A Estória do Lápis

O menino olhava a avó escrevendo uma carta.

A certa altura, perguntou:

– Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

– Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

– Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

-Tudo depende do modo como você olha as coisas.

– Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

“Primeira qualidade”:

Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta Mão apesar de ter nomes variados é a que nos dá uma direção em nossas vidas.

“Segunda qualidade”:

De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.

“Terceira qualidade”:

O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.

“Quarta qualidade”:

O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.

Finalmente, a “quinta qualidade” do lápis:

Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.

A.D.

“Na vida temos o habito de buscar soluções que muitas vezes esta na simplicidade de um Lápis”

Frases do Comandante Rolim

A TAM, empresa de transporte aéreo brasileira que começou pequena e se tornou uma grande potência, deve muito ao seu principal líder, o Comandante Rolim. Abaixo, algumas das frases que ele costumava dizer. Revelam um pouco do carisma e liderança deste excepcional empreendedor brasileiro.

  • A grande invenção polivalente de Deus foi o pato. Ele anda, nada e voa. E faz tudo isso mal.
  • O lucro é consequência do serviço prestado, não do negócio realizado.
  • A melhor maneira de ganhar dinheiro é deixar de perdê-lo.
  • Rico não é quem tem mais, é quem menos precisa.
  • O sucesso só se mantêm quando vem aos poucos.
  • Peque por ação, não por omissão.
  • Quem não tem inteligência para criar tem que ter coragem para copiar.
  • O caminho para o sucesso não é fazer uma coisa 100% melhor, mas fazer 100 coisas 1% melhores.
  • Quando o patrão senta o empregado deita.

Gazela ou Leão

Na África, todas manhãs, uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva. Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.

Moral da História: Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.

Pedras no caminho.

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

–Fernando Pessoa.

Filosofia de vida

Em uma das listas de discussão que frequento, um dos participantes escreveu pedindo onde podia encontrar uma cópia do Money, da Microsoft. Fez questão de ressaltar: uma cópia “free”, ou seja, pirata. Em outra lista, escreveram pedindo um livro. Não onde comprar o livro e sim se alguém teria um PDF para lhe enviar. Mais uma vez pirataria. Não seria mais direto dizer simplesmente ROUBO?

Achei que isso poderia servir de gancho para algumas reflexões…

Eu só trabalho com Linux na minha empresa de internet então não passo por esses dilemas morais. Uso Windows em casa e no trabalho, mas como os dois vieram licenciados com as máquinas, um notebook e um Dell, não tenho problemas com isso. O Office, uso a versão 2000 e antes usava a 97. Ia continuar usando o 97 que me atendia perfeitamente mas como ganhei a 2000 licenciada no notebook, mudei para o novo. No Dell continua a versão 97. Uso muito pouco, quase tudo que escrevo é em texto puro ou diretamente em sites na Internet, então se não tivesse ganho eles já na compra dos micros, não teria nem porque comprar, nem porque piratear. O único uso maior que tenho do Office é o Excel (esse sim, fabuloso). Mas mesmo esse tem dezenas de alternativas gratuitas disponíveis a um download de distância. Meu uso não é tão especializado a ponto de precisar ter sempre a última versão de cada programa.

Esse sempre é um tema polêmico. Não é um Money antigo que vai tirar dinheiro da Microsoft, muito pelo contrário, pode ser o que faça a pessoa comprar uma versão mais atualizada e com suporte caso descubra que esse investimento vai lhe fazer economizar mais dinheiro do que o custo do programa.

Uma questão relacionada a isso é que já foi comprovado que os grandes delitos começam como pequenos delitos. O traficante (óbvio que não estou comparando ninguém a um traficante) um dia foi um guri que levou um bagulho para um cliente, depois bateu num cara que o grupo não gostava, depois passou a assaltar na rua, depois matou alguém. As coisas evoluem, mesmo as ruins. O assaltante de bancos de hoje pode ter sido o guri que não foi punido adequadamente quando pego roubando material escolar do coleguinha.

