acabamento, pronto em um ou dois meses. As datas de cada foto, para dar idéia de como anda uma obra destas, quando executada por quem sabe o que está fazendo, são as seguintes: foto 1: 05 de maio, foto 2: 05 de junho, foto 3: 21 de junho, foto 4: 02 de julho, fotos 5 e 6: 15 de agosto. Três meses e 10 dias. Somando os dias iniciais para a compra do terreno, para a contratação dos construtores e para a papelada da obra, foram apenas quatro meses. Junta com os dois meses que ainda faltam e temos um empreendimento de apenas seis meses, do início ao fim.

Sou um cara aberto em relação a meus investimentos, mas a casa da foto acima não é minha, é de três amigos, então não vou abrir os números deles. O único número que mostrarei é o valor de venda da casa pronta, R$ 198.000. Se você tiver interesse entre em contato comigo que repasso o telefone dos vendedores.

Gostou?

O mundo é de quem tem atitude, o mundo é de quem faz. Se gostou e quer participar, há alternativas para todos os portes de investidor. Veja em qual situação você se encaixa e venha lucrar conosco.

SUA nova empresa de investimento imobiliário

Novo site no ar, sobre minha (nossa, minha e sua) empresa de investimento em imóveis.

Acabo de concluir e colocar no ar o novo site em que apresento o investimento que faz o fechamento de um ciclo. A partir de agora meus consórcios contemplados não serão mais vendidos com lucro como fazia anteriormente. Serão investidos na construção de imóveis para alugar e/ou vender financiado. Em resumo, maiores lucros!

Claro que não iria publicar esta novidade aqui se ela beneficiasse somente a mim. Ela também beneficia todos os meus clientes que investem em consórcios, além dos amigos que gostariam de investir na construção de imóveis sem precisar se envolver na operação diária de um negócio deste tipo.

Conheça agora o site http://www.investimentoemimovel.com.br e prepare-se para conhecer o investimento em imóveis com detalhes que você não imaginaria serem possíveis.

Abraço, sucesso e muitos lucros para todos nós!

Como ganhar mais dinheiro do que você imagina ser possível

Escrevo muito do que penso e as vezes tenho dificuldade em explicar para os outros. Falo ainda de um novo empreendimento que estou criando que poderá lhe interessar.

Este artigo nasceu quando respondia algumas questões sobre o investimento em consórcios em um fórum. No final, acabei escrevendo mais sobre atitudes de vida, sobre como acredito que o mundo deva funcionar e de que forma podemos crescer ajudando uns aos outros. Representa muito do que sou e do que as vezes tenho dificuldade em explicar para os outros. Fala ainda de um novo empreendimento que estou criando que poderá lhe interessar.

Alguém anônimo escreveu:

PS: Eu não acho que consórcios são um péssimo negócio para todos. Acho que é um péssimo INVESTIMENTO (ou seja, se você tem o dinheiro total do consórcio, você dificilmente vai conseguir uma rentabilidade melhor aplicando esse dinheiro em consórcio do que em outras aplicações (especialmente na bolsa, em seu maior período de alta).

Então segui com minha resposta:

Sobre o parágrafo acima, especificamente, concordo com teu direito de achar que seja péssimo investimento. Bom investimento é o que fez um amigo meu, que comprou ações em setembro de 2008. Brincadeiras a parte, tudo que fazemos com nosso dinheiro é investimento. Se temos resultado positivo, é bom investimento. Se temos resultado negativo, é um investimento ruim. Concordando com teu direito de achar isso, peço apenas que concordes com o meu direito de achar o contrário. Com a sutil diferença que o teu achar é baseado nos cálculos que fizeste, com informações parciais e genéricas do funcionamento dos grupos de consórcio e o meu achar é na verdade o resultado efetivo de um investimento pessoal que venho fazendo há mais de sete anos. Não apenas meu resultado, mas o resultado de muitos amigos desde 2003 e de muitos clientes desde 2005, quando passei a vender consórcios em consequencia direta dos meus resultados pessoais.

Em outro post aqui no fórum, o Roma9 (outro participante anônimo) comentou que se isso fosse bom, os vendedores de consórcio estariam investindo nisso e ficando milionários, em vez de ficar vendendo os mesmos. Concordo parcialmente com isso. Não investiria em algo que o próprio vendedor não investe. Não concordo apenas com a segunda parte da frase, pois ela implica em que o investimento é limitado, que possui um teto. Não concordo com isso porque, se fosse verdade, seria um investimento que limitaria o meu crescimento. E se não é verdade, ou seja, se não há um teto, não há porque não ajudar outros a ganhar junto.

