Como sempre ter dinheiro no bolso

Por Eng. Daniel Gustavo C. Coulomb

Faz alguns anos o gerente de uma corretora me disse: “Daniel, os corretores nunca têm um centavo no bolso; ganhem pouco ou muito, sempre estão duros; não tem jeito; gastam até o que não tem!”. Eu fiquei calado, enquanto me perguntava em silencio: “Somente os corretores?”.

Hoje, mais do que nunca, comprovamos que não somente os corretores, mas também pessoas das mais variadas faixas de poder aquisitivo enfrentam dificuldades por gastarem mais do que ganham. Vamos analisar mais detalhadamente este problema e, neste breve ensaio, tentarei mostrar uma solução para este terrível flagelo que afeta muitas pessoas, famílias e até mesmo instituições e empresas.

As tentações que propiciam o consumo nunca foram tão agressivas e sofisticadas como as divulgadas atualmente pelo marketing moderno, mediante anúncios na televisão aberta, a cabo (que nos prende mais tempo em frente à telinha) e ofertas nos jornais, catálogos e revistas. O telemarketing e as malas diretas especializadas, direcionadas para segmentos diferenciados, facilitam a venda, além dos shoppings, que com elaboradas tentações satisfazem as mais variadas necessidades, conseguindo – como nunca antes – reunir em um único lugar as mais diferentes opções de compra. Quando já parecia que toda a sofisticação em matéria de vendas havia sido inventada, surge a Internet com suas incontáveis tentações e com um potencial de força infinitamente superior. A pergunta, então, é: “Qual é o limite?”.

Diariamente somos sufocados com diferentes ofertas, produtos e serviços. Desde carros sofisticados, roupas, artigos para o lar, assinaturas de revistas, livros, CD’s, eletro-eletrônicos importados, produtos para o lazer, produtos esportivos e para ginástica, computadores – e seus periféricos e produtos afins –, viagens de turismo e até mesmo cursos e seminários dos mais variados.

Enfim, a enxurrada de tentações que nos induz a gastar não têm fim.

As formas de pagamento são ardilosas e perigosas tais como o terrível cartão de crédito, o famoso cheque especial e, pior ainda, o sorrateiro cheque pré-datado, agente campeão das quebradeiras.

Outras formas de pagamento são dignas de um filme de horror ou parecem elaboradas por um Maquiavel: pague em 36 meses ou, leve hoje e comece a pagar daqui a 60 dias! Crédito na hora e sem fiador! Leasing, alugue ou compre, escolha a opção de sua preferência… e assim vai. E, agora, por último e como grande novidade, os programas de fidelidade, que falam: “permaneça juntinho de mim; compre sempre de mim que eu lhe darei como recompensa os mais variados prêmios”, inclusive – assim penso eu – uma cova na “terra dos falidos”.

Dos juros aplicados pouco falarei; nem o “Mister M” descobriu a forma para ajudar aos que necessitam sair desse atoleiro.

Diante de tanta invasão e persistente “tiroteio” de ofertas e oportunidades, as pessoas sentem-se imbecis ou desatualizados se não se rendam ante tantas tentações e tantos rótulos como: “inteligentes”, “gente que pensa”, “gente de futuro”, “moderno como ninguém”, “gente de ação” e não sei quantos outros “slogans” ou dizeres dos quais se utilizam os “marketeiros” para bajular e fisgar seus potenciais e “bonzinhos” compradores.

Tudo isso cria sérios conflitos nas pessoas, consigo mesmas e junto a suas famílias, suas amizades e seus empregos; produz insatisfações pessoais difíceis de solucionar e um estresse crescente, com situações, às vezes, insuportáveis.

“CHEGA, CHEGA, SOCOOOOORRO!!!, “to quebrado! Por Deus, qual é a soluçãoooooooooooo?”

Existe um escudo, uma defesa, uma ferramenta antiga como o mundo, implacável e extremamente eficiente, mas muito pouco usada, por ser muito mal compreendida. Seu nome: POUPANÇA.

Uma análise superficial dessa poderosa ferramenta permite somente ver a parte superior do iceberg e não a parte submersa. Esta imagem parece ser a “principal” vantagem que oferece a poupança e na qual, erradamente, a maioria das pessoas se concentra. Esta parte visível é o dinheiro acumulado no decorrer do tempo.

Mas o dinheiro acumulado é uma conseqüência e não uma causa. As causas, fatores motivadores de mudança e melhoria comportamental das pessoas que poupam, encontram-se na parte submersa do iceberg e são as verdadeiras qualidades a serem analisadas e compreendidas.

Vejamos quais são estas qualidades:

Caráter

Prestígio é o que as pessoas pensam que somos; caráter é o que realmente somos. A poupança, sem dúvida, colabora fortemente na formação de um sólido caráter nos poupadores contínuos e permanentes.

Autoconfiança

O fato de concretizar um objetivo, adquirir um bom hábito e constatar o aumento paulatino das reservas (como conseqüência também da diminuição dos gastos conseguida), produz um grande efeito positivo na autoconfiança do poupador e se reflete também de forma positiva em outros comportamentos de sua vida.

Objetivos e Metas

Quando o ato de poupar se faz em quantidades e datas certas, sendo devidamente registrado por escrito, transforma-se em um poderoso objetivo que provocará mudanças profundas em quem o realize. A divisão desse objetivo em metas parciais aumenta as possibilidades de êxito, já que ordena e racionaliza o trabalho do poupador. A confiança adquirida na conquista desse objetivo permite estabelecer uma importante referência a ser utilizada na procura de outros objetivos.

Hábito Salutar

Segundo Aristóteles, “as pessoas são o somatório de bons e maus hábitos”. Acrescentemos essa nova forma de ser ao nosso comportamento e lucremos com ele, não somente em dinheiro, mas também – principalmente – adotando uma maneira construtiva de agir. Incorporar o salutar hábito da poupança pode ser aproveitado para eliminar outro mau hábito, pois segundo Napoleon Hill, “Um mau hábito pode ser eliminado com outro bom hábito que o substitua”. É necessário criar o novo hábito, a nova trilha que o ajudará a mudar seu presente e futuro para muito melhor.

Esteja antenado ou em sintonia

Quando uma mulher fica grávida, começa a perceber a seu redor muitas outras mulheres grávidas; observa com maior atenção assuntos relacionados com os bebês, tais como: carrinhos, mamadeiras, chupetas, roupa infantil etc. A maioria dos acontecimentos associa à sua gravidez dificilmente escapam à sua atenção. O que acontece é que ela está antenada, sintonizada nesse fundamental momento de sua vida. O grande profissional de vendas também vive sintonizado em situações relacionadas a seu trabalho e raramente as oportunidades se lhe escapam. Quando você começa a poupar de forma metódica e sistemática, suas antenas começam a sintonizar melhor e a captar com mais facilidade todos os assuntos relacionados ao dinheiro, situações que antigamente fugiam à sua percepção.

Imã

Aqui vale o velho ditado que diz: “O dinheiro atrai o dinheiro”. Quem não é poupador, geralmente é um perdulário ou gastador que repele o dinheiro; este queima nas suas mãos, durante muito pouco tempo nelas permanece e muito menos ainda na sua mente, já que imediatamente pensa em que gastar. Quem poupa atrai o dinheiro como um imã porque essa pessoa pensa sempre em guardar e construir, começa a procurar meios de aumentar os rendimentos e aproveitar melhor deles. O dinheiro se sente “apreciado” e começa a aparecer porque gosta dos lugares onde é bem tratado. Cuidado! Longe estou de pretender que você se transforme num avaro, sovina ou “pão duro” – o outro extremo do gastador ou perdulário –, pois ambos são desvios obviamente execráveis e pouco recomendados.

Não perdulário

Quem nada tem a perder pouco se interessa em proteger o que não tem. Quando a pessoa aprende a guardar dinheiro, começa a valorizar o que tem e a pensar em como preservar e aumentar seu patrimônio; para isso, aplica mecanismos que impedem o gasto excessivo e a saída fácil do que foi conquistado com muito trabalho. O cheque especial começa a ficar “no azul”, o cartão de crédito é menos utilizado, o pagamento de prestações são reduzidos e, sobretudo, os gastos impulsivos e muitas vezes desnecessários perdem força pela utilização mais racional e planejada dos recursos.

Insatisfação positiva
O fato de ter dinheiro, somado à natural necessidade permanente de crescimento do ser humano, cria uma insatisfação positiva, motivada por se querer possuir mais ainda, o que provoca uma reação saudável no sentido de se poupar mais, a fim de conquistar aumento patrimonial pessoal.