Hoje os programas custam tão caro, em parte, porque muitos simplesmente ROUBAM os programadores. Isso não se refere diretamente a uma cópia do Money. Mas se refere ao cara que tem uma empresa de produção gráfica e ROUBA a Adobe usando um Photoshop pirata. Diferente do pirata que vende programas, que é simplesmente um ladrão maior. Ambos são roubo, mas enquanto o profissional rouba apenas o que é necessário para exercer sua profissão, o pirata rouba tudo e todos.

Tem gente que simplesmente tem mania de colecionar. Juntam tudo que é programa mas não usam nenhum deles (nem se beneficiam vendendo a terceiros). Não chamo isso de pirataria. Se não fizessem isso como coleção, não teriam o porque de comprar os programas. Não usam os programas em benefício próprio. Tecnicamente é pirataria. Mas é uma pirataria que não fede nem cheira. O maior prejudicado é o “colecionador”. Já fui um. Não especificamente de programas mas de muitas outras coisas. O problema é que isso toma muito tempo e dedicação. Tempo e dedicação que poderiam estar sendo usados para trabalhar e ganhar dinheiro. Tempo e dedicação que poderiam ser usados para estar com a familia. Os próprios “colecionadores” são os que perdem com isso. Não estou dizendo que colecionar algo que gostemos seja uma coisa ruim. Eu coleciono moedas, por exemplo. O que é ruim é a mania de colecionar. Tenho amigos que colecionam selos, moedas, latinhas de refrigerante, botões de camisa e muitas outras coisas. Nada disso é uma coisa ruim. Ruim, é colecionar várias dessas coisas simultaneamente. Eu colecionava revistas, por exemplo. Não uma revista em específico. Várias!!! Então tinha que acompanhar uma dúzia de revistas diferentes, com periodicidades diferentes. E ainda achar espaço para guardar tudo adequadamente. Consegui resolver quando doei quase todas revistas que tinha em casa.

Se todos fizessem a coisa certa, o mundo se tornaria um lugar melhor para se viver. Se não jogassem papel na rua, essas seriam sempre limpas. Pode ser um sonho impossível, mas realmente acredito que se cada um fizesse a sua parte as coisas aos poucos melhorariam. Então de minha parte, faço isso. Cuido para agir certo sempre. Mas não sou perfeito. Erro, e muito. Mas quando noto isso (ou quando sou pego no erro), me desculpo e tento corrigir. E quando vejo a coisa errada sendo feita, faço questão de apontar. Não por ser perfeito mas sim para que apontem quando eu também errar. A omissão é tão prejudicial quanto o agir errado.

Sempre temos uma escolha a fazer. Agir certo ou agir errado? Falar ou deixar passar? Mostrar ou omitir o erro? Ajudar a crescer ou a cair?

Podemos escolher entre o certo e o errado. E não fazer essa escolha, já é uma escolha.

Qual é a sua?

Dinheiro e felicidade: será que existe relação?

Por Fernanda de Lima, publicado originalmente no site InfoMoney.

A maioria dos psicólogos e sociólogos concorda que não existe uma relação exata entre dinheiro e felicidade, pelo menos não entre as pessoas que não vivem em situação de pobreza. Entre os pobres, contudo, como o dinheiro tem um impacto significativo na qualidade de vida da pessoa, ele pode influenciar o grau de felicidade.

Se o tema vem sendo alvo de discussão entre filósofos e psicólogos há muito tempo, mais recentemente ele também tem atraído a atenção dos economistas. Dentre as descobertas feitas está a de que as pessoas que vivem em países ricos não são mais felizes do que aquelas que vivem em países pobres.

Felicidade de curto prazo

Para tanto, o sociólogo David Myers lembra que, apesar de estarem duas vezes mais ricos do que eram em 1957, o grau de felicidade dos norte-americanos caiu pela metade. Também é dele a constatação de que, na década de 80, apesar de terem o dobro da renda dos irlandeses, os alemães ocidentais não eram mais felizes.

Já o professor de psicologia da Universidade de Illinois, Ed Diener, constatou que não existe uma diferença significativa entre o grau de felicidade dos milionários norte-americanos, que fazem parte da lista dos 400 mais ricos do mundo da revista Forbes, e os pastores do Leste da África.

Diener também verificou que os 100 americanos mais ricos são apenas ligeiramente mais felizes do que o americano médio. Na prática, o que essas constatações sugerem é que, uma vez atendidas as necessidades básicas da vida, não existe uma relação direta entre dinheiro e felicidade.