O que quero dizer é que minha atitude pessoal é uma só em todas as ocasiões. Eu invisto em algo, testo com meu próprio tempo e meu próprio dinheiro. Ao ver que funciona e entender profundamente os mecanismos desse investimento, troco idéias com um grupo fechado de amigos que respeito profundamente. Com a experiência deles corroborando a minha experiência pessoal, parto para a divulgação da idéia para o público em geral.

Ao mesmo tempo que explico o que faço de forma a qualquer um poder fazer o mesmo por conta própria, sem que eu ganhe nada com isso, procuro formas de facilitar a vida dos que não querem se envolver em todos os detalhes e que preferem agir em grupo. Apenas isso. No caso dos consórcios o ganho é mútuo, porque fazer um consórcio comigo ou adquirir com qualquer outro vendedor custa exatamente o mesmo, já que a comissão de venda é paga pela administradora de consórcios. Não há como comprar diretamente com desconto, logo, melhor comprar de quem faz mais, de quem ajuda mais, de quem presta o serviço mais completo, de quem investe pessoalmente nisso e está sempre atento a qualquer novo detalhe que possa aumentar os lucros de todos.

Há ainda um benefício extra, que é fazer parte de um grupo que busca o mesmo tipo de resultado. Mas mais que isso, há o benefício de fazer parte de um grupo que busca outras maneiras de lucrar ao longo do tempo. Então ver o consórcio como um investimento fechado em sí é simplesmente falta da visão mais abrangente. O investimento em consórcios é apenas a porta de entrada para outros investimentos onde as cartas contempladas podem ser utilizadas para gerar ainda mais lucros. Explico isso a seguir…

Crescer sempre. Juntos somos mais fortes.

Uma das grandes vantagens de investir comigo é que minha mente está sempre pensando em investimentos novos. Sempre, de forma ininterrupta, o tempo todo. Quem está por perto tem maiores chances de aproveitar isso. E estar por perto não é uma limitação física, é apenas estar envolvido pessoalmente comigo. Tenho amigos e clientes que investem em consórcios morando nos Estados Unidos, no Japão e na Espanha. Estão longe e ao mesmo tempo estão perto, pois cada nova forma de lucrar que descubro, todos amigos e clientes são os primeiros a conhecer. Há coisas que simplesmente não poderia fazer sozinho, que são muito mais lucrativas para todos quando agimos em conjunto.

Meu mais novo empreendimento

Neste exato momento estou montando uma empresa, uma S/A que irá investir na construção, aluguel e venda de imóveis. Dentro de alguns dias colocarei no ar um site explicando todo o conceito e as idéias que norteiam este tipo de investimento. Para não deixar a curiosidade correr solta, descreverei brevemente a idéia.

Imagine que você gostaria de investir em imóveis para alugar, mas não quer se envolver com a procura pelos mesmos, quer apenas um imóvel que renda x% ao mês sobre seu capital investido. Ou ainda que você gostaria de lucrar com a construção e venda de um imóvel, mas não conhece nada sobre este assunto.

A empresa que estou montando irá receber aportes, em dinheiro ou em cartas de crédito contempladas e com este capital irá cuidar de toda a burocracia necessária para a construção, aluguel e venda das unidades construídas. Se você pensava que comprar uma sala comercial para alugar era um bom investimento, o que achará de ser proprietário de um prédio? Com a vantagem de que ao construir nosso próprio prédio comercial o custo dele será bem menor do que se comprassemos pronto, ou seja, nossa lucratividade ao alugar as salas será muito maior do que a de uma sala comum.

Imagine construir uma casa para vender em seis meses com lucro entre 60% a 100%. Agora se imagine sendo um dos sócios da empresa que construirá 30 dessas casas nos próximos anos.

Por hoje foi só esse gostinho. Assim que tiver desenvolvido o novo site explicativo deste novo empreendimento publicarei aqui o endereço do mesmo. Visite hoje mesmo: http://www.investimentoemimovel.com.br

Tendo interesse em participar, uma das formas mais simples é conhecer o investimento em consórcios. Fique a vontade para entrar em contato.