Segurança

Alcançar tranqüilidade através de um respaldo financeiro cria na pessoa um sentimento de segurança e autoconfiança, fundamentais para que se possa enfrentar eventuais necessidades; isso se manifesta num comportamento mais tranqüilo e com redução da ansiedade.

Emprego fácil

Os empregadores valorizam os candidatos ao reconhecerem neles as qualidades acima mencionadas, já que consideram que uma pessoa com esse perfil, trata-se geralmente, de um bom profissional, disciplinado e pouco chegado a farras e comportamentos indesejáveis. Os candidatos também mostram, nas entrevistas de seleção, atitude mais tranqüila, isenta de ansiedade, o que lhes favorece amplamente. O poupador, ao desenvolver as qualidades acima, se torna na prática uma pessoa com muito maior potencial para ser um bom profissional.

Auto-estima

Por tudo isso, o poupador aumenta sua auto-estima e, em conseqüência, melhora – de um modo geral – como pessoa e profissional.

Fazendo escola

“O que você faz grita tão forte aos meus ouvidos, que não posso escutar o que falas.” – Ralph Waldo Emerson. Com esse exemplo, um chefe de família ou uma dona de casa exercem um exemplo salutar que habitualmente é seguido pelo grupo familiar (inclusive por amigos e colegas) e isso provoca um efeito “em cascata” de ótimos resultados.

Muito bem: tudo o que você leu até aqui pode soar muito bonito para você; porém, imediatamente surge a pergunta: “Como e quando começar?”.

Sem dúvida, você deve começar já, principalmente se as suas dívidas o perseguem e você sofre o incômodo do cheque especial “no vermelho”, do cartão de crédito com limite todo utilizado, as dívidas com amigos e parentes “pipocando”, as contas importantes pendentes de pagamento e outras coisas mais. Você deve parar de “brigar consigo mesmo”, amigos, colegas e credores, por causa de um problema que, na maioria das vezes, foi criado por você mesmo.

Você deve dar um “basta” a esses problemas e, para tal, proponho, começarmos juntos a construir a sua solução.

Eis algumas perguntas que você pode estar querendo fazer e suas respostas:

– Como vou começar a poupar agora, se estou “duro” e “devendo a meio mundo”?”

Resposta: – Por isso mesmo, você deve começar já a poupar, para sair desse atoleiro, para evitar todas as causas que fizeram com que você se encontre nessa situação. Não se preocupe com o dinheiro por enquanto; primeiro, temos que construir os alicerces de seu castelo (as qualidades mencionadas acima), para que – pouco a pouco – você possa ir cancelando as suas dívidas e, depois, passo a passo, ir construindo as paredes desse castelo (seus sonhos e objetivos).

– Não entendo, eu vou poupar ganhando 1,5% da poupança enquanto estou perdendo de 10 a 13% por mês no banco pelo cheque especial ou pelo cartão de crédito? Eu não estou maluco!

Resposta: – Não, você não está maluco, e acho que eu também não; esse diferencial de 8,5 a 11,5% é o preço que você vai pagar para aprender a melhorar seu caráter, sua autoconfiança, criar um bom habito etc, etc….!!!!! Digo-lhe mais ainda: em pouco tempo, muito menos do que você imagina, esses percentuais de diferença irão desaparecendo, porque suas dívidas sumirão como por encanto e você conquistará todas as qualidades das quais já falamos.

Agora, vamos tratar de símbolos. Símbolo é todo objeto ou imagem que representa um conjunto de coisas, qualidades, princípios ou valores. A bandeira brasileira, se considerada superficialmente, é um simples objeto, um pano verde com alguns desenhos e dizeres, mas na realidade ela é muito mais: é um símbolo muito forte que representa um país, que representa tradição, patriotismo, território, folclore, música, união, história e muitas outras coisas. Transmite um sentimento forte de união e valorizamos muito esse símbolo porque ele é o Brasil.

Vamos escolher um símbolo simples que represente este ato de poupar que, pelo simples fato de ler estas linhas, você já está começando e que seja a imagem do somatório de todas as qualidades – já mencionadas – conquistadas ao poupar. Sugiro que você escolha uma moeda de 1 (um) centavo e marque-a com um arranhão ou com um furo, para que ela seja – e somente ela e não qualquer outra moeda – o símbolo dessa poupança que você está iniciando. Coloque-a em um lugar ao alcance de sua vista; exemplo: colada no telefone, relógio ou agenda de mesa, porta papeis etc. (a minha está colada no monitor de meu computador) e sempre que olhar para ela, lembre-se das qualidades que você está conquistando e a liberdade e a riqueza que está construindo. Pense sempre no presente e não no futuro; você não pode confundir sua mente procurando atingir um objetivo que está sempre na frente e que nunca será alcançado.

Corra agora e abra uma caderneta de poupança; cada vez que tenha qualquer ingresso de recursos financeiros, produto de comissões ou qualquer outro tipo de ganhos, imediatamente poupe 10% do valor recebido. O segredo é este: assim que você receber o dinheiro, aplique-o imediatamente. Para facilitar mais o ato de poupar esses 10%, quando você ganhar – por exemplo – uma comissão de R$ 200,00, pense que, na realidade, está recebendo R$ 180,00, pois os R$ 20,00 complementares por muito tempo não verão a luz do sol. Proponha-se a utilizar esse dinheiro em longo prazo, na compra de um imóvel, terreno ou mudança futura de sua casa ou apartamento. O excedente restante, que seguramente vai começar a aparecer com sua dedicação e disciplina, será utilizado para pagar as dívidas.

Quando suas dívidas estiverem “zeradas”, aí sim sugiro aumentar sua poupança em 5 ou 10% para realizar futuras compras de curto prazo como carro, viagens, decorações, eletro-eletrônicos etc. etc.

E tudo isso funciona? O autor destas linhas é a cobaia que experimentou exatamente ponto por ponto o aqui apresentado. Eu era um perdulário e gastador compulsivo e cheio das dívidas mais variadas que você possa imaginar, quanto a valores, tipo e tempo das mesmas (algumas com mais de 10 anos). Apliquei exatamente a receita acima e hoje em dia estou livre de todas as dívidas, repito, de todas as dívidas, com uma razoável poupança e com muitos projetos pela frente. Ahh! e o mais transcendente, a minha família segue também a mesma trilha.

Agora, podem acontecer três coisas: em primeiro lugar que alguns não acreditem em nada do que tiveram oportunidade de ler – e eu os respeito pois unanimidade, nem Jesus pôde conquistar; em segundo lugar que outros decidam experimentar só para ver o que acontece, sem muito compromisso e se os resultados não aparecerem dirão que “o sistema não funciona”. Finalmente, estarão aqueles que decidirão por em pratica estes conceitos com muita determinação, convicção e dedicação. A estes últimos lhes garanto um futuro pleno de sorrisos e peço-lhes que quando comprem um carro novo me convidem para passear pelo menos por um quarteirão. Sentirei-me muito feliz por vocês e também por eu ter contribuído na obtenção desses resultados.

Nada mais por ora; espero algum dia ver o castelo de vocês.

Até outra oportunidade, se Deus quiser.

—–
Daniel Gustavo C. Coulomb
O Eng. Daniel Gustavo C. Coulomb é consultor da FIX Consultoria.

O poder da mente humana

O que vocês vão ler agora é um trecho retirado da Revista Superinteressante de Julho de 2002.

A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos, basta que você os aceite.

Essa ação sempre acontecerá, independente se traga ou não resultados positivos para você.

Um cientista de Phoenix – Arizona, queria provar essa teoria. Precisava de um voluntário que chegasse às últimas conseqüências. Conseguiu um em uma penitenciária de Saint Louis no Estado de Missouri onde existe pena de morte a ser executada em cadeira elétrica.

Propôs a ele o seguinte: ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a última gota final. Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse. Se isso acontecesse, ele seria libertado, caso contrário ele iria falecer pela perda do sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.

O condenado aceitou, pois era preferível do que morrer na cadeira elétrica e ainda teria uma chance de sobreviver.

O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospital e amarraram o seu corpo para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso. Abaixo do pulso foi colocada uma pequena vasilha de alumínio. Seu sangue gotejaria na vasilha. O corte foi superficial e não atingiu nenhuma artéria ou veia, mas foi o suficiente para que ele sentisse que seu pulso fora cortado. Sem que ele soubesse, debaixo da cama tinha um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que estava caindo na vasilha de alumínio. Na verdade, era o soro do frasco que gotejava. De 10 em 10 minutos o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía.

