Crise e imaginação

Um cachorrinho, perdido na selva, vê um tigre correndo em sua direção.

Pensa rápido, vê uns ossos no chão e se põe a mordê-los. Então, quando o tigre está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:

– Ah, que delícia este tigre que acabo de comer!

O tigre pára bruscamente e sai apavorado correndo do cachorrinho, e no caminho vai pensando:

“Que cachorro bravo! Por pouco não come a mim também!”

Um macaco, que havia visto a cena, sai correndo atrás do tigre e conta como ele havia sido enganado.

O tigre, furioso, diz:

– Cachorro maldito! Vai me pagar!

O cachorrinho vê que o tigre vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas.

“Ah, macaco traidor! O que faço agora?”, pensou o cachorrinho.

Em vez de sair correndo, ele ficou de costas, como se não estivesse vendo nada. Quando o tigre está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:

– Macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu o mandei me trazer um outro tigre e ele ainda não voltou!

“Em momentos de crise só a imaginação é mais importante que o conhecimento.”
–Albert Einstein

A parábola da caixinha

Um granjeiro pediu certa vez a um sábio que o ajudasse a melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento.

O sábio escreveu algo em um pedaço de papel, o qual foi colocado numa caixa.

Ao entregá-la ao granjeiro, disse:

– Leva esta caixa por todos os lados de sua granja, três vezes ao dia, durante um ano.

Assim fez o granjeiro.

Pela manhã, ao ir ao campo, levando a caixa consigo, encontrou um empregado dormindo, quando este deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção.

Ao meio-dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos ainda sem sua alimentação.

E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os alimentos.

A partir daí, todos os dias, ao percorrer sua granja de um lado para outro com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas.

Ao final do ano voltou a encontrar o sábio e lhe disse:

– Deixe esta caixa comigo por mais um ano. Minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto.

O sábio riu e, abrindo a caixa, disse:

– Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida.

No papel havia escrito a seguinte frase:

“Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las de perto constantemente”.

A vida é especial

Conclua um projeto que estava pendente há tempos.

Surpreenda alguém dando um pouco mais do que era esperado.

Aproveite o tempo para aprender algo novo.

Ofereça sua companhia ou conforto a alguém que precise.

Ensine o que você sabe a alguém.

Procure entender um ponto de vista oposto ao seu.

Elogie alguém com sinceridade.

Saia para uma boa caminhada.

Organize os papés na sua mesa.

Arrisque-se, apesar de seus medos.

Diga a alguém obrigado.

Preste atenção quando outros estiverem falando.

Faça algo divertido, apenas pelo prazer de faze-lo.

Seja mais paciente consigo mesmo e com as pessoas ao seu redor.

A vida é tão especial quanto você a faz.

Gratifique-se hoje e veja quão brilhante você pode fazer o seu amanhã.

5 anos para mudar de vida

Construa sua própria estrada e seja mais feliz!

Por Sergio Buaiz

Quantos anos você tem? Há quanto tempo você trabalha, nem sempre fazendo o que gosta? Está feliz assim? Plenamente feliz? Responda diante do espelho.

Cada pessoa vem ao mundo com uma missão maravilhosa a cumprir, mas poucas descobrem isso a tempo. A maioria segue sendo empurrada pelas tarefas do dia-a-dia, até que as pernas cansam, os olhos nublam e…

Por que isso acontece? Por que há tanta gente chateada, recebendo menos do que têm direito? Por que a vida parece tão injusta para a maioria, enquanto alguns poucos gozam como reis?

Diferenças sociais, culturais, falta de oportunidade… será que é mesmo isso? Ou melhor, será que é SÓ isso?

As condições podem ser diferentes no início de nossas vidas, mas estamos cheios de exemplos de pessoas que vencem condições adversas e hoje contam histórias de sucesso. Da mesma forma, conhecemos muita gente inteligente, capacitada e trabalhadora, penando para sobreviver…

Será que o sucesso é realmente definido pelo berço ou pela sorte?