Os estudos também afirmam que o recebimento inesperado de uma quantia de dinheiro como ganho na loteria, recebimento de herança, pode trazer uma felicidade apenas temporária. Aliás, no que refere a loteria, o que se constata é o inverso: boa parte das pessoas que vencem esse tipo de prêmio acaba perdendo o controle financeiro de suas vidas, e no longo prazo se sentem mais infelizes.

Por que buscamos a fortuna?

Mas, então como explicar então essa busca incessante que todos nós temos pelo dinheiro? Para o economista Richard Easterlin, essa busca se justifica pelo prazer – ainda que momentâneo -, que as pessoas têm em acumular dinheiro.

Porém, trata-se de uma sensação de curto prazo, uma vez que o homem moderno vive em constante comparação com os outros. Assim, na prática, basta que uma pessoa obtenha um aumento de salário, que ela rapidamente encontra uma utilização para esse dinheiro extra e já começa a almejar outro aumento.

Para o economista David Blachflower, o fator idade também influencia. Em sua opinião, o gráfico da felicidade por idade do ser humano tem formato de “U”, já que as pessoas tendem a ser mais felizes quando jovens e na terceira idade. Por sua vez, a felicidade é menor na meia idade, quando nos aproximamos dos 40 anos.

Dinheiro como meio, e não fim

Porém, se o dinheiro não é sinônimo de felicidade, então o que faz as pessoas felizes? Segundo estudo elaborado pelo Centro Nacional de Pesquisa da Universidade de Chicago, boas relações sociais, com amigos, familiares e, no caso dos casados, com o cônjuge, boa saúde, e algum tipo de participação comunitária são fatores que contribuem para a felicidade das pessoas.

Os estudos também evidenciam que as pessoas que se concentram no próprio sucesso e não vivem constantemente se comparando com os outros, em termos de renda, tempo com a família, etc., tendem a ser mais felizes.

Em outras palavras, saber o que quer parece ser o primeiro passo para a felicidade. Caso contrário, corre-se o risco de se buscar constantemente a felicidade dos outros. Ao definir o que lhe faria feliz (ex. compra de uma casa, educação dos filhos, etc.), você transforma o dinheiro que pretende acumular, em ferramenta para o alcance da sua felicidade, e não em fim. Com uma idéia clara do que pretende alcançar, basta um pouco de esforço e planejamento que, eventualmente, você alcança a felicidade que procura.

Como nasce um paradigma

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas.

Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.

Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo aquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui…”

“É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO”.
–Albert Einstein

25 Toques de Roberto Shinyashiki

Por Roberto Shinyashiki.

1. Seja ético.

A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.

2. Estude sempre e muito.

A glória pertence àquele que tem um trabalho especial para oferecer.

3. Acredite sempre no amor.

Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.

4. Seja grato a quem participa das suas conquistas.

O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar todos motivados.

5. Eleve suas expectativas.

Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer. Os perdedores dizem: “Isso não é para nós”. Os vencedores pensam e m como realizar seu objetivo.

6. Curta muito a sua companhia.

Casamento dá certo para quem não é dependente. Aprenda a viver feliz mesmo sem uma pessoa ao lado. Se não tiver com quem ir ao cinema, vá com a pessoa mais fascinante: você!

7. Tenhas metas claras.

A história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas. Amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam a carreiras de sucesso. Ter objetivos evita o desperdício de tempo, energia e dinheiro.

8. Cuide bem do seu corpo.

Alimentação, sono e exercícios são fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é seu templo. Gostar da gente deixa as portas abertas para que os outros gostem também.

9. Declare o seu amor.

Cada vez mais as pessoas devem exercer seu direito de buscar o que querem (sobretudo no amor), mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.

10. Amplie os relacionamentos profissionais.

Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.

11. Seja simples.

Retire de sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação desnecessários. Crie espaço para desfrutar mais a viagem da vida.

12. Não imite o modelo masculino.

Os homens fizeram sucesso à custa da solidão e da restrição aos sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicídios. Sem dúvidas, temos mais a aprender com as mulheres do que vocês conosco.
Preserve a sensibilidade feminina – é mais natural e lucrativa.