O condenado acreditava que era seu sangue que estava diminuindo. Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou por completo a válvula, o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu, sem ter perdido sequer uma gota de sangue.

O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, ao pé da letra, tudo o que lhe é enviado e aceito pelo seu hospedeiro, seja positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo, quer seja na parte orgânica ou psíquica.

Essa história é um alerta para filtrarmos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado, mas simplesmente grava e cumpre o que lhe é enviado.

“Quem pensa em fracassar, já fracassou mesmo antes de tentar”.

“Somos o que pensamos e acreditamos ser!”

Mensagem a Garcia

O texto abaixo conta uma história que eu já não lembrava em seus detalhes, mas cuja mensagem eu nunca esqueci desde que meu pai a contou, quando eu tinha uns 10 anos de idade. O texto é um pouco longo, mas é leitura importantíssima para todos que planejam algum dia ter sucesso na vida. A mensagem é bastante simples e qualquer um pode entendê-la. Apesar de ter sido escrita em 1899, continua extremamente atual.

Antes do texto original, entretanto, cito uma mensagem escrita pelo autor, falando de seu famoso texto:

Esta insignificância literária, “UMA MENSAGEM A GARCIA”, escrevi-a uma noite, depois do jantar, em uma hora. Foi a 22 de fevereiro de 1899, aniversário natalício de Washington, e o número de março da nossa revista “Philistine” estava prestes a entrar no prelo. Encontrava-me com disposição para escrever, e o artigo brotou espontâneo do meu coração, redigido, como foi, depois de um dia afanoso, durante o qual tinha procurado convencer alguns moradores um tanto renitentes do lugar, que deviam sair de um estado comatoso em que se compraziam, esforçando-me por incutir-lhes radioatividade.

A idéia original, entretanto, veio-me de um pequeno argumento ventilado pelo meu filho Bert, ao tomarmos café, quando ele procurou sustentar ter sido Rowan o verdadeiro herói da Guerra de Cuba. Rowan pôs-se a caminho só e deu conta do recado – levou a mensagem a Garcia. Qual centelha luminosa, a idéia assenhorou-se de minha mente. É verdade, disse comigo mesmo, o rapaz tem toda razão, o herói é aquele que dá conta do recado – que leva a mensagem a Garcia.

Levantei-me da mesa e escrevi “Uma mensagem a Garcia” de uma assentada. Entretanto, liguei tão pouca importância a este artigo, que até foi publicado na Revista sem qualquer título. Pouco depois da edição ter saído do prelo, começaram a chegar pedidos para exemplares avulsos do número de março do “Philistine”: uma dúzia, cinqüenta, cem, e quando a American News Company encomendou mais mil exemplares, perguntei a um dos meus empregados qual o artigo que havia levantado o pó cósmico.

– “Esse de Garcia” – retrucou ele.

No dia seguinte chegou um telegrama de George H. Daniels, da Estrada de Ferro Central de Nova York, dizendo: “Indique preço para cem mil exemplares artigo Rowan, sob forma folheto, com anúncios da estrada de ferro no verso. Diga também quando pode fazer a entrega”.

Respondi indicando o preço, e acrescentando que podia entregar os folhetos dali a dois anos. Dispúnhamos de facilidades restritas e cem mil folhetos afiguravam-se um empreendimento de monta.

O resultado foi que autorizei o Sr. Daniels a reproduzir o artigo conforme lhe aprouvesse. Fê-lo então em forma de folhetos, e distribuiu-os em tal profusão que, duas ou três edições de meio milhão se esgotaram rapidamente. Além disso, foi o artigo reproduzido em mais de duzentas revistas e jornais. Tem sido traduzido, por assim dizer, em todas as línguas faladas.

Aconteceu que, justamente quando o Sr. Daniels estava fazendo a distribuição da mensagem a Garcia, o príncipe Hilakoff, Diretor das Estradas de Ferro Russas, se encontrava neste país. Era hóspede da Estrada de Ferro Central de Nova York, percorrendo todo o país acompanhando o Sr. Daniels. O Príncipe viu o folheto, que o interessou, mais pelo fato de ser o próprio Sr. Daniels que o estava distribuindo em tão grande quantidade, que propriamente por qualquer outro motivo.

Como quer que seja, quando o príncipe retornou à sua Pátria mandou traduzir o folheto para o russo e entregar um exemplar a cada empregado da estrada de ferro na Rússia. O breve trecho foi imitado por outros países; da Rússia o artigo passou para a Alemanha, França, Turquia, Hindustão e China. Durante a guerra entre a Rússia e o Japão, foi entregue um exemplar da “Mensagem a Garcia” a cada soldado que se destinava ao front.

Os japoneses, ao encontrar os livrinhos em poder dos prisioneiros russos, chegaram à conclusão de que havia de ser coisa boa, e não tardaram em vertê-lo para o japonês. Por ordem do Mikado foi distribuído um exemplar a cada empregado, civil ou militar do Governo Japonês.

Para cima de quarenta milhões de exemplares de “Uma mensagem a Garcia” têm sido impressos, o que é sem dúvida a maior circulação jamais atingida por qualquer trabalho literário durante a vida do autor, graças a uma série de circunstâncias felizes.

East Aurora, em 1o. de dezembro de 1913.
Elbert Hubbard

Vamos finalmente ao famoso texto:

MENSAGEM A GARCIA

Elbert Hubbard
(22/2/1899)

Em todo este caso cubano, um homem se destaca no horizonte de minha memória como o planeta Marte no seu periélio. Quando irrompeu a guerra entre a Espanha e os Estados Unidos, o que importava a estes era comunicar-se rapidamente com o chefe dos insurretos, Garcia, que se sabia encontrar-se em alguma fortaleza no interior do sertão cubano, mas sem que se pudesse precisar exatamente onde. Era impossível comunicar-se com ele pelo correio ou pelo telégrafo. No entanto, o Presidente [Mac Kinley] tinha que tratar de assegurar-se da sua colaboração, e isto o quanto antes. Que fazer?

Alguém lembrou ao presidente: “Há um homem chamado Rowan; e se alguma pessoa é capaz de encontrar Garcia, há de ser Rowan”.

Rowan foi trazido à presença do Presidente, que lhe confiou uma carta com a incumbência de entregá-la a Garcia. De como este homem, Rowan, tomou a carta, meteu-a num invólucro impermeável, amarrou-a sobre o peito, e, após quatro dias saltou, de um barco sem coberta, alta noite, nas costas de Cuba; de como se embrenhou no sertão, para, depois de três semanas, surgir do outro lado da ilha, tendo atravessado a pé um país hostil e entregado a carta a Garcia, são coisas que não vêm ao caso narrar aqui pormenorizadamente. O ponto que desejo frisar é este: Mac Kinley deu a Rowan uma carta para ser entregue a Garcia; Rowan pegou a carta e nem sequer perguntou: “Onde é que ele está?”

Hosannah! Eis aí um homem cujo busto merecia se fundido em bronze perene e sua estátua colocada em cada escola do país. Não é de sabedoria livresca que a juventude precisa, nem de instrução sobre isto ou aquilo. Precisa, sim, de um endurecimento das vértebras, para poder mostrar-se altiva no exercício de um cargo; para atuar com diligência, para dar conta do recado; para, em suma, levar uma mensagem a Garcia.

O general Garcia já não é deste mundo, mas há outros Garcias. A nenhum homem que se tenha empenhado em levar avante um empresa, em que a ajuda de muitos se torne precisa, têm sido poupados momentos de verdadeiro desespero ante a imbecilidade de grande número de homens, ante a inabilidade ou falta de disposição de concentrar a mente numa determinada coisa e fazê-la.

Assistência irregular, desatenção tola, indiferença irritante e trabalho mal-feito parecem ser a regra geral. Nenhum homem pode ser verdadeiramente bem-sucedido, salvo se lançar mão de todos os meios ao seu alcance, quer da força, quer do suborno, para obrigar outros homens a ajudá-lo, a não ser que Deus onipotente, na sua grande misericórdia, faça um milagre enviando-lhe como auxiliar um anjo de luz.

Leitor amigo, tu mesmo podes tirar a prova. Estás sentado no teu escritório, rodeado de meia dúzia de empregados. Pois bem, chame um deles e peça-lhe: “Queira ter a bondade de consultar a enciclopédia e de me fazer uma descrição sucinta da vida de Corregio.”

Dar-se-á o caso do empregado dizer calmamente: “Sim, senhor” e executar o que lhe pediu?

Nada disso! Olhar-te-á perplexo e de soslaio para fazer uma ou mais das seguintes perguntas:

Quem é ele?