Não seja tão ingênuo. Olhe para qualquer pessoa bem-sucedida e veja a sua história de luta. Não estou falando de ricos herdeiros, mas daqueles que desbravam novas terras. Estou falando de empresários, artistas, empreendedores e líderes, de um modo geral. Pessoas que suam a camisa por muitos anos, antes de alcançarem o posto que almejam.

Será que é preciso treino e dedicação para se tornar um Ronaldinho, Guga ou Ayrton Senna? Quanto treino? Quantas horas por dia? Por quantos anos? O que eles fizeram antes de se tornarem ídolos? Pare e pense.

Será que o Sílvio Santos teve as condições ideais quando começou? Será que ele tinha sábados, domingos e noites livres para se divertir, antes de construir seu império? Ou será que ele trabalhou duro, por vários anos, até chegar aonde está?

Artistas de TV e modelos fotográficos: será que é fácil desenvolver esses talentos, manter a forma com exercícios e dietas, mudar o cabelo, viajar e encarar o mundo ainda jovem, em nome de um sonho que a família inteira contesta?

Por quanto tempo Gilberto Gil, Tom Jobim ou Marisa Monte tiveram que estudar música para chegarem ao nível de produção sofisticada e reconhecimento que alcançaram? Quantas noites sem dormir, compondo e treinando, às vezes na estrada, longe dos seus?

Exceções existem, mas a regra é clara: visão, determinação e consistência. Basta olhar ao seu redor e pesquisar as pessoas de sucesso, reconhecidas e valorizadas pelo seu trabalho. São pessoas que estudaram muito e abdicaram do lazer por vários anos, antes de se tornarem o que são. Elas superam provações que talvez você não conseguisse suportar. Reconhecer isso é o primeiro passo para vencer também.

Pessoas de sucesso não perdem tempo descansando antes da hora. Tudo é planejado e racionado, até que ultrapassam a linha de chegada. Essas pessoas não se dão desculpas e têm suas prioridades muito claras. Elas mantém o ritmo apesar dos obstáculos e não reclamam das condições em que se encontram. Elas simplesmente criam escudos e vão a luta, sem esperar que os outros facilitem as coisas. Nada abala a confiança e a atitude dos vencedores.

A paixão que move montanhas

Um traço de caráter que você vai encontrar em todas essas pessoas é um profundo amor pelo que fazem. Elas entendem claramente sua missão e não desistem jamais. O vencedor nunca desiste de ser feliz.

Para chegar a esse grau de comprometimento, só há um meio: descobrir sua verdadeira vocação e focalizar, com toda a energia, um alvo lá na frente. A partir daí, não importam as dores, renúncias, críticas e perdas. Nada pode impedir uma pessoa determinada a perseguir sua realização. Erros e atrasos podem acontecer, desde que a bússola continue apontada para a direção correta.

Qual direção? Cada um sabe a sua. Se você abandona sua vocação por medo de não ter espaço no “mercado de trabalho”, pela opinião dos outros ou pelas condições impostas pela vida, fique atento às oportunidades. Você pode mudar isso a partir de hoje. Basta querer realmente buscar sua realização.

A maioria das pessoas vivem pela metade porque não sentem paixão pelo que fazem. Por isso, valorizam demais o tempo de descanso e lazer, para esquecerem que desistiram de sonhar.

Por outro lado, pessoas que investem o tempo naquilo que realmente toca o coração, têm um brilho diferente nos olhos e seu ímpeto contagia os outros. As portas se abrem com mais facilidade quando se é autêntico, conhecedor e determinado. Quando toda a sua energia é alinhada com a missão pessoal, você é capaz de realizar o que parecia improvável.

A crença inabalável

Grandes vencedores recebem críticas no caminho rumo ao sucesso. É praticamente impossível chegar ao topo sem levar pelo menos uma porta na cara e ser chamado de louco, simplesmente porque a maioria das pessoas que estão ao seu redor não entendem essa determinação.

De um modo geral, familiares e amigos sentem dificuldades em perder peso, largar vícios, economizar dinheiro ou cumprir qualquer outra renúncia, pois não conseguem enxergar um objetivo a longo prazo. Eles não têm definidas claramente suas prioridades. Por isso, sentem desejos dispersos e não conseguem dar continuidade quando iniciam alguma coisa.