13. Tenha um orientador.

Viver é decidir na neblina sabendo que o resultado só será conhecido quando pouco restar a fazer. Procure alguém de confiança, de preferência ao mais experiente e bem sucedido, para lhe orientar nas indecisões.

14. Jogue fora o vício da preocupação.

Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem! Defina suas metas, conquiste-as e deixe a neura para quem gosta dela!

15. O amor é um jogo cooperativo.

Se vocês estão juntos, é para jogar no mesmo time. Ficar mostrando dificuldades do outro ou lembrando suas fraquezas para os amigos não tem graça.

16. Tenha amigos vencedores.

Campeões falam de e com campeões. Perdedores só tocam na tecla perdedores. Aproxime-se de pessoas com alegria de viver e afaste-se de gente baixo-astral, que seca até espada-de-são-jorge.

17. Diga adeus a quem não merece.

Alimentar relacionamentos que só trazem sofrimento é masoquismo e atrapalha sua vida. Não gaste vela com mau defunto. Se você tiver um marido que não esteja usando, empreste, venda, alugue, doe e deixe espaço livre para um novo amor.

18. Resolva.

A pessoa do próximo milênio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários. Saiba tomar decisões, mesmo as antipáticas. Você otimizará seu tempo e seu trabalho. A Vida fluirá muito melhor.

19. Aceite o ritmo do amor.

Assim como ning uém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é começo de muita frustração.

20. Celebre as vitórias.

Compartilhe o sucesso, mesmo pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore encha-se de energia para os desafios seguintes.

21. Perdoe.

Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.

22. Tenha ídolos.

Uma pessoa que você admira é uma fonte de inspiração. Ajuda a tomar decisões e a evitar desvios de rota.

23. Arrisque!

O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho só terá de decidir que pizza pedir. E o único risco que corre será o de engordar.

24. Tenha uma vida espiritual.

Conversar com Deus é o máxim o, especialmente para agradecer. Ore antes de dormir, faz bem ao sono e à alma. Oração e meditação são forças de inspiração.

25. Planeje bem uma mudança.

Os arquitetos gostam de conhecer bem as pessoas e discutir o projeto antes de começar a obra. Fazer tudo de sopetão o leva a desgastes desnecessários. A melhor ação é a análise do novo projeto de vida.

O vaso com rachaduras

Conta a lenda indiana que um homem transportava água todos os dias para a sua aldeia usando dois grandes vasos, que prendia nas extremidades de um pedaço de madeira e colocava atravessado nas costas.

Um dos vasos era mais velho que o outro e tinha pequenas rachaduras. Cada vez que o homem percorria o caminho até sua casa, metade da água se perdia.

Durante dois anos, o homem fez o mesmo percurso. O vaso mais jovem estava sempre muito orgulhoso de seu desemprenho e tinha certeza de que estava à altura da missão para o qual havia sido criado, enquanto que o outro vaso morria de vergonha por cumprir apenas a metade de sua tarefa, mesmo sabendo que aquelas rachaduras eram fruto de muito tempo de trabalho.

Estava tão envergonhado que um dia, enquanto o homem se preparava para pegar água no poço, decidiu conversar com ele:

– Quero pedir desculpas, já que devido ao meu tempo de uso, você só consegue entregar metade da minha carga e saciar a metade da sede que o espera em sua casa.

O homem sorriu e lhe disse:

– Quando voltarmos, por favor, olhe cuidadosamente o caminho.

Assim foi feito. E o vaso notou que, do seu lado, cresciam muitas flores e plantas.

– Vê como a natureza é mais bela do seu lado? _comentou o homem.

– Sempre soube que você tinha rachaduras e resolvi aproveitar-me desse fato. Semeei hortaliças, flores e legumes, e você as tem regado sempre.

Já recolhi muitas rosas para decorar minha casa, alimentei meus filhos com alface, couve e cebolas. Se você não fosse como é, como poderia ter feito isso?

“Todos nós, em algum momento, envelhecemos e passamos a ter outras qualidades. É sempre possível aproveitar cada uma dessas novas qualidades para obter um bom resultado.”