Que enciclopédia?

Onde é que está a enciclopédia?

Fui eu acaso contratado para fazer isso?

Não quer dizer Bismarck?

E se Carlos o fizesse?

Já morreu?

Precisa disso com urgência?

Não será melhor que eu traga o livro para que o senhor mesmo procure o que quer?

Para que quer saber disso?

E apostos dez contra um que, depois de haveres respondido a tais perguntas, e explicado a maneira de procurar os dados pedidos e a razão por que deles precisas, teu empregado irá pedir a um companheiro que o ajude a encontrar Garcia, e depois voltará para te dizer que o tal homem não existe. Evidentemente, pode ser que perca a aposta; mas, segundo a lei das médias, jogo na certa. Ora, se fores prudente não te darás ao trabalho de explicar ao teu “ajudante” que Corregio se escreve com “C” e não com “K” , mas limitarás a dizer-lhe meigamente, esboçando o melhor sorriso: “Não faz mal; não se incomode”, e, dito isto, te levantarás e procurarás tu mesmo. E esta incapacidade de atuar independentemente, esta inépcia moral, esta invalidez da vontade, esta atrofia de disposição de solicitamente se pôr em campo e agir – são as causas que recuam para um futuro tão remoto o advento do socialismo puro. Se os homens não tomam iniciativa de agir em seu próprio proveito, que farão quando o resultado do seu esforço for necessário para redundar em benefício de todos? Por enquanto parece que os homens ainda precisam de ser feitorados. O que mantém muito empregado no seu posto e o faz trabalhar é o medo de, se não fizer, ser despedido no fim do mês. Anuncie precisar de um taquígrafo, e nove entre dez candidatos à vaga não saberão ortografar nem pontuar – e, o que é pior, pensam que não é necessário sabê-lo.

Poderá uma pessoa destas escrever uma carta a Garcia?

“Vê aquele guarda-livros”, dizia-me o chefe de uma grande fábrica.

“Sim, que tem?”

“É um excelente guarda-livros. Contudo, se eu o mandasse transmitir um recado, talvez se desobrigasse da incumbência a contento, mas também podia muito bem ser que no caminho entrasse em duas ou três casas de bebidas, e que, quando chegasse ao seu destino, já não se recordasse da incumbência que lhe fora dada. ”

Será possível confiar a um tal homem uma carta para entregá-la a Garcia?

Ultimamente temos ouvido muitas expressões sentimentais, externando simpatia para com os pobres entes que mourejam de sol a sol, para com os infelizes desempregados à cata de trabalho honesto, e tudo isto, quase sempre entremeado de muita palavra dura para com os homens que estão no poder.

Nada se diz do patrão que envelhece antes do tempo, num baldado esforço para induzir eternos desgostosos e descontentes a trabalhar conscienciosamente; nada se diz de sua longa e paciente procura de pessoal, que, no entanto, muitas vezes nada mais faz do que “matar o tempo”, logo que ele volta as costas. Não há empresa que não esteja despedindo pessoal que se mostra incapaz de zelar pelos seus interesses, a fim de substituí-lo por outro mais apto. Este processo de seleção por eliminação está se operando incessantemente, em tempos adversos, com a única diferença que, quando os tempos são maus e o trabalho escasseia, a seleção se faz mais escrupulosamente, pondo-se fora, para sempre, os incompetentes e os inaproveitáveis. É a lei da sobrevivência do mais apto. Cada patrão, no seu próprio interesse, trata somente de guardar os melhores – aqueles que podem levar uma mensagem a Garcia.

Conheço um homem de aptidões realmente brilhantes, mas sem a fibra precisa para gerir um negócio próprio e que, ademais, se torna completamente inútil para qualquer outra pessoa, devido à suspeita insana que constantemente abriga de que seu patrão o esteja oprimindo ou tencione oprimi-lo. Sem poder mandar, não tolera que alguém o mande. Se lhe fosse confiada uma mensagem a Garcia, retrucaria provavelmente: “Leve-a você mesmo”.

Hoje este homem perambula errante pelas ruas em busca de trabalho, em quase petição de miséria. No entanto, ninguém que o conheça se aventura a dar-lhe trabalho porque é a personificação do descontentamento e do espírito de réplica. Refratário a qualquer conselho ou admoestação, a única coisa capaz de nele produzir algum efeito seria um bom pontapé dado com a ponta de uma bota número 42, sola grossa e bico largo.

Sei, não resta dúvida, que um indivíduo moralmente aleijado como este não é menos digno de compaixão que um fisicamente aleijado. Entretanto, nesta demonstração de compaixão, vertamos também uma lágrima pelos homens que se esforçam por levar avante uma grande empresa, cuja horas de trabalho não estão limitas pelo som do apito e cujos cabelos ficam prematuramente encanecidos na incessante luta em que estão empenhando contra a indiferença desdenhosa, contra a imbecilidade crassa e a ingratidão atroz justamente daqueles que, sem o seu espírito empreendedor, andariam famintos e sem lar.

Dar-se-á o caso de eu ter pintado a situação em cores demasiado carregadas? Pode ser que sim; mas, quando todo mundo se apraz em divagações, quero lançar uma palavra de simpatia ao homem que imprime êxito a um empreendimento, ao homem que, a despeito de uma porção de empecilhos, sabe dirigir e coordenar os esforços de outros, e, que, após o triunfo, talvez verifique que nada ganhou; nada, salvo a sua mera subsistência.

Também eu carreguei marmitas e trabalhei como jornaleiro, como também tenho sido patrão. Sei, portanto, que alguma coisa se pode dizer de ambos os lados.

Não há excelência na pobreza de per si; farrapos não servem de recomendação. Nem todos os patrões são gananciosos e tiranos, da mesma forma que nem todos os pobres são virtuosos.

Todas as minhas simpatias pertencem ao homem que trabalha conscienciosamente, quer o patrão esteja, quer não. E o homem que, ao lhe ser confiada uma carta para Garcia, tranqüilamente toma a missiva, sem fazer perguntas idiotas, e sem a intenção oculta de jogá-la na primeira sarjeta que encontrar, ou praticar qualquer outro feito que não seja entregá-la ao destinatário, este homem nunca fica “encostado”, nem tem que se declarar em greve para forçar um aumento de ordenado.

A civilização busca ansiosa, insistentemente, homens nestas condições. Tudo que um tal homem pedir, se lhe há de conceder. Precisa-se dele em cada cidade, em cada vila, em cada lugarejo, em cada escritório, em cada oficina, em cada loja, fábrica ou venda. O grito do mundo inteiro praticamente se resume nisso: Precisa-se, e precisa-se com urgência, de um homem capaz de levar uma mensagem a Garcia.

O quanto você quer isso?

O artigo de John Colanzi, é sobre pagar o preço do sucesso. Qualquer novo negócio envolve uma curva de aprendizado que pode ser maior ou menor. Negócios na Internet, por exemplo, são muito mais baratos de se começar que a maioria dos negócios tradicionais, mas há um preço. Como Maynerd G. Crebs costuma dizer, “Trabalhe!”.

Se você está cansado de acordar cedo, sair tarde, ter que ir ao escritório todos os dias, responder aos chefes, trabalhe um pouco agora e você poderá ganhar sua recompensa no futuro próximo.

Leia o artigo de hoje e decida por sí mesmo. “O Quanto Você Quer Isto?”.

John é um escritor da Internet com vários relatórios e ebooks publicados. Escreve a mais de 3 anos neste meio, sendo considerado um dos melhores em sua área.

Vamos ao texto do John…

O Quanto Você Quer Isto?
Por John Colanzi

O quanto você quer o sucesso?

Será o sucesso algo que você realmente deseja e pretende trabalhar para obter, ou é apenas um sonho distante?

Infelizmente para muitos é apenas um sonho diário. A grande maioria das pessoas que começam um negócio online pensando que a rede é pavimentada com ouro, termina muito desapontada.

Porque isso?

Eles não tem interesse em pagar o preço. Eles não querem isto o suficiente para pagar o preço.

Amigos, não há almoço grátis. Não há fórmula mágica.

Para ganhar dinheiro online é necessário muito trabalho, se não mais do que você trabalha em seu serviço atual.

Não apenas trabalho, requer também muito estudo. Como você espera bater a grande taxa de quebra das empresas online se não está disposto a aprender o que é preciso para ter sucesso.

Você pretende ser advogado sem cursar direito?

Você pretende realizar cirurgias sem estudar medicina?

Claro que não!

Então me diga, como você pretende ficar rico online sem aprender seu negócio?