Por outro lado, as pessoas de sucesso sabem exatamente aonde querem chegar e superam qualquer abstinência com um pé nas costas. Tudo o que está no caminho de atrapalhar suas realizações é imediatamente posto de lado, sem questionamento. A dor de desviar a rota é maior do que renunciar a um prazer passageiro.

Os vencedores têm uma crença inabalável de que vão chegar aonde querem, e que todo sacrifício vale a pena porque as recompensas serão maiores lá na frente. Ou seja, qualquer renúncia agora será compensada futuramente, por um prazer intenso de realização.

Voltando as pessoas comuns, que não têm certeza do que plantam, renunciar a qualquer coisa não faria sentido. Afinal, não há uma recompensa maior em jogo que justifique sacrificar seus prazeres momentâneos.

Essa crença inabalável é muitas vezes confundida com fanatismo, mas na verdade é apenas um nível elevado de determinação e concentração de energia. Enquanto o fanático acredita e espera que as coisas aconteçam, o vencedor acredita e faz as coisas acontecerem. É uma sutil diferença, que significa muito.

Existe uma boa dose de inocência na crença inabalável, mas a felicidade reside justamente aí, na caminhada. Enquanto o vencedor acredita plenamente em seus sonhos, ele vive sorridente, com o brilho nos olhos, realizando suas tarefas diárias com mais intensidade. Isso, por si só, justificaria a melhora dos relacionamentos, um aumento de produtividade, atenção e aproveitamento das oportunidades; o que, fatalmente, aproxima suas conquistas.

A diferença entre um vencedor e pessoas comuns está basicamente aí, no ânimo e direcionamento de suas ações. Enquanto a maioria leva a vida em círculos, desperdiçando energia em várias frentes, os determinados seguem velozmente em linha quase reta.

O pacto com a própria sorte

Para um vencedor, o acaso é previsível. É óbvio que erros e acertos acontecem, da mesma forma em que alternam as condições favoráveis. Ou seja, não há o que esperar da sorte!

Ao contrário da maioria, que espera por milagres, prêmios acumulados da Sena, heranças e outras soluções que raramente caem do céu, as pessoas de sucesso preferem investir seu tempo construindo uma estrada que os leve até os seus objetivos.

Não importa o tempo, as condições climáticas ou as interferências externas. O vencedor sabe que só precisa construir um pouco a cada dia para chegar aonde quer. A estrada pode levar anos ou décadas para ficar pronta — e nem todos conseguem construí-la inteira —, mas é possível medir sua evolução.

Esse pacto com a própria sorte dá uma segurança muito grande às pessoas de sucesso. Elas sabem que nada pode destruir o que construíram. Um vendaval pode até obrigá-las a reconstruírem partes da estrada, mas jamais retornam à estaca zero. Elas progridem sempre.

Eu não sei em qual grupo você se encontra hoje, mas te asseguro que vale a pena agir diferente da média. Vale a pena escutar as críticas e bater com a cara nas portas, se você está seguro da própria missão.

Uma vez definido o que você quer, basta caminhar em linha reta. Se tiver obstáculos, pule, desvie, derrube… mas jamais perca a direção dos seus sonhos!

Se você tiver esse comprometimento por um prazo de dois a cinco anos, dedicando parte do seu tempo livre a construir a própria estrada, tenho certeza que vai ser mais feliz.

Quanto mais rápido você caminhar, melhor será. Cada dificuldade superada servirá como estímulo para novas vitórias, e os primeiros frutos serão doces como o mel.

Em cinco anos, você terá uma surpresa…

Sergio Buaiz
Publicitário, escritor, consultor e conferencista. Autor do livro “Marketing de Rede – A Fórmula da Liderança”, membro do Conselho Editorial da Revista VENCER! e Embaixador da Universidade do Sucesso.

Faça alguma coisa

Quando tiver um problema, faça alguma coisa!
Se não puder passar por cima, passe por baixo, passe através de, dê a volta, vá pela direita, vá pela esquerda.

Se não puder obter o material certo,
Vá procurá-lo.
Se não puder encontrá-lo, substitua-o.
Se não puder substitui-lo, improvise
Se não puder improvisar, inove.
Mas, acima de tudo, faça alguma coisa!