O que Thomas Edison achava da genialidade

“Gênio é uma pessoa talentosa que faz a lição de casa.”

A frase acima é de Thomas Alva Edison. O texto, abaixo, de Aldo Novak
Para republicar este texto, leia explicação ao final.

Todos nós temos limitações, mas temos também um potencial quase inacreditável.

Você nasceu com um cérebro meio vazio, do tamanho de um tomate pequeno, mas esse mesmo cérebro já estava totalmente preparado para absorver mais conhecimento do que o cérebro de qualquer criatura, das outras espécies, que vivem no planeta.

Gorilas, leões, leopardos, flamingos, águias, abelhas, assim como todos os outros seres vivos, das diferentes espécies da Terra, têm capacidades físicas que, cada um a seu modo, superam em muito a sua. Alguns são mais fortes, outros mais rápidos. Alguns voam, outros respiram debaixo d`água, e há aqueles que têm vidas muito mais longas que eu ou você jamais teremos.

Mas nenhum animal conhecido supera aquele cérebro do tamanho de um tomate, que nasceu com você, e que hoje é do tamanho de um mamão papaia. Impressionante, quando você pensa nisso, não é?

Você já era um gênio quando deu o primeiro berro, ou quando teve que ter as fraldas trocadas. Se somarmos todos os animais, mamíferos, aves, peixes e insetos que povoam a Terra, veremos que há muitos bilhões de criaturas. Nenhuma delas nasceu tão brilhante quanto você.

Mas, ainda que isso seja verdade (e o é), você raramente se compara com uma rã, ou com um coelho, quando tem que se avaliar. O normal é você, ou eu, nos compararmos aos outros seres humanos (em parte, uma perda de tempo). Por isso, tendemos a esquecer que somos (pelo menos nesse momento) o ápice do desenvolvimento biológico na Terra.

Se todos nós somos gênios, quando comparados com o resto das espécies, qual a diferença que pode nos tornar gênios dentro da nossa própria espécie? O que tornaria você “um gênio”?

Uma só característica: r-e-s-u-l-t-a-d-o-s.

Einstein não é considerado um gênio por causa de suas fórmulas matemáticas, mas pelos resultados que conseguiu com elas; Da Vinci, Edison, Ghandi ou qualquer das outras pessoas consideradas geniais, sempre conseguiram resultados espetaculares, antes de serem aclamados como gênios; esses resultados, nem sempre são positivos, mas sempre são resultados claramente observáveis.

Agora vem a parte boa: você não tem que ter um QI estratosférico para fazer algo genial. Edison, que queimou milhares de lâmpadas, antes que a primeira funcionasse, acreditava que o verdadeiro gênio aparecia quando uma pessoa lutasse até conseguir os resultados que queria. Ele disse: “Gênio é uma pessoa talentosa que faz a lição de casa.”

O que Edison queria dizer é que “talento” não é a chave do sucesso, mas sim a ação, foco, treinamento, dedicação, paixão e comprometimento com o fazer. E, claro, com o trabalho silencioso de se preparar para os desafios. Isso é a lição de casa.

Sonhadores não são gênios — e costumam ser esquecidos muito rapidamente. Os gênios são aqueles que, depois de sonhar, conseguem sair da cadeira e fazer as coisas acontecerem. São os fazedores que se tornam os gênios do mundo. Os realizadores. Os construtores. Os que “colocam a mão na massa”.

Você nasceu pronto para que o treinamento de vida prepare suas habilidades e para que você atinja seu máximo potencial. Por isso, ao contrário das crenças ultrapassadas e equivocadas, você não nasceu para ser médico, ator, escritor, vendedor ou trapezista de circo.

Você pode ser tudo isso, ou nada disso. Porque você já nasceu pronto, ou pronta, para ser qualquer dessas coisas, desde que tenha foco, treinamento, dedicação, paixão e comprometimento com o fazer, a ação.

Lembre-se de Edison: gênio é uma pessoa talentosa que faz a lição de casa.

Agora responda: você tem uma coisa muito importante para fazer nos próximos dias, não tem? E você já fez a sua “lição de casa”?


Aldo Novak, autor do texto, é coach & conferencista.
Diretor da Academia Novak do Brasil (http://www.academianovak.com.br)


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