Se você não pretende aprender antes de ganhar, você está garantindo sua derrota.

Depois de alimentar sua cabeça, o próximo preço a pagar é ganhar experiência e tomar a responsabilidade total para seu sucesso ou fracasso.

A subida da montanha não é sempre fácil. Você pode dar dois passos a frente e então um atrás.

Este é o primeiro teste em sua jornada. Você pretende continuar depois deste passo atrás ou vai fazer como tantos que nunca acabam nada que começam?

Eles começam a gritar que você não pode ganhar dinheiro online. Eles começam a lamentar e chorar “pobre de mim”, tudo é uma fraude.

Besteira!!!

Se você nào pretende passar um tempo na escola das dificuldades e aprender com seus erros, você não deve nem começar.

Você não pretende pagar o preço.

Finalmente chegamos ao ponto. Você está disposto a tomar toda a responsabilidade pelo seu sucesso?

Querer tomar toda a responsabilidade é o que separa o joio do trigo.

Posso dizer-lhe agora mesmo, baseado em alguns dos e-mails que recebo, que muitas pessoas tem problemas em tomar a responsabilidade para si.

Eles querem que eu garanta que eles terão sucesso. Eles querem que eu diga quanto eles vão ganhar.

Não posso fazer isso. Não sei o quanto eles estão dispostos a trabalhar para seu negócio.

Não sei quanto tempo eles vão usar alimentando seus cérebros.

Além do mais, não tenho como saber se eles terão a persistência necessária para varrer a poeira e se levantar novamente quando cairem.

Somente você pode decidir se está disposto a pagar o preço necessário para vencer.

Tudo valioso na vida requer que paguemos um preço. Seja isso ua daquelas coisas que você não pode deixar de ter, seja seu novo negócio.

Há um preço a pagar.

Você pretende pagar ele?

Eu sei que você pode ter sucesso, mas você é a única pessoa que pode garantir isto.

Desejando sucesso,
John Colanzi.

Como alcançar o sucesso

O texto a seguir é de um jovem de 24 anos que desde os 19 começou a ter sucesso com sua empresa na Internet. Este texto contém muitas verdades válidas para qualquer negócio que você planeje começar ou, até mesmo, já possua. Use a informação a seguir como fonte de inspiração para a realização de seus desejos. Lembre-se sempre que podemos conseguir tudo que quisermos, desde que nos esforcemos o suficiente para isto.

Vamos ao texto de Anthony Stillwell…

Alguns marqueteiros na Internet (e fora dela também) estão cometendo um grave erro por medo de lhe contar a verdade… Por medo de que você saiba a história real. Por medo de lhe contar como as coisas podem ser duras.

A Verdade Básica Sobre o Sucesso.

Para ter sucesso em qualquer coisa que você decida fazer é necessário TRABALHO. Eu sei que no ramo do marketing o uso desta palavra é um grande erro, mas esta é ua palavra que você precisa ouvir. Sem esta palavrinha você terá uma expectativa irreal do sucesso.

O sucesso não vem sempre fácil. Eu poderia dizer-lhe que vem e você não teria idéia de quanto me custou chegar onde estou hoje. Você não saberia que comecei aos 19 anos, sem dinheiro, sem conhecimentos de informática, sem experiência em negócios e sem computador.

Não é a forma mais fácil de começar um negócio online… É?

Agora, ganhar dinheiro consistentemente online não é mais um sonho para mim simplesmente porque eu me recusei deixar qualquer coisa ficar no caminho do que eu queria. Entretando, levei dois anos para começar a ganhar dinheiro.

Hoje tenho 24 anos e a coisa mais importante que aprendi sobre as causas do sucesso é que você não pode desistir. O sucesso tem uma forma de esperar até que 99,9% das pessoas que o procuram desistam frustradas e abandonem esta procura antes dele aparecer.

Uma Coisa que Você já Sabe e as Vezes Ignora.

“A perseverança é o maior elemento do sucesso. Se você bater por tempo suficiente e alto o suficiente no portão, com certeza você vai acordar alguém”.
— Henry Wadsworth Longfellow.

Você quer ter um negócio melhor… Você quer ganhar mais dinheiro… Você quer fazer mais por si e por sua família, mas O Que Você Está Fazendo Sobre Isto? Ficar sentado desejando é fácil. Ficar sentado reclamando que ninguém está por perto para ajudar é fácil. Criticar os outros por ter o sucesso que você quer para si é fácil.

Fazer todo o possível para tornar seus sonhos realidade e ter a humildade de pedir ajuda quando ela é necessária é onde a maioria das pessoas falha. Eu não consegui as coisas que tenho sozinho. Quando não conseguia apoio e compreensão de minha família eu me voltei para as pessoas que entendiam a “vontade louca” que eu tinha de trabalhar para mim mesmo e que estavam dispostas a ajudar.

Quando eu não tinha um computador eu procurei alguém que me deixasse usar o dele. Quando eu não fazia idéia de como escrever HTML eu peguei todo tutorial que aparecesse na minha frente nos mecanismos de busca da Internet. Quando eu não tinha nem R$ 10 para gastar em publicidade eu aprendi como conseguir milhares de visitantes por mês sem gastar nada.

Você tem obstáculos em seu caminho que parecem insuportáveis de vez em quando. Eles não são. Você pode ter família ou “amigos” que lhe pressionam porque não entendem porque você procura tanta frustração tentando ser seu próprio chefe. Mas no final… A maioria deles te admira por tentar.

O Mito do Sucesso sem Esforço.

Quantos pacotes sobre como ganhar dinheiro ou mudar o estilo de vida você comprou ou viu na Internet nos últimos anos? Vários? Recebe isto toda hora? Você comprou algum? Você tem o sucesso que os pacotes prometiam?

Talvez sim, talvez não.

Vou lhe contar um pequeno segredo. Praticamente qualquer um pode ganhar dinheiro usando qualquer um desses “pacotes prontos para ganhar dinheiro” que você encontra na rede. Pessoas conseguem isso todo dia. A razão disso é que elas entendem que nada mágico irá acontecer porque compraram o último e mais fantástico produto “seja tudo / faça tudo” do século.

Estas pessoas entendem que o esforço é o que as diferencia dos milhares que não chegam em lugar algum com os mesmos produtos que eles usam para ganhar mais em um mês do que a maioria ganha em um ano. Você se surpreenderia em saber a quantidade de dinheiro que algumas pessoas estão ganhando com produtos simples que outros dizem que não valem nada.

É a sua mentalidade que conta. Você PODE conseguir o que quer. O sucesso requer um esforço contínuo e uma crença em você, para se tornar realidade.

Há um tempo para se desculpar e um tempo para ganhar dinheiro. Então, a próxima vez que você se deparar com um obstáculo parado na frente de algo que você deseja e sabe que merece… Não perca a coragem…

“Faça Algo Sobre Isso!”

A decisão é sua. A informação é aqui!
MoedaCorrente, sua fonte de informação para a independência financeira!

Uma boa semana para todos,
Fabrício Peruzzo.

—–
Anthony Stillwell
autor de “Unlimited Free Trafic” e editor de “Free Advertising News”, onde você encontra técnicas gratuitas e originais de publicidade e a inspiração necessária para usá-las. http://www.GetFreeAdvertising.com

3 passos para o sucesso na criação de um produto

Ao longo dos meus anos de marketing na Internet, frequentemente me perguntam como criar um produto, ou qual é a melhor forma de criar um produto, ou qual produto irá render mais dinheiro, etc.

Eu cheguei a conclusão de que o melhor produto para você criar é um no qual você esteja completamente interessado. Não um que renda o máximo de dinheiro, mas um em que você possa por todo o seu coração e sua alma, tanto na criação quanto no marketing deste produto.

É bem mais fácil ter sucesso fazendo o que você gosta. E quando você adora o que faz, então “se divertir” todos os dias é infinitamente melhor que “ir trabalhar”!

O sistema simples de 3 passos abaixo lhe mostrará como criar facilmente um produto poderoso QUE VENDE e permite que você se divirta criando ele, já que ele será algo que você simplesmente adora. Vamos começar:

1. Vá a uma livraria ou banca de revistas e encontre seu conteúdo.

Na verdade, o primeiro passo é achar algo que você adore completamente. Ou algo que você já adore fazer ou algo que você tem muito interesse mas ainda não teve o tempo de se aprofundar.