Existem dois tipos de pessoas que nunca chegam em nem lugar:

As que não querem fazer nada, e as que só inventam desculpas.

Viver no passado ou remoendo os fracassos não leva a nada, é hora de acreditar em você mesmo.

Transforme os seus sonhos em realidade.

Os três irmãos

Alguns anos atrás, 3 irmãos deixaram a quinta onde tinham crescido para ir para a vila. Os 3 foram empregados na mesma empresa, com o mesmo salário.

3 anos depois, João ganhava 1000 euros por mês, Paulo 2000 euros e Joaquim 4000 euros. O pai deles quando soube que não ganhavam a mesma coisa foi ter com o empresário para que este justificasse a razão pelo qual havia diferenças de salários.

Este disse-lhe : “Não tenho nada a dizer-lhe, mas passo a explicar”

O patrão pede ao João para ir ao seu escritório e diz-lhe: ” João, ouvi dizer que uns importadores do Oriente mandaram vir um avião cheio de mercadoria japonesa. Podes ir ao aeroporto e fazer um inventario da mercadoria ?”

Horas mais tarde o João regressa ao escritório e diz ao Patrão:

“O avião vem carregado de 1000 rolos de seda, telefonei a um membro da equipe e este forneceu-me os elementos.

O patrão chama depois o Paulo, o irmão que ganha 2000 euros por mês e pede-lhe a mesma coisa.

Uma hora mais tarde, Paulo chega ao escritório com uma descrição do carregamento : 1000 rolos de seda, 500 leitores mp3 e 1000 canas de bambou pintadas à mão.

Então o patrão chama o Joaquim e pede-lhe a mesma coisa que aos irmãos.

O Joaquim chega ao escritório já depois da saída do pessoal e explique ao patrão:

A carga do avião são: 1000 rolos de seda, eles queriam 60 euros por cada rolo. Então fiz uma proposta de compra válida por 2 dias sobre todos os rolos. Mandei de seguida um e-mail a um do nossos clientes a oferecer-lhe os rolos por 75 euros cada. Ele deve confirmar-me a compra amanhã. Também havia 500 leitores mp3, telefonei a um cliente e vendi-os logo com 8 euros de margem de lucro sobre cada um, o transporte é por conta do cliente. E para acabar, havia 1000 canas de bambu pintadas à mão, mas a qualidade era baixa, por isso não negociei.

Quando o Joaquim saiu do escritório o patrão riu-se e disse: ” Então viu ? ” O João não faz o que lhe peço, o Paulo só faz o que peço, mas o Joaquim faz tudo sem eu pedir nada.

O futuro pertence aos audaciosos.

Há dois tipos de homens que nunca conseguirão fazer nada … os que não podem fazer o que lhe pedem, e os que só podem fazer o que lhe pedem.

–Cyrus Curtis

Pense duas vezes

Uma antiga lenda Índia, diz-nos que um dia um homem achou um ovo de águia e que o depositou num ninho de “galinhas do campo” para crescer com elas.

Toda a sua vida, a águia fez o que uma galinha faz normalmente. Procurava na terra os insetos e comida. Cacarejava como uma galinha. Voava só algum metros, e era uma nuvem de penas.

De toda a maneira é assim que voam as galinhas.

Os anos passaram. E a águia envelheceu. Um dia, ela viu um magnifico pássaro a voar no céu sem nuvens. Levantava-se com estilo, com a magnitude das suas asas.

“Que belo pássaro !” diz a águia aos vizinhos. O que é ?”

“É uma águia, o rei dos pássaros”, diz a galinha. “Mas não vale a pena pensares nisso. Nunca serás uma águia.”

Assim ficou a águia, e não voltou a pensar duas vezes.

Morreu a pensar que era uma galinha.

Já pensou que podia ser você também, uma galinha do campo?

Pense duas vezes…

Isso não é possível

Diz o mestre a seu discípulo:

– Quando você começar seu caminho, vai encontrar uma porta com uma frase escrita. Volte e me conte qual é esta frase.