Então, vá a uma livraria ou banca de revistas e procure na seção de revistas por todas as revistas sobre o assunto de seu interesse. Se você conseguir achar alguma revista na banca (e provavelmente você conseguirá), então há um mercado para este assunto. Do contrário, nenhuma empresa iria perder seu tempo produzindo uma revista a menos que houvesse mercado para ela. E nenhuma empresa é estúpida o suficiente para iniciar uma revista sem ter feito uma pesquisa completa de mercado antes. Então, se há uma revista, há um mercado.

Compre a revista (ou revistas) e entre em contato com a empresa para comprar os últimos 12 exemplares mais recentes. Esta é sua pesquisa. Esta é também a melhor forma de matar dois pássaros com uma só pedra. Fazendo isso você não precisará fazer pesquisa de mercado para saber se há interesse, a revista já fez isto apenas publicando sua revista.

E mais, você encontrou um monte de informações sobre um assunto que você adora e isto lhe custou por volta de R$ 100. Então agora você tem 12 edições de um tópico que comprovadamente é vendável, e além de tudo, é algo que você adora fazer ou algo no qual você tem um grande interesse.

2. Crie seu produto baseado nos tópicos da revista.

Leia as revistas. Verifique seus anunciantes. Vá a todos os websites anunciados na revista e anote tudo o que puder. Tudo isto não lhe tomará mais que uma semana. Encha seu cérebro de informação sobre o assunto e anote os tópicos que aparecem com regularidade em todas edições. Isto obviamente significa que estes tópicos são os mais interessantes. De outra forma, a revista não escreveria sobre eles com tanta frequência.

Agora você tem uma tonelada de informação e notas, e tópicos específicos que são muito populares. Simplesmente junte tudo em um manual, relatório, livro, curso de estudo em casa, newsletter, etc. E aí estamos! Um produto que tem um grande mercado de interessados que pagam por este tipo de informação. E além de tudo isso, nada do exposto acima pareceu trabalho para você, porque você adora este assunto e estava pesquisando isto ou planejando fazer isso no futuro.

3. Anuncie seu produto para este mercado.

Obviamente o melhor lugar para anunciar seu novo produto é na revista da qual você buscou as informações. As pessoas que assinam a revista já são qualificadas como público alvo para seu produto.

Você pode ligar para a revista e pedir a lista de preços para pequenos anúncios, ou, se você puder, para um anúncio de página inteira. Lembre porém que a lista de preços das revistas sào bastante negociáveis. Não aceite o primeiro preço que eles lhe passarem.

Você pode também alugar a lista de correspondência da revista e mandar uma mala direta. Eu sei que você provavelmente quer focar a maior parte de seu negócio na Internet, como todo mundo está fazendo, mas nunca dispense o marketing tradicional. Ele é geralmente mais certo e orientado a resultados do que a Internet.

E claro, você pode encontrar toneladas de websites em qualquer revista hoje em dia. Escolha alguns de cada edição e visite-os procurando por informações de publicidade. Banners, propaganda em newsletters, propaganda direta, qualquer coisa… A maioria das revistas possuem vários endereços de websites onde você pode checar por informações para anunciantes. Até mesmo no website da própria revista é um bom lugar para anunciar seu produto de informação.

Então veja, iniciando a criação do produto em pequenos passos, enquanto faz algo que gosta, torna tudo isto simples. Aposto que você pode usar esta idéia 10 vezes em 3 meses e no final, ter 10 manuais, e-books, relatórios, newsletters, ou o que quiser, para vender como louco!!!

Nos encontramos no banco,
Wes Blaylock

Um jeito fácil de começar a ganhar dinheiro

Um dos mercados mais interessantes, simples e sem custos para se começar a trabalhar nas horas livres é a venda de informação. Todos os dias milhares de pessoas procuram por informação específica que as ajude a solucionar problemas. Fornecer estas informações é um mercado cada dia maior e mais especializado. Usar seus conhecimentos específicos para escrever pequenos relatórios sobre um assunto que você domina pode se tornar uma saudável fonte de renda extra, praticamente sem custos iniciais. Tudo que você precisa para começar é um computador e um site na Internet para vender seu produto.


Um jeito fácil de começar a ganhar dinheiro.
by Anthony Stillwell

Você sempre escuta os outros falando que não vale a pena vender um produto de R$ 10 e sabe… Eles estão certos. Mas o que muitos deles não te conta é que quando você oferece um GRUPO de produtos atrativos, de baixo custo… Muitas pessoas não compram apenas um. As pessoas compram conjuntos de produtos no impulso.

Você não precisa criar um produto na faixa dos R$ 50 – R$ 100. Você pode simplesmente criar 10 produtos de R$ 10 e oferecer eles de uma forma que pareça natural para as pessoas comprar eles em conjunto.

Certamente você não venderá R$ 100 dos seus relatórios de R$ 10 para toda pessoa que os ver, mas este não é o objetivo. O objetivo é que não leva praticamente nenhum tempo para escrever relatórios curtos, o que quer dizer que você pode começar a ganhar dinheiro rápido.

Se a única opção dos seus visitantes é comprar seu produto de R$ 100, então você estará deixando dinheiro sobre a mesa. Dando as opções certas para as pessoas você chegará muito na frente no longo prazo.

Um bonus adicional é que a medida que você cria mais relatórios curtos, você sempre pode se aproximar das pessoas que já compraram relatórios anteriores de você. É por isso que é importante escrever relatórios com assuntos relacionados entre si.

=> Comece vendendo um relatório de baixo custo.

=> A medida que você cria cada novo relatório, aproxime-se de quem já comprou os anteriores de você. Clientes passados são geralmente a venda mais fácil, especialmente se eles ficaram fascinados com as compras anteriores.

=> A medida que o tempo passa você construirá uma biblioteca de bom tamanho com relatórios curtos que são vendidos por um bom lucro. Você fará vendas durante todo o percurso da criação de um “grande” produto ao invés de esperar até ter um “gigantesco ebook” para vender.

Crie seu “livro” um capítulo por vez e divirta-se com os benefícios financeiros de fazer desta forma. O processo de escrita fica muito mais divertido quando você sabe que bastam algumas páginas para você ser pago. Você não precisa passar por todas as frustrações que outros autores passam.

Pense nisto.


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“O homem desejar ser rico não tem propósito. O homem desejar cinco peças de ouro é um desejo tangível que ele pode realizar. Depois de realizado seu desejo por cinco peças de ouro, com força de vontade para mantê-las, ele pode descobrir formas semelhantes para obter dez peças de ouro e então vinte peças e depois mil peças e, espere, ele ficou rico.

Aprendendo a conseguir seu pequeno desejo mais sincero, ele treinou-se a conseguir um maior. Este é o processo pelo qual a riqueza é acumulada: primeiro em pequenas quantidades, então em quantidas maiores a medida que o homem aprende e se torna mais capaz.

Os desejos devem ser simples e definitivos. Eles derrotam a si mesmos se forem muitos, muito confusos, ou maiores que o conhecimento necessário para concretizá-los”.

Extraído da “Sétima cura para uma carteira vazia” – “O Homem mais Rico da Babilônia”.
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Se você não está conseguindo ganhar dinheiro online, a melhor coisa que você pode fazer é começar pequeno. Sucesso traz sucesso. Eu sei que criar um “pequeno” produto e embolsar R$ 10 – R$ 15 por venda não é a fortuna que você veio ganhar online, mas você deve definir objetivos pequenos e possíveis de obter e aumentá-los a medida que os pequenos objetivos que você definiu deixarem de ser um desafio.

“Fazer pequenas coisas bem feitas é um passo para fazer grandes coisas melhor”.

Querer escrever um relatório não tem uso algum, mas querer escrever a página 1 de seu relatório nos próximos 30 minutos é um objetivo concreto. Quando a página 1 estiver completa, concentre-se somente em escrever a página 2, e assim por diante. Você será capaz de rapidamente terminar um relatório de 10-15 páginas apenas se concentrando em uma página por vez.

No momento que um de seus concorrentes tiver gasto meses para escrever um livro de 200-300 páginas que eles esperam que as pessoas queiram… Você terá ganho dinheiro durante todos estes meses fornecendo informação curta, rápida e na medida para solucionar os problemas que as pessoas tem.

Você terá consistentemente criado uma coleção de relatórios que lhe rendeu dinheiro a cada passo do caminho simplesmente escrevendo uma página por vez. Como lhe soa isso?

Relatórios especiais curtos e informativos são bem focados. O conteúdo é grande e o papo furado é mínimo. Não há necessidade para toneladas de gráficos ou qualquer outra distração que você encontra em vários produtos inchados, maiores do que precisariam ser.

Outra vantagem de relatórios especiais é que com a informação sendo tão focada e especializada, não há limite de preço. Quando você tem uma informação “quente” que as pessoas desejam, você pode cobrar o preço que quiser por esta informação.

Já vi relatórios de 15 páginas sendo vendidos por R$ 15, relatórios de 100 páginas por R$ 100 e até mesmo relatórios de 5 páginas sendo vendidos por até R$ 145. O poder de cobrar o quanto você quiser reside no fato de que informação especializada é difícil de achar. Tem uma montanha de informação geral sobre praticamente todos os assuntos que você possa imaginar. As pessoas estão sofrendo com o excesso de informação. Elas pagam por algo específico.

Você pode vender relatórios de R$ 20 ou mais por causa disto e as pessoas não irão reclamar desde que a informação seja sólida e entregue “os benefícios” que sua carta de venda promete. Lembre que é o resultado que importa… Não o número de páginas que você escreve. Apenas algo para pensar.

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Anthony Stillwell
autor de “Unlimited Free Trafic” e editor de “Free Advertising News”, onde você encontra técnicas gratuitas e originais de publicidade e a inspiração necessária para usá-las. http://www.GetFreeAdvertising.com

Tudo que reluz é ouro

A estabilidade de grande parte do Sistema Financeiro mundial é dependente da saúde financeira das nações e suas economias. A pouco tempo vimos nossa vizinha Argentina quebrar, e com isso, a grande maioria de seus habitantes passar por sérias dificuldades. Gente que inclusive tinha muitos dólares nos bancos, mas tinha os saques limitados pelos bancos e pelo governo. Como se proteger e se preparar para um futuro incerto? Que mecanismos podemos utilizar para ter garantias tanto para o caos financeiro quanto para nosso futuro após a aposentadoria? Há várias respostas possíveis. Aqui discutiremos uma delas: metais preciosos (ouro/prata/platina).

O ouro, aquele metal amarelo, procurado e desejado por todos. Metal desejado pelos conquistadores. Metal sonhado pelas pessoas do povo. Metal das jóias mais belas. Metal que faz parte das reservas de todas as nações. A prata, usada para os mais diversos fins, talheres, joias, riqueza e utilidade. A platina, o mais raro e caro dos metais preciosos atualmente, usada no processo anti-poluição de muitos dispositivos, de filtros para grandes fábricas a catalisadores de automóveis.

Porque comprar ouro (ou outros metais preciosos)?

Metais preciosos não pagam juros e dividendos de uma maneira tradicional, porém oferecem segurança porque:

* Possuem liquidez imediata.
* É um ativo conveniente e popular. Quem os possui, geralmente, os possui fisicamente. São tangíveis.
* Diversifica seus investimentos protegendo-o das crises financeiras.
* É desejado: guerras aconteceram por ouro e prata.
* Historicamente se mantém estável frente a inflação.

Como possuir ouro, prata ou outros metais preciosos ajudará durante as crises?

Muitos especialistas acreditam que quando uma crise financeira ocorrer o sistema bancário irá a colapso ou suspenderá temporariamente suas atividades, como aconteceu recentemente na Argentina e no Uruguai. Com isso, as pessoas ficam sem meios de pagar suas contas ou até mesmo ir ao supermercado.

A idéia de ficar sem dinheiro para as necessidades mais elementares como comida, higiene e outras contas domésticas é apavorante para qualquer pessoa. Mais ainda para aquelas que têm o dinheiro necessário, mas não podem dispor dele por arbitrariedade de um governo ou de instituições bancárias.

Outro grande medo é o dos investidores. Com seu capital em fundos de renda fixa, aparentemente seguros, em ações, com seus altos e baixos, em planos de previdência sem nenhuma garantia de rendimentos futuros. Tudo conspira contra.

O ouro e a prata (e atualmente a platina pode ser incluída aqui) foram, por muitos anos, utilizados como moeda de troca entre as pessoas. Até pouco tempo atrás, os governos garantiam suas emissões em reservas destes metais em seus cofres. Apesar de hoje em dia não haver mais a paridade das cédulas e moedas com as reservas físicas, os governos mantém guardada grande quantidade de metais preciosos para garantia e proteção.

Porque não fazermos o mesmo nós, pessoas comuns? Para ilustrar um pouco melhor, vamos pegar um exemplo da Segunda Guerra Mundial e mais atualmente da Guerra do Golfo. Nestas duas guerras, os pilotos de avião de vários países tinham algo em seus kits de sobrevivência bastante peculiar. Pequena, simples, porém de grande valor em qualquer lugar do mundo: moedas de ouro. Caso seus aviões fossem abatidos e eles conseguissem se salvar, estava garantida a conversão de seu “tesouro universal” para a moeda local.

Aproveitando o exemplo da guerra, notamos que esta é uma das formas mais simples de se investir em ouro. Podemos comprar jóias e anéis, mas geralmente pagamos um custo alto pelo trabalho do ourives e até mesmo pelo do designer de algumas jóias. Podemos comprar barras e lingotes de ouro, disponíveis nos mais diversos pesos e medidas, mas estes são bastante difíceis de encontrar. Ou podemos simplesmente iniciar uma coleção de moedas. Muitos países cunham moedas de ouro, prata e platina, que são vendidas no mercado mundial pelo valor do metal contido nelas. Não possuem valor extra de coleção devido às suas altíssimas tiragens, ou seja, pagamos exatamente o valor do metal que compramos.

Uma das formas mais simples de se começar este tipo de investimento aqui no Brasil é procurando uma agência do Banco Central. São lançadas com certa frequência moedas de ouro e prata comemorativas. Dependendo das tiragens, estas moedas podem com o tempo se valorizar ainda mais, gerando um ganho substancial. Outra forma é procurar em sua cidade lojas especializadas na comercialização de cédulas e moedas. Além de moedas raras, é comum venderem moedas de prata à quilo, ou moedas de ouro sem valor de coleção, apenas pelo valor do metal, na cotação do dia.

Outra forma é investir no futuro de nossos filhos. Que tal no próximo aniversário dar de presente uma moedinha de ouro? A moedinha da sorte dele! Comprando uma moedinha a cada seis meses, por exemplo, calcule o quanto ele terá de “poupança” quando completar a maioridade. Para facilitar, em valores de hoje, uma moeda das mais comuns de se achar, a libra inglesa com a face do rei George V, tem aproximadamente 8g de ouro 22 quilates, ou 7,2g de ouro puro. Com o ouro valendo R$ 38,20 o grama, isto nos dá aproximadamente R$ 275,00 cada moedinha. Dando uma moeda a cada seis meses para seu filho, do nascimento até a maioridade, ele iniciaria a vida profissional com um saldo inicial de R$ 9.900,00 em valores de hoje. E dependendo da disponibilidade financeira, pode-se aumentar a quantidade de moedas por ano, por exemplo, comprando uma a cada três meses, ou a cada dois. Ou quem sabe, uma por mês?

A decisão é sua. A informação, é aqui!

MoedaCorrente, sua fonte de informação para a independência financeira!

Feliz caça ao tesouro,
Fabrício Peruzzo – editor

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Fabricio Stefani Peruzzo
Gaúcho, empresário e investidor. Acredita na existência de um mundo de riquezas a disposição de todos os dispostos a estudar e entender como funciona o fluxo do dinheiro. Criou o site Moeda Corrente para ajudar as pessoas na busca da tão sonhada independência financeira.

Você deve contribuir para a previdência oficial do Estado

Seja você funcionário público ou da iniciativa privada, tendo sua própria empresa ou sendo profissional liberal ou avulso, aconselhamos a todos, indistintamente, em todas as épocas da vida, dar importância prioritária às contribuições ao Instituto Nacional da Seguridade Social. Minha prática de muitíssimos anos como consultor financeiro pessoal demonstrou que são exatamente os benefícios da aposentadoria pelo INSS que têm salvo muitas famílias da penúria e da pobreza absoluta em nosso país. Por pior que sejam as condições presentes e os benefícios oferecidos por este orgão, são imensamente melhores do que depender por completo da caridade alheia. recomendamos, por essa mesma razão, que se contribua com o máximo possível, dentro das condições específicas de cada um, para não se perder o status de beneficiário potencial do INSS. E não é somente quando a pessoa se aposenta que vale a pena ter contribuído, pois em caso de morte prematura do contribuinte, o companheiro sobrevivente ou os dependentes irão receber uma pensão que pode ser fundamental para a sobrevivência da família. A contribuição ao INSS, portanto, também deve ser encarada como um seguro de vida em que os dependentes sobreviventes recebem uma renda periódica.