O discípulo se entrega de corpo e alma à sua busca. Chega um dia em que vê a porta, e volta até o mestre.

– Estava escrito, no começo do caminho: ISSO NÃO É POSSÍVEL, diz.

– Onde estava escrito isso, num muro ou numa porta? – Pergunta o mestre.

– Numa porta – responde o discípulo.

– Pois coloque a mão na maçaneta e abra.

O discípulo obedece, como a frase está pintada na porta, também vai se movendo com ela, com a porta totalmente aberta, ele já não consegue mais enxergar a frase e segue adiante.

* É hora de acreditar em nossos sonhos e começar nossa caminhada, pois, quando atingirmos nossos objetivos nada mais será impossível!

Quanto custa?

Um navio carregado de ouro, revestido de todo o cuidado e segurança, atravessava o oceano quando, de repente, o motor enguiçou.

Imediatamente, o comandante mandou chamar o técnico do porto mais próximo.

O técnico chegou de helicóptero e trabalhou durante uma semana, porém sem resultados concretos.

Chamaram então o melhor engenheiro naval do país. O engenheiro trabalhou três dias inteiros, sem descanso, mas nada conseguiu. O navio continuava enguiçado.

A empresa proprietária do navio mandou, então, buscar o maior especialista do mundo naquele tipo de motor. Ele chegou, olhou detidamente a casa das máquinas, escutou o barulho do vapor, apalpou a tubulação e, abrindo a sua valise, retirou um pequeno martelo. Deu uma martelada em uma válvula vermelha (que estava emperrada) e guardou o martelo de volta na valise.

Mandou ligar o motor e este funcionou perfeitamente na primeira tentativa.

Dias depois, chegaram as contas ao escritório da empresa de navegação.

Por uma semana de trabalho, o técnico cobrou US$ 700. O engenheiro naval cobrou, por três dias de trabalho, US$ 900. Já o especialista, por sua vez, cobrou US$10,000.00 pelo serviço.

Atônito com esta última conta, o Diretor Financeiro da empresa enviou um telegrama ao especialista, perguntando: “Como você chegou a esse valor de US$10 mil por cerca de 1 minuto de trabalho e uma única martelada?”

O especialista, então, enviou as seguintes especificações, no cálculo dos seus honorários profissionais à empresa :

– Por dar uma martelada…………………………………… US$1

– Por saber exatamente onde bater o martelo… US$ 9.999

“O que vale, na prática, não é dar a martelada, mas saber onde bater o martelo. A martelada você pode até, delegar para outro”…

Cinco grandes lições

Primeira importante lição

Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era:

“Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?”

Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?

Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.

“É claro!”, respondeu o professor. “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples “alô”. Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.

Segunda lição importante

Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona. Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam. Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la. O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz. Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia:

“Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Deus o abençoe por ter me ajudado. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole”

Terceira importante lição

Sempre se lembre daqueles que te serviram. Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.

– “Quanto custa um sundae?” ele perguntou.

– “50 centavos” – respondeu a garçonete.

O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.

– “Bem, quanto custa o sorvete simples?” ele perguntou.

A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência.

– “35 centavos” – respondeu ela, de maneira brusca.

O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse:

– “Eu vou querer, então, o sorvete simples”.

A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou, deixou o dinheiro do lado do prato do sorvete e saiu. Quando a garçonete voltou, ela começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas – ou seja, o menino não pediu o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.

Quarta importante lição

Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho. Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas mas nenhum deles tentou requer mover a pedra dali. De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali. Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.. A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho. O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu: “Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição”.

Quinta importante lição

Dando quando se conta. Há muitos anos, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz que sofria de uma terrível e rara doença. A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la. O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã. Eu vi ele hesitar um pouco mas depois de uma profunda respiração ele disse: – “Tá certo, eu topo já que é para salvá-la…”. À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor. De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu (sentiu aquele mal estar comum quando se doa sangue). Ele olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:

– “Eu vou começar a morrer logo?”

Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, pois ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar irmã! Pois é, compreensão e atitude são tudo.

Lembre-se:

“Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro.
Ame como se você nunca tivesse se machucado.
Dance como você dançaria se ninguém estivesse olhando.”