Os carnês e quaisquer documentos relativos à filiação e às contribuições ao INSS devem ser cuidadosamente guardados em lugar seguro. A carteira de trabalho, com as devidas anotações de mudanças de empregador, aumentos de salário, férias e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), é um documento valioso. Faça até uma cópia da carteira para o caso de, talvez, ser o único documento que você possua para provar que trabalho em determinada empresa. Lembre-se de que alguma das empresas onde você trabalhou pode falir ou simplesmente desaparecer. Você também pode ter perdido a carteira de trabalho original. Obter uma nova carteira será fácil, o difícil será recuperar todas as anotações feitas na original. Provar perante o INSS, 20 anos ou mais depois, quando for se aposentar, que você trabalho em determinada empresa, pode tornar-se uma missão impossível caso tenha perdido sua carteira de trabalho! Portanto, faça uma cópia da original e guarde-a junto com outros documentos importantes!

Provável e quase certamente existirão ocasiões em sua vida em que a contribuição ao INSS pesará muitíssimo em seu orçamento mensal. SSão as épocas de desemprego, de dificuldades financeiras. Mesmo assim, tente manter em dia estas contribuições. Lembre-se: os benefícios do INSS são como um seguro de vida para os inúmeros imprevistos que poderão ocorrer. Não aceite argumentos do companheiro ou companheira de que o dinheiro pode ser mais bem empregado com alguma outra finalidade. Algum dia estará grato por não ter abandonado essas contribuições.

Fonte: Seu Futuro Financeiro – Louis Frankenberg – Editora Campus

Aprenda a ganhar dinheiro em primeiro lugar

Com a riqueza de informação disponível ao pequeno investidor hoje, se torna cada vez mais difícil saber onde você deve se iniciar neste negócio. Na verdade, quanto mais você estuda, mais confuso você fica. Isto aconteceu comigo, e tenho certeza que acontecu com você. É pura e simplesmente excesso de informação.

Por outro lado, este é um grande negócio. Os benefícios de ter os pés firmemente plantados no chão irão lhe permitir viver um estilo de vida que os outros podem apenas sonhar. O segredo é começar pelo caminho certo.

Então, qual é o caminho certo?

Bom, em minha opinião, você deveria aprender a ganhar dinheiro em primeiro lugar!

O mercado imobiliário é como um tripé

Existem três formas de lucrar com o mercado imobiliário. Você pode usá-lo para gerar Dinheiro… Fluxo de Caixa… ou Bens (Construção de Riqueza). Dinheiro é o que a própria palavra diz, dinheiro na sua mão, hoje. Fluxo de Caixa é dinheiro no tempo. E Bens são o pote de ouro no fim do arcoíris. É potencial futuro.

Qual destes tem mais valor?

Na verdade isto depende de onde você está em seu programa de investimento, não é? Se você está apenas começando, não há dúvidas que dinheiro é o mais importante. Dinheiro na mão lhe dá opções. Você pode melhorar seu padrão de vida, guardar suas economias, acelerar seu programa de investimentos, doar para sua entidade beneficente preferida, sair de férias, e a lista continua.

O fato é que se você está atrás de Fluxo de Caixa por um tempo, uma bolada em dinheiro provavelmente faria bem neste momento!

O erro que a maioria de nós comete

Verdade seja dita, a maioria de nós comete alguns erros. Quando se fala em investimento em imóveis, nós compramos uma apostila e vamos à rua começar a acumular propriedades. Pensamos que podemos obter um saudável fluxo de caixa enquanto acumulamos bens para o futuro. Nos divertimos até que um dia acordamos e descobrimos que estamos falidos.

Claro, se conseguirmos chegar ao fim do arcoíris, pegamos nosso pote de ouro. Ou não? E se algo acontecer no meio do caminho? Nós falimos, ou morremos, ou piramos (uma possibilidade bem real se ela ainda não aconteceu!). Muitas coisas podem acontecer ao longo do caminho.

Um pequeno segredo oculto

A Coisa que os Gurus nunca contam é que é difícil chegar ao cume da montanha. Lares para famílias pequenas são um grande investimento… mas são no máximo um empate. Claro que você pode comprar com um fluxo de caixa positivo, mas quanto é o necessário?

Poucos investidores levam em consideração todos os custos associados com o fato de ser dono de propriedades. Há taxas, manutenção, seguro, administração, períodos vagos, melhoria do capital, custos de serviços, etc.

O Fluxo de Caixa pode ser ilusório. O imóvel sempre vai custar mais do que esperamos.

Qual é a resposta?

Muitas pessoas pensam que a forma de ultrapassar este problema é super-alavancando suas propriedades. Compre por R$ X… pegue financiamento de R$ X + R$ Y… coloque dinheiro no bolso… a propriedade ainda tem um fluxo de caixa positivo… e siga adiante seu feliz caminho fazendo isso de novo e de novo.

Qual o sentido disso tudo? Dívida é o que faz as pessoas irem à falência. Quando suas dívidas são maiores que seus bens, adivinha o que? Você está falido! Quebrado! Na rua da amargura!

O time do “Sem entrada” vem pregando esta estratégia de investimento por anos. Mas olhe para todas as falências que eles deixaram no caminho. O mais engraçado é que quando eles voltam a caminhar novamente, eles voltam a cometer o mesmo erro. Nunca se dão conta.

Dinheiro emprestado não é lucro. É despesa, pura e simples. Não se engane em pensar de outra forma.

Se você quer realmente experimentar a Paz Financeira… trabalhe para eliminar as dívidas de sua vida. Pense nisto por um momento. Como lhe pareceria não dever nada a ninguém? A resposta é que isso é muito bom!

Ganhe dinheiro em primeiro lugar

Não me entenda mal. A estratégia de “Comprar e Manter” tem seu lugar no seu programa. É um grande programa de contrução de riqueza. Só não é a forma de começar.

Você precisa aprender a ganhar dinheiro em primeiro lugar!

A forma mais fácil de ganhar dinheiro com imóveis é “Comprar e Vender”. Mais, existem várias outras vantagens que você terá pelo caminho que irão ajudá-lo a acelerar seu programa de construção de riqueza.

Existem duas formas de completar nossa missão. Uma é “Compre baixo/Venda alto”. Simplesmente saia às ruas, compre uma propriedade abaixo do preço de mercado e revenda a preço de mercado. Algum dia terei camisetas com a inscrição: “Quando todas as outras estratégias de investimento falharem… Compre baixo e Venda alto!”

Compre no atacado, venda no varejo. Tem funcionado desde o início dos tempos.

Projetos de habitação caem como uma luva neste cenário. Que boa forma de produzir um saudável lucro enquanto faz algo benéfico para sua comunidade.

A outra estratégia que a maioria das pessoas não sabem nem que existe é “Compre baixo, Venda baixo”.

Esta estratégia é quando você encontra algo que outros investidores (ou compradores) em seu mercado querem comprar, então você vai pra rua e pega isto para eles. Os lucros nestes negócios não são tão grandes como nas outras estratégias, mas pode ser feito muito rápido!

Para ter sucesso nesta estratégia, você tem que conhecer o mercado e os jogadores. Isto não é tão difícil como você pode estar pensando. Você precisa também saber como achar as boas ofertas e amarrá-las com um Contrato de Compra.

Uma vez tendo a propriedade sob contrato, você pode vender o contrato para um dos jogadores por dinheiro, vender a propriedade para outro jogador em um fechamento simultâneo, ou vender a propriedade para um parceiro por um pequeno lucro e continuar com uma parte dos maiores lucros.

Uma vez tendo aprendido a estruturar suas ofertas e contratos, você vai entender porque eu chamo este processo de imprimir dinheiro, legalmente!

Estas são as habilidades que você precisa desenvolver para ter sucesso. Aprender estas habilidades é fundamental para seu sucesso no ramo imobiliário.

Juntando tudo

Aprenda a ganhar dinheiro em primeiro lugar! Isto é um negócio por sí só.

Então construa seu fluxo de caixa. Uma propriedade bem escolhida aqui, Outra propriedade bem escolhida alí.

Então se concentre em Construir Riqueza. Este é um programa de longo prazo. Mas lembre-se, você tem que estar financeiramente bem para chegar ao pote no fim do arcoíris. É por isto que aprender a ganhar dinheiro primeiro é tão importante.

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Scott Britton
Tem tido sucesso comprando, vendendo e investindo em moradias pequenas e financiamentos por mais de 20 anos. Scott é o autor do Guia Rápido para o Sucesso no Mercado Imobiliário. Ele escreve e publica o informativo A Univesidade do Mercado Imobiliário em seu escritório residencial em Jackson, MS, USA.